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Homem é morto após desentendimento por furto de celular, no Agreste da PB

Um homem foi morto após desentendimento por furto de um celular por volta das 3h desta segunda-feira (14), na cidade de Alagoa Nova, no Agreste da Paraíba. O caso aconteceu na residência onde os envolvidos estavam bebendo. O suspeito fugiu do local do crime em uma moto.

De acordo com relato de testemunhas à polícia, cinco pessoas estavam bebendo em uma residência na rua Vereador José Venâncio, quando o suspeito saiu do local esquecendo o celular. Ao retornar para buscar, o aparelho havia sido furtado.

A vítima, de 29 anos, foi acusado pelo suspeito de ter sido o autor do furto e após discussão o homem foi esfaqueado e não resistiu aos ferimentos. O suspeito fugiu em uma moto após o caso.

A polícia foi acionada e uma perícia foi realizada no local do crime. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de Esperança, mas até as 7h30 da manhã desta segunda-feira ninguém foi preso.

G1

 

Venda de celular pirata e contrabandeado deve triplicar este ano. Saiba como evitar a compra

O aumento no número de celulares contrabandeados , roubados e piratas vendidos livremente em sites da internet e lojas do Brasil acendeu o alerta da agência Nacional de Telecomunicações ( Anatel ), da Receita Federal e de fabricantes do setor. Dados da consultoria IDC apontam que 2,7 milhões de smartphones devem ser comercializados no mercado paralelo neste ano, mais que o triplo do ano passado. A alta de 233% representa o maior percentual em pelo menos quatro anos.

Com isso, o número de celulares irregulares poderá responder por 6% das vendas este ano no mercado formal, cuja projeção é de 45 milhões de unidades.

Para especialistas, o crescimento do mercado ilegal acompanhou a chegada de marcas chinesas no Brasil este ano, como Xiaomi e Huawei, cujos modelos são alvo de importações ilegais oriundas do Paraguai, principal porta de entrada dos telefones. Analistas citam a alta nos preços dos smartphones, que subiram 9% no segundo trimestre na comparação com igual período de 2018, segundo a IDC.

A consultoria aponta que 85% das vendas desses aparelhos são feitas por meio de sites. Geralmente, esses celulares não têm o selo oficial da Anatel. Renato Meireles, analista de mercado de celulares da IDC Brasil, lembra que um aparelho irregular pode ser bloqueado porque o seu Imei — sigla em inglês para Identidade Internacional de Equipamento Móvel, um número de registro — não consta na base de dados oficial do país.

— Os telefones vendidos no mercado paralelo não têm registro cadastrado na Anatel. Por isso, na hora em que o cliente tenta colocar um chip, o celular é bloqueado. Para o consumidor, é difícil identificar se o aparelho é válido — diz Meireles.

Bloqueio já atinge 865 mil

Para o consumidor, um sinal de alerta é o preço muito abaixo do padrão. Um aparelho como o Redmi Note 7, da Xiaomi, que tem preço sugerido de R$ 1.999,99 no site do revendedor oficial, era encontrado no marketplace de uma varejista a R$ 999.

Para chegar ao total do mercado paralelo, a IDC cruza informações da Receita Federal do Paraguai com exportações de revendedores ao Brasil. A consultoria também mensura o total produzido pelos fabricantes no Brasil e o volume vendido pelo varejo nacional.

Estima-se que os produtos ilegais causarão rombo aos cofres públicos de R$ 2 bilhões neste ano. Hoje, a carga tributária de um smartphone é, em média, de 25%. Segundo a Anatel, foram bloqueados 865.099 celulares não homologados entre maio de 2018 e julho de 2019 no Programa Celular Legal, que visa combater o uso dos aparelhos ilegais.

O crescimento desse mercado se reflete no total apreendido pela Receita Federal. De janeiro a junho, foram 69.815 aparelhos, um aumento de 34,38% em relação ao mesmo período de 2018. Em valor, o total dessas mercadorias soma R$ 38,410 milhões, um crescimento de quase 59%.

Segundo Arthur Cezar Rocha Cazella, coordenador-geral de Combate ao Contrabando e Descaminho da Receita, esses celulares deixam de pagar Imposto de Importação, ICMS, PIS e Cofins, além de tributos internos:

— Foram intensificadas as operações em centros de distribuição dos Correios e transportadoras.

Segundo a Polícia Federal, até 28 de agosto foram apreendidos 3.230 celulares, mais do que os 3.209 em todo o ano passado. A maioria foi em Mato Grosso do Sul e no Paraná.

Para a PF, a entrada destes produtos ocorre por meio de organizações criminosas. “A marca chinesa Xiaomi está entre os itens mais apreendidos. Menciona-se que o iPhone também possui alta representatividade no rol de itens contrabandeados”, informou.

A Anatel já notificou 83 lojas de comércio eletrônico por venderem celulares sem homologação. A agência chegou até elas por meio de denúncias dos consumidores.

Ao serem constatadas irregularidades, as empresas de e-commerce são notificadas para a retirada dos produtos, e os vendedores (quem anuncia o produto nos sites), identificados, autuados e alvo de procedimentos administrativos que podem resultar em multas.

Segundo Luiz Cláudio Carneiro, diretor de dispositivos móveis da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), o crescimento do mercado paralelo ocorre em ritmo superior ao do mercado formal, que está em 6%. Ao vender menos, as empresas formais perdem competitividade e sofrem com o aumento de custos.

— Os efeitos ainda envolvem a redução de emprego e, para o governo, menor arrecadação de impostos. As empresas de internet deveriam ter um rigor maior, pois em muitos casos o consumidor não consegue saber se está comprando no site de uma rede varejista ou de algum parceiro hospedado no marketplace.

Nos sites, os consumidores se queixam de celulares vendidos sem nota fiscal, carregadores incompatíveis com o modelo no Brasil e especificações erradas. Diante das reclamações, a ABComm, associação que reúne as empresas de e-commerce criou um comitê para combater o problema.

— O objetivo é estudar formas de pressionar e inibir marketplaces que vendem produtos falsificados — diz Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

Gustavo Kloh, professor da FGV Direito, ressalta que se a venda de um produto irregular envolver um site de varejo e uma loja parceira no  marketplace , os dois podem ser responsabilizados. Já no caso de um site que vende itens usados, como o Mercado Livre, apenas o vendedor pode ser considerado culpado:

—Como é uma operação particular, o consumidor fica dependente do que o vendedor oferece.

Um dos sites notificados pela Anatel é o Mercado Livre. Procurada, a empresa disse que cumpre as solicitações da Anatel de retirada de anúncios referentes a produtos não homologados. E afirmou que “repudia o uso indevido de sua plataforma e reforça que permanece à disposição da Anatel.”

– Com os canais on-line de vendas informais, as vendas exigem menos burocracia. Por isso, eles vêm se tornando alvo de criminosos – diz Iago Rodrigues, gerente da consultoria Corebiz.

Entre as marcas, a chinesa Xiaomi não comentou. A Huawei diz que a melhor forma de garantir a autenticidade é identificar o selo da Anatel em seus celulares, assim como comprá-los em lojas parceiras ou em quiosques da marca.

Os cuidados na hora da compra

Como ver se um celular é ilegal?

No Brasil é proibido vender celular sem a homologação da Anatel. Verifique se o modelo tem homologação no endereço sistemas.anatel.gov.br/sch. Assim que o produto for entregue, confira o Imei (digite *#06# para saber o número) em www.anatel.gov.br/celularlegal/consulte-sua-situacao.

O consumidor pode ser punido ao comprar celular ilegal?

Para a Receita, se o consumidor não souber da origem ilícita, não responderá criminalmente, mas o produto será apreendido. Já a consultoria Corebiz considera que quem compra aparelhos irregulares comete um crime, com pena de até quatro anos de reclusão.

Qual é o direito do consumidor?

Ele pode devolver o produto em sete dias ao site onde o comprou. A garantia do vendedor é de até 90 dias. Mas, se o produto for ilegal, não há garantia técnica do fabricante. Desconfie se o preço estiver muito baixo. Iago Rodrigues, da Corebiz, sugere fazer uma pesquisa no sites oficiais dos fabricantes.

Celular irregular pode trazer risco à saúde?

O aparelho pode ser incompatível com as radiofrequências e emitir radiação elevada. Há risco de explosões ao usar carregadores.

O Globo

 

 

Em JP: mulher fica ferida após celular que carregava em pochete explodir

Uma mulher ficou ferida no começo da tarde, deste domingo (8), após um celular explodir no corpo dela, na praia de Cabo Branco, em João Pessoa. A vítima sofreu queimaduras de segundo grau nas mãos e pernas.

Segundo o SAMU, a mulher trabalhava em uma barraca no momento em que o acidente aconteceu. Ela teria contado que o celular foi comprado há pouco tempo. A equipe de socorristas que a atendeu não soube explicar o motivo da explosão.

Após receber os primeiros socorros,ela foi socorrida para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa para tratar os ferimentos. A unidade hospitalar ainda não informou o estado de saúde dela.

Foto: portal T5

G1

 

Pesquisa aponta que 47% dos brasileiros já teve celular roubado pelo menos uma vez na vida

A mais recente pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box – Roubo de Celulares no Brasil descobriu que 47% dos brasileiros que acessam a Internet e possuem smartphone já teve o aparelho roubado pelo menos uma vez na vida. Destes, 62% foram vítimas apenas uma vez; 27%, duas vezes; e 11% três ou mais vezes. Foram entrevistados 2.532 brasileiros em junho deste ano.

O medo de ter o aparelho roubado é muito forte entre os brasileiros: 84% deles afirmam que evitam atender a chamadas na rua. A preocupação com o roubo é maior entre as mulheres: 88% delas evitam atender chamadas quando estão na rua (42% em qualquer rua e 46%, dependendo da rua). Entre os homens, a atitude cautelosa é de 78% deles (22% em todas as ruas e 56%, em algumas delas).

O medo é maior entre os brasileiros que já tiveram um smartphone roubado ou furtado alguma vez na vida: 87% destes evitam atender chamadas quando estão na rua; contra 81% daqueles que nunca foram vítimas. Apesar disso, apenas 15% tem seguro contra roubo de aparelho.

E o B.O?

Apesar do prejuízo, apenas quase a metade (48%) das vítimas declararam terem feito boletim de ocorrência (B.O.).  “Isso significa que há uma subnotificação desse crime nos dados oficiais registrados pelas secretarias de segurança”, comenta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa. “A julgar pelos resultados, os números reais são o dobro daqueles informados pelos órgãos de segurança. O boletim de ocorrência é um documento essencial para receber o valor do seguro ou evitar maiores transtornos com o uso do aparelho e sua linha pelos criminosos. Se aumentar a proporção de pessoas com smartphones segurados, acreditamos que o registro do crime também irá crescer”, sinaliza o coordenador do Panorama Mobile Time/Opinion Box.

Outras descobertas da pesquisa

– 55% das vítimas bloquearam o aparelho e a linha depois de serem roubadas/furtadas;
– 21% tiveram esse cuidado apenas em relação à linha e 6%, apenas com o aparelho;
– Praticamente uma em cada cinco vítimas (18%) não tomaram qualquer providência de bloqueio, provavelmente fruto de desinformação sobre essa possibilidade e/ou desapego em relação à linha, possivelmente pré-paga;
– Apenas 27% das vítimas tentaram rastrear seu aparelho depois de ter sido levado;
– 39% não o fizeram e 34% afirmaram que seu dispositivo não permitia essa opção – novamente um sinal de desinformação, já que essa é uma possibilidade nativa em qualquer terminal Android e iOS.
– A vítima costuma investir em um celular melhor que o anterior;
– 72% das pessoas que tiveram um dispositivo roubado ou furtado relatam que compraram um modelo melhor depois do crime; 15% adquiriram um igual.

Panorama Mobile Time/Opinion Box – Roubo de Celulares no Brasil é uma pesquisa independente realizada por uma parceria entre o site de notícias Mobile Time e a empresa de soluções em pesquisas Opinion Box. O questionário foi elaborado por Mobile Time e aplicado on-line por Opinion Box junto a 2.532 brasileiros que acessam a Internet e possuem smartphone, respeitando as proporções de gênero, idade, faixa de renda e distribuição geográfica desse grupo. As entrevistas foram feitas em junho de 2019. A margem de erro é de 2.1 pontos percentuais. O grau de confiança é de 95%. Para baixar gratuitamente o estudo, clique aqui: https://panoramamobiletime.com.br/

Fonte Mídia Americas

 

 

Irmã de pastor diz à polícia que viu celular da vítima na casa de Flordelis após o crime

A irmã do pastor Anderson do Carmo de Souza, assassinado na madrugada do último dia 16, revelou à Polícia Civil que viu o celular do irmão na casa onde ele morava com a esposa, a pastora Flordelis dos Santos de Souza, logo após o crime. Michele do Carmo de Souza prestou depoimento na última quarta-feira, na Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, durante cerca de quatro horas. O telefone celular de Anderson ainda não foi localizado pela polícia. Nos próximos dias, a pedido do Ministério Público estadual do Rio, o Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir se parte da investigação que tenha relação com Flordelis, que é deputada federal, permanece com a Polícia Civil do Rio.

Michele esteve no imóvel em Pendotiba, Niterói, logo após ter sido informada do crime. A polícia já sabe que o telefone da vítima foi usado horas após o assassinato do pastor. Uma pessoa que se identificou como filho de Anderson enviou mensagens em grupos do WhatsApp de Anderson confirmando a sua morte. A DH investiga a informação de que uma das netas de Flordelis esteve na Praia de Piratininga, também em Niterói, dois dias após o crime, e arremessou um telefone no mar.

A suspeita dos investigadores é de que o aparelho seja de Anderson ou de Flávio dos Santos Rodrigues, filho biológico de Flordelis que está preso por suspeita de ter cometido o crime. O celular de Flávio também não foi localizado pela polícia.

Em entrevista concedida aos jornalistas na última semana, na Delegacia de Homicídios , o advogado contratado pela irmã do pastor afirmou que vinha causando estranheza a falta de colaboração de Flordelis e dos filhos para elucidar o crime.

– Não há uma participação efetiva deles para o esclarecimento sobre o que aconteceu. Há pontos que precisam se explicados, como o sumiço do celular do Anderson. Há informações de que o aparelho teria sido entregue a Flordelis e depois repassado para alguém – disse o advogado.

O Ministério Público estadual do Rio requisitou, na última semana, o desmembramento do inquérito da morte de Anderson em relação a partes da investigação que têm relação com Flordelis. O pedido foi aceito pela 3ª Vara Criminal de Niterói. Na última sexta-feira, o MP encaminhou ao STF cópia das partes do inquérito que tenham conexão com a deputada, solicitando que o tribunal defina de quem é a competência para a investigação.

No ano passado, o STF decidiu que deputados federais e senadores só possuem foro por prerrogativa de função em crimes cometidos no exercício do cargo e em razão das funções a ele relacionadas. Na última semana, o ministro Celso de Mello, do STF, sem citar nomes, fez referências à investigação da morte de Anderson. Ele afirmou que a Polícia Civil de “determinado estado” informou estar investigando “determinado membro do Congresso Nacional”.

– Ora, ainda que aquele delito de homicídio nada tenha a ver com o desempenho da função parlamentar, a mim me parece que aí sim está sendo usurpada a competência penal originária do Supremo Tribunal Federal, pois cabe ao Supremo Tribunal Federal, que em regra é o juiz natural dos congressistas, nos ilícitos penais, dizer se afinal há ou não há conexão daquele delito com a função congressual. E, em não havendo, é claro, determinar-se-á o deslocamento, a declinação da competência para o juízo de primeiro grau – disse Celso.

Após a manifestação de Celso de Mello, o MP estadual do Rio decdiu encaminhar cópia do inquérito ao STF. O tribunal deve decidir nos próximos dias sobre o pedido.

Nessa quarta-feira, a defesa de Flávio, filho de Flordelis, recorreu ao STF para ter acesso ao inquérito sobre a morte do pastor. Os advogados alegam que não conseguem ter acesso à investigação na DH de Niterói e São Gonçalo. O processo tem como relator o ministro Roberto Barroso. Além de Flávio, Lucar Cézar dos Santos, filho adotivo da deputada e do pastor, também está preso por suspeita de participar do crime.

EXTRA

 

 

Guarabira: mulher com carrinho de bebê é atacada por bandido e tem celular roubado

Na noite deste domingo (17), um marginal armado com um punhal atacou uma mulher em frente ao Colégio Geo Santo Antônio, em Guarabira. A vítima estava empurrando um carrinho de bebê e em companhia de outras crianças, mas mesmo assim foi atacada e teve o celular roubado.

Imagens de monitoramento flagraram momento do ataque. Assustada com o assaltante, a mulher soltou o carrinho, caiu e teve o celular tomado. O carrinho foi alcançado por uma das crianças e por sorte não desceu ladeira abaixo.

A Polícia Militar foi acionada, agiu rápido e conseguiu prender o indivíduo em flagrante.

 Assista ao vídeo:

Leia o relatório da PM

A Polícia Militar efetuava rondas quando recebeu uma denúncia que um indivíduo armado com um punhal acabara de roubar o celular da vítima.

De imediato a guarnição foi ao local e mediante informações repassadas pela vítima foram realizadas diligências vindo a lograr êxito na localização do acusado.

Após abordagem foi encontrado em seu poder um punhal. A guarnição da Força Tática comandada pelo Cabo Evangelista conduziu o acusado à Delegacia de Polícia Civil para o auto de lavratura em flagrante delito.

 

portal25horas

 

 

Vendedor é esfaqueado após encontrar celular na orla de João Pessoa

A confusão começou na tarde deste domingo (17) na orla do Bessa, em João Pessoa e foi parar no Hospital de Trauma.

Um vendedor ambulante, de 46 anos, afirmou ter encontrado um celular na orla e alegou estar à procura do dono. O aparelho tinha rastreador e o suposto proprietário, ao encontrá-lo começou a agredir o vendedor com golpes de punhal.

A vítima foi levada para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. O agressor fugiu em seguida.

Foto: Essa foto de Praia do Bessa é cortesia do TripAdvisor

Marília Domingues / Washington Luis

 

 

Jovem sofre choque elétrico enquanto usava celular no carregador na PB

Um incidente quase se transformou em tragédia na noite do domingo (8) na cidade de Catingueira, no Sertão paraibano.

Um jovem identificado como Lucas, sofreu uma forte descarga elétrica enquanto utilizava o celular no carregador e precisou ser socorrido pelo SAMU da cidade.

Segundo o Samu, na hora do fato chovia forte em Catingueira e um raio caiu na região, sobrecarregando a rede elétrica.

O jovem usava o celular conectado na tomada quando foi atingido por um choque. Devido a força da descarga de energia ele desmaiou.

Os familiares acionaram o SAMU e socorreu o jovem para o Hospital Regional de Patos. Ele foi atendido e já recebeu alta médica.

 

PB hoje

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Adolescente morre após sofrer choque elétrico em celular ligado na tomada

Adolescente morreu após sofrer descarga elétrica (Foto: Reprodução/Facebook)

Uma estudante de 17 anos morreu após sofrer uma descarga elétrica por volta de 17h de domingo (18) na cidade de Riacho Frio, no Sul do Piauí. Segundo informações da família da vítima repassadas para equipe médica do posto de saúde da cidade, a adolescente Luíza Fernanda Gama Pinheiro recebeu um choque quando utilizava o aparelho que estava carregando na tomada.

“A avó da menina contou ao médico que encontraram a neta desacordada, deitada no chão e com fones do celular nos ouvidos. Eles disseram que acreditam que jovem tenha levado uma descarga elétrica porque o celular estava carregando na tomada e o fone ficou derretido”, contou uma funcionária da unidade básica de saúde ao G1, que preferiu não se identificar.

Familiares contaram ainda, segundo ela, que no momento da ocorrência não chovia, mas havia alguns relâmpagos. Luíza Fernanda Gama Pinheiro chegou sem vida ao posto de saúde, mas o médico de plantão ainda tentou reanimá-la, sem sucesso. Inconformados, os familiares decidiram levar a adolescente para o Hospital Regional de Corrente.

De acordo com a diretora do Hospital em Corrente, Lindaura Cavalcanti, a menina chegou sem vida ao hospital. “Consta no prontuário de atendimento que a jovem deu entrada no hospital uma hora após a descarga elétrica. Os familiares contaram que a jovem tinha recebido um choque, mas as causas da morte ainda serão confirmadas”, afirmou.

G1

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Carregador de celular pega fogo ao ser utilizado e derrete tomada

Carregador pegou fogo durante o uso em João Pessoa (Foto: Dann Costara/Reprodução)
Carregador pegou fogo durante o uso em João Pessoa (Foto: Dann Costara/Reprodução)

Um carregador de celular pegou fogo e explodiu enquanto estava sendo utilizado numa casa em João Pessoa, no último domingo (2). A tomada onde estava o carregador derreteu e a parede ficou com marcas das chamas. Ninguém ficou ferido e nem o aparelho sofreu danos. O carregador e o cabo eram genéricos.

Dann Costara, publicitário de 33 anos, tinha esquecido o carregador do seu celular na agência onde trabalha. Fim de semana, ele não quis voltar ao trabalho só para buscar o carregador e preferiu comprar um genérico no caminho de casa – na segunda-feira ele pegaria o original novamente. Segundo ele, o carregador parecia ser bom: “tudo muito bonito, bem feito”.

No domingo, ele coloca o aparelho para carregar em casa até que acontece algo nada legal. “Só deu tempo de eu passar um café. Coloquei para carregar, fui na cozinha e logo vi um flash”, conta o publicitário. “O carregador explodiu, derreteu a tomada e a parede ficou toda preta”. “Comprei o carregador e o cabo genéricos da Samsung e meu celular é da Motorola. Ele era muito bem feito, engana qualquer um”, completa Dann.

Tomada pegou fogo após carregador explodir em João Pessoa (Foto: Dann Costara/Reprodução)Tomada pegou fogo após carregador explodir em João Pessoa (Foto: Dann Costara/Reprodução)

Tomada pegou fogo após carregador explodir em João Pessoa (Foto: Dann Costara/Reprodução)

O publicitário postou no seu perfil do Facebook a foto da tomada destruída e nos comentários é possível ver várias pessoas que confessam que colocam o celular para carregar e continuam usando.

Ele responde a um dos comentários dizendo que era algo comum para ele colocar para carregar e dar “aquela conferida enquanto carrega”. Em outro, Dann diz: “Até agora era uma mentira de internet. Uma conspiração de marcas. É uma coisa que é tratada como boato de rede social, mas é perigoso mesmo”.

Prevenção de acidentes com carregadores

O Corpo de Bombeiros da Paraíba dá dicas de como evitar esse tipo de acidente envolvendo aparelhos eletrônicos. A dica fundamental é realmente não usar o aparelho enquanto ele está carregando para que não aconteça problemas maiores; mas é importante também não deixar o celular carregando próximo a materiais inflamáveis (colchão, almofadas, lençóis) pois pode causar um incêndio.

Veja dicas da tenente Jinarla, da Diretoria de Atividades Técnicas do Corpo de Bombeiros.

  • Não puxar o carregador pelo fio. Quando isso é feito os fios internos se soltam e deixam de carregar corretamente, podendo acontecer uma sobrecarga do dispositivo;
  • Não deixar o celular carregando próximo a materiais inflamáveis. Mesmo que não esteja sendo manuseado, o aparelho e/ou o carregador podem pegar fogo e incendiar objetos ao redor como colchões, almofadas, cortinas, lençóis etc.;
  • Não utilizar o celular enquanto estiver carregando. Essa atitude exige muito do aparelho – que naturalmente já esquenta – e pode superaquecer, causando um incêndio ou mesmo danificando o eletrônico;
  • Não comprar carregadores e/ou cabos genéricos. A Anatel não tem como garantir a procedência desses dispositivos que podem ter uma tendência muito maior para acontecer problemas.