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Clássico Tradição terá torcidas do Galo e do Belo no Amigão; jogo será dia 24

O Clássico Tradição da 18ª e última rodada da Série C do Campeonato Brasileiro deve mesmo contar com trezeanos e botafoguenses nas arquibancadas. De acordo com Valberto Lira, que é procurador de Justiça e também presidente da Comissão Permanente de Prevenção e Combate à Violência nos Estádios, órgão ligado ao Ministério Público da Paraíba (MPPB), a sua recomendação é apenas o veto para as organizadas do Belo, o time visitante do jogo marcado para o próximo dia 24.

Valberto Lira garantiu que a sua recomendação foi apenas para as organizadas do clube visitante. Enquanto isso, as organizadas do Treze estão liberadas para apoiar o time, com exceção da Jovem do Galo, que foi punida pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) ainda no início da Série C.

A expectativa é de que a partida tenha ares de final de campeonato, já que Treze e Botafogo-PB podem entrar na rodada decisiva da Terceirona com objetivos para lá de importantes pensando em 2020. É que o Galo ocupa a nona colocação, com 15 pontos, e luta para não ser rebaixado. Do outro lado, o Belo é quinto, com 24 pontos, e briga por uma vaga no G-4, que leva para o mata-mata do acesso à Série B.

No primeiro duelo entre os dois clubes este ano, disputado no Almeidão, o Belo venceu por 3 x 1.

PB Agora

 

 

Botafogo-PB bate o Treze em clássico de 6 gols no Almeidão, em João Pessoa

O Botafogo-PB venceu o Treze por 4 x 2 no Clássico Tradição que marcou o encerramento da nona rodada do Grupo A da Série C do Campeonato Brasileiro. A partida foi realizada no Almeidão, na noite desta segunda-feira (24).

Com a vitória, o Belo chegou aos 15 pontos e subiu para a terceira colocação, uma vez que contou com um tropeço do Sampaio, que perdeu para o Imperatriz e estacionou nos 14 pontos. Vale lembrar que o time botafoguense tem um jogo a menos em razão do adiamento da partida contra o Náutico, na rodada passada.

O Treze, por sua vez, segue em situação muito delicada, na vice-lanterna, com seis pontos, a três do Globo, primeiro time fora do Z2. A derrota no clássico marcou a estreia de Kleber Romeiro, antes auxiliar e agora efetivado como técnico do Galo no lugar de Flávio Araújo, que entregou o cargo na semana passada.

Bola parada

Mesmo diante de tanta rivalidade, o clássico não teve a intensidade esperada, com os dois times bastante ociosos em campos, sem criatividade no meio de campo. A bola parada, no entanto, foi protagonista e salvou a partir de cair em um marasmo nada digno de mais uma edição do Clássico Tradição.

Foto: Paulo Cavalcanti / Botafogo da Paraíba

Foto: Paulo Cavalcanti / Botafogo da Paraíba

 

O primeiro gol foi do Botafogo. Aos 15 minutos, Willian Goiano chutou para o gol após cobrança de falta e parou em mauro Iguatu. No rebote, o mesmo Willian tentou de novo e mandou para a rede. O Treze empatou aos 37, quando Marcelinho Paraíba enganou a marcação e soltou para Silva soltar uma bomba.

Matou
O segundo tempo foi mais movimentando, com o Botafogo tomando a iniciativa. Logo aos seis minutos, o time da casa voltou à frente do placar, em lance no qual a bola sobrou para Rogério fora da área e ele chutou forte para fazer o segundo gol botafoguense.

Aos 27, Neilson colocou a bola na área após erro do goleiro Mauro Iguatu e Felipe Alves venceu disputado com o marcador antes de mandar para o fundo da rede. O Treze não desistiu e diminuiu aos 29, em pênalti convertido por Eduardo.Mas o Botafogo também teve um pênalti a favor, e Felipe Alves converteu para fechar o placar, aos 36.

Próximos jogos

O Treze volta a campo na próxima quinta-feira, quando abre a décima rodada em duelo contra o Santa Cruz, no Amigão, a partir das 17 horas. O Belo joga apenas no domingo, no Castelão, onde visita o Sampaio Corrêa, em jogo marcado para as 18 horas.

Agência Futebol Interior

 

 

 

Confira os duelos das quartas de final da Copa do Brasil: clássico mineiro é o destaque

O sorteio dos confrontos das quartas de final da Copa do Brasil colocou Atlético-MG e Cruzeiro frente a frente. Os dois times vão se enfrentar por uma vaga nas semifinais da competição nas semanas dos dias 10 e 17 de julho. Não houve direcionamento, e os oito times classificados para esta fase poderiam se enfrentar.

Taça da Copa do Brasil — Foto: João Guerra

Taça da Copa do Brasil — Foto: João Guerra

Confira abaixo os duelos dessa fase da competição:

  • Bahia* x Grêmio
  • Atlético-MG* x Cruzeiro
  • Athletico-PR x Flamengo*
  • Palmeiras x Internacional*
    *Terão o mando de campo no jogo de volta

– Muito respeito pelo nosso grande rival, já vivendo a expectativa de muitas emoções para essa partida. É um mata-mata importante, e passando nos credencia para uma final da Copa do Brasil. Acredito que nosso jogo será no Independência, mas vamos esperar a decisão do presidente – afirmou Marques, diretor de futebol do Atlético-MG.

O Atlético-MG mandará seu jogo no Independência, e o Cruzeiro receberá o jogo de ida no Mineirão.

– Estávamos esperando, era uma possibilidade e vamos nos preparar da melhor maneira possível. Há uma rivalidade grande entre torcidas e clubes. Prepara para chegar nas semifinais – disse Marcelo Djian, diretor de futebol do Cruzeiro.

Flamengo e Athletico-PR reeditarão a final da Copa do Brasil de 2013, quando o clube carioca conquistou seu terceiro título da competição. Único time oriundo da primeira fase ainda vivo, o Bahia terá pela frente o Grêmio. Líder invicto do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras pegará o Internacional.

* Estagiário supervisionado por Thales Soares

GE

 

Flamengo vence clássico contra o Fluminense e vai à semi da Taça Rio

Flamengo assegurou a classificação para as semifinais da Taça Rio ao derrotar o Fluminense por  3 a 2, em partida disputada na tarde deste domingo, no Maracanã. A vitória fez o Rubro-negro da Gávea chegar aos 14 pontos ganhos e garantir a segunda colocação no Grupo C, um ponto a menos do que o líder Bangu. O Fluminense que já estava garantido na próxima fase da competição, segue na liderança do Grupo B com 11 pontos ganhos. Os gols foram marcados por Bruno Henrique, dois, e Gabigol para o Flamengo, enquanto Dodi e João Pedro anotaram para o Tricolor das Laranjeiras.

O time dirigido por Abel Braga começou a partida como um rolo compressor e chegou a abrir 3 a 0 e dar a impressão de que iria golear o tradicional adversário, mas o Fluminense, escalado com uma equipe alternativa, mostrou muita bravura e quase complicou a vitória do Flamengo. Nas semifinais,  Flamengo e Fluminense voltarão a se enfrentar.

O jogo – Como era de esperar pelas circunstâncias do clássico, o Flamengo partiu para o ataque, assim que a bola rolou. Aos três minutos, Pará recebeu pela direita e cruzou para a entrada de Gabigol, mas o artilheiro chegou atrasado e não conseguiu tocar na bola. Dois minutos depois, Bruno Henrique dividiram a bola na área tricolor e a bola saiu muito perto da trave, dando grande susto no goleiro Agenor.

Mostrando desentrosamento, o Fluminense não conseguia segurar a bola e o Flamengo logo recuperava a posse armava novos ataques. Aos 13 minutos, a persistência da equipe rubro-negra foi premiada com o primeiro gol. Pará cruzou rasteiro e Bruno Henrique se antecipou à marcação para tocar com o pé esquerdo e colocas nas redes tricolores.

Mesmo depois de abrir vantagem, o Flamengo não reduziu a pressão e seguiu martelando a defesa tricolor em busca do segundo gol. Aos 19 minutos, Renê cruzou e o lateral Pará apareceu na área para cabecear, mas Agenor fez grande defesa.

O Fluminense apareceu, pela primeira vez, com perigo, aos 23 minutos. Igor Julião cruzou e Marquinhos Calazans completou de primeira, mas a bola explodiu no travessão. No rebote, Willian Arão que havia falhado no início da jogada, se redime ao impedir a conclusão de Mateus Gonçalves.

O time dirigido por Fernando Diniz conseguiu equilibrar o jogo, mas errava muito na hora de tentar definir as jogadas nas proximidades da área rubro-negra. Já o Flamengo não conseguia mostrar o futebol dos primeiros minutos e se mostrava mais preocupado em bloquear as jogadas ofensivas do adversário.

Aos 41 minutos, o Flamengo quase marcou o segundo gol. Após cruzamento de Éverton Ribeiro, Bruno Henrique desviou e Diego, de bicicleta, mandou para o gol, mas Agenor fez grande defesa.

O Fluminense voltou para o segundo tempo com o meia Dodi na vaga de Mateus Gonçalves. Aos três minutos, Allan arriscou, de fora da área, e a bola encobriu o travessão de Diego Alves, com muito perigo. Aos cinco minutos, o Flamengo ampliou a vantagem, novamente com Bruno Henrique que recebeu bom passe de Diego e tocou na saída de Agenor.

O Fluminense desanimou e o Flamengo chegou ao terceiro gol aos 12 minutos. Allan errou na saída de bola e Bruno Henrique se aproveitou para lançar Gabigol que penetrou na área e tirou do alcance do goleiro Agenor. O Fluminense não desanimou e marcou o primeiro gol aos 18 minutos. Calazans fez boa jogada pela esquerda e cruzou para a entrada de Dodi que tirou do alcance do goleiro Diego Alves.

Aos 26 minutos, o Fluminense marcou o segundo gol. Igor Julião cruzou na área e João Pedro cabeceou para as redes de Diego Alves.

Para tornar o time mais agressivo, o técnico Fernando Diniz trocou o lateral-direito Igor Julião pelo atacante Pablo Dyego, mas o Flamengo passou a marcar com mais intensidade e acabou garantindo a importante vitória. Antes do apito final, Pablo Dyego recebeu cartão vermelho por atingir o zagueiro Léo Duarte.

FICHA TÉCNICA

FLAMENGO 3 X 2 FLUMINENSE

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

Data: 24 de março de 2019, domingo

Hora: 16h (de Brasília)

Árbitro: João Batista de Arruda

Assistentes: Carlos Henrique Alves de Lima e Diogo Carvalho Silva

Cartão Amarelo: Renê, Diego (Fla); Nino, Danielzinho, Igor Julião, Allan, Marquinhos Calazans e Marlon (Flu)

Cartão Vermelho: Pablo Dyego (Flu)

Gols:

FLAMENGO: Bruno Henrique, aos 13 minutos do primeiro tempo e aos cinco minutos do segundo tempo; Gabigol aos 12 minutos do segundo tempo

FLUMINENSE: Dodi, aos 18 minutos e João Pedro 26 minutos do segundo tempo

FLAMENGO: Diego Alves; Pará, Léo Duarte, Rodrigo Caio e Renê; Ronaldo, Willian Arão, Diego (Lucas Silva) e Éverton Ribeiro; Bruno Henrique (Vitor Gabriel)e Gabigol (Uribe)

Técnico: Abel Braga

FLUMINENSE: Agenor; Igor Julião (Pablo Dyego), Léo Santos, Nino e Marlon; Allan (João Pedro), Marquinhos Calazans, Mateus Gonçalves (Dodi) e Paulo Henrique Ganso; Caio Henrique e Danielzinho

Técnico: Fernando Diniz

 (Foto: André Durão)
Gazeta Esportiva

 

Ex-raposeiro garante vitória do Treze no primeiro Clássico dos Maiorais de 2018

De vilão a herói. Depois de perder uma penalidade contra o Botafogo-PB, o ex-raposeiro Reinaldo Alagoano marcou o gol da vitória do Treze no Clássico dos Maoriais diante do Campinense, neste domngo, no Estádio Amigão.

Além de reabilitar o time na competição, já que não vencia há três partidas, o triunfo interrompeu os 100% de aproveitamento da Raposa. O Galo assumiu a liderança do Grupo B, com oito pontos. Já o Campinense, mesmo com o revés, permanece na ponta da tabela do Grupo A, com 12 pontos.

Na próximo domingo, o Campinense vai enfrentar a Desportiva Guarabira, no Silvio Porto, pela fase de volta. Já o Treze enfrentará o Auto Esporte no sábado, no Almeidão. Antes porém, o time do treinador Oliveira Canindé fará sua estreia na Copa do Brasil, quarta-feira, contra o Criciúma, em Campina Grande.

Ficha técnica

Treze x Campinense

Data: 28/01/2018 – 16h

Local: Estádio Amigão / Campina Grande

Competição: Campeonato Paraibano 2018 (5ª rodada)

Arbitragem: João Bosco Sátiro; Oberto Santos e José Maria Neto.

Cartões amarelos: Rayro, Jonathan, Dedé, Vitinho, Alberto, Saulo, Ferreira (T), Muller Fernandes, Thiago Potiguar (C)

Gols: Reinaldo Alagoano (T), aos 26min do 1°T

Treze: Saulo, Ferreira, Leonardo Luiz, Ítalo e Rayro; Alberto, Dedé, Jonathan e Fábio Neves; Tininho (Caíque) e Reinaldo Alagoano (Tozin). Técnico – Oliveira Canindé

Campinense: Jéferson, Alex Murici, Rafael Jensen, Rafael Araújo e Jackinha; Tiago Silva, Fernando Pires (Tarcísio), Marcelo Silva e Marcinho (Jean Carlo); Muller Fernandes (Rodrigo Silva) e Thiago Potiguar. Técnico – Celso Teixeira

Veja o gol do Treze no vídeo reprodução abaixo:

 

paraibaonline

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Gol no fim garante empate do Fla no clássico contra o Flu

Os rivais entraram no Maracanã iguais na classificação do Brasileirão: dez pontos. E com aquela sensação de que havia muito a melhorar para uma aproximação ao grupo dos líderes. 90 minutos depois, o Fla-Flu terminou empatado em 2 a 2, a distância para o líder Corinthians segue em nove pontos, mas as torcidas viram um clássico eletrizante.

Wendel na disputa com Thiago (J Ricardo/ Agência Freelancer)
Wendel na disputa com Thiago (J Ricardo/ Agência Freelancer)

Foto: LANCE!

O primeiro tempo começou com os dois times congestionando o mesmo lado do campo. Com Richarlison e Gustavo Scarpa, o Flu atacava quase sempre pela esquerda. Já o Fla tinha pela direita do ataque a alegria nas pernas de Vinicius Jr., com apoio constante de Diego, já que Rodinei estava mais ocupado com a marcação. A concentração de ações pelo setor, porém, não se transformou em chances claras de gol. Os sistemas defensivos predominavam até ali.

O primeiro perigo saiu após um erro na saída de bola de Márcio Araújo. Wendel recuperou a apareceu para concluir, mas foi abafado pelo goleiro Thiago. E o gol também saiu de um erro, desta vez de posicionamento de Rodinei. Ele deu condições para Wendel aparecer livre às costas de Réver, após belo lançamento de Gustavo Scarpa. O volante do Flu e o goleiro do Fla pareciam esperar a marcação de impedimento, mas o auxiliar Herman Vani corretamente deixou o lance prosseguir. Wendel acertou a trave na primeira conclusão e depois só empurrou a bola para o fundo das redes. Segundo gol do volante como profissional. O segundo em cima do Rubro-Negro. O Flamengo ainda teve tempo de pedir pênalti de Scarpa em Rodinei. O lateral desabou após sentir um toque no ombro.

Na etapa final, Zé Ricardo voltou com Arão e Berrío. E com outra postura. Trauco arriscou de longe e assustou Júlio César aos três minutos. A posse de bola era quase tudo rubro-negra. E o empate saiu antes do dez minutos, após blitz ofensiva. Everton e Guerrero finalizaram, até que Diego marcou o gol da igualdade. O replay mostrou que Everton estava impedido no momento do lançamento de Arão. Oitavo jogo tricolor com gol cedido na competição.

Berrío voltou a aparecer aos 16 minutos e construiu boa jogada pela direita. Trauco concluiu, Júlio César deu rebote e por pouco Everton não decretou a virada. Na sequência, uma cena rara. O árbitro Vinicius Gonçalves sentiu um problema na coxa e foi substituído pelo auxiliar Flávio Rodrigues de Souza, que estava atrás do gol de Thiago.

O colombiano, por pouco, não fez um golaço. Ele deixou Mascarenhas para trás, driblou Henrique e só não marcou pois Reginaldo deu um carrinho salvador. Abel trocou então Mascarenhas e Wendel por outros dois jovens: Léo e Mateus Norton, buscando reequilibrar as ações. Era um jogo de ataque contra defesa.

E foi no pior momento tricolor do jogo que saiu o 2 a 1. Scarpa deu lançamento para Richarlison, que foi derrubado por Juan na área. Pênalti cobrado pelo artilheiro Henrique Dourado com perfeição. Thiago até acertou o canto, mas o chute foi no cantinho.

O Fla foi para o desespero com a entrada de Conca, ex-xodó do Flu, na vaga do volante Cuellar. No primeiro lance, o argentino deu carrinho em Orejuela, levou amarelo e ouviu várias músicas com xingamentos da torcida tricolor. O jogo ficou nervoso, mais cartões foram distribuídos até Trauco achar um chute muito bem colocado aos 49 minutos, para decretar o empate, quando a torcida do Flu já festejava a vitória.

Na quarta-feira, o Fluminense tenta reencontrar o caminho das vitórias contra o lanterna Avaí, na Ressacada, em Florianópolis, às 21h45. O Flamengo jogará na quinta, na Ilha do Urubu, diante da Chapecoense, às 21h.

FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 2 X 2 FLAMENGO

Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 18/6/2017 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araújo (SP)
Auxiliares: Rogério Zanardo e Herman Vani (SP)
Renda/público: R$ 1.496.460/ 37.962 presentes / 33.112 pagantes
Cartões amarelos: Berrío, Cuellar, Rodinei, Conca, Trauco, Guerrero (FLA), Mateus Norton (FLU)

GOLS: Wendel 36’/1ºT (1-0), Diego 9’/2ºT (1-1), Henrique Dourado, pênalti, 36’/2ºT (2-1), Trauco 49’/2ºT (2-2).

FLUMINENSE : Júlio César, Lucas, Henrique, Reginaldo e Mascarenhas (Léo 28’/2ºT); Wendel (Mateus Norton 28’/2ºT), Orejuela (Nogueira 43’/2ºT) , Calazans e Gustavo Scarpa; Richarlison e Henrique Dourado. Técnico: Abel Braga.

FLAMENGO : Thiago, Rodinei, Réver, Juan e Trauco; Márcio Araújo (William Arão, intervalo), Cuellar (Conca 37’/2ºT) e Diego; Everton, Vinicius Jr. (Berrío, intervalo) e Guerrero. Técnico: Zé Ricardo.

Lance

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Flamengo busca empate no último minuto do clássico contra reservas do Fluminense

fla fluFluminense e Flamengo ficaram no empate por 1 a 1 neste domingo, no estádio Kléber Andrade, em Cariacica (ES), em um clássico que servia apenas para definir os confrontos das semifinais da Taça Rio, o segundo turno do Campeonato Carioca. As duas equipes, no entanto, entrarão nesta parte decisiva da competição sem muitas pretensões, pois já estão previamente classificados para as semifinais do Estadual.

Nos duelos da Taça Rio, no próximo final de semana, o Fluminense enfrentará o Botafogo e o Flamengo terá pela frente o Vasco. Mas o técnico Abel Braga se mostrou indiferente quanto ao adversário desta próxima fase e mandou a campo uma equipe repleta de reservas. Só o goleiro Diego Cavalieri e o lateral-esquerdo Léo da formação titular começaram o jogo.

As equipes fizeram uma partida bastante equilibrada, fraca tecnicamente. O Fluminense foi melhor no segundo tempo, especialmente quando ficou com um jogador a mais após a expulsão do lateral-direito Pará, do Flamengo. Abriu o placar com Wendel, mas levou o empate no último minuto com Willian Arão.

O Fluminense terá força máxima nesta quarta-feira, quando receberá o Liverpool, do Uruguai, no estádio do Maracanã, no Rio, na estreia pela Copa Sul-Americana. O Flamengo terá a semana livre para trabalhar antes do clássico contra o Vasco.

O JOGO – As primeiras chances da partida aconteceram graças a erros na saída de bola dos setores defensivos. O flamenguista Rafael Vaz foi quem primeiro vacilou. Lucas Fernandes avançou pela direita e cruzou na segunda trave para Henrique Dourado, mas o goleiro Alex Muralha saiu bem e fechou o ângulo. Depois foi a vez de Nogueira vacilar pelo Fluminense. Berrío cruzou rasteiro da direita e Diego caiu na área após chegada de Marquinho. O árbitro mandou o jogo seguir.

A sequência de erros não parou por aí. Márcio Araújo recebeu livre no meio de campo, levantou a cabeça e errou um passe de três metros. Henrique Dourado aproveitou o vacilo, avançou e bateu da entrada da área para boa defesa de Alex Muralha. Na sobra, Wendel arriscou, mas o goleiro salvou de novo.

O Flamengo respondeu com dois chutes de Diego. Na primeira tentativa, em cobrança de falta, a bola bateu na barreira. Na outra, o meia bateu cruzado e Diego Cavalieri mandou para escanteio. No último minuto, o time tricolor quase abriu o placar após cobrança de escanteio. Alex Muralha saiu mal do gol, Léo tocou de cabeça, mas o peruano Trauco salvou na linha.

O Fluminense foi superior no segundo tempo. A primeira boa chance veio em chute de fora da área de Lucas Fernandes, que Alex Muralha espalmou. Pouco depois, o time tricolor ficou com um a mais. Pará deu um chute em Lucas Fernandes e foi expulso.

Com um a mais, o Fluminense passou a pressionar. Léo obrigou Alex Muralha a salvar o Flamengo mais uma vez em chute de fora da área. E o gol saiu aos 37 minutos. Após cobrança de escanteio, Donatti cortou. Wendel aproveitou a sobra, dominou e bateu cruzado. A bola desviou em Rafael Vaz e entrou.

O Flamengo partiu para o tudo ou nada e também conseguiu seu gol em cobrança de escanteio. Aos 45 minutos, após bola na área, Willian Arão subiu sozinho no meio da zaga do Fluminense e mandou para as redes.

FICHA TÉCNICA

FLUMINENSE 1 x 1 FLAMENGO

FLUMINENSE – Diego Cavalieri; Renato (Osvaldo), Nogueira, Reginaldo e Léo; Luiz Fernando, Wendel e Marquinho; Maranhão (Richarlison), Henrique Dourado (Pedro) e Lucas Fernandes. Técnico: Abel Braga.

FLAMENGO – Alex Muralha; Pará, Donatti, Rafael Vaz e Trauco; Márcio Araújo, Willian Arão e Diego; Berrío (Cuéllar), Leandro Damião (Felipe Vizeu) e Cafu (Gabriel). Técnico: Zé Ricardo.

GOLS – Wendel, aos 37, e Willian Arão, aos 45 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS – Wendel, Nogueira, Luiz Fernando e Reginaldo (Fluminense); Donatti (Flamengo).

CARTÃO VERMELHO – Pará (Flamengo).

ÁRBITRO – Rodrigo Carvalhaes de Miranda.

RENDA e PÚBLICO – Não disponíveis.

LOCAL – Estádio Kléber Andrade, em Cariacica (ES).

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Nos pênaltis, Flu bate Fla em clássico eletrizante e leva Taça Guanabara

fluO Fla-Flu deste domingo (05) foi digno de uma final de campeonato no Estádio Nilton Santos. Após cinco gols e duas viradas, o Fluminense tomou empate por 3 a 3 do Flamengo na etapa final e precisou dos pênaltis para conquistar a Taça Guanabara.

O desenrolar do clássico foi digno de roteiro de cinema, com o Fluminense abrindo contagem aos quatro minutos com Wellington Silva. William Arão empatou aos oito, e Éverton virou aos 23. O Tricolor voltou a estar na frente com Henrique Dourado e Lucas, mas Guerrero empatou em cobrança de falta. Nos pênaltis, porém, Réver e Rafael Vaz perderam, e Marcos Junior converteu a cobrança que deu a 10ª Taça Guanabara ao Tricolor.

O Fluminense volta a conquistar o troféu após cinco anos. O título garante ao Tricolor uma vaga na semifinal do Campeonato Carioca. A festa nas Laranjeiras deve durar até domingo (12), quando a equipe abre a Taça Rio contra o Boavista. O Flamengo, por sua vez, precisa esfriar a cabeça logo, pois estreia na Copa Libertadores contra o San Lorenzo nesta quarta-feira (08).

Nelson Perez/Divulgação

Wellington Silva vai bem e Júlio César se redime

Autor do primeiro gol do clássico, o camisa 11 do Flu fez vários desarmes e ainda encaixou uma linda assistência para Lucas fazer o terceiro do Tricolor no tempo normal. Ele ditou o ritmo da equipe, sendo a melhor arma ofensiva até ser substituído antes dos pênaltis por Marquinhos Calazans. Júlio César, por sua vez, foi mal com a bola rolando e se redimiu nos pênaltis. O goleiro saiu mal em dois lances de bola aérea, mas na decisão da marca da cal defendeu cobrança de Réver e abriu caminho para o Flu ser campeão.

Fluminense para no segundo tempo

A defesa tricolor, que ainda não tinha sofrido gols na Taça Guanabara, não repetiu bom desempenho. Os gols de William Arão e Éverton saíram muito por culpa da má marcação, que deixou Guerrero livre duas vezes e não acompanhou o rebote em ambas. Ofensivamente o time explorou muito bem os espaços da defesa rival, principalmente em contragolpes. Na etapa final a correria foi trocada pela cadência. O Flu se portou bem ao controlar a velocidade da partida, mas foi castigado com novo empate na reta final. Sorte que o título veio nos pênaltis.

Flamengo tira empate da cartola, mas falha nos pênaltis

Dois dos gols do Fluminense saíram em contra-ataques construídos até com certa naturalidade. Os lances expuseram a fragilidade da defesa rubro-negra no primeiro tempo, quando o ritmo foi mais acelerado. Após o intervalo, quando precisou correr atrás do placar, o Flamengo encontrou muita dificuldade para criar. Teve em Guerrero o seu herói, com ótima cobrança de falta. Na decisão por pênaltis, porém, os zagueiros Réver e Rafael Vaz cobraram muito mal e permitiram que o Flu vencesse as cobranças por 4 a 2.

Começo intenso é abertura de jogaço

O clássico não poderia ter começado melhor para o Fluminense, que logo aos quatro minutos abriu o placar com Wellington Silva em contra-ataque. O início de jogo, aliás, deixou o torcedor sem fôlego. William Arão empatou aos oito, e em seguida Alex Muralha pegou recuo com a mão e permitiu cobrança em dois toques dentro da área. Sorte do goleiro que o chute de Sornoza explodiu em Pará, e o erro não criou problemas maiores.

Willian Arão e a ‘vingança’ no Engenhão

O volante do Flamengo é o pivô da polêmica com o Botafogo e ainda não brilhou contra o ex-clube. Mas, na decisão da Taça Guanabara, Willian Arão conseguiu a sua “vingança”. O Botafogo não estava em campo, mas o camisa 5 fez o primeiro gol do Flamengo logo no estádio administrado pelo rival. A comemoração foi intensa. Vale lembrar que recentemente ele foi perseguido pelos alvinegros no amistoso entre Brasil e Colômbia, realizado também no Engenhão.

Nem parada técnica diminui o ritmo

O calor no Rio de Janeiro bateu 33º, mas a parada para reidratação não prejudicou o ótimo andamento do clássico. Mesmo criando menos, o Flamengo insistiu na bola aérea e por este caminho conseguiu a virada. O cruzamento de Pará encontrou Guerrero sozinho, e Éverton aproveitou rebote de Júlio César para virar o jogo.

Pênalti sem polêmica e cobrança com categoria

A desvantagem não abalou o Fluminense, que seguiu criando boas chances. O meio-campo verticalizou os ataques e frequentemente colocou a defesa adversária em apuros. O que rendeu o gol, porém, foi um toque de mão de Guerrero dentro da área, marcado acertadamente como pênalti. Henrique Dourado converteu.

Lucas aparece sozinho

Mais uma vez o Flamengo deixou o rival fazer a transição em grande velocidade. William Arão e Réver demoraram muito para recompor a defesa, enquanto Wellington Silva abriu na direita e enfiou ótima bola para Lucas. Sozinho, o lateral funcionou como elemento surpresa e fez o 3 a 2.

Guerrero faz golaço de falta

Quando o jogo diminuiu de ritmo e a taça parecia destinada ao Fluminense, Guerrero cobrou linda falta para levar a decisão aos pênaltis. O lance coroou a atuação muito boa do centroavante, que esteve envolvido em vários dos lances decisivos. Apesar de cometer um pênalti, na frente o peruano brigou muito pelo alto e deu início aos dois primeiros gols do Flamengo. Além disso, o Rubro-Negro não fazia um gol de falta desde 9 de abril do ano passado, um jejum de 11 meses que acabou na rede de Júlio César.

Zagueiros vão mal nos pênaltis

Diego abriu a série de cobranças batendo forte e convertendo, mas o Lucas deixou tudo igual para o Fluminense descolando Alex Muralha. Guerrero voltou a colocar o Flamengo à frente com batida seca no meio do gol, e o zagueiro Henrique voltou a empatar. Aí começaram os erros: o capitão Réver bateu no canto esquerdo, e Júlio César defendeu com a perna. Então Marquinho colocou o Fluminense à frente e em seguida viu Rafael Vaz chutar muito longe do gol. Na derradeira batida foi goleiro de um lado e bola do outro, com Marcos Junior dando a Taça Guanabara ao Tricolor.

A organização do Fla-Flu e o forte esquema de segurança montado – 830 agentes foram escalados para trabalhar no Engenhão – garantiram o clima de paz na decisão da Taça Guanabara. Não houve confrontos entre os torcedores e o Jecrim teve movimentação tranquila.

“Graças ao trabalho dos clubes e das forças de segurança não tivemos problemas no clássico. Temos que comemorar, pois foi realmente um Fla-Flu de paz”, comentou o Major Sílvio Luiz, comandante do Gepe (Grupamento Especial de Policiamento em Estádios) da Polícia Militar do Rio de Janeiro.

Nostalgia estampada na camisa

Fla-Flu em decisão imediatamente faz o torcedor do Fluminense lembrar do gol de barriga. Em 1995, o Flamengo buscou um empate incrível e tudo no Maracanã indicava o título rubro-negro, mas o Fluminense, com nove em campo, teve em Renato Gaúcho o herói do 3 a 2. Na ocasião a camisa tricolor tinha a mensagem “Ame o Rio”, frase novamente estampada neste domingo. Coincidência ou não, o placar neste domingo foi o mesmo.

Ficha Técnica

Fluminense 3 (4) x (2) 3 Flamengo
Data:
05/03/2017
Local: Estádio Nilton Santos, Rio de Janeiro-RJ
Hora: 16h00 (de Brasília)
Público: 24.451 pagantes (27.549 presentes)
Árbitro: Wagner Nascimento Magalhães
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Correa e Luiz Claudio Regazone
Cartões Amarelos: Richarlison (Fluminense); Éverton e Trauco (Flamengo)
Cartão Vermelho: não houve
Gols: Wellington Silva aos 4′, William Arão aos 8′, Éverton aos 23′, Henrique Dourado aos 32′ e Lucas aos 40 minutos do primeiro tempo. Guerrero aos 39 minutos do segundo tempo.

Fluminense: Júlio César; Lucas, Renato Chaves, Henrique e Léo; Orejuela; Pierre; Richarlison; Sornoza (Marquinho); Wellington Silva (Marquinhos Calazans); Henrique Dourado (Marcos Junior). Treinador: Abel Braga.

Flamengo: Alex Muralha; Pará, Réver, Rafael Vaz e Trauco (Felipe Vizeu); Willian Arão (Berrío), Rômulo e Diego; Mancuello (Gabriel), Éverton e Guerrero. Treinador: Zé Ricardo.

Uol

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Árbitro admite erro em clássico e pede 2ª chance com lágrimas nos olhos

(Foto: Marcos Ribolli)
(Foto: Marcos Ribolli)

O árbitro Thiago Duarte Peixoto assumiu o erro cometido no clássico Corinthians e Palmeiras na noite desta quarta-feira. Duas horas depois da vitória corintiana por 1 a 0, o juiz, com lágrimas nos olhos e visivelmente emocionado, pediu um segunda chance após cometer um equívoco ao expulsar o volante Gabriel no fim do primeiro tempo.

“Realmente houve um equívoco da arbitragem em um lance pontual feito por mim. No lance de contra-ataque, onde o jogador vai no contra-ataque, as diretrizes são de que se impede um lance promissor tem que aplicar amarelo e foi o que eu fiz, porém ao jogador errado”, disse Thiago.
O árbitro, que mostrou cartão vermelho a Gabriel depois que Maycon puxou o atacante Keno na intermediária, disse que soube do erro porque foi avisado após a partida. De acordo com ele, houve uma confusão entre os atletas.
“Eu sei disso porque, após a partida, temos um feedback dos diretores da arbitragem que viram a partida. Por que eu me confundo? No momento em que jogador puxa, o Pablo dá uma chegada dura por baixo onde fico preocupado. Quando levanto a cabeça, vejo o Gabriel. Olhei para ele e apliquei o amarelo erroneamente. Fui questionado também sobre o quarto árbitro ter me informado, mas foi questionado com assistentes porque achavam que eu dava a falta por baixo e não foi a falta que dei. Dei pelo puxão do Maycon o amarelo para o Gabriel”, explicou.
Thiago também frisou que o fato se tornará um aprendizado na carreira e disse que espera que o trabalho dele como árbitro de futebol tenha continuidade.
“Escolhi ser árbitro. Escolhi isso para a minha vida e se não estiver preparado para erros e acertos…se a comissão confiou em mim é porque eu merecia e espero continuar a carreira. É um aprendizado errar num clássico. Em um jogo de importância dessas. Foi o que escolhi para mim. Já passei por momentos delicados na vida pessoal e agora na vida profissional. Espero com muita fé e força de vontade continuar a carreira. Como quem comete um equívoco no trânsito, como quem não faz um gol. Eu apliquei o amarelo. Espero do fundo do meu coração que a minha carreira continue”, afirmou.
RODRIGO GAZZANEL/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Thiago Duarte Peixoto durante a confusão no fim do primeiro tempo

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Dor e alívio! Palmeiras vence o Linense e diminui pressão antes de clássico

palmeirasO Palmeiras viveu um dia de susto e muitas alegrias. A apreensão ficou por conta do entorse no joelho esquerdo de Moisés, ainda no primeiro tempo. Por outro lado, o time não deixou a desejar e derrotou o Linense por 4 a 0, neste domingo, na Arena da Fonte, em Araraquara.

O resultado positivo deu tranquilidade para o técnico Eduardo Baptista e o elenco antes do clássico contra o Corinthians, que será disputado na quarta-feira, na casa do adversário. Apesar de estar na liderança do Grupo C do Campeonato Paulista, o Palmeiras era alvo de críticas da torcida neste início de temporada.

Durante os 90 minutos, o Palmeiras controlou as ações sem dificuldade. O Linense quase não deu qualquer trabalho para o goleiro Fernando Prass. Já o ataque funcionou bem em uma tarde inspirada de Dudu.

Dia de estreia

Pela primeira vez nesta temporada, Mina vestiu a camisa do Palmeiras. O zagueiro colombiano não disputou as primeiras partidas de 2017 por conta de uma lesão muscular que sofrera no fim do ano passado. No jogo deste domingo, ele entrou na vaga de Edu Dracena, que foi poupado e nem sequer viajou para Araraquara.

Lesão e dor

Em disputa com Zé Antônio, Moisés sofreu um entorse no joelho esquerdo e deixou o gramado chorando. O jogador foi substituído por Keno, aos 11 minutos, e deixou preocupada a comissão técnica alviverde. O jogador saiu de Araraquara antes do fim do jogo acompanhado pelo médico Gilberto Cunha e os exames serão realizados em São Paulo. Caso não tenha condições de atuar mais neste Paulistão, ele deve dar vaga para o colombiano Borja ser inscrito na competição. Além dele, o técnico Eduardo Baptista viu Tchê Tchê e Fabiano se lesionarem neste início de temporada. Coincidentemente, Moisés sofreu uma lesão em jogo contra o Linense na última temporada. Por conta de duas contusões na perna esquerda, o jogador e disputou apenas 37 partidas em 2016.

Sem peso nas costas

Willian era um dos jogadores mais pressionados antes da partida deste domingo. Agora, porém, o atacante pode respirar mais tranquilo. Depois de Keno aproveitar falha da defesa adversária, Dudu deu o passe para Willian, que abriu o placar aos 23 minutos. “A cobrança é maior por se tratar de um clube grande como o Palmeiras, mas as coisas acontecem na hora certa. Por mim, faria dois ou três gols por jogo, mas a gente sabe que as coisas não são assim”, disse Willian.

Dudu inspirado e o primeiro de Raphael Veiga

O Palmeiras empolgou depois do primeiro gol e, logo na sequência, ampliou o placar. Depois de lançamento do goleiro Fernando Prass, Willian e Dudu fizeram boa troca de passes até a bola chegar em Raphael Veiga, que mandou para o fundo do gol, aos 25 minutos. Foi também o primeiro gol dele pelo clube.

Jogada ensaiada e fim do jejum

Mesmo com a vantagem no placar, o Palmeiras não diminuiu o ritmo no segundo tempo. Em jogada ensaiada, Dudu cobrou escanteio na esquerda, a bola desviou em Zé Antônio, do Linense, e sobrou para Michel Bastos, que só teve o trabalho de completar de cabeça. O meia não marcava um gol desde o dia 11 de maio de 2016, na vitória do São Paulo por 1 a 0 sobre o Atlético-MG, pelas quartas da Copa Libertadores.

Em alerta

O Palmeiras ficou alerta até nos instantes finais do jogo.  Em uma das únicas oportunidades do Linense, Em um contragolpe da equipe do interior, o goleiro Fernando Prass fez bela defesa. No rebote, Vitor Hugo evitou o gol do adversário quase em cima da linha.

Garçom Dudu e Barrios

Lucas Barrios também conseguiu deixar o seu na partida. Dudu deu mais uma excelente assistência para o atacante paraguaio, que mostrou oportunismo para marcar o quarto do Palmeiras.

FICHA TÉCNICA

LINENSE X PALMEIRAS

Data: 19 de fevereiro de 2017, domingo
Horário: 17h (de Brasília)
Competição: Campeonato Paulista (4ª rodada)
Local: Arena da Fonte, em Araraquara (SP)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira
Auxiliares: Tatiane Sacilotti Camargo e Gustavo Rodrigues de Oliveira
Público e renda: 10.208 pessoas R$ 626.090.
Cartões amarelos: Caíque, Zé Antônio (Linense); Yerry Mina, Lucas Barrios (Palmeiras)
Gols: Willian aos 23 do 1º tempo; Raphael Veiga aos 25 do 1º tempo; Michel Bastos aos 8 do 2º tempo; Lucas Barrios aos 36 do 2º tempo

LINENSE: Victor Golas; Bruno Moura, Rodrigo Lobão, Lucas Silva (Magno Alves) e Bruno Costa (Thiago Santos); Caíque, Zé Antônio, Thiago Humberto e Diego Felipe; Giovanni (Felipe Pereira) e Gabrielzinho. Técnico: Guilherme Alves.

PALMEIRAS: Fernando Prass; Jean, Yerry Mina, Vitor Hugo e Egídio; Felipe Melo (Thiago Santos); Michel Bastos, Moisés (Keno), Raphael Veiga e Dudu; Willian (Lucas Barrios). Técnico: Eduardo Baptista

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