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Direção do Colégio Geo emite nota sobre sentença do Ministério Público da Paraíba contra ex-colaborador

NOTA COLÉGIO GEO

A direção do colégio Geo, ao tomar conhecimento da sentença condenatória da ação movida pelo Ministério Público da Paraíba, contra o ex-colaborador Erivan Luiz de Lima, através de notícia publicada em um site local, nesta sexta-feira (18), reitera sua postura, desde o início deste episódio, que sempre foi a da busca da verdade, elucidação do caso e, consequentemente, a aplicação da Justiça.

Vale salientar que, diante do fato, de imediato, a escola orientou os pais dos menores a procurarem a polícia, entendendo que esse era um caso para tal, em sequência, fez o desligamento do então acusado, preservando o sigilo da investigação, uma vez que ela ocorre em Segredo de Justiça,

Paralelo a isso, o colégio reforçou, ainda mais, seus mecanismos de segurança, a exemplo da ampliação do número de câmeras, aperfeiçoou o sistema de acesso ao interior da escola, tanto para funcionários, como para alunos e visitantes, contratou seguranças para áreas externas e formou comitês com representação dos pais para estreitar as relações escola-família.

A direção do Geo sempre confiou no trabalho da justiça, que é a instância legal para julgar culpabilidade ou inocência de réus, aplicando-lhes as penas e o rigor da lei ou absolvendo no final de cada processo.

Cientes da decisão da Justiça que considerou o Sr. Erivan Luiz de Lima culpado, a direção do Geo, mais uma vez, reitera que diante dos fatos, tem a certeza de que todas as ações e providências da escola foram no sentido de sempre buscar a verdade e colaborar com a Justiça e, ao mesmo tempo, se colocar ao lado dos alunos e pais na expectativa de um julgamento justo, pleno, imparcial e oportuno.

Prossigamos então na expectativa e desejo de que episódios imprevisíveis e lamentáveis como esse jamais ocorram em nenhuma unidade de ensino, quer seja ela pública ou privada, da Paraíba ou do Brasil, pois escola é lugar de aprendizado, crescimento e alegria.

Direção colégio Geo

 

 

Jovem é assaltado e esfaqueado no caminho para o colégio

Um estudante foi assaltado e ferido a facada nessa quarta-feira (25), quando estava indo para o colégio, na Rua 13 de Maio, Centro de Campina Grande. Conforme a Polícia Civil, o jovem de 16 anos foi atingido por um golpe de faca no braço após ser abordado por um suspeito.

A Polícia Militar também informou que o estudante teve o celular e o moletom roubados pelo assaltante, que estava portando duas facas de mesa. Segundo a PM, alguns militares estavam atuando na segurança da área e prenderam um suspeito em flagrante.

Ele relatou à polícia que é usuário de drogas e morador de rua, já tendo cumprido medida socioeducativa por outro crime. O homem foi levado para a carceragem da Polícia Civil de Campina Grande.

 

 

portalcorreio

 

 

Prefeitura de Casserengue entrega escritura de terreno para construção do Colégio Estadual

Nessa terça-feira (30) a prefeitura municipal de Casserengue deu mais um grande passo para a construção do tão sonhado Colégio Estadual de Ensino Médio do nosso município.

A prefeitura de Casserengue, representada pelo secretário chefe de gabinete Daniel Inaimo entregou o documento de escritura do terreno onde será construído o Colégio Estadual de Ensino Médio no município. O documento foi entregue diretamente ao secretário adjunto da educação, ciência e tecnologia da Paraíba (Prof. Cláudio Furtado), o terreno tem uma área de 8 mil metros quadrados, o processo de construção segue aguardando a análise da SUPLAN (Superintendência de Obras do Plano de Desenvolvimento do Estado).

Após o processo de análise do terreno pela SUPLAN, a prefeitura municipal faz o processo de desvinculação da área, em seguida encaminha um projeto de lei para câmara dos vereadores, para que os vereadores possam aprovar, sendo assim, autorizando a doação deste terreno por parte da prefeitura municipal.

 

PREFEITURA MUNICIPAL DE CASSERENGUE

 

 

MEC oficializa a implantação de tempo integral no Colégio SHL de Cacimba de Dentro

colegio-shlO MEC (Ministério da Educação) publicou na última sexta-feira (23), a lista de unidades escolares aprovadas para o Programa de Escolas em Tempo Integral. Na Paraíba, apenas 28 instituições foram deferidas após análise dos projetos apresentados. Confira a lista completa clicando aqui: programa-de-escolas-em-tempo-integral-no-brasil-2017

A Escola Estadual Senador Humberto Lucena, de Cacimba de Dentro, é uma das que foram contempladas pelo programa, passando a funcionar em tempo integral a partir de 2017. Para auxiliar no processo de implantação, o Governo Federal repassará 230 milhões de reais para os estados no início do próximo ano.

A intenção é equipar as escolas com laboratórios, refeitórios, salas temáticas, vestiários, além de inovar na proposta pedagógica, fazendo com que os alunos possam definir, na parte diversificada, o que desejam aprender, a partir da percepção que eles têm sobre o seu futuro profissional.

A Secretaria de Educação do Estado da Paraíba já reuniu parte dos pais de alunos do Colégio SHL para apresentar as mudanças na instituição, garantindo que os investimentos em infraestrutura já serão iniciados em janeiro, a fim de que, no início das aulas, o alunado já possa contar com uma escola que oferte um ensino de melhor qualidade, tenha uma estrutura melhor e atenda às expectativas da comunidade.

As escolas em tempo integral funcionarão das 7h30min da manhã às 17h00min, com intervalos para lanche às 9 da manhã e às 15 horas, além de almoço e descanso ao meio dia. O Governo do Estado da Paraíba já garantiu que haverá transporte para todos os alunos residentes na zona rural. Além dos alunos, os funcionários das escolas, incluindo equipe de apoio, professores e diretores, permanecerão na escola durante todo o dia, de segunda a sexta-feira.

Portal Opinião

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Fotos de alunos em debate de gênero levam colégio a ser criticado nas redes

Duas fotografias produzidas em anos e contextos diferentes levaram o Colégio Santa Cruz, da Zona Oeste de São Paulo, a ser criticado por suposto incentivo à ideologia de gênero na sala de aula. De acordo com nota da direção divulgada na quinta-feira (25), as fotos circularam nas redes sociais descontextualizadas.

A primeira imagem, feita por formandos do ensino médio de 2014, mostra estudantes sem camisa ou de sutiã na sala de aula. Segundo o colégio, a imagem foi feita sem o consentimento da direção.

A segunda imagem mostra estudantes em um pátio, simulando a troca de beijos com colegas do mesmo sexo e do sexo oposto. Em nota oficial publicada na sexta-feira (25), o diretor geral do colégio, Fábio Luiz Marinho Aidar Jr., disse que a foto dos estudantes no pátio é parte de um trabalho fotogrático produzido para debater a construção da identidade e refletir “sobre as relações homoafetivas”.

Aidar Jr. disse considerar as acusações “graves” e que está “buscando as garantias legais para preservar nossos professores e estudantes de acusações injustas”.

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A escola diz ter tomado conhecimento, por meio de pais, estudantes e professores, de que as fotos produzidas pelos estudantes começaram a ser disseminadas pelas redes sociais com textos que “distorcem episódios que teriam acontecido” e “afetam a imagem do Colégio”.

“Em uma das imagens, aparece uma sala de 3º ano do ensino médio com alunos e alunas simulando participar de uma aula em trajes inadequados. (…) A outra imagem mostra, nos jardins da escola, uma aluna do Ensino Médio, reflexiva, rodeada por um grupo de colegas, aos pares, beijando-se: mais uma vez trata-se de uma simulação, idealizada por alunos que intencionavam provocar reflexão sobre as relações homoafetivas”, descreve o diretor.

Ensaios fotográficos
Segundo Marinho Aidar Jr., “o registro integrou um trabalho de ensaios fotográficos que tematizavam a construção da identidade. Os educadores do Colégio discutiram com os alunos os temas por eles escolhidos e a adequação de expor as fotos produzidas”.

No Facebook e no Twitter, porém, as fotos acabaram sendo compartilhadas por pessoas contrárias ao ensino de questões de gêneros pelas escolas.

O tema acabou provocando polêmica nas últimas semanas, reta final de implantação dos planos municipais e estaduais de educação pelo país. Em São Paulo, a discussão do plano ainda não foi finalizada.

Em 19 de junho, a Comissão de Finanças e Orçamento aprovou por unanimidade o texto do Plano Municipal de Educação sem a inclusão dos parágrafos sobre a discussão de gênero nas escolas paulistanas. O texto foi aprovado por nove votos a zero pela comissão.

A discussão de gênero foi incluída no texto original aprovado em outra comissão da Câmara, de Constituição e Justiça, junto com a Comissão da Educação. No entanto, ao chegar na Comissão de Finanças, os vereadores retiraram o termo. Essa, porém, não é a determinação final. O texto ainda deverá receber mais sugestões da comissão e ser votado, finalmente, a partir do dia 11 de agosto.

Discussão polêmica
A polêmica não é exclusiva da cidade de São Paulo. Por todo o país, o debate sobre incluir ou não a questão de gênero no plano que norteará a política educacional das redes públicas até 2024 apareceu em diversas câmaras municipais e assembleias legislativas.

Segundo o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, a polêmica acabou afetando o debate de outros temas importantes sobre os planos, mas, independente da inclusão ou não do termo, a Constituição Federal proíbe a discriminação. Por isso, Janine afirma que as escolas não poderão implementar políticas que promovam a discriminação de pessoas com base em gênero, etnia ou orientação sexual.

Aluno do Colégio Santa Cruz posam para ensaio fotográfico sobre homoafetividade trocando beijos. Imagens foram disseminadas pelas redes sociais como projeto de 'ideologia de gênero'; colégio nega ter dado 'anuência' ao projeto. A imagem foi editada para preservar a identidade dos estudantes  (Foto: Reprodução/Twitter)Aluno do Colégio Santa Cruz posam para ensaio fotográfico sobre homoafetividade trocando beijos. Imagens foram disseminadas pelas redes sociais como projeto de ‘ideologia de gênero’; colégio nega ter dado ‘anuência’ ao projeto. A imagem foi editada para preservar a identidade dos estudantes (Foto: Reprodução/Twitter)

G1

Jovem com dislexia é estuprada dentro de colégio, e aluno preso

 Foto: Cléber Júnior / Extra
Foto: Cléber Júnior / Extra

Uma adolescente de 18 anos foi estuprada na noite de segunda-feira, em um colégio municipal de Mesquita, na Baixada Fluminense. A jovem, que sofre de dislexia na fala e na coordenação motora, está no 4º ano do ensino fundamental. O aluno Jaci Oliveira da Conceição, de 25 anos, responsável pelo crime, foi preso em flagrante por policiais da 58ªDP (Posse).

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— A direção da escola me chamou para ir ao local por volta das 21h e contaram que um rapaz tinha apenas beijado minha filha à força, mas quando ela tirou a calcinha, vi que tinha sangue —contou a mãe da jovem, que preferiu não se identificar.

De acordo com ela, o exame no IML de Nova Iguaçu comprovou que houve um estupro.

— Isso é um absurdo! Ele se aproveitou da minha filha que tem problemas para cometer uma barbaridade dessa — disse.

A mãe da adolescente relatou que a menina saiu da aula para ir ao banheiro. No caminho, alguns inspetores faziam uma confraternização em uma sala e foi nesse momento que Jaci a levou para um canto.

— Ninguém viu. Ele aproveitou esse momento de distração de todos e levou minha filha pra uma escada escura. Ela nem conseguiu gritar. Minha filha voltou para a sala chorando e quando se acalmou contou para a professora o que tinha acontecido.

Em 2015, a mãe pretende mudar a jovem de escola e prometeu ficar a noite toda no colégio, turno em que a menina estuda.

— Isso ano não pode mais acontecer. O jeito vai ser eu acompanhar ela.

De acordo com o delegado da 58ª DP, Mauro César da Silva Júnior, Jaci vai responder por estupro. O rapaz era aluno do supletivo, é casado e tem uma filha.

A Prefeitura de Mesquita, por meio da secretaria de Educação, informa que todas as providências referentes ao fato foram tomadas imediatamente. A diretora chamou a polícia até o local e todos os envolvidos foram encaminhados para a delegacia. Foi registrado o boletim de ocorrência e a aluna foi encaminhada para exame de corpo de delito. O aluno responsável pela ação está detido e irá responder pelo crime. A secretaria reforça que está prestando toda assistência a estudante e seus familiares.

Extra

Estudante é estuprada ao sair de colégio e deixada seminua dentro de matagal

Policial .Uma adolescente de 17 anos foi estuprada após sair de um colégio no bairro do Cristo Redentor, em João Pessoa, nessa terça-feira (18). Um exame preliminar constatou que houve rompimento do hímen, conforme informou a delegada da Mulher da Capital, Vera Lúcia. A menina foi deixada seminua no matagal.

 

Conforme relato da vítima, por volta das 17h, a adolescente deixou a unidade escolar e seguia para casa quando foi abordada por um homem desconhecido. “A menina nos contou que o rapaz colocou a mão no ombro dela e disse para não gritar se não a mataria a tiros. Ele caminhou com ela como se fossem namorados por alguns metros até um matagal, onde ele manteve relações sexuais com a garota, de forma forçada”, disse a delegada.

Segundo Vera Lúcia, após estuprar a garota, o homem pediu para ela ficar no local e ainda fugiu levando as roupas dela. “A estudante ficou apenas de sutiã. Ela foi embora nervosa para usando os livros para as partes íntimas dela. Ao chegar em casa contou a mãe, que acionou a Polícia Militar”.

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A vítima foi levada para a Maternidade Cândida Vargas onde foi medicada com conquisteis anti-HIV para prevenção da doença e outros tipos de contágio. A adolescente foi submetida a exame sexológico no Instituto de Polícia Científica (IPC) da Capital. “Foi colhido no IPC o matéria genético do acusado que será armazenado para identificá-lo quando for preso ou em caso de prisão de qualquer homem suspeito de estupro”, garantiu a delegada.

O boletim de ocorrência foi registrado na Delegacia da Mulher de João Pessoa, mas o caso será investigado pela Delegacia da Infância e Juventude devido a estudante ser menor de idade.

 

 

Por Hyldo Pereira

Professora de colégio particular é morta a facadas e suspeito é preso na Zona Norte da Capital

Plantão de PolíciaUma professora foi morta a golpes de faca no bairro da Torre, Zona Norte de João Pessoa. O crime aconteceu no início da noite desta segunda-feira (10).

Segundo a Polícia Civil, a mulher estava voltando da escola onde trabalhava e a primeira hipótese levantada pela Delegacia de Homicídios é a de roubo seguido de morte, mas informações colhidas pela polícia também apontam o ex-cunhado da vítima como suspeito.

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Ainda segundo a Polícia Civil, homens da Polícia Militar realizaram rondas aos arredores do local do crime e encontraram um homem munido de uma faca, que pode ter sido utilizada para uma possível tentativa de assalto.

O homem foi preso em flagrante e levado para a Delegacia de Homicídios, onde os procedimentos necessários devem ser realizados. Conforme a Polícia Civil o homem deve dar entrada no presídio do Roger na manhã desta terça (10).

 

portalcorreio

Prefeito de Bananeiras homenageia Colégio Agrícola Vidal de Negreiro em Sessão Solene

douglasO Prefeito Douglas Lucena (PPS) participou na tarde desta terça-feira, 22 de Julho, de uma sessão solene realizada pela Câmara Municipal de Bananeiras aonde homenageou o Colégio Agrícola Vidal de Negreiros, que celebra os seus 90 anos. A sessão foi aconteceu no auditório da UFPB.

O Chefe do Executivo Bananeirense disse que nos 90 anos se registra a importância que o Colégio tem para Bananeiras. Acrescentou que o CAVN faz parte da paisagem econômica, social e humana do município.

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Douglas destacou que em sua administração, a parceria entre a Prefeitura e o Colégio Agrícola, tem sido importantíssima. Em um ano e meio já foram 1.306 pessoas certificadas com cursos do PRONATEC, fruto dessa parceria. Lembrou que duas regiões rurais do município já foram qualificados com cursos do PRONATEC, oferecidos nas próprias comunidades, numa parceria com a secretaria de Desenvolvimento Social do município. Outra parceria importante foi a que contribuiu para a conquista do Prêmio Nacional de Prefeito Empreendedor. Nessa parceria, alunos do Curso de Administração da UFPB, concedem assessoria contábil a comtemplados com créditos do Empreender Bananeiras.

Lembrou que o projeto de construção do complexo de piscicultura também contará com a parceria com o CAVN, já que haverá vagas para estudantes desenvolverem suas atividades. Douglas disse que o sentimento é coletivo e é de gratidão. Como representante do município agradeceu ao colégio agrícola pela contribuição dada no desenvolvimento do município e região.

O Vereador Guga Aragão que também participou da sessão disse que a homenagem é do povo de Bananeiras, representado pelos Vereadores. Acrescentou que a história do município não pode ser contada sem que esteja liga a história do Colégio.

O Presidente da Casa Legislativa Ramon Moreira, que presidiu a sessão disse que a universidade possui uma parceria história com o município. Frisou que o Colégio cresce com o município no âmbito social e econômico.  Concluiu dizendo que a câmara é grata à universidade por esses 90 anos.

CODECOM-Prefeitura de Bananeiras-PB

 

Luiz Couto ministra palestra para alunos do Colégio Pentágono de São Paulo

 

Couto com estudantesO deputado paraibano Luiz Couto (PT) ministrou palestra no último dia 29, na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara Federal, para 39 alunos do Colégio Pentágono do Estado de São Paulo.

 

Couto discorreu sobre diversos assuntos e respondeu perguntas relacionadas às funções do Parlamento Brasileiro; tráfico de pessoas; reforma política; pautas atuais da CDHM; processo de anistia política; crimes praticados por estrangeiros e suas tipificações no Código Penal.

 

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Luiz Couto incentivou os estudantes a sempre exercerem a cidadania, enfatizando que “a partir deste rico debate vocês serão os que farão a diferença neste país, num futuro próximo”.

 

Escola

 

O Colégio Pentágono faz parte de uma rede de instituições particulares do Estado de São Paulo.

 

Os alunos, que cursam o primeiro ano do ensino médio, estiveram na Capital Federal para realizar um trabalho referente à história política atual e suas filosofias sociais.

 

A CDHM foi o ponto de partida dos vários encontros que os discentes participaram. Patrícia Bauer, Thiago Badaró e José Bento Ferreira foram os professores que acompanharam o grupo de aprendizes.

 

 

 

Ascom do Dep. Luiz Couto