Arquivo da tag: chuvoso

Tempo chuvoso ajuda a proliferar insetos; veja como se proteger

Em período de mudanças climáticas e aumento das chuvas, como as registradas nos últimos dias em várias regiões da Paraíba, a quantidade de insetos tende a aumentar. Isso porque cresce o número de criadouros que aceleram o ciclo de desenvolvimento e acasalamento.

Esses são os “bichinhos de chuva”, insetos que saem para o acasalamento e criar uma nova colônia. No período chuvoso, durante a noite, as lâmpadas ficam cheias de mariposas e borboletas, que aparecem em vários tamanhos e quase todas com a mesma tonalidade de cor. Especialistas confirmam que alguns insetos trazem incômodo, mas outros podem acarretar também perigos.

insetos
Insetos incomodam alunos que assistem à aula durante a noite na UEPB. (Foto: Ingrid Donato/Portal Correio)

A estudante Letícia Allyne, moradora do bairro de Bodocongó, Zona Oeste de Campina Grande, conta que todas as noites se sente incomodada com a invasão dos insetos em casa. “Tenho fobia desses bichos, não posso abrir a janela que a casa já fica cheia, até mesmo andando na rua eles ficam perto da gente. Também tenho medo que esses bichinhos transmitam alguma coisa”, conta.

A bióloga e professora da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Roberta Smania, afirma que os insetos, em especial os dípteras (moscas, mosquitos, varejeiras, pernilongos, borrachudos e mutucas), têm uma preferência por se reproduzir nos períodos de alta temperaturas. “Eles colocam os ovos na água e fazem a oviposição. Primeiro o ovo, depois a larva, a pupa e, por fim, a fase alada (adulta)”, disse.

Existem milhares de espécies de insetos e alguns deles além de incomodar, podem trazer perigos à saúde. Por isso, é preciso ficar alerta. “Como exemplo o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. É muito rápida a proliferação desse tipo de mosquito”.

Uma fêmea do Aedes consegue fazer até 100 oviposições em locais diferentes, para cada oviposição ela pica um ser humano, se alimenta de sangue para nutrir os ovos e o macho se alimenta de seiva de plantas, por isso esses animais se escondem nas áreas mais escuras das casas, nos jardins, nas folhagens”, explica a bióloga.

Com o aumento dos insetos em Campina Grande, páginas na internet começaram a ironizar o assunto.

insetos
Página ironiza o assunto e pede explicações ao prefeito de Campina Grande. (Foto: Reprodução Twitter)

Cuidados contra insetos

Muitos dos insetos entram em qualquer residência e incomodam com zumbido e a característica de sugar o sangue. A picada de alguns deles pode deixar a pele irritada e também transmitir doenças (como o Aedes aegypit). Por esses motivos, é necessário tomar medidas que os mantenham longe.

A dica mais importante é evitar acúmulo de lixo e de água parada. É necessário limpar as calhas de chuva, ralos, lixeiras e vasos de plantas frequentemente, verificar se estão entupidos e retirar a sujeira, pois esses são os locais mais comuns e que podem ser usados para reprodução de insetos.

Verifique se no seu quintal não há nenhum resquício de água parada. Retire objetos de lugares onde possam encher de água da chuva. Se você tem animais em casa, observe a comida deles e troque a água com frequência.

insetos
Agentes no combate ao Aedes em Campina Grande (Foto: Divulgação/PMCG)

Quando o problema ultrapassa os muros da sua residência, como um terreno baldio acumulando lixo, você pode entrar em contato com o dono do local ou com a prefeitura para que cada um tome providências.

Sobre o uso de inseticidas naturais, a bióloga Roberta Smania recomenda a planta citronela em casa. Ela age naturalmente com efeito repelente espantando mosquitos.

Previsão do tempo

Para os próximos dias, mantém-se o quadro de instabilidade atmosférica sobre boa parte do estado da Paraíba. Assim, o tempo continua favorável à formação de nuvens de chuva, especialmente nas regiões do Cariri/Curimataú, Sertão e Alto Sertão. Observa-se, também, a possibilidade de ocorrência de pancadas de chuva pontuais nas demais áreas do estado.

No Litoral, sol com variação de nuvens podendo ocorrer pancadas de chuva passageiras. Máxima de 32ºC e mínima de 24ºC.

No Brejo do estado, sol com variação de nuvens e também poderão ocorrer pancadas de chuva passageiras. Máxima de 29ºC e mínima de 21ºC. No Agreste, máxima de 32ºC e mínima de 21ºC.

Na região do Cariri e Curimataú, nebulosidade variável e favorável à ocorrência de pancadas de chuva especialmente entre a tarde e noite. Máxima de 33ºC e mínima de 22ºC.

Já no Sertão, nebulosidade variável com ocorrência de chuva isolada. Máxima de 35ºC e mínima de 24ºC.

 

portalcorreio

 

 

Aesa prevê trimestre mais chuvoso para área seca da PB

Meteorologistas da Agência Executiva de Gestão da Águas (Aesa) informaram nesta quinta (28), em Campina Grande, que o primeiro trimestre de 2018 será com chuvas dentro da média história no Cariri, Curimataú, Sertão e Alto Sertão. A previsão climática é otimista, frente ao período de estiagem registrado em 2017, com chuvas abaixo da média, e também previsto pela Aesa no fim de 2016.

De acordo com o setor de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, os últimos seis anos foram de chuvas abaixo da média histórica na maior parte do estado. A estiagem de 2017 foi provocada, principalmente, pelas condições do Oceano Atlântico e a influência do fenômeno El Niño.

“Neste momento, o Oceano Atlântico, que representa um importante condicionante da variabilidade climática, apresenta condições neutras e isso contribui para a chegada de chuvas por aqui. Quando fizemos esta avaliação, no final do ano passado, as condições eram negativas. Outra coisa que nos favorece é a presença do fenômeno La Niña, mesmo estando com intensidade fraca, na região do Oceano Pacífico”, explicou a meteorologista da Aesa, Marle Bandeira.

Durante os meses de janeiro e fevereiro as chuvas não devem ser constantes, nem localizadas em uma única região. “É importante ressaltar que o semiárido nordestino tem como características a alta variabilidade espacial e temporal dos índices pluviométricos”, ressaltou Carmem Becker, que também é meteorologista da Aesa. “Por isso é de fundamental importância, o monitoramento contínuo das condições oceânicas e atmosféricas globais”, completou o gerente de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, Alexandre Magno.

Segundo a Aesa, apenas um reservatório está sangrando; outros 25 estão com pouco mais de 20%; 32 têm menos de 20%; e 60 estão em situação crítica, com menos de 5% do volume total.

portalcorreio

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Meteorologia prevê tempo chuvoso no Litoral, Brejo e Agreste nesta quinta-feira

Clima-Nublado-com-chuvaAs condições do tempo para esta quinta-feira (30) devem permanecer com as mesmas características dos últimos dias, segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa). Os satélites mostram transporte de umidade vinda do oceano em direção à faixa leste, trazendo chuvas típicas desta época do ano. A nebulosidade será variável na faixa oeste.

O mês de julho deve fechar com índice de chuvas mais de 50% acima da média prevista para a época. Até a madrugada desta quarta-feira (29), havia chovido 376,1mm durante o mês de julho na Capital paraibana.

A previsão é de céu nublado a parcialmente nublado e com chuvas no Agreste, Brejo e Litoral, com variações de temperatura entre 18ºC e 25ºC; 17ºC e 24ºC; e 22ºC e 29º nestas regiões, respectivamente. No lado oeste da Paraíba, as temperaturas variam entre 17ºC e 29ºC no Cariri/Curimataú; 21ºC e 32ºC no Sertão; e 20ºC e 31ºC no Alto Sertão.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

blogdogordinho

Com fim do período chuvoso, cidades do Sertão voltam a utilizar poços para enfrentar seca

Divulgação/ Assessoria
Divulgação/ Assessoria

O período chuvoso no Sertão acabou e como não houve acúmulo significativo nos grandes mananciais da região, as comunidades rurais já voltam a sofrer com a escassez de água para o consumo humano.

No município de Sousa, a 420 quilômetros de João Pessoa, a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente em parceria com o Departamento Nacional Contra as Secas (Denocs) estão reativando os poços artesianos em comunidades do município.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Pelo menos seis comunidades estão sendo beneficiadas por já estarem sofrendo com a escassez do produto tanto para o consumo humano como para os animais.

As localidades que estão recebendo os serviços de reativação dos poços são o Núcleo Habitacional II, Sítio Sagui, Boa Vista, Casa do Caminho, Carnaubinha e Vaca Morta. Mas, o secretário de Ageicultura Paulo Sérgio informou que o poço artesiano vem surgindo como uma alternativa para amenizar os efeitos da seca nessas comunidades.

Além das áreas rurais, a problemática da escassez de água já está atinge também áreas urbanas do município de Sousa.

Chuvas ocorrem no Agreste e Litoral

O período de chuvas vem se intensificando nas regiões do Agreste e Litoral no segundo semestre do ano. De acordo com informações da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), a perspetiva é de que  nos próximos dois meses as cidades litorâneas, que já lideram o ranking das chuvas, consolidem os maiores índices pluviométricos da Paraíba em 2014.

A Aesa informou, ainda, que as chuvas deste mês de junho provocaram o “sangramento” de quatro açudes: Gramame-Mamuaba, em João Pessoa; Jangada, em Mamanguape; Olho d’Água, em Mari; e Araçagi, localizado na cidade de mesmo nome.

“Como estamos no período mais chuvoso da região leste, essa evolução no nível dos açudes é normal. A tendência é de que as recargas aconteçam de forma ainda mais significativa em julho e agosto, já que nesse período ocorrem as chuvas que são responsáveis por 70% do abastecimento dos reservatórios do litoral”, informou o gerente de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, Alexandre Magno.

 

portalcorreio

Tempo deve permanecer chuvoso neste fim de semana na PB, diz Aesa

Após uma semana de tempo bom na maior parte dos dias, o fim de semana deverá ser de tempo fechado em todo o estado da Paraíba, principalmente na faixa litorânea, segundo previsões da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa). Nesta sexta-feira (13), que começou chuvosa no Litoral, Agreste e Brejo, o céu deve permanecer coberto, com chuvas esparsas durante todo o dia.

A previsão para as próximas 24 e 48 horas do Litoral até Brejo não é muito diferente do previsto para esta sexta. Segundo a Aesa, no sábado (14) e domingo (15) o tempo deverá ficar encoberto, com chuvas intercaladas entre períodos de melhorias. Dentre as regiões que estão previstas para ter tempo fechado, a região do Litoral deve ser a mais atingida pelas chuvas nas próximas 48 horas, segundo a Aesa.

Nas regiões do Curimataú, Cariri e Sertão, o tempo ficará com nebulosidade variável, mas sem previsão de chuvas. Segundo a meteorologista, Marle Bandeira, somente entre a quinta e sexta-feira em João Pessoa, choveu aproximadamente 100 milímetros. Na capital, entre 1° e 13 de julho, choveu 221,9 milímetros de uma média climatológica de 240 milímetros para o mês inteiro. Em Campina Grande, por sua vez, a marca registrada pela Aesa nas últimas 24 horas foi de 11,4  milímetros de chuva. Do início deste mês até esta sexta choveu em Campina cerca de 42% da média climatológica para todo o mês de julho, que é de 110 milímetros.

Aesa