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Com gol de ”El Tanque”, Fla perde para Católica em jogo de chances desperdiçadas

(Foto: Ivan Alvarado/Reuters)
(Foto: Ivan Alvarado/Reuters)

O Flamengo conheceu a primeiro derrota na Libertadores. Após aplicar goleada sobre o San Lorenzo no Maracanã, o time da Gávea não consegui repetir o mesmo futebol do jogo passado e perdeu por 1 a 0, fora de casa, para a Universidad Católica.

O rubro-negro até chamou o jogo, conseguiu criar algumas boas jogadas, mas não foi efetivo. A Universidad Católica então aproveitou e “El Tanque” Silva marcou garantindo a vitória para os chilenos. O jogo ainda quebrou um tabu de quase seis meses. O técnico Zé Ricardo não perdia um jogo desde outubro de 2016.

Na outra parte do grupo, Atlético-PR venceu seu jogo contra o mesmo San Lorenzo. O Grupo conta com Universidad Católica e o Furacão juntos na primeira posição com 4 pontos, o Flamengo em segundo com 3 e o time de El Magro em último com nenhum ponto conquistado.

Band

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Estresse pode influenciar a fertilidade e diminuir as chances de gravidez

estresseHá um certo senso comum sobre a ideia de que o estresse pode interferir no bom funcionamento do organismo. Mas um estudo recente da Escola de Saúde Pública da Universidade de Louisville, nos Estados Unidos, deu novos argumentos para reforçar essa tese.

Depois de monitorarem os níveis de estresse diários de 400 mulheres em idade fértil, os pesquisadores detectaram 40% menos de chance de engravidar naquelas que relataram sentirem níveis mais elevados de estresse.

“Os resultados mostraram que o estresse impacta a fase ovulatória do ciclo feminino e servem como alerta de que a saúde psicológica e o bem-estar são tão importantes para a concepção quanto outros fatores de risco, como o fumo, o álcool ou a obesidade”, disse a epidemiologista Kira Taylor, responsável pela pesquisa.

Ansiedade por engravidar

No Brasil, a influência das emoções sobre a fertilidade também vem sendo discutida. “A complexidade do tema se deve principalmente à dificuldade de mensurar o estresse, que é sentido por cada indivíduo de modo muito particular”, afirma o especialista em reprodução humana, Arnaldo Cambiaghi.

Ainda que não haja números que comprovem, a experiência prática do consultório é farta em exemplos de que há alguma interferência das emoções sobre a fertilidade. “São comuns casos de casais saudáveis que tentam engravidar sem sucesso, mas que conquistam seu objetivo quando decidem sair de férias ou param de pensar nisso. Isso mostra como a ansiedade pode atrapalhar o processo”, relata Cambiaghi.

O especialista em reprodução humana assistida Paulo Gallo de Sá concorda. Tanto que recomenda a suas pacientes não se preocuparem com a data da ovulação. “Não precisa ficar olhando o calendário. Basta ter relações sexuais três vezes por semana”, diz o ginecologista.

Por que isso acontece?

A relação entre o estresse e a fertilidade se explica porque o organismo é uma engrenagem que, para funcionar plenamente, precisa estar bem afinada. Biologicamente, a ansiedade e o estresse modificam o funcionamento da glândula hipófise, que fica no hipotálamo e produz hormônios importantes para a ovulação, como a gonadotrofina e a prolactina.

“Para a mulher ovular, o hipotálamo precisa liberar GnRH (hormônio liberador de gonadotrofina) em pulsos de determinado ritmo e amplitude. Se há irregularidade nestes pulsos, a ovulação pode não acontecer”, explica a ginecologista Carla Iaconelli, especialista em medicina reprodutiva.

Ela lembra que o estresse pode estar relacionado, ainda, a outros fatores, como ganho ou perda excessiva de peso, insônia e tabagismo, que são capazes de alterar os ciclos menstruais, reduzir a qualidade dos óvulos e embriões, aumentar as taxas de aborto e até desencadear ou piorar doenças relacionadas à infertilidade, como a endometriose.

Estresse sob controle

“Como o grau de resposta ao estresse é definido pela história de vida de cada um e está associado a fatores genéticos, o mais importante é encontrar uma maneira de reconhecer e administrar o estresse”, recomenda Carla Iaconelli.

Para isso, vale recorrer à meditação, ioga, acupuntura, atividade física, terapia, dedicar-se a hobbies, jogos, leitura, enfim, qualquer atividade que traga prazer e relaxamento, sugere a médica.

Ela ressalta que ao tratar a infertilidade, é preciso observar o casal e não apenas a mulher. “Diagnóstico e tratamento devem ser realizados para os dois, uma vez que o estresse também pode prejudicar a produção de espermatozoides e a vida sexual do casal”, diz.

Também é fundamental evitar atribuir ao estresse a causa de qualquer problema de fertilidade. De acordo com o ginecologista Paulo Gallo de Sá, casais sexualmente ativos que estão tentando engravidar há mais de um ano, sem sucesso, devem procurar um especialista para verificar se há fatores que possam afetar a fertilidade.

“Afirmar que a dificuldade de engravidar é decorrência da vida estressante sem uma investigação profunda é um erro, que pode fazer muitos casais perderem tempo e se frustrarem”, finaliza o médico.

Uol

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Negros têm mais chances de serem assassinados do que brancos

negrosMesmo desconsiderando todos os fatores econômicos e sociais, os homens negros têm 23,5% mais chances de serem assassinados do que os brancos no Rio de Janeiro. A estimativa é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que apresentou sexta-feira (18) estudo inédito feito a partir de uma análise metodológica inovadora, com base nos dados do Censo 2010 e do Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Datasus.

O levantamento utilizou os dados de residentes e de pessoas que morreram na cidade do Rio de Janeiro em 2010. Foram levadas em conta também as informações de escolaridade, local de residência, idade e estado civil, na amostra de homens entre 14 e 70 anos. No artigo Democracia Racial e Homicídio de Jovens Negros na Cidade Partida, os pesquisadores Daniel Cerqueira e Danilo Coelho concluíram que, mesmo entre pessoas de mesmo padrão social e econômico, os negros têm mais chances de serem vítimas de homicídios do que os brancos.

De acordo com Cerqueira, o objetivo da análise foi investigar as razões dessa diferença de letalidade baseada na cor da pele, já que de cada sete pessoas assassinadas no Brasil, cinco são afrodescendentes. Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, enquanto os homicídios de não negros caiu 13,7% de 2004 a 2014, no mesmo período o assassinato de negros cresceu 19,8%.

“Existem duas hipóteses concorrentes. A da democracia racial, que fala que o negro morre mais porque é mais pobre, não porque é negro. E que ele é pobre porque foi largado desde a abolição da escravatura numa condição pior do que a do branco, aí você tem uma rigidez intergeracional – como ele era mais pobre lá no passado, continua mais pobre hoje, então ele morre mais”, afirmou o pesquisador.

Cerqueira disse ainda que a pesquisa nega essa hipótese, da chamada “democracia racial”, e busca explicações no racismo. “A gente considera a hipótese do racismo, que afeta a letalidade de negros por três caminhos, dois indiretos e um direto. Os indiretos têm a ver com práticas educacionais e discriminação no mercado de trabalho. Então, quando você olha a distribuição de renda do Brasil, os 10% mais pobres têm 73,1% de negros e quando olha os 10% mais ricos, há 73,6% de brancos ou amarelos. Parte dessa pobreza já é o mecanismo via racismo da questão educacional e do mercado de trabalho. Além disso, investigamos o efeito direto do racismo sobre a letalidade de negros”, acrescentou.

Para os pesquisadores, o racismo se mostra principalmente em três vertentes: políticas e práticas educacionais discriminatórias; discriminação no mercado de trabalho; e racismo institucional das polícias e da mídia na diferenciação da forma como são noticiadas mortes violentas de negros e de brancos. De acordo com Cerqueira, como é verdade que os negros são mais pobres, se a análise se resumir a separar as vítimas negras das não negras, “obviamente eles vão ser mais vitimados”.

“Então, nós fizemos um modelo econométrico incluindo o grau de escolaridade, o estado civil, a idade e o local de residência. Considerando essas outras variáveis, essa historinha do social está controlada. Então, a gente tem uma base de dados inédita e fizemos para cada pessoa do Rio de Janeiro, com as características socioeconômicas e a cor da pele, e fizemos um modelo para expurgar todas essas outras características e ficar apenas com o efeito direto da cor da pele na letalidade. E, com isso, verificamos que o negro tem 23,5% mais chances de ser morto”.

Na probabilidade de cada pessoa no Rio de Janeiro sofrer homicídio, calculada pelos pesquisadores, entre os 10% que têm mais chance de sofrer homicídio, 79% eram negros. A pesquisa concluiu também que entre a população branca, há uma proteção maior da infância e juventude, mas o mesmo não ocorre com a população negra. Enquanto um adolescente branco tem 74,6% menos chance de ser assassinado do que um adulto branco, a chance de um adolescente negro ser vítima de homicídio é 23,2% maior do que a de um adulto negro.

Agência Brasil

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Chances de o Palmeiras conquistar o Campeonato Brasileiro chegam a 49%; Flamengo tem 41%

palmeirasNo sábado, o Palmeiras venceu o Coritiba por 2 a 1 no seu estádio. No domingo, o Flamengo também fez valer o seu mando de campo e derrotou o Cruzeiro de virada pelo mesmo placar (2 a 1), em Cariacica. Como ambos fizeram o seu dever de casa na 27ª rodada, o Verdão segue na liderança do Brasileirão, agora com 54 pontos, apenas um a mais que o Rubro-Negro, que foi a 53.

Apesar de a diferença na pontuação ser mínima, e os dois clubes ainda terem 11 jogos para disputar, a equipe paulista tem 49% de chances de conquistar o título, segundo o site Infobola.com.br, do matemático Tristão Garcia. Por sua vez, a probabilidade de o time carioca ser campeão é de 41%. Em relação à ultima rodada, o Palmeiras aumentou em 3% as suas possibilidades, enquanto o Flamengo, 2%. Outros três clubes têm pequenas chances de levantar a taça: Atlético-MG (7%), Santos (2%) e Fluminense (1%).

O levantamento tem como base o mando de campo dos jogos e o retrospecto das equipes na competição, bem como a dificuldade dos jogos em função dos adversários.

Quando o assunto é a Taça Libertadores, os quatro primeiros seguem como os principais favoritos para assegurar vaga na principal competição do continente, pois em termos de possibilidades têm uma vantagem considerável para o Fluminense, atual quinto colocado. Palmeiras (98%) e Flamengo (97%) estão muito perto da classificação. O Atlético-MG (80%) está com a situação encaminhada. Em quarto lugar, com 45 pontos, o Santos tem 55% de chances, mas tem que manter a atenção para impedir a aproximação de rivais, entre eles o Fluminense, que foi a 43 pontos após a vitória fora de casa por 1 a 0 sobre o Timão, aumentando as suas possibilidades de 15% para 29%. Os outros concorrentes são: Atlético-PR (14%), Corinthians (10%), Ponte Preta (6%), Grêmio (5%), além de Botafogo e Chapecoense, ambos com 3%.

De acordo com Tristão Garcia, um time chega muito próximo da Libertadores se somar 65 pontos. Há ainda a possibilidade das quatro vagas para a Libertadores se tornarem apenas três, pois Flamengo, Coritiba, Santa Cruz e Chapecoense disputam a Copa Sul-Americana e, se vencerem, conquistam um lugar no torneio mais importante do continente e o “roubam” do quarto colocado.

Na briga contra o rebaixamento, o América-MG, mesmo com a segunda vitória seguida, desta vez sobre o Botafogo, continua muito ameaçado. Com 21 pontos, o risco de o Coelho cair é de 99%. Outro cuja salvação poderá ser considerada um milagre é o Santa Cruz, que tem 23 pontos. A probabilidade de o Santinha ser rebaixado é de 94%. A derrota para o Atlético-MG por 3 a 1, no Independência, complicou a situação do Internacional, que agora tem 70% de possibilidades de disputar a Série B em 2017. Embora também esteja no Z-4, com 30 pontos, o Cruzeiro (34%) tem menos risco que o Figueirense (41%), último clube fora da degola. Vitória (26%), Sport (15%), Coritiba (12%), São Paulo (7%), Chapecoense (1%) e Botafogo (1%) completam a lista dos times ainda ameaçados pelo rebaixamento. Para Tristão Garcia, 47 pontos é uma soma que praticamente assegura a permanência de uma equipe na elite do futebol nacional.

Globo Esporte

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Um ponto na tabela e 7 na estatística: as chances de título de Palmeiras e Fla

flamengo-palmeirasNa tabela, a diferença que separa Palmeiras e Flamengo no Brasileirão é de apenas um ponto: 51 a 50. Na probabilidade de  título, porém, os palmeirenses têm uma vantagem um pouco maior: de acordo com o site Infobola.com.br, do matemático Tristão Garcia, o Verdão tem 46% de chances de levantar o caneco no fim do campeonato, contra 39% do Rubro-Negro. O Atlético-MG, com 8%, vem em terceiro lugar, seguido do Santos, com 6%.

– A diferença se explica na tabela, no caminho que os dois têm pela frente no campeonato, e na vitória fora de casa do Palmeiras sobre o Corinthians, que foi muito boa. Mas eu não considero o Palmeiras favorito, e sim uma equipe com vantagem. Favorito é quem tem mais de 50% de chances – explica Tristão.

Em relação às chances de Libertadores, os quatro primeiros estão amplamente na frente do Corinthians, quinto colocado. Palmeiras (96%) e Flamengo (94%) estão muito próximos do torneio sul-americano. Atlético-MG (70%) e Santos (65%) parecem bem encaminhados. Com a derrota no clássico paulista, o Corinthians reduziu suas possibilidades para 21%. O Fluminense, sexto colocado, tem 15%.

De acordo com Tristão Garcia, um time chega muito próximo da Libertadores se somar 65 pontos. Há ainda a possibilidade das quatro vagas para a Libertadores se tornarem apenas três, pois Flamengo, Coritiba, Santa Cruz e Chapecoense disputam a Copa Sul-Americana e, se vencerem, conquistam um lugar no torneio mais importante do continente e o “roubam” do quarto colocado.

Na briga contra o rebaixamento, o América-MG, mesmo com a vitória no fim sobre o Internacional, parece condenado. Chegou a apenas 18 pontos em 26 rodadas e tem 99% de chances de cair. O Santa Cruz, com 23, tem 89% e o Inter soma 62%. O Figueirense, 17º colocado na tabela, tem 50%, e o Coritiba, que derrotou o Sport e viu todos os outros adversários na luta contra a degola tropeçarem, tem apenas 8% de chances de cair. Para Tristão Garcia, 47 pontos é uma soma que praticamente assegura a permanência de uma equipe na Série A.

Globoesporte

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Botafogo cede empate ao Fortaleza no último minuto da partida e não tem mais chances de classificação

Reprodução/ Rafael Tavares/ facebook
Reprodução/ Rafael Tavares/ facebook

Acabou o sonho de classificação para a próxima fase do Campeonato Brasileiro da Série “C”. Em busca de um “milagre”, o Botafogo esteve duas vezes a frente do marcador, cedendo o empate ao Fortaleza aos 48 minutos. O placar de 2 x 2 afasta as pretensões do time botafoguense na competição. Resta o consolo apenas de manter-se firme na competição no próximo ano.

Os gols da partidas foram anotados no segundo tempo, quando o Fortaleza teve um jogador expulso e ficou inferiorizado em campo. Nem assim o Botafogo soube aproveitar a inferioridade numérica do adversário. Gustavo cobrando pênalti fez 1 x 0 Botafogo; o Fortaleza chegou ao empate aos 22 minutos. O Belo desempatou aos 41 minutos, através de Jó Boy e aos 48 minutos, já nos descontos; o tricolor do Pici empatou. Lúcio Maranhão marcou para os cearenses.

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O Botafogo ainda tem mais um jogo. Porém, será apenas para cumprir tabela, pois não há mais chances de classificação. Vai a Natal enfrentar o América local no próximo final de semana. Até que o time botafoguense jogou bem, mas cometeu os mesmos erros das partidas anteriores, sobretudo o excesso de passes errados.

Com o resultado, o Botafogo soma 23 pontos e não alcançará mais os prováveis classificados Vila Nova (GO), Fortaleza (CE), América (RN) e Confiança (SE).

Marcone Ferreira

Homens que fumam maconha possuem maiores chances do que mulheres em desenvolver psicose e doenças mentais, diz pesquisa

maconhaPesquisadores da Universidade de York, na Inglaterra, dizem o novo estudo revela que homens são mais sensíveis aos sintomas que afetam a saúde mental.

Pesquisas anteriores examinaram a relação entre maconha – a droga ilícita mais utilizada no Reino Unido – e psicose. No entanto, o papel do gênero em relação aos efeitos de saúde mental da droga é menos compreendido. A psicose é um problema de saúde mental que faz com que o acometido perceba ou interprete as coisas de forma diferente daqueles ao seu redor. A condição pode provocar alucinações, afetando todos os sentidos. Delírios também são um sintoma comum.

O Sistema Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS), afirma que a psicose pode surgir por experiências traumáticas, drogas, abuso de álcool, tumores cerebrais, bem como outros problemas de saúde mental, como esquizofrenia, transtorno bipolar e depressão grave. Cientistas de saúde investigam a ligação baseados em literatura específica, bem como análises detalhadas de dados sobre internações por psicose em decorrência da maconha em todo o NHS, durante um período de 11 anos.

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Estudos epidemiológicos também foram analisados para comparar diferenças de gênero. Dados sobre consumo de Cannabis sativa sugerem que homens usam a droga duas vezes mais do que as mulheres. A disparidade de gênero é espelhada nas taxas de psicose, na qual os homens superam as mulheres.

Mas a equipe de pesquisa, liderada por Ian Hamilton, Paul Galdas e Holly Essex, encontrou uma ampliação significativa dessa razão quando se trata de psicose especificamente induzida por uso de cannabis.

Os números revelam que homens superam as mulheres em até 4 vezes mais. No entanto, não se sabe por que o cérebro masculino parece ser mais suscetível aos efeitos da maconha.

Hamilton disse: “As diferenças de gênero acentuadas nas taxas de psicose por maconha é intrigante. É possível que os serviços de saúde mental e tratamento de drogas, que têm um número desproporcional de homens, tratem de mais homens com problemas de saúde mental por conta da droga do que mulheres. No entanto, é também possível que as mulheres com psicose por Cannabis sativa não tenham sido identificadas ou procurado tratamento para os problemas. Quando se trata de psicose por conta da maconha, o gênero parece não importar”, acrescentou.

Os pesquisadores disseram que seu foco sobre as diferenças de gênero é importante para ajudar a melhorar a compreensão e a prestação de serviços aos gêneros. O Royal College of Psychiatrists nota que, embora o consumo de maconha possa resultar em relaxamento, se grandes quantidades são consumidas, pode ter o “efeito contrário, aumentando níveis de ansiedade”.

O Royal College afirma: “Alguns usuários de maconha podem ter experiências desagradáveis, incluindo confusão, alucinações, ansiedade e paranoia, dependendo do seu estado de espírito e as circunstâncias. Alguns usuários podem experimentar sintomas psicóticos com alucinações e delírios por algumas horas, que podem ser muito desagradáveis”.

O estudo foi publicado no Journal of Advances in Dual Diagnosis.

 

 

jornalciencia

Programa ‘Mais Médicos’ abre 276 novas vagas, com chances na Paraíba

medicoO programa Mais Médicos, promovido pelo governo federal, abriu mais 276 vagas em todo o país, nesta quarta-feira (15). Na Paraíba, estão sendo oferecidas três vagas para médicos que queiram trabalhar nos municípios de Cachoeira dos Índios, no Sertão paraibano, a 507 km de João Pessoa; Itaporanga, também no Sertão, a 427 km da Capital; e Picuí, Sertão, a 240 km de João Pessoa. As vagas são para profissionais com diplomas revalidados. Veja a lista das cidades com vagas em todo o Brasil.

As oportunidades tinham sido abertas desde o último chamamento, ocorrido em janeiro deste ano, mas não foram preenchidas ou surgiram após desistências ou desligamentos de profissionais.

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Os médicos interessados em participar do programa podem se inscrever até o dia 19 deste mês, por meio da página do Mais Médicos. No momento do cadastro, os candidatos devem escolher entre a pontuação adicional de 10% nas provas de residência, atuando na unidade básica por, no mínimo, 12 meses, ou permanecer no município por até três anos e obter benefícios como auxílios moradia e alimentação pagos pelas prefeituras.

Nos dias 20 e 21 deste mês, os profissionais inscritos devem indicar até quatro cidades de diferentes perfis onde desejam atuar conforme a sua prioridade. A concorrências vai ser feita apenas entre candidatos inscritos em um mesmo município.

A classificação na concorrências das vagas foram estabelecidas as seguintes regras: ter título de Especialista em Medicina de Família e Comunidade; experiência comprovada na Estratégia Saúde da Família; ter participado do Programa de Educação pelo Trabalho – PET (Vigilância, Saúde, Saúde da Família e Saúde Indígena); do VER-SUS; do ProUni ou do FIES.

Como critérios de desempate vão ser considerados a maior proximidade entre o município desejado e o de nascimento e ter maior idade.

Não podem ingressar neste edital candidatos que participaram das chamadas anteriores do Mais Médicos e que tenham sido desligados por descumprimento de normas ou das regras do Programa. Caso as vagas não sejam preenchidas, o edital será aberto aos brasileiros que se formaram no exterior e, em seguida, aos profissionais estrangeiros.

A previsão do governo, é de que os aprovados neste edital sejam chamados para iniciar as atividades no mês de agosto deste ano.

 

 

portalcorreio

Tomar muito antibiótico aumenta as chances de engordar

Fábio Pozzebom/Agência Brasil
Fábio Pozzebom/Agência Brasil

Qual é a sua relação com o antibiótico? Você sempre segue a orientação do seu médico na hora de tomar? Ou é daqueles que suspende a medicação assim que se sente melhor? E será que o uso excessivo de antibiótico engorda? O Bem Estar desta quinta-feira (29) também mostrou como funciona o nosso intestino. Participaram do programa o cirurgião do aparelho digestivo Fabio Atuí e a infectologista Rosana Richtmann.

Você sabia que quem toma muito antibiótico tem mais chance de engordar? Pois é! Por isso, é preciso muito cuidado na hora de se automedicar ou não seguir a prescrição médica.

E sabe qual a explicação? Os antibióticos também agem no intestino e podem modificar a microbiota. Algumas bactérias têm funções que ajudam no metabolismo, como a absorção de gorduras e regulação do peso. Quando elas são mortas, as funções são prejudicas e pode levar o ganho de peso.

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Os antibióticos matam tanto as bactérias ruins, quanto as boas. Por isso, o paciente precisa fazer o tratamento completo, sem parar no meio.De acordo com a nossa consultora Ana Escobar, se você interrompe o tratamento antes da hora, a bactéria vai aprender a lidar com o antibiótico e vai voltar mais poderosa. “As bactérias aprendem como o antibiótico funciona, quando ele foi tomado errado e ficam cada vez mais resistentes.”

E se engana quem pensa que só é preciso respeitar o período determinado pelo médico. Os erros mais comuns de quem toma antibiótico, de acordo com a infectologista Rosana Richtmann são: começar o tratamento, melhorar e parar; não tomar no intervalo correto; guardar o antibiótico e se automedicar, sem procurar orientação. O horário entre uma dose e outra deve ser seguido à risca. Assim, o paciente garante que o antibiótico permaneça no sangue 24 horas para matar as bactérias.

Chikungunya
O programa desta quinta-feira também falou sobre a febre chikungunya. A febre é transmitida pelo menos mosquito da dengue, o Aedes aegypti. Porém, as doenças não são iguais. Na dengue, a população já tem anticorpos produzidos, o mesmo indivíduo pode ter quatro vezes, em 10-14 dias a pessoa está curada, a dor mais forte é muscular e é mais letal que a chikungunya, mas já tem uma vacina sendo feita.

Já na chikungunya, a população está totalmente virgem de proteção, o indivíduo só pode ter uma vez, a doença pode se arrastar por até um ano, a dor é mais forte nas articulações e é menos letal que a dengue.

G1

Jovem negro tem 13,4 vezes mais chances de morrer na Paraíba, pior índice do Brasil

negroNo Brasil, um jovem negro corre 2,5 vezes o risco de morte de um jovem branco. No nordeste, o perigo para eles é 5 vezes maior. Em alguns Estados da região, como a Paraíba, chega a 13,4 vezes. Os números fazem parte do Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência e Desigualdade (IVJ 2014), pesquisa realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública a pedido do governo federal que foi divulgada pela Folha de S. Paulo.

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O estudo usou dados de 2012 do Datasus (banco de dados do Sistema Único de Saúde) para calcular as taxas de homicídio de jovens negros (pretos e pardos) e brancos de 12 a 29 anos. O resultado não é novidade: a desigualdade racial ainda é expressiva em nosso cotidiano, especialmente em relação à violência. Em todos os Estados brasileiros, com exceção do Paraná, os jovens negros têm mais chance de serem assassinados que os jovens brancos. Os piores números são observados na Paraíba (risco de 13,4 vezes), Pernambuco (11,5), Alagoas (8,7), Distrito Federal (6,5) e Espírito Santo (5,9).

Os menores números, por sua vez, foram encontrados em Tocantins (1,8), Rio Grande do Sul (1,7), São Paulo (1,5), Santa Catarina (1,4) e Paraná (0,7). Neste último, o jovem branco tem mais risco de ser alvo de homicídio que o negro.

A mesma pesquisa aponta ainda que, dos quase 30 mil jovens assassinados em 2012, 76,5% eram negros. Além disso, de 2007 a 2012, enquanto o total de homicídios de jovens brancos caiu 5,5%, o de jovens negros subiu 21,3%.

Terra