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Homem invade empresa em SP, mata duas colegas de trabalho e é morto pela PM

Um funcionário entrou armado, com um revólver calibre 38 e uma faca, em uma empresa na Saúde, na Zona Sul de São Paulo, na tarde desta sexta-feira (20) e atirou contra um grupo de pessoas. Duas mulheres colegas de trabalho foram mortas, segundo a Polícia Militar (PM) e o Corpo de Bombeiros. O assassino foi baleado pelos PMs e morreu no hospital no final da noite.

Ele entrou na empresa de informática na Rua Luís Góis, por volta das 17h20, e atirou primeiro em uma mulher em uma sala no segundo andar e depois caminhou para outra sala, onde degolou a segunda mulher. Segundo a PM, um homem também ficou ferido ao ser atingido no ombro e foi levado para o Pronto-Socorro do Hospital São Paulo.

Ainda de acordo com a PM, o funcionário, de 34 anos, trabalha duas vezes por semana na empesa. Na semana passada houve uma festa de confraternização e ele teria discutido com outros funcionários. O motivo da briga será investigado.

Quando a PM chegou, se deparou com o homem armado, houve confronto, e ele foi atingido e levado para o Hospital das Clínicas, onde morreu.

O caso ocorreu na área da Terceira Companhia do 3º Distrito Policial, da Vila Clementino. Imagens de câmeras de segurança gravaram o ataque. A polícia trabalha com hipótese de ataque após demissão ou feminicídio.

Bombeiros e carros da polícia em frente à empresa onde homem entrou atirando em funcionários no bairro da Saúde, Zona Sul de São Paulo, nesta sexta-feira (20) — Foto: TV Globo/Reprodução

Bombeiros e carros da polícia em frente à empresa onde homem entrou atirando em funcionários no bairro da Saúde, Zona Sul de São Paulo, nesta sexta-feira (20) — Foto: TV Globo/Reprodução

Bombeiros chegam a empresa onde homem entrou atirando em funcionários no bairro da Saúde, Zona Sul de São Paulo, nesta sexta-feira (20) — Foto: TV Globo/Reprodução

Bombeiros chegam a empresa onde homem entrou atirando em funcionários no bairro da Saúde, Zona Sul de São Paulo, nesta sexta-feira (20) — Foto: TV Globo/Reprodução

 

G1

 

 

Estudantes são detidas na PB suspeitas de ameaçar colegas torcedoras de clube rival

(Foto: Leonardo SIlva / Jornal da Paraíba/Arquivo)

Duas adolescentes que seriam integrantes de uma torcida organizada do Campinense Clube foram apreendidas pela Polícia Civil, na segunda-feira (24). De acordo com a polícia, elas estavam dentro do Colégio Estadual da Prata, ameaçando outras estudantes que usavam camisas do Treze Futebol Clube. No domingo (23), o Treze eliminou o Campinense na semifinal do Campeonato Paraibano 2017.

As jovens foram detidas por ameaça e constrangimento ilegal. Segundo a Delegacia da Infância e Juventude, as suspeitas iriam “tomar a beca” das adolescentes torcedoras do time rival. “Tomar a beca consiste em uma prática de forçar o torcedor do time adversário a entregar a camisa e, em caso de negativa, retira-se a camisa a força com agressões físicas”, diz nota da Polícia Civil.

A polícia apreendeu e autuou em flagrante as duas adolescentes por ato infracional, em seguida elas foram entregues aos responsáveis legais.

G1

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Neto é informado da morte de colegas da Chape, 13 dias após acidente

zagueiro-netoO zagueiro Neto só foi informado nesta segunda-feira do acidente com o avião da Chapecoense, que causou a morte de 71 pessoas no último dia 29. Incluindo 19 companheiros seus de time.

A revelação foi feita pelo médico Carlos Mendonça, que contou sobre o acidente para o jogador acompanhado por uma psicóloga. Segundo Mendonça, a equipe que acompanha o atleta tentou ao máximo evitar informar o atleta sobre o grau do acidente para evitar danos psicológicos. Mas afirmou que não era mais possível omitir o que havia acontecido.

– Nós conversamos com o Neto hoje (segunda), falamos sobre o acidente, em comum acordo com a equipe clínica do hospital para que não houvesse nenhum problema na recuperação clínica e no estado emocional dele. Então, junto com a psicóloga, falamos com ele hoje. No início, ficou muito emocionado porque não sabia, mas ele é muito forte e entendeu – disse Mendonça.

– Eu fiquei quase duas horas conversando com ele sobre esse assunto no quarto. Ele me perguntou sobre tudo, eu respondi sobre tudo e ele está totalmente consciente de tudo e acho que isso vai ser bom para a recuperação dele. Porque estava ficando um peso muito grande sobre a família, principalmente, sobre a esposa. Ele perguntava, e a esposa não podia falar e gerava um transtorno muito grande. Então, levamos até onde deu acrescentou.

Carlos Mendonça Edson Stakonski médicos Chapecoense coletiva (Foto: Reprodução SporTV)
Edson Stakonski e Carlos Mendonça, médicos da Chapecoense (Foto: Reprodução SporTV)

O médico revelou que o jogador disse para a esposa que, na véspera da viagem para Medellín, sonhou que o avião tinha caído e que não desejava viajar.

– Nas últimas horas, ele já vinha percebendo várias escoriações sobre o corpo, na mão, nas pernas e ele já estava ficando desconfiado, porque não é comum em uma partida de futebol acontecer isso. O pai dele já tinha me falado que estava chegando no limite. Em comum acordo com a psicóloga, nós falamos. Provavelmente ele vai falar isso com vocês, ele teve um sonho no dia anterior da viagem. Ele sonhou que a aeronave estava caindo, uma coisa bem dramática, e ele falou com a esposa que não queria voar. Então, isso ficou muito marcado para ele. Foi uma coisa bem chocante.

Segundo o médico intensivista Edson Stakonski, Neto se encontra em estado estável.

– O Neto está ainda na unidade de cuidados intensivos, está bem, estável, consciente, ficou sabendo hoje de toda a história do acidente, do que aconteceu, mas está tranquilo. Está triste, mas as coisas estão evoluindo bem.

sportv

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Colegas de Montagner em ‘Velho Chico’, paraibanos lamentam morte

lucy-alves-e-domingo-montagnerOs atores  paraibanos que participam da novela ‘Velho Chico’, como Lucas Veloso, José Dumont e Lucy Alves e Zezita Matos,  lamentaram a morte de Domingos Montagner, que se afogou ao tomar banho cidade de São Francisco de Canidé,  no sertão de Sergipe.

“Sem palavras…”, destacou Lucy Alves, a ‘Luzia’, em sua página no Facebook.

Em contato com o programa 60 Minutos, apresentado pelos jornalistas Heron Cid e Anderson Soares, na Rádio Arapuan FM, Zé Dumont, o ‘Zé Pirangueiro’,  disse que Domingos  Montagner era uma “pessoa maravilhosa e um ator brilhante”.

A atriz Zezita Matos, que interpreta ‘Piedade’ na trama, se disse “abalada” e em “choque” com a morte do ator.

“É rocha que corta o rio. É rio guerreiro que não morre sem lutar. Domingão, obrigado por tudo. Saudades”, postou Lucas Veloso, que dá vida a ‘Lucas’ na teledramaturgia.

Roberto Targino – MaisPB

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Com plenário vazio, AL fica sem sessão mais uma vez e deputado cobra colegas

plenarioA sessão que deveria acontecer na manhã desta quinta-feira (11) não teve como ser realizada. Se no dia anterior, na quarta-feira (10), o plenário da Casa de Epitácio Pessoa contava com a presença de alguns poucos parlamentares, hoje ele estava simplesmente vazio.

A reportagem da MaisTV, canal de vídeo do Portal MaisPB, esteve na ALPB e encontrou apenas um parlamentar presente na casa, o deputado João Gonçalves (PDT). Ele cobrou presença dos colegas nas sessões.

Confira o vídeo:

MaisPB

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Professor é preso acusado de planejar assaltos a alunos e colegas de trabalho em João Pessoa

escolaUm professor de 38 anos foi preso acusado de planejar assaltos a docentes e alunos da Escola Estadual João José da Costa, no bairro da Torre, em João Pessoa, onde lecionava as disciplinas de Biologia e Química.

Mais duas pessoas que seriam cúmplices também foram detidas, mas no bairro do Rangel.

De acordo com a polícia, as investigações foram iniciadas há cerca de três meses quando a oficiais seguiam um ex-presidiário de 29 anos. A polícia notou que o homem pilotava uma motocicleta que pertencia ao professor e com o aprofundamento das investigações as autoridades tiveram acesso a um áudio no qual o professor tramava assaltos e furtos com uma mulher que era esposa do ex-presidiário. O acusado e o ex-presidiário mantinham um relacionamento homoafetivo.

Sobre o conteúdo do áudio, o delegado revelou que o professor planejava com a mulher os horários e possíveis vítimas do assalto. Nas conversas era revelado o horário de saída dos alunos e outros docentes, a rota percorrida por eles e os alvos preferenciais que eram mulheres.

Na delegacia, o professor e a mulher confessaram os crimes e informaram ainda que praticavam furtos em lojas de celulares. “A todo do momento o professora e a mulher confessaram e inocentaram o ex-presidiário, que mantinham um relacionamento com a mulher e o professor ao mesmo tempo. Mas, vamos analisar qual a participação do ex-presidiário nos crimes”, explicou o delegado.

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Os mandados de prisão foram expedidos pela 2ª Vara Criminal de João Pessoa. O trio ficará detido na Central de Polícia Civil da Capital por cinco dias, mas o delegado não descartou a possibilidade de pedir a conversão da temporária em preventiva.

paraiba.com.br

68% dos policiais do país dizem ter colegas assassinados fora de serviço

enterro-policialDois em cada três policiais do país dizem que já tiveram colegas próximos vítimas de homicídio fora de serviço. É o que mostra uma pesquisa feita pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e cujos resultados serão divulgados nesta quinta-feira (30), no Rio.

O percentual de policiais que tiveram colegas mortos fora do expediente (68,4%) é maior, inclusive, que o de profissionais que dizem ter perdido um colega assassinado em serviço (60,6%).

Ainda de acordo com o estudo, 74,7% dos agentes de segurança no Brasil dizem já ter sofrido ameaças durante o combate ou a investigação de crimes; mais da metade (51,4%) relata ter sofrido ameaças também fora do serviço.

A pesquisa, intitulada “Vitimização e risco entre profissionais do sistema de segurança pública”, foi feita em parceria com a Fundação Getúlio Vargas e com a Secretaria Nacional de Segurança Pública e ouviu 10.323 policiais militares, civis, federais, rodoviários federais, agentes penitenciários e integrantes do Corpo de Bombeiros e da Guarda Municipal em todos os estados do país. O estudo foi realizado entre os dias 18 de junho e 8 de julho.

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Para a diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno, a pesquisa mostra o quanto os policiais estão expostos durante suas trajetórias profissionais. “Os policiais são reconhecidos no Brasil pelas violações de direitos. Mas eles também são vítimas de violações dos seus próprios direitos, que passam despercebidas.”

Discriminação
O estudo mostra que 64,2% dos agentes dizem ser discriminados em razão da função que exercem. A reclamação de que são alvos de preconceito da população recai também sobre o círculo de convívio dos filhos: 22,5% dizem que eles já sofreram discriminação na escola ou na comunidade.

“É um cenário triste. Mas trata-se de um dado esperado. A percepção de discriminação que o policial tem está intimamente ligada à desconfiança da população. Só 30% afirmam confiar na polícia. Isso porque, desde 1988, com o advento da Constituição, que tecnicamente rompe com o momento autoritário do país, muito pouco se mudou no modelo de segurança pública. As pessoas se afastam dos policiais porque eles são tidos como violentos. As instâncias responsáveis pela área direta ou indiretamente precisam pensar em mecanismos de modernização”, afirma Samira.

O número de agentes que relatam situações degradantes no trabalho é grande: 62,8% dizem já ter sofrido assédio moral ou algum tipo de humilhação. Um terço (32,3%) afirma ter sido vítima de violência física durante algum treinamento.

Rotina
A pesquisa revela ainda que os agentes costumam adotar hábitos específicos no dia a dia para evitar serem alvos de retaliação ou violência: 36%, por exemplo, escondem o fato de serem policiais ou agentes prisionais de conhecidos.

Quase metade (45,5%) jamais deixa à mostra a farda ou o distintivo no trajeto casa-trabalho. E 61,4% evitam usar transporte público. “Esse dado chama bastante a atenção. São pessoas que têm que garantir o direito de ir e vir e não têm o deles assegurado. São pessoas que têm que esconder sua profissão”, afirma Samira.

s agentes também relatam insegurança durante a prática profissional e elencam alguns motivos para isso. A impunidade, com 64,6%, é o principal. Mais da metade (52,7%), no entanto, também coloca a falta de equipamento pessoal de proteção como fator preponderante.

“Isso é um alerta para as corporações, para os comandos, porque mostra como os profissionais se sentem em relação às condições de trabalho. A gente o tempo todo cobra eficiência, redução de indicadores de criminalidade. E é um dever cobrar. Mas pouquíssima gente olha as necessidades dos policiais. Em muitos casos, não há coletes ou eles não são adaptados, por exemplo, para a mulher que vai atuar”, afirma a diretora-executiva do fórum.

De acordo com a pesquisa, 39,9% dos policiais têm receio de serem assassinados em serviço. Essa percepção varia entre as regiões do país. No Sul, esse índice sobe para 55,3%; no Sudeste, ele fica em 34,5%.

Distúrbios psicológicos
Para Samira, outro dado que merece destaque é o de policiais diagnosticados com algum distúrbio psicológico: 16,4%. “É um número muito alto. E como as corporações enfrentam isso? Basta ver as estruturas de atendimento. Quando muito, se existem, estão só nas capitais ou regiões metropolitanas. Isso sem contar o preconceito dentro das corporações quando um profissional procura um psicólogo. E esse percentual diz respeito apenas aos diagnosticados. Ou seja, o contingente deve ser muito maior.”

De acordo com a pesquisa, 86,5% dos ouvidos são homens, 56,4% têm de 25 a 40 anos e 44,1% trabalham em capitais. Além disso, 43,7% se declaram brancos, 9%, negros, e 44,7%, pardos.

G1

Sindicância apura se haverá punição para aluno suspeito de espionar colegas nuas na UFPB

uepbUma sindicância foi aberta para apurar as denúncias de que um estudante da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) em Areia, a 130 km de João Pessoa, estaria espionando alunas do campus enquanto elas tomavam banho ou trocavam de roupa. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (4) pela direção do campus.

De acordo com o diretor da UFPB em Areia, professor Djail Santos, o estudante não chegou a ser detido. No dia da confusão, ele foi apenas retirado da instituição e escoltado para casa, conforme procedimentos padrões estabelecidos pela universidade.

O professor esclareceu que não pode dizer se o jovem denunciado será punido porque essa situação depende do que vai ser investigado pela comissão permanente de sindicância, que deve ouvir todos os envolvidos. “Ainda não há um prazo para que isso seja concluído, mas esperamos que a situação seja totalmente esclarecida o mais rápido possível”, disse Djail Santos.

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O professor pediu calma aos pais que têm alunos na instituição e também aos estudantes porque, segundo ele, há segurança no campus e todas as medidas necessárias para que as denúncias sejam esclarecidas já estão sendo tomadas.

O caso

Um estudante da UFPB em Areia foi denunciado por alunas do campus porque estaria espionando as jovens enquanto elas trocavam de roupas ou tomavam banho. O caso repercutiu nas redes sociais.

 

portalcorreio

Detento suspeito de dedurar colegas é espancado dentro de cadeia pública da Paraíba

reprodução/Folha do Sertão
reprodução/Folha do Sertão

Um preso da Cadeia Pública de Conceição, Sertão paraibano, foi espancado por outros quatro detentos na tarde da terça-feira (16). Segundo o delegado da Polícia Civil de Conceição, Glauber Fontes, os apenados agrediram a vítima por suspeitarem que ele estaria dedurando ações criminosas ocorridas dentro da cadeia para o juiz da Comarca local.

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A agressão começou após a realização de uma operação pente fino que apreendeu celulares e drogas que estavam os detentos. De acordo com o delegado, os suspeitos aproveitaram o horário do banho de sol e invadiram uma das celas da cadeia. “Eles invadiram a cela e espancaram a vítima com socos, ponta pés e golpes de cabos de vassoura. O detento conseguiu fugir e correr para o pátio da cadeia, onde os agentes o socorreram e deram fim ao tumulto”, disse.

Conforme o delegado, o detento espancado teve um corte de aproximadamente dez centímetros na cabeça, com suspeita de afundamento de crânio e fratura em uma das costelas.

Ainda segundo o delegado, com a investigação, quatro detentos foram apontados como suspeitos da agressão e irão responder por crime de lesão corporal, utilização de aparelhos celulares dentro da cadeia e posse de drogas. A vítima está em observação no hospital de Conceição.

 

portalcorreio

Deputado reclama da ausência dos colegas em plenário e pede cumprimento de Regimento

assembleiaPassadas três semanas com a pauta trancada em face da ausência dos parlamentares em plenário, o deputado estadual João Gonçalves (PSD), demonstrou insatisfação com a falta as sessões na Assembleia Legislativa da Paraíba.

João que é um dos mais assíduos na Casa de Epitácio Pessoa, se preocupou com a existência de um “recesso branco’” em face das proximidades das eleições e mandou um recado:

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“Ninguém é obrigado a vir, mas tem a obrigação de trabalhar e comparecer em Plenário. Está faltando eles cumprirem com o Regimento Interno e com o que a Casa exige. Ou seja, para receber os salários tem que comparecer”, disparou.

Cobrando compromisso dos colegas, João se disse decepcionado com a grande quantidade de cadeiras vazia: “Eu defendo que a Casa possa voltar a sua normalidade. Não podemos entender que meia dúzia venha trabalhar enquanto o restante fica fazendo campanha em suas bases”, enafatizou.

Na sessão desta quarta (20) na Assembleia Legislativa, apenas 14 parlamentares compareceram ao trabalho, enquanto 22 faltaram ou não justificaram ausencia.

PB Agora