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Vigilância sanitária interdita fábrica clandestina de álcool em gel em Campina Grande

A Vigilância Sanitária em ação conjunta com o Procon-CG, Polícia Militar e outros órgãos interditou uma fábrica clandestina de álcool gel em Campina Grande no início da tarde desta quarta-feira (1º).

De acordo com a Angevisa, o proprietário do local não tem a documentação necessária para funcionar e estava produzindo. “Há uma norma técnica que regulamenta a produção principalmente do álcool gel e a vigilância resolveu por precaução interditar até que o estabelecimento apresente autorização e apresente as boas práticas de fabricação”, explicou.

O proprietário do estabelecimento ficou visivelmente irritado e não quis falar com a reportagem da TV Arapuan.

Marília Domingues / Márcio Rangel

 

 

Polícia investiga morte de mulher após aplicar silicone industrial em clínica clandestina, na PB

A Polícia Civil está investigando a morte de uma mulher após a aplicação de silicone industrial. Maísa Andrade morreu nesta quarta-feira (5), no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, e teria feito o procedimento em uma clínica clandestina no bairro do Varadouro, segundo um amigo da vítima.

De acordo com o delegado de homicídios, Carlos Othon, a Polícia Civil foi até o Hospital de Trauma ainda na quarta-feira e requisitou o exame cadavérico da mulher. Além disso, alguns depoimentos foram prestados à polícia e as informações iniciais estão sendo apuradas. O delegado preferiu não informar quem prestou depoimento nesse momento para evitar a exposição das pessoas.

De acordo com a assessoria do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Maísa Andrade foi socorrida na terça-feira (4) com taquicardia, hipertensão, vômitos e convulsões. Apesar de estar desorientada, ela ainda estava consciente e informou aos socorristas que tinha aplicado o silicone industrial.

O amigo da mulher – que preferiu não ser identificado – relatou à TV Cabo Branco que ela passou mal durante a aplicação do silicone na clínica clandestina e foi socorrida pela pessoa que fazia o procedimento. A aplicação foi realizada na perna de Maísa, segundo ele.

Ela foi levada para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa e morreu na madrugada desta quarta-feira (5). À reportagem da TV Cabo Branco, a direção da unidade informou que foram feitos todos os procedimentos possíveis para tentar reanimar Maísa e que a possível causa da morte foi embolia pulmonar causada pela aplicação do silicone industrial. O corpo saiu do Hospital de Trauma na noite da quarta-feira e foi encaminhado para o Instituto de Perícia Científica (IPC).

Maísa Andrade era mulher trans, natural de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba. Ela morava em Cajazeiras e viajou para João Pessoa para realizar a aplicação de silicone.

O Movimento em Defesa dos Direitos Humanos LGBT de Cajazeiras-PB emitiu uma nota de falecimento, lamentando a morte dela. Confira a nota:

Nota de Falecimento do Movimento em Defesa dos Direitos Humanos da População LGBT de Cajazeiras-PB

“É com profunda tristeza que o Movimento em Defesa dos Direitos Humanos de Cajazeiras-PB, vem informar aos amigos/as, aos nossos militantes e à nossa base social, o falecimento da companheira Maísa Andrade, na manhã do dia 5 de Fevereiro de 2020.

O Movimento LGBT se despede dessa guerreira e dá continuidade ao seu legado, transmitindo todo o aprendizado de seus atos para as próximas gerações”.

G1

 

Mulher morre após aplicar silicone industrial em clínica clandestina, na PB

Uma mulher morreu nesta quarta-feira (5), no Hospital de Trauma de João Pessoa, após aplicar silicone industrial. Maísa Andrade teria feito o procedimento em uma clínica clandestina no bairro do Varadouro, segundo um amigo da vítima.

De acordo com a assessoria do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Maísa Andrade foi socorrida na terça-feira (4) com taquicardia, hipertensão, vômitos e convulsões. Apesar de estar desorientada, ela ainda estava consciente e informou aos socorristas que tinha aplicado o silicone industrial.

O amigo da mulher – que preferiu não ser identificado – relatou à TV Cabo Branco que ela passou mal durante a aplicação do silicone na clínica clandestina e foi socorrida pela pessoa que fazia o procedimento. A aplicação foi realizada na perna de Maísa, segundo ele.

Ela foi levada para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa e morreu na madrugada desta quarta-feira (5). À reportagem da TV Cabo Branco, a direção da unidade informou que foram feitos todos os procedimentos possíveis para tentar reanimar Maísa e que a possível causa da morte foi embolia pulmonar causada pela aplicação do silicone industrial.

Até a publicação desta matéria, a Polícia Civil da Paraíba não havia recebido nenhuma denúncia sobre o caso.

Maísa Andrade era mulher trans, natural de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba. Ela morava em Cajazeiras e viajou para João Pessoa para realizar a aplicação de silicone.

O Movimento em Defesa dos Direitos Humanos LGBT de Cajazeiras-PB emitiu uma nota de falecimento, lamentando a morte dela. Confira a nota:

Nota de Falecimento do Movimento em Defesa dos Direitos Humanos da População LGBT de Cajazeiras-PB

“É com profunda tristeza que o Movimento em Defesa dos Direitos Humanos de Cajazeiras-PB, vem informar aos amigos/as, aos nossos militantes e à nossa base social, o falecimento da companheira Maísa Andrade, na manhã do dia 5 de Fevereiro de 2020.

O Movimento LGBT se despede dessa guerreira e dá continuidade ao seu legado, transmitindo todo o aprendizado de seus atos para as próximas gerações”.

G1

 

Fábrica clandestina de cachaças famosas é fechada em Cuitegi e Polícia Civil detém três

Divulgação/ Polícia Civil
Divulgação/ Polícia Civil

A Polícia Civil em Guarabira, a 98 km de João Pessoa, encontrou, na manhã desta terça-feira (28), uma fábrica clandestina de bebidas destiladas que funcionava em uma casa na cidade de Cuitegi, a 105 km da Capital paraibana. No local, os policiais apreenderam rótulos falsificados, tonéis, garrafas vazias e cheias e equipamentos para a produção. Três pessoas foram detidas em flagrante e levadas à delegacia durante a operação denominada ‘ Alquimia’.

De acordo com a Polícia Civil, foram expedidos cinco mandados de busca e apreensão em cinco residências. “As investigações se iniciaram há cerca de um mês por intermédio de denúncia anônima que informava sobre um grupo criminoso que estava falsificando cachaças das mais variadas marcas, inclusive cachaças com fama internacional”, falou Walber Virgolino, delegado titular da 8ª DSPC de Guarabira.

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Virgolino explicou que os falsificadores adquiriam os vasilhames secos de diversas marcas nos bares de todo o Brejo da Paraíba e depois compravam cachaça de sem um selo de qualidade nos engenhos da região e engarrafavam os frascos. “Os criminosos engarrafavam e lacravam as garrafas com selos falsificados, comprometendo a saúde dos consumidores, a arrecadação da receita estadual e a qualidade das cachaças originais”, falou. Participaram da operação cerca de 30 policias civis. A ação policial contou com apoio do Fisco Estadual.

 

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