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Chá da tarde e Baile anos 60 celebram Dia Internacional do Idoso, na LBV

Nesta sexta-feira, 4 de outubro, às 14h, na Sede da LBV no Jaguaribe, cerca de setenta idosas, que integram o serviço de convivência Vida Plena da Instituição, terão uma tarde toda especial, é a celebração do Dia Internacional da Pessoa Idosa, com um delicioso chá e baile anos 60.

Em João Pessoa, o grupo da LBV, tem uma característica específica é formado 100% por mulheres idosas, oriundas de comunidades em vulnerabilidade social e de situação de pobreza. Elas buscam no grupo um espaço para desenvolver atividades que fortalecem a cidadania, como também, esportivas, musicais e artesanais, que contribuem para uma melhor qualidade de vida.

O evento, todo programado pela Equipe Técnica da LBV, está organizado com um acolhimento ao som de músicas dos anos 60, as idosas virão a caráter à época, vídeo com os melhores momentos das atividades ocorridas ao longo de 2019, e cada, idosa homenageará umas às outras pelo seu dia. Ao final, um baile dos anos 60 e um delicioso chá da tarde.

A psicóloga da LBV, Luciane Borges, ressalta a importância do grupo Vida Plena para os idosos. “Valorizamos as vivências individuais e fortalecemos os vínculos familiares e comunitários, dos quais estão inseridas. Elas se deparam um novo olhar de pensar e agir em prol de um estilo de vida mais saudável. Com todas essas ações nos mostra o quão é possível envelhecer com qualidade”, declara.

A LBV entende que participar de momentos de lazer e ludicidade, em um espaço agradável com troca de experiências, é fundamental para um envelhecimento saudável. Já que envelhecer é um processo natural da vida, nada melhor que viver esse momento ativamente.

O evento acontece nesta sexta-feira, 4 de outubro, às 14h, na Sede da LBV, localizada à Rua das Trincheiras, 703 – Bairro de Jaguaribe.

Visite e colabore com o trabalho empreendido pela LBV em João Pessoa.  As doações para manter todo esse trabalho podem ser feitas no site www.lbv.org/digasim, pelo 0800 055 50 99.

 

 

Argentinos celebram Ano de Cortázar a 3 décadas de sua morte



“O homem é o animal que pergunta. No dia em que soubermos verdadeiramente perguntar, haverá diálogo. Por enquanto, as perguntas nos afasta vertiginosamente das respostas”. (Cortázar).

Cortázar é um dos autores mais inovadores e originais de seu tempo. A narração breve, sem linearidade temporal de sua prosa poética e de suas novelas inaugurou uma nova forma de fazer literatura, oscilando entre a fronteira do real e do fantástico, transitando entre o realismo mágico e o surrealismo.

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Precoce, começou a escrever com nove ou dez anos. Tamanha era a qualidade dos escritos daquele voraz leitor que chegou a levantar suspeitas em sua própria família sobre a autoria de seus textos. Também foi professor de literatura, dramaturgo, tradutor e escreveu poesias, textos humorísticos e ensaios.

Casa tomada – um de seus contos mais célebres, do libro Bestiario (1951)


Política

Sua visão sobre a literatura mudou duas vezes: a primeira quando descobriu, em uma livraria em Buenos Aires, a obra Ópio: diário de uma desintoxicação de Jean Cocteau, livro que lhe possibilitou o contato com o movimento surrealista. A segunda, ao tomar conhecimento da Revolução Cubana: “ela me mostrou de uma maneira cruel e que me doeu muito o grande vazio político que havia em mim, minha inutilidade política… os temas políticos foram entrando em minha literatura” (Cortázar em O fascínio das palavras).

Tornou-se um escritor engajado, o que o contrapunha a seu conterrâneo e prêmio Nobel de Literatura, Jorge Luis Borges. “O amor de Cuba por Che fez me sentir estranhamente argentino em 2 de janeiro, na saudação de Fidel na praça da Revolução ao comandante Guevara, onde quer que esteja, provocou em 300 mil homens uma ovação que durou dez minutos”, escreveu. Além de Cuba, viajou para o Chile, onde se solidarizou com o governo socialista de Salvador Allende.

Cuento sin moraleja – do livro Histórias de cronopios e de famas (1962).

Em 1976, após o triunfo da revolução sandinista, viajou para a Nicarágua para acompanhar de perto o processo e a realidade nicaraguense e latino-americana. Viagem que foi o começo de uma série de visitas a este país.

No país de Sandino, recebeu a condecoração da Ordem da Independência Cultural Rúbem Darío e alguns de seus textos foram utilizados no processo de alfabetização do país durante a atuação do governo revolucionário. A partir de suas experiências nestas viagens, escreveu o livro “Nicarágua tan violentamente dulce”.

Cortázar doou os direitos autorais de várias de suas obras para ajudar os presos políticos e em 1984, doou os direitos de Los Autonautas de la cosmopista, que escreveu com sua esposa, Carol Dunlop, para a causa sandinista.

Me caigo y me levanto – do livro Final de juego (1956).

Obra

Suas obras foram traduzidas para vários idiomas. Rayuela — O Jogo da Amarelinha, em português — escrita em 1963 é, segundo o próprio Cortázar, uma contranovela com traduções em 30 idiomas diferentes, sendo sua obra mais conhecida.

O Jogo da Amarelinha é narrado de modo que a subjetividade do leitor interage com a história, evidenciando as relações entre literatura e realidade. A obra oferece várias leituras, é “um livro que é muitos livros”, mas é sobretudo dois. O primeiro é lido do começo até o capítulo 56. O segundo começa no capítulo 73 e ao final de cada capítulo tem a indicação de por onde se continua a leitura.

“De alguma maneira é a experiência de toda uma vida e a tentativa de levá-la à escrita”, disse Cortázar quando questionado sobre o quê O Jogo da Amarelinha significava para ele.

Los Amantes – poema do livro 62/ Modelo para armar (1968)

O livro Histórias de Cronópios e de Famas, publicado em 1962 é uma espécie de reinvenção do mundo através de seus personagens os “cronópios”, os “famas” e as “esperanças” que traduzem, de certa forma, a psicologia humana.

Segundo o próprio Cortázar, os cronópios são criaturas verdes e úmidas, distraídas, cuja força é a poesia. Eles cantam como as cigarras, são indiferentes ao cotidiano, esquecem tudo, são atropelados, choram, perdem o que trazem nos bolsos e, quando saem em viagem, perdem o trem, chove a cântaros, levam coisas que não lhes servem. Os famas são organizados, práticos, prudentes, fazem cálculos e embalsamam suas lembranças. Quando fazem uma viagem, mandam alguém na frente para verificar os preços e a cor dos lençóis. Já as esperanças “são sedentárias e deixam-se viajar pelas coisas e pelos homens, e são como as estátuas, que é preciso ir vê-las, porque elas não vêm até nós”.

“Creio que, desde muito pequeno, minha infelicidade, e ao mesmo tempo minha felicidade, foi não aceitar as coisas como elas eram dadas. Não me bastava que explicassem que isso era umamesa, ou que a palavra mãe era a palavra mãe e aí se acabava tudo. Para mim, ao contrário, no objeto mesa e na palavra mãe começava um itinerário misterioso que às vezes me esclarecia e às vezes chegava a me estilhaçar. Em suma, desde pequeno, minha relação com as palavras, com a escrita, não se diferencia de minha relação com o mundo no geral. Eu pareço ter nascido para não aceitar as coisas tal como me são dadas.”
(Cortázar)

Rayella (O Jogo da Amarelinha) – Capítulo 68 (1963)

Principais Obras:

Presencia, 1938 (sonetos) (Sob o pseudônimo Julio Denis)
La otra orilla, 1945.
• Los reyes, 1949 (teatro) (Os Reis)
• Bestiario, 1951 (cuentos) (Bestiário, 1986, Rio de Janeiro: Nova Fronteira)
• Final del juego, 1956 (cuentos) (Final de Jogo)
• Las armas secretas, 1959 (cuentos) (As Armas Secretas, 1994, Rio de Janeiro: José Olympio). Faz parte desse livro o conto Las babas del diablo (As Babas do Diabo), que inspirou Antonioni para o filme “Blow-up”.
• Los premios, 1960 (novela) (Os Prêmios, 1983, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira)
• Historias de cronopios y de famas, 1962 (misceláneas) (Histórias de Cronópios e de Famas, 1964, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira; Valise de Cronópio, 1974, São Paulo: Perspectiva)
• Carta a una señorita en París, 1963
• Rayuela, 1963 (novela) (O Jogo da Amarelinha, 1994, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira)
• La autopista del Sur, 1964
• Todos los fuegos el fuego, 1966 (cuentos) (Todos os Fogos o Fogo, 1994, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira)
• La vuelta al día en ochenta mundos, 1967 (cuentos).
• El perseguidor y otros cuentos, 1967 (cuentos).
• Buenos Aires, Buenos Aires, 1967
• 62/modelo para armar, 1968 (novela) (62/ Modelo para Armar)
• Casa tomada, 1969.
• Último round, 1969.
• Relatos, 1970.
• Viaje alrededor de una mesa, 1970.
• La isla a mediodía y otros relatos, 1971.
• Pameos y meopas, 1971 (poemas).
• Prosa del observatorio, 1972 (Prosa do Observatório, 1974, São Paulo: Perspectiva)
• Libro de Manuel, 1973 (novela) (O livro de Manuel, 1984, Rio de Janeiro: Nova Fronteira)
• La casilla de los Morelli, 1973.
• Octaedro, 1974 (cuentos) (Octaedro, 1986, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira)
• Fantomas contra los vampiros multinacionales, cómic, 1975.
• Estrictamente no profesional, 1976.
• Alguien que anda por ahí, 1977 (cuentos) (Alguém que anda por aí, 1981, Rio de Janeiro: Nova Fronteira)
• Territorios, 1979 (cuentos).
• Un tal Lucas, 1979 (cuentos) (Um tal Lucas, 1982, Rio de Janeiro: Nova Fronteira)
• Queremos tanto a Glenda, 1980 (cuentos) (Um dos contos foi publicado no Brasil, sob o título Orientação dos Gatos, 1981, Rio de Janeiro: Nova Fronteira)
• Deshoras, 1982 (cuentos) (Fora de Hora, 1984, Rio de Janeiro: Nova Fronteira)
• Los autonautas de la cosmopista, 1982 (Os Autonautas da Cosmopista) – Em colaboração com Carol Dunlop, sua companheira.
• Nicaragua tan violentamente dulce, 1983 (Nicarágua tão Violentamente Doce, 1987, São Paulo: Brasiliense)
• Silvalandia (baseado em ilustrações de Julio Silva), 1984.
• Salvo el crepúsculo, 1984 (poesía).
• Divertimento, 1986 (obra póstuma) (Divertimento)
• El examen, 1986 (novela, obra póstuma) (O Exame Final, s.d., Rio de Janeiro: José Olympio)
• Diário de Andrés Fava, 1995 (Diário de Andres Fava, s.d., Rio de Janeiro: José Olympio)
• Adiós Robinson y otras piezas breves (teatro), 1995 (Adeus, Robinson e Outras Peças Curtas, 1997, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira)
• Obra Crítica, editada em 1998, no Rio de Janeiro: Civilização Brasileira
• Cartas a los Jonquieres 2010

Fontes: 
Latinoamericana – Enciclopédia Contemporânea da América Latina e do Caribe; Wikipédia e Telám.

Depois de se chamarem de “bandidos”, Mikika a Tião celebram reconciliação

O deputado estadual Mikika Leitão (PEN) pediu desculpas na manhã desta quarta-feira (29) ao seu ex-colega de partido, Tião Gomes, por em declaração àspera ter taxado o presidente estadual do PSL de “bandido”. Mikika subiu a tribuna da Assembleia Legislativa e pediu que fossem retiradas todas as ofensas feitas por ele ao companheiro de parlamento.

“Peço desculpas aos deputados e deputadas da Casa. Esse não é um comportamento digno de um deputado, usar as palavras que eu usei”, desabafou Mikika Leitão, afirmando que não vai mais repetir o erro.

Ao descer da tribuna, Mikika foi desculpado e abraçado ‘calorosamente’ por Tião Gomes no plenário da Casa. “Quero tirar as palavras que disse e peço desculpas”, ratificou.

Tião Gomes, por sua vez, afirmou que não guarda mágoas de Mikika e considerou que, pela falta de experiência, seu colega de parlamento “fala as coisas sem pensar”.

“Não estou aqui para polemizar ou criar brigas e picuinhas. Fui eleito pelo povo e para o povo, minha função aqui é apenas ajudar”, finalizou Tião Gomes.

MaisPB

com PBagora

Povos do Xingu celebram decisão do TRF sobre paralisação das obras de Belo Monte

Na noite da segunda-feira (13), uma decisão da 5ª turma do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1º Região renovou as forças dos povos do Xingu para dar continuidade à luta contra a construção da hidrelétrica Belo Monte (Pará, Brasil). Por unanimidade, a 5ª turma decidiu pela paralisação das obras do complexo. Caso o consórcio construtor não cumpra a determinação, a multa será de R$ 500 mil reais por dia.

Antônia Melo, coordenadora do Movimento Xingu Vivo para Sempre, disse que os povos do Xingu estão muito satisfeitos com a decisão do desembargador.

“Esta foi uma decisão histórica para o país e para os povos do Xingu. Foi uma grande vitória que mostra que Belo Monte não é fato consumado. Nós estamos muito felizes e satisfeitos com a decisão do TRF e estamos felizes em especial pelos povos indígenas que tanto foram humilhados e dizimados por este projeto. É uma vitória de todos, mas acima de tudo é uma vitória dos povos indígenas”, ressalta.

A Norte Energia, empresa responsável pela construção e operação da hidrelétrica, informou à Agência Brasil que só vai se manifestar nos autos sobre a decisão. A lei brasileira permite que a empresa recorra. Para Antônia, apesar desta possibilidade dada pela legislação, agora será bem mais difícil para a empresa passar por cima das determinações do TRF, da OIT e da própria Constituição Nacional.

“O Governo e as empresas podem até recorrer, pois a lei permite, mas agora eles vão ter que brigar com uma instância mais acima. Eles estavam ganhando todas com a antiga turma do TRF formada por pessoas que cometeram muitas injustiças e permitiram que acontecessem crimes sociais, ambientais, econômicos e de todo tipo. A 5ª turma está agindo diferente”, comemora.

Depois desta vitória, os movimentos e organizações que lutam contra a construção de Belo Monte ganharam um novo fôlego. Antonia aponta que hoje e amanhã estas entidades vão se reunir para definir novos direcionamentos. Ela chama a população a se unir a esta movimentação e “agir cada qual ao seu modo” pela manutenção da decisão.

“Que todos os povos se manifestem, e que todos, inclusive o governo brasileiro respeitem as leis, cumpram a Constituição e que a justiça seja para todos”, pede.

A decisão

Os integrantes do TRF da 1ª Região identificaram ilegalidades em duas etapas do processo de autorização da obra, uma no Supremo Tribunal Federal (STF) e outra no Congresso Nacional. A decisão foi tomada com base no artigo 1º, item 2 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que exige consulta prévia aos povos atingidos pela obras, neste caso, os povos indígenas que vivem nas proximidades.

A consulta, que deve ser feita obrigatoriamente pelo Congresso Nacional brasileiro, não aconteceu. Da mesma forma, várias outras condicionantes não chegaram a ser cumpridas, circunstância que proíbe que a continuidade das obras da hidrelétrica.

Ao Correio Braziliense, o desembargador Souza Prudente explicou que o Congresso Nacional editou o decreto legislativo 788 de 2005 sem ouvir os povos indígenas, o que é uma exigência da OIT e também da Constituição brasileira (parágrafo 3). E autorizou o começo das obras e a realização de um estudo póstumo, quando na verdade o estudo deveria ser prévio, fato que invalida o licenciamento dado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Natasha Pitts/Adital
Focando a Notícia

Dia do Trabalhador: 30 mil pessoas celebram no Parque do Povo com prévia do Maior São João do Mundo

 

Uma multidão lotou o Parque do Povo, em Campina Grande, durante a comemoração em homenagem ao Dia do Trabalhador, realizada no primeiro de maio. A festa, promovida pela Prefeitura Municipal, reuniu cerca de 30 mil pessoas e foi consagrado como uma prévia do Maior São João do Mundo, principal evento realizado no município. A primeira atração musical da noite foi o cantor Ton Oliveira, seguido de Capilé. Depois se apresentaram Banda Magníficos e o cantor e sanfoneiro Amazan, que foi o último a se apresentar, encerrando a maratona de forró já na madrugada desta quarta-feira (02 de maio). As atrações foram responsáveis por animar milhares de forrozeiros, que se reuniram em frente ao palco do Arraial Hilton Motta, numa festa marcada pela organização e segurança.

Por volta das 23h, antes do show pirotécnico e da apresentação da Banda Magníficos, o prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rêgo, parabenizou campinenses, e demais participantes da prévia do Maior São João do Mundo, pela passagem do Dia do Trabalhador. Veneziano Vital também ressaltou a iniciativa da administração municipal em revitalizar o Parque do Povo, uma das principais áreas de lazer do município e local onde se concentram os festejos do Maior São João do Mundo, com melhorias na parte da infraestrutura, beneficiando comerciantes e forrozeiros.

Veneziano lembrou que uma das primeiras ações foi a pavimentação da área onde fica o Arraial Hilton Motta. O local também foi ampliado, aumentando o espaço para os que vão ao local para assistir aos shows. Outra melhoria foi a reforma na Pirâmide do Parque do Povo, outro ponto turístico da cidade e um dos símbolos do Maior São João do Mundo.

Sobre o Dia do Trabalhador, Veneziano Vital destacou as melhorias e avanços conquistados pelo servidor municipal desde o início de sua administração. O prefeito campinense ressaltou a implantação manutenção do calendário anual de pagamento do servidor; pagamento dos salários num único dia; concessão do plano de cargos e carreira e a garantia do piso salarial para categorias trabalhistas, a exemplo dos professores, equipes de saúde, procuradores, engenheiros e jornalistas que pertencem ao quadro da Prefeitura Municipal.

Na ocasião foram confirmadas algumas das atrações do Maior São João do Mundo 2012, a exemplo dos cantores Flávio José e Capilé, com apresentações confirmadas para a abertura do evento, marcada para acontecer no dia primeiro de junho. No mesmo dia será entregue toda a reforma do Parque do Povo. A reforma incluiu um sistema de drenagem subterrâneo (para sugar a água proveniente das chuvas), construção de três baterias de banheiros (com mármore, granito e espelhos), e a instalação do piso industrial em todo o parque.

Também participaram da prévia do Maior São João do Mundo a secretária de saúde do Município, Tatiana Medeiros; a primeira-dama do município, Ana Cláudia Nóbrega Vital do Rêgo; a deputada federal e mãe do prefeito Veneziano Vital, Nilda Gondim; secretário de Desenvolvimento Econômico, Gilson Lira; superintendente do Ministério da Agricultura na Paraíba, Bruno Roberto; demais secretários municipais e vereadores.

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