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Catarina doce pode ter recheio de maçã ou banana caramelada; confira a receita

Catarina de BananaIngredientes

Massa:
1 copo (americano) de leite morno
2 colheres (sopa) de manteiga derretida
2 ovos
2 colheres (sopa) de açúcar
1 colher (café) de sal
1 envelope de fermento biológico seco instantâneo (30g fresco)

Recheio de Maçã:
½ litro de leite
3 gemas de ovo
½ xícara (chá) de açúcar
1 colher (café) de essência de baunilha
3 colheres (sopa) de amido de milho
1 maçã picadinha
1 maçã fatiada

Recheio de Banana:
½ litro de leite
3 gemas de ovo
½ xícara (chá) de açúcar
1 colher (café) de essência de baunilha
3 colheres (sopa) de amido de milho
1 xícara (chá) de banana caramelada

Banana Caramelada:
3 colheres (sopa) de açúcar
2 bananas fatiadas
1 copo (americano) suco de laranja
½ cálice de licor laranja

Modo de preparo

Para a Banana Caramelada:

Derreta o açúcar em uma panela, coloque o suco, as bananas e depois de dissolver coloque o licor e reserve para esfriar.

 

Para o Recheio de Maçã:

Coloque em uma panela todos os ingredientes com exceção da maçã fatiada e misture até encorpar. Reserve para amornar.

 

Para a Massa:

Coloque em uma vasilha todos os ingredientes com exceção da farinha e misture bem. Acrescente, aos poucos, a farinha e vá misturando até que a massa fique sequinha. Então sove muito bem com as mãos por 3 minutos, coloque em uma vasilha, cubra com um pano limpinho e deixe fermentar por 15 minutos. Abra a massa em duas partes em formato retangular. Faça cortes nas laterais esquerda e direita da massa como se fosse palitinho, espalhe o recheio desejado no centro e em toda a extensão da massa, entrelace as pontas umas nas outras e finalize pincelando um ovo.

Deixe terminar de fermentar por mais 15 minutos e leve ao forno quente (200º) por aproximadamente 25 minutos ou até que esteja bem dourada.

 

 

Daniel Bork

Band

Rádios comerciais de Sta. Catarina não querem rádios comunitárias transmitindo futebol

 

 

 
Rádio Comunitária de Viamão (RS) transmitindo partida de futsal

 

A Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão quer ser mais realista que o rei: pede a proibição de transmissão de jogos de futebol pelas rádios comunitárias. A assessoria jurídica desta entidade emitiu parecer onde diz que “a transmissão de jogos de futebol fere os princípios legais da Rádio Comunitária, conforme a Lei 9.612/98. Para eles, uma rádio comunitária só pode transmitir uma partida de futebol se o jogo estiver acontecendo dentro do raio de 1 quilômetro da antena da emissora. Além disso, o evento esportivo deve ter “efetivo interesse para a comunidade”.
O autor desse parecer proibitivo é o advogado Fernando Silva. Contato (48) 3222-7017.
radiozumbijp

Vereadora eleita de 18 anos passou em 7 vestibulares em Santa Catarina

No dia 26 de setembro, Jayana Nicaretta da Silva comemorava o aniversário de 18 anos. Onze dias depois, a comemoração era outra: a eleição como vereadora do município onde mora, União do Oeste, no Oeste de Santa Catarina.

Ela é a vereadora mais jovem do estado, pelo Partido Progressista (PP), e uma das mais jovens do país. Com 133 votos, de um total de 2.523, ela foi a quarta mais votada do município. Notícia que recebeu logo após saber que passou em sete vestibulares, três deles em universidades federais.

Na Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) e na Universidade Federal Fluminense (UFF) Jayana passou no curso de engenharia de petróleo. Na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) conseguiu uma vaga no curso de engenharia de energias. Na Pontífica Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), na Universidade de Uniguaçu, na Universidade de Pelotas e na Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc) passou nos processos seletivos para medicina veterinária.

Diante das opções, ela decidiu cursar engenharia de petróleo na Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), no Rio Grande do Sul, mas garante que a prioridade será a Câmara de Vereadores de sua cidade. “Vou começar em Pelotas, mas quero tentar transferir para Balneário Camboriú. Além disso, vou trancar algumas matérias e fazer o curso em parcelas, para conseguir conciliar”, afirma ela.

Pela legislação eleitoral, é preciso ter 18 anos no dia da posse, em 1º de janeiro. Porém, apenas seis jovens todo o país se elegeram com 17 anos. No caso de Jayana, explicar porque uma garota tão jovem que adora festas, balada com as amigas, cinema, livros, filosofia e viajar, além do tradicionalismo gaúcho, tenha priorizado a política não é tão difícil.

A vida política

Quando ela nasceu, em 1994, o pai, João Lário da Silva, já era vereador da cidade. Ela ainda acompanhou outras duas eleições dele como vereador, mas foi quando ele foi prefeito que ela começou a admirar a política. Na época com 10 anos, lembra que gostava de distribuir propagandas, vestir a camisa com a sigla do partido e até de fazer campanha de casa em casa. Algumas vezes chegou a brincar que queria ser política.

Aos 14, não era apenas um comentário despretensioso a amigos e colegas de aula. “Quando os outros estavam fazendo campanha, pensei em começar a minha e me preparei”, conta ela, cujas propostas incluiam trabalhar com inteligência e renovação, sobretudo pelas mulheres e jovens.

Apesar disso, ela esperou contar aos amigos para só então contar ao pai. Não esperou que ele manifestasse nenhum desejo de voltar à vida política, após alguns anos afastado. “Ele me apoiou, me orientou e ficou muito orgulhoso. Se estava pensando em se candidatar, desistiu na hora”, diverte-se ela, ao lembrar da reação do pai. No fim, ele acabou servindo de professor. “Ele me orientava a sair de casa e pedir votos, tomar chimarrão com as pessoas. E sempre que me via em casa sem fazer nada, brigava comigo para sair e fazer campanha”, conta.

Assim, a garota que acabou de passar em sete vestibulares, antes dedicada aos estudos, aos amigos, a passatempos e a cuidar de si, começou a pensar no cuidado de uma cidade, além de incluir na rotina muitas cuias de chimarrão, um costume típico do Rio Grande do Sul e comum na região Oeste do estado. “Sempre tomei em casa, mas durante a campanha tomei muito mais. Também aprendi a acordar cedo, dormir tarde e às vezes ficar sem almoço”, diz.

O lado ruim, segundo ela, é a rivalidade que existe entre os partidos. “Só me incomodo quando os amigos se afastam por política. Eu sempre tentei separar mas acaba afetando”, afirma. Durante a campanha, ela comenta que chegou a ir parar na delegacia, com um Boletim de Ocorrência registrado contra ela. “Teve uma suposta acusação durante a minha campanha de uma tentativa de furto, mas logo consegui comprovar que era apelação política”, diz ela.

Além disso, ela também afirmou no Facebook que chegou a receber a culpa por equívocos cometidos pelo pai enquanto era político. Ele foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e ficou inelegível por alguns anos. Sobre isso, ela afirma que, apesar disso, a questão de ser filha dele mais ajudou do que atrapalhou. “Mas alguns não votaram por eu ser filha dele ou não deixaram seus filhos votarem. É uma pena, pois eu deixei sempre claro que penso diferente, que as ideias e a vontade de fazer algo são minhas”, afirma ela.

“Cada voto é um compromisso e essa é a primeira coisa que me vem à mente quanto penso sobre meu mandato”,  afirma Jayana, decidida a começar no dia 1º de janeiro cheia de ideias e propostas.

G1

PM de Santa Catarina promove I Seminário Internacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Segurança Pública

 

A Polícia Militar de Santa Catarina, através do Grupo do Pesquisa em Segurança Pública, certificado pelo CNPq,  e Universidade Federal de Santa Catarina estão promovendo o I Seminário Internacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Segurança Pública

Estarão presentes palestrantes de países como Portugal, Itália, Panamá, Colombia.

Solicitamos a possibilidade de divulgar para sua rede de contatos e em sua página na internet para que seus leitores e interessados venham participar desta oportunidade de discutirmos Segurança Pública.
Segue em anexo cartaz e folder e abaixo o link de acesso ao Seminário.
Jean Paulo Cimolin para o Focando a Notícia

Santa Catarina sediará II Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica

Entre os dias 28 de maio e 1° de junho, a cidade de Florianópolis, em Santa Catarina, Brasil, sediará o II Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica. O evento, vinculado ao Fórum Mundial de Educação, tem como tema “Democratização, Emancipação e Sustentabilidade” e reunirá estudantes, professores/as, pesquisadores/as, integrantes da sociedade civil e de associações de vários países para discutir sobre o assunto.

Waléria Kulkamp Haeming, secretária-executiva do Fórum, explica que o objetivo é “levantar propostas que integrem a plataforma mundial de Educação”, a qual prevê “um mundo melhor através da educação”. De acordo com ela, até agora, 17 mil pessoas de várias partes do mundo estão inscritas no evento, mas a expectativa é que a quantidade de participantes chegue a 20 mil.

Segundo Waléria, as inscrições são gratuitas e seguem até o dia 27 de maio. Para se cadastrar, basta acessar o sítio eletrônico do evento (www.forumedutec.org) e clicar no link “Quero Participar”.

A partir do tema “Democratização, Emancipação e Sustentabilidade”, o Fórum discutirá questões relacionadas à universalização da educação, educação a partir de uma perspectiva de emancipação, avanço da tecnologia e da inovação com foco no desenvolvimento sustentável, entre outros assuntos.

Na ocasião, os/as participantes ainda terão a oportunidade de debater sobre o “contexto mundial de políticas públicas para a Educação Profissional e Tecnológica (EPT)”, o “papel institucional, político e social da EPT”, “ações afirmativas para Educação Profissional e Tecnológica”, “educação integral na EPT”, “perspectivas curriculares” e “formação de trabalhadores e trabalhadoras da EPT”.

“Trabalho e educação numa perspectiva emancipatória”, “juventude, tecnologias e inovação”, “educação profissional e desenvolvimento sustentável” e “educação profissional no contexto da reestruturação produtiva” também serão algumas questões debatidas no encontro.

Além de debates, a programação do Fórum ainda contemplará atividades autogestionadas, palestras, painéis, apresentações culturais, mostras de pôsteres e de inovação tecnológica, e feiras gastronômicas, de economia solidária e do livro.

Assim como ocorreu na primeira edição do Fórum, realizada em 2009 em Brasília (DF), oII Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica será encerrado com a leitura da Carta do II FMEPT.

Para mais informações, acesse: www.forumedutec.org

Adital