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4º BPM realiza Curso de Polícia Comunitária para militares e civis

O 4° BPM (Batalhão de Polícia Militar) deu início nesta segunda-feira (8), a mais um Curso Nacional de Promotor de Polícia Comunitária (CNPPC 2019), que faz parte do calendário anual de ensino do Centro de Educação da Polícia Militar da Paraíba. Trinta alunos estão participando do curso, incluindo policiais militares do próprio Batalhão, líderes comunitários, conselheiros tutelares, membros da comunidade religiosa e outros segmentos sociais.

O curso visa qualificar policiais militares e membros da comunidade para o estreitamento de laços entre a Polícia Militar e a sociedade, numa política de segurança pública voltada à participação da comunidade na promoção de segurança e cidadania. O curso está sendo coordenado pelo Nufap (Núcleo de Formação e Aprimoramento Profissional) do 4°BPM, que tem à frente o Ten Ícaro.

Dentro dos preceitos da Polícia Comunitária, é estabelecida uma cooperação entre o policial e o cidadão comum e entre o Estado e a população, para a construção de uma relação onde serão fomentadas questões envolvendo a obrigação do Estado de promover a segurança pública e a conscientização do cidadão sobre seu papel e responsabilidade neste processo.

O curso será encerrado na próxima sexta-feira (12), após a realização de uma avaliação com os participantes. Os concluintes receberão certificados emitidos pela Polícia Militar da Paraíba em parceria com a Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), órgão do Ministério da Justiça.

Assessoria 4º BPM

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Funcionário de empresa simula assalto e é preso por policiais civis e militares de Guarabira

presoO funcionário de uma empresa localizada  no bairro São José, em Guarabira, foi preso por policiais civis e militares na tarde desta quarta-feira (22), logo depois de simular que teria sido vítima de um  assalto e que teriam sido roubados dele R$ 2.305 em espécie. O trabalho das polícias teve início quando a guarnição do Comando do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) foi informada, através do Copom, de um assalto que teria sido praticado próximo à UPA.

A guarnição do Comando, junto com o Núcleo de Inteligência do 4º BPM e policiais civis do GTE se deslocou até onde teria acontecido o assalto, mas no local as pessoas não souberam dar informações e disseram não ter presenciado nenhuma ocorrência desse tipo nas proximidades.

Os policiais localizaram, através do gerente, o funcionário da empresa que teria sido vítima do assalto. Ele informou que tinha sido abordado por dois homens em uma moto e que eles tinham levado o dinheiro da empresa que estava com ele, fugindo em seguida.

Os policiais solicitaram ao gerente que levasse o funcionário até a delegacia para registrar a ocorrência. Diante dos questionamentos feitos pelos policiais, o funcionário da empresa caiu em contradição e acabou confessando que teria simulado o assalto porque estava com problemas financeiros.

O dinheiro, segundo ele, estava guardado na casa da sua avó, no bairro Nordeste I, e foi encontrado pelos policiais. O acusado tem 23 anos de idade e foi autuado em flagrante por furto qualificado.

Assessoria

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Policiais civis da PB acatam proposta do Governo de incorporar gratificações

CENTRAL-POLICIA-CIVIL-PBOs policiais civis de carreira decidiram, em Assembleia Geral na noite desta quarta-feira (15), aceitar a proposta do governador Ricardo Coutinho (PSB) incorporar as gratificações aos salários, mas deve está equiparada entre todas os membros que compõem a Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba (Aspol-PB).

De acordo com o vice-presidente da Aspol-PB, Waldecy Feliciano, os policiais pedem a igualdade no percentual. “A categoria decidiu aceitar desde que o pagamento das parcelas não tenha valor diferenciado, ou seja, o mesmo percentual”, disse.

Na Assembleia de ontem, também foi levantada a discussão sobre a gratificações para a categoria investigativa que está congelada desde a medida anunciada pelo Governo do Estado e que atinge todos os servidores. “Nem todos os policiais que exercem essas funções estão recebendo”, frisou.

De acordo com o secretário de estado da Segurança Pública, Cláudio Lima, o benefício concedido pelo governo, que terá incorporada aos vencimentos 40% das gratificações pagas em forma de plantão, vai elevar os salários dos policiais para R$ 3.055,00, aproximadamente. Atualmente, os salários dos policias, considerando os plantões extras, vai de R$ 2,4 mil a R$ 2,6 mil.

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Tiroteio deixa policiais civis feridos e bandido morto em João Pessoa

assaltoUm assaltante morreu e dois policiais civisi ficaram feridos durante uma ação do Grupo de Operações Policias (GOE) da Polícia Civil, na tarde desta terça-feira (13), no Bairro Colinas do Sul, em João Pessoa.

O criminoso foi atingido por vários tiros e morreu dentro de um supermercado. Atingido de raspão,  o  policiais  foram  socorridos para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, na Capital paraibana.

De acordo com a polícia, o GOE estava monitorando um acusado de assalto na região. Na hora que  se preparava para assaltar um mercadinho foi interceptado pelos policiais e  reagiu.

Baleado o jovem, de nome ‘Mateuzinho’ ,  tentou se esconder dentro do estabelecimento comercial e veio a óbito.

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Acusado de assalto tentou se esconder dentro de mercadinho (imagem: reprodução Instagram Walter Paparazzo)

No carro do acusado, um  Corsa Classic, cor prata, foi encontrada uma  quantidade de dinheiro que, segundo a polícia, pode ser produto de assaltos.

Um veículo utilizado pelos policiais foi atingido com vários disparos.

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Carro dos policiais foi atingido (foto: reprodução Instagram Emerson Marchado)

MaisPB

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Boca de CD é preso por policiais Civis da 21ª Seccional de Solânea

delegado-de-solaneaUma equipe de policiais civis da 21ª Delegacia Seccional de Solânea, prendeu na manhã desta terça-feira dia (06),  o Inaldo dos Santos Sabino de 26 anos, ele é acusado de envolvimento com o tráfico de drogas na região do Brejo paraibano.
O acusado  foi abordado em sua residência nas proximidade da Rua Dionísio Rodrigues de acordo com o delegado titular da seccional, Dr. Diógenes Fernandes a equipe chegou até o suspeito através de um comprimento de mandato de busca e apreensão.
Na manhã desta terça – feira a equipe de Policiais Civis  foi até a casa do “Boca de CD” como é conhecido Inaldo dos Santos Sabino e durante as buscas os agentes encontraram em um Sitio na Chã de Solânea, de propriedade do presidiário  Wilaton Inácio Henrique Ferreira, que está cumprindo pena no presidio, na cidade de Guarabira. Na operação policial foi presa Gezia Marilia Ferreira da Silva, que também tem envolvimento com as drogas apreendida.
Foi constatado pelos policiais no ato da apreensão em um tambor azul enterrado no sito da Chã de solãnea, 2 kg de maconha, 600 gramas de Crak,  200 gramas de cocaína com alguns telefones celulares e uma balança de precisão, toda droga avaliada segundo o delegado Dr Diógenes Fernandes, em vinte cinco mil reais $ 25.000,00.
Ainda de acordo com o Dr. Diógenes Fernandes o trabalho para prender o fugitivo Ivanildo dos Santos Sabino,  continua  agora é prender o albergado, que fugiu e gerou todo um novo procedimento para policia civil em desvendar onde estava escondida tanta droga na cidade  de Solãnea .
Após os procedimentos legais, na 21ª Seccional de Solãnea , Inaldo dos Santos Sabino “Boca de CD”  será encaminhado ao hospital Distrital de Solânewa  onde se submeterá à exames de corpo de delito e depois vai ser conduzido à Cadeia Pública onde vai aguardar decisão da Justiça.
Por Odilon Almeida
Diário do Brejo

Policiais civis da Paraíba realizam paralisação e protesto contra PEC 241 e lei estadual 10.660

policiais-civisNesta quarta-feira (09), os policiais civis da Paraíba realizaram uma paralisação em protesto contra a PEC 241 e a lei estadual 10.660/2006, que congela os reajustes das remunerações e subsídios dos servidores ativos civis e militares da administração direta e indireta do Poder Executivo estadual, bem como dos proventos dos servidores inativos e pensionistas até que as transferências de recursos federais e arrecadação fiscal estadual se normalizem.
A categoria afirma que vem sendo prejudicada com essas medidas. Suana Guarani de Melo, presidente da Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba (ASPOL), afirmou que trinta por cento dos serviços estão sendo mantidos, como a realização de flagrantes e a condução para audiências de custódia. Ela ainda destacou que o movimento aproveitou a oportunidade para arrecadar mantimentos para instituições filantrópicas do estado.

Yves Feitosa/David Martins

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MP ajuíza 18 ações civis públicas contra prefeito e ex-prefeito de cidade da PB

mppbEm apenas seis meses (de fevereiro a julho de 2015), o Ministério Público da Paraíba (PMDB), por meio da Promotoria de Justiça do Patrimônio Público de Bayeux, ajuizou 18 ações civis públicas, sendo 13 delas por atos de improbidade administrativa. Dessas 18 ações, a metade tem como réu o ex-prefeito de Bayeux Josival Júnior de Sousa, o Jota Júnior (PMDB); outras duas ações envolvem o atual prefeito Expedito Pereira de Sousa (PSB); e uma outra a ex-prefeita Sara Maria Francisca Medeiros Cabral (DEM). Com cerca de 100 mil habitantes, o município de Bayeux está localizado na Região Metropolitana de João Pessoa.

Dentre as nove ações civis públicas (ACPs) de improbidade administrativa contra Josival Júnior, está a que teve como motivo o descumprimento do repasse para as contas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), no exercício financeiro de 2008. Outra ação de improbidade administrativa contra Jota Júnior (envolvendo mais outras seis pessoas) tem como motivo o desvio de verbas públicas cometidas contra o município de Bayeux.

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As outras ACPs que têm Jota Júnior como réu têm os seguintes motivos: irregularidades em licitação; irregularidades do exercício financeiro de 2007; dispensa da licitação na contratação da Fundação Franco Brasileira de Pesquisa e desenvolvimento (Fubras); irregularidades no contrato do Teatro Municipal de Bayeux; outra irregularidade nas verbas do Fundeb do exercício de 2006; ilegalidade na cessão de direitos e obrigações dos serviços de coleta municipal de resíduos sólidos; e irregularidades no termo de parceria e aditivo a esse mesmo termo de parceria do Centro de Geração de Empregos (Cegepo).

O prefeito Expedito Pereira é réu nas ações civis públicas por improbidade administrativa tendo como motivos perseguições político-administrativas contra servidores públicos municipais e dirigentes sindicais; e outra por contratação irregular de servidores temporários. Já a ex-prefeita Sara Cabral é alvo de uma ação civil pública de ressarcimento ao erário, que tem como motivo irregularidades nos programas sociais sob a responsabilidade do Ministério do desenvolvimento Social e Combate à Fome. No caso de Sara, a Justiça decretou no dia 15 de junho deste ano a medida liminar de indisponibilidade dos bens da ex-gestora.

De acordo com o relatório divulgado nesta quinta-feira (30) pela Promotoria de Justiça do Patrimônio Público de Bayeux, nos últimos seis meses do ano ainda foram registradas outras quatro ações contra o município de Bayeux, motivadas por desvio de função de servidores do município de Bayeux; para regularizar a Ouvidoria do Município; para regularizar o Portal de Transparência; e para convocar os concursados do último certame e exonerar os temporários.

Fonte: Da Redação com Ascom

Policiais Civis da Paraíba têm o pior salário do Nordeste

Reprodução/Facebook/Polícia Civil
Reprodução/Facebook/Polícia Civil

Ao contrário do que o Governo do Estado alardeia pelos quatro cantos da Paraíba, a remuneração dos policiais civis paraibanos está entre os piores salários do Nordeste do país. Entre as nove unidades da federação da região, o reconhecimento financeiro dos delegados de polícia, por exemplo, ocupa a última posição. No Nordeste, agentes e escrivães do nosso estado recebem maiores salários apenas do que os pagos em Alagoas. Os dados da falta de estímulo do governo para com os policiais da Paraíba foram revelados no Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2014, divulgado há poucos dias, pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Os delgados da Paraíba, por exemplo, têm o pior salário do Nordeste. Em 2012, um delegado de polícia tinha remuneração inicial bruta de R$ 7.133,82. Na região, os policiais paraibanos recebiam menos que um delegado potiguar (R$ 9.185,40), pernambucano (R$ 9.319,96), baiano (R$ 9.677,29) e sergipano (R$ 10.732,42). No Nordeste, eles tinham o salário menor que dos delegados do Maranhão (R$ 12.029,87), Piauí (R$ 12.154,36), Alagoas (R$ 12.593,95) e Ceará (R$ 12.706,25).

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Em 2012, um escrivão de polícia na Paraíba, em início de carreira, recebia R$ 2.325,52; esse era o mesmo valor pago a um agente de investigação da polícia judiciária paraibana. As duas categorias são à base da polícia civil já que seus integrantes são a maioria dos 1.865 policiais judiciários do estado. A título de comparação, em Sergipe – estado da região que mais reconhece o valor desses profissionais – tanto um agente como um escrivão recebem vencimentos de R$ 4.359,01. Ou seja, quase o dobro do salário pago aos mesmos profissionais que atuam na Paraíba.

Na sequência, os estados da região que pagavam as melhores remunerações aos agentes e escrivães eram: Piauí, com R$ 3.104,55; Bahia, com R$ 2.878,34 (apenas escrivão); Ceará, com R$ 2.787,31 (apenas escrivão); Rio Grande do Norte, com R$ 2.777,93; Pernambuco, com R$ 2.765,78; e Maranhão, com R$ 2.502,31 (apenas escrivão).

Em 2012, Alagoas ocupava a última posição na região quando se tratava de reconhecimento financeiro a policiais civis. Na terra dos marechais, escrivães e agentes de polícia recebiam R$ 2.071,81.

 

BlogdoGordinho

Segurança nas eleições conta com mais de 6,3 mil policiais militares, civis e bombeiros na Paraíba

pmUm total de 6.396 policiais militares, civis e bombeiros militares vai garantir a segurança das eleições de 5 de outubro nos 223 municípios paraibanos como parte da Operação Voto Seguro, que começou a ser executada nesta quarta-feira (1º) e se prolonga até o dia 6 de outubro.

A Polícia Militar escalou 4.561 policiais, enquanto o Corpo de Bombeiros participa da Operação Voto Seguro com 885 bombeiros militares e a Polícia Civil vai atuar com 950 policiais, incluindo delegados, agentes de investigação, escrivães e as equipes do Instituto de Polícia Científica (IPC).

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O secretário de Estado da Segurança Pública, Cláudio Lima destacou que todo o efetivo a ser empregado pode chegar a cerca de 8 mil homens e mulheres, caso necessário. Ele ressaltou a importância desse trabalho integrado entre as policiais estaduais, a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal, todas à disposição do Tribunal Regional Eleitoral. E observou que será a primeira eleição em que as tropas estaduais vão dispor de um helicóptero, que será útil em qualquer operação policial ou de resgate a vítimas.

A Polícia Militar conclui o embarque dos 4.561 policiais nesta quinta-feira (2). Na manhã desta quarta-feira (1º) embarcaram para o Sertão e Cariri 680 policiais. O reforço policial atende às demandas apresentadas pelo Tribunal Regional Eleitoral.

“O Corpo de Bombeiro Militar da Paraíba estará pronto para desempenhar as atividades de atendimento de urgência/emergência, quer seja nas atividades de combate a incêndio, busca e salvamento ou de pré-hospitalar, prestar também auxilio à Polícia Militar nas ações definidas pela Secretária de Segurança Pública em relação à guarda de urnas eletrônicas nos municípios onde se fizer necessária a presença do bombeiro militar”, explicou o comandante geral da Corporação, coronel Jair Carneiro.

A PM também vai atuar nos três Centros de Comando e Controle, locais onde ficarão reunidos profissionais de vários órgãos, para monitorar a instalação das urnas na sexta-feira (3) e sábado (4) e corrigir possíveis problemas de forma imediata. No domingo (5), dia da votação, o Centro funcionará das 7h até o término da apuração dos votos. As estruturas serão montadas nas cidades de João Pessoa, Campina Grande e Patos.

 

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Policiais civis, federais e PRF paralisam atividades por 24h na Paraíba e mais 13 estados

policia federalAs polícias Federal, Rodoviária Federal e policiais civis de 14 Estados, entre eles, São Paulo e Rio de Janeiro, vão parar nesta quarta-feira (21).

O ato reivindica uma política de segurança pública para o país como a criação de uma carteira de identidade única e um banco de dados criminal interligado.

Os policiais federais também pedem reajuste e plano de carreira, entre outras reivindicações. O governo ofereceu 12% agora e 3,8% em janeiro -proposta que foi rejeitada pela categoria.

Não está prevista paralisação nos aeroportos.

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Apesar do apoio da Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais ao movimento, não está prevista a paralisação de policiais militares.

“Você sabe qual será o legado da Copa do Mundo para a segurança pública? Nenhum. Os índices de criminalidade vão reduzir em todo o país durante o evento, mas depois tudo voltará”, disse Jânio Gandra, presidente da Cobrapol (Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis).

O movimento de paralisação, por 24 horas, é organizado pela Cobrapol, pela Fenapef (Federação Nacional de Policiais Federais) e pela Fenaprf (Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais). Em Brasília, os policiais pretendem caminhar até o Ministério da Justiça ou a praça dos Três Poderes (o trajeto ainda será definido).

No Rio, os policiais civis farão caminhada da Cidade da Polícia, onde se concentram as delegacias especializadas da cidade, na zona norte, até a Tijuca, onde no fim do dia haverá assembleia.

 

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