Arquivo da tag: chantagem

Luiz Couto diz que Temer faz “chantagem explícita” com políticos para aprovar Reforma da Previdência

O deputado federal Luiz Couto (PT) cobrou do Governo Federal o pagamento dos grandes devedores da Previdência.  O rombo ultrapassa os R$ 400 bilhões. Segundo o deputado, as maiores dívidas não cobradas são da Varing (empresa falida) e da JBS.

De acordo com o deputado, não há rombo na Previdência, o que há é uma ineficiência na cobrança dos devedores.

A expectativa do governo é votar já em janeiro a matéria, e luta para conseguir os 308 votos necessários para a aprovação. “No dia 19 de fevereiro está marcado para começar a discussão. Em janeiro não entra, eles podem querer falar depois do Carnaval. O Brasil só funciona plenamente depois do Carnaval”, disse Couto.

Luiz Couto chamou de “chantagem explícita” a condicionante imposta pelo presidente Michel Temer de só liberar recursos aos municípios se a reforma for aprovada.

blogdogordinho

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Zenóbio reage à ‘traição’ de vereador e revela chantagem: ‘Me pediu R$ 169 mil’

Zenobio-ToscanoEm contato com o Portal MaisPB, na tarde desta quinta-feira (21), o  prefeito da cidade de Guarabira e candidato à reeleição, Zenóbio Toscano (PSDB), acusou o presidente da Câmara de Vereadores, Inaldo Júnior (PTB), de lhe pedir R$ 169 mil para não romper politicamente com ele.

De acordo com Zenóbio, o dinheiro serviria para liquidar um empréstimo do parlamentar, mas, como não pôde atender o pleito, na tarde de ontem o petebista anunciou adesão a pré-candidatura de Fátima Paulino (PMDB), que o anunciou como vice na chapa peemedebista.

Zenóbio Toscano disse que de certa forma não chegou a ser surpresa o rompimento de Inaldo Júnior, uma vez que já havia a “boataria na cidade” de sua aproximação com a família Paulino.

Na manhã de hoje, o prefeito exonerou a esposa do parlamentar, Hellen Bernardes da Silva, que ocupava a Secretaria da Mulher do governo municipal.

Roberto Targino – MaisPB

 

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Lindbergh diz que PMDB do Rio faz ‘chantagem’ com Dilma e chama o governo Cabral de ‘elitista’

Lindbergh FariasAliados no plano federal, PMDB e PT caminham para uma ruptura no Rio de Janeiro, terceiro maior colégio eleitoral do país. “Eu vou resistir”, declara o senador petista Lindbergh Farias sobre sua disposição de concorrer ao governo fluminense em 2014. “Essa é a eleição que eu não aceito a hipótese de não disputar. Eu vou às últimas consequências nessa luta.”

Em entrevista ao blog, Lindbergh declarou que é “quase uma chantagem” o que o PMDB do Rio, liderado pelo governador Sérgio Cabral, vem fazendo com Dilma Rousseff. “O que o PMDB está dizendo? Ameaça não apoiar a Dilma se o PT lançar seu candidato. A gente não aceita isso. As pessaos têm que ter direito de escolha.”

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Lindbergh aparelha-se para enfrentar a candidatura de Luiz Fernando Pezão, o vice-governador que irá às urnas como candidato da continuidade. Tomado pelas palavras, o senador petista acha que a gestão Cabral não merece continuar. “É um governo elitista”, diz ele. “É como se existissem dois Rios de Janeiro muito diferentes.”

“Tem o Rio de Janeiro do cartão postal e o Rio de Janeiro da vida real”, afirma Lindbergh a certa altura. Só o primeiro Rio, o das paisagens, recebe atenção: “O governo Sérgio Cabral tem priorizado a Zona Sul e a Barra da Tijuca.” Mal comparando, Lindbergh leva aos lábios um discurso semelhante ao que Lula utiliza no plano federal, desde 2002, contra o PSDB –uma legenda à qual Cabral já foi filiado.

Assessorado por João Santana, o jornalista que cuidou do marketing das campanhas de Lula e Dilma, Lindbergh já nem faz mistério do que está por vir: “O nosso discurso no Rio vai ser muito baseado no que o Lula fez no país. Nós vamos dizer o seguinte: o Brasil deu um salto no governo do Lula porque o Lula olhou para os mais pobres, olhou para os trabalhadores.”

O senador acusa Cabral de fazer o inverso no Rio. Água? “Não falta na Zona Sul e na Barra. Mas falta na Baixada Fluminense, em tudo que é lugar.” Saneamento? “O governo investe muito pouco”, diz Lindbergh. “Mas o maior investimento é na Barra da Tijuca.” Na periferia, “esgoto a céu aberto.” Nem a mais festejada iniciativa de Cabral, a Unidade de Polícia Pacificadora, escapa à língua do antagonista.

Lindbergh diz apoiar as UPPs. Chega mesmo a declarar que, eleito, seu “sonho” é manter no comando da Segurança Pública o secretário José Mariano Beltrame, a quem se refere como “figura fantástica”. Porém, a UPP “tem distorções que o povo não aceita”, diz ele. “O número de policiais por habitante na Zona Sul é 15 vezes maior do que na Baixada Fluminense.” Expulsos das áreas “pacificadas”, os bandidos migram para as áreas mais pobres, onde há menos policiais.

Chamado de “moleque” e “carreirista” por Jorge Picciani, presidente do PMDB no Rio, Lindbergh diz que está “acostumado a enfrentar esse pessoal” desde os tempos em que foi prefeito de Nova Iguaçu. Disse que os pemedebistas “agem como se fossem proprietários do Rio de Janeiro”. E dá de ombros: “Nós não temos medo dessa estrutura, dessa máquina do Estado. Isso deu mais vontade à gente.”

Alvejado por um dossiê atribuído ao PMDB, no qual é acusado de receber propinas à época em que governou Nova Iguaçu, Lindbergh nega as acusações –“Eu não sou patrimonialista”— e lança uma espécie de repto a Cabral e seu grupo: “Quero ver se eles têm condições de enfrentar um debate desses comigo. Estou pronto para esse debate. Quero ver. Cada um que explique tudo.”

O PMDB de Cabral afirma que não aceitará a política de palanque duplo no Rio. Significa dizer que Dilma Rousseff não poderia desfilar sua recandidatura senão ao lado de Luiz Pezão. Lindbergh radicaliza noutra direção. Afirma que Dilma terá no Rio não dois, mas três palanques: o do PT, o do PMDB e o do PR de Anthony Garotinho. “Nós não vamos querer monopolizar a Dilma e o Lula.”

Lindbergh dispõe de pesquisa que o deixa bem posto na largada. Foi feita pelo instituto Vox Populi. Acomoda-o em primeiro, com 28% das intenções de voto. A seguir vem Garotinho, com 21%. Em terceiro, Pezão, com 10%. O senador petista afirma que o PMDB já teve sua oportunidade nas duas gestões de Cabral. E não aproveitou.

“O governo Cabral perdeu uma chance grande, porque nunca existiu um governo que teve tanto apoio do governo federal, recursos para obras estruturantes. E, não foram feitas”, declara. Com uma ponta de ironia, Lindbergh diz que, eleito, pode adotar o slogan da gestão Cabral –“somando forças”— com maior eficiência. “Eu acho que incorporo o ‘somando forças’ mais ainda, porque seria um governador do mesmo partido da presidenta Dilma, se ela for reeleita.”

 

 

josiasdesouza

Lobista acusa jornalista do UOL de cobrar propina e fazer chantagem; repórter nega

O ex-assessor do governo de Mato Grosso e lobista Rowles Magalhães Pereira Silva afirmou que pagou propina ao repórter Vinícius Segalla, do UOL, para que ele não publicasse notícias negativas sobre o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), informou o portal MidiaNews, nesta sexta-feira (22/2). O jornalista, também acusado de chantagem, negou as afirmações de Silva e disse estar “tranquilo”.
CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O portal MidiaNews alegou que teve acesso exclusivo ao depoimento, prestado no dia 24 de agosto de 2012, ao delegado Gianmarco Paccola Capoani, da Polícia Civil de MT.
Reportagem
O lobista foi convocado a depor após reportagem de Segalla, que motivou seu afastamento do cargo de assessor especial do governo do MT. No texto, publicado em 17 de agosto de 2012, o jornalista relata que o consórcio vencedor da licitação do VLT já era conhecido um mês antes da divulgação. E que Silva afirmou que integrantes do governo receberam propina de R$ 80 milhões, dos três consórcios primeiros colocados na concorrência, para viabilizar o negócio.
Crédito:Reprodução/ Facebook
Vinícius Segalla nega as denúncias do lobista

Suposto acordo

Silva resaltou que ele e Segalla tiveram o primeiro encontro em São Paulo, quando teriam trocado e-mails e falado sobre as vantagens do VLT. Em novo encontro e “depois de alguns questionamentos”, o jornalista teria dito a “realidade dos fatos”. “Que, na verdade, ele recebia mensalmente vantagens econômicas para manipular informações na imprensa no sentido de denegrir o projeto do VLT e apoiar o BRT”, afirmou
Na ocasião, Segalla teria dito, sem revelar nomes, que por trás dessas ações estava um “empresário de Cuiabá”. O lobista afirmou ainda que, ao demonstrar interesses comerciais em uma Parceria Público-Privada (PPP), com o VLT como melhor opção para MT, ouviu o pedido. “O Vinícius solicitou algumas vantagens mensais e eu disse que pagaria R$ 7 mil por mês a ele, que ficou com o único compromisso de não publicar notícias negativas no UOL em desfavor do VLT”, disse.
Segundo Silva alegou, houve “oito ou nove” pagamentos nos meses seguintes, sendo alguns pessoalmente, um pela mãe de sua filha e por seu irmão.
Entre o final de 2011 e início de 2012, quando Silva soube que o VLT não seria feito por meio de uma PPP, mas sim por Regime Diferenciado de Contratação (RDC), disse ao jornalista que não lhe pagaria mais os R$ 7 mil mensais, e que Segalla teria ficado “puto, magoado”.
Conversa informal
Em março de 2012, um “último bate papo” teria sido marcado em um bar, onde os dois teriam tomado “algumas cervejas, descontraidamente”. Silva afirmou que, enquanto conversavam sobre VLT e BRT, suas vantagens e outras situações, o jornalista queria saber o que ele estava ganhando para trabalhar pela Ferconsult e se havia algum tipo de “armação” na licitação.
Após dizer que “nunca soube de esquemas envolvendo pessoas do governo”, o jornalista teria mostrado um guardanapo de papel com anotações de um anúncio cifrado, publicado no Diário de Cuiabá, com informações do vencedor da licitação do VLT.

“Ele continuou me perguntando o que eu achava disso, e eu estava alcoolizado, de saco cheio, e mandei ele procurar o jornal. Então, blefei e disse mais ou menos isso: ‘uma empresa me ofereceu R$ 60 milhões, vai ver que ofereceram R$ 80 milhões, vai saber’… Falei isso de modo irônico, para encerrar o assunto e dizer que o processo de licitação foi transparente”, relatou.

Mas segundo o lobista, passado algum tempo, ele recebeu uma ligação de um número desconhecido. Ao atender, era o jornalista, que lhe perguntou se “fazia tempo que não abria o e-mail criado para se comunicarem”.
“Eu abri o e-mail e vi a mensagem: ‘Descobri que você foi nomeado assessor especial da vice-governadoria. Nossas conversas foram gravadas, vá a um orelhão e me ligue’. Eu fiquei puto e fui até um telefone público […]. Ele atendeu e disse que a gente precisava conversar. Eu falei: ‘Vai a puta que o pariu e faça o que quiser, não tem papo. E desliguei o telefone”, disse.
Horas depois, “de cabeça fria”, ligou para Segalla de novo. “Eu falei que aquilo não era justo, pois não havia lhe concedido nenhuma entrevista e que a conversa foi informal, em bate papo de bar, tomando bebida alcoólica, e que não havia nada de ilegal naquilo que eu fiz e presenciei. Ele falou que não queria saber, e que eu teria um prazo, até segunda-feira, porque, na terça-feira, ele faria a publicação da matéria e iria ‘me fuder’”, afirmou.
Supostas chantagem e ameaças
O lobista disse que foi aconselhado a ligar para o jornalista e saber o que ele queria. “Ele me disse que queria R$ 500 mil, até segunda-feira, para não publicar a matéria, que seria publicada na terça. Eu falei que seria impossível arrumar esse dinheiro, e pedi a ele que aguardasse uma semana. Ele concordou”, relatou.
Silva admitiu que na terça, nada fora publicado, mas que recebeu uma ligação perguntando do dinheiro, e após um encontro não cumprido, recebeu telefonemas ameaçadores de Segalla.
Algum tempo depois, já como assessor do governo, viu uma notícia no blog Prosa e Política, de Adriana Vandoni, em que era “francamente atacado”. No mesmo dia, ele teria recebido ligações de Segalla. “Eu não falei que ia te foder, você já viu a Adriana Vandoni hoje?”, teria dito o jornalista. O lobista afirmou Segalla falou para ele escolher no “sentido de ceder ao seu pedido de R$ 500 mil”.
Em novo encontro com o jornalista, Silva afirmou que levou um amigo, chamado Geraldo, para testemunhar a conversa. “O Vinícius exigia os R$ 500 mil e eu não cedi. Neste momento, tocou o telefone do Vinícius e ele disse: ‘Estou aqui com a pessoa e amanhã está de pé a nossa viagem a Cáceres’. Depois que ele desligou o telefone, ele disse que era Aldo Locatelli, e que no dia seguinte iriam à Cáceres atrás de um processo que envolvia Eder Moraes”, detalhou.
Durante a conversa, foi alertado que estava sendo “detonado” no blog da Adriana. “A matéria me denegria, falando de doações do projeto do VLT, da viagem que fiz a Londres para tratar da dívida externa do Estado. Eu mostrei a matéria [no celular] para o Vinícius e ele, ao ver a postagem, deu risada, dizendo que a Adriana era sua parceira”, disse.
Silva relatou que o jornalista aceitava diminuir o valor para R$ 200 mil. “Ele disse: ‘Você é quem sabe, já abaixamos o valor… Ou nós queremos algum documento, ou informação, contra Eder Moraes, pois se ele obtivesse esse documento, acertaria o valor diretamente com Aldo Localtelli, e eu não precisaria pagar mais nada, e teria meu nome preservado’”, afirmou.
Segundo o lobista, após um encontro em Cuiabá, o jornalista o teria procurado, por várias vezes, mas que não o atendeu. Dias depois, porém, ele disse que recebeu uma ligação de Segalla, e foi ao seu encontro, acompanhado de Geraldo.
Nessa conversa, o jornalista teria afirmado que conversou com Maurício Guimarães, presidente da Secretaria Especial da Copa (Secopa), e que ele queria envolver Silva em “rolos”. O lobista teria dito estar “cansado desta história” e que iria procurar a imprensa. “Provoquei o Vinícius a publicar as gravações na íntegra”, explicou. Após esse dia, não teriam se encontrado mais.
Silva afirmou, por fim, que após duas semanas, o UOL publicou a reportagem envolvendo seu nome, “insinuando o recebimento de propinas”, motivando seu afastamento imediato do cargo no governo.
Jornalista nega cobrança de propina
Ao MidiaNews, Segalla confirmou ter se encontrado, algumas vezes, com o lobista, além de ter conversado com ele via e-mail, mas negou que tenha cobrado propina. “É mentira dele. Eu nunca pedi nenhum tipo de propina a ele, nem de R$ 7 mil, nem de R$ 500 mil. O que ele falou é completamente desprovido de qualquer ligação com a realidade, com os fatos”, afirmou.
Segalla também negou que tenha se encontrado com a mãe da filha do lobista ou seu irmão, apontados por Silva como intermediadores de alguns pagamentos.
Sobre a conversa informal regada a “algumas cervejas”, o jornalista confirmou o encontro, mas negou que tenha sido em um bar. “Foi no Franz Café. Era de manhã, não tomamos cerveja, não consumimos bebida alcoólica. Ele, inclusive, levou a filha. Nós conversamos; foi onde ele deu as declarações, publicadas pelo UOL”, afirmou.
Sobre a embriaguez que o lobista relatou à polícia, o jornalista disse que só seria possível se ele tivesse consumido bebida antes, mas que não parecia alcoolizado. “Dá para ouvir a voz dele nessas falas, isso também foi publicado. Não falamos sobre o anúncio do Diário de Cuiabá, não é verdade. Essa informação, sobre o anúncio, me foi passada pelo Ministério Público semanas, ou meses, depois, conforme também publicamos. Eu não tinha essa informação à época”, afirmou.
Segalla comentou também o encontro em Cuiabá. “Nos encontramos para que ele me entregasse um vídeo, supostamente com informações sobre propina na Secopa. Ele não entregou o vídeo e não publicamos nada sobre o assunto. Nosso encontro foi para isso, jamais pedi propina”, afirmou.
Sobre Adriana Vandoni, o jornalista afirmou que trabalhou com ela na apuração da matéria. “Ela assina a matéria como colaboradora. Esse contato com ela jamais foi secreto. Houve troca de informações durante apuração. Nunca a usei como ameaça”, relatou.
Segalla admitiu também o encontro com o empresário Aldo Locatelli. “Conheço o Aldo. Me encontrei com ele. Fiz uma apuração intensa e extensa, e ele foi uma das pessoas que ouvi, entre muitas outras, como promotores, conselheiros do Tribunal de Contas e empresários”, explicou.
O jornalista, que também prestou depoimento ao delegado Capoani, em São Paulo, afirmou que “está tranquilo” em relação ao assunto. “Não fiz nada de comprometedor. Se ele gravou os encontros, acho bom, para poderem saber o que a gente conversou. Não tem nada a ver com o que ele alegou na polícia”, assegurou.

Posicionamento UOL

Nesta sexta-feira (22/2), Rodrigo Flores, diretor de conteúdo do UOL, disse à IMPRENSA que o portal pretende ir até às últimas instâncias jurídicas contra Rowles Magalhães Pereira Silva, por tentar manchar o trabalho do repórter Vinícius Segalla.
“Temos certeza da inocência do nosso profissional [Segalla] e acreditamos que esta denúncia é mais uma tentativa de intimidação da imprensa que faz o seu trabalho de trazer à tona informações de interesse público”, declarou Flores.
O diretor de conteúdo do UOL ainda revelou que, desde o início das apurações de Segalla, o departamento de jurídico do portal acompanhou o seu trabalho, garantindo que o mesmo fosse amparado juridicamente por se tratar de uma denúncia que poderia trazer contestações dos envolvidos.

Portal IMPRENSA

Prefeita de Esperança diz que não cederá a chantagem

prefeitaA prefeita interina na cidade de Esperança, Cristiana Almeida, declarou nesta quinta-feira (21) que não aceitará pressão enquanto estiver a frente do poder Executivo Municipal. Cristiana ascendeu ao cargo após Justiça cassar o registro de candidatura dos candidatos que disputaram a Prefeitura nas eleições 2012.

Não aceito a chantagem e pressão nem de aliados, nem da oposição, afirmou a parlamentar durante entrevista ao Correio Debate, da 98 FM.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Cristiana afirmou que a nuvem negra que pairava sobre a administração municipal já passou e ela aproveitará a oportunidade a frente da Prefeitura para fazer a diferença.

Eu tenho feito de fato e vou continuar fazendo a diferença. E o nosso grupo está unido e se a Justiça decidir por nova eleição eu serei candidata tanto pelo grupo, como pela vontade popular também, afirmou a gestora.

De acordo com Cristina, se a Justiça determinar nova eleição, ela poderá disputar o mandato no cargo.

Roberto Targino