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Arcebispo recua, retira suspensão e Luiz Couto volta a celebrar

Luiz Couto PlenarioO Arcebispo da Paraaíba, Dom Aldo Di Cillo Pagotto, recuou de sua decisão que suspendia, de ordem, o padre Luiz Couto. Desde agosto, o religioso que tem mandato como deputado federal, estava proibido de celebrar missas na Paraíba por uma decisão monocrática do Arcebispo. Naquela época, Dom Aldo alegara que Couto tinha ido contra a Igreja ao pregar o diálogo de setores cristãos com representantes do movimento LGBT.
A retomada da ordem de Luiz Couto, o que lhe permite celebrar missas, foi divulgada no início da tarde pela assessoria do parlamentar, sem fornecer maiores detalhes. Sabe-se apenas que Dom Aldo foi amistoso em sua conversa com Couto e que autorizou a divulgação de sua mudança de pensamento.

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 Dom Aldo vive uma crise na Igreja Católica e está suspenso pelo Vaticano para ordenação de novos padres. Na imprensa paraibana, há semanas, circulam denúncias contra ele e alguns de seus aliados mais próximos. Segundo o Jornal da Paraíba, uma moção de apoio a Dom Aldo foi recusada por vários padres do Conselho Presbiterial.
parlamentopb

CNJ obriga cartórios a celebrar casamento entre homossexuais

casamento-gayOs cartórios de todo o Brasil serão obrigados a celebrar casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), os cartórios terão de converter as uniões estáveis homoafetivas em casamento civil, mesmo que ainda não haja previsão legal para isso.

A proposta foi apresentada pelo presidente do CNJ, Joaquim Barbosa, que também preside o Supremo Tribunal Federal (STF), e aprovada por 14 a 1. A conselheira Maria Cristina Peduzzi foi a única a votar contra a aprovação da resolução, sob o argumento de que, para permitir o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, o Congresso teria de aprovar um projeto de lei. Há projetos em tramitação no Congresso sobre o casamento civil de pessoas do mesmo sexo.

A resolução aprovada pelo CNJ diz que: “É vedada às autoridades competentes a recusa de habilitação, celebração de casamento civil ou de conversão de união estável em casamento entre pessoas de mesmo sexo”. E acrescenta que, se houver recusa dos cartórios, será comunicado o juiz corregedor para “providências cabíveis”.

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O presidente do CNJ afirmou que a resolução remove “obstáculos administrativos à efetivação” da decisão do Supremo. “Vamos exigir aprovação de nova lei pelo Congresso Nacional para dar eficácia à decisão que se tomou no Supremo? É um contrassenso.”

O subprocurador da República, Francisco de Assis Sanseverino, manifestou-se contra a aprovação da resolução e citou os votos dos ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, que foram favoráveis ao reconhecimento da união homoafetiva, mas deixaram claro que a decisão não legalizava o casamento.

Estadão

Municípios da Região de Solânea ficam impedidos de celebrar convênios para educação; entenda

Município de Arara
Município de Arara

Seis municípios da Região Geoadminstrativa de Solânea não prestaram contas dos gastos com a educação e agora estão na lista dos considerados inadimplentes no Serviço Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias (Cauc). Isso quer dizer que essas localidades estão impedidas de celebrarem convênios e termos de cooperação com o governo federal para a área prejudicando, assim, toda a população.

Deixaram de cumprir com o estabelecido os municípios de Arara, Araruna, Cacimba de Dentro, Caiçara, Damião e Tacima.

Os dados estão no Sistema de Informações Sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope), que assinala as gestões que enviaram e as que não enviaram o solicitado. O prazo para essa prestação de contas acabou no dia 30 de abril.

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Em toda a Paraíba 82 localidades não prestaram contas, o que representa 36,77% do total de cidades. No ano passado 220 (98,65%) cidades paraibanas enviaram os dados e prestaram contas.

Focando a Notícia

Bispo de CG pede a cristãos para prepararem o coração para celebrar com fé o Natal

Dom DelsonAs luzes do Natal que embelezam as cidades nesse período do ano; os presépios montados em locais estratégicos, a presença do “papai noel”; e os enfeites que decoram as casas e as lojas, materializam o chamado espírito de Natal. É o tempo mágico que todos os anos tornam os corações dos homens mais sensíveis para celebrar no nascimento do “Emanoel” Deus Conosco anunciado pelos profetas. Entretanto, devido ao consumismo, muitos cristãos acabam se esquecendo do verdadeiro sentido da festa que teve sua origem na gruta de Belém há mais de 2 mil anos.

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Nesta época acontecem muitas confraternizações nos grupos, comunidades, empresas, pois, tradicionalmente, os cristãos encerram o ano, um ciclo e esperam dias melhores. Mas qual o verdadeiro sentido para estas confraternizações? Para ajudar os cristãos a se prepararem bem para celebrar o Natal, a igreja católica, através do seu calendário litúrgico, abre a partir deste domingo (30), o Advento, que significa tempo de espera para a vinda do Senhor. Este ano, o Advento começa neste domingo e se prolonga até a tarde do dia 24 de dezembro, em que começa propriamente o Tempo de Natal.

O bispo diocesano de Campina Grande Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz explicou o sentido da data, e disse que a partir de hoje, os cristãos passarão a viver um tempo rico de preparação para o Natal. O religioso lembrou que o mundo cristão se movimenta neste tempo, preparando-se para o nascimento de Jesus Cristo. Segundo ele, a mística que orienta esta fase é de atenção e expectativa diante do que se vai celebrar. “ Deus vem! Ele vem ao encontro do homem que deve estar preparado, alerta e vigilante” alertou.

Dom Manoel Delson explica que a Igreja orienta os católicos a terem duas atitudes fundamentais neste período. A primeira, intensificar a leitura e a meditação da Palavra de Deus; a segunda, abrir-se ao próximo, penitenciando-se e realizando obras de caridade e amor ao próximo.

“É que o melhor exercício de purificação para ir ao encontro de Deus é mergulhar na sua Palavra e deixá-la penetrar nas profundezas das próprias entranhas. A mensagem divina tem força de renovar a pessoa por dentro. Quanto mais se tem contato com o que Deus diz, mais transformado para melhor torna-se o indivíduo. A penitência leva o ser humano a reconhecer os pontos que precisa melhorar. Isso é um gesto grandioso de humildade, que abre a pessoa para dar passos elevados e poder, de verdade, estar preparado para o encontro com o Deus que nasce e com o próximo que está aí do lado”, apelou.

Para Dom Delson, “a espera que os cristãos costumam fazer, passa naturalmente pela preparação das coisas: arrumar a casa com enfeites característicos, roupa nova, presentes para os amigos, comidas, bebidas, confraternizações, etc. No entanto, tudo isso tem significado se estiver relacionado com a preparação interior e o desejo de verdadeiramente encontrar-se com Deus. “Recomenda-se, então, intensificar a oração: colocando-se diante de Deus, ouvindo-o com alegria e satisfação” afirmou.

Ele enfatizou ainda que “sem este estar com Deus, sem ouvir sua Palavra, sem arrumar o coração, as demais ações preparatórias ficam esvaziadas de sentido. “Deste modo, o Advento é tempo de assumir atitudes novas de solidariedade, de compaixão pelos outros, especialmente pelos mais pobres, enfermos, fragilizados pela vida e pela exclusão social. Um ato de amor tem poder fantástico de mudar, de curar e transformar vidas.

PBAgora

Após polêmica, frei volta a celebrar missa em BH e número de fiéis dobra

frei-volta-a-missaCerca de 2.000 pessoas assistiram à missa celebrada às 11h deste domingo (9) pelo frei Cláudio van Balen, 81, na Igreja Nossa Senhora do Carmo, zona sul de Belo Horizonte. O frei, ligado à ala mais progressista da Igreja Católica e defensor da Teologia da Libertação –e que há cinco décadas celebra a missa nesse horário–, havia sido afastado em janeiro pela Arquidiocese de Belo Horizonte e Província Carmelita de Santo Elias, mas retornou à função após pressão dos fiéis.

A presença de 2.000 pessoas na missa representa o dobro do público que normalmente frequentava as celebrações das 11h de domingo na igreja. O templo, que tem capacidade para 800 pessoas sentadas, foi tomado fiéis que acabaram ocupando espaços laterais e parte do altar, e dezenas de pessoas ficaram do lado de fora da igreja.

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Depois que o sinete do altar tocou três vezes, frei Cláudio van Balen entrou e foi aplaudido com entusiasmo pelos fiéis –alguns choravam. O frei, então, levantou a mão direita pedindo silêncio, e a missa pode começar. Balen nada falou sobre seu afastamento.

“Em nome do pai, amém. Excluídos sejam incluídos, pela nossa prática do bem. É missão de todos a convivência transformadora”, disse o frei no rito inicial. “Apegados ao poder, maltratamos irmãos”, continuou.

Após o afastamento do frei, a missa das 11h do dia 26 de janeiro (um domingo) foi tomada por uma manifestação de fiéis, que protestavam contra a saída do religioso. As cerca de mil pessoas que tinham ido assistir à missa impediram que ela fosse realizada pelos freis Evaldo Xavier, 47, e Wilson Fernandes, 31, que assumiu a paróquia no início do ano.

Após o episódio, a Arquidiocese e a Província Carmelita proibiram as missas do frei e fecharam a igreja, mas os fiéis compareceram ao local no último domingo (2), entoaram cânticos católicos, rezaram e protestaram contra a ausência do frei. Foi então que, na segunda-feira (3), a Arquidiocese e a Província Carmelita voltaram atrás e anunciaram o retorno do frei.

Emoção

A estudante Silvia Couto Gonçalves de Souza, 26, aluna da escola da Apae (Associação de Pais e Amigo dos Excepcionais) de Lagoa Santa, na região metropolitana de Belo Horizonte, sentou-se ao pé do altar para assistir à celebração, mas rezou pouco: Silvia chorou durante toda a celebração. Olhava para o frei, abaixava a cabeça, e chorava.

“Ela gosta muito do frei Cláudio. Já se acostumou com ele”, disse a mãe de Silvia.

A médica geriatra Diana Carvalho Ferreira, 33, rezou acompanhou a missa do lado de fora da igreja. Ao lado do filho Raul, que no sábado (8) completou um mês de idade, ela disse que a missa era “especial”.

“Não poderia ficar com ele lá dentro, cheio do jeito que está. Ele ainda não foi batizado, mas fiz questão de trazer. Essa missa é especial. O frei Cláudio explica bem a religião na prática, no dia a dia, na nossa vida. A gente consegue colocar os ensinamentos religiosos em prática.”

 

Uol

FHC diz que PT faz picuinha ao celebrar 10 anos da sigla na Presidência

fhcO ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) criticou nesta terça-feira, 19, a comemoração organizada pelo PT ao completar dez anos no governo federal e disse que os petistas fazem “picuinha” ao criticar a gestão tucana no País (1995-2002). Em um vídeo publicado no site Observador Político, mantido pelo Instituto FHC, o ex-presidente diz que mudou “o rumo do Brasil” e que seus sucessores não reconhecem os avanços de seu governo.

“Uma coisa engraçada é o modo de o PT comemorar. Em vez de ficar satisfeito com o que fez, não: ficam falando o que o outro não fez. Eles pensam que o Brasil começou agora. Não começou. No meu governo, eu mudei o rumo do Brasil, que estava muito desorganizado”, afirma FHC, na gravação.

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O PT realiza nesta quarta-feira, 20, em São Paulo, um evento para celebrar seus dez anos à frente do governo federal. São esperados discursos que defendem as políticas públicas adotadas pela sigla, em comparação com marcas alcançadas no governo FHC.

O ex-presidente tucano diz no vídeo que reconhece avanços do governo do PT, mas ataca falhas nas administrações de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) e Dilma Rousseff (2011-2014). “Eu sei reconhecer o que no passado se fez de bom no Brasil. Cada vez que o PT acerta, é bom para o Brasil. O mal é quando ele erra. Quando atrapalha a Petrobrás, atrapalha a Eletrobrás. Aí, complica. Complica não é a mim, complica o Brasil.”

FHC também diz que está maduro o suficiente para “deixar para lá” as críticas de seus adversários. “A gente deve comemorar a vitória do Brasil, e não ficar o tempo todo olhando pra trás. Isso é coisa de criança, parece picuinha”, afirma.

Veja a íntegra da fala de FHC:

“Uma coisa engraçada é o modo de o PT comemorar. Em vez de ficar satisfeito com o que fez, não, ficam falando o que o outro não fez. E esquecem… Eles pensam que o Brasil começou agora. Não começou. No meu governo, eu mudei o rumo do Brasil, que estava muito desorganizado. Mas eu sei reconhecer o que no passado se fez de bom no Brasil. E cada vez que o PT acerta, meu Deus, é bom para o Brasil. O mal é quando ele erra. Quando atrapalha a Petrobras, atrapalha a Eletrobras. Aí, complica. Complica não é a mim, complica o Brasil. Mas é curioso. A gente deve comemorar a vitória do Brasil, e não ficar o tempo todo olhando pra trás. Isso é coisa de criança, parece picuinha. Meu Deus. Ainda bem que eu já estou maduro o suficiente para deixar para lá. Eles são assim mesmo. O que eu vou fazer? Preferiria que eles fossem mais espontâneos, mais felizes com o que estão fazendo e com o que o Brasil está fazendo. Mas cada um tem seu jeito. Deixa lá”.

 

MaisPB com Estadão

Padre Bosco – Celebrar o Natal

 

Estamos para celebrar mais um Natal. Por isso, quero hoje dedicar esta coluna a este tempo do qual tod@s participamos, cada pessoa com a sua cultura e seu jeito de ser.  É habito comum desejar Feliz Natal.  No comércio e nos Meios de Comunicação, já bem antes do tempo natalino as mensagens são veiculadas. É tempo de vender. As pessoas correm em busca de promoções, compras parceladas, etc. Todos estão pensando em si mesmos.

Durante o tempo de preparação, até mesmo para as igrejas, as mensagens são escutadas, mas nem sempre assimiladas e vivenciadas. Só celebramos bem aquilo que também preparamos bem.

João Batista, que só aparece mais na nossa cultura junina, entra de cheio no tempo que antecede o Natal, convidando-nos para preparar os caminhos do Senhor, endireitar suas veredas, aterrar os vales, nivelar as colinas ou montanhas. Devemos tomar esta linguagem geográfica e aplica-las às nossas relações. Não temos como celebrar o Natal, mantendo tantas diferenças entre nós. Devemos encurtar as distâncias eliminando as indiferenças, as raivas, os ciúmes, as invejas, etc.

Afinal, acolher Jesus, que já veio, é acolhê-lo no próximo com o qual lidamos de forma mais próxima ou pouco mais longínqua.

Não é por acaso que Joao Batista também aparece lá no deserto pregando um batismo de conversão para a remissão dos pecados, sendo procurado pelas multidões, pelos cobradores de impostos e pelos soldados. Quem vai a ele leva consigo a mesma pergunta, a pergunta que tantas vezes também nos fazemos: O que devo fazer? É uma pergunta chave porque dá o norte, a direção ou o rumo de nossa vida. O que devo fazer com este filho, com este trabalho, com este vizinho, com este emprego?

Joao Batista responde às multidões que devem repartir, isto é, que vivam a solidariedade, a caridade, em termos concretos, é claro, pois não existe caridade abstrata: ela existe ou não. Quem tiver duas roupas deve dar uma a quem não tem; quem tiver comida, faça o mesmo. Isso significa dar a metade. Todos nós nos lembramos de Zaqueu que resolveu dar a metade dos bens aos pobres e devolver o que roubou dos outros, como chefe dos cobradores de impostos.

Seguindo o ensinamento de Joao Batista somos chamados a partilhar. Muitas vezes continuamos comprando aquilo que já temos de sobra. Por exemplo: quantos sapatos? Quantas peças de roupa que ainda não foram usadas? Tudo aquilo que nós acumulamos é fonte de egoísmo; todo egoísmo é fonte de pecado.

Aos cobradores de impostos, que também perguntam o que fazer, a resposta vem na mesma direção para que não cobrem além daquilo que é previsto em lei. Eles, os cobradores, se tornavam ricos exatamente pela explorando, cobrando além do estabelecido e desviando para si, acumulado seus bens. Os soldados eram utilizados pelos cobradores, usando da força para obrigarem o povo a pagar aquilo que era ilegal e injusto.

Percebe-se, assim, que a vida cristã dos que seguem a Jesus se pauta pelos gestos de partilha, generosidade e atenção aos menos favorecidos.

Desejar Feliz Natal é ter no mínimo, no coração, os sentimentos de solidariedade e de compaixão pelos mais pobres e mais simples, que vivem no abandono e no esquecimento como Jesus ao nascer na gruta de Belém. Pelos recantos do nosso país e do nosso Nordeste temos inúmeras pessoas sofrendo com a falta de agua debaixo de um sol causticante. Nessa mesma temperatura altíssima temos homens e mulheres amontod@s nas prisões. Celebrar verdadeiramente o Natal é estar em comunhão, mesmo que seja à distância, com nossas realidades humanas.

 O texto é de inteira responsabilidade do assinante