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Lucélio é transferido para São Paulo após apresentar piora no estado clínico

O secretário-chefe de Gabinete da Prefeitura de João Pessoa, Lucélio Cartaxo, precisou ser transferido, no início da noite desta segunda-feira (15) para São Paulo após apresentar piora em seu estado clínico.

A decisão da transferência teria partido da própria família Cartaxo.

A justificativa para a decisão foi a garantia de um maior aparato de tecnologia no tratamento do traumatismo crânio encefálico.

O irmão gêmeo do prefeito de João Pessoa foi levado para o Hospital Sírio Libanês. Lucélio sofreu um acidente no dia 6 de julho enquanto pilotava um quadriciclo no condomínio onde reside no bairro do Altiplano, na Capital.

O secretário, que já havia deixado a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Unimed, no último sábado (13) voltou para a UTI devido ao diagnóstico de diminuição da taxa de sódio no sangue. Ele precisou realizar uma reposição progressiva.

Após o acidente, Lucélio foi socorrido pelo SAMU para o Hospital de Emergência e Trauma. No Trauma, o paciente foi diagnosticado com um traumatismo craniano de grau leve. O secretário ficou em observação e no dia 7 (domingo) foi transferido para o Hospital da Unimed, no bairro da Torre, onde permaneceu em observação até a tarde de hoje.

Lucélio deverá passar por novos exames na Capital paulista e, segundo nota, a transferência já estava prevista pela família desde o dia do acidente.

 

PB Agora

 

 

Autoexame da mama não substitui exame clínico, diz Ministério da Saúde

Não só a cantora Anitta, mas boa parte das mulheres brasileiras não sabe que o autoexame das mamas já deixou de ser indicado para identificar e prevenir o câncer de mama. No clipe da canção recém-lançada, “Atención”, de seu mais novo álbum, a artista pop e outras mulheres aparecem fazendo o autoexame, como um alerta. No entanto, segundo o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), o método, que já foi bastante preconizado, ajuda a conhecer o próprio corpo, mas não substitui o exame clínico das mamas.

O presidente da SBM, Antônio Frasson, explica que o autoexame deixou de ser recomendado em países mais desenvolvidos há mais de dez anos por não ser capaz de descobrir tumores de até 1 centímetro. Ao se autoapalpar e não identificar nenhuma alteração, a preocupação é que mulheres deixem de procurar atendimento médico e de fazer exames de detecção. Falhas neste rastreamento e a lentidão entre a confirmação e o tratamento contribuem para a mortalidade.

“O autoexame não é capaz de identificar lesões pré-malignas, lesões muito pequenas, antes de se tornarem câncer, propriamente dito, ou seja, não consegue descobrir as lesões quando elas podem ser tratadas mais facilmente”, afirma Frasson. Segundo ele, o autoexame só é preconizado onde não existe mamografia ou outro método de diagnóstico. A Europa e Estados Unidos, por exemplo, cita, não recomendam mais o autoexame. Na Índia, onde não há mamografia acessível, o método ainda é utilizado, mas para evitar complicações do câncer de mama.

A SBM avalia que a falta de informação sobre o câncer de mama atrapalha o diagnóstico e o tratamento. Para atualizar a sociedade sobre a doença, a entidade faz uma pesquisa online. No questionário, os profissionais também querem saber se as mulheres confiam no autoexame como forma de prevenir a doença. Eles também querem identificar gargalos que atrasam o acesso aos mamógrafos e o tempo que a paciente pode ter de esperar entre a confirmação e o início do tratamento. Esse tempo, não pode passar de 60 dias por determinação legal.

“Temos alguns levantamentos brasileiros mostrando que no sistema público os tumores são diagnosticados de forma tardia e que, quando existe uma queixa, de nódulo na mama, ou existe queixa de alteração no seio, há uma demora no diagnóstico. As mulheres têm dificuldade de marcar mamografia, biópsia, agendar consulta com especialistas. Então, queremos entender, em diferentes regiões e perfis de pacientes, aprender, como agilizar as duas etapas”, explica o médico.

Com a pesquisa, a primeira da SBM que consulta diretamente as mulheres, há ainda perguntas acerca de sinais, sintomas, fatores de risco e eficiência de campanhas. Para responder, é preciso ser mulher, ter mais de 18 anos e cerca de dez minutos disponíveis. O resultado deve ser anunciado até o fim deste mês. O questionário está no linkhttps://lnkd.in/d343z9W.

O Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (INCA) confirmam a orientação da SBM sobre o autoexame. Orientam a mulher a apalpar as mamas sempre que se sentir confortável, a qualquer tempo, sem nenhuma recomendação técnica específica ou periódica. Os dados oficiais mostram que é mais comum mulheres identificarem caroços no seio casualmente (no banho ou na troca de roupa) do que no autoexame mensal. A mudança, de acordo com o ministério, surgiu do fato de que, na prática, muitas mulheres descobriram a doença a partir de uma observação casual e não por meio de uma prática sistemática de se autoexaminar.

Outra recomendação é que mesmo sem sintomas, mulheres a partir dos 40 anos façam anualmente o exame clínico das mamas e aquelas entre 50 e 69 anos, no caso de baixo risco, se submetam a mamografia, pelo menos, a cada dois anos. Esta periodicidade leva em conta benefícios e riscos da mamografia, que é um raio-X capaz de identificar tumores pequenos. Já mulheres consideradas de alto risco devem procurar acompanhamento individualizado. Este grupo inclui aquelas com história familiar de câncer de mama em parente de primeiro grau antes dos 50 anos.

O câncer de mama é o tipo de câncer mais frequente na mulher brasileira, com alta letalidade. Nesta doença, ocorre um desenvolvimento irregular das mamas, que se multiplicam até formar um tumor maligno. Os médicos não identificaram as causas precisas da doença, mas alertam para o crescente número de mulheres abaixo de 40 anos em tratamento.

Hábitos saudáveis e uma rotina de exercícios são as principais recomendações para evitar qualquer tipo de câncer. O tratamento pode variar entre cirurgia e quimioterapia.

Agência Brasil 

 

 

Criança baleada apresenta quadro clínico grave

Hospital-de-TraumaA criança de 10 anos, baleada pela irmã enquanto brincavam com uma arma, passa por procedimento cirúrgico e seu estado de saúde é considerado grave, conforme boletim médico emitido pelo Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, no final da tarde desta segunda-feira (20).

O menino passou por procedimentos médicos de emergência e passa por procedimento cirúrgico.

Ele e a irmã, de 14 anos, brincavam com uma arma quando a pistola disparou e atingiu o rosto da criança. Ao chegar ao local, o Semu encontrou o garoto desacordado.

De acordo com o tenente Alcântara, da Polícia Militar, a arma pertencia a um outro adolescente, de 16 anos, que recentemente saiu do Centro Educacional do Adolescente (CEA) e usaria a pistola  para se vingar de uma cunhada.

MaisPB

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Quadro clinico de Ariano Suassuna piora e situação é considerada instável

Reprodução/ Agência Brasil
Reprodução/ Agência Brasil

O escritor Ariano Suassuna, de 87 anos, sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral) hemorrágico e passou por uma cirurgia no Real Hospital Português, no Recife, em Pernambuco, na noite desta segunda-feira (21).

Segundo a assessoria de imprensa da unidade de saúde, o quadro dele é considerado grave. O boletim médico divulgado na noite desta terça-feira (22), indica que Ariano Suassuna permanece internado na UTI Neurológica do Real Hospital Português, em coma e respirando com ajuda de aparelhos. Houve um agravamento do quadro clínico e a situação é instável, com queda da pressão arterial e pressão intracraniana muito elevada.

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No ano passado, o escritor foi internado duas vezes. Em 21 de agosto, sentiu-se mal em casa e precisou ser hospitalizado. Os médicos diagnosticaram um infarto agudo do miocárdio de pequenas proporções. Inicialmente, ele foi encaminhado à unidade coronária, e, depois, transferido para um apartamento do hospital. Após seis dias, recebeu alta, com recomendação de muito repouso em casa e nenhuma visita.

Autor de “O auto da compadecida”, entre diversas outras obras, Ariano Suassuna nasceu em 16 de junho de 1927, em João Pessoa, e cresceu no Sertão paraibano. Mudou-se com a família para o Recife em 1942. Sua primeira peça, “Uma mulher vestida de sol”, ganhou o prêmio Nicolau Carlos Magno em 1948.

Tem contos e livros adaptados para a televisão e para o cinema. “O auto da compadecida” foi adaptado para a televisão em 1999, por Guel Arraes, enquanto “Romance d’a pedra do reino” e “O príncipe do sangue do vai-e-volta” deu origem à minissérie “A pedra do reino”, com direção de Luiz Fernando Carvalho, exibida na Rede Globo em 2007.

 

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