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JP e mais 37 cidades recebem alerta de chuva nas próximas horas

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, na tarde desta segunda-feira (20), alerta de chuvas fortes para 38 cidades da Paraíba. A Capital paraibana já vem registrando chuvas ocasionais desde o último domingo.

De acordo com o órgão, a quantidade do volume de chuva pode variar de 20 a 30 milímetros por hora (mm/h) ou até 50 mm/dia, o que significa baixo risco de alagamentos e pequenos deslizamentos

O alerta do Inmet é válido até às 10h desta terça-feira (21). Durante este período, o órgão orienta que as pessoas evite enfrentar o mau tempo; observem alteração nas encostas e evitem usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros estarão atentos às ocorrências nos números 199 e 193, respectivamente. Na Capital paraibana, a Defesa Civil Municipal atende através do telefone 0800 285 9020.

Veja abaixo a lista de cidades afetadas:

Alhandra
Araçagi
Bayeux
Baía Da Traição
Caaporã
Caiçara
Caldas Brandão
Capim

Conde
Cruz Do Espírito Santo
Cuité De Mamanguape
Curral De Cima
Duas Estradas
Itabaiana
Itapororoca
Jacaraú
João Pessoa
Juripiranga
Lagoa De Dentro
Logradouro
Lucena
Mamanguape
Marcação
Mari
Mataraca
Mulungu
Pedras De Fogo
Pedro Régis
Pilar
Pitimbu
Riachão Do Poço
Rio Tinto
Santa Rita
Sapé
Sertãozinho
Sobrado
São José Dos Ramos
São Miguel De Taipu

 

PB Agora

 

 

Feriadão tem céu nublado e previsão de pancadas de chuva para toda PB

Para quem vai passar o feriadão na Paraíba, a previsão é de céu nublado e pancadas de chuva em diversas áreas do estado.

De acordo com a previsão do tempo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para esta sexta (19), sábado (20) e domingo (21), chuvas isoladas podem ocorrer durante todo o feriadão.

Para este sábado a previsão é de temperatura variando entre 23º C e 31º C em todo o estado.

E no domingo de Páscoa a máxima prevista é de 32º C e mínima de 24º C.

A maré pode atingir 2,6 metros por volta das 4h do sábado.

PB Agora

 

 

Maior chuva dos últimos 20 anos deixa moradores desabrigados na PB

A maior chuva nos últimos 20 anos deixou moradores desabrigados em Pocinhos. Um dilúvio atingiu a cidade localizada no Agreste paraibano, próxima a Campina Grande, na tarde desta quinta-feira (21). Em apenas uma hora choveu 100 mm no município segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas (AESA).

A chuva forte acompanhada de ventania,  provocou alagamentos em bairros inteiros. A água invadiu casas, igrejas e outros estabelecimentos, causando grande prejuízo e deixando moradores desabrigados.

Uma ponte que dá acesso a um bairro ficou danificada com a enxurrada.

De acordo com informações do jornalista Ubiratan Cirne, a prefeitura liberou uma escola pública municipal para abrigar as pessoas desalojadas no município.

Pocinhos vinha sofrendo com a escassez de água há muito tempo e a chuva desta quinta foi a maior dos últimos 20 anos.

Há também informações de chuvas em outras cidades do entorno como Puxinanã, Montadas, Areal, e parte de Lagoa Seca. Nos videos abaixo é possível ter uma dimensão da intensidade da chuva e dos estragos provocados.

pbagora

 

 

Carro e moto caem em buraco após chuva levar pedaço de estrada e uma pessoa morre

O acidente aconteceu no início da manhã deste sábado (07), em Barra de São Miguel, no Cariri paraibano. Parte da rodovia que liga a cidade de Riacho de Santo Antônio se rompeu devido às fortes chuvas que caíram durante a noite e uma caminhonete e uma motocicleta caíram na vala.

O motociclista, conhecido como Zé Pacas, que é produtor rural não viu o buraco, caiu e morreu na hora.

Outras três pessoas ficaram feridas e foram socorridas para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande.

paraiba.com.br/

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Chuva atinge pelo menos 78 cidades da Paraíba no fim de semana, diz Aesa

Segundo informações da Aesa, choveu em mais de 78 cidades paraibanas neste fim de semana (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Segundo informações da Aesa, choveu em mais de 78 cidades paraibanas neste fim de semana (Foto: Reprodução/TV Paraíba)

Pelo menos 78 cidades registraram chuvas neste fim de semana na Paraíba, segundo dados divulgados pela Agência de Gestão das Águas do Estado (Aesa). A cidade de Monteiro, no Cariri paraibano, registrou o maior índice pluviométrico, com 115 mm. Já Taperoá, também no Cariri, teve o menor índice de chuvas, com apenas 0,3 mm.

Em Monteiro, a chuva forte causou algamentos em alguns bairros da cidade. A barragem São José, um dos mananciais que abastece o município, sangrou na noite de sábado (1º) e foi um atrativo para moradores próximos do local que se banharam no sangradouro na manhã do domingo (2). Outras cidades de que tiveram bons índices pluviométricos foram Manaíra e Mãe D’ Água, no Sertão do estado, com 91,6 mm e 81,2 mm, respectivamente.

Ainda na região sertaneja, as cidades de Cacimba de Areia, com 77,7 mm, e Teixeira, com 61, 2 mm, apresentaram bons índices pluviométricos. No Litoral, a cidade de Jacaraú foi a que registrou o maior índice de chuva, com 47,1 mm. Em João Pessoa, a Aesa mediu pouco mais de 20 mm de chuva no fim de semana.

Em contrapartida, alguns municípios apresentam um índice chuvas muito baixo durante os três dias do fim de semana. Foi o caso, por exemplo, da cidade de Campina Grande, no Agreste paraibano, que registrou apenas 0,4 mm. No município de Boqueirão, onde está localizado o açude Epitácio Pessoa, que abastece 19 municípios, choveu apenas 0,7 mm.

G1

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Chuva alaga ruas e faz açude sangrar na 1ª cidade que recebe águas da Transposição

açudeUma forte chuva que caiu em Monteiro, na noite deste sábado (1), deixou as ruas alagadas e fez sangrar o  Açude São José, localizado no centro da cidade. De acordo com a Agência Executiva de Gestão da Águas na Paraíba, Aesa, choveu 120 milímetros na cidade.

Por causa do sangramento do açude, a passagem para Monteiro chegou a ficar interditada e também foram registradas inundações de algumas residências,  prédios  públicos  e o mercado municipal.

De acordo com o diretor da Aesa, João Fernandes, as  águas que caíram em Monteiro  desceram para os açudes de Poções e Camalaú e agora  seguem junto com as águas da Transposição pelo Rio Paraíba em direção ao manancial de Boqueirão. Monteiro é o primeiro município da Paraíba a receber as águas da Transposição dos Rio São Francisco.

Ainda na região do Cariri paraibano foi registrada chuva na cidade de Sumé.

Roberto Targino – MaisPB

 

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Em meia hora, chuva e ventos fortes causam estragos em Campina Grande

chuvaNo Dia Mundial da Água, uma chuva de meia hora e ventos fortes causaram transtornos e estragos em Campina Grande, no Agreste paraibano, na tarde desta quarta-feira (22). Queda de árvore, telhados quebrados, casas alagadas estão entre as ocorrências registradas pelos órgãos de segurança pública. Em um condomínio de casas, o vento chegou a arrancar e arremessar a estrutura de cobertura do salão de festas. Não houve registro de feridos.

A chuva ocorreu por volta das 16h, junto com trovões e raios. A jornalista Tatiana Brandão conta que estava no trabalho, quando recebeu mensagens de vizinhos do condomínio onde mora, informando sobre os danos que estavam sendo causados. Ela foi para casa e conta que, ao chegar no condomínio, se deparou com uma “cena de destruição”.

“O vento arrancou a estrutura do salão de festas do condomínio, que fica ao lado da piscina, e arremessou para o outro lado. Na minha casa, as telhas quebraram e entrou água nos quartos. Está tudo molhado. Por onde a gente anda, no condomínio tem telha quebrada e carros com o teto amassado pelas telhas que caíram”, conta a moradora.

Outros estragos
Segundo a Defesa Civil de Campina Grande, três casas ficaram alagadas no bairro Cruzeiro. O órgão foi ao local para avaliar o que aconteceu e a situação das famílias atingidas. Já o Corpo de Bombeiros confirmou que o vento derrubou uma árvore na rua José Braz do Rego, no Bairro Jardim Paulistano. A queda da árvore bloqueou a rua, mas ninguém ficou ferido.

Previsão
A Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) informou que as chuvas foram localizadas. A meteorologia Carmem Becker explicou que os trovões foram provocados por uma nuvem que se forma quando o clima está quente e úmido. Ela informou ainda que o sistema se deslocou para o município de Queimadas e deve ir perdendo força ao longo da passagem. Ainda segundo a Aesa, para a noite desta quarta-feira (22), a previsão é de chuvas localizadas em todo o estado da Paraíba.

G1 PB

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Outono chega com madrugadas mais frias e promessa de chuva na Paraíba, diz Aesa

Solânea: Imagem instagram@focandoanoticia
Solânea: Imagem instagram@focandoanoticia

O outono, estação de transição entre o verão e o inverno, começou oficialmente às 7h29 de ontem. A mudança, segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), somente será sentida nas madrugadas, considerada mais fria. A meteorologista da Aesa, Marle Bandeira, informa que na faixa central do Estado as temperaturas ficam mais amenas, apesar de não se evidenciar as características dessa estação.

Segundo ela, isso é devido a localização geográfica da Paraíba, mas mesmo assim as chuvas ficam frequentes em algumas regiões. A meteorologista explicou ainda que até meados de junho, quando se inicia o inverno, a expectativa é a diminuição gradativa das temperaturas. Somente agora é que começa o período de chuvas no Agreste, Brejo e Litoral. De acordo com Marle, a previsão local aponta que as chuvas na Paraíba devem se manter dentro da média, no entanto as ocorrências devem ser irregulares, registrando diferentes índices de acordo com cada região do estado.

Segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe), embora o outono seja um dos períodos chuvosos no Nordeste, a seca deve continuar. Isso porque a previsão aponta que o volume de chuvas deve ficar abaixo da média histórica na região. Uma mudança do cenário dependeria de uma reviravolta nas condições climáticas, segundo a meteorologista Renata Tedeschi, do CPTEC/Inpe.

pbagora

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Chuva decepciona e conta de luz pode ter bandeira vermelha no 2° semestre

energiaUm período de chuvas bastante abaixo da média no Brasil em 2016 e 2017 tem impulsionado apostas do mercado de eletricidade em um segundo semestre de contas de luz com bandeira vermelha (taxa extra) em alguns meses, o que elevaria custos para os consumidores.

Especialistas ouvidos pela agência de notícias Reuters avaliam que a hidrologia vista desde novembro não permitirá uma boa recuperação dos reservatórios das hidrelétricas até abril, fim da época de chuvas, o que pode exigir o acionamento de termelétricas mais caras, que resulta na mudança da bandeira.

A bandeira começou 2017 verde, o que não gera cobranças adicionais, mas passou para amarela neste mês, diante de expectativas de chuvas em torno de 70% da média histórica. A bandeira vermelha, com custo maior, não é acionada desde fevereiro de 2016.

“Provavelmente, teremos aí no segundo semestre um ou mais meses de bandeira vermelha”, disse o sócio da comercializadora FDR Energia, Erik Azevedo.

Além das questões relacionadas ao clima, uma eventual recuperação da economia mais ao final do ano pode elevar a carga, outro fator de alta para o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), que define o acionamento das bandeiras tarifárias.

Uma mudança já aprovada nos cálculos do PLD, ou preço spot da eletricidade, a partir de maio, também é fator que deverá elevar significativamente essas cotações.

Azevedo, da FDR Energia, avalia que a bandeira pode ser verde em abril, mas a tendência para o resto do ano é bem mais pessimista, devido à mudança no PLD.

“A tendência é que tenhamos bandeira amarela até o final do período seco, em novembro. Essa é nossa expectativa hoje, mas tecnicamente essa bandeira pode virar vermelha”, disse o sócio da consultoria Esfera Energia, Braz Justi.

“Se chover onde precisa, e chover bem, recupera rápido, mas nessa altura do campeonato é contar com a sorte, porque já passaram quatro meses [do período úmido] e não choveu [o suficiente]”, completou.

Em novembro e dezembro, as chuvas na região das hidrelétricas do Brasil ficaram em 77% e 75% da média, enquanto em janeiro e fevereiro recuaram para 67% e 70%, segundo a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica).

“A gente vem em um período úmido bem abaixo da média… falar de bandeira vermelha ainda acho um pouco prematuro, mas pode acontecer sim, se as chuvas ficarem abaixo da média, principalmente a partir da entrada de maio”, disse o gerente de risco da comercializadora Ecom Energia, Carlos Caminada.

A bandeira amarela eleva o custo da eletricidade em R$ 2 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos, enquanto a bandeira vermelha gera um adicional de R$ 3 a cada 100 kWh.

Fator Consumo

Um dos principais fatores que podem influenciar uma possível mudança para bandeira para vermelha é, além das chuvas, o ritmo da economia.

As projeções de carga atualmente utilizadas no cálculo do PLD, que aciona as bandeiras, consideram um crescimento econômico de 0,5% neste ano e de em média 2% ao ano no período 2017-2021.

Essa projeção de carga deverá ser atualizada no final de abril e depois novamente no final de agosto.

Para abril, a expectativa é que os dados tenham pouca ou nenhuma mudança, mas um início de recuperação econômica esperado para os dois últimos trimestres do ano poderia levar a uma revisão com maior impacto mais adiante.

“A gente não está vendo nenhuma diferença significativa em relação ao cenário atual… mas se no segundo semestre você tiver uma recuperação da economia mais forte que o esperado, e principalmente da indústria, esse aumento de carga pode refletir muito nos preços”, disse Caminada, da Ecom.

Os especialistas ressaltaram que é o terceiro ano consecutivo em que o período de chuvas do Brasil tem chuvas consideradas ruins na região das hidrelétricas, o que impede a recuperação dos reservatórios e gera pressão sobre as tarifas de energia mesmo em um cenário de sobrecapacidade estrutural de geração.

“Tem que chegar no final de maio com reservatório no maior nível possível… com os reservatórios como estão, o que está salvando o sistema é esse consumo [baixa]. Se não fosse isso, a gente já estaria em bandeira vermelha”, disse Azevedo, da FDR.

Uol

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