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Preso o primeiro suspeito de participar de estupro coletivo

Um homem de 23 anos foi preso suspeito de participar do estupro coletivo estupro coletivo registrado no último domingo (13) na cidade de Santa Rita, na Grande João Pessoa.

Ele foi reconhecido pela vítima como sendo um dos homens que praticaram o estupro.

Segundo a delegada Paula Monalisa Cabral, titular da Delegacia de Atendimento à Mulher de Santa Rita, existem provas que demonstram a participação do preso na violência sexual.

Os outros dois homens que também participaram do crime já foram identificados pela Polícia e estão sendo procurados. Inicialmente, cinco eram investigados pelo estupro coletivo, mas agora o número de envolvidos caiu para três.

A vítima, de 21 anos, se encontra internada em um hospital sob a proteção da Polícia Civil. Ela ficou muito debilitada após a violência. O companheiro dela também foi brutalmente violentado.

Segundo as investigações, o homem foi espancado por oito pessoas, sendo cinco adolescentes e três adultos. Todos foram identificados e conduzidos à delegacia nessa segunda-feira (14).

Durante uma entrevista coletiva concedida nesta terça-feira (15), a delegada explicou que o casal estava ingerindo bebida alcoólica, em frente à residência onde moram, na companhia dos homens suspeitos de atuar no espancamento.

Ainda de acordo com a delegada, houve um desentendimento, que resultou na violência.

“O homem foi espancado por oito pessoas e ficou muito ferido. A mulher achava que seu companheiro estava morto. Ela saiu para pedir ajuda, quando foi vítima de estupro”, explicou Paula Monalisa.

Em depoimento prestado à delegada, a vítima reconheceu o grupo como o responsável pelo espancamento, mas não pelo estupro.

“A jovem que sofreu abusos sexuais não reconheceu nenhum desses suspeitos como autores dos estupros. As investigações irão continuar até localizarmos os outros dois envolvidos no crime”, explicou a delegada.

Foto: Divulgação/Polícia Civil

portalcorreio

 

Oito suspeitos de estupro coletivo em Santa Rita são detidos pela polícia, na Paraíba

Oito pessoas suspeitas de participação no estupro coletivo de uma mulher de 21 anos, na madrugada de domingo (13), em Santa Rita, foram presos nesta segunda-feira (14) na Comunidade do Cadeado, também em Santa Rita. De acordo com informações do coronel Pablo, comandante do 7º Batalhão de Polícia Militar, os suspeitos foram encaminhados para a Delegacia da Mulher, para prestarem depoimentos e passarem por reconhecimento por parte da vítima.

A delegada Paula Monalisa ouviu os suspeitos durante toda a tarde, mas a Polícia Civil não confirma se todos devem permanecer detidos por envolvimento no crime. Segundo testemunho da mulher à delegada, sete pessoas agrediram o marido dela e três teriam praticado o estupro. Nenhum dos detidos foi reconhecido por ela, inicialmente.

Ainda de acordo com a Polícia Militar, os policiais estiveram na casa onde aconteceu o estupro, na localidade conhecida como Matadouro. Na casa de um dos suspeitos foi apreendido cerca de meio quilo de droga, ainda de acordo com a PM. Segundo o coronel Pablo, os suspeitos foram encaminhados para delegacia para prestar depoimentos sobre o estupro.

Inicialmente, no domingo (13), a Polícia Militar informou a participação de seis suspeitos no estupro coletivo. Em depoimento, nesta segunda, a vítima contou que cinco homens tinham participado do crime. Durante a operação deflagrada pelas Polícias Militar e Civil, sete suspeitos foram detidos e encaminhados para Delegacia de Mulher em Santa Rita.

A vítima prestou depoimento à Delegacia da Mulher ainda na noite do domingo, em João Pessoa. A mulher, de 21 anos, contou à Polícia Civil, em depoimento, que estava em casa quando o marido dela chegou.

Assim que entrou na residência, o homem foi puxado para fora pelos suspeitos e foi espancado até desmaiar. Em seguida, o grupo invadiu a casa, tirou a mulher do local e levou ela em um carro até um local conhecido como “matadouro”. No local, a mulher contou que foi estuprada por cinco homens.

De acordo com a delegada, os suspeitos estavam muito alterados e drogados, conforme o relato da vítima à polícia. Uma das linhas de investigação apontam para uma possível vingança contra o marido da vítima, que é presidiário e cumpre pena em regime semiaberto, mas a motivação do crime ainda é incerta e será investigada.

A mulher, logo após o crime, foi encaminhada para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, onde recebeu os primeiros atendimento e teve alta ainda no domingo. Nesta segunda-feira (14), ela foi encaminhada para a Maternidade Cândida Vargas, onde passa por uma profilaxia e seguia em observação médica. Em seguida, ela deve ser encaminhada para um abrigo.

O marido dela, de 33 anos, que foi espancado, permanece internado no Hospital de Trauma da capital. Ele passou pelos procedimentos médicos de emergência e segue internado, em quadro clínico considerado estável.

G1

 

Suspeitos de estupro coletivo são detidos pela polícia, na Paraíba

Quatro pessoas suspeitas de participarem do estupro coletivo contra uma mulher de 21 anos, na madrugada deste domingo (13), em Santa Rita, foram detidos no fim da manhã desta segunda-feira (14) na Comunidade do Cadeado, também em Santa Rita. De acordo com a Polícia Civil, dois são adolescentes. A vítima prestou depoimento à Delegacia da Mulher ainda na noite do domingo, em João Pessoa, e reconheceu os quatro suspeitos nesta segunda por meio de fotos. Um outro suspeito ainda está foragido.

A mulher, de 21 anos, contou à Polícia Civil, em depoimento, que estava em casa quando o marido dela chegou. Assim que entrou na residência, o homem foi puxado para fora pelos suspeitos e foi espancado até desmaiar. Em seguida, o grupo invadiu a casa, tirou a mulher do local e levou ela em um carro até um local conhecido como “matadouro”. No local, a mulher contou que foi estuprada por cinco homens.

De acordo com a delegada, os suspeitos estavam muito alterados e drogados, conforme o relato da vítima à polícia. Uma das linhas de investigação apontam para uma possível vingança contra o marido da vítima, mas a motivação do crime ainda é incerta e será investigada.

A mulher, logo após o crime, foi encaminhada para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, onde recebeu os primeiros atendimento e teve alta ainda no domingo. Nesta segunda-feira (14), ela foi encaminhada para a Maternidade Cândida Vargas, onde passa por uma profilaxia e seguia em observação médica. Em seguida, ela deve ser encaminhada para um abrigo.

O marido dela, que foi espancado, permanece internado no Hospital de Trauma da capital. Ele passou pelos procedimentos médicos de emergência e segue internado, em quadro clínico considerado estável.

G1

 

Mulher vítima de estupro coletivo conta à polícia como o crime aconteceu, na Paraíba

A mulher vítima de estupro coletivo na madrugada deste domingo (13), em Santa Rita, prestou depoimento à Delegacia da Mulher ainda na noite do mesmo dia, em João Pessoa. Conforme a delegada Amindonzele Carneiro, que começou a investigar o caso, a vítima confirmou as informações que foram repassaram anteriormente à Polícia Militar.

A mulher, de 21 anos, contou à Polícia Civil que estava em casa quando o marido dela chegou. Assim que entrou na residência, o homem foi puxado para fora pelos suspeitos e foi espancado até desmaiar. Em seguida, o grupo invadiu a casa, tirou a mulher do local e levou ela em um carro até um local conhecido como “matadouro”. No local, a mulher contou que foi estuprada por cinco homens.

De acordo com a delegada, os suspeitos estavam muito alterados e drogados, conforme o relato da vítima à polícia. “Estamos nesse processo de reconhecimento [dos suspeitos] para tentar prendê-los, com um esforço conjunto das delegacias da mulher”, revelou a delegada. Uma das linhas de investigação apontam para uma possível vingança, mas a motivação do crime ainda é incerta e será investigada.

A mulher, logo após o crime, foi encaminhada para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, onde recebeu os primeiros atendimento e teve alta ainda no domingo. Nesta segunda-feira (14), ela foi encaminhada para a Maternidade Cândida Vargas, onde passa por uma profilaxia e seguia em observação médica. Em seguida, ela deve ser encaminhada para um abrigo.

O marido dela, que foi espancado, permanece internado no Hospital de Trauma da capital. Ele passou pelos procedimentos médicos de emergência e segue internado, em quadro clínico considerado estável.

G1

 

TST julga dissídio coletivo e Correios diz que vai cumprir decisão

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) julgou, ontem (2), o dissídio coletivo ingressado pelos Correios em setembro. Entre as conclusões, a Corte definiu sobre o reajuste salarial e dos benefícios em 3% e a manutenção da maioria das cláusulas vigentes dos acordos coletivos anteriores, entre elas as que se referem ao vale alimentação/refeição, vale cultura e adicional de férias.

Os Correios cumprirão integralmente a decisão, mas alertam para a delicada situação financeira da empresa, que já acumula um prejuízo de aproximadamente R$3 bilhões. As condições econômicas da estatal foram, inclusive, contempladas no parecer divulgado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) no último dia 30. Em sua avaliação sobre as cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho da empresa, o órgão considerou que algumas delas têm percentuais acima do mínimo previsto pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com valores incomuns se comparados com outras categorias; como o adicional de 70% de férias, entre outros.

O documento do MPT ressalta, ainda, que algumas conquistas hoje consideradas históricas pela categoria foram obtidas em “tempos em que a situação econômica da empresa estava em outra realidade”. Para o MPT, “se faz necessária a flexibilização do direito do empregado a fim de preservar a própria existência da empresa”. Vale destacar que, atualmente, as despesas com pessoal equivalem a 62% dos dispêndios anuais dos Correios.

Negociação – Por três meses, os Correios estiveram em negociação com as representações sindicais na tentativa de construir uma proposta de Acordo Coletivo de Trabalho que respeitasse as condições financeiras suportadas pelo caixa da estatal. Ainda assim, não foi possível alcançar um consenso, uma vez que as federações reivindicaram benefícios que superavam até mesmo o faturamento anual da empresa.

Ciente da relevância que a estatal possui para o país, a direção dos Correios permanece comprometida em recuperar a sua sustentabilidade e os índices de eficiência dos produtos e serviços oferecidos à população brasileira.

 

Marcelo Camargo/ Agência Brasil
Assessoria Correios

 

 

Ensaio para o casamento coletivo do Maior São João do Mundo reunirá 164 casais em CG

O ensaio para o casamento coletivo do Maior São João do Mundo reunirá 164 casais, na Pirâmide do Parque do Povo, neste domingo (19). A atividade começa a partir das 15h. Um dos principais objetivos desse ensaio é para que os casais conheçam com antecipação o percurso que farão no dia 12 de junho, data que ocorrerá a Cerimônia.

O local de concentração dos casais é o Centro Cultural Lourdes Ramalho, inicialmente eles serão acolhidos no Teatro Rosil Cavalcanti onde  receberão as primeiras instruções, sobre horário de chegada, vestimenta, tramites da cerimônia, produção de maquiagem e penteado, dentre outras etapas.

Em seguida serão perfilados em forma cortejo e  conduzidos pela equipe da Secult para o local onde ocorrerá a cerimônia, dando inicio aos ritos do Casamento.

A agenda dos casais prossegue com reuniões dia 28 de Maio no Teatro Severino Cabral e 09 de junho , onde ocorrerá o ensaio geral com a participação da Filarmônica Epitácio Pessoa e vários outros artistas que abrilhantarão o grande acontecimento, que no ano de 2019 celebra 30 anos de realização, reunindo cerca de cinco mil novas famílias.

 

clickpb

 

 

Denúncia do estupro coletivo de menina de 11 anos foi invenção, diz polícia

A menina de 11 anos que alegou ter sido estuprada por 14 homens em Praia Grande, litoral de SP, deu um novo depoimento na tarde desta segunda (23). De acordo com a Polícia Civil, ela inventou o caso para escapar de uma briga com uma colega da mesma idade. As informações são do G1 Santos & Região.

A ocorrência foi registrada no domingo (22), mas crime teria ocorrido na semana passada em um baile funk no bairro Vila Mirim. A criança chegou a receber atendimento no Pronto-Socorro Quietude na manhã desta segunda. De acordo com o delegado Carlos Henrique Fogolin , o IML atestou que não houve relação sexual recente. “Não aconteceu nada. Não existiu estupro coletivo. Em depoimento, ela admitiu que inventou a história para evitar que apanhasse de uma amiga”, disse ao G1.

Ainda de acordo com o portal, a investigação da polícia não descobriu qualquer baile funk ocorrido naquela região na última semana. Ações para coibir bailes funks e eventos semelhantes costumam ser realizadas pela Polícia Militar com o apoio da prefeitura, por meio da Guarda Civil Municipal (GCM) e da Secretaria de Urbanismo (Seurb), disse a prefeitura do município.

Veja

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Bandidos tentam assassinar rival dentro de coletivo em João Pessoa

Passageiros de um ônibus que faz a linha 302- Mangabeira, passaram por maus momentos ao presenciarem uma tentativa de assalto dentro coletivo. O fato aconteceu por volta das 5 horas da manhã desta terça-feira (27)  na rua prefeito Luiz Alberto Moreira Coutinho em Mangabeira VII.

De acordo com a polícia, os dois homens estavam dentro do coletivo e de repente se levantaram já de armas em punho. Eles pegaram um presidiário do regime semiaberto com a intenção de matá-lo, mas a vítima, mesmo com dificuldades de locomoção, reagiu e travou uma luta corporal com os suspeitos.

Enquanto a briga acontecia dentro do coletivo, outro homem rendeu o motorista e o obrigou a parar o veículo. Vários tiros foram disparados e os passageiros começaram a gritar. Assustados, os dois homens decidiram ir embora sem cometer o crime.

Dentro do coletivo ficaram as marcas da violência: uma janela quebrada por um tiro e um banco perfurado a bala que se alojou na lateral do ônibus.

Paulo Cosme\David Martins do Paraíba.com

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Satisfeito como torcedor, Abel destaca coletivo forte em triunfo sobre o Vasco

O bom desempenho na estreia do Campeonato Carioca, com vitória por 3 a 0 sobre o Vasco neste domingo, no Nilton Santos, deixou Abel Braga satisfeito como um torcedor. Foi o que revelou o comandante do Fluminense em entrevista coletiva após o clássico. Ainda com alguns pontos a serem corrigidos na equipe, porém, com a força do coletivo, o treinador vibrou ao ver a torcida feliz.

Abel sentiu o calor da torcida durante a partida. Na saída de campo, foi aplaudido de pé pelo público. Retribuiu o carinho com acenos.

– A minha satisfação é igual a do torcedor, não tenha dúvida disso. Hoje fez muito calor, jogamos na terça-feira e o Vasco, não. Cumprimos muito o que combinamos. Ver o torcedor pulando na arquibancada foi muito bom. Mas não vamos sair daqui achando que está tudo bem. Erramos muito até os 20 minutos do primeiro tempo. Contra o Criciúma, viramos o jogo, coisa que não acontecia no ano passado. E hoje melhoramos após os 20 minutos que não fomos bem – analisou o comandante.

Abel ainda elogiou muito a parte defensiva e o espírito coletivo de sua equipe. Gostou do “teste” feito com o jovem volante Luiz Fernando e não poupou elogios aos equatorianos recém-chegados:

– Não levamos gols, tivemos 11 escanteios contra. O Vasco é o time que mais aproveita a bola parada no Brasil. Então, o nosso aproveitamento foi quase 100%. Futebol tem dessas coisas. Tiramos um peso dos 10 jogos sem vitória contra o Criciúma. Hoje fizemos coisas interessantes. Quem entrou foi bem. Queria ver ainda o Luiz Fernando, vi logo em um clássico contra dois meias fantásticos, como o Nenê e o Andrezinho. Estamos formando um coletivo forte e, a partir daí, as individualidades vão aparecer. O Orejuela foi fantástico, o Sornoza foi bem. A relação humana está muito bem, isso para mim é tudo. Eu encontro um grupo feliz. E não deixará de ser assim nas derrotas.

abel braga (Foto: andré durão)Abel Braga durante boa vitória do Flu em clássico contra o Vasco (Foto: André Durão)

A íntegra da coletiva:

Dourado
Às vezes, a gente olha só para a bola. E não repara quem se movimenta para receber. Quantas vezes chegamos na cara do Martín Silva sem ele aparecer? Isso mostra a importância dele, a inteligência dele. E olha que só tínhamos o Wellington como jogador rápido pelo lado. Foi legal. A torcida vai entender a importância dele. Ele batalha com os zagueiros, ele quem comanda o time para marcar alto. É a nossa referência. A gente está bem no ataque e bem na defesa, com o Renato e o Henrique. Mas falta muito. A nossa recuperação tem de ser a melhor possível. Temos de jogar na quarta em Bangu, e lá vocês sabem como é difícil, ainda mais com o calor que anda fazendo. Estou muito feliz. Na primeira reunião com o Marcelo, falei que só não queria lateral esquerdo. Estou encantado com o Leo. No jogo passado, em Juiz de Fora, estava inibido ao estar do meu lado. Mudou e melhorou. Já me acostumei com ele. Ele me falou que ganhou uma bola no alto do Thales. E isso é legal. É trabalho, após os treinos. Duas atuações em dois jogos.

Animado?
Estou animado, claro, pelo torcedor. No ano passado, estava preocupado e decepcionado como eles. Meu lado tricolor mexeu ao ver o público cantando hoje. Isso mexe, dá confiança. Volto a frisar: não queria jogar clássico na primeira rodada. Deu o resultado, mas falta muita coisa. Temos de melhorar e criar mais situações de jogo.

Orejuela
O rapaz deu show hoje. Orejuela deu show de primeiro volante. Falei que não gostaria de usar o Douglas como primeiro volante, a não ser em situação de jogo. Eu tiraria 65% da capacidade dele. Vasco deixou o paraguaio (Julio dos Santos) centralizado e adiantou o Andrezinho para a linha do Nenê. Tomei sufoco. O Sornoza tinha de ir para trás, para pegar o André. Depois, coloquei o Luiz Fernando e adiantei o Douglas. E pararam de acontecer as jogadas perigosas deles. Ele foi muito bem ao cumprir o que foi pedido.

Globoesporte.com

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Pedido de vista coletivo adia votação da reforma da Previdência na Câmara Federal

comissoesDepois de quase cinco horas de sessão e queda de braço regimental entre base e oposição, o comando da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara resolveu conceder vista coletiva à proposta de emenda à Constituição que promove a reforma da Previdência (PEC 287/16). De autoria do Executivo, o texto causa polêmica ao definir em 65 anos a idade mínima de aposentadoria, tanto para homens quanto para mulheres – a legislação atual fixa cinco anos a menos de trabalho para mulheres, em razão do chamado turno extra de trabalho.

Com o pedido de vista, que é uma oportunidade de reexame do texto por parte dos membros da CCJ, a leitura do parecer do relator da admissibilidade da proposta, deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), não pôde ser executada. A PEC deve voltar à discussão no colegiado na próxima quarta-feira (14).

Depois de ter votado favoravelmente à admissibilidade da proposta, Alceu Moreira reafirmou que não tratou de questões de mérito em seu parecer. O deputado alega que a análise de conteúdo serão tratadas na comissão especial a ser instalada justamente com esse propósito.

“A proposta preserva direitos adquiridos e tem regras de transição. Por isso, não há o que falar sobre a legalidade da medida, que é adequada”, ponderou o parlamentar gaúcho, que foi obrigado a deixar os debates na CCJ no meio da tarde, depois de receber a notícia de que sua sogra morreu.

blogdogordinho

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