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Santos tem Cleber expulso contra a Ferroviária e perde a 2ª seguida na Vila

santosA estreia do zagueiro Cleber Reis neste sábado (18) foi para o torcedor santista querer esquecer. O defensor foi expulso e viu o Peixe, que já não jogava bem com 11, acabar derrotado pela Ferroviária por 1 a 0 (Leandro Amaro marcou). É a segunda derrota seguida do Santos na Vila Belmiro, esta válida pela quarta rodada do Campeonato Paulista.

A derrota santista rende consequências na classificação. O Peixe tem seis pontos no grupo D, agora quatro atrás do líder Mirassol e um atrás da vice-líder Ponte Preta. Na terça-feira (21) o atual campeão encara o Ituano, que sofreu sua primeira derrota no Paulistão nesta rodada. Já a Ferroviária recebe o Santo André na quarta-feira buscando a sua segunda vitória em 2017.

Quem foi bem: Leandro Amaro resolve pelo alto

O zagueiro ex-Palmeiras subiu no terceiro andar para fazer o único gol da partida, mas não fez só isso. Foi ele o responsável por marcar Ricardo Oliveira, o homem-gol santista, que ficou muito abaixo do usual. O capitão da Ferroviária ainda liderou a retranca que impediu o Santos de fazer qualquer coisa boa no primeiro tempo.

Quem foi mal: Cleber é expulso na estreia

Apesar de se mostrar uma boa opção ofensiva no jogo aéreo, o camisa 31 foi mal com a bola no chão em sua estreia pelo Santos. Logo no início ele errou e deu bola fácil para o ágil Capixaba, em lance que acabaria prenunciando o desastre do segundo tempo. Vinte segundos após o intervalo, Cleber foi amarelado por matar contra-ataque; dez minutos depois levou uma meia-lua na entrada da área e quase viu Elder Santana marcar; por fim errou passe, foi obrigado a fazer uma falta e acabou justamente expulso aos 23 minutos.

Ricardo Oliveira aparece pouco e tem gol anulado

Recuperado de caxumba e com a pré-temporada em dia, o camisa 9 chegou a abrir o placar aos 35 minutos, mas a arbitragem viu impedimento no passe de cabeça de Cleber. No geral, Ricardo Oliveira ficou escondido na marcação da Ferroviária e, quando teve chance, não mostrou o costumeiro faro de gol. Ele acabou substituído por Thiago Ribeiro e teve que adiar seu primeiro gol em 2017.

Santos cria pouco e demora para pressionar

O Peixe começou ganhando a maioria dos duelos no meio-campo, mas não conseguiu penetrar na retranca adversária. Os santistas tinham campo inteiramente à disposição até a intermediária, mas a partir daí faltava criatividade para vencer o campo minado grená. Um terço do jogo já tinha passado quando o Santos aumentou o ritmo, e o domínio virou pressão no início do segundo tempo. Mas a Ferroviária também resolveu agredir, tornou o jogo aberto e abriu o placar momentos após ficar com um jogador a mais.

Ferroviária se fecha na estreia de PC

Campeão mundial no futsal, o técnico fez sua estreia nos campos na Vila Belmiro. PC julgava essencial não tomar gol no início do jogo, por isso a Ferroviária ficou fechadinha por mais de meia hora. As linhas de marcação funcionavam, fazendo o Santos criar pouco, mas logo o jogo defensivo passou a sofrer com as viradas de bola. Apesar da pressão na etapa final, a equipe de Araraquara

Dorival Jr. demora para mexer e é xingado

O ferrolho da Ferroviária anulou o Santos até o intervalo, mas Dorival só mexeu aos 18 minutos do segundo tempo, trocando Leandro Donizete por Arthur Gomes. O reserva quase abriu o placar logo que entrou, inclusive. Com o meio-campo mais solto, o Santos parecia se adaptar melhor ao jogo quando Cleber foi expulso. Aí tudo mudou: Thiago Maia foi improvisado como zagueiro, e o Peixe perdeu o meio-campo. O técnico acabou chamado de “burro” por parte da torcida santista.

Ficha Técnica

Santos 0 x 1 Ferroviária
Data:
18/02/2017
Local: Estádio Urbano Caldeira (Vila Belmiro), Santos-SP
Hora: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza
Assistentes: Alex Ang Ribeiro e Herman Brumel Vani
Cartões Amarelos: Patrick, William Cordeiro e Matheus (Ferroviária)
Cartão Vermelho: Cleber (Santos)
Gol: Leandro Amaro aos 28 minutos do segundo tempo

Santos: Vladimir; Victor Ferraz, Cleber, Yuri e Zeca; Leandro Donizete (Arthur Gomes), Thiago Maia e Léo Cittadini (Bruno Henrique); Vitor Bueno, Copete e Ricardo Oliveira (Thiago Ribeiro). Treinador: Dorival Jr.

Ferroviária: Matheus; William Cordeiro, Patrick, Leandro Amaro e Léo Veloso; Flávio, Claudinei (Kelvy), Fabio Souza e Alan Mineiro (Raniele); Capixaba (Thiago Marques) e Elder Santana. Treinador: PC Oliveira.

Uol

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Reitora diz que vai entrar na campanha de Mrcos Barros e Cleber Brito para a direção da UFPB Campus III

Após regressar de Brasília na tarde de ontem a Reitora Eleita, a Professora Dra. Margareth Diniz, demonstrou novamente seu empenho e compromisso e recebeu a comitiva dos pre-candidatos Marcos Barros e  Carlos Roberto Marinho a Direção do Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias da UFPB e os pre-candidatos Prof. Cleber Brito e o Técnico-Administrativo Dr. Édson Lindolfo a Direção do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros. Acompanhada de seus assessores foi enfática ao afirmar que dará total e irrestrito apoio na campanha e também no decorrer de sua administração ao grupo. “Estaremos disponibilizando toda a nossa energia de equipe e vamos juntos pedir votos em Bananeiras. Meu nome só combina com vitória” afirmou a reitora em reunião realizada ontem no Centro de Ciências da Saúde da UFPB. Na oportunidade os professores do Campus de Bananeiras apresentaram suas idéias e reivindicações para melhorias da funcionalidade do Campus, sobretudo no que  remete a falta de uma política adequada de assistência aos estudantes, aos professores e servidores técnico-administrativos, praticamente inexistentes hoje no campus.  Outro fator importante foi a receptividade da diretoria do Sindicato dos Servidores Técnico-Administrativos da UFPB (SINTESP_PB) aos princípios defendidos pela chapa e sobretudo pela presença inédita na história das instituições a participação de um servidor Técnico – Administrativo como candidato a Vice-direção do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros. o Licenciado em Ciências Agrárias Dr. Édson Lindolfo, candidato a vice-diretor, e o Prof. Dr. Cleber Brito, o juntos defendem uma bandeira antiga de luta que é valorização e o reconhecimento da carreira técnica-adiminsistrativa e pela redução das desigualdades profissionais encontradas dentro da instituição. Hoje o voto de um servidor é equivalente ao voto de um docente e sempre fomos tratados de forma desigual em Bananeiras. Não se pode ignorar a categoria tratando os destinos do campus a sua revelia. Vamos lutar pela melhoria dos serviços, sobretudo no suporte técnico e administrativo de melhor qualidade e sempre buscando valorizar o servidor e sua inserção dentro dos processos de ensino, pesquisa e extensão, afirmaram !.  A equipe esteve pela manhã e no final da tarde de ontem em reunião com a Diretoria do SINTESP-PB em João Pessoa. 

Segundo o Professor Marcos Barros, que é Licenciado em Ciências Agrárias pelo CCHSA e Doutor em Entomologia pela ESALQ/USP, o slogan “SIM, nós podemos !” é uma resposta: “um Não !” a campanha do medo, contra a cooptação, a coação e a opressão, como ocorridos em campanhas passadas. Sabemos que o campus de Bananeiras clama historicamente e tem esperança por uma “renovação” por uma universidade mais aberta, democrática e transparente, sobretudo mais presente frente as demandas da sociedade. Contudo lastimavelmente em campanhas anteriores, forças minoritárias controlaram decisões e interferiram nos destinos da instituição. Tais ações inibiram o seu correto crescimento ao longo desses anos e impediram a visibilidade das ações de seus integrantes pela sociedade. Na eleição deste ano, para evitar que isso volte se repetir, um aparato jurídico e dos meios legais ja foi constituído. Iremos fiscalizar e denunciar toda e qualquer prática de perseguição, chantagem, assedio profissional ou abuso de autoridade que venha a prejudicar ou inibir a livre escolha, expressão de idéias, críticas e questionamentos, sobretudo em proteção aos membros dos segmentos hierarquicamente mais oprimidos. Temos provas que certos expedientes e condutas reprováveis, a exemplo da exoneração de funções de companheiros nossos, sem justificativa plausível, como forma de retaliação aos membros da nossa pre-candidatura, visto que nos opomos a esse modelo historicamente posto. Tais atos e provas encontram-se de posse da nossa assessoria jurídica para providencias quanto às responsabilidades legais e cabíveis de reparação e desde agora registramos nosso repúdio e indignação !.

Estaremos reunindo e buscando todos o apoio, sobretudo daqueles que mais produzem resultados em favor do bem coletivo da instituição. Não nos curvaremos aos interesses de qualquer grupo mercenário que, se articulam e que de forma inescrupulosa busque fazer prevalecer, perpetuar seus interesses particulares  em desfavor do bem comum da coletividade.

“Buscaremos ampliar apoio em todos os três seguimentos da instituição (alunos, professores e servidores técnico-administrativos) e também contamos com o apoio de diversos representantes da sociedade civil organizada, dos movimentos sociais e da comunidade em geral.  “Queremos construir para o Campus de Bananeiras uma proposta de trabalho qualificada que traga produza resultados mais significativos para a comunidade. Dispomos de muitos talentos e valores  capazes de contribuir mais na transformação da sociedade e formar profissionais mais próximos com as demandas do presente e dentro da realidade. Tenho convicção que vamos fazer uma gestão de grande repercussão, jamais vista em toda a sua história. Para isso contaremos com a organização, muito trabalho e, sobretudo a participação aberta dos coletivos dos três segmentos do nosso Campus Universitário na gestão, basta ver a minha história aqui. “Marcos Medeiros de Medeiros”.

Professor Marcos Barros para o Focando a Notícia

Cléber Santana: ‘Não sou solução, mas farei tudo para ajudar’

Cleber Santana foi destaque do Avaí na Série B (Foto: Petra Mafalda / Mafalda Press / Futura Press)

O Flamengo enxergou em Cléber Santana a última tentativa de ganhar criatividade e afastar o time da zona de rebaixamento do Brasileirão. O meia tem apresentação prevista para a manhã desta sexta-feira, último dia para inscrição de reforços no Campeonato Brasileiro. O jogador, que se destacou no Avaí com gols e liderança, aguarda a solução dos últimos detalhes do negócio para vestir a camisa rubro-negra. O contrato vai até o fim do Carioca de 2014. Cléber, de 31 anos, ainda fala com cuidado sobre o acerto, mas deixa claro que está ciente do que o espera.

– É uma felicidade imensa não só para mim, mas para minha família. Espero que tudo seja concretizado o mais rápido possível. Não sou a solução, mas farei tudo para ajudar. Vou chegar para somar, trabalhar para ajudar bastante o time – afirmou.

O jogador foi ao Ninho do Urubu na manhã desta quinta e teve um rápido contato com alguns dos profissinais da preparação física, alguns deles conhecidos. Após passagens sem muito brilho por São Paulo e Atlético-PR, o jogador, que também defendeu Santos e Atlético de Madrid-ESP, demonstra ânimo para voltar a jogar por um grande clube.

– Quando voltei da Espanha para o São Paulo (em 2010), tive um primeiro ano bom. Não conquistamos títulos, mas chegamos às finais do Paulistão e da Libertadores. No ano seguinte, chegou o (Paulo César) Carpegiani, tive que sair. Foi por opção do treinador. Fui para o Atlético-PR, voltei ao São Paulo, o (Emerson) Leão queria que eu ficasse, mas o presidente não queria. Apareceram outras coisas, mas tomei a decisão de ir para o Avaí este ano. E deu tudo certo lá. Sei do meu potencial, as coisas aconteceram com muito trabalho. De 41 jogos, joguei 40. Me destaquei. Agora espero que dê certo. Estou colhendo algo que plantei com muito esforço.

Cléber Santana foi campeão catarinense e se despediu do Avaí como artilheiro do time no ano, com 15 gols. Oito deles marcados na Série B. Na Ressacada, vestiu a camisa 10, foi líder e condutor da equipe. Escalado bem perto dos atacantes, se destacou na posição que mais gosta.

– No Santos joguei de segundo volante com o Maldonado (que está no Flamengo), que era o primeiro. Depois joguei de meia com o Zé Roberto (hoje no Grêmio), fazia gols. Me sinto bem nesta posição. Mas isso vai muito do treinador. Depende muito do Dorival, das conversas que vamos ter, dos diálogos, das necessidades. Me sinto bem na função de segundo volante para frente.

Na negociação com o São Paulo, o Flamengo ficou com 70% dos direitos econômicos de Cléber Santana e envolveu o atacante Negueba, que será emprestado a partir de janeiro de 2013. Além disso, o clube deu uma compensação financeira e emprestou ao Avaí até o fim do ano o zagueiro Thiago Medeiros e o meia Erick Flores. O zagueiro Renato Santos, de 25 anos, também foi contratado pelo Rubro-Negro e tem apresentação marcada para esta sexta.

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