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Acusado de mandar matar padrinhos no dia do casamento é condenado a 68 anos de prisão

Foi condenado a 68 anos de prisão o empresário Nelsivan Marques de Carvalho, acusado de matar seus padrinhos Washington Luiz Alves de Menezes e Lúcia Santana Pereira, no dia do próprio casamento. O julgamento, que foi adiado em agosto de 2018, aconteceu nesta segunda-feira (09) no Tribunal do Júri de Campina Grande.

Nelsivan foi condenado pelos crimes de homicídio qualificado e tentativa de homicídio contra o casal e ainda o vigilante da casa de festas que foi ferido a tiros no local do crime.

O assassinato aconteceu em março de 2014, em frente a um salão de festar no bairro do Catolé, em Campina Grande. A Justiça definiu que os seis réus envolvidos no duplo homicídio seriam julgados por júri popular.

Maria Gorete Alves Pereira, que foi acusada de envolvimento no duplo assassinato, foi absolvida. Ela também foi julgada nesta segunda-feira (09). A mulher disse que convivia apenas com um dos homens envolvidos no caso, Gilmar Barreto da Silva, que foi condenado a 37 anos e quatro meses de prisão.

Outro acusado de envolvimento no crime, Allef Sampaio dos Santos, também sentaria no banco dos réus, mas teve o júri adiado por não apresentar advogado.

Foto: reprodução

Acusado nega

Nelsival negou envolvimento na morte dos padrinhos de casamento e que teve o nome colocado no meio do processo, mas não sabe quem o fez nem o motivo. No depoimento, ele alego que não se recorda do que aconteceu no dia do crime e a defesa aponta que não há provas materiais de que o empresário tenha participado do crime.

O juiz questionou Nelsivan sobre relação de provas, como ligações eletrônicas e trocas de mensagens entre os celulares dele e outros réus. “Se eu liguei pra alguém ou respondi mensagem de texto naquela ocasião não me lembro. Se eu fiz não sei”, respondeu Nelsivan. Ele ainda disse que a relação que tinha com Franciclécio — condenado a 54 anos e seis meses de prisão — era de amizade, pois frequentavam a mesma igreja.

De acordo com a promotoria, com base no inquérito da Polícia Civil, o crime foi motivado por ganância. Segundo o Ministério Público, Nelsivan teria encomendado a morte dos padrinhos para assumir o controle total de uma faculdade particular da cidade, que também era administrada pelo casal assassinado.

G1

 

 

Acusado de planejar morte de padrinhos no próprio casamento, na PB, nega envolvimento no caso

Durante júri popular na manhã desta segunda-feira (9), Nelsivan Marques de Carvalho, acusado de mandar matar um casal de padrinhos no dia do próprio casamento, em Campina Grande, disse que não tem nenhum envolvimento no caso e que o nome dele foi colocado no meio do processo, mas não sabe quem o fez e nem o motivo.

Nelsivan Marques de Carvalho é acusado de mandar matar o casal Washington Luiz Alves de Menezes e Lúcia Santana Pereira, que eram seus padrinhos, justamente no dia do próprio casamento. O crime aconteceu em março de 2014, em frente a um salão de festas no bairro do Catolé em Campina Grande. O acusado está preso há seis anos à espera de julgamento.

Ainda em depoimento, Nelsivan Marques de Carvalho alegou que não se recorda do que aconteceu no dia do crime. Conforme a defesa do réu, não há apanhados, diálogos ou qualquer prova material de que o empresário tenha participado do crime.

De acordo com a promotoria, com base no inquérito da Polícia Civil, o crime se resume a uma única coisa: a ganância. Segundo o Ministério Público, Nelsivan teria encomendado a morte dos padrinhos para assumir o controle total de uma faculdade particular da cidade, que também era administrada pelo casal assassinado.

O julgamento acontece no Tribunal do Júri de Campina Grande, após ter sido adiado em agosto de 2018. A Justiça definiu em 2016 que os seis réus envolvidos no duplo homicídio seriam julgados por júri popular. Além de Nelsivan Marques de Carvalho, Maria Gorete Alves Pereira, que é acusada de envolvimento no duplo assassinato, também vai a julgamento nesta segunda-feira.

Quanto a Maria Gorete, a ré disse em depoimento que convivia apenas com um dos homens envolvidos no caso, Gilmar Barreto da Silva, que foi condenado a 37 anos e quatro meses de prisão pelo crime. A ré afirmou ainda que não tem conhecimento dos atos do companheiro. Para a defesa da acusada, a ré não tem nenhum envolvimento no crime e há convicção da absolvição dela no caso.

Outro acusado de envolvimento no crime, Allef Sampaio dos Santos, também sentaria no banco dos réus, mas teve o júri adiado por não apresentar advogado.

Alleff Sampaio dos Santos (centro) também seria julgado nesta segunda-feira por morte de casal em casamento, mas teve o júri adiado por não apresentar advogado — Foto: Artur Lira/G1

Alleff Sampaio dos Santos (centro) também seria julgado nesta segunda-feira por morte de casal em casamento, mas teve o júri adiado por não apresentar advogado — Foto: Artur Lira/G1

Outros três denunciados já foram julgados

Dos seis denunciados pelo Ministério Público, três já foram julgados: Franciclécio de Fárias Rodrigues foi condenado a 54 anos e seis meses de reclusão em regime inicialmente fechado; Gilmar Barreto da Silva foi condenado a 37 anos e quatro meses de prisão; e Samuel Alves da Silva vai cumprir uma pena de 42 anos de reclusão.

Franciclécio é suspeito de agiotagem e Washington lhe devia R$81 mil, pela compra de uma caminhoneta. Nelsivan e Franciclécio teriam planejado as mortes por desentendimentos com o casal de empresários, que eram sócios de Nelsivan em uma faculdade particular de Campina Grande.

Entretanto, os crimes foram executados por Samuel, que confessou na época ter atirado nas vítimas, em depoimento à Polícia Civil. Os assassinatos aconteceram na saída da festa de casamento de Nelsivan, na frente de uma casa de festas, no bairro Catolé.

Crime aconteceu em março de 2014

O crime aconteceu no dia 29 de março de 2014. Terminada a cerimônia, Washington Luiz Alves de Menezes e Lúcia Santana Pereira se despediram dos noivos, por volta das 21h, e foram embora, seguindo em direção ao seu carro, quando foram assassinados. Segundo o MP, os crimes teriam sido encomendados pelo noivo, Nelsivan Marques. Ele teria mandado executar as vítimas para assumir o controle de uma faculdade particular da cidade.

Casal morto depois de festa de casamento em Campina Grande — Foto: Reprodução / TV Paraíba

Casal morto depois de festa de casamento em Campina Grande — Foto: Reprodução / TV Paraíba

 

G1

 

 

Casamento entre pessoas do mesmo sexo aumenta mais de 60% em 2018

A pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2018 mostra que o casamento entre pessoas do mesmo sexo teve aumento de 61,7 % no ano passado em relação a 2017. Em 2018, foram registrados 9.520 casamentos civis entre cônjuges do mesmo sexo, ante 5.887 em 2017. Os dados foram divulgados hoje (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o estudo, as uniões entre mulheres cresceram 64,2%, passando de 3.387 em 2017 para 5.562 em 2018. Os casamentos entre homens subiram de 2,5 mil para 3.958, o que representa um aumento de 58,3%.

O levantamento mostra ainda que a alta foi puxada principalmente pelo mês de dezembro: as uniões homoafetivas entre homens e mulheres somaram 3.098. Em dezembro de 2017, foram registrados 614 casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

No casamento entre mulheres, foram registradas 549 uniões em novembro e 1.906 em dezembro do ano passado. Os registros de casamentos entre cônjuges masculinos passaram de 408 em novembro para 1.192 em dezembro de 2018.

Na pesquisa anterior, comparando os anos de 2016 e 2017, houve aumento de 10% no número de registros de união entre pessoas do mesmo sexo.

Desde 2013, a Resolução 175, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), obriga os cartórios a realizarem uniões entre casais do mesmo sexo. Para a gerente da pesquisa, Klivia Brayner de Oliveira, a população tem cada vez mais conhecimento sobre essa norma.

“As pessoas, tendo ciência disso [resolução do CNJ], estão aproveitando e oficializando [as uniões], principalmente as mulheres que gostam de oficializar a relação. Entre as mulheres, você observa que isso está se tornando mais popular. Com mais acesso à informação, as pessoas estão decidindo dessa forma”, disse a analista.

Nos casamentos civis entre solteiros de sexos diferentes, os homens se casaram, em média, aos 30 anos, e as mulheres, aos 28 anos. Nas uniões LGBTI, a idade média ao contrair o casamento foi de 34 anos para os homens e 32 anos para as mulheres.

O número total de registros de casamentos civis foi de 1.053.467 em 2018, uma redução de 1,6% em relação ao ano anterior.

Divórcios

A pesquisa revela também que houve aumento de 3,2% no número de divórcios em 2018, em comparação com o ano anterior: foram 385.246 divórcios no ano passado, ante 373.216 em 2017. A taxa de divórcios passou de 2,5 para cada mil pessoas com 20 anos de idade ou mais no país em 2017 para 2,6. A Região Sudeste apresentou o maior percentual, com 3,1 divórcios para cada mil pessoas com 20 anos de idade ou mais.

O tempo médio entre a data do casamento e o divórcio é de 14 anos. Em 2008, esse tempo médio era de 17 anos.

Segundo o IBGE, houve aumento do percentual de divórcios entre casais com filhos menores “em cuja sentença consta a guarda compartilhada”. Esse fenômeno pode ser observado após a sanção da Lei 13.058, de 2014, em que a modalidade de guarda compartilhada passou a ter prioridade.

“Em 2014, a proporção de guarda compartilhada entre os cônjuges com filhos menores era de 7,5%. Em 2016, essa modalidade passou a representar 16,9% dos divórcios judiciais concedidos; em 2017, o percentual aumentou para 20,9%; e, em 2018, para 24,4%”, diz o IBGE.

As Estatísticas do Registro Civil reúnem informações sobre nascidos vivos, casamentos, óbitos e óbitos fetais, informados pelos cartórios de Registro Civil de pessoas naturais, bem como sobre os divórcios declarados pelas varas de Família, foros, varas Cíveis e tabelionatos de Notas.

 

agenciabrasil

 

 

Mulher que enganou o marido sobre a paternidade do filho tem casamento anulado

Um casamento foi anulado pela Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba por motivo de a esposa ter enganado o marido sobre a verdadeira paternidade do filho. O processo é oriundo do Juízo da 3ª Vara da Comarca de Pombal e teve a relatoria da desembargadora Fátima Bezerra Cavalcanti (Apelação Cível nº 0000092-42.2009.815.0301).

No 1º Grau, o Juízo julgou parcialmente procedente o pedido para declarar que o apelante não era o pai biológico da criança, determinando a exclusão de seu nome da certidão de nascimento. No entanto, julgou improcedente o pedido de anulação do casamento por erro essencial. “Não é possível que em pleno século XXI alguém afirme que foi obrigado a casar porque sua namorada estava grávida, e isso não significa que ela fosse uma desonrada”, destaca um trecho da decisão.

Ao requerer a reforma da sentença, o apelante alegou que, somente após algumas discussões ocorridas depois da concretização do matrimônio, ficou sabendo que não era o pai da criança, embora o tenha reconhecido como filho e o registrado. Tal comprovação veio a ser ratificada com o resultado do exame de DNA. Disse, ainda, que a apelada afirmou que, durante o período do namoro, não lhe foi fiel. Relatou, também, que, ao casar, não tinha conhecimento da infidelidade e que não era o possível pai criança. Afirmou que o casamento somente se realizou por conta do estado de gravidez. Aduziu que houve, portanto, erro essencial quanto à boa honra e à boa fama, dada a falsa percepção que tinha da esposa.

‘Erro essencial’

No julgamento, a desembargadora Fátima Bezerra observou que a anulação do casamento, sob a alegação de erro essencial, tem previsão no artigo 1.556 do Código Civil. De acordo com o dispositivo, considera-se erro essencial sobre a pessoa do outro cônjuge o que diz respeito a sua identidade, sua honra e boa fama, sendo esse erro tal que o seu conhecimento ulterior torne insuportável a vida em comum ao cônjuge enganado.

“No caso em análise, alega o apelante que houve erro quanto à pessoa da apelada no que diz respeito a sua identidade, sua honra e boa fama, erro este que tornou insuportável a vida em comum ao cônjuge enganado, ora recorrente”, ressaltou a relatora, acrescentando que, por erro essencial, se compreende aquele que influenciou diretamente um dos cônjuges na sua manifestação de vontade.

“Como se infere dos autos, tal erro essencial diz respeito ao fato de o recorrente ter contraído núpcias, voluntariamente, ao compreender que seria o pai da criança, pois, ao seu entender, teria vivenciado um relacionamento com fidelidade, sem jamais desconfiar de relacionamentos paralelos da mulher”, afirmou a desembargadora.

Ela acrescentou que a mulher, no seu depoimento, afirmou que, ao casar, o apelante não sabia das traições, muito menos de que não seria o pai da criança. “Pelos depoimentos, bem se percebe que o erro essencial se mostra evidente, vez que as dúvidas quanto à boa fama e a boa honra da recorrida se revelaram após a realização do casamento”, arrematou.

Assessoria

 

 

Ensaio para o casamento coletivo do Maior São João do Mundo reunirá 164 casais em CG

O ensaio para o casamento coletivo do Maior São João do Mundo reunirá 164 casais, na Pirâmide do Parque do Povo, neste domingo (19). A atividade começa a partir das 15h. Um dos principais objetivos desse ensaio é para que os casais conheçam com antecipação o percurso que farão no dia 12 de junho, data que ocorrerá a Cerimônia.

O local de concentração dos casais é o Centro Cultural Lourdes Ramalho, inicialmente eles serão acolhidos no Teatro Rosil Cavalcanti onde  receberão as primeiras instruções, sobre horário de chegada, vestimenta, tramites da cerimônia, produção de maquiagem e penteado, dentre outras etapas.

Em seguida serão perfilados em forma cortejo e  conduzidos pela equipe da Secult para o local onde ocorrerá a cerimônia, dando inicio aos ritos do Casamento.

A agenda dos casais prossegue com reuniões dia 28 de Maio no Teatro Severino Cabral e 09 de junho , onde ocorrerá o ensaio geral com a participação da Filarmônica Epitácio Pessoa e vários outros artistas que abrilhantarão o grande acontecimento, que no ano de 2019 celebra 30 anos de realização, reunindo cerca de cinco mil novas famílias.

 

clickpb

 

 

Preso suspeito de matar produtor de eventos dias antes do casamento da vítima, na PB

Um homem foi preso nesta segunda-feira (25), suspeito de matar um produtor de eventos no município de Jericó, Sertão da Paraíba. O corpo da vítima foi encontrado na PB-325. De acordo com o delegado de homicídios Sylvio Rabello, responsável pelo caso, após as investigações realizadas ainda na manhã desta segunda, o suspeito foi localizado na cidade com a arma do crime.

Segundo o delegado, a vítima teve um relacionamento com a ex-mulher do suspeito. Alisson Resende, de 25 anos, foi preso em flagrante por volta das 12h30 na casa dele, no Centro da cidade. Ao chegar no local, a polícia encontrou com o suspeito a arma utilizada no crime, um revólver calibre 38.

O delegado informou que Alisson foi preso, após a linha de investigação apontar que o homem era o principal suspeito da morte de Wanderly Wendlis Gomes de Lima, de 27 anos, produtor de eventos na cidade.

Ainda de acordo com o delegado, o suspeito e a arma apreendida foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Catolé do Rocha. A Polícia Civil continuará com as investigações sobre o caso para que seja descoberta a motivação do crime.

Corpo do produtor foi encontrado morto na manhã desta segunda

O corpo do produtor de eventos Wanderly Wendlis Gomes de Lima, de 27 anos, foi encontrado na manhã desta segunda-feira (24) na PB-325, no município de Jericó, Sertão da Paraíba. De acordo com o delegado de homicídios, Sylvio Rabello, a vítima foi encontrada com um tiro na cabeça.

Segundo o delegado a polícia chegou ao local por volta das 6h30, após informações repassadas por moradores da região. Sylvio Rabello informou que, duas horas depois do corpo ser encontrado, o carro de Wanderly foi localizado a cerca de 2 km de distância do local onde ele foi morto.

Após investigações, o delegado disse que Wanderly estava de casamento marcado para esta quarta-feira (26) com a noiva dele, da cidade de Piancó, que está grávida. A Polícia Civil descobriu que a vítima estava sendo ameaçada e que as ameaças poderiam ter ligação com o relacionamento do casal.

G1

Empresário paraibano pede Marília Mendonça em casamento e cantora sertaneja diz: “Sim, meu noivo”

boloO empresário paraibano, Ylgnir Ângelo, pediu a mão da cantora sertaneja, Marília Mendonça, em casamento.

O pedido aconteceu na noite deste sábado (24), véspera de natal.

Marília revelou o noivado em sua conta no Instagram e demonstrou muita felicidade com a surpresa. Na imagem, aparecem as alianças e um bolo com as iniciais do casal.

“Ufa, quanta emoção nesse Natal, quanta surpresa, quanta gratidão, mas a maior de todas foi essa! Eu estou sem palavras até agora e só sei dizer sim, sim, meu noivo! Eu te amo! Obrigada pela surpresa, não de hoje, mas pela surpresa de ter aparecido na minha vida”, disse.

MaisPB

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Viajar traz mais felicidade do que casamento, diz estudo

viajarO site de viagens Booking.com realizou uma pesquisa com 17 mil pessoas, de 17 países diferentes, e descobriu que para 49% delas, viajar as deixam mais felizes do que o dia do próprio casamento. Já para 51% dos entrevistados, viajar é melhor do que sair com o próprio companheiro(a).

Outra descoberta foi a de que 75% das pessoas costumam marcar uma viagem quando se sentem infelizes e que sete em cada dez viajantes acreditam que os melhores momentos de uma viagem são quando eles se sentem em casa no hotel ou na casa alugada.

A pesquisa mostra também que 70% das pessoas se consideram mais felizes por viajar do que ter bens materiais, sendo que 56% preferem viajar do que comprar vestidos, joias ou outros acessórios e 48% preferem fazer uma viagem a reformar a própria casa.

Só o momento de organizar o roteiro já traz felicidade imediata para 72% dos participantes. Já 56% das pessoas sentem o ápice da felicidade quando recebem uma confirmação da reserva das férias.

minhavida

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Casamento gay cresce 5 vezes mais que entre homem e mulher, diz IBGE

casamentos-gaysO crescimento percentual de casamentos entre pessoas do mesmo sexo foi quase cinco vezes maior do que entre homens e mulheres em 2015, segundo dados das Estatísticas do Registro Civil 2015, divulgadas na quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As uniões entre cônjuges de sexos diferentes aumentaram 2,7%, enquanto as entre cônjuges do mesmo sexo aumentaram 15,7%, representando 0,5% do total de casamentos registrados.

Em 2013, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou a Resolução 175 que determina que todos os cartórios habilitem ou celebrem casamento civil e conversão da união estável em casamento entre pessoas de mesmo sexo.

Em relação a 2013, as uniões civis entre cônjuges do mesmo sexo aumentaram 51,7%. Em números absolutos, foram 1.131.707 casamentos entre pessoas de sexos opostos e 5.614 entre pessoas do mesmo sexo em 2015.

Em 20 estados houve aumento dos registros civis de casamentos entre 2014 e 2015. Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul tiveram crescimento acima de 10%, e o Acre, de 40%. Os estados da Paraíba e Sergipe apresentaram as maiores reduções, de 7,7% e 6,3% respectivamente.

Divórcios caem
Com relação aos divórcios, em 2015, houve queda no registro de divórcios concedidos em primeira instância ou por escrituras extrajudiciais, passando de 341.181, em 2014, para 329.025 divórcios. O homem tem em média 43 anos enquanto a mulher tem 40 anos quando se divorcia no Brasil.

Guarda compartilhada aumenta
Já a guarda compartilhada cresceu de 7,5%, em 2014, para 12,9% em 2015. Esse tipo de guarda somente passou a ser a regra em 2014, com a Lei 13.058.

Mães mais tarde
Ainda segundo o estudo, as mulheres estão sendo mães mais tarde. Em 2005, quase um terço (30,9%) dos nascimentos eram de mães de 20 a 24 anos. Em 2015, esse percentual foi para 25,14%. No mesmo período, houve aumento da participação dos nascimentos de mães com 30 e 34 anos (20,3%) e 35 a 39 anos (10,5%), em 2015.

G1

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Fátima Bernardes está arrasada com fim do casamento, revela revista

 Foto: Raphael Mesquita / Photo RioNews
Foto: Raphael Mesquita / Photo RioNews

Na semana em que não se comentou outra coisa no mundo dos famosos a não ser a separação de William Bonner e Fátima Bernardes, duas importantes revistas do país trouxeram detalhes do fim do casamento de 26 anos dos apresentadoras globais. A “Contigo!” traz uma reportagem de capa falando da reação que Fátima teve após fazer o fatídico anúncio, através do Twitter, na última segunda-feira.

Uma fonte ouvida pela publicação garante que não houve traição de nenhuma das partes, mas conta que a apresentadora do “Encontro” ficou bastante triste com toda a situação.

“Fátima está arrasada mesmo, mais por causa do divórcio. Isso mexeu com ela, porém é durona, não vai deixar transparecer. O balde de água fria foi ele ter saído de casa, o filho (Vinícius, de 18 anos) deles teria ficado desolado também. Bonner, inclusive, já teria um novo relacionamento, mas não teve traição”, disse à revista, uma pessoa ligada aos dois.

Segundo a reportagem, o apresentador do “Jornal Nacional” deixou, há cerca de dois meses, a casa na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, onde morava com a família (incluindo os três filhos gêmeos) e se mudou para um um apartamento na Lagoa, na Zona Sul.

‘Veja’ revela crise

Já a revista “Veja Rio” vai além e revela um desentendimento entre o casal em março deste ano, quando Fátima decidiu se afastar por um tempo do comando do “Encontro”. Segundo a publicação, nos bastidores do programa, a explicação era que “as discussões entre marido e mulher haviam ultrapassado o patamar dos desentendimentos habituais em um casamento longevo, e Fátima tinha ficado muito abalada com a situação, a ponto de pedir licença do trabalho”.

A publicação relata ainda que há cerca de três meses surgiram novos sinais de que o casamento não ia bem, quando os trigêmeos foram fazer intercâmbio no Canadá e nos EUA. “O casal mal se falava, enquanto Bonner acompanhava com entusiasmos a reforma de um apartamento no 5º andar de um prédio na Avenida Borges de Medeiros, na Lagoa”, diz um trecho da reportagem. ‘Fátima, que mora na Barra, não pisou uma única vez no local”, segundo a reportagem.

Extra

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