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Bonner e Fátima Bernardes anunciam fim do casamento de 26 anos

Bonner-e-Fátima-BernardesWilliam Bonner e Fátima Bernardes anunciaram nesta segunda-feira, 29, que estão se separando. Os jornalistas, que ficaram juntos por 26 anos, publicaram a mesma mensagem no Twitter na noite desta segunda como forma de comunicado sobre o fim do Casamento.

“Em respeito aos amigos e fãs que conquistamos nos últimos 26 anos, decidimos comunicar que estamos nos separando. Continuamos amigos, admiradores do trabalho um do outro e pais orgulhosos de três jovens incríveis. É tudo o que temos a declarar sobre o assunto.  Agradecemos a compreensão, o carinho e o respeito de sempre. Fátima e William”, escreveu o casal.

O casamento de William Bonner e Fátima Bernardes, que se conheceram nos bastidores do “Jornal da Globo”, aconteceu em 1990. Em 21 de outubro de 1997, Fátima deu à luz trigêmeos. Fátima assumiu a bancada do “Jornal Nacional” em 1998, ao lado William. Eles trabalharam juntos até 2011. Em 2012, ela passou a comandar o próprio programa, “Encontro com Fátima Bernardes”.

William Bonner e Fátima Bernardes  (Foto: Instagram/ Reprodução)William Bonner e Fátima Bernardes (Foto: Instagram/ Reprodução)
William Bonner (Foto: Twitter / Reprodução)William Bonner (Foto: Twitter / Reprodução)
Fatima Bernardes (Foto: Twitter / Reprodução)Fatima Bernardes (Foto: Twitter / Reprodução)
EGO

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6 desafios para vencer no primeiro ano de casamento

imagem: Getty Images
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O namoro pode ter durado anos, mas, a partir do momento que o casal começa a morar junto, tudo muda de figura. E mesmo as situações que antes pareciam tão conhecidas, agora podem gerar conflitos e brigas. O primeiro ano de casamento torna-se, então, um período fundamental para adaptação e para estabelecer uma relação saudável entre os parceiros.

A seguir, os seis principais motivos de divergências e como lidar com eles.

Fontes: Denise Braz, especialista em sexualidade pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e em terapia familiar pela Accademia de Psicoterapia dela Famiglia, de Roma, na Itália, e Daniela Carneiro, psicóloga e terapeuta familiar, com especialização pela USP (Universidade de São Paulo).

Perda de privacidade

Uma das questões que mais geram desconforto é justamente a perda da privacidade quando se mora junto. Mas, mesmo em um casamento, é possível ter um tempo só para si mesmo. Basta ficar atento ao parceiro e respeitar expressões da individualidade dele, como querer ficar só para ler um livro ou para ir à academia. Ao mesmo tempo, é importante que o casal encontre coisas que goste de fazer junto.

Expectativas não correspondidas

A descoberta que no dia a dia o parceiro não é exatamente como se esperava também pode ser frustrante. Para lidar com o problema, o primeiro passo é identificar se houve idealização do par. O segundo é partir para um diálogo franco.

Frequência sexual

A vida sexual é outro ponto que nem sempre sai como o imaginado e, muitas vezes, a frequência das relações não agrada uma das partes. Não pense, no entanto, que a saída é estabelecer um calendário para transar. Transformar o sexo em obrigação só vai piorar a situação. O ideal é que os parceiros se sintam livres para falar sobre suas necessidades e a forma como agir com o outro no caso de uma negativa. O que ajudará a lidar com o sentimento de rejeição.

Divisão de tarefas domésticas

O ideal é estabelecer uma divisão clara e objetiva das tarefas, levando em conta a disponibilidade de tempo e as habilidades de cada um (há quem seja um fiasco passando roupa, mas cozinhe bem, por exemplo). Mas tenha em mente que para o combinado funcionar é preciso flexibilizar o nível de exigência e estar aberto a ajustes, até que seja encontrado um ponto de equilíbrio.

Visitas a familiares

Também é saudável entrar em um acordo o quanto antes sobre com que frequência as famílias de origem de ambos serão visitadas. Um caminho para evitar o estresse que o assunto costuma gerar é encarar com naturalidade que algumas visitas sejam feitas juntos e outras, separados. O importante é entender e respeitar os sentimentos de ambos em relação ao tema.

Relação com filhos

Ainda mais delicado do que o relacionamento com os familiares é o com filhos de casamentos anteriores. É papel do adulto puxar para si a responsabilidade de conquistar a criança e não entrar em uma competição com ela por atenção do parceiro. Mas esse precisa também deixar clara a importância do novo par para o filho e assim colocar limites para que a criança não banque a tirana.

Uol

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Atentado a bomba em casamento deixa mortos e feridos na Turquia

Reuters
Reuters

Ao menos 22 pessoas morreram e 94 ficaram feridas em um atentado a bomba durante um casamento na noite deste sábado (20) em Gaziantep, no sudeste da Turquia, anunciou o governador da região, Ali Yerlikaya, na emissora CNN Turk.

Segundo Ali Yerlikaya, foi um “atentado terrorista” cometido por um suicida. A cidade é próxima à fronteira com a Síria.

Também em entrevista à CNN Turk, o deputado Mehmet Erdogan, membro do partido governamental AKP e sobrinho do presidente turco Recep Tayyip Erdogan, confirmou a versão de um ataque com bomba.

O responsável pela explosão ainda não foi identificado, mas Mehmet Erdogan disse que é muito provável que tenha se tratado de um ataque suicida.

O deputado acrescentou que esse tipo de ataque costuma ser cometido pelo grupo Estado Islâmico (EI), ou pelos rebeldes curdos do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).

Segundo a agência de notícias Dogan, a explosão, que aconteceu às 16h40 (no horário de Brasília), teve como alvo uma cerimônia de casamento ao ar livre.

“O objetivo do terror é atemorizar a população, mas não vamos permitir isso”, garantiu o vice-primeiro-ministro turco, Mehmet Simsek.

“Atacar um casamento é algo bárbaro”, declarou ele à televisão turca.

Localizada no norte da fronteira com a Síria, Gaziantep se tornou um importante centro de acolhida de sírios que fogem da guerra civil em seu país.

Depois de ter acolhido refugiados e ativistas da oposição, teme-se também a presença de extremistas.

Esta semana, o sudeste da Turquia foi alvo de três atentados que deixaram 14 mortos. O governo responsabilizou a guerrilha do Partido dos Trabalhadores do Curdistão, o PKK curdo.

O ataque ocorre no mesmo dia em que primeiro-ministro turco, Binali Yildirim, declarou que a Turquia quer ser “mais ativa” na crise síria nos próximos meses.

“O derramamento de sangue deve acabar. Bebês, crianças, pessoas inocentes não devem morrer. Esta é a razão pela qual a Turquia será mais ativa na tentativa de impedir que [esta situação] piore nos próximos seis meses”. (Com agências internacionais)

Uol

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Marido com amante não é causa para anular casamento

traiçãoNão se constitui erro essencial o comportamento do varão, que antes de se casar, já mantinha um relacionamento com outra mulher, e depois de casado, continuou se relacionando com a amante. Com esta linha decisória, a 8ª Câmara Cível do TJRS decidiu caso oriundo da cidade de Rio Grande, concluindo que “o comportamento do varão não leva à anulação do casamento, mas à separação judicial por violação dos deveres do casamento, por força do art. 5º, da Lei do Divórcio”.

No caso, a autora da ação de anulação de casamento e o curador ao vínculo interpuseram recursos de apelação, inconformados com a sentença que julgou parcialmente procedente a ação de anulação de casamento, cumulada com alimentos e indenização, proposta pela primeira apelante contra o homem com quem casara. A mulher insurgira-se contra parte da sentença que deixou de reconhecer a existência de danos materiais e morais.

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A peça de recurso destacou que logo após a celebração do casamento, o homem “modificou incompreensivelmente e abruptamente seu comportamento, demonstrando uma personalidade distinta da que deixara transparecer antes da união, culminando tal mudança com uma série de atitudes que fizeram a esposa sentir-se traída, humilhada e temerosa pela própria vida”.

O curador ao vínculo, por sua vez, alegou que a sentença deveria ser reformada, para julgar totalmente improcedente os pedidos, uma vez que não se trata de caso de anulação de casamento, na medida em que não teria havido qualquer erro essencial quanto à identidade da pessoa do demandado, não se enquadrando, portanto, na hipótese prevista no art. 219, inc. I, do Código Civil.

O acórdão da 8ª Câmara refere que “é comportamento comum do homem, antes de casar-se relacionar-se com outra mulher ou com outras mulheres, especialmente nos tempos atuais em que há uma liberação de costumes”. Mas afirma que “continuar o relacionamento extra, após o casamento se constitui em violação do dever de fidelidade, podendo a mulher intentar ação para separação do casal”. Desta forma, o casamento não foi considerado anulável, mas o vínculo conjugal poderá ser dissolvido em ação própria. A separação judicial de corpos foi mantida. (Proc. em segredo de justiça).

Espaço Vital – TJRS

‘Câncer foi uma ‘bênção’, diz Elba ao relembrar desistência do casamento

elba-ramalhoSolteira desde 2010, Elba Ramalho, de 64 anos, pretende ficar assim por um bom tempo ou até para sempre. “Não pretendo começar outra história. Dei meu coração a mim mesma, estou inteira como nunca estive antes. É uma plenitude que não sabia que existia”, diz em entrevista à “Revista Gol” a cantora que emendou vários relacionamentos, até o último com o músico Cezinha, que terminou de forma conturbada. A decisão foi tomada depois de vencer um câncer de mama, há quatro anos:
“Estava perdida. A doença, no fim das contas, foi uma bênção. Estava num relacionamento do qual não conseguia sair, que me fazia mal. Estava aprisionada, emocionalmente abalada. E o câncer fez com que eu me reencontrasse. Tirei os melhores proveitos da doença. Saí da relação, caí de novo na minha trilha”.

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Elba Ramalho revela também como se apoiou na fé na luta contra a doença. “Quando ele disse que era câncer, eu achei que fosse pegadinha do Faustão. Não era possível, não tinha caso nenhum na família… Eu pedia de joelhos mesmo, tenho calos nos dois até hoje. Dizia: ‘Me ajuda, sozinha não estou conseguindo’. Esse ano que passei de joelhos foi transformador porque evoluí emocionalmente como nunca antes”.

180 Graus

Papa: Casamento não é utopia da adolescência

papaCom uma celebração eucarística na Basílica de São Pedro, o Papa Francisco inaugurou na manhã deste domingo a XIV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que tem por tema a família.

A Missa foi concelebrada pelos 270 padres sinodais, que a partir desta segunda-feira vão debater “A vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo”.

Em sua homilia, o Pontífice comentou as leituras do dia, “que parecem escolhidas de propósito” para o evento que a Igreja se prepara a viver e estão centradas em três argumentos: o drama da solidão, o amor entre homem-mulher e a família.

Na primeira Leitura, Adão vivia no paraíso e sentia-se só. A solidão, disse o Papa, “é um drama que ainda hoje aflige muitos homens e mulheres”, e citou os idosos, os viúvos, homens e mulheres deixados pela sua esposa e pelo marido, migrantes e refugiados que escapam de guerras e perseguições; e tantos jovens vítimas da cultura do consumismo e do descarte.

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Francisco denuncia o paradoxo do mundo globalizado, “onde há tantas habitações de luxo, mas o calor da casa e da família é cada vez menor; muitos projetos ambiciosos, mas pouco tempo para desfrutá-los; muitos meios sofisticados de diversão, mas um vazio cada vez mais profundo no coração; tantos prazeres, mas pouco amor; tanta liberdade, mas pouca autonomia… Aumenta cada vez mais o número das pessoas que se fecham na escravidão do prazer e do deus-dinheiro”.

O Papa constata ainda que “há pouca seriedade em levar avante uma relação sólida e fecunda de amor. Cada vez mais o amor duradouro e fiel é objeto de zombaria e olhado como se fosse uma antiguidade. Parece que as sociedades mais avançadas sejam precisamente aquelas que têm o índice mais baixo de natalidade e o índice maior de abortos, de divórcios, de suicídios e de poluição ambiental e social”.

– Deus não criou o ser humano para viver na tristeza ou para estar sozinho – acrescentou – mas para a felicidade, para partilhar o seu caminho com outra pessoa; para amar e ser amado. É Ele que une os corações de duas pessoas que se amam e liga-os na unidade e na indissolubilidade. Isto significa que o objetivo da vida conjugal não é apenas viver juntos para sempre, mas amar-se para sempre – pronunciou Francisco.

Citando o Evangelho de São Marcos “O que Deus uniu não o separe o homem”, Francisco afirmou que se trata de uma exortação a superar toda a forma de individualismo.

Para Deus, observou o Papa, “o matrimónio não é utopia da adolescência, mas um sonho sem o qual a sua criatura estará condenada à solidão.
Paradoxalmente, também o homem de hoje continua atraído e fascinado por todo o amor autêntico, fecundo, fiel e perpétuo. Corre atrás dos prazeres carnais, mas deseja a doação total”.

– Neste contexto social e matrimonial bastante difícil, a Igreja é chamada a viver a sua missão na fidelidade e na verdade. Isto é, defender a sacralidade da vida, a indissolubilidade do vínculo conjugal, sem mudar sua doutrina segundo as modas passageiras ou as opiniões dominantes – assinalou o sumo pontífice.

Seguiu o papa: “Outro elemento fundamental, todavia, é também a caridade. A Igreja deve viver a sua missão na caridade sem apontar o dedo para julgar os outros, mas se sente no dever de procurar e cuidar dos casais feridos com o óleo da aceitação e da misericórdia; de ser ‘hospital de campanha’, com as portas abertas para acolher todo aquele que bate pedindo ajuda e apoio.”

A Igreja, exortou Francisco, deve procurar o homem e a mulher, para acolhê-los e acompanhá-los, porque uma Igreja com as portas fechadas trai a si mesma e à sua missão e, em vez de ser ponte, torna-se uma barreira.

“Com este espírito, peçamos ao Senhor que nos acompanhe no Sínodo e guie a sua Igreja pela intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria e de São José, seu castíssimo esposo.”

Fonte: Da redação com ascom

Em Minas, Justiça condena igreja a indenizar noivos por casamento ‘mal celebrado’

casamentoA Justiça de Minas Gerais condenou a Paróquia Santo Antônio, da cidade de Mateus Leme (a 56 km de Belo Horizonte), a indenizar em R$ 15 mil, por danos morais, um casal que considerou ter tido um casamento “mal celebrado” por um dos párocos da cidade. A paróquia vai recorrer da decisão.

Em primeira instância, o pedido havia sido negado, mas os noivos recorreram ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), que reverteu o caso e impôs a indenização.

Conforme o TJ-MG, os autores da ação disseram que o religioso teria tido uma conduta displicente durante a cerimônia, realizada em 24 de fevereiro de 2012. O pároco, que não teve o nome divulgado, teria abandonado o altar mais de uma vez em momentos cruciais da celebração do casamento e conduzindo o rito com “dicção inaudível e incompreensível” para os presentes.

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Além disso, ele teria encerrado o ato antes da bênção das alianças, não presenciando a troca do objeto entre o casal nem a assinatura do livro de registro. O DVD com a gravação do casamento foi apresentado como prova.

Em sua defesa, a paróquia havia informado ao juiz da 2ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais de Mateus Leme que o pároco teve, na ocasião, um mal súbito. Por esse motivo, ele teve de ir à sacristia para tomar medicações na tentativa de recobrar a saúde. Foi apresentado um atestado que comprovou o comparecimento dele a um pronto-socorro, no dia seguinte.

O caso foi julgado em março deste ano pelo tribunal mineiro, mas a defesa da paróquia entrou com recurso negado pelo tribunal no dia 1º deste mês. No entanto, o processo só foi externado pela assessoria do tribunal nesta terça-feira (8).

O desembargador Amorim Siqueira, relator dos embargos, descreveu na sua decisão que, embora tenham sido reconhecidos os problemas de saúde do padre, essa situação não descaracterizava o “sofrimento experimentado pelos noivos em um dia importante nas suas vidas”. Segundo o magistrado, era incumbência da paróquia a substituição dele antes da celebração.

“O padre poderia ter avisado sobre o seu estado de saúde antes da cerimônia, em respeito aos noivos e demais presentes, os quais não ficariam tão chocados com a sua conduta”, escreveu. Ele foi acompanhado no seu voto por outros dois desembargadores. Um quarto magistrado votou contra.

Recurso

Segundo Irene Maria de Oliveira, advogada da paróquia, a direção da congregação vai recorrer da decisão, até se esgotarem as possibilidades de recursos, porque entende que o padre foi injustiçado no caso. Conforme ela, à época, o religioso ficou abalado com o caso. Ele já não é mais pároco da cidade.

Segundo ela, o caso ainda não está definido e nega as acusações de desleixo supostamente praticado pelo celebrante. “O casamento foi celebrado e sacramentado. O padre deu as bênçãos e finalizou a cerimônia. Ele foi injustiçado porque celebrou o casamento mesmo passando muito mal. Com todas as dificuldades, ele se esforçou e ainda celebrou o casamento, mas esse esforço dele não foi reconhecido”, declarou.

A advogada informou ainda que o sacerdote chegou a ficar internado depois que foi atendido no pronto-socorro.

“Ainda há vários recursos a serem interpostos. Nós vamos analisar o acórdão, assim que publicado, e vamos ver qual recurso será interposto”, afirmou. O advogado do casal informou que não foi autorizado a falar do assunto e que os clientes também não se manifestariam sobre o caso.

Uol

Educação de gênero pode evitar casamento na infância e adolescência, diz estudo

generoEstimular o envolvimento paterno na vida das filhas de forma ativa é uma das principais maneiras de evitar o casamento na infância e adolescência. A estratégia faz parte das recomendações do relatório Ela vai no meu barco – Casamento na infância e adolescência no Brasil, que será lançado hoje (9) pelo Instituto Promundo. Segundo pesquisa apresentada no relatório, a idade média de casamento e de nascimento do primeiro filho de meninas entrevistadas é 15 anos. Os homens são, em média, nove anos mais velhos. O trabalho do Promundo tem o objetivo de promover o direito de as meninas decidirem, livre e plenamente, quando e com quem se casar.

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Segundo a coordenadora da pesquisa, Alice Taylor, as meninas com a presença do pai na educação têm maior autoestima e escolhem parceiros com comportamentos e atitudes mais igualitárias em termos de gênero. Elas também vivenciam menos violência sexual ou a atividade sexual precoce e indesejada.

 

“É uma recomendação muito importante trabalhar as normas de gêneros sobre a prática [relacionada ao casamento]. Trabalhar com homens, meninos, meninas, lideranças religiosas e comunitárias, redes de proteção sobre os direitos e escolhas possíveis para meninos e meninas, as suas possibilidades dentro de relacionamentos, seus direitos sexuais”, disse Alice.
De acordo com dados de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pouco mais de 88 mil meninas e meninos, entre 10 e 14 anos, estão em uniões consensuais, civis e/ou religiosas, no Brasil. Na faixa etária de 15 a 17, o número chega a 567 mil, e com 18 ou 19 anos, mais de 1 milhão de pessoas já estão em uma união formal ou informal.

 

Alice disse ainda que essa é uma reflexão que deve envolver toda a comunidade, de desconstrução desse modelo de comportamento em que os homens acabam se casando com meninas mais novas, porque as acham “mais atraentes e fáceis de controlar”. Acrescentou que as meninas, desejando sair da casa dos pais, se casam para ter sua liberdade, mas acabam desapontadas e vivendo experiências de controle ainda maior por parte do marido. “Uma coisa é o casamento em si, outra é a dinâmica que existe diante da diferença de poder, do homem com mais experiência”. Para a pesquisadora, isso tem impacto sobre as meninas, que tendem a deixar a escola ou engravidar mais cedo.

 

O relatório apresenta os resultados de uma pesquisa, feita de 2013 a 2015, sobre atitudes e práticas envolvendo casamento na infância e adolescência nas regiões metropolitanas de Belém, no Pará, e de São Luís, no Maranhão. Segundo dados do IBGE, os dois estados têm alto número de casamentos infantis (de meninos e meninas com idade entre 10 e 18 anos).

 

A pesquisa foi feita em parceria com a Universidade Federal do Pará, a Plan International Brasil, no Maranhão, e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), com o apoio da Fundação Ford.

 

Embora os dois gêneros vivenciem casamentos infantis, as meninas são mais afetadas pela prática. De acordo com o relatório, entre os meninos, 18 anos é o padrão de idade ao se casar, enquanto o das meninas é 15 anos. Existem diferentes fatores que levam aos casamentos infantis, mas a principal questão, na América Latina, segundo o relatório, é que eles são considerados consensuais, não são arranjos como em outros países. “Existem formas de pressão sim, e o importante é identificar em qual contexto as meninas fazem essa escolha”, afirmou Alice Taylor.

 

As questões socioeconômicas, as opções de trabalho, a escolarização, o controle da sexualidade, a gravidez indesejada são fatores que, para a coordenadora do trabalho, podem levar ao casamento infantil. O relatório também mostra que os meninos adolescentes, da mesma idade que as meninas casadas, são desprezados como parceiros por causa da percepção de que não são responsáveis nem provedores.

 

Alice Taylor informou que o Promundo trabalha em diversos países pela igualdade de gênero, a prevenção da violência contra as mulheres e, há cerca de dois anos, com direitos das crianças e adolescentes. Ela lembrou que, no Brasil, há trabalhos importantes e avanços sobre temas como gravidez na adolescência, evasão escolar, exploração sexual e infantil, mas ainda não havia sido explorada a questão do casamento e como esses relacionamentos de crianças e adolescentes estão ligados a outras questões. “É importante que o tema tenha visibilidade e seja discutido em vários ambientes da sociedade civil. A primeira etapa é dialogar, é um tema que existe e é preciso pensar como deve ser articulado dentro de políticas públicas, quais os tipos de sistema e direitos que poderiam ser melhorados”.

 

Além da abordagem a homens e meninos, como pais e futuros maridos, Alice acrescentou que é preciso melhorar a legislação, para não ter tantas ambiguidades. “A legislação não abrange tudo, poque nem todos os casamentos são civis ou religiosos. Mas os casamentos informais têm os mesmos tipos de consequências que os formais”.

 

Conforme estimativa apresentada no relatório, o Brasil ocupa o quarto lugar no mundo em números absolutos de mulheres casadas até os 15 anos. São 877 mil mulheres, com idade entre 20 e 24 anos, que se casaram até os 15 anos (11%). Entre mulheres com idade de 20 a 24 anos, estima-se que 36% (aproximadamente 3 milhões)  se casaram aos 18 anos. Em outros países da América Latina e do Caribe, os níveis de ocorrência são maiores apenas na República Dominicana e Nicarágua.

Agência Brasil

Ricardo muda foto no face para saudar reconhecimento ao casamento gay

ricardoO governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), aderiu seu no perfil nas redes sociais à comemoração da decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de reconhecer o casamento gay em todo o País.

Ricardo adotou na sua conta no governo uma foto com as cores do movimento LGBT. A página oficial do Governo também ganhou a mesma roupagem de celebração pela postura adotada nos EUA.

Ricardo Coutinho criou no Estado a Secretaria da Diversidade, com políticas para contemplar o público LGBT.

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Marco – Numa decisão histórica, a Suprema Corte dos Estados Unidos legalizou nessa ontem (26) o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todo o país. Os 13 estados que ainda proibiam não podem mais barrar os casamentos entre homossexuais, que passam a ser legalizados em todos os 50 estados americanos. A decisão veio por cinco votos contra quatro.

MaisPB

Casais celebram casamento coletivo LGBT em João Pessoa

casamento gayPela primeira vez na Paraíba, um casamento coletivo direcionado para Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT) foi realizado neste sábado (30), em João Pessoa. Realizada em uma casa de recepções no bairro da Torre.

A cerimônia religiosa com efeitos civis uniu oficialmente 12 casais em matrimônio. A celebração foi feita por três pastores da Igreja da Comunidade Metropolitana.

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Os casais destacaram a conquista desse reconhecimento. “Ainda bem que as coisas foram evoluindo. A cabeça das pessoas foi evoluindo, a sociedade foi evoluindo e hoje a gente está casando”, disse a supervisora de vendas Izabella Macedo, que casou com a técnica de enfermagem Sueni Ferreira. “É muita felicidade, é uma realização”, afirmou Sueni.

Izabella foi conduzida ao altar pelo pai, que ressaltou a importância da celebração. “É mais do que importante, numa situação dessa, participar dessa inclusão, dessa reunião entre duas pessoas que se gostam e se entendem muito bem”, disse Moyses Serruya.

 

G1