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Suspeito de agredir e queimar mulher com cigarro é liberado após audiência de custódia, na PB

O homem preso nesta terça-feira (13) suspeito de agredir a ex-companheiro e provocar uma queimadura no pescoço dela com cigarro, foi solto após a audiência de custódia, em João Pessoa. O suspeito vai responder pelos crimes em liberdade.

A prisão, na terça-feira, aconteceu depois que a mulher pediu socorro e os vizinhos chamaram a polícia. O caso aconteceu no bairro da Torre.

A vítima e o suspeito tinha um relacionamento de oito anos, mas haviam se separado recentemente. No entanto, nesta terça, o homem foi até a casa da mulher, a agrediu, ameaçou e queimou parte do seu pescoço com cigarro.

Segundo a delegada da mulher, Josenice de Andrade, a mulher nunca havia solicitado medida protetiva. No entanto, após a prisão, a medida foi solicitada pela delegada e agora, após a audiência de custódia e liberação do suspeito, ele vai precisar cumprir a medidas protetiva imposta pela Justiça.

De acordo com a delegada, os vizinhos relataram que as agressões são constantes. Em outros episódios, o homem teria sufocado a mulher e, quando ela já estava perto de desmaiar, ele parava e mandava ela respirar de novo.

Nesta terça-feira, além da queimadura, o homem puxou os cabelos da mulher, apertou o pescoço dela e ameaçou tocar fogo no colchão da cama dela. A mulher pediu socorro e os vizinhos chamaram a polícia.

G1

 

Mulher é agredida por ex-companheiro e queimada com cigarro; suspeito é preso, na PB

Um homem foi preso na noite desta terça-feira (13) suspeito de agredir a ex-companheiro e provocar uma queimadura no pescoço dela com cigarro, no bairro da Torre, em João Pessoa. Ele foi preso depois que a mulher pediu socorro e os vizinhos chamaram a polícia.

A vítima e o suspeito tinha um relacionamento de oito anos, mas haviam se separado recentemente. No entanto, nesta terça, o homem foi até a casa da mulher, a agrediu, ameaçou e queimou parte do seu pescoço com cigarro.

De acordo com a delegada da mulher, Josenice de Andrade, os vizinhos relataram que as agressões são constantes. Em outros episódios, o homem teria sufocado a mulher e, quando ela já estava perto de desmaiar, ele parava e mandava ela respirar de novo.

Nesta terça-feira, além da queimadura, o homem puxou os cabelos da mulher, apertou o pescoço dela e ameaçou tocar fogo no colchão da cama dela. A mulher pediu socorro e os vizinhos chamaram a polícia.

O suspeito foi encaminhado para a Delegacia da Mulher, na Central de Polícia Civil. Ele está preso na carceragem e deve passar por audiência de custódia nesta quarta-feira (14). Segundo a delegada, a mulher nunca havia solicitado medida protetiva. No entanto, após a prisão, a medida já foi solicitada pela delegada e, se após a audiência de custódia o homem for solto, ele vai precisar cumprir as medidas protetivas que serão impostas pela Justiça.

G1

 

Ministério da Justiça estuda reduzir o imposto do cigarro para conter o contrabando

O Ministério da Justiça (MJ) deve decidir, até o fim de junho, se vai propor a redução de impostos sobre cigarros fabricados no Brasil. Em março, uma portaria assinada pelo ministro Sérgio Moro instituiu um grupo de trabalho para avaliar se mudanças nos impostos ajudarão a “diminuir o consumo de cigarros estrangeiros de baixa qualidade”.

A instauração do grupo foi criticada por especialistas em saúde e por entidades do setor, inclusive ligadas ao próprio Ministério da Saúde (veja mais abaixo). Profissionais da área afirmam que a medida não seria suficiente para reprimir o mercado ilícito de cigarros, contribuiria para o aumento do número de fumantes e acarretaria custos.

O que se sabe sobre a iniciativa do MJ:

  • Ministério informou em nota que estuda “formas de diminuir o consumo de cigarros contrabandeados, sem aumentar o consumo no Brasil”.
  • Governo afirma que os ministérios da Economia e da Saúde foram chamados a participar das discussões.
  • Pasta cita como uma das bases da discussão no Grupo de Trabalho um estudo de economistas que questiona a “eficiência da estratégia de aumentar tributo” na redução do tabagismo.
  • Oficializado em 23 de março, grupo tem 90 dias para a concluir os trabalhos.
  • Em abril, o Conselho Nacional de Saúde (CNS), ligado ao Ministério da Saúde, recomendou o fim do grupo de trabalho.

As conquistas do combate ao tabaco:

  • A queda no tabagismo no Brasil é expressiva: o país já bateu a meta global, que é reduzir o percentual de fumantes na população para 15%.
  • Em 2017, o total de fumantes na população brasileira era de 10,1% (2017), segundo o Ministério da Saúde. Em 1989, 34,8% da população brasileira fumava, segundo a OMS.
  • Uma estimativa publicada em estudo na revista “PLOS Medicine”, em 2012, aponta que cerca de 420 mil mortes foram evitadas no Brasil por políticas públicas implementadas entre 1989 e 2010.
  • OMS estima que um em cada 10 cigarros consumidos globalmente sejam comprados no comércio ilegal.
  • O Instituto Nacional do Câncer (INCA) diz que aumento de preços na ordem 10% seria capaz de reduzir o consumo em cerca de 8% em países como o Brasil.

Após mais de um mês de sua oficialização, o Grupo de Trabalho realizou uma “reunião preliminar”, conforme informado ao G1 pelo ministério. A pasta não informou a lista dos participantes, mas disse que representantes dos ministérios da Saúde e da Economia foram convidados.

Questionado pelo G1 sobre se existiam estudos que serviram como base para o debate sobre a redução de impostos, o Ministério da Justiça citou um estudo de três economistas apresentado em 2017. No texto “Uma alternativa de combate ao contrabando de cigarro a partir da estimativa da Curva de Laffer e da discussão sobre a política de preço mínimo”, os economistas Mario Antonio Margarido, Matheus Lazzari Nicola e Pery Francisco Assis Shikida concluem que a “eliminação da estratégia de preços mínimos (…) afetaria drasticamente a rentabilidade da indústria ilegal de cigarros”.

O estudo avalia que, em um dos cenários de mudança de política de preços por eles simulada, o aumento do faturamento da indústria nacional seria de R$ 7,526 bilhões e de R$ 2,547 bilhões na arrecadação por meio do IPI.

Os pesquisadores acreditam que a mudança na política de preços levaria “fumantes de cigarros ilegais para o consumo dos cigarros legais.” Além disso, os economistas citam que os recursos arrecadados poderiam ser usados em campanhas educativas e que a medida “reduziria gastos em saúde”, já que os cigarros ilegais apresentam “baixa qualidade”.

G1 

 

 

Câncer: consumo de cigarro light, eletrônico ou narguilé também são responsáveis pela doença

Consumo de tabaco pode ampliar cerca de 20 vezes o risco do surgimento do câncer de pulmão e de quatro a dez vezes mais chances de desenvolver ao menos 12 tipos de câncer
Com mais de 21 milhões de fumantes no Brasil, o tabagismo é responsável por cerca de 90% dos casos de câncer de pulmão de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Apesar de muitas pesquisas levantarem os malefícios causados pelos cigarros tradicionais, as alternativas como os cigarros light, eletrônico ou narguiles também podem ser prejudiciais à saúde.

Cigarro light

Cientistas da Ohio State University, nos Estados Unidos, apontaram que o cigarro do tipo light pode ser a razão do aumento de um câncer chamado adenocarcinoma pulmonar, muito comum entre fumantes, bastante agressivo e de difícil remoção cirúrgica. Durante o estudo, os pesquisadores perceberam que o consumo excessivo desses cigarros pode estar diretamente ligado ao aumento dos casos nos últimos 50 anos.

Isso porque os cigarros do tipo light foram desenvolvidos com filtros minúsculos. Os furos de ventilação do filtro permitem que os fumantes inalem mais fumaça, responsável por aumentar os níveis de produtos químicos e outras toxinas no organismo. Considerada uma opção menos agressiva que os demais cigarros comercializados no mercado, hoje essa ideia já é contestada por toda a comunidade médica.

Segundo a oncologista Dra. Mariana Laloni, do Centro Paulista de Oncologia (CPO), unidade paulista do Grupo Oncoclínicas, existem dois tipos principais de câncer de pulmão: carcinoma de pequenas células e de não pequenas células. “O carcinoma de não pequenas células corresponde a 85% dos casos e se subdivide em carcinoma epidermóide, adenocarcinoma e carcinoma de grandes células. O tipo mais comum no Brasil e no mundo é o adenocarcinoma e atinge 40% dos doentes”, comenta.

Cigarro eletrônico

Um estudo publicado esta semana na revista científica Thorax, realizado pela Universidade de Birmingham, revelou que o vapor inalado através do cigarro eletrônico pode debilitar as células que protegem os tecidos pulmonares. Os macrófagos alveolares – importantes células que promovem o controle de elementos estranhos no corpo – que foram expostos ao vapor apresentaram danos maiores em relação à exposição apenas ao líquido do dispositivo.

Essa não foi a primeira pesquisa que evidenciou os perigos do cigarro eletrônico. Outro estudo elaborado por pesquisadores da faculdade de medicina da Universidade de Nova York relacionou o uso do o cigarro eletrônico ao aumento do risco de câncer e doenças cardíacas.

A Dra. Mariana Laloni conta que, apesar de conter menos substâncias cancerígenas que os cigarros convencionais, o cigarro eletrônico, principalmente após o uso prolongado, ainda apresenta riscos e não deve ser considerado uma opção segura.

Narguilé

O Narguilé é um cachimbo que traz um fumo feito de tabaco, melaço e frutas ou aromatizantes. Por conter água e um mecanismo de filtragem, difundiu-se a ideia de que o seu consumo pode ser menos prejudicial à saúde, mas na realidade, ele pode ser tão ruim quanto os cigarros tradicionais.

De acordo com uma estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), uma sessão de narguilé, que dura em média de 20 a 80 minutos, equivale a fumar cerca de cem cigarros.

A oncologista ainda afirma que as outras formas de consumo de tabaco (como narguilé, charuto, cachimbo e cigarros eletrônicos) são responsáveis por ampliarem em cerca de 20 vezes o risco de surgimento do câncer de pulmão e de quatro a dez vezes mais chances de desenvolver ao menos 13 outros tipos de câncer: de boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, intestino, rim, bexiga, colo de útero, ovário e alguns tipos de leucemia.

Sobre o CPO

Fundado há mais de três décadas pelos oncologistas clínicos Sergio Simon e Rene Gansl, o Centro Paulista de Oncologia CPO – Grupo Oncoclínicas, oferece cuidado integral e individualizado ao paciente oncológico. Com um corpo clínico com mais de 50 oncologistas e hematologistas e uma capacitada equipe multiprofissional com psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos, enfermeiros e reflexologistas. Oferece consultas médicas oncológicas e hematológicas, aplicação ambulatorial de quimioterápicos, imunobiológicos e medicamentos de suporte, assistência multidisciplinar ambulatorial, além de um serviço de apoio telefônico aos pacientes 24 horas por dia e acompanhamento médico durante internações hospitalares.

O CPO possui a acreditação em nível III pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e a Acreditação Canadense Diamante (Accreditation Canada), do Canadian Council on Health Services Accreditation, o que confere ao serviço os certificados de “excelência em gestão e assistência” e qualifica a instituição no exercício das melhores práticas da medicina de acordo com os padrões internacionais de avaliação. A instituição possui uma parceria internacional com o Dana Farber Institute / Harvard Cancer Center, que garante a possibilidade de intercâmbio de informações entre os especialistas brasileiros e americanos, bem como discussão de casos clínicos. Além disso, ainda, proporciona a educação médica continuada do corpo clínico do CPO, com aulas, intercâmbios e eventos com novidades em estudos e avanços no tratamento da doença. Atualmente o CPO possui duas unidades de atendimento em São Paulo, nos bairros de Higienópolis e Vila Olímpia.

Sobre o Grupo Oncoclínicas

Fundado em 2010, é o maior grupo especializado no tratamento do câncer na América Latina. Possui atuação em oncologia, radioterapia e hematologia em 11 estados brasileiros. Atualmente, conta com mais de 60 unidades entre clínicas e parcerias hospitalares, que oferecem tratamento individualizado, baseado em atualização científica, e com foco na segurança e o conforto do paciente.

Seu corpo clínico é composto por mais de 450 médicos, além das equipes multidisciplinares de apoio, que são responsáveis pelo cuidado integral dos pacientes.

O Grupo Oncoclínicas conta ainda com parceira exclusiva no Brasil com o Dana-Farber Cancer Institute, um dos mais renomados centros de pesquisa e tratamento do câncer no mundo, afiliado a Harvard Medical School, em Boston, EUA.

Para obter mais informações, visite www.grupooncoclinicas.com.

 

DIGITAL TRIX

 

 

Metade dos fumantes quer deixar o cigarro

Nos próximos seis meses, 49% dos fumantes do país planejam deixar o cigarro, o maior índice registrado entre todos os países que compõem o Projeto ITC Brasil – pesquisa que mede o impacto psicossocial e comportamental de políticas para o controle do tabaco. Os resultados foram divulgados hoje (29) durante o Congresso Instituto Nacional do Câncer (Inca) 80 anos, realizado no Rio de Janeiro.

Os dados do Projeto Internacional de Avaliação das Políticas de Controle do Tabaco (Projeto ITC Brasil) englobam informações relativas a 24 países. Entre os principais motivos apontados pelos fumantes para deixar o hábito estão a preocupação com a própria saúde, com os danos que possam vir a causar em outras pessoas pelo tabagismo passivo e com a possibilidade de dar mau exemplo a crianças. A pesquisa indica, entre outros aspectos, que os fumantes brasileiros estão altamente motivados para deixarem de fumar e apoiam novas ações governamentais de combate ao tabagismo.

Para a diretora-geral do Inca, Ana Cristina Pinho, os dados significam um “pedido de socorro” por parte dos fumantes do país, que querem deixar o vício mas não conseguem. “Os números mostram com muita clareza o que significa a dependência física e psíquica de uma droga. O fumante tem a consciência de que o tabaco é danoso à sua saúde, mas não consegue se libertar da dependência”.

Para a diretora-geral do instituto, “o fumante tem a consciência de que fumar é nocivo à sua saúde  e à de sua família, e todo o impacto social envolvido. Os números constituem sim em um pedido de socorro por parte dos que querem deixar o vício”, enfatiza.

De acordo com a pesquisa, os resultados relativos aos que planejam deixar o vício nos próximos seis meses no Brasil  indicam “um índice bastante elevado, principalmente se comparado ao de países desenvolvidos com programas estruturados de controle ao tabaco como Estados Unidos (índice de 37%), França (34%), Inglaterra (33%) e Alemanha (apenas 10%)”.

Além de registrar o maior percentual de entrevistados que planejam deixar o cigarro nos próximos seis meses, o estudo revela que fumantes e não fumantes apoiam a criação de novas ações governamentais para o combate ao tabagismo.

A secretária-executiva da Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CONICQ), Tânia Cavalcante, destaca que a mudança de visão da sociedade brasileira em relação ao cigarro é fruto do trabalho de diversos atores ao longo dos anos. “Essa mudança na postura em relação ao hábito de fumar, que era bem visto e amplamente estimulado no Brasil entre as décadas de 70 a 90, é fruto de um longo trabalho desenvolvido pelo Inca e pelo Ministério da Saúde, em parceria com secretarias de saúde e a sociedade civil”, aponta.

Proibição e regulamentação

Outra constatação da pesquisa é a de que existe um forte apoio até mesmo para a proibição total da comercialização dos produtos de tabaco. O Projeto ITC perguntou a todos os 1.358 entrevistados, entre setembro de 2016 e março de 2017, se eles apoiam ou se opõem a uma proibição total de produtos de tabaco nos próximos 10 anos caso o governo forneça tratamento para ajudar fumantes a deixarem o vício. Os resultados mostram que 68% dos fumantes e 77% dos não fumantes pesquisados “apoiam” ou “apoiam fortemente” essa proibição.

Vera Luiza da Costa e Silva, chefe do secretariado da Convenção do Controle de Tabaco da Organização Mundial de Saúde (OMS), ressaltou durante o congresso que a proibição do tabaco não está em pauta.

“Os dados do ITC não propõem essa proibição, eles simplesmente utilizam este indicador como medida da não aceitação social do produto por parte do fumante e do não fumante. E quando você vê que uma parte grande da população acha até que proibir seria uma solução, é porque a situação está chegando a um ponto em que o produto não está sendo bem aceito”, disse.

Para ela, os resultados da pesquisa são um estímulo para se discutir como avançar na regulamentação do uso de outras substâncias, como o álcool e alguns produtos alimentícios. “[Pensar] em como se avançar dentro da mesma lógica de regulamentar. Não é proibir, é regulamentar. E ter um olhar, dentro desta regulamentação, voltado principalmente para os adolescentes e para a população de baixa renda”, disse.

A importância da regulamentação também foi defendida pela diretora-geral do Inca, Ana Cristina Pinho. Para ela, ao contrário das drogas ilícitas, no caso do cigarro o que se pretende é reduzir o consumo via estrangulamento do acesso ao produto.

“É o caso de dificultar o consumo via estrangulamento, dificultando o início do hábito, daí a importância de uma política educativa tendo como meta dificultar o vício do hábito de fumar: e aí o público-alvo é a criança e o adolescente, porque 90% dos fumantes adquirem o hábito nesta fase da vida”, destaca.

No entendimento de Ana Cristina, “é necessário primeiro desmistificar, tirar o glamour do hábito pelo tabaco”. Esse trabalho passa por medidas relacionadas à indústria tabagista, como a padronização das embalagens e a questão dos aditivos que adicionam sabores aos cigarros. No entanto, ações desse tipo envolvem a formulação de legislação específica.

“Já existem muitos projetos que contemplam algumas dessas medidas, mas o lobby no Congresso Nacional é muito forte por conta de parlamentares ligados diretamente à indústria tabagista. E eles [projetos] estão lá parados e são de difícil aprovação. Mas é um desafio que precisa ser encardo porque o custo para o país é muito alto”, argumenta.

Agência Brasil

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Cigarro aumenta o risco de doenças como Alzheimer

cigarroTodos conhecemos a relação entre fumar cigarro e o aumento do risco para doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, como o AVC. Entretanto, o cigarro também tem uma relação com doenças neurodegenerativas, menos conhecida, que discutiremos abaixo.

Primeiro, sabemos que o envelhecimento é o principal fator de risco não modificável para doenças neurodegenerativas como Alzheimer e Parkinson. Quando analisamos Alzheimer, entretanto, além da questão “idade” fatores de risco clássicos para doenças vasculares como tabagismo, hipertensão arterial, diabetes e dislipidemia são também fatores de risco que podem deflagrar doenças neurodegenerativas, como Alzheimer.

Segundo, sabemos que existem aqueles indivíduos em uma zona de fronteira conhecida por “comprometimento cognitivo leve”, quando o indivíduo tem normalmente um problema cognitivo importante, mas que não o impede de exercer suas atividades de vida diária. A importância de fatores de risco como fumar cigarro neste contexto é que indivíduos com comprometimento cognitivo leve terão mais chance para converter em Alzheimer se fumar um cigarro que indivíduos não-tabagistas. Assim, evitar o cigarro é uma atitude essencial para diminuir as chances de Alzheimer.

Em relação à doença de Parkinson, paradoxalmente, estudos em modelos animais e estudos epidemiológicos em humanos já demonstraram que a nicotina pode ter um efeito neuroprotetor. Isto mesmo, neuroprotetor. Este mecanismo é complexo e envolve liberação de neurotransmissores, modulação de apoptose e necrose, função imune e aumenta produção fatores tróficos (Trends in Neuroscience v. 27, p.561-8; 2004). Na vida real isto não é tão simples, uma vez que junto com a nicotina centenas de outros produtos extremamente tóxicos/cancerígenos são aspirados em um cigarro e não se recomenda, em hipótese alguma, fumar cigarro para evitar ou atrasar doença de Parkinson.

Como na própria doença de Alzheimer, o tabagismo associado a outros fatores de risco para doenças cerebrovasculares acaba contribuindo para piora dos sintomas parkinsonianos, em particular, no surgimento de sintomas não-motores como a própria demência associada à doença de Parkinson.

Evitar o tabagismo, mesmo passivo, é uma atitude importante para se ter um cérebro saudável por bastante tempo. Mais do que isto, evitar o tabagismo pode influenciar no desenvolvimento ou no surgimento de complicações relacionadas a doenças neurodegenerativas.

minhavida

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Fumar cigarro custa US$ 2,3 milhões ao longo da vida, diz estudo

cigarroQuanto custa fumar a vida inteira? De acordo com uma pesquisa americana, US$ 2,3 milhões (R$ 7,17 mi), dependendo de onde o fumante mora. A análise foi realizada pelo site de finanças pessoais WalletHub. E a conta não se baseia apenas no preço do maço de cigarros – a parte mais interessante do estudo são os custos não tão óbvios de manter o hábito.

A pesquisa levou em conta os custos nos 50 estados americanos – então as figuras não se aplicam, diretamente, a qualquer lugar do mundo. Em Nova York, por exemplo, o cigarro é o mais caro do país, assim como os custos de saúde. Foi lá que o WalletHub encontrou o gasto de US$ 2,3 milhões durante uma vida de tabagismo. Já no Kentucky, onde tudo é mais barato, esse custo caiu para US$ 1,1 milhão.

Cigarro
Mas como eles chegaram a esse número? Primeiro, criaram um “perfil do fumante médio”, uma pessoa que começou a fumar com 18 anos e fuma um maço por dia. Um fumante vive, em média, até os 69 anos. Aí, o cálculo dos gastos básicos foi simples: multiplicar o custo de 1 maço pelo número de dias em 51 anos.
Saúde
Eles também buscaram os números estaduais dos custos com saúde devido ao tabagismo. Dividiram essa figura pelo número total de fumantes por estado e, de novo, multiplicaram por 51 anos.
Salário
Fumantes ganham menos que seus colegas não fumantes, na média estadounidense. Pesquisas como a do Banco Federal de Atlanta colocam esse prejuízo em uma taxa de até 20% – mas só 8% da diminuição do salário teria ligação direta com o cigarro. Por isso, a Wallethub tirou 8% da renda familiar média dos EUA e adicionou esse número ao prejuízo causado pelo cigarro.
Custo de oportunidade
Até aí, o preço de fumar a vida toda só chegava a US$ 676 mil, mesmo em Nova York, o estado mais caro. Mas aí o Wallethub resolveu calcular quanto dinheiro os tabagistas poderiam ter ganhado se tivessem gastado o dinheiro dedicado ao cigarro investindo na bolsa.

Pegaram a média histórica das taxas de retorno das 500 maiores empresas listadas pela consultora financeira S&P. Depois, descontaram a inflação do período. Resultado: a maior parte do prejuízo financeiro do cigarro não é o dinheiro ativamente gasto com ele, mas a perda da oportunidade de ganhar bem mais dinheiro com outras coisas.

Pensar que todo mundo seria milionário se tivesse parado de fumar na juventude não é o argumento mais sólido do mundo. É como a piada em que o fumante que é acusado de ter gasto o equivalente a uma Ferrari em cigarros – por um não fumante que também não tem Ferrari nenhuma. Não dá para ignorar o impacto que os prazeres imediatos têm na vida das pessoas. Por causa disso é que o site FastCoExist recomendou: não se preocupe demais com a bolsa. Se mude para o Kentucky.

180 Graus

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5 problemas que o cigarro pode trazer para sua aparência

cigarroQue o cigarro causa muitos problemas de saúde, muita gente já sabe, mas o que poucas conhecem é os efeitos que ele pode causar na sua aparência.

Para saber mais, selecionamos alguns efeitos da droga em sua vida:

1. Rugas

Ao lado exposição excessiva e descuidada ao sol, o tabagismo aparece como um dos principais causadores das rugas. A própria contração muscular feita no ato de tragar cria linhas de expressão.

2. Elasticidade da pele

De acordo com o presidente da comissão de tabagismo da SBPT, por razões ainda não totalmente esclarecidas, a nicotina causa contração dos vasos, diminuindo o fluxo sanguíneo. Isso significa que os tecidos receberão menos oxigênio, o que pode lesionar as fibras elásticas da pele, prejudicando a síntese de colágeno.

3. Dentes

Uma característica bastante marcante, especialmente de quem fuma há muito tempo, são os dentes amarelados ou escuros. a nicotina e o alcatrão, entre outras substâncias presentes no fumo, aderem aos dentes de forma cumulativa.

4. Mãos

A impregnação da nicotina e alcatrão, duas substâncias presentes no cigarro, se dá até mesmo nas unhas e nas pontas dos dedos. Embora a aparência envelhecida saia com o tempo, o processo pode ser acelerado com tratamentos à base de ácido retinoico.

5. Cabelos

O cigarro prejudica o fluxo sanguíneo como um todo, o que afeta até mesmo os cabelos. Por mais que o fumante cuide dos fios, eles nunca terão ao mesmo brilho e a mesma força de um cabelo bem cuidado de uma não fumante.

Fonte: Minha Vida

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Empresa lança cigarro eletrônico de maconha

Kit inicial com o cigarro eletrônico e um cartucho com o extrato custa 50 libras esterlinas - Reprodução Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/empresa-lanca-cigarro-eletronico-de-maconha-16280148#ixzz3bRH3NEek  © 1996 - 2015. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
Kit inicial com o cigarro eletrônico e um cartucho com o extrato custa 50 libras esterlinas – Reprodução

A MediPen acaba de lançar um cigarro eletrônico para o consumo da cannabis, com foco no uso medicinal da planta. O aparelho, apresentado como “revolucionário”, promete o relaxamento e o alívio de dores sem o efeito psicotrópico do THC.

“A MediPen, que contém um ingrediente ativo chamado canabidiol, foi desenvolvido para ajudar pessoas com câncer e outras condições graves, assim como ajudar as pessoas que só querem uma forma mais fácil para relaxar”, diz a empresa, em comunicado.

Além do vaporizador, a MediPen comercializa um extrato que contém uma mistura de canabidiol com óleo de coco. A maconha ainda é ilegal no Reino Unido, onde a MediPen está sediada, mas, segundo a empresa, o cigarro eletrônico é “completamente legal” por não conter o THC, principal substância psicoativa presente na planta.

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Os criadores da MediPen se dizem comprometidos com a educação sobre os efeitos positivos associados ao canabidiol e afirmam que os ingredientes naturais são obtidos de fontes responsáveis no Reino Unido e na União Europeia.

O kit inicial da MediPen, com o cigarro eletrônico e um cartucho do extrato, custa 50 libras esterlinas, o equivalente a R$ 240. Cada cartucho custa 30 libras esterlinas, cerca de R$ 145.

 

O Globo

Anvisa publica novas regras de advertência em maços de cigarro

cigarroA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou hoje (13), no Diário Oficial da União, novas regras a serem aplicadas em embalagens de produtos derivados do tabaco. Com as mudanças, além da foto na parte de trás, que já vem com uma mensagem sobre os efeitos nocivos do cigarro, a parte da frente apresentará uma advertência ocupando 30% do espaço total.

A resolução determina que o novo texto de advertência seja “Este produto causa câncer. Pare de fumar. Disque-Saúde: 136” e fixa o tamanho e a cor das letras e do fundo. A Anvisa destacou que as embalagens não poderão ter nenhum tipo de dispositivo que dificulte a visualização da mensagem.

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Ainda de acordo com a publicação, a partir de 1º de janeiro de 2016, as empresas serão obrigadas a disponibilizar para o comércio varejista apenas embalagens que estejam de acordo com as novas regras. As embalagens antigas devem ser recolhidas até o dia 30 de junho de 2016.

Agência Brasil