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Óleo de coco é veneno puro, diz professor da Harvard

Apesar de ser considerada uma escolha saudável, o óleo de coco é “uma das piores coisas que você pode comer”, diz Karin Michels, da Universidade de Harvard.

Michels é epidemiologista da Escola de Saúde Pública da faculdade e criticou o movimento da supervalorização do produto. De acordo com o The Guardian, para ele, a substância é tão boa quanto “veneno puro”.

Isso porque a alta proporção de gordura saturada da substância pode elevar os níveis do chamado colesterol LDL. E assim, o risco de doença cardiovascular.

O óleo de coco contém mais de 80% de gordura saturada. Mais do que o dobro da quantidade encontrada na gordura do porco, e 60% a mais do que é encontrado na gordura da carne bovina.

Os comentários foram feitos recentemente em palestra intitulada “Óleo de coco e outros erros nutricionais” na Universidade de Freiburg, na Alemanha. Seu discurso já foi assistido quase um milhão de vezes no YouTube.

Alguns especialistas já tinha alertado sobre os riscos do óleo de coco. E ele até pode ser incluído na dieta, mas com cuidado.

“Entretanto, como é rico em gorduras saturadas só deve ser incluído em pequenas quantidades. Além disso, tem que fazer parte de uma dieta saudável e equilibrada”, disse a Fundação Britânica de Nutrição.

A organização também ressaltou que, na verdade, ainda não há evidências científicas fortes que apoiem os supostos benefícios da substância.

“O que sabemos é que a substituição de gorduras saturadas por gorduras insaturadas como a do azeite de oliva extra-virgem pode ser um meio eficaz de reduzir os níveis de colesterol LDL. Por isso, talvez possa ser uma escolha mais saudável”, explicou a nutricionista Victoria Taylor, da Fundação.

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Imagem: Africa Studio/Shutterstock

Seca faz plantações de coco sumirem e desemprego chega a 98% no Sertão da PB

Divulgação/Secom-PB
Divulgação/Secom-PB

Em cinco anos consecutivos de estiagem, a maior produção de coco da Paraíba foi praticamente extinta. De acordo com o Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs), na área conhecida como o Perímetro Irrigado de São Gonçalo, pertencente às Várzeas de Sousa, o desemprego atinge até 98% no setor. Por ano, os paraibanos deixaram de lucrar até R$ 20 milhões.

A produção, que girava em torno de 30 caminhões de coco por dia, exportados do Sertão paraibano para todo Brasil, tornou-se irrelevante. O açude São Gonçalo, que abastece além do município de Sousa e também Marizópolis, se encontra com apenas 27,3% de sua capacidade hídrica. No entanto, a irrigação do perímetro de São Gonçalo, localizado no distrito de mesmo nome, está suspensa desde 2012.

De lá para cá, os coqueiros que haviam restado foram dizimados em incêndios ocorridos no ano de 2015, quando o reservatório estava com menos de 10% da capacidade. A gerência executiva de irrigação da Secretaria de Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (Sedap) não acredita que as queimadas possam ter sido provocadas.

O atual funcionário público Abílio Duarte, 30 anos, até o ano passado fazia parte da estatística de desemprego gerada pela extinção dos coqueirais. Ele conta que era produtor de cocos e perdeu 4,5 hectares de coqueirais para a seca e o fogo.

“Às vezes eu acho que os dois incêndios possam ter sido criminosos, mas a polícia investigou e não encontrou nenhuma evidência. A terra realmente estava muito seca e o que eu tinha salvado com água de um cacimbão era só um hectare. Da minha roça viviam nove famílias. Sou casado e tenho um filho, passei num concurso em boa hora, porque não sei de onde eu iria tirar meu sustento”, disse Abílio Duarte.

Segundo o chefe do Dnocs em São Gonçalo, Ednardo Alves de Oliveira, a água que garantia as irrigações no perímetro São Gonçalo vinha do reservatório local e também do açude Engenheiro Ávidos, que abastece Cajazeiras e está hoje com 5,1% de seu volume total. Ednardo ressaltou que o solo da área é rico em fósforo e potássio, o que pode ter contribuído com os incêndios. “Até a Polícia Federal foi acionada, mas a maior parte do que foi incendiado já era coqueiro seco. Além disso, nessa região há uma alta incidência de raios solares que contribui para a qualidade da água de coco produzida em Sousa e pode também ter provocado as queimadas”, explicou.

Da fartura à miséria

O gerente executivo de irrigação da Sedap, responsável pelas Várzeas de Sousa, Demilson Lemos de Araújo, afirma que além do desemprego, outro problema é a redução da qualidade da água de coco e do preço do produto.

“Com as chuvas que estão previstas para 2017, temos esperança de retomar a cultura. Mas, até lá, o que temos hoje é um coco barato e uma água não tão boa. Em épocas de bom inverno, o preço do coco chegava a R$ 1,20 a unidade e hoje está praticamente custando só 40 centavos. Os produtores que restaram estão se mantendo com prejuízo porque sabem que quando a chuva voltar, terão um bom negócio”, disse.

Para José Miguel da Silva, conhecido por Zé da Pista, a solução para fugir do desemprego foi vender almoço e lanche às margens da BR-230, de onde consegue o sustento de sua família. O ritmo da produção de coco caiu tanto que hoje seu José já deixou até de fazer doce para vender porque faltava o principal: coco.

“Foram tempos de muita fartura e agora a gente só não passa necessidade porque tem muita coragem de trabalhar, mas é difícil. A vida antes era de riqueza, agora é de miséria. Eu ainda consegui salvar 100 coqueiros nos fundos de casa, irrigando com água de um cacimbão. Mas pra quem perdeu tudo, será necessário pelo menos uns R$ 30 mil pra recomeçar do zero”.

Jornal Correio da Paraíba

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Caminhão carregado de coco tomba, duas pessoas morrem e dez ficam feridas

Reprodução/ Diário do Sertão
Reprodução/ Diário do Sertão

Duas pessoas morreram e dez ficaram feridas durante o tombamento de um caminhão carregado de coco na tarde deste sábado (10), no município de Sousa, no Sertão do estado, a 420 km de João Pessoa.

De acordo com o cabo José Adair, do 14º Batalhão, o veículo trafegava pela estrada conhecida ‘Rodovia da Produção’, no Distrito de São Gonçalo, quando o motorista do caminhão desviar de uma bicicleta. O condutor perdeu o controle da direção em uma curva.

“O caminhão saiu da pista e tombou. Os trabalhadores, que estavam em cima do caminhão, ficaram feridos. Dois deles morreram na hora e cerca de 10 ficaram feridos. A carga ficou por cima dos homens”, explicou o cabo.

As vítimas foram socorridas para o Hospital Regional de Sousa por ambulâncias do Samu e Corpo de Bombeiros. O Portal Correio entrou em contato com a unidade médica e atendente informou que as dez pessoas levadas para o hospital passaram por exames de raio-x e tomografia para saber se houve lesão grave. As vítimas não correm risco de morte, mas não tinham previsão de alta.

portalcorreio

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Cabedelo esclarece problema que gerou denúncia de leite de coco vencido

leitedecocoA Prefeitura Municipal de Cabedelo, na Grande João Pessoa, tranquilizou a população de que o leite de coco distribuído com a população não está vencido, conforme denúncias de vereadores da cidade.

Ainda segundo a Prefeitura de Cabedelo, documento da empresa distribuidora do leito de coco, a Brazmac Ltda, informa que houve um erro na impressão do rótulo produto.

“O produto pode ser consumido sem causar riscos à saúde da população”, diz a nota encaminhada a imprensa.

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Confira abaixo a nota na Prefeitura de Cabedelo sobre o caso

A Prefeitura Municipal de Cabedelo vem a público tranquilizar a população em relação aos produtos de Semana Santa que foram distribuídos pela Secretaria Municipal de Ação e Inclusão Social e informar que todos os itens entregues pela gestão estão dentro do prazo de validade. Todos os lotes foram checados, antes de realizar a entrega à população.

 Os vereadores que fazem oposição à atual gestão fizeram a denúncia da suposta distribuição de leite de coco fora do prazo de validade. A empresa Distribuidora Brazmac Ltda, que forneceu os produtos, esclareceu através de nota (segue anexo) que existe um erro na impressão dos produtos.

 O equívoco aconteceu com a data de fabricação que foi impressa com a mesma da data que o produto sai da validade. Na realidade, o prazo é de um ano após a fabricação, o que significa que o leite de coco tem data de validade até 2016. Ou seja, o produto pode ser consumido sem causar riscos à saúde da população.

 Lamentamos que os parlamentares não vejam a importância deste programa social “Peixe na sua Mesa” que atende tantas pessoas carentes. Nosso objetivo é prestar serviço ao povo de Cabedelo, levando ações que melhorem a qualidade de vida. Denúncias infundadas não farão com que recuemos. Vamos continuar trabalhando para a construção de um município melhor e com justiça social.

Abaixo justificativas da Brazmac, empresa responsável pelo produto, sobre o assunto

Declaração Leite de Côco(1)

MaisPB

Vereador Fernando Sobrinho lamenta distribuição pela prefeitura de Cabedelo de Leite de Coco supostamente vencido  

 

leitedecocoNa tarde desta quarta-feira (01), o vereador Fernando Sobrinho (PROS) foi procurado por moradores de Cabedelo que receberam doação de leite de coco da Prefeitura do município. Os moradores estranharam a data de fabricação e de validade do produto que são bem parecidas causando desconforto para o seu consumo.

O que alguns indagavam era se o produto distribuído pela Prefeitura está em condições de uso ou não. Fernando Sobrinho disse que vai averiguar se há realmente algum problema com a impressão das datas de fabricação e de validade para se pronunciar a respeito.

“Caso isso se confirme, temos somente a lamentar tal ação. Quero acreditar que há uma dificuldade de leitura das datas o que está causando essa confusão. Vou levar algumas amostras para averiguação junto aos órgãos da Vigilância Sanitária e comparar com outros lotes do produto. Ainda é cedo para afirmar alguma coisa”, disse Fernando.

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Em se confirmando alguma adulteração, para o vereador, essa postura de remendar, de agir com o pior para o povo, é uma prática recorrente na atual gestão de Cabedelo.

Segundo Fernando a população deve entregar os frascos com Leite de Coco, supostamente vencidos, na sede do ministério público de Cabedelo visando apurar se ele está mesmo vencido e posteriormente, caso constatado,  constituir a prova cabal do descaso da administração pública de Cabedelo com seu povo.

“É preciso que seja investigado e apurado, primeiramente se está vencido mesmo, segundo as responsabilidades do recebimento e conferência”, afirma o vereador.

 

Entenda o caso

Na tarde de hoje os moradores do bairro de Oceania fizeram uma denúncia, informando que na distribuição do peixe, haviam recebido também o leite de coco, no entanto o produto distribuído pela prefeitura através da Secretaria de Ação e Inclusão Social estaria supostamente vencido. A entrega fora feita pelo prefeito, a primeira dama do município que é vereadora também, e pelo secretário da pasta.

 

Assessoria

Açúcar de coco: conheça os benefícios do queridinho das dietas

Thinkstock/Getty Images
Thinkstock/Getty Images

Cheio de vitaminas, o açúcar extraído do coco é um ótimo substituto do açúcar comum. Embora com a mesma quantidade de calorias do que o açúcar refinado, o índice glicêmico do açúcar de coco é mais baixo, logo as chances de estocar aquelas gordurinhas indesejáveis diminui.

A razão é simples: quando há picos de açúcar no sangue, o organismo é obrigado a liberar insulina para retirar esse açúcar. Como não tem para onde ir, ele é estocado em forma de gorduras nada bem-vindas.

“O índice glicêmico é a velocidade em que o carboidrato é digerido e transformado em açúcar no sangue. Os alimentos com alto índice glicêmico aumentam a quantidade de açúcar no sangue, fazendo com que o pâncreas trabalhe mais na liberação de uma quantidade maior de insulina para normalizar a glicose no sangue”, explica Cíntia Azeredo, nutricionista do Vita Check-up Center. “Esse processo poderá levar a uma sobrecarga no pâncreas”, alerta ela.

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Um alimento com baixo índice glicêmico é aquele com glicose menor que 70 mg. Os intermediários, entre 70 e 90 mg. E os de alto índice, que devem ser evitados, maiores de 90 mg. O índice glicêmico do açúcar de coco é 35. O do açúcar comum, 68.

“Todos podem consumir o açúcar de coco, desde que não tenham nenhuma alergia específica ao alimento”, recomenda Cíntia. “Diabéticos também podem, sendo até uma boa opção para o diabético tipo II, pelo baixo índice glicêmico. Porém, não se deve esquecer de que ele irá de qualquer forma agregar carboidratos à dieta e seu excesso acarretará danos à saúde. Um nutricionista poderá calcular a quantidade ideal deste açúcar na dieta”, explica ela.

Cíntia explica que, para quem quer emagrecer, o açúcar de coco pode ser útil em relação à qualidade, pois não passa pelo processo de refinamento e preserva boa parte de seus nutrientes.  “Entretanto, não se esqueça de que possui calorias”.

iG

O que seu cocô tem a dizer sobre sua saúde?

banheiroO cocô pode ser considerado um assunto engraçado, desagradável ou tabu, mas na verdade ele deveria ser levado mais a sério. O aspecto das fezes – sua cor, forma e consistência – pode refletir a qualidade da alimentação, indicar falta de vitaminas e proteínas, e até mesmo alertar para a presença de alguma doença. Por isso, prestar atenção nas fezes pode ser tão útil quanto checar a temperatura corporal ou a pressão sanguínea.

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“Considerando que saúde não é apenas a ausência de doenças, mas sim a contínua sensação de bem-estar, podemos afirmar que saúde intestinal é fundamental para a saúde de todos os outros órgãos”, aponta Fernando Gomes Romeiro, professor de Gastroenterologia do Departamento de Clínica Médica na Faculdade de Medicina da Unesp (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho). Isso fica evidente quando há algum problema no intestino: pessoas com o intestino doente geralmente apresentam mudanças, inclusive de humor e de personalidade. Isso acontece porque é no intestino que temos a maior concentração de neurônios fora do sistema nervoso central –o que explica a dificuldade em manter qualquer sensação de bem-estar sem a saúde intestinal.

Por ser um assunto que a maioria das pessoas não se sente muito à vontade para discutir, não é raro que o problema cresça até ficar mais grave. “Se não conversamos sobre isso com quem gostamos, fica mais difícil falar com quem não conhecemos, então é comum que as pessoas sofram sozinhas com o problema”, diz o gastroenterologista Fernando Romeiro. O preconceito ou a vergonha acabam se somando ao desconhecimento da extensão de consequências que um intestino afetado pode causar. “Problemas intestinais podem afetar pele, cabelos, unhas, sangue, fígado, estômago e praticamente qualquer outro órgão”, diz Romeiro. “Por isso o diálogo sobre esse assunto sempre deve ser estimulado.”

Processo importante

As fezes nada mais são do que resíduos de alimentos não digeridos, bactérias da flora intestinal e produtos da descamação do nosso intestino que se renova diariamente. O processo começa quando o alimento entra na boca: a mastigação, a saliva, a contração dos músculos gastrointestinais, as bactérias, o ácido clorídrico, as enzimas digestivas, a bile e outras secreções agem em conjunto num complexo processo que transforma a comida em uma massa chamada quimo. Os nutrientes são absorvidos ao longo do tubo digestivo, enquanto as partes não aproveitadas seguem em frente até o intestino grosso, onde se misturam com água e formam o bolo fecal, ou seja, o cocô.

Se o processo seguir tranquilamente até o final, é uma visita saudável ao banheiro. “Um intestino saudável, com bom funcionamento, é reflexo de bom funcionamento do aparelho digestivo como um todo, com a eliminação adequada dos resíduos sem problemas de acúmulo”, explica Bruno Zilberstein, professor de cirurgia do aparelho digestivo do Departamento de Gastroenterologia da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). “É o que chamamos de equilíbrio orgânico adequado”.

Só em casa

O contrário, infelizmente, também é verdade. Ficar um bom tempo sem ir ao banheiro causa uma série de problemas bem desagradáveis, como dor abdominal, sensação de inchaço, irritabilidade, indisposição e alterações no apetite e no humor. Quem tem intestino preso ou prisão de ventre sabe bem como é. A constipação (ou obstipação) intestinal –nome médico para o problema – acontece quando a pessoa evacua menos de duas vezes por semana ou quando o esforço para evacuar é grande demais e pouco produtivo.

As causas mais comuns costumam ser uma dieta pobre em fibras, pequena ingestão de líquidos, sedentarismo e consumo excessivo de proteína animal e de alimentos industrializados. O fator comportamental também entra na conta. Muitas pessoas não conseguem usar o banheiro em locais públicos –muitas vezes porque se sentem desconfortáveis e constrangidas para fazer isso fora do ambiente acolhedor do lar. Os médicos avisam que é um péssimo hábito. Em primeiro lugar, quanto mais tempo os resíduos alimentares permanecem no intestino, mais secos e duros eles ficam –o que os torna mais difíceis de expelir. Segundo: com o tempo, o intestino acaba se acostumando e diminuindo a frequência de “visitas” ao banheiro. Portanto, aquela história de “eu não consigo ir ao banheiro fora de casa” pode acabar criando um problema bem complicado.

Outros fatores emocionais, como estresse, depressão e ansiedade também são capazes de interferir nos hábitos intestinais.

Quanto mais, melhor?

Não ir ao banheiro é ruim, mas ir ao banheiro muitas vezes pode ser ainda pior. A diarreia é sinal de que os alimentos e seus nutrientes estão se movimentando muito rápido pelo corpo e não estão passando tempo suficiente no intestino –o que causa aumento do número de evacuações e a perda de consistência das fezes, que se tornam aguadas.

A causa mais comum da diarreia é a gastroenterite viral ou o vírus intestinal. Consumir água ou alimentos contaminados pode causar evacuações frequentes. Contudo, a diarreia pode ser sintoma de várias doenças, como úlcera gastrointestinal e alguns tipos de câncer, por isso é importante procurar assistência médica –especialmente se a diarreia não melhorar em um ou dois dias e se houver presença de sangue nas fezes.

Cor é tudo

Além da frequência de visitas ao banheiro, a cor, o formato e a textura das fezes também são importantes indicativos da saúde do intestino –e de todo o corpo.

As fezes normais devem ter coloração acastanhada e textura moldada e macia. Apesar de haver uma grande variação de tons conforme a dieta de cada pessoa, alterações muito grandes nesse padrão podem sinalizar problemas.

Pequenas bolinhas isoladas podem indicar falta de fibras na alimentação. A presença de sangue, muco e pus pode ser sinal de um intestino está inflamado. Fezes compridas e finas são causadas por esforço excessivo, e se o problema persistir por semanas, pode indicar a presença de um câncer no reto, pois o tumor vai se expandindo e estreitando a cavidade do cólon. “Em todas essas situações que saem do padrão normal, é preciso procurar ajuda médica”, alerta Fernando Gomes Romeiro, do Departamento de Clínica Médica na Faculdade de Medicina da Unesp.

A cor também pode ser indicativa de que algo não está funcionando bem. “Na maioria das vezes, a coloração está relacionada com o tipo de alimento, mas às vezes pode ser consequência de sangramento gástrico ou intestinal, doenças do fígado”, aponta Bruno Zilberstein, da Faculdade de Medicina da USP. “A perda de gordura nas fezes indica quadros de falta de absorção intestinal e infecções.”

A cor das fezes pode variar pontualmente, de acordo com a dieta. É o caso da ingestão de beterraba, que torna as fezes mais avermelhadas ou com um tom castanho mais escuro, por exemplo. Atenção, porém, para colorações que devem ser sinais de alerta. Se as fezes estiverem “pálidas”, por exemplo, pode ser sinal de que a vesícula não está funcionando adequadamente, ou de que há presença de cálculos biliares. Se a cor for castanho-avermelhada, pode ser consequência de sangramento no trato digestivo inferior, um sintoma associado a câncer de intestino. Já fezes negras podem indicar sangramento no estômago ou no intestino delgado, provavelmente causado por uma úlcera.

Cuidando do intestino

Ter hábitos saudáveis se reflete diretamente na saúde do intestino. Manter o órgão funcionando adequadamente todos os dias, além de ser um “alívio”, também ajuda na imunidade, absorção dos nutrientes, produção de vitaminas e manutenção da saúde de todo corpo.

Para manter a saúde do intestino, é preciso primeiramente ter uma alimentação balanceada, com ingestão de muitas fibras e pouca gordura. As fibras absorvem líquido e ajudam a formar o bolo fecal, que distende a parede do intestino e força a evacuação. Já as gorduras são mais difíceis de serem digeridas, exigindo muito do tubo digestivo.

A água também é essencial no processo. “Como o intestino grosso é responsável pela absorção de água, evitando que tenhamos grandes perdas de líquido pelas fezes, se a pessoa toma pouca água o intestino tem que tirar o máximo possível das fezes e elas podem ficar duras, levando a outros problemas”, explica o gastroenterologista Fernando Romeiro.

Existem hábitos que fazem toda a diferença, como não fumar (o cigarro é associado a várias doenças inflamatórias intestinais), comer devagar (a digestão começa na boca, e quanto mais tempo o alimento ficar na boca, mais é digerido e melhor a absorção de nutrientes no intestino) e também praticar exercícios físicos.

Os exercícios físicos aumentam os movimentos peristálticos, por liberar hormônios que ativam o processo e ajudam na movimentação do bolo alimentar pelo sistema digestivo. “A atividade física, mesmo que de pouca intensidade, auxilia a propagação das fezes dentro do intestino. Do contrário, se ficarmos muito tempo parados, o intestino pode ter mais dificuldade pra fazer todo o trabalho sozinho”, diz Romeiro.

Tomando esses cuidados, é possível garantir o bom funcionamento do intestino e evitar muitos problemas de saúde. O seu organismo agradece.

 

Uol

Bolo gelado de coco com poucos ingredientes fica delicioso; experimente

boloingredientes

  • 4 ovos
  • 2 xícaras de açúcar
  • 3 xícaras de farinha de trigo
  • 1 copo de suco de laranja ( 250ml)
  • 1 colher de sopa de fermento em pó

Para a cobertura:

  • 1 garrafa pequena de leite de coco
  • 1 garrafa de leite (utilize a mesma garrafa do leite de coco como medida)
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 pacote de coco ralado sem açúcar

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modo de preparo

Na batedeira bata as claras em neve

Acrescente o açúcar e bata por mais uns 3 minutos

Coloque as gemas, o trigo, o suco e continue batendo até formar uma massa homogênea

Por último ponha o fermento, bata por mais 40 segundos na menor velocidade da batedeira

Despeje a massa numa forma média e untada

Asse em forno pré-aquecido em temperatura média por aproximadamente 40 minutos ou até dourar.

Cobertura:

Misture bem numa tigela o leite de coco, o leite e o leite condensado

Reserve

Assim que o bolo tiver assado, retire do forno e fure toda a sua superfície com garfo ou faca, assim a cobertura penetrará bem

Com o bolo ainda quente e já furado despeje a cobertura sobre ele

Salpiqueo coco ralado por cima

Leve à geladeira por aproximadamente 3 horas

Corte o bolo em quadradinhos do tamanho que preferir e embrulhe com papel alumínio

Conserve na geladeira

Se o leite tiver fresquinho o bolo pode durar até 1 semana, isso se não acabarem com ele bem antes.

 

 

Receitas.com

Pudim de tapioca leva leite condensado e coco ralado; anote a receita

pudim_de_tapiocaingredientes

  • 1 xícara (chá) de farinha de tapioca
  • 600 ml de leite
  • 4 colheres (sopa) de coco ralado seco
  • 400 ml de leite de coco
  • 1 lata de leite condensado
  • 6 gemas
  • 1 colher (sopa) de margarina derretida
  • 6 claras batidas em ponto de neve
  • 2 xícaras (chá) de açúcar cristal para caramelizar

modo de preparo

Numa tigela coloque a farinha de tapioca, o leite e o coco ralado e deixe hidratando por +/- 4 horas em temperatura ambiente.

Transfira a mistura acima para uma batedeira e acrescente o leite de coco, o leite condensado, as gemas e a margarina derretida. Bata bem por +/- 3 minutos até dissolver os grumos da tapioca. Junte delicadamente as claras batidas em ponto de neve.

Caramelize uma fôrma de pudim com o açúcar cristal e coloque a mistura da tapioca. Leve ao forno pré-aquecido a 180 ºC, em banho-maria por 1 hora e 10 minutos ou até que enfiando um palito o mesmo saia limpo. Desenforme frio.

DICA: Para o banho-maria coloque água quente para não retardar o processo de cozimento

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Receitas.com

Pai espanca filho até a morte porque ele fez cocô nas calças

(Foto: Fernanda Zanetti/ G1)

O gari de Piracicaba (SP) que matou o próprio filho de 3 anos disse nesta terça-feira (27) que bateu no garoto porque ele fez cocô na calça. Ismael José Brito de Souza, de 24 anos, foi preso por investigadores da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) em Francisco Morato (SP), na segunda-feira (26), na casa de um amigo.

Ele afirmou que está arrependido. “Eu não lembro o que aconteceu e por que fiz isso.” O agressor machucou a vítima com uma borracha usada em inaladores.

O menino foi levado pelo pai ao pronto-socorro da Vila Sônia na madrugada do dia 11 de novembro. No depoimento à polícia, na data, ele disse que a criança havia sido espancada pela mãe e que ela teria ligado para que ele fosse buscá-lo. O garoto foi encaminhado à Santa Casa de Piracicaba, onde foi submetido à cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

A criança chegou a ser mantida por aparelhos durante dois dias, até que houve morte cerebral. Em depoimento, a mãe do menino disse que não morava mais com a criança e que não o viu no dia da agressão. O corpo dele foi enterrado no Cemitério da Saudade no dia 16, data em que Ismael completaria quatro anos de idade. Familiares e amigos estão revoltados.

Mãe chora ao ver foto do menino espancado que morreu em Piracicaba (Foto: Fernada Zanetti/G1)

Mãe chora ao ver foto do menino espancado pelo pai e que morreu em Piracicaba (Foto: Fernanda Zanetti/G1)

A Justiça da cidade tinha expedido mandado de prisão temporária de Souza e Uma campanha realizada pelo tio do menino no Facebook estava em busca do gari.

“Nós priorizamos o caso devido à forte comoção causada pelo caso”, disse o delegado Wilson Lavorenti, responsável pela DIG. O desempregado será encaminhado para a cadeia pública de São Pedro (SP).

Como ocorreu o crime

Souza chegou com o filho em casa por volta das 19h e foi colocar o garoto para tomar banho. No trajeto para o banheiro, o menino fez cocô na calça e Souza começou a bater. Ele justificou dizendo que também sofreu agressões na infância. “Meu pai também batia em mim quando criança”, disse. O gari, que foi demitido da Prefeitura por faltar do emprego, falou ainda que a madrasta não estava envolvida no caso. “Eu acusei a mãe do menino porque tive medo.”

G1