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Incêndio destrói supermercado onde foram gravadas cenas de “A Compadecida”

Um prédio tombado, onde funcionava o supermercado onde foram gravadas cenas de “A Compadecida”, filme nacional com roteiro de Ariano Suassuna, gravado em 1969, com Regina Duarte, ficou totalmente destruído após um incêndio. O prédio fica localizado em Brejo da Madre de Deus, no Agreste de Pernambuco. Além do prédio, duas motos, computadores e todos os documentos do estabelecimento foram destruídos pelo fogo.

Incêndio em supermercado

Incêndio destrói supermercado onde foram gravadas cenas do filme A Compadecida, inspirado na obra de Ariano Suassuna
Crédito: Kiko Lima/cortesia/Blog Estação Notícias

 

 

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Incêndio em supermercado

Incêndio destrói supermercado onde foram gravadas cenas do filme A Compadecida, inspirado na obra de Ariano Suassuna
Crédito: Kiko Lima/cortesia/Blog Estação Notícias

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Incêndio destrói supermercado onde foram gravadas cenas do filme A Compadecida, inspirado na obra de Ariano Suassuna
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Incêndio destrói supermercado onde foram gravadas cenas do filme A Compadecida, inspirado na obra de Ariano Suassuna
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Incêndio destrói supermercado onde foram gravadas cenas do filme A Compadecida, inspirado na obra de Ariano Suassuna
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Incêndio destrói supermercado onde foram gravadas cenas do filme A Compadecida, inspirado na obra de Ariano Suassuna
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Incêndio destrói supermercado onde foram gravadas cenas do filme A Compadecida, inspirado na obra de Ariano Suassuna
Crédito: Kiko Lima/cortesia/Blog Estação Notícias

 

 

O fogo teve início por volta das 3h, no centro da cidade, e destruiu o casário histórico tombado pela Fundação do Patrimônio Históricio e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). De acordo com informações do socorrista Joabh Henrique, apesar das grandes chamas ninguém ficou ferido.

 

Uma equipe do Corpo de Bombeiros de Santa Cruz do Capibaribe foi acionada para atender a ocorrência. Houve muita correria para tentar apagar o fogo e até um caminhão pipa de um morador vizinho do supermercado serviu para controlar o incêndio. A Guarda Civil Municipal também esteve no local para isolar a área e auxiliar o trabalho dos bombeiros.

 

“A hipótese mais conveniente é de que tenha acontecido um curto circuito em algum material elétrico. A perícia é que vai detectar a causa do incêndio”, destacou o sargento Damaceno, do Corpo de Bombeiros. A fiação de um poste na mesma rua também pegou fogo e chegou a faltar energia no local. O proprietário do supermercado relatou que o prejuízo pode passar de R$ 250 mil.

O local funcionava há sete meses com o atual dono que é natural de Surubim, também Agreste. Nessa sexta-feira (25), à noite, a empresa tinha recebido uma carga de mercadorias no valor de R$ 20 mil.

 

CINEMA – O filme “A Compadecida” marca a chegada de Ariano Suassuna ao univero cinematográfico. Com roteiro de George Jonas e estrelado por Regina Duarte e Armando Bógus, o filme tem como base a obra mais famosa do escritor, o Auto da Compadecida.

 

Do NE10 Interior

Cenas de sexo gay com nu frontal de Wagner Moura chamam atenção em Berlim; Trailer

O ator alemão Clemens Schick, o diretor Karim Aïnouz e brasileiros Wagner Moura e Jesuíta Barbosa posam no tapete vermelho da Berlinale, pouco antes da primeira exibição de
O ator alemão Clemens Schick, o diretor Karim Aïnouz e brasileiros Wagner Moura e Jesuíta Barbosa posam no tapete vermelho da Berlinale, pouco antes da primeira exibição de

Na contramão de “Hoje eu Quero Voltar Sozinho”, que usa da delicadeza e da percepção para narrar a história de um adolescente que se descobre gay, “Praia do Futuro”, outro drama brasileiro que foi exibido nesta terça-feira (11) na mostra competitiva do Festival de Berlim, apresenta a história de um casal gay adulto que busca se aventurar e encontrar coragem para viver. O longa chamou a atenção por conta das diversas cenas de sexo e nu frontal de Wagner Moura.

O novo longa do diretor Karim Aïnouz (de “O Abismo Prateado”, 2011, e “O Céu de Suely”, 2006) foi apresentado para uma sala cheia, mas não arrancou palmas da plateia. O presidente do júri, o ator Christopher Waltz, bocejou algumas vezes durante a exibição. Cerca de 15 espectadores deixaram a sala nas cenas que envolviam carícias do casal.

 

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Na conversa com os atores após a exibição, Wagner Moura, Jesuíta Barbosa e o alemão Clemens Schick comentaram sobre o trabalho, filmado em Berlim e em Fortaleza (CE) em 2012. “Uma das coisas importantes é que [os atores] falassem, se aventurassem, se arriscassem e fossem a lugares desconhecidos. Queríamos falar sobre o contratempo entre medo e coragem”, disse o diretor.

 

Moura chegou a morar na capital alemã durante as filmagens e disse que se identifica com a cidade. “Berlim é uma das minhas cidades favoritas, mas viver aqui e estar na cidade fez uma grande diferença. O filme é sobre alguém que chega em um lugar e se reconstrói. A gente é o que as pessoas projetam na gente. Vir para um lugar e começar do zero foi fascinante. Viver a cidade foi fascinante”.

 

Sobre a polêmica que o filme pode gerar no Brasil, Moura disse que essa não é uma preocupação. “Não me preocupo com a recepção no Brasil. A relação que existe entre os caras é importante, mas não o mais importante no filme. Quanto mais a gente não fizer disso uma questão ou um problema, mais ajudamos politicamente contra o preconceito a homossexuais. Tem duas dimensões, uma dramática e outra política. Temos que parar de ver isso como um assunto.”

 


Praia do Futuro (2014)

Em “Praia do Futuro”, de Karim Aïnouz, o salva-vidas Donato (Wagner Moura) conhece o amigo de um alemão que se afoga enquanto ele estava em serviço na Praia do Futuro, na cidade de Fortaleza (CE), na sua primeira falha na profissão. Deixando para trás o irmão Ayrton (Jesuíta Barbosa), que o tinha como ídolo, Donato embarca para Alemanha em busca de uma nova vida. Anos depois, já adolescente, Ayrton parte em busca de Donato para um acerto de contas com aquele que considerava seu herói Divulgação/California Filmes

 

Personagens heroicos e vulneráveis

Após seis anos sem um filme na disputa pelo Urso de Ouro, o Brasil voltou à competição oficial do Festival de Berlim com o novo longa de Karim Aïnouz, “Praia do Futuro”. Com “O Céu de Suely” e “O Abismo Prateado”, ele tratou do abandono sob a perspectiva de mulheres, e agora voltou ao tema com personagens masculinos e com ares de super-heróis, ainda que vulneráveis.

 

Em “Praia do Futuro”, Wagner Moura interpreta Donato, um heroico salva-vidas que trabalha na praia de mesmo nome, em Fortaleza (CE). Depois de não conseguir salvar uma vítima pela primeira vez na carreira, Donato conhece um amigo do afogado, o motoqueiro alemão Konrad (Clemens Schick), e parte em busca de uma nova vida no país europeu. Para trás, deixa o irmão, Ayrton (Jesuíta Barbosa), que o tinha como ícone. Oito anos depois, Ayrton parte para Alemanha em busca do irmão mais velho.

 

O diretor, que vive atualmente em Berlim, disse em 2004, após dirigir “Madame Satã”, seu primeiro filme, e enquanto escrevia o roteiro de “Céu de Suely”. “É um lugar que está tentando se entender, tentando entender qual seu futuro. Berlim tem um ambiente criativo muito bonito”.

Uol

 

Em Patos, Lima Duarte grava cenas de filme que será exibido em todo o Brasil e França

Ator, diretor e dublador, Lima Duarte
Ator, diretor e dublador, Lima Duarte

O ator nacional, Lima Duarte, desembarca em terras paraibanas. Em Patos, no Sertão da Paraíba, o também diretor usa a zona rural,São Mamede, como cenário para as primeiras imagens do filme “Deserto”.

Dirigido por Guilherme Weber, o filme vai contar a história de um grupo de velhos artistas viajantes que, em meio a uma de suas viagens, decide parar na Paraíba para apresentar seus espetáculos.Apesar de se passar no século XVIX, o longa vai fazer uma sutil crítica aos problemas atuais da sociedade.

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Deserto será o primeiro trabalho de Guilherme Weber como diretor e deverá contará com outros grandes nomes no elenco, como Cida Moreyra e Claudete Pereira Jorge.

A previsão é de que o filme entre em cartaz apenas em janeiro de 2015, nos estados brasileiros e na França.

portal correio

A Fazenda: Cenas de sexo entre participantes da Fazenda deixam equipe chocada

barbara-e-mateusApesar de sexo em reality show não ser novidade, cenas em ‘A Fazenda’ têm deixado a equipe de funcionários chocada.

 

Isso porque, nos bastidores, o comentário é geral de que o ‘entrosamento’ entre Bárbara Evans e Mateus Vermelho é mais do que intenso.

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Alguns funcionários, inclusive, acreditam que nunca houve uma situação semelhante em confinamentos, segundo a coluna do jornalista Flávio Ricco.

 

A frequência dos encontros sexuais é tão alta, que a modelo até precisou de consulta ginecológica dentro do programa. Foi a primeira vez que esse tipo de serviço médico foi solicitado na atração, que está na sexta temporada.

MSN

Crianças que assistem cenas de sexo podem perder virgindade mais cedo

Getty Images

Assistir a filmes com cenas de sexo durante a infância pode influenciar no comportamento sexual na adolescência. De acordo com uma pesquisa da Faculdade de Dartmouth, nos Estados Unidos, o hábito faz com que aumente a possibilidade de o jovem perder a virgindade mais cedo, ter mais parceiros sexuais e não usar preservativo em relações casuais. Os dados são do jornal Daily Mail.

Os cientistas listaram 684 filmes de maior bilheteria entre 1998 e 2004 e avaliaram seu conteúdo sexual. Depois, pediram a 1.228 participantes, com idade entre 12 e 14 anos, que dissessem quais daqueles filmes haviam visto. Seis anos depois, eles foram entrevistados e falaram sobre a vida sexual.

“Esses filmes parecem influenciar fundamentalmente a personalidade por meio de mudanças em busca de sensações, que têm implicações de longo alcance para todos os seus comportamentos de risco”, disse o pesquisador Ross O’Hara. Embora seja impossível provar a ligação direta entre filmes e comportamento sexual, o profissional enfatizou que os resultados sugerem que os pais devem realmente evitar que as crianças tenham acesso a conteúdo erótico.

Terra

ANDI e Intervozes publicam documento sobre impacto da exposição de crianças a cenas de sexo e violência na TV

 

A Andi -Comunicação e Direitos e o Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social publicaram o documento “Mídia e infância: o impacto da exposição de crianças e adolescentes a cenas de sexo e violência na televisão” que, em dez páginas, faz o levantamento dos principais estudos elaborados em diversos países sobre o tema. O estudo está disponível para leitura online ou para download (PDF).

A pesquisa apresenta estudos sobre os impactos da exposição de crianças e adolescentes a cenas televisivas de sexo e violência desenvolvidas há várias décadas em diversos países. A conclusão é que, majoritariamente, o contato regular de garotos e garotas com conteúdos inadequados pode levar a sérias consequências, como comportamentos de imitação, agressão, medo, ansiedade, concepções errôneas sobre a violência real e sexualização precoce.

O documento apresenta resultados de estudos realizados na Holanda, Canadá, Alemanha e Suécia, mas dedica a maioria de suas páginas a pesquisas realizadas nos Estados Unidos, onde, nos últimos 40 anos, foram realizadas mais de 3.500 pesquisas sobre os efeitos da violência na televisão sobre os espectadores.

Um dos estudos norte-americanos levantados pelo documento foi o longitudinal realizado por pesquisadores da Universidade de Michigan, que relaciona a exposição de crianças à violência na TV e seus comportamentos agressivos e violentos no início da fase adulta. A pesquisa mediu em 1977 os hábitos de 557 crianças de Chicago em relação aos meios de comunicação, especialmente ao consumo de programação televisiva violenta. Após 14 anos ouviu 329 daquelas crianças, já adultas, com idades entre 20 e 22  anos, e verificou que uma maior exposição a conteúdos violentos transmitidos pela tevê durante a infância foi capaz de predizer um maior nível de agressão na vida adulta, independentemente do quão agressivos os participantes eram quando crianças.

“O constatado pela equipe de pesquisa de Michigan é que mesmo crianças que não eram  agressivas na infância – e de todos os estratos sociais – ao terem sido expostas a um  volume expressivo de conteúdos televisivos violentos durante esse período acabaram por apresentar maior probabilidade de se tornarem adultos agressivos”, cita o documento.

O estudo também apresenta resultados de pesquisas que apontam como efeitos da exposição das crianças à violência na mídia o aumento de comportamentos agressivos, a perda de sensibilidade à violência no mundo real e o crescimento do medo. “O Physician Guide to Media Violence – publicado pela American Medical Association (AMA), em 1996 – alerta que a exposição a um único filme, programa de televisão ou reportagem pode resultar em depressão emocional, pesadelos ou outros problemas relativos ao sono em muitas crianças, particularmente as mais novas. E crianças amedrontadas estão mais sujeitas a se tornarem vítimas ou agressores”.

Classificação indicativa como política pública

Evidências como estas fizeram com que, ao longo das últimas décadas, as principais democracias do planeta adotassem sistemas similares ao da Classificação Indicativa utilizada pelo Ministério da Justiça brasileiro, com o fim de proteger os direitos humanos de crianças e adolescentes expostos ao conteúdo da televisão. “Com a Classificação Indicativa, as programações televisivas passam a dar indicação à família sobre a faixa etária para a qual as obras audiovisuais são recomendadas. Isso porque é um direito inalienável das famílias decidir o que seus filhos podem ou não assistir”, afirma o documento.

A opinião é respaldada por recomendações do Comitê para os Direitos da Criança da Onu e da Unesco, que aconselham os governos nacionais a assumirem atitudes concretas de proteção aos direitos da criança e do adolescente no campo da comunicação de massa. As entidades apontam que fatores como fácil acesso e alto consumo de televisão no país e a evidência que pais e mães trabalharem e permanecerem a maior parte do tempo fora de casa, fortalecem a necessidade de se defender a Classificação Indicativa como uma política pública fundamental para garantir o respeito aos direitos das crianças e dos adolescentes.

“Para os pais poderem cumprir com suas responsabilidades em relação à proteção do processo de desenvolvimento de seus filhos, antes o Estado e as empresas devem fazer sua parte, estabelecendo e obedecendo os limites para a veiculação de conteúdos potencialmente danosos”, recomenda o documento.

Fonte: Observatório do Direito à Comunicação