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Bolsonaro é aguardado para entrega de 4,1 mil casas do Aluízio Campos nesta segunda em CG

O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), é aguardado para a solenidade de entrega das 4,1 mil casas do complexo habitacional Aluízio Campos, nesta segunda-feira (11), em Campina Grande.

Apesar de o compromisso ainda não constar na agenda oficial divulgado pelo Planalto na internet, a presença de Bolsonaro já foi confirmada por sua assessoria.

A solenidade está prevista para acontecer no período da manhã e deve reunir autoridades, políticos e representantes de segmentos da sociedade.

O investimento inicial tem a participação da União, com recursos da ordem de R$ 300 milhões, com a contrapartida da Prefeitura Municipal de Campina Grande, com mais R$ 30 milhões e toda infraestrutura para os moradores do residencial.

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Portadores de HIV/Aids terão prioridade nas casas construídas pela Cehap

Os portadores de HIV/Aids terão 3% das unidades reservadas nos empreendimentos habitacionais construídos pela Companhia Estadual de Habitação Popular (Cehap). A decisão faz parte do decreto de Lei n° 11.361/2019, sancionado pelo governador João Azevêdo, que dispõe sobre a comercialização pelo Estado de imóveis populares, reservando percentagem para os portadores do vírus. A Gerência Operacional das ISTs/HIV/Aids/ Hepatites Virais, da Secretaria de Estado da Saúde (SES), será responsável pelo monitoramento da lista de pessoas aptas a receberem o benefício.

A presidente da Cehap, Emilia Correia Lima, afirmou que o próximo empreendimento a ser entregue é o residencial Canaã, no Bairro das Indústrias. “O imóvel terá cerca de 950 apartamentos e, destes, aproximadamente 30 serão reservados para os portadores do vírus HIV/Aids”, revelou.

Para a seleção, pessoas portadoras do vírus que apresentem maior vulnerabilidade social e que tenham cadastro na Cehap, em ordem cronológica, serão priorizadas. Segundo a gerente operacional das ISTs/HIV/Aids/Hepatites Virais da SES, Ivoneide Lucena, há uma série de critérios para seleção. A pessoa deve ser moradora do município do imóvel, não pode ter recebido nenhum imóvel do poder público, tem que ter renda familiar de até $ 1.800,00 e não ter pendências no Cadin (Cadastro Informativo de créditos não quitados do setor público).

“As listas com as pessoas nestas condições devem ser encaminhadas para a Gerência de IST/Aids da SES. Já entramos em contato com várias entidades que trabalham diretamente com essa população para trabalhar nesse levantamento dos dados. No dia 18 próximo, teremos um novo encontro na sede da secretaria para darmos início à construção da lista a ser enviada à Cehap para posterior visita técnica”, explica.

Para Ivoneide, pensando em saúde de forma integral, a ação é muito importante pois essa pessoa portadora do vírus terá uma moradia digna e, consequentemente, oportunizará a adesão ao medicamento e terá uma melhor qualidade de vida. “A habitação é um determinante da saúde”, concluiu.

 

Secom

 

 

Ricardo inspeciona obras em Guarabira, assina ordem de serviço para construção de casas em Belém e entrega adutora

O governador Ricardo Coutinho esteve em cidades do agreste e brejo da Paraíba, cumprindo sua agenda administrativa.

Em Guarabira, Ricardo visitou as obras do Cidade Madura que estão em fase final. Ainda esteve presente nas obras do contorno rodoviário, considerada a maior obra de mobilidade urbana de Guarabira, que tem como objetivo desafogar o trânsito da rainha do Brejo paraibano.

Em entrevista, ele falou sobre a invasão do terreno da escola técnica de Guarabira, disse que “infelizmente, pessoas que não precisam, invadiram o terreno onde seria a escola técnica de Guarabira, e tem gente da política no meio disso. Isso é lamentável, eu espero que a Justiça seja feita o mais rápido possível. Não é possível que gente com capacidade, com recurso financeiro se aproprie de algo que não lhe pertence, que pertence ao povo e prive o povo de ter uma escola técnica. A gente tem o direito e o dever de poder denunciar e recuperar aquilo que seja público”, disse Ricardo.

Ricardo ainda falou de melhorias no policiamento do Estado, investimentos na área da saúde, com foco na saúde do coração e a continuidade da “Caravana do Coração”, realizada em algumas cidades da Paraíba, além da construção de um hospital do câncer na cidade de Patos.

Em Belém Ele assinou a ordem de serviço de construção de 100 casas populares e da entrega da adutora, que vai beneficiar Belém, Caiçara e Logradouro.

Presentes nesta visita estavam o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Gervásio Maia, o deputado Hervázio Bezerra, a prefeita de Belém – Renata Cristina, a prefeita de Logradouro – Célia Maria, o prefeito de Cuitegi – Guilherme Madruga, o empresário João Rafael de Aguiar e o prefeito de Caiçara – Hugo Alves, dentre outros. Colaborou Eduardo Figueiredo.

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Uma década após sanção de lei, uma em três casas do país ainda não tem esgoto

Beto Macário/UOL
Beto Macário/UOL

Na casa de Raquel Abelardo, 36, o mau cheiro e os mosquitos são rotina. Segurando o neto de oito meses repleto de picadas de insetos, a dona de casa recebe o UOL na porta da pequena residência onde eles moram, no bairro da Levada, em Maceió, onde o esgoto corre a céu aberto a menos de dois metros da vila onde vive.

A casa está em uma estatística que se tornou uma das marcas do Brasil: a falta de saneamento básico. Dez anos após sancionada a Lei do Saneamento Básico, uma em cada três casas do país ainda não têm esgoto ligado a rede.
Um levantamento da Abes (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental), com base nos dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), mostra que, em 2015 –ano com dados mais recentes disponíveis–, 34,7% dos lares brasileiros estavam fora da rede de esgoto, o que significa 69,2 milhões de pessoas sem acesso ao esgotamento sanitário com mínima qualidade.
Beto Macário/UOL

Raquel Abelardo, 36, moradora do bairro da Levada, em Maceió, segura o neto em seu colo

“Hoje, as escolas brasileiras tê, mais acesso à Internet (41%) que a esgoto (36%). Não que não seja importante, mas mostra bem as prioridades do país”, afirma o presidente da Abes, Roberval Tavares.
O estudo da Abes fez um comparativo do crescimento entre 2008 e 2015. Os dados de 2006 e 2007 não foram usados porque, segunda a entidade, possuía uma metodologia diferente –o que impediria comparações fidedignas.
No esgotamento sanitário por rede, a cobertura avançou 6 pontos percentuais nesse intervalo de 7 anos, passando de 59,3% para 65,3%. Nesse período, 10,3 milhões de pessoas passaram a ter cobertura.
O saneamento básico inclui outros dois itens, que têm melhor cobertura que o esgoto. O abastecimento de água, por exemplo, chegava a 85,4% dos lares em 2015. Já a coleta de lixo tem o melhor índice de cobertura entre os três quesitos, com 89,8% dos domicílios brasileiros atendidos.
Mesmo assim, no Brasil, 29 milhões de pessoas permaneciam sem acesso ao abastecimento geral de água por rede, e 20,5 milhões, sem coleta de lixo.

Apenas 22,6% das casas no Norte têm esgoto

Além do alto índice de casas sem esgotamento sanitário, o país convive com outra realidade desafiante: nas diferenças regionais. Enquanto no Sudeste há 88,6% dos domicílios com esgoto ligado à rede, apenas 22,6% têm o serviço no Norte; ou 42,9%, no Nordeste. Sul (65,1%) e Centro-Oeste (53,2%) têm índices mais próximos da média nacional.
A diferença também faz parte da estatística de abastecimento de água, onde o Sudeste lidera mais uma vez com 92,2% das casas recebendo água, contra 60,2% do Norte.
No quesito coleta de lixo, as desigualdades existem, mas em diferenças menores. Enquanto no Sudeste tem 96,4% dos domicílios atendidos, no Nordeste são 79,1%.
Para entender como é a vida sem esgoto, basta voltar à casa de Raquel, na periferia de Maceió, onde a rotina de sia família é cercada por problemas. “Olha quantas picadas têm meu filho! Aqui não tem um dia sem mau cheiro, é muito difícil viver aqui. E os políticos só vêm na eleição, dizem que vão resolver, mas nunca fazem nada”, conta.
Toda a vizinhança de Raquel sofre sem acesso à esgoto e sujeira. “Meus filhos só vivem na UPA [Unidade de Pronto Atendimento] com diarreia, febre, dor de cabeça. Até a água encanada está fedendo”, afirma a dona de casa Edjane Lima, 28, que mora no local há sete anos e tem três filhos.
A desempregada Rafaela Bezerra, 27, afirma que o problema se torna mais grave para ela porque sofre com asma. “Já é difícil para mim respirar, e com essas condições se torna bem pior, né?”, questiona. “E tem o mosquito da dengue também aqui em todo canto. Não adianta cuidar da minha casa e ter esse esgoto correndo na porta”, completa a camelô Elilde Bezerra, 43.

“Até a água encanada fede”: moradores relatam problemas com a falta de esgoto9 fotos

Só 30% dos municípios têm planos de saneamento

Um dos pontos considerados cruciais da Lei do Saneamento Básico é a exigência de um plano municipal de saneamento para que as prefeituras passassem a receber recursos federais.
O prazo previsto era o final de 2013 – sete anos a partir da sanção da lei. Por conta das reclamações dos prefeitos, esse prazo foi alargado, inicialmente, até o fim de 2015; no final daquele ano, o governo federal editou nova regra estendendo para o final de 2017.
Porém, segundo informações do Ministério das Cidades, em 19 de outubro de 2016, apenas 1.692 municípios brasileiros (30% do total de 5.570) tinham plano de saneamento. Em 2011, o número de municípios com plano era de 608 (11%).
Outros 2.091 municípios estavam em processo de elaboração. As demais cidades não tinham plano ou não deram informações sobre o documento.
Os dados apresentam ainda desigualdades regionais marcantes. Sul e Sudeste têm 80% dos municípios com plano já elaborado, com 693 e 662 cidades, respectivamente.
Nas demais regiões, os índices ainda são baixos: 184 no Nordeste, 99 no Norte e 54 no Centro Oeste.

Ministério busca maior investimento de empresas no setor

Ao UOL, o Ministério das Cidades informou que nos dez anos da Lei, o ministério concluiu mais de 1.200 empreendimentos de saneamento básico, “que representam um investimento de R$ 20 bilhões em obras como abastecimento de água, drenagem urbana, esgotamento sanitário, etc.”.
O ministério disse ainda está garantindo o pagamento de obras já contratadas, mesmo com a crise de arrecadação, e aumentando os recursos da Secretaria Nacional de Saneamento. “A Pasta conseguiu a ampliação do valor da Lei Orçamentária Anual (LOA) para R$ 1,23 bilhão. Ou seja, 158% a mais em relação a 2016, que foi de R$ 475 milhões”, informa.
A pasta ainda busca maior investimento de empresas no setor para melhoria de índices. “Para isso, vale destacar ainda que há necessidade de criar condições para uma maior participação do capital privado nos investimentos, especialmente por meio de parcerias com os agentes financeiros”, afirma.
Uol

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Quase 50% das casas do Minha Casa Minha Vida têm falhas

casasQuase metade dos imóveis destinados ao público mais carente do Minha Casa Minha Vida, construídos entre 2011 e 2014, apresentam algum problema ou incompatibilidade em relação ao projeto. Fiscalização do Ministério da Transparência identificou falhas em 48,9% dos imóveis da faixa 1 do programa de habitação, que contempla famílias que ganham até R$ 1,8 mil. De um total de 688 empreendimentos, foram identificadas falhas de execução em 336, que concentram quase 93 mil unidades.

Os principais problemas são trincas e fissuras (30,8%), infiltração (29%), vazamentos (17,6%) e cobertura (12,3%). Os problemas não são excludentes, ou seja, um mesmo imóvel pode ter mais de uma determinada situação. A grande maioria dos problemas identificados está relacionada com falhas ou deficiências dos ambientes por causa da incidência de água.

Subsídio

Na faixa 1 do MCMV, a União praticamente dá a casa para a família – os subsídios alcançam mais de 90% do valor do imóvel. O Ministério da Transparência – antiga CGU – selecionou uma amostra de 203 empreendimentos da faixa 1 do programa (com total de 54.657 unidades habitacionais), em 20 Estados, com investimentos de R$ 2,2 bilhões.

Essa amostra permitiu fazer uma análise do total de 688 empreendimentos (189.763 unidades habitacionais), quase a metade do total de conjuntos habitacionais do programa, com 95% de nível de confiança. Ao todo, a União desembolsou R$ 8,3 bilhões. na construção desses empreendimentos.

A auditoria também identificou que quatro de cada dez empreendimentos não seguiram totalmente as especificações dos projetos (264 de 688). Os principais problemas dos condomínios estão relacionados à pavimentação e à falta de “equipamentos comunitários”, como escolas, postos de saúde e calçadas inapropriadas. Há também falhas na rede de drenagem e na rede de esgotamento sanitário.

Os beneficiários reclamam principalmente de alagamento em períodos de chuva e de mau funcionamento da iluminação externa. Mesmo assim, a maioria entrevistada declarou estar satisfeita com o imóvel e o empreendimento.

Perigo

Dos 195 empreendimentos fiscalizados in loco pela auditoria, em 20 foram encontradas falhas classificadas como graves, que comprometem as condições de uso e segurança do imóvel ou da infraestrutura do empreendimento. É o caso de condomínios de Aparecida de Goiânia (GO), Águas Lindas de Goiás (GO), Teresina (PI), Lages (SC), Porto Seguro (BA), Juiz de Fora (MG), Palmas (TO), Rio Banco (AC), Ourinhos (SP), São Bento do Sul (SC), Tangará da Serra (MT), Caeté (MG), Luiz Correia (PI), Igarapé (MG) e União dos Palmares (AL).

Pela gravidade, os problemas foram comunicados à Caixa e ao Ministério das Cidades e continuam sendo monitorados pela controladoria do ministério. Mesmo assim, segundo o ministério, as falhas continuam em 13 dos 20 condomínios.

Em nota, o Ministério das Cidades disse que o órgão de controle deu prazo de 180 dias para que as recomendações relativas à resolução de falhas construtivas fossem implementadas. “As resoluções vêm sendo tratadas entre o ministério e a Caixa”, diz o texto.

O banco, por sua vez, afirmou, também em nota, que o programa está em constante aprimoramento e que já está tratando as medidas citadas no relatório. No caso das falhas nas obras, segundo a Caixa, a construtora fica impedida de efetuar novas operações habitacionais com o banco até que o problema seja sanado.

A Caixa também cita o Programa de Olho na Qualidade, por meio do qual o beneficiário pode acionar o banco quando houver problemas no imóvel. Automaticamente, a instituição cobra providências dos responsáveis diretos.

Estadão

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Casas do ministro do TCU, paraibano Vital do Rêgo, são alvos de operação, diz Polícia Federal

vitalO ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), o paraibano Vital do Rêgo, está sendo alvo, na manhã desta segunda-feira (05), de uma nova fase da Operação Lava Jato. Policiais federais cumprem mandados de busca e apreensão nas casas do ministro em João Pessoa e Campina Grande.

A informação foi confirmada a reportagem do Portal MaisPB pela PF.

O deputado federal Marco Maia (PT-RS), ex-presidente da Câmara, também é alvo da operação. Além da Paraíba, os policiais cumprem mandados de busca e apreensão em Brasília (DF), Canoas (RS) e Porto Alegre (RS),

Vital e Maia são suspeitos de terem negociado propinas com empreiteiros que estavam na mira da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras, instalada no Congresso em maio de 2014. Naquela época, Vital era o presidente da CPMI, enquanto Maia era o relator, responsável por elaborar um relatório final sobre os trabalhos dos parlamentares.

De acordo com documento da Procuradoria-Geral da República, a busca e apreensão deflagrada nesta manhã tem como objetivo “coletar elementos probatórios comprobatórios da obstrução dos trabalhos da CPMI da Petrobras, mediante favorecimento de empresários que deixariam de ser convocados a depor”.

As investigações desse caso começaram quando o ex-líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral, revelou, em sua colaboração premiada, que a CPMI da Petrobras foi utilizada para fazer negociatas. O relato do ex-parlamentar petista foi confirmado por outros delatores, como os lobistas Júlio Camargo e Augusto Ribeiro de Mendonça Neto e executivos das empreiteiras Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez, além de depoimentos de dirigentes da construtora Engevix.

“No curso da investigação, foram colhidos elementos indicativos da atuação direta do presidente da CPMI da Petrobras, o então senador da República Vital do Rêgo, na obstrução dos trabalhos da Comissão em benefícios de empreiteiros potencialmente investigados”, diz a Procuradoria-Geral da República.

Segundo investigadores da Lava-Jato, há indícios de que Vital tenha solicitado a empreiteiros 5 milhões de reais para a sua campanha ao governo da Paraíba. A metade desse valor foi doada pela construtora OAS ao PMDB nacional, partido ao qual o ministro do TCU é filiado. A outra parte foi repassada por meio de caixa dois 2, numa transferência feita pela empreiteira à empresa Construtora Planíce, que também é alvo de busca e apreensão.

Em setembro, o empreiteiro Léo Pinheiro, ex-presidente da construtora OAS, afirmou, num depoimento prestado ao juiz Sergio Moro, que Maia solicitou 1 milhão de reais para blindar a empresa na CPMI da Petrobras. “O deputado Marco Maia foi muito incisivo comigo”, disse Pinheiro. O empreiteiro disse que repassou a propina a um empresário chamado “José”, indicado por Maia.

A nova fase da Lava-Jato em Brasília ocorre sete meses após o ex-senador Gim Argello (PTB-DF) ter sido preso em Curitiba pelos mesmos motivos que tornaram Vital e Maia alvos de busca e apreensão nesta manhã. Gim já foi, inclusive, condenado pelo juiz Sergio Moro a 19 anos de prisão pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e obstrução à investigação, cometidos durante a CPMI da Petrobras em 2014. Naquela época, Gim era vice-presidente da comissão — e teria negociado, ao lado de VItal, propinas com empreiteiros que tinham contratos com a estatal. O ex-senador teria solicitado ao donos de construtoras 30 milhões de reais para evitar requerimentos de convocação dos empreiteiros para prestar esclarecimentos perante os parlamentares, segundo Otávio Marques Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutierrez. Uma parte dessa propina teria sido paga pela OAS por intermédio de uma doação feita a uma paróquia no Distrito Federal.

MaisPB

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27,9% das casas da PB usam celular como principal meio de acesso a web

internet-no-celularPelo menos 166 mil domicílios paraibanos acessaram a internet exclusivamente por meio de telefones celulares em 2014. Estes dados foram apontados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), divulgada nesta quarta-feira (6), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este número, que corresponde a cerca de 27,9% das residências da Paraíba, é superior ao de domicílios que usaram apenas computadores para acessar a internet naquele ano, que foi de 97 mil (16,4%), segundo a pesquisa.

A PNAD 2014 também constatou que, pela primeira vez, os smartphones ultrapassaram os computadores e se tornaram os aparelhos preferidos dos brasileiros para se conectar à internet. No país, o celular esteve presente em 80% das casas com acesso à internet, contra 76,6% de computadores. Na Paraíba, o celular aparece em 81,1% das residências que utilizam internet, o computador aparece em 69% das casas e os tablets foram encontrados em 17,9% dos domicílios paraibanos.

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Segundo a pesquisa, 81% da população paraibana tem um celular, o que corresponde a pelo menos 3,1 milhões de pessoas. Segundo os dados do IBGE, em nove anos, o número de pessoas que têm celular na Paraíba subiu 54,8%. Em 2005, apenas 26,2% dos paraibanos afirmaram possuir aparelho de telefone móvel. Em 2013, de acordo com a PNAD, 73% dos paraibanos possuiam celular.

A pesquisa também analisou o número de domicílios com alguns bens e serviços de acesso à informação e comunicação no estado. De 1,2 milhões de domicílios pesquisados em 2014, 1.192 tinham televisores, 1.106 tinham telefones celulares, 912 mil tinham rádios, 468 mil tinham computadores e 162 mil tinham telefones fixos. De acordo com a PNAD, das residências que têm computador em casa, 59 mil não têm acesso a internet. Levando-se em conta o número de paraibanos residentes no estado, dos cerca de 3,9 milhões de moradores, 58,6% (2,3 milhões), não têm computador em casa.

Dos domicílios que tinham aparelhos televisores na Paraíba, 52,4% (625 mil), possuiam recepção de sinal de televisão por antena parabólica. Dos demais, 35,1% (419 mil) utilizavam recepção de sinal digital de televisão aberta e 15,1% (180 mil), por meio da televisão por assinatura.

 

G1

Chove no Sertão e Cariri da PB e casas são alagadas em Monteiro

Foto: Asley Ravel
Foto: Asley Ravel

Fortes chuvas foram registradas na noite desta terça-feira (29) nas regiões do Cariri e Sertão paraibano. Na cidade de Monteiro choveu cerca de 100 milímetros e várias casas foram alagadas. As residências mais danificadas ficam localizadas no bairro Alto da Bela Vista.

No Sertão, também foram registradas fortes chuvas nas cidades do microrregião do Vale do Piancó, a exemplo de Conceição e Diamante.

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MaisPB

Governo federal autoriza entrada em casas abandonadas para eliminação do mosquito Aedes aegypti

dengueMedida Provisória publicada nesta segunda-feira (01), no Diário Oficial da União (DOU), autoriza a entrada forçada de agentes públicos de combate ao mosquito Aedes aegypti em imóveis públicos ou particulares que estejam abandonados, ou no caso de ausência de pessoa que possa permitir o acesso ao local. O documento é assinado pela presidente Dilma Rousseff e pelo ministro da Saúde, Marcelo Castro, e concede permissão a autoridades de Saúde federais, estaduais e municipais. A medida deve ser tomada  apenas em situações excepcionais e visa permitir a execução das ações de combate ao mosquito Aedes aegypti e seus criadouros.

De acordo com o texto da Medida Provisória, a entrada forçada em imóveis deve ser feita por profissional devidamente identificado, e deve correr apenas quando a ação se mostrar essencial à contenção das doenças provocadas pelo Aedes (Zika, dengue e chikungunya), em áreas identificadas como potenciais possuidoras de focos transmissores. Além disso, para ficar comprovada a ausência de uma pessoa que possa autorizar a vistoria, é necessário que o agente realize duas notificações prévias, em dias e horários alternados e marcados, num intervalo de dez dias. Essas ações anteriores devem ser descritas devidamente registradas em relatório.

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Cabe destacar que a integridade do imóvel deve sempre ser preservada, ou seja, após a ação, deve-se manter as características físicas do imóvel conforme encontradas. O Ministério da Saúde recomenda que a visita sempre seja acompanhada por autoridades policiais. O texto da Medida também será aplicado sempre que se verificar a existência de outras doenças, com potencial de proliferação ou de disseminação ou agravos que representem grave risco ou ameaça à saúde pública, condicionada à Declaração de Emergência em Saúde Pública.

VISITAS – Até a segunda semana de visitas às residências, ocorridas em janeiro, os agentes de saúde e militares das Forças Armadas percorreram mais de 10,9 milhões de domicílios, sendo que destes, 2,7 imóveis estavam fechados e em outros 45 mil houve recusa dos proprietários. Estes e outros dados estão registrados na Sala Nacional de Coordenação e Controle (SNCC) de Enfrentamento à Microcefalia, instituída pelo Governo Federal para o enfrentamento ao Aedes e à microcefalia.

Os 10,9 milhões de domicílios visitados pelos agentes de saúde e militares das Forças Armadas representam 22,2% dos 49,2 milhões previstos, conforme balanço da Sala Nacional de Coordenação e Controle (SNCC) de Enfrentamento à Microcefalia.

O relatório contabiliza 3.183 municípios visitados, dos 5.570 definidos para serem vistoriados pelas equipes de combate em todo o País. Ao todo, 22 estados e o Distrito Federal registraram cobertura de visitas domiciliares no Sistema Informatizado de Monitoramento da Presidência da República (SIM-PR). Paraíba continua com o maior número percentual de imóveis trabalhados, com 74,6%. Na sequência, aparecem Piauí (56,99%), Sergipe (47,49%) e Rondônia (46,65%) em quantidade de visitas domiciliares.

São Paulo é o estado com mais imóveis visitados, totalizando 2,6 milhões, com 21,6% de cobertura, seguido do Rio de Janeiro, com 1,9 milhão (38,3%) e Minas Gerais, com 1,2 milhão (24%). Os estados do Amazonas, Amapá, Rio Grande do Sul e Roraima não enviaram dados relativos às visitas, até o fechamento do balanço, na última quinta-feira (28).

Durante as visitas, foram identificados 355 mil imóveis com focos do mosquito, ou seja, 3,25% do total. Além disso, houve a recusa de acesso a 45.719 imóveis. Houve, ainda, 2,7 milhões de domicílios fechados. A meta é reduzir o índice de infestação para menos de 1% de domicílios com foco.

RECURSOS – Os recursos federais destinados para o combate ao mosquito Aedes aegypti cresceram 39% nos últimos anos (2010-2015), passando de R$ 924,1 milhões para R$ 1,29 bilhão neste ano. Para 2016, a previsão é de um incremento de R$ 580 milhões, uma vez que o valor chegará a R$ 1,87 bilhão. Também foi aprovado no orçamento um adicional de R$ 500 milhões para o combate ao Aedes. Além das ações de apoio a estados e municípios, a Pasta realiza a aquisição de insumos estratégicos, compra e distribuição de larvicidas, adulticidas (fumacê) e kits de diagnósticos, bem como o pagamento dos agentes de endemias.

Por Camila Bogaz, da Agência Saúde

“Ganho R$ 10 mil com shows em casas de prostituição”, confessa Fani

fani-pachecoA ex-BBB Fani Pacheco sempre esteve envolvidas em polêmicas quando o assunto ésexualidade. Sem papas na língua, a loira afirmou a um site nacional que tem feito vários shows em casas de prostituição pelo Brasil inteiro e que tem recebido bem com esse trabalho.

Atualmente noiva de Leandro Dias, a musa diz que sempre viaja acompanhada de uma secretária e que não ocorre nada demais nesses eventos. “É um trabalho como qualquer outro, eu subo no palco, grito meu bordão – Uhu, Nova Iguaçu – e chamo alguns rapazes para dançar comigo, geralmente sempre escolho os mais gordinhos. Danço 40 segundos consertados no relógio com cada um deles e só. Não tiro a roupa em nenhum momento. Consigo R$ 10 mil por essas apresentações”, relatou ela.

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Por marcar presença nesse tipo de festa a ex-BBB sempre recebeu convites para fazer programa. “Já recebi muitos convites mas nunca fiz programa, não seria agora que vou fazer. Sou muito feliz com o que tenho, não preciso de mais”, disse.

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FONTE:

  • Com informações do Extra