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Tema da redação do Enem 2019 é ‘Democratização do acesso ao cinema no Brasil’

O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2019) é “Democratização do acesso ao cinema no Brasil”.

Segundo professores ouvidos pelo G1, o tema não estava entre as principais apostas e discussões nos cursinhos ou redes sociais durante o ano, e a área de cultura há anos não aparecia no Enem. Mas a surpresa não chega a fazer do Enem 2019 uma prova difícil para os candidatos.

Já os cineastas ouvidos pelo G1 afirmaram que a democratização do acesso ao cinema no Brasil ainda está longe da realidade. Eles citaram argumentos que poderiam ser usados pelos candidatos, como diversidade de temas nas telas, variedade de produtores na execução dos projetos e até o valor do ingresso, que em geral é caro no país.

Nas redes sociais, alguns internautas elogiaram o tema, enquanto outros ficaram felizes de não estarem entre os candidatos neste ano.

Os estudantes tiveram acesso a textos de apoio para compor a argumentação, como:

  1. um trecho do artigo “O que é cinema”, de Jean-Claude Bernardet;
  2. um trecho do texto “O filme e a representação do real”, de C.F.Gutfreind;
  3. um infográfico do periódico “Meio e a Mensagem” sobre o percentual de brasileiros que frequentam as salas de cinema;
  4. um trecho do texto “Cinema perto de você”, da Ancine.

Análise dos professores

O professor de redação do Sistema de Ensino pH Thiago Braga, do Rio de Janeiro, disse ao G1 após o anúncio que o tema é inesperado e não houve discussão tão grande sobre ele nesse ano.

“Mas é uma discussão importante porque a gente tem o cinema como uma arte que é muito deixada de lado no Brasil, embora muito bem produzida no Brasil”, afirmou Thiago Braga, do pH.

Segundo ele, sem os textos motivadores não é possível saber que enfoque o Enem vai dar ao tema. Braga sugere algumas abordagens possíveis, desde a produção audiovisual no país até o acesso de todos os setores da população ao audiovisual, inclusive as famílias de baixa renda.

A professora Isabela Arraes, do CPV Vestibulares, de São Paulo, afirmou que, apesar de inusitada, a proposta da redação do Enem 2019 não pode ser considerada difícil.

“Foi compatível com o que o exame costuma cobrar dos candidatos, se considerarmos que o tema sempre traz uma questão de viés social que deverá ser analisada criticamente pelos alunos. A questão foi alvo de discussões na internet, principalmente devido aos últimos cenários envolvendo a Ancine e os cortes na cultura do país” – Isabela Arraes, professora de redação

Ainda de acordo com Isabela, a democratização do acesso ao cinema é uma questão social muito pertinente.

“Inclusive, dava margem a algumas análises polêmicas, na contramão do clima de tensão do momento político que o país está vivendo: assim, o Enem optou por solicitar uma discussão extremamente importante no que diz respeito à aquisição dos conhecimentos proporcionados pela indústria cinematográfica”, afirmou a professora.

Para o professor de redação Rogi Almeida, do Curso de Redação, em Teresina, o estudante pode se surpreender porque o tema não foi abordado em provas mais recentes.

“Eles pegaram um eixo temático que há muito tempo não era abordado, que é cultura. O aluno tem que fazer a problematização para o acesso à cultura e ao cinema e como a partir de um filme se tira várias discussões sociais.” – Rogi Almeida, professor de redação

Rogi Almeida ainda diz que é possível usar exemplos na abordagem. “Um exemplo é o Coringa, um filme a partir do qual se discute a violência, as doenças psíquicas, entre outros temas.”

Argumentos de cineastas

Bruno Barreto, diretor de filmes como “Dona Flor e seus dois maridos” e “O que é isso, companheiro?”, que foi indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro, afirma que “estamos ainda muito longe da democratização do acesso ao cinema brasileiro”.

“A arte precisa de dinheiro, mas também de mecanismos para facilitar o acesso, para democratizar, fazer com que pessoas com baixo poder aquisitivo tenham acesso ao audiovisual. A maneira realista de isso acontecer é nas plataformas e na televisão” – Bruno Barreto, cineasta

Para Marcelo Gomes, diretor de filmes como “Estou me guardando para quando o Carnaval chegar” (2019) e “Cinema, Aspirina e Urubus” (2005), a democratização do cinema leva o país a construir uma identidade.

“O cinema é o espelho da nossa cultura. Já foi dito que um país sem cinema é uma casa sem espelhos. A gente tem que democratizar, fazer chegar a todas as camadas da população, não apenas em shoppings com ingressos caros. Milhares e milhares de cidades do Brasil não têm cinema. É uma forma de as pessoas acessarem mais conhecimentos, é fundamental ao país.” – Marcelo Gomes, cineasta

A cineasta Laís Bodanzki afirma que a democratização do acesso ao cinema precisa incluir a diversidade de temas abordados na tela e também ao ingresso à sala de exibição. Bodanzky é presidente da SPCine – empresa da prefeitura de São Paulo responsável pelo fomento, estímulo e difusão do audiovisual na cidade de São Paulo – e diretora de filmes como “Como nossos pais” (2017), “As melhores coisas do Mundo” (2010), “Bicho de Sete Cabeças” (2000), entre outros.

“Quando falamos de democracia do cinema, falamos também sobre o que está na tela, quem tem direito de assistir a este filme e quem tem direito de fazer” – Lais Bodanzki, cineasta

Lista de todos os temas de redação do Enem

  • 1998: Viver e aprender
  • 1999: Cidadania e participação social
  • 2000: Direitos da criança e do adolescente: como enfrentar esse desafio nacional
  • 2001: Desenvolvimento e preservação ambiental: como conciliar os interesses em conflito?
  • 2002: O direito de votar: como fazer dessa conquista um meio para promover as transformações sociais que o Brasil necessita?
  • 2003: A violência na sociedade brasileira: como mudar as regras desse jogo
  • 2004: Como garantir a liberdade de informação e evitar abusos nos meios de comunicação
  • 2005: O trabalho infantil na sociedade brasileira
  • 2006: O poder de transformação da leitura
  • 2007: O desafio de se conviver com as diferenças
  • 2008: Como preservar a floresta Amazônica: suspender imediatamente o desmatamento; dar incentivo financeiros a proprietários que deixarem de desmatar; ou aumentar a fiscalização e aplicar multas a quem desmatar
  • 2009: O indivíduo frente à ética nacional
  • 2010: O trabalho na construção da dignidade humana
  • 2011: Viver em rede no século 21: os limites entre o público e o privado
  • 2012: Movimento imigratório para o Brasil no século 21
  • 2013: Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil
  • 2014: Publicidade infantil em questão no Brasil
  • 2015: A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira
  • 2016: Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil
  • 2017: Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil
  • 2018: Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet

 

G1

 

 

Crianças e jovens ‘fazem cinema’ com celulares em distrito de Areia, no Brejo da Paraíba

Um projeto de produção de cinema feito por crianças e jovens tem possibilitado a integração de estudantes e moradores com a sétima arte, no distrito de Mata Limpa, em Areia, no Brejo da Paraíba. Com o objetivo de gerar conhecimento cultural e incentivar futuros comunicadores, o projeto surgiu em agosto de 2017 e hoje cerca de 80 estudantes participam da iniciativa.

Segundo o idealizador do projeto, o professor Thiago Rodrigues, dos 80 alunos que participam da iniciativa, 50 deles trabalham produzindo e 30 trabalham indiretamente no dia da Mostra de Cinema de Mata Limpa, que acontece todo mês de dezembro para premiar os filmes produzidos.

O projeto, que acontece na Escola Abel Barbosa da Silva, visa a comunicação entre estudantes e comunidade. Crianças de 4 anos até jovens de 18 anos, além dos moradores da região, participam da produção de curtas-metragens por meio de celulares.

“Além das produções de curtas-metragens, no projeto os alunos fazem roteiros, edição de fotos e vídeos, participam diretamente em produções maiores e adquirem conhecimento local e humano, e ainda organizam a Mostra de Cinema”, conta o professor Thiago Rodrigues.

Na II Mostra de Cinema, realizada pelas crianças e jovens em dezembro de 2018, o prêmio de melhor atriz foi para Isadora Roseno, de 4 anos, que atuou na produção “Zé”, curta que ganhou como melhor filme e outras categorias da Mostra.

“Pra mim essa foi uma das produções mais interessantes, porque envolveu muita gente da comunidade, como o vigia da escola e várias mulheres da comunidade”, diz o professor Thiago.

Isadora Roseno, de 4 anos, ganhou como melhor atriz na II Mostra de Cinema de Mata Limpa, em Areia, na PB — Foto: Thiago Rodrigues/Arquivo Pessoal

Isadora Roseno, de 4 anos, ganhou como melhor atriz na II Mostra de Cinema de Mata Limpa, em Areia, na PB — Foto: Thiago Rodrigues/Arquivo Pessoal

Outro estudante que participa do projeto, Natan Silva, de 8 anos, ganhou como melhor ator pelo personagem protagonista que fez no curta-metragem “Jaca”, que também levou o prêmio como melhor filme e melhor direção pelo júri popular, curta dirigido por outra criança, Artur Neves, de 11 anos.

“Gostei muito de fazer cinema com meus amigos e me diverti muito nas gravações”, diz o estudante Natan Silva, de 8 anos.

A Mostra de Cinema de Mata Limpa acontece em praça pública. Os alunos desenvolvem curtas-metragens de até 15 minutos, que são exibidos para toda a comunidade. O evento conta com atrações artísticas e feirinha gastronômica, além da distribuição de pipoca para as crianças e os moradores.

Todos os vídeos exibidos na Mostra são produzidos por celulares. “Muitos celulares são emprestados pela própria comunidade e alunos que possuem aparelhos ajudam os outros no processo de gravação”, explica Thiago Rodrigues.

Natan Silva, de 8 anos, ganhou como melhor ator no curta-metragem Jaca, exibido na II Mostra de Cinema de Mata Limpa — Foto: Thiago Rodrigues/Arquivo Pessoal

Natan Silva, de 8 anos, ganhou como melhor ator no curta-metragem Jaca, exibido na II Mostra de Cinema de Mata Limpa — Foto: Thiago Rodrigues/Arquivo Pessoal

“A Mostra de Cinema é importante para mostrar o potencial dos alunos e do povo de Mata Limpa”, afirma Natan.

De acordo com o professor Thiago, as produções geralmente são feitas na própria comunidade, casas de vizinhos, rua e outros locais abertos. As crianças envolvidas são alunos da Escola Abel Barbosa da Silva, mas estudantes de outras escolas também participam do projeto, além de familiares desses alunos que moram no distrito.

“Além da participação dos alunos diretamente nas produções, a comunidade atua como parte mais importante também, não só colaborando com as crianças, mas com tudo, na limpeza e organização da praça no dia do evento e durante todo o ano ajudando como pode”, salienta o professor.

Filmes feito pelas crianças e jovens são exibidos durante Mostra de Cinema de Mata Lima, na praça pública do distro em Areia, na PB — Foto: Thiago Rodrigues/Arquivo Pessoal

Filmes feito pelas crianças e jovens são exibidos durante Mostra de Cinema de Mata Lima, na praça pública do distro em Areia, na PB — Foto: Thiago Rodrigues/Arquivo Pessoal

Curtas exibidos e premiados em festivais

O professor conta que uma das produções dos alunos do projeto, o curta-metragem “Mais que a Chuva”, foi premiada com menção honrosa no Festival Comunicurtas UEPB, da Universidade Estadual da Paraíba, em Campina Grande. “Além disso, esse filme já chegou a ser exibido em um festival de cinema na França”, destaca.

Ainda segundo o idealizador do projeto, uma das produções dos alunos será exibida em um festival de cinema em Minas Gerais, em maio deste ano.

Professor idealizador do projeto

O projeto de cinema feito por crianças, jovens e comunidade de Mata Limpa foi uma iniciativa do professor Thiago Rodrigues. Natural de São Paulo, o arte educador está no município de Areia há quase dois anos. Ele explica que chegou à cidade após um convite da Prefeitura para desenvolver projetos culturais voltados para a comunidade.

“Foi exatamente no distrito de Mata Limpa, aqui em Areia, no Brejo paraibano, que me encontrei. Vi nas crianças e jovens daqui uma grande vontade de aprender e crescer como pessoas dentro do seu ambiente. Além disso, tive a parceria incrível dos amigos e diretores de fotografia Thiago Trajano e Júnior Alves, que me permitiu atingir um número maior de alunos, afinal ninguém faz nada sozinho”, conclui o professor Thiago.

Professor Thiago Rodrigues durante produção de curta com moradores de Mata Limpa, em Areia, na PB — Foto: Thiago Rodrigues/Arquivo Pessoal

Professor Thiago Rodrigues durante produção de curta com moradores de Mata Limpa, em Areia, na PB — Foto: Thiago Rodrigues/Arquivo Pessoal

*Sob supervisão de Krys Carneiro

G1

 

Cinema itinerante chega a 40 cidades da Paraíba a partir desta sexta-feira

(Foto: Divulgação/Sesi)
(Foto: Divulgação/Sesi)

As cidades de Aroeiras e Natuba recebem a partir desta sexta-feira (17) a estreia da 16ª edição do projeto “Cine Sesi Cultural”. O projeto leva cinema de graça para 40 cidades da Paraíba até agosto deste ano. O Cine Sesi exibirá produções das oficinas de cinema oferecida por eles, além de três curta-metragem e três longa; a ideia é levar a cultura da sétima arte para cidades que nunca tiveram ou não tem mais salas de cinema.

Depois dessas duas cidades, o Cine Sesi segue Gado Bravo e Umbuzeiro no final de semana seguinte e, no outro, Queimadas e Ingá. A programação completa da temporada 2017 do Cine Sesi Cultural você pode encontrar no site do projeto.

O Sesi Paraíba oferece oficinas de cinema nas cidades interioranas do Estado, onde foram produzidos curta-metragens que serão exibidos durante a programação do Cine Sesi. O diretor regional do Sesi, Francisco Buega Gadelha, vê com bons olhos o projeto: “Por meio do cinema, conseguimos levar de forma ampla o sentimento, a educação e a cultura para as pessoas”.

A programação do Cine Sesi Cultural está sob responsabilidade e curadoria de Lina Rosa, do Instituto Origami, que prioriza curtas e longas-metragens nacionais. “É um trabalho pela democratização do acesso à cultura da sétima arte com inclusão, respeito à inteligência do espectador e a ocupação de patrimônios históricos e naturais”, conta a curadora.

Os curtas produzidos pelas oficinas de animação do Sesi são o “O Sumiço do Bode Rey” e “Boneca de Pano”. Os outros curta-metragem exibidos pelo Cine Sesi Cultural são “Guida”, “Sophia” e “Caminhos dos Gigantes”. Na parte dos longas, será exibida a animação premiada pelo Oscar, “Zootopia”. O brasileiro e bem avaliado pela crítica “Que Horas Ela Volta” e “Menino no Espelho” também serão exibidos nas sessões do cinema itinerante.

As primeiras cidades serão Aroeiras e Natuba, em frente a Igreja Matriz de cada cidade, desta sexta (17) até o domingo (19). Sendo exibidos, a partir das 18h30, no primeiro dia os filmes “O Sumiço do Bode Rey”, “Sophia” e o “Menino no Espelho”; no segundo dia: “Guida” e “Que Horas Ela Volta?” e; no terceiro dia de exibições: “Boneca de Pano”, “Caminho dos Gigantes” e “Zootopia”.

1ª exibição do Cine Sesi Cultural 2017 na Paraíba
Data: 17 a 19/03/2017
Local: Aroreiras e Natuba, em frente a Igreja Matriz de cada cidade
Hora: a partir das 18h30
Entrada: gratuita.

G1 PB

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15 motivos do porquê assistir filme em casa é melhor que ir ao cinema

filmePor que fazer a troca

Cresce cada vez mais o número de pessoas que trocam o cinema, esse tradicional passeio, por uma sessão de filmes em casa e motivos não faltam para isso: só aqui você verá 15 deles.

Em casa

Para quem não gosta de sair, é possível se divertir no próprio sofá, cama, chão ou em qualquer lugar que se ache confortável. As alternativas de ferramentas on-demand facilitaram a vida dos que preferem fazer da sua própria casa uma sala de cinema.

E, convenhamos, essa alternativa sai muito mais barato do que pegar um cinema de final de semana por exemplo, ingressos, pipoca, bebidas, chocolates… muitos gastos para uma noite só.

Sem filas

Dependendo do dia e do filme, pode-se enfrentar muitas filas. Pensando nisso, ver um filme em casa parece ainda melhor, principalmente para aqueles mais impacientes. No máximo alguns amigos convidados e alguns penetras (que sempre tem) mas nada que te incomode tanto.

Conforto

É comum as pessoas se arrumarem para o cinema e, quando não se está a fim de montar uma produção, assistir a um filme em casa, usando pijama mesmo, é maravilhoso. E aquela sensação de poder esticar as pernas à vontade? De mais! E também não vai ter nenhuma luz de celular na sua cara, o que virou comum nos cinemas hoje em dia.

Pipoca?

Quem não gosta de pipoca pode comer o que quiser, até um prato de arroz com feijão ou aquele bolo sensacional que só a sua avó sabe fazer. Tudo vai do gosto e da fome.

Cobertor

Ficar sentado na poltrona do cinema pode ser uma experiência gelada. Porém, vendo filme em casa esse problema acabou: basta usar o cobertor. Melhor ainda se tiver acompanhado nos dias de frio, aquele abraço da parceira ou do parceiro em baixo do cobertor é tudo de bom.

Ventilador

Não é preciso contar com o ar-condicionado (que pode não funcionar, ou que pode estar gelado de mais): basta ligar o ventilador e curtir. E o melhor: o ventinho pode ficar forte ou fraco, à gosto do freguês e a seu comando.

Stream demand

Antes era preciso esperar um bom filme na TV. Porém, essa realidade vem mudando devido à variedade de stream demand. Assim, vale a pena aproveitar. Sem contar que você não possui somente as opções de filmes, séries e aqueles desenhos nostálgicos fazem parte do catalogo desses serviços.

Netflix

Falando em stream, vamos falar sobre melhor deles, o Netflix. Virou febre, é inegável, e pode-se assistir a muitos filmes através dele. Além disso, tem mais vantagem: pode-se ver filmes do celular, de tablets, de computadores, etc. Só tem TV na sala? Não tem problema, pega o celular, deita na cama e seja feliz.

Itunes

Quem possui os produtos da Apple pode optar por adquirir filmes através do Itunes. Já para aqueles que utilizam o Android, a GooglePlay também disponibiliza filmes que podem ser vistos em casa.

Sossego

Assistindo a filmes em casa as pessoas estão livres do tumulto do cinema, com gritos, conversas e risadas que, muitas vezes, impedem de ouvir o que os personagens dizem. E você economiza pipoca, pois não precisa jogar nos engraçadinhos de plantão.

Companhia

Assistindo a filmes em casa é possível curtir a companhia de pessoas que não estariam com a gente no cinema por vários fatores. Por isso, assistir a filmes em casa vale muito a pena.

Pause

Não dá para pausar um filme no cinema. Em casa, dá e poder dar pausa e depois retornar de onde se parou é muito bom e não atrapalha em nada o entendimento.

Banheiro

Ir ao banheiro no cinema está fora de cogitação. Em casa, não há problema: basta dar pause, ir ao banheiro e continuar vendo de onde o filme tinha parado. Fácil, não?

O filme

Em casa, pode-se escolher qualquer filme que se queira e, se ele não agradar, não há problema: é só trocar de filme. Como se vê, assistir filmes em casa só tem vantagens.

Fonte: Internet net preço

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Diretoria de Cultura de Solânea disponibiliza duas sessões de cinema neste sábado

 

cinemaA Prefeitura Municipal de Solânea através da  DICULT (Diretoria de Cultura ) disponibilizará á população duas sessões de cinema neste sábado, 11. A primeira sessão terá seu inicio ás 17 horas com o filme “O pequeno príncipe” , baseado na obra de Antoine de Saint Exupéry  e ás 20 horas “Somos tão jovens”, que conta a historia do falecido cantor e compositor Renato Russo. Tiago Salvador, Diretor de Cultura do município falou que estas sessões fazem parte do Projeto CINECULT, introduzido no ano de 2013. Este projeto aliado ‘a outras ações da DICULT, integra a meta do prefeito Beto do Brasil em proporcionar cultura ao povo solanense.

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No próximo  sábado, 18, o humorista Zé Carrapicho reapresenta seu show realizado em meados do mês de dezembro do ano passado e que devido ao sucesso o p’ublico presente pediu e Tiago Salvador apresentou a proposta ao prefeito Beto do Brasil que concordou de imediato com evento. Disponibilizar cultura acessível ao povo ‘e a certeza de alcançarmos a Cidade do Bem que queremos – afirmou o diretor de cultura.

Fonte: Prof. Gederlandio A. Santos – Assessoria de Comunicação

Solânea esta entre as cidades que receberão o Dia Internacional da Animação


Cartaz NacionalEm sua 10ª edição, o Dia Internacional da Animação é celebrado no Brasil com uma sessão simultânea e gratuita, de curtas-metragens de desenho animado nacionais e internacionais. No dia 28 de outubro, às 19h30, haverá exibições em mais de 230 cidades do país, a realização do evento é da Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA). Este é o maior evento simultâneo do gênero no país, que tem como principal objetivo difundir o cinema de animação, atraindo novos públicos e proporcionando aos espectadores o acesso a essa arte cinematográfica, institucionalizando esta data, como referência histórica da animação mundial no calendário de eventos culturais do Brasil.

 

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O evento também acontece em 30 países, como Bulgária, França, Estados Unidos, Portugal, Grécia, Polônia, Coréia do Sul, Austrália e Egito na forma de intercâmbio das mostras.

 

NA CIDADE DE SOLÂNEA ESTADO DA PARAÍBA:

 

Através do coordenador local, o gestor municipal de Cultura do município, Tiago Salvador, o projeto comtemplará cidade de Solânea. Com o apoio total da Prefeitura Municipal de Solânea através da Diretoria de Cultura, essa celebração acontecerá, como em todos os locais que alcança o projeto, no dia 28 de outubro de 2013, às 19h30 no Cine Teatro municipal de Solânea.

 

“Um momento extraordinário que vai desencadear ainda mais a nossa proposta que é a reafirmação do cinema em Solânea, um projeto belíssimo que conta com excelentes parceiros, só tenho a agradecer aos realizadores pela oportunidade de apresentarmos essa raridade em nosso Município, esplendido o projeto.” Comentou o diretor de cultura a respeito do projeto.

 

Quando: Dia 28 de outubro de 2013;

Onde: Cine Teatro Municipal de Solânea;

Horário: às 19h30.

 

 

Assessoria

Mostra de Cinema do Desenvolvimento abre inscrições

As obras devem ser inscritas até o dia 4 de março

 

Divulgação/AncineNão há restrição quanto a ano, formato, gênero e duração do filme inscrito

  • Não há restrição quanto a ano, formato, gênero e duração do filme inscrito

Estão abertas as inscrições para a Mostra de Cinema do Desenvolvimento, que será realizada entre 19 e 21 de março deste ano, durante a 3ª Conferência de Desenvolvimento (Code). O prazo para que diretores inscrevam seus filmes vai até o dia 4 de março.

O caráter da mostra é estritamente exibidor, ou seja, não haverá premiação, e não há restrição quanto a ano, formato, gênero e duração do filme inscrito. O único requisito é que as produções abordem a temática do desenvolvimento do País nas áreas social, econômica, ambiental, e cultural.

 

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Seleção

Uma curadoria composta por pesquisadores do Ipea de diferentes áreas ficará a cargo da seleção dos filmes, que serão todos exibidos em formato digital. Serão levadas em conta, na seleção, a criatividade e a relevância, para o desenvolvimento do País, do tema abordado no filme.

 

Inscrição

Para inscrever o filme é necessário, antes, preencher a ficha de inscrição e encaminhá-la para o e-mail mostracode@ipea.gov.br, com o link do filme, que será enviado posteriormente com a ficha impressa e assinada pelo diretor.

 

Code

Este ano, a Conferência será feita em parceria com o Ministério da Integração Nacional (MI), que realizará simultaneamente a Conferência Nacional de Desenvolvimento Regional (CNDR).

O evento, que vai acontecer no Centro de Eventos Brasil 21, em Brasília, reunirá o público que terá a oportunidade de discutir os principais temas relacionados ao desenvolvimento do Brasil em atividades que incluem painéis, mesas e minicursos.

Todas as atividades do evento serão gratuitas, e as inscrições poderão ser feitas a partir do dia 18 de fevereiro, no site.

O objetivo da Code/Ipea é incentivar as discussões sobre desenvolvimento, com base na produção aplicada do Ipea. A intenção é fazer todos os debates de forma aberta a estudantes, profissionais, agentes públicos, estudiosos, pesquisadores, especialistas, professores, legisladores, entre outros.

Além disso, parte da Conferência permitirá também que a sociedade em geral conheça indicadores, pesquisas e modelos de desenvolvimento, por meio de instalações e projeções.

Acesse o regulamento da Mostra de Cinema do Desenvolvimento.

Baixe a ficha de inscrição da Mostra de Cinema.

 

Fonte:
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

I Festival de Cinema da Não-Violência ativa abre inscrições

Desta terça (2) até 31 de junho de 2013 estão abertas inscrições para o “I Festival Internacional de Cinema da Não- Violência ativa”, promovido pela organização humanista Mundo sem Guerras e sem Violência para comemorar o 2 de outubro, Dia Internacional da Não-Violência. O Festival é uma forma de abrir espaço para criações comprometidas com a cultura da não-violência e para mostrar que existe um mundo sem guerras, que aparece quando se dá uma oportunidade à paz. O Festival acontecerá de 2 a 6 de outubro de 2013 em várias cidades da Espanha.

“Para criar algo novo, primeiro é possível imaginá-lo possível, por isso cremos que o cinema é um espaço adequado para poder mostrar, imaginar e criar um novo modelo de comportamento não-violento ante os conflitos sociais e pessoas que vivemos neste mundo convulso”, defende a convocatória do I Festival.

Poderão ser inscritos longas-metragens, curtas-metragens (20 minutos) e micro-curtas (3 minutos) produzidos em qualquer lugar do mundo. O material áudio-visual, que pode ser de ficção ou documentário baseado em experiências reais, deve denunciar a violência e mostrar a força transformadora da não-violência.

Qualquer pessoa poderá inscrever seu trabalho, desde profissionais a amadores. O Festival está dividido em duas seções, uma geral com categorias para cineastas profissionais e amadores, e outra voltada especialmente para Centros de Ensino, que poderão mostrar a educação para a paz ensinada nas salas de aula.

O Festival irá oferecer como premiação um objeto de significado especial, criado com peças de armas fundidas e convertidas em estatuetas da não-violência.

A organização internacional Mundo sem Guerras e sem Violência pretende realizar o Festival de Cinema todos os anos, reconhecendo sempre os avanços na direção da não-violência que estão se desenvolvendo mundo a fora. Nesta primeira edição, a intenção é reconhecer os povos que renunciaram livremente às guerras como forma de resolução de conflitos, como são os casos do Equador e da Bolívia.

Para mais informações sobre o Festival, acesse: www.festivalcinenoviolencia.org, www.mundosinguerras.org ou escreva para: info@festivalcinenovilencia.org.

Adital

Brasil quer ser o quinto mercado para cinema, vídeo e televisão até 2020

Em oito anos, o Brasil quer ser o quinto maior mercado consumidor e produtor em audiovisual no mundo. Atualmente, está na décima posição. Para isso, precisa dobrar o número de salas de cinema, triplicar a quantidade de canais de TV por assinatura dedicados à produção nacional, veicular mais longa-metragens na TV aberta e ampliar a participação das distribuidoras nacionais de cinema e de produtoras independentes.

As metas foram estabelecidas pela Agência Nacional de Cinema (Ancine) e estão descritas no Plano de Diretrizes e Metas para o Audiovisual (PDM), em consulta pública no site da agência.

“Esta é a primeira vez que o país tem um plano de longo prazo sobre a economia do audiovisual”, salienta Manoel Rangel, diretor-presidente da Ancine. Segundo ele, o crescimento da produção nacional, o estabelecimento de leis e normas para regulação e o funcionamento de instituições como a Ancine favorecem a elaboração de um plano de longo prazo. “Estamos em condição de visualizar o futuro. Há ambiente para planejamento de longo prazo”, disse à Agência Brasil.

De acordo com Rangel, o plano servirá para “orientar a ação do Poder Público” e também dará balizamento para o mercado. “Teremos um pacto setorial”, prevê Rangel. De acordo com ele, o plano é flexível e permite adequações ao longo do tempo, em compasso com o monitoramento (são descritas metas para 2015 e para 2020).

Conforme descrito no documento, em 2020, o Brasil terá 4,5 mil salas de cinema (em 2010, tinha 2.206), todas com projeção digital. A meta é que 220 milhões de espectadores irão por ano ver a telona. A renda bruta de bilheteria total será R$ 3,32 bilhões (duas vezes e meia acima da verificada há dois anos).

Além do aumento do acesso ao cinema, a Ancine quer maior consumo de produções nacionais. A meta é que o filme brasileiro fique com um terço da receita da bilheteria das salas comerciais em 2020 (em 2010, a participação foi inferior a 18%), o que equivalerá a R$ 970 milhões.

Para tanto, prevê a ampliação de um para oito o número de empresas brasileiras entre as grandes exibidoras (com mais de 100 salas de cinema no país) e que as distribuidoras de capital nacional  sejam as fornecedoras dos filmes que rendam a metade dos bilhetes vendidos (hoje o percentual é 29%). Em 2020, a projeção é que, anualmente, os filmes brasileiros ocupem 13 mil salas na estreia e a quantidade de longa-metragem distribuído por empresas nacionais passe dos atuais 64 filmes para 130 filmes a cada ano.

Manoel Rangel garante que a meta de aumentar a presença das exibidoras e distribuidoras nacionais não é uma “pegada nacionalisteira”, mas estratégica. “As distribuidoras se empenham por suas produções. É uma questão econômica sob ótica da hiper concentração econômica”, explica.

O plano também prevê crescimento dos canais brasileiros de TV por assinatura, passando de 16 para 50. E a partir de 2020, haja a compra de 5,6 mil vídeos por demanda (encomendados). Nesses canais, o plano prevê a exibição de 2.079 filmes por ano. Na TV aberta, a meta é que o número de longas-metragens brasileiros passe de 233 para 450 nas grandes redes.

Para a Ancine, as metas têm sustentação no desempenho que o setor já apresenta – acima do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Segundo Rangel, o mercado das salas de cinema e das TVs por assinatura cresceram no ano passado 8% e 13%, respectivamente.

Agência Brasil

Paraibano apresenta tecnologia de cinema digital a presidente Dilma

A presidente Dilma Rousseff conheceu em Londres a tecnologia que a UFPB desenvolve na área de cinema digital. A demonstração do Fogo Player, um player de exibição de cinema 4K 3D, foi feita especialmente para a presidente pelo pesquisador Guido Lemos, do Lavid (Laboratório de Aplicação de Vídeo Digital), durante a exposição Brazil at Heart.

A exposição acontece durante os jogos das Olimpíadas de Londres 2012 e apresenta 12 totens com demonstrações de vídeos e informações das cidades-sede da Copa do Mundo FIFA 2014. O Lavid participa com um estande apresentando o Fogo Player, um player de exibição de cinema 4K 3D.

O Lavid, em parceria com a RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa), Dynavideo, Universidade Mackenzie e Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), expõe na Casa Brasil até 15 de agosto. A estrutura da Casa foi montada dentro da Somerset House, embaixada brasileira em Londres.

No estande são realizadas projeções de imagens através do Fogo Player que exibe o curta-metragem EstereosEnsaios. Este filme foi gravado em 4K 3D. Utilizando os recursos da estereoscópia (3D), o filme propõe um novo olhar de locais famosos da cidade do Rio de Janeiro, como favela e Copacabana.

Assista a demonstração que o pesquisador Guido Lemos fez para a presidente

Agência de Notícias da UFPB