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Corpo é encontrado dentro de carro submerso em açude de Catolé do Rocha

Um carro submerso, com um corpo dentro, foi encontrado boiando em um açude, localizado na  a zona rural do município de Catolé do Rocha, no Sertão do Estado, na manhã desta quinta-feira (08).

Segundo a polícia, um vaqueiro que trabalha na região do Distrito de Picos passava pelo local quando avistou a parte do veículo dentro da água e acionou o Corpo de Bombeiros.

O veiculo foi retirado do açude com a ajuda de um gancho. Conforme os Bombeiros, o corpo dentro do carro já estava em elevado estado de decomposição.

A principal hipótese até o momento é que o corpo seria de um vendedor de lanches desaparecido desde o mês de dezembro. Segundo informações policiais, o carro pertenceria a ele. O homem havia saído de casa no dia 23 de dezembro de 2018 dirigindo seu carro e não voltou mais. Ele era tido como desaparecido desde então.

O corpo deverá ser encaminhado até a Gerência de Medicina Legal (Gemol) de Campina Grande para a realização de autópsia. Só após os exames será possível confirmar a identificação.

 

(Foto: Reprodução/Catolé News)

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Estudo revela que região de Catolé do Rocha está entre as que têm mais armas de fogo no Brasil

armaTrês das 20 microrregiões que possuem o maior número de armas de fogo no Brasil estão na Paraíba.

A informação está presente em um relatório produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e divulgado nesta terça-feira (2).

Segundo a pesquisa, além da microrregião de João Pessoa, classificada como 2ª da lista, estão incluídas as áreas de Sapé (15ª), na Região da Mata, e Catolé do Rocha (20ª), no Sertão paraibano.

A medida de armas de fogo uti lizada foi a proporção de suicídios e homicídios por arma de fogo, em relação ao total.

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O relatório levou em consideração dados recolhidos entre os anos de 1996 e 2010. A lista relaciona a taxa média de homicídios com a classificação por número de armas de fogo. A microrregião de João Pessoa apresentou uma taxa de homicídios de 77,1 a cada 100 mil habitantes, enquanto Sapé mostrou um índice de 18,8 e Catolé do Rocha 32,7.

Segundo Almir Laureano, vice-presidente do Conselho Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, coordenador da ONG Movpaz e da Campanha do Desarmamento na Paraíba, falta um trabalho mais efetivo de apreensão de armas. Ele afirma que a Campanha do Desarmamento perdeu força no país.

“Os paraibanos, os pessoenses, precisam entender que é preciso ser feito alguma coisa. A Campanha do Desarmamento de certa forma perdeu força, porque o cidadão entregou voluntariamente sua arma, mas não viu um esforço poderoso de apreensão de armas e o controle efetivo. Precisamos saber em que mãos estão nossas armas”, explicou.

A assessoria da Secretaria de Segurança e Defesa Social da Paraíba informou que a partir de 2011, quando teve início a atual gestão, houve uma diminuição no número de homicídios em relação a 2010, quando a pesquisa foi finalizada. Ainda segundo a Secretaria, em 2012 os índices foram ainda menores com relação a 2011.

Estado apreende mais do que em 2010

Nesta terça-feira (2) a Secretaria de Segurança e da Defesa Social da Paraíba divulgou que as polícias da Paraíba já tiraram de circulação 439 armas de fogo somente no primeiro bimestre deste ano.

O número é 46,3% maior do que o registrado em 2010, quando no mesmo período foram apreendidas 300 armas de fogo. Para o comandante geral da Polícia Militar, coronel Euller Chaves, a eficácia nas atividades de rua estão atreladas à capacitação contínua do efetivo e ao incremento de equipamentos de proteção individual.

“Só em dezembro do ano passado, adquirimos dez mil novos cintos de guarnição e mil capacetes táticos para serem usados durante as atividades de policiamento. Os equipamentos, somados, resultam em um investimento de mais de R$ 2 milhões”, lembrou o comandante, ao citar que os investimentos no serviço de inteligência têm gerado resultados positivos na prisão de criminosos e apreensão de armas.

Desde maio do ano passado, para estimular os profissionais de segurança e incentivar o aumento das apreensões, o governador Ricardo Coutinho sancionou uma lei que garante aos policiais civis e militares uma bonificação por cada arma apreendida. Os valores da bonificação variam de R$ 300 a R$ 1.500.

“Esse incentivo tem ajudado muito na retirada dessas armas de circulação. Os policiais estão mais empenhados do que nunca, não só pelo benefício financeiro, mas também pelo compromisso do governo na compra de equipamentos que facilitem a ação policial”, destacou o secretário de Estado da Segurança e da Defesa Social, Cláudio Lima.

FONTE: G1