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Bancos vão restringir número de clientes para evitar coronavírus

As agências bancárias começaram a escalonar a quantidade de clientes dentro das agências físicas. A decisão faz parte de uma série de medidas acordadas entre a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e as 236 entidades sindicais que representam os cerca de 450 mil bancários de todo o Brasil. O objetivo é amenizar os efeitos da pandemia causada pela Covid-19.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) ressaltou que o setor não terá seu funcionamento interrompido, uma vez que os bancos são considerados atividades essenciais. No entanto, a entidade não descartou a possibilidade de reorganizar os atendimentos internos ou mesmo escaloná-los. Para isto, cada banco irá analisar caso a caso, com base no fluxo de pessoas, a necessidade de escalonamento de clientes aguardando atendimento dentro da dependência.

Escalonamento de clientes

Uma agência bancária, localizada no Centro de João Pessoa, já começou a escalonar a quantidade de clientes dentro da unidade. A entrada no estabelecimento ficou sendo limitada por um segurança. Com a liberação do pagamento de mais um lote do abono salarial do PIS/Pasep, em determinados horários, os clientes tiveram que enfrentar uma longa fila para conseguir atendimento interno na agência.

A Febraban tem orientado o público a usar os meios remotos de atendimento, como mobile e internet banking, que oferecem quase totalmente as transações financeiras do sistema bancário e dispensam a necessidade de comparecimento às agências.

Sindicatos vão pedir suspensão de metas neste período

O Comando Nacional dos Bancários afirmou que vai pedir o contingenciamento de acesso às agências e a suspensão de metas e demissões pelos bancos. As medidas visam resguardar a saúde dos bancários e evitar a propagação do coronavírus.
A presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, enviou um ofício para o Banco Central solicitando a edição de uma regulamentação para o controle de acesso às agências bancárias e a redução do horário de atendimento das 10h às 14h, com a liberação dos funcionários após esse horário.

Posicionamento dos bancos

  • Bradesco

O Bradesco afirmou que tem intensificado a comunicação com os seus clientes para que priorizem a utilização dos canais digitais para realizar suas operações com o Banco. Na rede física, os gerentes estão sendo orientados a organizarem o atendimento nas agências nos momentos de maior concentração.

  • Banco do Brasil

As agências do Banco do Brasil continuam realizando atendimento ao público, sem alteração no horário de funcionamento. O BB monitora constantemente os acontecimentos e quaisquer mudanças no atendimento de suas unidades serão informadas imediatamente aos seus clientes/usuários e ao mercado. Contingenciar, nas praças com transmissão comunitária do vírus, a quantidade de clientes aguardando atendimento dentro da dependência.

Os demais bancos não responderam até o fechamento desta matéria.

Reportagem de Ellyka Gomes, do Jornal CORREIO.

 

 

Banco do Brasil isenta clientes de tarifa do cheque especial em 2020

Os correntistas do Banco do Brasil (BB) não pagarão a tarifa sobre o cheque especial que entrará em vigor em junho do próximo ano. Em nota oficial, a instituição financeira informou que optou pela isenção para os atuais e os novos clientes ao longo de 2020.

Segundo o BB, a medida tem como objetivo fortalecer a relação com os clientes. “A isenção da tarifa no cheque especial demonstra proporcionar a melhor experiência para nossos clientes está no centro da nossa estratégia. A medida demonstra que buscamos cada vez mais aliar a oferta de produtos e serviços de qualidade, com a definição de preços e taxas ainda mais competitivos”, disse o presidente do banco, Rubem Novaes, em nota.

Em novembro, o Conselho Monetário Nacional (CMN) limitou os juros do cheque especial a 8% ao mês, o equivalente a 151,8% ao ano. Atualmente, a taxa está em 12,4% ao mês, o equivalente a 305,9% ao ano.

O teto dos juros entrará em vigor em 6 de janeiro. Para financiar em parte a queda da taxa, o CMN autorizou as instituições financeiras a cobrar, a partir de 1º de junho do próximo ano, tarifa de quem tem limite do cheque especial maior que R$ 500 por mês. Equivalente a 0,25% do limite que exceder R$ 500, a tarifa será descontada do valor devido em juros do cheque especial.

Cada cliente terá, a princípio, um limite pré-aprovado de R$ 500 por mês para o cheque especial sem pagar tarifa. Se o cliente pedir mais que esse limite, a tarifa incidirá sobre o valor excedente. O CMN determinou que os bancos comuniquem a cobrança ao cliente com 30 dias de antecedência.

 

Agência Brasil

 

 

Bandidos se passam por clientes, amarram comerciante e fogem com quase R$ 2 mil, em Solânea

Um comerciante do ramo de frutas foi vítima de um assalto na manhã do último sábado (16) no centro comercial do município de Solânea, no Brejo da Paraíba. O crime aconteceu às 06h30, na rua Getúlio Vargas.

A vítima relatou a Polícia Militar que dois indivíduos bateram na porta do seu comércio pedindo frutas e achando que fosse clientes abriu para atendê-los. “Eles entraram e anunciaram o roubo”, relatou.

Os assaltantes estavam armados com um revólver e chegaram a amarrar o comerciante com um enforca gato. Eles pediam o dinheiro alegando a todo o momento que foi “fita dada”. A vítima relatou que foi levada para a parte de cima do estabelecimento onde mora e chegando lá, os criminosos encontraram aproximadamente R$ 2 mil reais, dois celulares Samsung modelo J7 e um relógio.

Após o crime, os bandidos fugiram em uma moto de cor vermelha, sem placa com direção ao bar da fava. A polícia militar realizou rondas no intuito de localizar os indivíduos porém, sem êxito.

Redação: Blog do Pedro Júnior

 

 

Supermercados e agências bancárias devem disponibilizar banheiros e bebedouros aos clientes

A Associação dos Supermercados da Paraíba foi notificada nesta segunda-feira (15) pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor para que certifique seus associados e providenciem a disponibilização de banheiros e bebedouros com água potável aos clientes e usuários.

A lei 1.576/1998, prevê que os supermercados, assim como bancos e lojas de departamento, ofereçam pelo menos um bebedouro e banheiros para uso feminino e masculino, separadamente, ao consumidor.

No último dia 11, um supermercado instalado no Parque da Lagoa foi autuado porque estava com os banheiros destinados ao publico, sem funcionar.

Segundo informou Maristela Viana, secretária-adjunta do Procon-JP, os banheiros devem ser utilizados por quem tiver necessidade e não apenas mediante prova de que consumiu algo no local. “Os consumidores deve ter livre acessos aos banheiros do estabelecimento, independente se vai consumir ou não. Estamos alertando para esta legislação porque já houve casos em que tivemos que intervir em um shopping sobre esse direito de escolha do consumidor. O estabelecimento pediu uma nota fiscal para liberar o uso do equipamento, e isso não pode ocorrer”.

 

clickpb

 

 

Adolescente agride clientes de bar com cortes e golpes de pedra, por ter sido contrariado, em Belém, diz PM

Um adolescente foi conduzido à delegacia suspeito de agredir com golpes de pedra e objetos cortantes, clientes de um bar, em Belém, na madrugada desta sexta-feira (25). O fato aconteceu no Bar das Damas, que fica no distrito Rua Nova e o agressor estaria sob o uso de entorpecentes, consumidos no mesmo local.

De acordo com informações da Polícia Militar, o adolescente iniciou as agressões por ter sido contrariado.

Ele é suspeito de atingir uma pedra no rosto de um homem e provocar cortes no braço e na cabeça de outro cidadão. O homem atingido com a pedra no rosto chegou a ser atendido no hospital de Belém e após suspeita de fratura no nariz, foi encaminhado a atendimento ortopédico em Guarabira.

O adolescente ainda saiu em fuga do bar, mas foi encontrado por policiais militares e encaminhado à delegacia de Guarabira.

portalmidia

Em assalto, funcionários e clientes dos Correios são mantidos reféns

Foto: Márcio Rangel

Funcionários e clientes de uma agência dos Correios localizada em frente a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), no bairro de Bodocongó, foram feitos reféns durante assalto na manhã desta quinta-feira (05). A Polícia Militar está no local para negociar com um dos bandidos, que mantém cerca de três pessoas reféns.

Os três homens chegaram a assaltar a agência, mas na fuga foi surpreendida pela Polícia Militar. Um dos assaltantes se entregou e foi preso pela polícia. Toda avenida foi interditada pela polícia em virtude do risco.

Agredido, o vigilante da agência, Ricardo Vinícius de Freitas Silva, 37 anos, foi socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma da cidade. Ele revelou que ao chegar ao local para abrir a agência já encontrou um dos assaltantes no interior do estabelecimento, com uma farda dos Correios.

“Pensei em recuar quando ele disse ou entra ou eu mato a menina que já estava dentro. Só tinha um suspeito dentro e ele disse finja que está tudo natural e cadê sua arma? Eu disse que minha arma não fica na empresa. Ele disse então fique na porta esperando o fiscal, pegue sua arma e traga para mim. Quando eu fiquei na porta vi que tinha outros dois suspeitos do lado de fora, de porte médio. Quando tive a primeira oportunidade abri a porta e derrubei os dois que estavam desarmados”, destacou. Na confusão briga corporal o vigilante sofreu uma mordida dos suspeitos.

Acompanhe a negociação na página do jornalista Márcio Rangel

MaisPB

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‘Parecia que eu era ladrão’: clientes se unem e compram mercadoria de ambulante que seria apreendida

Policiais militares, guardas civis e fiscais da prefeitura cercam um homem de avental branco que carregava uma caixa de isopor cheia de sucos e salgados em Montes Claros (MG). Os agentes anunciaram que o ambulante estava vendendo produtos sem autorização em uma praça no centro da cidade e que tudo seria apreendido.

Foto: BBCBrasil.com

Inconformadas com a situação, dezenas de pessoas se uniram para inibir a ação dos fiscais e policiais. O grupo passou a segui-los, insistindo para que não punissem o ambulante, aos gritos de “deixem ele trabalhar”.

A cena foi registrada na tarde da última quarta-feira e viralizou nas redes sociais.

Ao ver que os fiscais estavam prestes a carregar toda a mercadoria, um homem de camiseta vermelha os ignora e estende a mão com uma nota de R$ 2. Ele diz que vai comprar uma garrafa de suco, sem se importar com a presença dos policiais.

A ação desencadeia uma reação em cadeia nas pessoas ao redor, que também passaram a tirar notas do bolso e entregar para o ambulante. Chorando, Leonardo Ferreira Soares, de 44 anos, juntava as notas amassadas em suas mãos e, em poucos minutos, todo o material que seria apreendido foi distribuído entre as pessoas.

“Juntou umas 30 pessoas em volta de mim. Algumas só queriam me ajudar. Teve gente que me deu nota de R$ 10 e nem pegou nada. Eu fiquei chorando de emoção e também passei a distribuir os sucos e salgados para quem não tinha me dado nada”, disse Soares em entrevista à BBC Brasil .

Um dos vídeos publicados no Facebook sobre o caso já foi compartilhado mais de 125 mil vezes e visto mais de 3 milhões. Uma das imagens que circulam na internet foi feita pela atendente Andreia Aparecida Santos quando voltava do trabalho.

“Sempre vejo ele ali com suas vendas. Foi muito triste e revoltante ver uma coisa dessas. Eu só não comprei nada porque estava sem dinheiro, senão teria ajudado também”, disse à BBC Brasil .

Durante a ação, os guardas municipais tentaram levar não só a caixa de isopor e bandejas cheias de salgados fritos, mas também o carrinho de ferro que o vendedor usa para transportar os produtos. Com uma das pernas quebrada em dois lugares (tíbia e tornozelo), o ambulante diz caminhar uma hora de sua casa até a praça todos os dias.

“O que fizeram comigo foi desumano. Parecia que eu era um ladrão. Eu fiquei só chorando. Eu não ia brigar com eles, não sou de briga. O que mais me incomoda é que para tirar o lixo da praça, não aparece ninguém, mas para tirar um trabalhador veio uma multidão”, disse Soares.

Procurada, a assessoria de imprensa da Prefeitura de Montes Claros informou por telefone que a operação foi legítima, com a intenção de coibir a venda “desenfreada de produtos irregulares”. “A ação foi feita em conjunto com a Polícia Militar, Receita Federal e Estadual. Não teve nada de irregular”, disse um assessor.

A reportagem perguntou por e-mail à prefeitura qual a frequência e quantidade de produtos apreendidos na região, mas não recebeu nenhuma resposta.

Soares conta que vende os produtos há quatro anos no mesmo ponto e que esta foi a primeira vez que tentaram levar as mercadorias.

“Todo dia acordo cedo para fritar tudo e distribuir em padarias e pequenos comércios. Por volta das 13h, eu saio de casa com o carrinho lotado. Ando uma hora e meia com pelo menos 60 kg para economizar a passagem de ônibus e eles querem tomar tudo. Por que tratam um trabalhador assim?”, disse o vendedor ambulante.

Sem gás de cozinha e dívida de R$ 20 mil

Desempregado há quatro anos, Leonardo Soares diz que o trabalho como ambulante foi a única alternativa que encontrou para conseguir sustentar ele e a esposa e pagar o aluguel de R$ 350 da casa onde vivem.

Ele disse que sua intenção era conseguir pelo menos R$ 100 para comprar o gás de cozinha para sua casa, que tinha acabado.

“Eu trabalhava como vendedor na zona sul de São Paulo e me mudei para cá depois que me desentendi com meu irmão. Até tentei montar uma lanchonete em Montes Claros, mas não deu certo e ainda fiquei com uma dívida de quase R$ 20 mil, que não consegui pagar até hoje”, conta ele.

Soares conta que vende sucos de acerola, laranja, umbu e siriguela, além de pastéis e bolinhos de mandioca recheados de carne, frango e bacalhau. Na casa dele, porém, não é sempre que tem carne.

“Eu já comi arroz puro porque não tinha mais nada. Numa situação dessas e ainda queriam apreender até meu carrinho, meu instrumento de trabalho. Minha vontade era apenas trabalhar para poder ter água e luz na minha casa. Se eu tivesse um emprego registrado, seria muito melhor do que ter de passar por isso”, afirmou.

Soares conta que até mesmo o ex-prefeito comprava seus sucos, comprava e ainda distribuia. Mas afirma que as ameaças dos fiscais municipais são constantes.

“Eles sempre dizem que vão pegar minhas mercadorias. Esse é um dos motivos que me fazem pensar se eu volto a trabalhar. Hoje, eu sentei na cama e fiquei chorando porque não sei o que fazer. Tenho medo de voltar lá e passar esse constrangimento de novo”, diz Soares.

“Eu não trabalho como ambulante por opção. Eu trabalho porque não tenho o que fazer. Com certeza, trocaria por qualquer outro emprego”.

BBC BRASIL

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Energisa suspende Tarifa Social de Energia Elétrica de 100 mil clientes na Paraíba

Os consumidores paraibanos têm percebido um aumento considerável na conta de energia elétrica, principalmente desde o mês de outubro. De acordo com a concessionária de energia na Paraíba, a Energisa, a variação percebida pelos paraibanos deve-se também ao fato de que cerca de 100 mil consumidores tiveram o benefício da Tarifa Social de Energia Elétrica suspenso. Com essa suspensão, os consumidores que possuíam o benefício, agota têm suas contas de energia com valor maior.

A concessionária afirma que a suspensão do benefício de consumidores residenciais e rurais aconteceu por falta de recadastramento ou por inadequação do perfil. A regra para aderir à Tarifa Social de Energia é que exista na residência em questão a renda de meio salário mínimo per capita, ou seja, que a renda total seja no máximo de até meio salário mínimo para cada pessoa residente.

No mês de dezembro, de acordo com a assessoria de imprensa, a bandeira tarifária voltou a ser amarela, o que deve influenciar novamente no cálculo da conta de energia. No entanto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anunciou ainda em novembro que a bandeira tarifária adotada no mês de dezembro seria a vermelha.

Segundo a assessoria de imprensa da Energisa, uma conjunção de fatores resultou no aumento percebido pelos consumidores. Além dessa suspensão do benefício, a Energisa remete o aumento percebido pelos consumidores na conta de energia ao próprio aumento no consumo residencial que foi observado entre os meses de julho e outubro. Segundo a concessionária, foi constatado aumento de 8,8% no consumo.

portal25horas

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Energisa: mais de 100 mil clientes paraibanos têm benefício da Tarifa Social suspenso

(Foto: Walla Santos)

Os consumidores paraibanos têm percebido um aumento considerável na conta de energia elétrica, principalmente desde o mês de outubro. De acordo com a concessionária de energia na Paraíba, a Energisa, a variação percebida pelos paraibanos deve-se também ao fato de que cerca de 100 mil consumidores tiveram o benefício da Tarifa Social de Energia Elétrica suspenso. Com essa suspensão, os consumidores que possuíam o benefício, agota têm suas contas de energia com valor maior.

A concessionária afirma que a suspensão do benefício de consumidores residenciais e rurais aconteceu por falta de recadastramento ou por inadequação do perfil. De acordo com a assessoria de imprensa da Energisa, o Governo Federal é quem suspende o benefício após identificação da concessionária. A única coisa que a Energisa faz, segundo a assessoria, é o cadastro dos clientes de acordo com as orientações do Ministério.

A regra para aderir à Tarifa Social de Energia é que exista na residência em questão a renda de meio salário mínimo per capita, ou seja, que a renda total seja no máximo de até meio salário mínimo para cada pessoa residente. O recadastramento deve ser feito a cada dois anos.

No mês de dezembro, de acordo com a assessoria de imprensa, a bandeira tarifária voltou a ser amarela, o que deve influenciar novamente no cálculo da conta de energia. No entanto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anunciou ainda em novembro que a bandeira tarifária adotada no mês de dezembro seria a vermelha.

Segundo a assessoria de imprensa da Energisa, uma conjunção de fatores resultou no aumento percebido pelos consumidores. Além dessa suspensão do benefício, a Energisa remete o aumento percebido pelos consumidores na conta de energia ao próprio aumento no consumo residencial que foi observado entre os meses de julho e outubro. Segundo a concessionária, foi constatado aumento de 8,8% no consumo.

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Energisa e Cagepa ficam proibidas de incluir nome de clientes no SPC e Serasa em JP

/Foto: Reprodução/Instagram/raissa_lacerda

A partir da sanção de uma Lei Municipal na tarde desta segunda-feira (4), por parte do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, as empresas Cagepa e Energisa, respectivamente concessionárias dos serviços de fornecimento de água e luz, estão proibidas de colocar os nomes dos clientes inadimplentes nos serviços de proteção ao crédito.

A proposta de número 131/2017, que estabelece a proibição, é da vereadora Raissa Lacerda (PSD). Segundo o texto, a “vedação ocorrerá quando o serviço for prestado de forma direta pela administração pública ou por meio de concessionário ou permissionária ou autorizada pelo serviço público”.

Por meio das redes sociais, a parlamentar comemorou a sanção da lei:

“Dia de conquista para João Pessoa. Hoje o prefeito Luciano Cartaxo  sancionou a Lei que proíbe as empresas Energisa e Cagepa  incluírem consumidores inadimplentes no SPC e Serasa. O povo foi atendido, o povo não será mais constrangido”, disse Raissa.

portalcorreio

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