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Barbosa chama impeachment de “tabajara” e discurso de Temer de “patético”

Betina Humeres/Agência RBS/Estadão Conteúdo
Betina Humeres/Agência RBS/Estadão Conteúdo

O ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa classificou de “espetáculo patético” a aprovação do impeachment de Dilma Rousseff pelo Senado, por meio de sua conta no Twitter, verificada pela rede social.

Barbosa disse não ter acompanhado nada do que chamou de “impeachment tabajara” de Dilma Rousseff. “Não quis perder tempo”, tuitou.

O ex-ministro do STF criticou ainda o agora presidente da República, Michel Temer. “Mais patética ainda foi a primeira entrevista do novo presidente do Brasil, Michel Temer. O homem parece acreditar piamente que terá o respeito e a estima dos brasileiros pelo fato de agora ser presidente. Engana-se.”

Na sequência dos tuítes, Barbosa concluiu sua avaliação sobre o cenário político, mas em inglês. “É tão vergonhoso. De repente as forças conservadoras levaram o Brasil. Tomaram tudo!”

Para o ex-ministro, o Congresso está dominado por essas forças, que rodeiam o novo presidente, chamado por ele de “velho caudilho latino-americano”. “Eles estão conduzindo a mídia, incluindo as televisões.”

Ele segue a série de postagem com uma indagação: “Mas sabem de uma coisa? Eles não têm votos. Apenas esperem alguns anos.”

No final, em francês, Barbosa novamente critica Temer. “Ele pensa que ‘um golpe jurídico de varinha mágica’ vai lhe dar legitimidade. Coitado!”

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Presidente da Força Sindical chama Dilma de ‘Robin Hood às avessas’

miguel-torresA justificativa de que as novas regras para o seguro-desemprego e pensão por morte não diminuem direitos do trabalhador, dada ontem pelo governo durante o anúncio, não foi bem digerida pela cúpula da Força Sindical. Em entrevista ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, o presidente Miguel Torres acusou o governo de dar uma “facada nas costas do trabalhador”, chamou a presidente Dilma Rousseff de “Robin Hood às avessas” e prometeu unir o movimento sindical para barrar as medidas no Congresso. “Há 15 dias houve um lampejo de conversa com o governo, tentativa da Dilma de reabrir diálogo. Mas não foram nem citadas essas medidas. Parece que a intenção de conversar durou só 15 dias”, diz Torres.

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As mudanças serão feitas via Medida Provisória e o governo já admitiu que não houve negociação com deputados e senadores. A intenção da Força Sindical é reunir as centrais sindicais e barrar a medida presidencial no Congresso. “Vamos procurar as centrais, ver se elas compartilham de uma ação conjunta, e vamos para o Congresso Nacional, falar com os congressistas. O governo tem coragem de enfrentar os trabalhadores, mas não enfrenta as grandes fortunas”, critica.

O presidente da Força Sindical não esteve ontem em Brasília na reunião em que sindicalistas foram informados das medidas que seriam anunciadas em seguida. Segundo Torres, a reunião foi marcada com dois dias de antecedência e a pauta não foi divulgada.

Ontem, durante o anúncio, o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, disse que havia negociado com o movimento sindical. “Quem foi à reunião foi apenas comunicado da decisão”, conta. “Se há problemas de adequações, de fraudes, deveria punir, investigar. Agora, generalizar, com quatro medidas que prejudicam o trabalhador, nós não concordamos”.

Torres e parte da direção da Força Sindical, incluindo o deputado Paulo Pereira da Silva, presidente do Solidariedade, apoiaram Aécio Neves (PSDB) na última eleição presidencial. O tom crítico da época das eleições permanece no discurso do dirigente. “Todas as indicações são de que vai aumentar desemprego, inflação, atividade vai diminuir e aí vêm essas medidas que vão afetar o trabalhador quando ele mais precisa”, afirma.

Estadão

Deputada paraibana chama de covarde e traidora Comissão da Verdade no país

luizaParaibana, a deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP), que desde 2011 tenta emplacar no Congresso uma revisão da Lei da Anistia com punição aos acusados de repressão durante a ditadura, acredita que a Comissão Nacional da Verdade (CNV) “traiu os movimentos sociais” e foi “covarde” ao não enfrentar os militares. Aos 80 anos, a socialista expressou à BBC Brasil suas críticas ao que chamou de “processo extremamente fechado” da comissão, que não envolveu a sociedade na construção de seu parecer final.

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Ela se emocionou ao se lembrar de amigos desaparecidos nos governos militares e afirmou que a CNV não representa esperanças para a punição de envolvidos em crimes de tortura.

“Não podemos nos enganar e achar que o dever histórico do Estado está garantido com este relatório. Não está. O governo brasileiro continua em dívida com as vítimas da ditadura militar”, disse Erundina.

A parlamentar acredita que as conclusões da Comissão, que saem nesta quarta-feira, Dia Internacional dos Direitos Humanos, são “só mais um relatório que vai para o Arquivo Nacional”.

Suas declarações representam uma voz crítica no ambiente de esquerda em relação às investigações da comissão, que se propõe a reacender o debate sobre crimes como tortura, assassinato e ocultação de cadáveres durante os governos militares, entre 1964 e 1985.

“Todo o processo da comissão foi extremamente fechado”, critica Erundina. “Ninguém teve acesso. Este relatório nunca poderia ser divulgado sem haver uma discussão de avaliação com comitês do país inteiro que levantaram dados e devem ter contribuído com as principais informações deste relatório”, afirmou. “Por isso, na minha visão, os movimentos sociais foram traídos pela Comissão da Verdade.”

‘Covardia’ – Segundo a parlamentar, o surgimento da Comissão, em 2012, fomentou a criação de dezenas de comitês independentes em universidades, sindicatos, organizações sociais, assembleias e câmaras legislativas para investigações regionais de violações durante a ditadura. “O único ponto positivo (da Comissão) é este saldo organizativo que ficou na sociedade”, afirma.

Para Erundina, entretanto, a estrutura da CNV não estimulou a população a “tomar as ruas” pela criminalização de atos violentos promovidos por militares ou agentes do Estado.

“Não tomou as ruas. A força dos militares continua muito forte. As restrições à participação da sociedade e dos familiares no acompanhamento da comissão tem a ver com a covardia dos membros desta comissão em enfrentar os militares”, afirmou.

A ex-prefeita de São Paulo prossegue: “Nestes dois anos e meio, a comissão funcionou de maneira fechada. Suas audiências públicas não eram públicas de verdade. Os encontros com os acusados pelos crimes foram feitos em sua maioria de forma reservada, privada, sem a presença das vítimas, familiares e cidadãos diretamente interessados nesta busca.”

Por isso, Erundina diz entender a Comissão da Verdade como um projeto de “reconciliação” entre civis e militares, suscetível a pressões externas, e não pela “verdade e punição de quem realmente lesou o país”.

“O objetivo deveria ser a justiça, mas a comissão não tenta impedir a impunidade, que mantém a ditadura viva e se reproduzindo nas delegacias, na repressão policial a cidadãos pobres nas periferias”, afirma.

“Não podemos nos enganar e achar que o dever histórico do Estado está garantido com este relatório. Não está. O governo brasileiro continua em dívida com as vítimas da ditadura militar”, continua a deputada.

A Lei da Anistia prevê perdão a todos que “cometeram crimes políticos ou conexos”, definidos como “os crimes de qualquer natureza relacionados com crimes políticos ou praticados por motivação política”.

É contra a interpretação de que os crimes como tortura seriam atos conexos que Erundina luta desde 2011, quando propôs no Congresso Nacional a “interpretação autêntica” (ou revisão) desta lei, promulgada em 1979.

“Os civis já pagaram pelo que cometeram sob tortura, sob violência”, diz, se referindo a membros de organizações que se utilizaram de métodos violentos contra o regime militar.

Para a deputada, os civis “também cometeram excessos”, mas teriam pagado por eles na justiça ao passarem por prisões e serem vítimas de abusos contra a vida, como atos de tortura.

“O que querem mais contra estas pessoas? Os autores dos crimes não pagaram nada. Uma lei de anistia não pode admitir crimes de lesa-humanidade como os que foram cometidos. Essas pessoas não podem ter direito a perdão.”

Corte – Erundina lembra que, em novembro de 2010, a Corte Interamericana de Direitos Humanos condenou o Brasil em julgamento sobre abusos cometidos por militares durante a ditadura. Ela cobra o cumprimento desta decisão internacional.

Dezoito anos antes, o Brasil aderiu à Convenção Americana, o que pressupõe o cumprimento de suas decisões. Entretanto, para juristas como Ives Gandra, nenhuma decisão internacional pode sobrepor decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), que já se colocou contra a revisão da anistia. A deputada discorda. “Quem defende dessa forma, usando a formalidade da lei e filigramas de vírgulas da legislação, faz uma opção contra a vida, a liberdade e a democracia. Eu não me conformo.”

Ela se emociona ao lembrar dos “anos de chumbo”, quando precisou “sair correndo” da Paraíba, seu estado natal, para São Paulo.

“Tive meus momentos. Fui perseguida em vários sentidos e resisti como pude. Mas não posso nem me colocar diante daqueles que sofreram torturas, abusos sexuais, violência sobre sua dignidade. Sobretudo as mulheres, que foram vítimas pela sua natureza de mulher, mães cujos filhos pequenininhos assistiram à sua tortura, mães que assistiram aos filhos pequenininhos sendo torturados”, diz.

Ela finaliza a conversa com a voz trêmula. “Isso precisa mexer com o sangue dessas pessoas. A mente, a alma e o coração dessas pessoas… Acho que perdi o racional agora. Me desculpe se me emocionei.”

MaisPB com IG 

Coordenador da campanha de Cássio chama de ‘oportunismo’ a criação de comitê Ricardo/Aécio

efraimO coordenador da campanha de Cássio Cunha Lima (PSDB) para o governo da Paraíba, Fabiano Gomes, chamou de “oportunismo” a criação do comitê Ricardo/Aécio na Paraíba.

Fabiano disse que o projeto, encabeçado pelo deputado federal reeleito Efraim Filho (DEM), lhe causaria “estranheza. Esta posição de Efraim agora, perante o PT, é estranha. Primeiro, que esta posição não aconteceu no primeiro turno. Ele e o pai votaram em Lucélio Cartaxo (PT), candidato ao Senado pela coligação, e agora ele fala em escândalos do PT aparecendo no Jornal Nacional”, acusou Fabiano Gomes.

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Para ele, o mais estranho é o fato de que nenhum comitê deste tipo foi criado durante o primeiro turno.

“Isso aconteceu porque ninguém esperava que Aécio fosse virar o jogo. Não se vê em nenhum lugar. Oportunismo político de quem recebe uma orientação de alguém que sabe que acontece na Paraíba uma onda azul”, declarou.

Efraim respondeu às acusações dizendo que, desde o início da campanha eleitoral, deixou claro para Ricardo Coutinho que estaria apoiando o candidato do PSDB à presidência. “Isso nunca foi segredo. Ricardo mesmo apoiava Marina no primeiro turno. Isso mudou agora. Não vejo incoerência na minha postura”, declarou.

Da Redação com Rádio Arapuan FM

 

Maluf chama Lula de “grande estadista” e diz que Dilma vence no 1º turno

maluf1O ex-ministro da Saúde da presidente Dilma Rousseff e pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha, selou na manhã desta sexta-feira (30) a aliança com o PP de Paulo Maluf, agregando mais de um minuto no horário eleitoral gratuito.

O evento foi realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo, zona sul da cidade.

Em discurso, Maluf elogiou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, disse que Dilma Rousseff vence as eleições no 1º turno e explicou porque irá apoiar Padilha.

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Uol

Mesmo presa em porta malas, empresária chama a polícia e se livra de sequestro em Campina

Ela foi presa no carro, mas ligou para a polícia
Ela foi presa no carro, mas ligou para a polícia

Dois jovens, um de 19 e outro de 20 anos, e um adolescente de 17 anos, tentaram sequestrar uma empresária no bairro do Monte Santo, em Campina Grande, a 125 km de João Pessoa, na noite dessa quarta-feira (14). Segundo a polícia, ela conseguiu o usar celular e ligar para a polícia mesmo depois de ter sido trancada no porta malas do próprio carro. Os três suspeitos foram detidos.

No depoimento, ela disse que percebeu estar sendo seguida por dois homens em uma moto. Mesmo tentando fugir, a vítima falou que foi rendida pelos homens e colocada na mala do carro. Mesmo trancada dentro do automóvel, a vítima conseguiu ligar para a polícia, e informar as características do veículo, para agilizar as buscas pela cidade.

De acordo com o delegado Iasley Almeida, que apurou o caso, os dois adultos são suspeitos de realizar outros assaltos em Campina Grande.

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Sobre a atitude da empresária, o delegado elogiou a rapidez e tranquilidade da mulher. “A tranquilidade dela em nos relatar o caso foi essencial para que a abordagem fosse rápida”, disse.

Os jovens estão detidos na Delegacia da Polícia Civil aguardando o reconhecimento de outras vítimas. Já o  menor foi levado ara o ‘Lar do Garoto’, onde vai cumprir medida socioeducativa.

 

portal correio

Promotor Marinho Mendes chama desembargador de “fora da lei irresponsável”

marinhoEm meio a denúncias de favorecimento a marginais do Rio de Janeiro através de liminar expedida pelo desembargador Ciro Darlan, que teria mandado soltar condenados pela Justiça do Rio, o promotor Marinho Mendes Machado disse em sua conta no facebook que o magistrado envergonha o judiciário brasileiro e cobrou atitude do Conselho Nacional de Justiça

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Leia a íntegra da postagem

 

“Pessoas como o Desembargador Siro Darlan são indignos de integrarem o Judiciário Brasileiro. Um fora da lei irresponsável. Vc é uma vergonha para nós que sonhamos com um ideal. O ideal de que um dia haverá justiça. Esperamos que o CNJ afaste esse apologista do crime e de criminosos. Creio que se tivessem invadido a casa dele ou da mãe dessa excelência, ele não daria nenhuma liminar. Liminar, palavra feia em nosso sistema, quantas já beneficiaram foras da lei e foram doadas com desdém e falta de pudor por alguém que de forma ignominiosa veste, mancha, suja e envergonha a toga.. FALE CNJJJJJJJJJJ”.

 

 

portal25horas

Em Solânea (PB), grupo de sem-teto protesta e chama atenção de autoridades

 

José Ricardo - Procurador do município

Um grupo de sem-teto que se apossou do terreno da prefeitura de Solânea (PB) se dirigiu à rádio Integração do Brejo, de propriedade da Diocese de Guarabira, no sentido de sensibilizar as autoridades para a situação enfrentada por eles.

Ao participar do programa da Integração, apresentado por Cristiano Ricelli, o procurador da prefeitura, José Ricardo, admitiu que a situação é muito delicada, e que o prefeito não pode fugir da legalidade para não responder futuramente por improbidade administrativa.

 Leia também – Solânea: Primeira dama desmente denúncia de doação de terreno e prefeito vai pedir reintegração de posse

Terreno supostamente doado às vésperas das eleições é invadido por sem-teto em Solânea

Segundo José Ricardo o prefeito esta sensível aos ocupantes e que vai procurar o melhor meio para resolver a situação. O procurador incentivou os ocupantes a procurar a promotoria do município para que juntos possam chegar a uma solução para o problema, pois muitas casas já foram construídas.

José Ricardo disse que quando José Antônio (Coquinho), um dos primeiros ocupantes o procurou, alertou que o mesmo se construísse no local estaria correndo o risco de perder seu imóvel, como também todo aquele que construísse naquela área.

Desde a terça-feira (06) quando o FOCANDO A NOTÍCIA esteve no local para ouvir os ocupantes do terreno, o assunto na cidade não têm sido outro, e a imprensa local (Rádios e Portais) abraçou a causa para uma solução deste problema, visto que existe a comprovação de pessoas que realmente necessitam de uma moradia digna e legal.

Já na quarta-feira (07) o prefeito Dr. Chiquinho avisou, que iria entrar com pedido de reintegração de posse da área invadida, que fica atrás do antigo matadouro, vizinho ao hospital distrital.

 Veja imagens do local invadido e algumas residências atuais dos moradores:

Redação/Focando a Notícia

Sobrinho de José Maranhão chama Luciano Cartaxo de ‘homem sem palavras’

 

Faltando quatro dias para as eleições municipais em todo o país, cresce os acirramentos políticos, as trocas de farpas e ofensas entre os candidatos.

Em João Pessoa não é diferente. Nessa terça-feira (02), o deputado federal e coordenador da campanha do PMDB na capital, Benjamim Maranhão, durante entrevista a uma emissora de Rádio local, não poupou críticas ao candidato petista Luciano Cartaxo.

Em uma das suas falas, o coordenador peemedebista e sobrinho do ex-governador José Maranhão classificou Cartaxo de “homem sem palavras”.

“Luciano Cartaxo não tem ética e é um homem sem palavras. Enquanto deputado estadual, o candidato do PT, usou inúmeras vezes a tribuna da Assembleia, para ‘descer a lenha’ no prefeito Luciano Agra, o chamando de corrupto. Agora de forma oportunista, se aproxima do prefeito e esquece todo o seu discurso enquanto deputado. Homem sem palavras”, disparou.

Benjamim ainda frisou: “Nós não vamos aceitar que certos candidatos transvestidos de oposição fiquem enganando a população afirmando que ele é oposição. Oposição mesmo é só o PMDB”, pontuou.

Mas adiante na entrevista, Benjamim disse acreditar que o candidato do PMDB estará no 2º turno.

“Tenho plena convicção de que Maranhão estará no 2º turno. Temos pesquisas qualitativas que mostram isso e o que nos dá confiança é o sentimento da população. Não se admirem que José Maranhão for para o 2º turno em 1º lugar”, finalizou o coordenador da campanha do PMDB em João Pessoa, Benjamim Maranhão.

  Fábio Augusto / Paraíba Já

Focando a Notícia

Durante coletiva de imprensa, José Serra chama repórter de “sem vergonha”

Na sexta-feira (28/9), o candidato José Serra (PSDB) se incomodou com a pergunta de um repórter da Rede Brasil Atual durante sua visita ao bairro da Mooca e chegou a chamar o profissional de “sem vergonha”, informou o Terra.

Crédito:Divulgação
Candidato não gostou de pergunta e chamou jornalista de “sem vergonha”
“Como administrador público (…) nós vamos criar o sistema municipal de ensino técnico e profissionalizante. Para aumentar em dezenas de milhares os alunos de ensino técnico e profissionalizante. Esta é uma chance imensa para crianças de famílias mais humildes. Essa é a minha ideia. É o que me veio agora na cabeça vindo aqui à Mooca, me lembrando a minha infância e a juventude”, disse Serra durante sua visita.
Após ouvir esse comentário, o repórter perguntou: “Veio à cabeça agora ou está no seu plano de governo?”. Irritado, o político perguntou para qual veículo o profissional trabalhava e, não obtendo resposta, ameaçou deixar a coletiva de imprensa.
Já no fim da entrevista, o mesmo repórter voltou a fazer perguntas a José Serra. “Por que você só responde perguntas favoráveis?”, questionou. Irritado, o candidato à prefeitura de São Paulo disse “eu não respondo pergunta de sem vergonha”.
Portal IMPRENSA