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Banco do Brasil de Solânea demora mais de três horas para atender clientes

Três horas e 42 minutos. Esse foi o tempo em que o cliente do Banco do Brasil passou esperando para o atendimento ao caixa pessoal.

O fato aconteceu na manhã dessa segunda-feira (22) na agência do Banco do Brasil, em Solânea. A reclamação era geral por parte dos clientes que esperaram horas para serem atendidos no caixa, isso para simples operações, como pagamentos que só poderiam ser realizados no caixa pessoal, saques de cheques e outras operações básicas.

Segundo alguns clientes, a prática da demora é rotineira na cidade, mesmo quando a agência não se encontra com grandes lotações como foi o caso dessa segunda.

horaA foto retrata bem e comprova a denúncia. A ficha de número 36 só foi atendida às 14h33, sendo que havia sido retirada no guichê às 10h51. O que revela que a agência não estava tão cheia para representar tanta demora no atendimento.

A frase que na própria senha é utilizada, “Mais comodidade e conveniência pra você!”, parece não ser conhecida pela agência de Solânea.

senha

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Cresce em 29,6% o número de clientes que trocaram de operadora de telefone celular

celularSete em cada dez clientes que fizeram o pedido de portabilidade do número de telefone no país, no primeiro semestre deste ano, fizeram a troca de linhas móveis para aparelho celular. São 1,56 milhão dos 2,18 milhões de pedidos registrados, segundo a ABR Telecom (ABR Telecom).

Na comparação com o mesmo período do ano passado, o volume de pessoas que levou o número para outra operadora de celular aumentou 29,6%. O crescimento é de 357 mil pedidos a mais do que os 1,2 milhões de 2015.

A portabilidade do número de celular é garantida por lei e existe desde setembro de 2008. Até agora, foram 32,5 milhões de transferências efetivadas, sendo que 20,4 milhões foram de linhas móveis de celular (63% do total).

A competitividade entre as operadoras e a busca dos clientes pela melhor relação custo-benefício estão impulsionando a portabilidade.

 A pesquisa feita pela Proteste, entidade de Defesa do Consumidor, com diferentes perfis de uso, mostra uma diferença grande entre os valores das mensalidades. No Rio de Janeiro, por exemplo, a diferença anual chega a R$ 1.811,88, entre o plano mais barato (R$139 por mês) e o mais caro (R$ 289,99 por mês).  Na cidade de São Paulo, o preços dos planos com maior volume de dados, varia entre R$ 169  por mês e R$ 289,99 por mês. A economia anual com a troca do mais cara pelo mais barato é de R$ 1.451,88.

 

Nos planos mais popular, com oferta de dados que variam entre 50 minutos e 1GB (gigabyte) e 150 minutos e 2 GB (gigabytes), o valor mais barato é R$ 39,99 no Rio de Janeiro e R$ 44,90 em São Paulo.  Já os mais caros, para este perfil, custam R$ 79,99 por mês nas duas cidades. A vantagem na troca é de R$ 480 por ano no Rio de Janeiro.

“Os clientes estão mais atentos e querem economizar. Os planos ainda são caros no Brasil e o preço varia entre uma operadora e outra”, disse Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste.

R7

 

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Planos de saúde perderam mais de 200 mil clientes em três meses

-plano-de-saudeOs planos de saúde médico-hospitalares perderam 236 mil beneficiários no terceiro trimestre deste ano, o que representa um desempenho 0,5% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado. Os dados fazem parte do boletim “Saúde Suplementar em Números” e indicam a tendência de que o setor fechará 2015 em queda.

Produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o levantamento mostra que, apenas em setembro, foi registrada no país a saída de 164 mil beneficiários. No período, os planos alcançaram um total de 50,26 milhões de beneficiários, ante 50,4 milhões no mesmo mês do ano anterior, o que significa uma queda de 0,3%.

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Para o superintendente-executivo do IESS, Luiz Augusto Carneiro, o resultado anual mostra uma “quase estabilidade”. Já os números dos últimos três meses revelam uma retração. Segundo ele, porém, não é possível afirmar que essa seja uma tendência.

“No trimestre, a queda foi mais acentuada, confirmando o que já ocorria no trimestre anterior. Entretanto, não é possível afirmar que essa seja uma tendência, porque não é esperado que a atividade econômica mantenha a intensidade de queda registrada nos últimos 12 meses”, ponderou.

Procurada pelo G1, a Agência Nacional de Saúde Sumplementar (ANS) informou que não comenta os números, apenas divulga o levantamento.

Vínculo individual
Na comparação anual, a redução no total de vínculos de planos individuais foi de 1%, o que significa 87,5 mil beneficiários a menos no país entre setembro de 2014 e setembro de 2015.
Já o total de vínculos com planos coletivos permaneceu estável na comparação anual, sendo que os empresariais – pagos pelas empresas aos funcionários – registraram retração de 0,1% (47,3 mil a menos), enquanto os planos coletivos por adesão tiveram aumento de 0,6% (39,7 mil a mais).

Setor deve fechar o ano em queda
O superintendente-executivo do IESS estima que o setor deva fechar o ano em queda, mas em proporção inferior à retração do Produto Interno Bruto (PIB) e do nível do emprego. Sondagem mais recente envolvendo o mercado financeiro indica uma retração do PIB de 3,02% em 2015. Já a taxa de desemprego ficou em 8,6% nos três meses até julho.

“A diminuição de beneficiários é proporcionalmente menor do que a queda do PIB. Então, é de se esperar que o mercado sofra com a crise econômica, mas em intensidade menor do que em outras áreas da economia”, afirmou.

Em relação a dezembro de 2014, o número de planos de saúde ativos diminiu em 436 mil.

G1

Itaú e Santander são condenados por não garantirem segurança a clientes; Multas podem chegar a R$ 20 mi

banco-itauMais duas instituições bancárias foram condenadas, nesta quinta-feira (28), pelo Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público da Paraíba (MP-Procon) por infração ao Código de Defesa do Consumidor, ao não tomarem as medidas necessárias para garantir a segurança eficiente no interior de suas agências e terminais de autoatendimento, gerando sensação de insegurança e impotência à coletividade: o Banco Itaú e o Banco Santander.

O Itaú foi condenado ao pagamento de multa no valor de R$ 1,6 milhão, em função das 23 infrações penais registradas nos últimos cinco anos em todo o Estado (entre “saidinhas de banco” que vitimizaram consumidores, explosões e arrombamentos a caixas eletrônicos e agências bancárias). Já o Santander terá que pagar R$ 3,7 milhões em decorrência das 53 infrações penais ocorridas em terminais de autoatendimento e agências, entre janeiro de 2011 e abril deste ano, incluindo roubos, explosões e arrombamentos.

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As duas decisões são o resultado dos procedimentos administrativos instaurados no último mês de abril pela diretoria regional do MP-Procon de Campina Grande, a partir de dados levantados pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco). Elas serão publicadas no Diário Oficial Eletrônico do MPPB e os dois bancos devem ser intimados até amanhã para pagarem as multas no prazo de dez dias. As duas instituições bancárias podem recorrer das decisões à turma recursal do próprio MP-Procon.

Multas podem chegar a R$ 20 mi

Outros dois grandes bancos – o Banco do Brasil e o Bradesco – já foram multados, este mês pelo MP-Procon de Campina Grande, em R$ 6 milhões, cada um. O primeiro foi condenado em razão das 129 infrações penais registradas em agências e caixas eletrônicos no último quinquênio. Já o segundo banco foi condenado por 175 infrações penais registradas nesse mesmo período, de acordo com levantamento feito pelo Gaeco.

Nos próximos 15 dias, a diretoria regional do MP-Procon de Campina Grande deve proferir novas decisões contra mais duas instituições financeiras que atuam na Paraíba por fatos similares.

As condenações realizadas até agora resultaram na aplicação de multas que totalizam R$ 17,3 milhões. Com as próximas decisões que devem ser prolatadas, os seis maiores bancos brasileiros que atuam na Paraíba devem ser condenados, juntos, ao pagamento de multa no valor aproximado de R$ 20 milhões.

Reparação

Conforme explicou o diretor regional do MP-Procon de Campina Grande e promotor de Justiça de Defesa do Consumidor, José Leonardo Clementino Pinto, o Código de Defesa do Consumidor estabelece que os prestadores de serviços respondem, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação de serviços e que o serviço é defeituoso quando não oferece a segurança que o consumidor espera.

Ele destacou ainda que a atividade desenvolvida pelos bancos naturalmente se constitui em atrativo a marginais e quadrilhas organizadas. “Não há dúvida de que quem exerce esse tipo de exercício econômico funcional atrai para si riscos correspondentes. Ao negar a prestação de serviço com medidas de segurança eficazes e índices de ocorrências aceitáveis, a instituição requerida prevarica em deveres de segurança (deixar de investir em novas formas de proteção contra a ação de delinquentes) e repassa o risco ao consumidor”, argumentou.

Ainda segundo o diretor regional do MP-Procon, não procede a defesa dos bancos em querer imputar responsabilidade exclusiva pela criminalidade praticada contra agências e terminais de autoatendimento ao poder público, já que não é obrigação do Estado fornecer segurança privada no interior e imediações desses estabelecimentos. “A responsabilidade primária pela segurança é exclusiva do próprio estabelecimento. O Estado não presta serviço particular de segurança à instituição financeira, não sendo o policial militar vigilante bancário”, disse.

MP-Procon

O MP-Procon foi criado pela Lei Complementar Estadual 126/2015 e tem como atribuições, entre outras, apurar e processar notícias de fato e reclamações, prestar aos consumidores orientação permanente sobre seus direitos e garantias e fiscalizar as relações de consumo, aplicando as sanções administrativas previstas na legislação brasileira.

O diretor-geral do órgão é o promotor de Justiça Francisco Glauberto Bezerra; a vice-diretora, a promotora Priscylla Maroja e o diretor regional, o promotor José Leonardo Clementino.

Assessoria do MPPB

Clientes devem denunciar operadoras por email na PB

CelularOs consumidores que tiveram sua internet suspensa estão sendo convocados pelos procons para que denunciem o fato através do email internetcortada@gmail.com e os órgãos possam tomar as providências devido ao descumprimento de Compromisso Público assumido com os procons de todo o Brasil por parte das empresas de telefonia. Em menos de 24h de funcionamento, o endereço eletrônico já recebeu mais de uma de centena de reclamações.

As operadoras de telefonia móvel tinham acordado com os órgãos de defesa do consumidor, em abril, que não haveria a suspensão do serviço ao término de contratos para a internet e, sim, a redução da velocidade de navegação. “Estamos chamando a atenção dos consumidores para efetuarem denúncias do corte de internet através do endereço eletrônico internetcortada@gmail.com para juntá-las aos autos da ação civil pública que corre na Justiça da Paraíba”, explica o secretário do Procon-JP, Helton Renê.

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MaisPB

Vivo e Tim devem informar clientes sobre radiação de celulares

radiacaoO Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) decidiu que a Vivo e a Tim precisarão informar possíveis clientes sobre os riscos da radiação emitidas por celulares em todo o material publicitário veiculado em território catarinense.

Com a decisão, as empresas deverão estampar de forma clara em todos os anúncios os dizeres “a exposição às radiações emitidas por aparelhos celulares pode causar efeitos adversos à saúde”.

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O Ministério Público de Santa Catarina admite que não há provas concretas de que a radiação emitida por celulares seja realmente prejudicial ao ser humano, mas também não há conclusão científica que garanta que não são. “Como as pesquisas científicas não são unânimes sobre os efeitos nocivos para a saúde humana, os magistrados se basearam no princípio da precaução”, diz o comunicado do MP-SC.

A decisão foi emitida em segunda estância, e ainda cabe recurso, mas o processo já é antigo. Tudo começou em 2003, quando o Centro de Estudos Integrados de Promoção do Ambiente e da Cidadania entrou com uma ação civil contra Global Telecom S/A e Telesc Celular S/A, que acabaram se tornando a Vivo e a Tim que conhecemos hoje. Isso também explica o motivo de Claro e Oi estarem livres.

Na primeira decisão, o pedido do Centro de Estudos foi atendido, mas as empresas recorreram afirmando que não fabricavam os aparelhos, apenas forneciam serviços de comunicação. Mesmo assim, o veredicto foi mantido em segunda estância.

O MP-SC solicitou que a decisão fosse estendida a todo o território nacional, mas teve o apelo negado, porque a ação civil que deu origem ao processo é clara ao se limitar ao território catarinense.

Olhar Digital

Quatro homens assaltam mercadinho, fazem vários clientes reféns em Bayeux, mas acabam presos

mercadinhoBandidos assaltaram no final da manhã desta quarta-feira (18) um estabelecimento comercial no município de Bayeux, região metropolitana de João Pessoa. Durante ação várias pessoas foram mantidas como reféns.

De acordo com a polícia, os bandidos chegaram em duas motos, entraram no Mercadinho Zé Lira e, já de armas punho, foram logo anunciando o assalto.

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Pessoas que estavam em frente ao estabelecimento comercial perceberam a ação e ligaram imediatamente para a polícia que chegou rápido ao local.

Ao perceber a presença da polícia no local, os bandidos fizeram alguns clientes de reféns. A partir desse momento foram iniciadas as negociações entre os assaltantes e a polícia.

As informações dão conta de todos os quatro assaltantes foram presos e o dinheiro foi recuperado.

 

Paulo Cosme

Helton Rene explica como será ressarcimento da GVT aos 27 mil clientes da PB atingidos por falha

helton-reneO secretário de Defesa do Consumidor, Helton Rene, comentou em entrevista ao programa Rádio Verdade da Arapuan FM, nesta sexta (23), comentou que na próxima semana já terão novidades sobre a primeira normatização em favor dos consumidores em João Pessoa. Ele destacou também o acordo fechado com a GVT, onde a empresa se comprometeu em ressarcir os consumidores que foram afetados por uma pane nos serviços.

Rene destacou que recebeu a equipe da GVT, eles forma notificados e apesar de explicarem o que motivou as quatro horas de interrupção das comunicações, a empresa arcou com as consequências da responsabilidade objetiva. “Eles explicaram o que aconteceu. Foi um roubo de fiação e em outra via de acesso um rompimento devido a uma construção não autorizada”, explica e destaca que “mesmo eles não tendo culpa, assumem a responsabilidade. Informei nossa postura  e eles se comprometeram em fazer ressarcimento. É pouco, mas seria proporcional a quantidade de horas que o consumidor ficou sem o serviço de internet e TV a cabo”, diz.

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Já para os consumidores com problemas de ordem maior, como não pagamento de uma fatura de cartão de crédito ou alguma comunicação mais efusiva que ele perdeu. Se o consumidor teve um prejuízo maior, o secretário orienta a procurar o PROCON para fazer o registro.

Foram mais de 27 mil clientes em toda a Paraíba e a empresa se comprometeu a fazer o ressarcimento proporcional. “Para a gente é um avanço fazer isso sem qualquer tipo de multa. Assumir a responsabilidade para a gente é um grande passo”, diz.

Marília Domingues

Após apagão digital da GVT, empresa terá que ressarcir clientes na Paraíba

gvtA operadora GVT vai ressarcir o consumidor que foi atingido pela pane ocorrida no dia 12 de janeiro em João Pessoa, e que deixou cerca de 27 mil pessoas ‘fora do ar’ na Paraíba por pelo menos quatro horas. Foi o que ficou acordado em reunião na Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP) nesta quinta-feira (22), resultado de uma notificação à empresa. Também ficou decidido que a GVT fará um estudo visando novas rotas de transmissão para evitar outras sobrecargas, e enviará à Secretaria.

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O ressarcimento ao consumidor se dará através da próxima fatura e será de forma proporcional ao tempo em que o cliente ficou sem internet. “A empresa se comprometeu em ressarcir, em créditos, já na próxima fatura, o valor proporcional ao tempo em que o consumidor ficou sem acesso à rede durante a pane que ocorreu no último dia 12”, disse, adiantando que o cliente deve ficar de olho na fatura e, caso não se sentir contemplado, deve procurar o Procon-JP.

O secretário Helton Renê alerta aos consumidores que se sentiram lesados de forma mais consequente durante a pane da GVT, que procurem o Procon-JP para que se tome as providências cabíveis. “O acordo diz respeito apenas às horas em que a empresa ficou sem prestar o serviço. Se houve casos em que a falta desse serviço, durante esse tempo, provocou um prejuízo maior, a pessoa deve procurar seus direitos enquanto consumidor lesado”.

Ranking – O ranking de reclamações contra a empresa GVT vem piorando nos últimos anos, com o número de denúncias crescendo a olhos vistos. “Em 2013, o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do Procon-JP recebeu 68 reclamações contra a GVT, em 2014 subiu para 159 e, até o dia 22 de janeiro deste ano, já somam 14. Consideramos um índice alto e isso também foi tema de nossa reunião, momento em que a operadora se comprometeu em nos enviar propostas que melhorem a prestação de seus serviços”, informou Helton Renê.

MaisPB 

Justiça suspende sorteios e Paraíba Cap ressarcirá clientes

paraíbaA Justiça suspendeu os sorteios do Paraíba Cap, mas, até ontem, a empresa não tinha estipulado uma data para devolver o dinheiro das pessoas que compraram os bilhetes para concorrer ao sorteio que seria realizado amanhã. Até a segunda-feira, a empresa SulAmérica Capitalização deverá divulgar o procedimento para ter o dinheiro de volta. A empresa promete disponibilizar um número de telefone gratuito para tirar dúvidas dos clientes.

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As atividades da empresa foram suspensas a pedido da Polícia Federal, pela 4ª Vara Federal Criminal de Pernambuco, na última quarta-feira. Através da sua assessoria de comunicação, o Paraíba Cap informou que novos sorteios e a venda de cartelas estão suspensos até que a justiça libere a volta do funcionamento da empresa. Para o sorteio que aconteceria amanhã, as pessoas que compraram os bilhetes serão ressarcidas.

Ainda não há data para a devolução do dinheiro, mas a assessoria garante que até a segunda-feira um vídeo será divulgado nas emissoras de televisão, informando o número de telefone gratuito para tirar dúvidas e o procedimento para reaver o valor gasto. Cada um dos bilhetes custou R$ 5, mas a empresa não divulgou quantos já haviam sido vendidos antes da suspensão.

As maquinetas usadas nos pontos de venda das 47 cidades onde a empresa atua na Paraíba também estão sendo recolhidas. A empresa, no entanto, não disse quantas máquinas são ou quando o processo de recolhimento será terminado.

Operação

Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão na manhã da última e quarta-feira (12), sendo um em João Pessoa e outro em Campina Grande, como parte de uma operação que foi realizada em 13 estados. A investigação, feita pela Polícia Federal em Pernambuco investiga o uso de empresas filantrópicas para lavagem de dinheiro derivado de bingos, títulos de capitalização e caça-níqueis.

Fazem parte da investigação, além da Paraíba e de Pernambuco, os estados de Alagoas, Rio Grande do Sul, Amazonas, Bahia, Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Piauí e Pará.

 

Jornal Correio da Paraíba