Arquivo da tag: colega

Aluno é esfaqueado por colega de sala em escola de Campina

Um aluno do oitavo ano da Escola Municipal Roberto Simonsen, que fica no bairro São José, em Campina Grande, foi esfaqueado na mão por um colega de sala na manhã desta segunda-feira (18). O crime foi praticado no momento em que a vítima estava indo tomar água e foi seguida pelo suspeito, que também é adolescente.

Ao Portal Correio, a assessoria de comunicação da Secretaria de Educação de Campina Grande contou que o caso aconteceu por volta das 9h e que pode ter sido motivado por bullying.

“Segundo funcionários, o suspeito trouxe a faca de casa e feriu o colega na mão na hora que a vítima foi tomar água. Em seguida, ele pulou o muro da escola e fugiu. A diretora da unidade acionou o Samu e os socorristas levaram o adolescente para o Trauma”, informou a assessoria.

Ainda conforme a assessoria da Educação, o pai do suspeito foi até a escola horas após o ocorrido e solicitou a transferência do filho para outra instituição de ensino.

Questionada sobre a motivação do crime, a assessoria informou que não existiam registros de briga entre vítima e suspeito, mas funcionários da própria levantaram a hipótese de que o caso tenha sido motivado por bullying.

“A Secretaria enviou equipe da Gerência de Apoio ao Estudante, que conversou com os pais. Os funcionários da escola falaram em possível bullying e estamos averiguando. É uma situação infeliz, porque promovemos um trabalho de cultura da paz nas escolas, com palestras e ações efetivas contra o bullying. A entrada das crianças é verificada por funcionários da escola, mas não podemos revistar as bolsas para inibir a entrada de objetos que não devem estar na escola. Infelizmente isso aconteceu”, informou a assessoria.

 

Portal Correio

 

 

Estudante é detido suspeito de apunhalar colega em escola de CG

Um estudante foi detido suspeito de apunhalar colega dentro de uma sala de aula numa escola de Campina Grande.  O adolescente de 16 anos foi apreendido suspeito de apunhalar outro na noite desta quinta-feira (23). De acordo com a polícia, o adolescente afirmou ter ferido o colega de classe porque estava sofrendo bullying.

Segundo o boletim de ocorrência, o caso aconteceu por volta das 20h25 na Escola Estadual Walnyza Borborema Cunha Lima, localizada no bairro do Ligeiro, quando a vítima, um adolescente de 17 anos, foi surpreendida com uma punhalada nas costas dentro da sala de aula.

A PM e uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas até o local. A vítima foi levada para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. A unidade de saúde informou que o adolescente foi atendido e recebeu alta na manhã desta sexta-feira (24).

O adolescente apreendido foi conduzido para a Central de Polícia Civil de Campina Grande acompanhado da mãe, onde foi ouvido e liberado

pbagora

Detenta joga água quente em colega de cela e vítima tem 41% do corpo queimado, na PB

Imagem ilustrativa

Uma detenta da cadeia feminina de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, jogou um balde com água quente na companheira de cela quando a vítima estava dormindo. De acordo com a diretora do presídio, Paloma Correia, a vítima teve 41% do seu corpo queimado. O caso aconteceu na noite desta quarta-feira (4).

Ainda segundo a diretora, ela foi atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada para o Hospital Regional de Cajazeiras, onde segue internada em estado grave. A vítima será transferida ainda esta quinta-feira (5) para o Hospital Regional de Emergência e Trauma de Campina Grande.

Dentro da cela onde aconteceu o crime ainda estavam mais quatro mulheres. As detentas contaram que a suspeita esquentou a água no “mergulhão”, onde elas fazem café, e jogou na outra detenta quando a vítima estava deitada.

A suspeita de cometer o crime foi levada para o isolamento e na segunda-feira (9) realizará exames para saber se tem algum problema psicológico.

G1

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

PM atropela e mata filho de colega ao manobrar carro durante festa na PB

ruaUm menino de quatro anos morreu após ser atropelado por um veículo guiado por um policial militar no bairro Catingueira, na Zona Sul de Campina Grande, na tarde deste domingo (31), durante uma festa familiar. A vítima é filha de outro PM, colega do condutor do carro.

Segundo o major Gomes, coordenador do Centro Integrado de Operações Policiais de Campina Grande, a criança estava brincando e o policial não a teria visto atrás do carro quando acionou a marcha a ré.

“Foi uma fatalidade. Uma coisa muito triste. As famílias são muito amigas e estão todos abalados”, disse o major.

O garoto chegou a ser socorrido para Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande, mas, conforme a PM, morreu após dar entrada na unidade de saúde.

O caso foi registrado na Central de Polícia Civil da cidade. Não foram divulgados detalhes sobre como serão feitas as investigações do fato.

portalcorreio

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Sargento denuncia violência cometida por policias militares contra colega de farda

 

daviO sargento Astronadc Pereira de Moraes (sargento Pereira) divulgou nota narrando um fato ocorrido com o seu colega de farda – Davi Cristiano das Neves, vítima de violência provocada por policiais militares, logo após este ter participado do bloco Muriçocas do Miramar, em João Pessoa.

 

Confira a narração completa do fato:

 

 

ASTRONADC PEREIRA DE MORAES

 

 

Companheiros e Companheiras,

Nobres Profissionais da Segurança Pública da Paraíba,

 

SOLDADO DAVI NO HOSPITAL DO TRAUNos últimos dias, temos acompanhado fatos que se tornaram públicos na sociedade paraibana, entre eles destacamos a prisão do soldado da Polícia Militar Davi Cristiano das Neves, 30 anos, que, após sair do bloco das Muriçocas do Miramar, oportunidade em que conduzia sua motocicleta em companhia de outra pessoa, foi abordada por policiais militares, e que segundo o soldado Davi e testemunha, os policiais tentaram contra sua vida, resultando, felizmente, apenas em graves lesões.

Foi conduzido para o Hospital de Traumas, na Capital, ferido com uma coronhada na cabeça, cortes na boca e um disparo de arma de fogo na perna esquerda, momento em que foi atendido pela equipe médica.

Registre-se ainda que, mesmo diante dos ferimentos, incluindo aquele provocado por arma de fogo, o soldado fora algemado e conduzido no xadrez da viatura policial para o pronto socorro hospitalar.

O pior ainda está por vir. O referido militar, vítima da desastrosa e criminosa abordagem policial, foi conduzido no dia seguinte para os procedimentos do auto de prisão em flagrante na sede do 1º Batalhão de Policia Militar.

Seria cômico se não fosse trágico!

O policial que foi vítima de uma ação policial desumana foi acusado de desacato e por isso figurou como bandido numa acusação sem pé nem cabeça que logo tomou conta da cidade, tamanha fora a arbitrariedade da ação miliciana.

O caso foi informado ao Ouvidor Geral de Polícia, e ao Presidente Estadual do CEDH – Conselho Estadual dos Direitos Humanos da Paraíba, que de imediato não mediram esforços para que o policial militar David Cristiano tivesse seus direitos assegurados. Após a repercussão negativa, o acusado foi acompanhado no seu flagrante pelo Ouvidor Geral da Polícia e dos advogados.

Em seguida, Davi Cristiano foi conduzido para o 5º BPM onde ficou preso. Mas a sua reclusão na cela do 5° Batalhão da Polícia Militar causou comoção na categoria policial militar, tendo em vista, o soldado se encontrar ferido com um tiro de arma de fogo na perna, um profundo corte na cabeça, além de outros hematomas e escoriações, necessitando, portanto, de acompanhamento médico e apoio familiar.

Novamente, o caso foi relatado ao Ouvidor Geral de Polícia, e ao Presidente Estadual do CEDH – Conselho Estadual dos Direitos Humanos da Paraíba. Este, por sua vez, enviou uma comissão de conselheiros para visitar o soldado Davi no 5º Batalhão de Polícia. Antes que a referida comissão constatasse a precariedade da cela onde estava o militar ferido, houve, ainda de madrugada, a tranferência dele para o Centro de Educação da PM, em Mangabeira, após determinação do Comandante Geral da Polícia Militar.

A comissão dos Direitos Humanos, representada pelo Promotor de Justiça Marinho Mendes, juntamente com policiais militares e três advogados, deslocaram-se até o Centro de Educação da Polícia Militar, a fim de saber das reais condições do soldado, bem como do que de fato ocorreu naquele fatídico dia.

Estranhamente, o soldado estava acompanhado de enfermeiros e médicos, os quais davam todo o suporte à saúde do miliciano, situação jamais vista nos últimos anos.

Inegavelmente, o fato supracitado nos traz uma série de questionamentos e significativas reflexões.

Ao contrário do que muitos pensam e apregoam, os organismos que defendem os Direito Humanos também estão em favor dos policiais, desde que sejam vítimas de abusos e violências. Pensar de maneira diversa é alimentar a corrente que pretende afastar os policiais da postura crítica e entrincheirada na defesa dos seus direitos, seja como policial, seja como cidadão. Ou policial também não é humano?

A polícia existe para proteger os direitos humanos de todas as pessoas, inclusive de seus integrantes. Além do mais, a ação policial precisa estar dentro da legalidade, necessidade, proporcionalidade e moderação, seja com quem for.

Os fatos envolvendo o policial acima citado causou indignação em muitos e isso nos chama atenção. Nós temos a capacidade de nos indignarmos com injustiças.  Esse tipo de coisa nos leva a pensar que a categoria policial militar começa a despertar para direitos pessoais e coletivos. Desperta também para o fato de que os Direitos Humanos é um escudo conquistado pela humanidade e que as massas sempre oprimidas podem buscar garantir seus direitos. E nós profissionais da Segurança Pública nos demos conta que nós fazemos parte deste grupo que também sofre com a opressão de um sistema que tem mais de um século. Um sistema que escraviza e não quer ver seus ‘escravos alforriados’.

Possa ser que os últimos acontecimentos no Brasil, e na Paraíba, tenham criado um divisor de águas. Possa ser que tenhamos feito historia. Acostamo-nos a essa ideia porque o caso do soldado Davi recebeu uma maior atenção por parte dos Direitos Humanos. Sabemos que não foi o primeiro, mas apenas mais um caso, diferenciando-se apenas pela visibilidade dada pela imprensa.

Sabemos que em vários estados do Brasil os policiais estão se organizando a partir da luta por direitos. E nesta busca e construção, nós policiais estamos cada vês mais compreendendo naturalmente os Direitos Humanos. Fato esses que está unindo às diversas formas de pensar, os diversos segmentos policiais, às diversas hierarquias. E estamos indo além dos muros que nos cercam, estamosocupando espaços significativos de poder na busca da tão sonhada libertação.

Mas para tudo isso se consolidar,nós policiais precisamos nos aproximar bem mais da comunidade, e trazê-la para o nosso lado. E só há uma forma de fazer isso: sermos protagonistas na defesa da vida e da lei.

Precisamos abandonar o sentimento de revanchismo, de ódio e o individualismo. Precisamos abandonar a postura reticente aos Direitos Humanos. E é através do diálogo solidário que a conquista por direitos dentro da polícia será uma realidade. Precisamos ter uma relação de respeito e confiança. O nosso trabalho deve ser um ato político e ético.

Precisamos unificar os nossos discursos, as nossas ideias. Precisamos unir o conjunto de forças e definir uma direção política na luta por direitos. Este conjunto de forças precisa estar a serviço da categoria, de todos os profissionais da Segurança Pública e da Sociedade, legitimando as boas práticas.

Como afirma o ex-secretário Nacional de Segurança, o mestre Ricardo Balestreri (1988), “Essa permissividade na violação interna dos Direitos Humanos dos policiais pode dar guarita à ação de personalidades sádicas e depravadas, que usam sua autoridade superior como cobertura para o exercício de suas doenças”.

Assim, temos a percepção de que ao legitimarmos qualquer violência e injustiça contra o público externo, e execrarmos os Direitos Humanos, estamos nos afastando e renunciado os nossos próprios direitos e dando espaço para que mentes psicopáticas ou personalidades desprovidas de capacidade profissional haja com violência contra nossos filhos, contra nossa família, contra nossa comunidade e contra os próprios policiais.

É nesta perspectiva que afirmamos que é relevante o papel policial na edificação de uma cultura de direitos civis. Até mesmo porque o policial é também um cidadão e uma personalidade humana,portanto ao retirar a farda e não estar de serviço continua com plenos direitos e responsabilidades como cidadão.

Às vezes esquecemos que a violência institucional pode bater a nossa porta. Assim fica a pergunta: Como você gostaria que um policial atendesse uma ocorrência na casa de sua mãe, de sua família, ou na sua casa? Mas parece que só compreendemos isso melhor quando somos abordados por um policial inadvertido de conduta ética e legal.

Ao meu ver – e tal como o é, os Direitos Humanos são imprescritíveis, inalienáveis, irrenunciáveis, invioláveis, têm interdependência, são universais, possuemefetividade, e são complementares.

Efetividade porque o poder público deve atuar de modo a garantir a efetivação dos direitos e garantias fundamentais, usando, inclusive, mecanismos coercitivos quando necessários. Afinal esses direitos não se satisfazem com o simples reconhecimento abstrato, mas é imperativo a sua efetivação.

O policial é, contudo, um cidadão qualificado. Como policial, cidadão e ser humano que é, possui os direitos garantidos por lei, mas precisa, para tal excelência, exercer o pleno direito da cidadania, que é o direito a ter direitos. Vai na contra mão deste movimento o preconceito, a intolerância e a discriminação que são atitudes que costumam atingir as massas populares.

Nós policiais militares ainda precisamos conquistar direitos constitucionais já consolidados no Brasil e no mundo, tais como: as garantias judiciais; a igualdade perante a lei; a liberdade pessoal; a liberdade de pensamento e expressão, os direitos políticos e os direitos à Seguridade Social, além de outros.

O problema é que nas entranhas da categoria policial militar a visão é caleidoscópica[1]. Enquanto grupos sociais apresentam-se ágeis e organizados na defesa de seus direitos, há outros que os desconhecem e que, ainda que tendo vaga ideia a respeito do que  se referem, nem de longe encontram-se capacitados a exigir o que lhes cabe por direito.

A ocorrência envolvendo um policial militar que resultou em lesões, e uma contribuição dos Direitos Humanos na busca de assegurar seus direitos mais básicos, como atendimento médico, segurança jurídica e apoio psicológico, demostra bem que os profissionais da segurança pública estão perto de um novo despertar: que o policial é antes de tudo um cidadão e digno de exercer seus direito e tê-los protegidos pelo estado.

Ainda falando da ocorrência envolvendo o soldado Davi Cristiano, não há o que se julgar o mérito de culpados ou inocentes até por que será na justiça esta decisão.

Mas o respeito e a dignidade que todos os profissionais da segurança têm como valor indissociáveis de sua vida, ser humano e profissional deve ser garantido.

Este coletivo policial militar estará sempre à disposição de todos. E só há uma forma de sermos fortes, que é pela unidade, e a unidade só acontecerá através da luta por direitos. E a conquistas de direitos só será uma realidade quando todos nós nos enxergarmos como sujeitos de direitos.

Assim, não devemos ser confundidos como “defensores de bandidos” por defender os direitos humanos. Não defendemos criminosos, e nem acreditamos que o estado deva se portar como bandido, como se bandido fosse. Deve haver, por parte do agente público de segurança, uma posição absoluta e irredutível, do ponto de vista moral, metodológico e legítimo, entre a sua própria prática e a prática do bandido. Esse último se caracteriza exatamente por ter abdicado dos padrões de civilidade e praticar crimes.

O agente do estado precisa ser a parte exemplar dessa história. E, por principio ele – o policial, é antagônico, o oposto do bandido, cabendo-lhe a nobilíssima tarefa de dar exemplo para a sociedade. E se abre mão disso confunde o imaginário coletivo e ajuda a instaurar a impunidade, a incompetência, a desordem e o crime.

E se a polícia é importante para a manutenção da ordem, evidentemente é importante para a defesa dos direitos. A polícia antes de tudo defende direitos, logicamente direitos humanos. O policial foi instituído pela sociedade para ser o defensor de primeira hora dos direitos humanos.

Portanto, nesta aproximação com a sociedade, e neste movimento na luta por direitos, o policial deve e precisa tomar para si a bandeira dos Direitos Humanos.

Direitos Humanos não pode ser exclusividade apenas de movimentos sociais, das organizações não governamentais, ONGs, Agências, Conselhos e comissões, de personalidades ou militantes. Elessão nossostambém, por que somos humanos e precisamos lutar pela conquista e garantias dos nossos direitos enquanto ainda humanos formos.

Obrigado a todos.

ASTRONADC PEREIRA DE MORAES

Sargento da Policia Militar da Paraíba

Tel (083)8831 28 55

 

Podemos ainda afirmar que a marca do preconceito é a intolerância, bem como não podemos postergar nossos direitos. Se para isso, for necessário buscar coragem e sabedoria, devemos desbravar nossos medos e ultrapassar os muros invisíveis que nos cercam: a ignorância e as resistências que nos impedem de amar e pensar. (Astronadc Pereira).

 

 

Redação/Focando a Notícia, com sargento Pereira



[1]Tem a ver com olhar para as coisas de diferentes perspectivas, juntando o velho com o novo, disposto a mudar tudo se a possibilidade se apresenta. É necessário que você se desprenda, libere os atuais conceitos cristalizados, as convicções, para encontrar uma nova resposta.

Crime passional: Discussão durante bebedeira termina com homem assassinado a facadas pelo próprio colega

FacaA polícia trabalha com a hipótese de ‘crime passional’  para explicar um assassinato ocorrido na tarde desta segunda-feira (8) na grande João Pessoa.

De acordo com a polícia, Ivanildo Cirino Ribeiro, 42 anos, estava bebendo em um galpão na Rua Terezinha Costa, na comunidade Recanto do Poço, em Cabedelo, quando começou a dizer que estava com ‘vontade de beber sangue’.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Desconfiado de que poderia ser a vítima do amigo, um homem identificado por “Bruno” sacou de uma faca de desferiu apenas um golpe no peito de Ivanildo Cirino que morreu no local.

Durante as investigações a policia tomou conhecimento de Ivanildo Cirino tinha ciúmes de “ Bruno” com a sua mulher que trabalhava como cozinheira para um grupo de trabalhadores da construção civil que mora em várias cidades do interior e que durante a semana usa o galpão como residência.

Paulo Cosme\Jota Ferreira

Estudante de 14 anos é baleada com três tiros dentro da sala de aula por colega de escola

escola-violeta-formigaUma garota de 14 anos foi baleada na manhã desta sexta (21) dentro de uma escola em João Pessoa. O acusado do crime, é outro aluno identificado apenas como Paulinho.

A adolescente estava dentro da sala de aula na escola municipal Violeta Formiga, no Alto do Céu, em Mandacaru quando um outro aluno, identificado apenas como Paulinho, aproximou-se de atirou diversas vezes.

Atingida com possivelmente três disparos no tórax, a vítima foi socorrida em estado grave para o Hospital de Emergência e Trauma. O acusado fugiu e a polícia está investigando para descobrir a motivação do crime.

Marília Domingues / Washington Luiz

Saiba o que os astros dizem sobre o comportamento do seu colega no ambiente de trabalho

Foto: Shutterstock/Images
Foto: Shutterstock/Images

Áries: O colega de trabalho desse signo é independente e ativo. Não gosta muito de receber ordens, o que  pode render muitas discussões com seus superiores e provavelmente você terá que acalmar os ânimos dele. Cuidado com as competições, pois os arianos são ótimos nisso.

Touro: O retorno financeiro é muito importante para o taurinos, então eles são muito dedicados ao trabalho e não toleram falhas que possam tirar o foco do seu crescimento profissional. Eles são muito responsáveis em tudo o que fazem, por isso se tornam colegas muito fiéis.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Gêmeos: O colega de trabalho de Gêmeos está sempre dando um jeito de acabar com a monotonia, o que pode render boas risadas ao longo do expediente. É falante por natureza a adora fazer amigos. Além disso, é muito simpático e flexível, o que o torna um agradável companheiro diário.

Câncer: Apesar de parecer frágil, o colega de Câncer é muito ambicioso e leva suas tarefas a sério, pois deseja crescer na sua carreira profissional. No entanto, nunca deixa de ajudar seus colegas com sua intuição infalível. A princípio, ele pode parecer antipático e não fala muito, mas, assim que se solta, se torna um excelente companheiro, pois gosta de se sentir útil.

Leão: O colega de Leão pode parecer autoritário, pois não desiste de seus objetivos e faz de tudo para alcançá-los. Tem uma grande criatividade, o que pode resultar em grandes invenções para os momentos mais tranquilos no trabalho.

Virgem: O colega virginiano é concentrado em seus objetivos. Não costuma conversar muito com outros colegas, pois gosta de se dedicar à profissão. É responsável e pontual, além de muito crítico.

Libra: Muito gentil, o colega de trabalho desse signo consegue criar um ótimo clima no ambiente de trabalho. É indeciso por natureza, por isso você poderá ser solicitado várias vezes ao longo do dia para tirar dúvidas ou dar sugestões. Também é capaz de solucionar qualquer mal estar que possa estar incomodando os colegas, dando conselhos e acalmando o ambiente.

Escorpião: A maior ambição do colega desse signo é alcançar o que deseja por meio do trabalho duro e dedicação. Ele está sempre com um pé atrás com todos ao seu redor, o que pode tornar o convívio um pouco difícil, já que ele não confia em ninguém. Gosta de receber o reconhecimento das coisas que faz.

Sagitário: O colega de Sagitário tem muitas ideias, por isso acaba se sobrecarregando tentando desempenhar várias funções ao mesmo tempo. E se as coisas não saem como planejado, acaba se irritando e sentindo vontade de abandonar as coisas.

Capricórnio: O capricorniano é muito reservado e não gosta de falar de seus sentimentos abertamente com pessoas que conhece há pouco tempo. Determinado, gosta de tentar fazer as coisas com perfeição e pontualidade para conseguir o reconhecimento que deseja.

Aquário: Umas das maiores qualidades do colega desse signo é aceitar as pessoas como elas são, por isso é considerado uma excelente companhia. Se destaca bastante por ser criativo e ter ideias originais.

Peixes: O colega de Peixes é muito desligado das coisas materiais, vendo o trabalho como algo para enriquecimento pessoal. É um ótimo companheiro, pois está sempre disposto a ajudar.

 

 

guiaastral

Adolescente suspeita de matar colega se entrega à polícia

luanaA adolescente de 16 anos suspeita de matar uma colega de escola a facadas se entregou à polícia no início da noite de sexta-feira (13). Outra jovem, de 18 anos, amiga da adolescente, também foi até a delegacia e confessou que participou da briga.

Luana Vieira Gregório, de 15 anos, levou uma facada no abdômen na frente da Escola Estadual José Ferreira Barbosa, na Vila Bourdon, em Campo Grande (MS), no final da manhã de quarta-feira (11). Uma colega tentou ajudar Luana e também ficou ferida.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook
A confusão foi registrada e as cenas mostram que diversos alunos fizeram uma roda para ver as adolescentes brigarem e apenas um professor tentou separar a briga. O motivo do crime seria que Luana passou perfume dentro da sala de aula, o que irritou a outra estudante, de 16 anos. No entanto, depoimentos revelam que as duas discutiam com frequência.

Na delegacia, a garota de 16 anos e a amiga dela, de 18 anos, confessaram o crime, mas afirmaram que estavam se defendendo. A adolescente vai responder pelo ato infracional que corresponde ao crime de homicídio doloso, quando existe a intenção de matar. Já a amiga, apontada como coautora, foi indiciada pelo mesmo crime. Elas vão responder ao processo em liberdade.

O corpo de Luana Vieira Gregória foi enterrado na tarde da última quinta-feira (12), mesmo dia que o filho dela completou um ano. Ela cursava o 9º ano do Ensino Fundamental.

R7

Mãe de menor suspeita de matar colega a facadas diz que filha está ‘arrependida’

estudante3A mãe da menina de 17 anos, suspeita de assassinar a facadas a universitária Bianca Mantelle Pazinatto, 18 anos, em Jataí, no sudoeste de Goiás, afirma que não tinha conhecimento sobre qualquer envolvimento amoroso da filha com a vítima. “Nunca soube de nada em relação as duas”, disse a mulher, que pediu para não ser identificada, em entrevista à TV Anhanguera. De acordo com a mãe, a filha está ressentida com o caso. “Ela me pediu perdão e está muito arrependida”.

Segundo a mãe da suspeita, o crime abalou a família. “Estou acabada. Ela era minha companheira e agora tudo acabou”, lamentou a mulher.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

A adolescente teria contado com a ajuda de uma amiga de 16 anos para matar Bianca, na segunda-feira (29). Segundo a mãe da suspeita, a amizade entre a filha e a colega, que também foi apreendida por envolvimento no crime, não era vista com bons olhos. “Eu não aprovava. Ela teve muitas amizades boas, mas eu não gostava dessa menina. No entanto, minha filha não me obedecia”, afirmou.

 

O corpo de Bianca foi encontrado na casa da suspeita, embrulhado em sacos plásticos debaixo da cama do quarto da adolescente. Em entrevista, a garota contou que a motivação do assassinato seria a recusa da vítima em manter um namoro. “Ela não ia ficar comigo. Não queria que ficasse com mais ninguém também”, declarou.  Segundo a menina, Bianca tentou lutar antes de ser morta. “Ela se debateu e queria gritar. Ficou muito desesperada”.

Relacionamento
Como a mãe da suspeita, a família de Bianca também nega que a jovem tivesse qualquer relacionamento homoafetivo com a adolescente. “Ela [a sobrinha] não queria envolvimento com essa jovem. Bianca era perseguida por ela”, contou Júlia Pazzinato, tia da vítima. “A adolescente estava sempre procurando por Bianca, tocando a campainha da casa. Tanto que, quando via pelas câmeras que se tratava da suspeita, ela nem atendia”, explicou a tia.

Os pais da estudante ainda não falaram sobre o crime. No entanto, um tio da jovem garante que ninguém tinha conhecimento sobre o interesse amoroso da menina por Bianca. “Não sabíamos nem da tal carta em que a garota se declarou. Se havia a vontade de um relacionamento, era por parte da menor, pois minha sobrinha nunca correspondeu. Ela até tinha um namorado”, afirmou João Pazinatto.

 

Estudante é encontrada morta na casa de amiga em Jataí, Goiás (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)

Bianca estudava biomedicina na UFG
(Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)

 

A vítima teria sido morta às 10h30 da última segunda-feira, mas só foi encontrada às 19h. O delegado responsável pelo caso, André Fernandes, explicou que, ao sair de casa, a vítima esqueceu o telefone. Quando os policiais chegaram à residência dela, inspecionaram o aparelho e encontraram uma troca de mensagens pelo aplicativo WhatsApp em que ela combinava de se encontrar com a amiga de 17 anos.

 

Suspeitas
As duas adolescentes estão na Delegacia de Apuração de Atos Infracionais (Depai), em Goiânia. Elas foram transferidas na terça-feira (30), após um pedido do Conselho Tutelar de Jataí, que temia que a integridade física delas não pudesse ser resguardada na cidade, já que há uma forte comoção popular com o crime.

As duas dividem a mesma cela na Depai. A titular da delegacia, Nadir Cordeiro, disse que conversou informalmente com as garotas e que as duas “não demonstram arrependimento e apresentam comportamento frio e calculista”. As garotas podem ficar na Depai por, no máximo, cinco dias, segundo determinação do Estatuto da Criança e do Adolescente.

 

O delegado André Fernandes começou a ouvir testemunhas sobre o caso na quarta-feira (31).

G1