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III Edição do Festival da Banana reúne arte, cultura, ciências e gastronomia em suas atividades

Bananeiras, no brejo paraibano, completa no próximo dia 16 de outubro 140 anos de história. Para comemorar esta data, uma grande programação de eventos acontece durante todo o mês, iniciando com o Festival da Banana, que já se encontra na sua terceira edição.

O III FESTIVAL DA BANANA acontece nos dias 11 a 13 de outubro, em Bananeiras. Será um evento que trará discussões técnicas, sociais e culturais voltadas à cadeia produtiva da Banana, promovendo a troca de experiências entre produtores, técnicos, pesquisadores, estudantes e demais envolvidos no setor, fomentando a demanda turística e consequentemente a economia local.   O Festival é promovido pela Prefeitura Municipal com o apoio da Universidade Federal da Paraíba, Governo do Estado, Emater e a COOPAFAB.

A abertura acontece na manhã da sexta-feira (11), no Espaço Cultural Oscar de Castro, com a oferta de mini-curso de artesanato com a fibra da banana e de facilitador. Além de uma visita técnica ao plantio de bananas, Feira Vó Corina e uma caminhada noturna pela cidade.

No segundo dia, o Brincando na Praça leva a partir das 8h à Praça Epitácio Pessoa uma programação voltada para o público infantil.

Esse ano com muitas novidades, o Festival traz uma feira de produtos totalmente derivados da banana. Também teremos o Pôr do Sol no Cruzeiro de Roma, apresentações culturais e muita música compondo o segundo dia desse Festival que se consolida no calendário turístico da região, proporcionando ao visitante muita cultura, artesanato e esportes.

O Coreto Cultural acontece com atividades todas as noites de sexta (11) e sábado (12) e na tarde de domingo (13) com artesanato, apresentações culturais e muita música no palco instalado no Coreto Marcos Ribeiro.

No domingo (13), a III Corrida da Serra e a Gincabanana, movimentam a Praça Epitácio Pessoa a partir das 8h da manhã e dão o tom ao encerramento do evento.

Segue a programação completa:

DIA 11 DE OUTUBRO (SEXT FEIRA)

HORÁRIO PROGRAMAÇÃO LOCAL
08:00 Mini-curso: (técnico)

INFORMAÇÕES: Porto: (83) 98750-6370 Júlio:( 83) 99698-4320

ECOC – Espaço Cultural Oscar de Castro
08:00 OFICINA de Artesanato – com fibra da banana

INSCRIÇÕES na casa do Turista (15 vagas)

ECOC – Espaço Cultural Oscar de Castro
12:30 Almoço para os participantes do Mini-curso Técnico COOPAFAB
14:00 Visita técnica ao plantio de Bananas

INFORMAÇÕES: Júlio:( 83) 99698-4320

COOPAFAB –

Lagoa do Matias

16:00

 

FEIRA VÓ CORINA – com agricultura familiar, gastronomia, artesanato e apresentação cultural com ATRAÇÃO MUSICAL Distrito de Roma
19h00min II CAMINHADA NOTURNA com a equipe da SUPER TRILHA

INSCRIÇÕES: Washington – (83)998559197 ou na Casa do turista

Concentração na praça Epitácio Pessoa às 18:30 com Saída às 19:30

DIA 12 DE OUTUBRO (SÁBADO)

HORÁRIO PROGRAMAÇÃO LOCAL
08h00min 3° BRINCANDO NA PRAÇA (programação infantil para crianças com apresentações, pula-pula, brincadeiras, distribuição de pipoca, algodão doce, etc)

 

Praça Epitácio Pessoa
14:30 FEIRA DA BANANA NA PRAÇA – Frutos e derivados (COOPAFAB e FEIRA VÓ CORINA) Praça Epitácio Pessoa
16:00 POR DO SOL NO CRUZEIRO

MÚSICA e CAFÉ REGIONAL Vó Corina

CRUZEIRO DE ROMA
19h00min CORETO CULTURAL:

Feira de artesanato e gastronomia

Grupo de Danças Serras de Bananeiras

SHOW MUSICAL: NECO LOBÃO

Praça Epitácio Pessoa

DIA 13 DE OUTUBRO (DOMINGO)

HORÁRIO PROGRAMAÇÃO LOCAL
08h00min III CORRIDA DA SERRA

(Inscrições na Casa do Turista e Diretoria de Esporte

Kaká (83)99676-5491/Jailson: (83)99651-0718

Largada na Praça Epitácio Pessoa
10h00min 3ª GINCABANANA- (Gincana lúdica competitiva)

CATEGORIA I- Cacho de banana mais pesado (Pacovã e Inglesa)

CATEGORIA II – Cacho de bananas como maior número de frutos

CATEGORIA III- Corrida da banana (masculino e feminino)

CATEGORIA IV- Maior comedor de bananas

Inscrições na hora

Praça Epitácio Pessoa

Inscrições na hora

11h00min

 

CORETO CULTURAL

Artesanato e Gastronomia

ATRAÇÃO MUSICAL: SÉRGIO DUARTE E PAGODE DOS AMIGOS

Coreto Marcos Ribeiro

Venha se divertir e se deliciar com a cultura e gastronomia desse belíssimo Festival, e comemorar conosco os 140 anos de história da nossa querida Bananeiras.

Ascom – PMB

 

Brasil cai em ranking mundial de educação em ciências, leitura e matemática

sala de aulas resultados do Brasil no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês), divulgados na manhã desta terça-feira (6), mostram uma queda de pontuação nas três áreas avaliadas: ciências, leitura e matemática. A queda de pontuação também refletiu uma queda do Brasil no ranking mundial: o país ficou na 63ª posição em ciências, na 59ª em leitura e na 66ª colocação em matemática.

A prova é coordenada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) foi aplicada no ano de 2015 em 70 países e economias, entre 35 membros da OCDE e 35 parceiros, incluindo o Brasil. Ela acontece a cada três anos e oferece um perfil básico de conhecimentos e habilidades dos estudantes, reúne informações sobre variáveis demográficas e sociais de cada país e oferece indicadores de monitoramento dos sistemas de ensino ao longo dos anos.

Top 5 do Pisa em CIÊNCIAS:

  1. Cingapura: 556 pontos
  2. Japão: 538 pontos
  3. Estônia: 534 pontos
  4. Taipei chinesa: 532 pontos
  5. Finlândia: 531 pontos

Top 5 do Pisa em LEITURA:

  1. Cingapura: 535 pontos
  2. Hong Kong (China): 527 pontos
  3. Canadá: 527 pontos
  4. Finlândia: 526 pontos
  5. Irlanda: 521 pontos

Top 5 do Pisa em MATEMÁTICA:

  1. Cingapura: 564 pontos
  2. Hong Kong (China): 548 pontos
  3. Macau (China): 544 pontos
  4. Taipei chinesa: 542 pontos
  5. Japão: 532 pontos
    (veja o ranking completo)

Especialistas ouvidos pelo G1 afirmam que não há motivos para comemorar os resultados do país no Pisa 2015, e afirmaram que, além de investir dinheiro na educação de uma forma mais inteligente, uma das prioridades deve ser a formação e a valorização do professor.

“Questões como formação de professores, Base Nacional Comum e conectividade são estratégicas e podem fazer o Brasil virar esse jogo”, afirmou Denis Mizne, diretor-executivo da Fundação Lemann.

“É fundamental rever os cursos de formação inicial e continuada, de maneira que os docentes estejam realmente preparados para os desafios da sala de aula (pesquisas mostram que os próprios professores demandam esse melhor preparo)”, disse Ricardo Falzetta, gerente de conteúdo do Movimento Todos pela Educação.

Para Mozart Neves Ramos, diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna, parte da solução “passa também em superar a baixa atratividade dos jovens brasileiros pela carreira do magistério, ao contrário do que ocorre nos países que estão no topo do ranking mundial do Pisa. Nesses países, ser professor é sinônimo de prestígio social”.

Participação do Brasil

No país, a prova fica sob responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A amostra brasileira contou com 23.141 estudantes de 841 escolas, que representam uma cobertura de 73% dos estudantes de 15 anos.

Em cada edição, o Pisa dá ênfase a uma das três áreas. Na deste ano, o foco foi ciências. Em 2015, a nota do país em ciências caiu de 405, na edição anterior, de 2012, para 401; em leitura, o desempenho do Brasil caiu de 410 para 407; já em matemática, a pontuação dos alunos brasileiros caiu de 391 para 377. Cingapura foi o país que ocupou a primeira colocação nas três áreas (556 pontos em ciências, 535 em leitura e 564 em matemática).

Segundo o Inep, não existem “evidências empíricas” para afirmar que houve “diferenças estatisticamente significativas” entre a pontuação dos estudantes brasileiros nas três áreas do Pisa entre 2015 e as três últimas edições da prova (2012, 2009 e 2006).

De acordo com os dados, os resultados dos estudantes em ciências e leitura são distribuídos em uma escala de sete níveis de proficiência (1b, 1a, 2, 3, 4, 5 e 6). Em matemática, a escala vai de 1 a 6. De acordo com a OCDE, o nível mínimo esperado é o nível 2, considerado básico para “a aprendizagem e a participação plena na vida social, econômica e cívica das sociedades modernas em um mundo globalizado”.

No Brasil, em todas as três áreas, mais da metade dos estudantes ficaram abaixo do nível 2. Veja no gráfico:

Maioria dos brasileiros ficaram abaixo do nível básico de proficiência em todas as áreas do Pisa 2015 (Foto: Editoria de Arte/G1)Maioria dos brasileiros ficaram abaixo do nível básico de proficiência em todas as áreas do Pisa 2015 (Foto: Editoria de Arte/G1)

Maioria dos brasileiros ficaram abaixo do nível básico de proficiência em todas as áreas do Pisa 2015 (Foto: Editoria de Arte/G1)

Além disso, 4,38% dos alunos brasileiros ficaram abaixo até do nível mais baixo no qual a OCDE determina habilidades esperadas para os estudantes em ciências. Em leitura e matemática, esse índice foi de 7,06% e 43,74% em matemática (no caso, da matemática, porém, há seis níveis de proficiência, e não sete).

Participaram alunos de todos os estados brasileiros, mas, no Amapá e no Paraná, não houve um número mínimo de avaliações para garantir uma análise estatística ampla. Por isso, o Inep alerta que os dados referentes a estes estados sejam analisados com cautela.

Em ciências e leitura, o Espírito Santo foi o estado com a maior média (435 e 441 pontos, respectivamente). Em matemática, a média do Paraná foi a mais alta, com 406 pontos, e o Espírito Santo teve a segunda maior média: 405. Já Alagoas registrou a média mais baixa nas três áreas: 360 em ciências, 362 em leitura e 339 em matemática.

Para Ricardo Falzetta, do Todos pela Educação, os dados mostram dois problemas principais. “Em primeiro lugar, que os nossos jovens não estão aprendendo conhecimentos básicos e fundamentais para que possam exercer plenamente sua cidadania enquanto jovens e depois, enquanto adultos, realizando seus projetos de vida. Em segundo lugar, a pesquisa aponta novamente – como vemos em diversos outros estudos, inclusive os nacionais – as enormes disparidades entre as regiões.”

Veja abaixo os resultados do Brasil em cada área:

Ciências

A área de ciências foi o foco da prova neste ano. Os alunos foram avaliados de acordo com três competências científicas: explicar fenômenos cientificamente, avaliar e planejar experimentos científicos e interpretar dados e evidências cientificamente. De acordo com a OCDE, “um jovem letrado cientificamente está preparado para participar de discussões fundamentadas sobre questões relacionadas à Ciência, pois tem a capacidade de usar o conhecimento e a informação de maneira interativa”.

As perguntas variavam entre o nível de dificuldade (baixo, médio e alto), e as respostas podiam ser dissertativas, de múltipla escolha simples ou múltipla escolha complexa. Os temas de ciências envolvem os sistemas físicos, vivos e sobre a Terra e o espaço, e foram abordados nos contextos pessoal, local/nacional e global.

Em ciências, 43,4% dos estudantes obtiveram pelo menos o nível 2 da escala de proficiência, segundo os dados divulgados nesta sexta. A média do Brasil na área foi de 401 pontos. Desde 2009, o desempenho do Brasil estava estagnado em 405, e agora recuou quatro pontos.

Veja a evolução do Brasil em ciências nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)Veja a evolução do Brasil em ciências nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Veja a evolução do Brasil em ciências nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Desempenho em CIÊNCIAS:

  • Média dos países da OCDE: 493 pontos
  • Média do Brasil: 401 pontos
  • Brasil – rede federal: 517 pontos*
  • Brasil – rede privada: 487 pontos*
  • Brasil – rede estadual: 394 pontos
  • Brasil – rede municipal: 329 pontos**
    *Segundo o Inep, o desempenho médio dos estudantes da rede federal e da rede priva não é “estatisticamente diferente”
    **O Inep ressalta que a rede municipal tem pontuação inferior porque, na maioria das escolas, os estudantes ainda estão cursando o ensino fundamental

Os estudantes brasileiros que participaram do Pisa em 2015 apresentaram mais facilidade para interpretar dados e evidências cientificamente e mais dificuldade com a competência de avaliar e planejar experimentos científicos. As questões que tinham contexto pessoal foram mais fáceis tanto para brasileiros quanto para alunos de outros países: elas registraram um índice de acertos de 33,8% pelos estudantes do Brasil. As questões globais, por outro lado, só foram respondidas corretamente por cerca de 26% dos participantes.

“Apenas para ilustrar, se considerarmos os nossos resultados em ciências, atingimos 401 pontos, enquanto que os alunos dos países da OCDE obtiveram uma média de 493 pontos”, afirmou Mozart Neves, do Instituto Ayrton Senna. “É uma diferença que equivale a aproximadamente ao aprendizado de três anos letivos!”

De acordo com o Inep, “representam pontos fortes dos estudantes brasileiros, de modo geral, os itens da competência explicar fenômenos cientificamente, de conhecimento de conteúdo, de resposta do tipo múltipla escolha simples. Por outro lado, representam pontos fracos os itens da competência interpretar dados e evidências cientificamente, de conhecimento procedimental, de resposta do tipo aberta e múltipla escolha complexa”.

Leitura

O Pisa define o “letramento em leitura” como a capacidade de os estudantes entenderem e usarem os textos escritos, além de serem refletir e desenvolver conhecimentos a partir do contato com o texto escrito, além de participar da sociedade. A prova do Pisa avalia o domínio dos alunos em três aspectos da leitura: Localizar e recuperar informação, integrar e interpretar, e refletir e analisar.

Vários tipos de textos aparecem na prova, como os descritivos, narrativos e argumentativos, e há textos que apresentam situações pessoais, públicas, educacionais e ocupacionais.

No Pisa 2015, 50,99% dos estudantes ficaram abaixo do nível 2 de proficiência. A média de desempenho foi de 407 pontos. É a segunda queda consecutiva na área de leitura desde 2009.

Veja a evolução do Brasil em leitura nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)Veja a evolução do Brasil em leitura nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Veja a evolução do Brasil em leitura nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Desempenho em LEITURA:

  • Média dos países da OCDE: 493 pontos
  • Média do Brasil: 407 pontos
  • Brasil – rede federal: 528 pontos*
  • Brasil – rede privada: 493 pontos*
  • Brasil – rede estadual: 402 pontos
  • Brasil – rede municipal: 325 pontos**
    *Segundo o Inep, o desempenho médio dos estudantes da rede federal e da rede priva não é “estatisticamente diferente”
    **O Inep ressalta que a rede municipal tem pontuação inferior porque, na maioria das escolas, os estudantes ainda estão cursando o ensino fundamental

“Os estudantes brasileiros mostraram melhor desempenho ao lidar com textos representativos de situação pessoal (por exemplo, e-mails, mensagens instantâneas, blogs, cartas pessoais, textos literários e textos informativos) e desempenho inferior ao lidar com textos de situação pública (por exemplo, textos e documentos oficiais, notas públicas e notícias)”, avaliou o Inep, no documento divulgado à imprensa.

Matemática

A área de matemática do Pisa é onde o Brasil tem a pontuação mais baixa nas últimas cinco edições do programa. Porém, o país vinha registrando uma tendência de crescimento consistente. Na edição de 2012, o governo federal afirmou que o Brasil foi o país que mais evoluiu na pontuação média de matemática no Pisa. Porém, nesta edição, essa foi a área onde o Brasil teve a queda mais acentuada:

Veja a evolução do Brasil em leitura nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)Veja a evolução do Brasil em leitura nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Veja a evolução do Brasil em leitura nas últimas seis edições do Pisa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Desempenho em MATEMÁTICA:

  • Média dos países da OCDE: 490 pontos
  • Média do Brasil: 377 pontos
  • Brasil – rede federal: 488 pontos*
  • Brasil – rede privada: 463 pontos*
  • Brasil – rede estadual: 369 pontos
  • Brasil – rede municipal: 311 pontos**
    *Segundo o Inep, o desempenho médio dos estudantes da rede federal e da rede priva não é “estatisticamente diferente”
    **O Inep ressalta que a rede municipal tem pontuação inferior porque, na maioria das escolas, os estudantes ainda estão cursando o ensino fundamental

“Os resultados do Brasil no Pisa são gravíssimos porque apontam uma estagnação em um patamar muito baixo. 70% dos alunos do Brasil abaixo do nível 2 em matemática é algo inaceitável. O Pisa é mais uma evidência do que vemos todos os dias nas escolas”, afirmou Denis Mizne, da Fundação Lemann.

Os conteúdos matemáticos avaliados na prova do Pisa são relacionados a quantidade; incerteza e dados; mudanças e relações; espaço e forma. A OCDE considera como capacidades fundamentais da matemática atividades como delinear estratégias, raciocinar e argumentar, utilizar linguagem e operações simbólicas, formais e técnicas e utilizar ferramentas matemáticas. Entre os processos matemáticos, o Pisa mede a habilidade dos estudantes de formular, empregar, interpretar e avaliar problemas.

De acordo com a avaliação do Inep, os estudantes brasileiros apresentaram “facilidade maior em lidar com a matemática envolvida diretamente com suas atividades cotidianas, sua família ou seus colegas”. Além disso, “o manuseio com dinheiro ou a vivência com fatos que gerem contas aritméticas ou proporções é uma realidade mais próxima dos estudantes do que, por exemplo, espaço e forma”, diz o órgão.

Entenda o Pisa

As provas do Pisa duram até duas horas e as questões podem ser de múltipla escolha ou dissertativas. Nesta edição, em alguns países, incluindo o Brasil, todos os estudantes fizeram provas em computadores. O exame é aplicado a uma amostra de alunos matriculados na rede pública ou privada de ensino a partir do 7° ano do ensino fundamental. Além de responderem às questões, os jovens preencheram um questionário com detalhes sobre sua vida na escola, em família e suas experiências de aprendizagem.

Do total de alunos da amostra brasileira, 77,7% estavam no ensino médio, 73,8% na rede estadual, 95,4% moravam em área urbana e 76,7% viviam em municípios do interior.

Estudantes de escolas indígenas, escolas rurais da região Norte ou escolas internacionais, além de alunos de escolas situadas em assentamentos rurais, comunidades quilombolas ou unidades de conservação sustentável não fizeram parte do estudo do Pisa. Segundo o Ministério da Educação, o motivo foram as dificuldades logísticas de aplicação da avaliação e o fato de certos grupos populacionais não terem necessariamente a língua portuguesa como língua de instrução.

G1

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Feira de Ciências trata da evasão escolar e comemora os 30 anos do Padre Geraldo

 

feira10Dentro da programação de aniversário dos seus 30 anos, o Colégio Padre Geraldo da Silva Pinto, em Solânea, realizou nos dias 25 e 26 de setembro a sua feira de ciências. Com a evasão escolar como tema, os projetos apresentados buscaram mostrar as atividades desenvolvidas na escola para evitar o abandono dos alunos às escolas, fato que é tão presente no país.

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A diretora Jaqueline Rocha agradeceu a dedicação dos professores e alunos que trabalharam incessantemente para realização do evento. “Quero parabenizar toda minha equipe pela dedicação, desde os funcionários, professores e alunos que se dedicaram nos últimos dias para poder mostrar seus projetos para aqueles que vieram nos visitar. Aproveito também para agradecer as escolas que estiveram nos visitando durante esses dois dias de evento, tenho certeza que não decepcionamos ninguém”, falou.

Além dos projetos sobre a evasão escolar, o colégio homenageou o Padre Geraldo, que deu nome a escola, como também aqueles professores e alunos que passaram pelo colégio ao longo desses 30 anos, com uma vasta exposição fotográfica.

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Redação/Focando a Notícia

Em Alagoa Grande (PB), Sistema Dinâmico de Ensino realiza a sua II edição da Feira de Ciências

 

 A II edição da feira de Ciências do Cantinho do Saber, Sistema dinâmico de Ensino, aconteceu dentro da programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de 2012 iniciou dia 15 e vai até o dia 21 de outubro. O tema principal da SNCT é “Economia verde, sustentabilidade e erradicação da pobreza“. Serão promovidas e estimuladas em todo o país atividades de difusão e de apropriação social de conhecimentos científicos e tecnológicos relacionados com este tema. Você ainda pode organizar e cadastrar um evento com palestra ou minicurso ou mesa redonda sobre um dos temas de ciências e tecnologia.

 

 

Prof. Rafael para o Focando a Notícia