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Casal de irmãos é preso em Guarabira suspeito de estupro de vulnerável, desacato, desobediência, resistência e lesão corporal

Um casal de irmãos, ele com 26 e ela com 23 anos de idade, foi preso por policiais do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) nesta segunda-feira (21), na cidade de Guarabira, suspeito de estupro de vulnerável, desacato, desobediência, resistência e lesão corporal. A ocorrência teve início quando os policiais foram acionados para atender a uma solicitação onde uma jovem com um bebê estaria sendo agredida por um homem que dizia ser o marido dela. Quando os militares chegaram ao local informado, a vítima, de 14 anos, informou que o pai da sua filha, um bebê de dois meses, teria peço a criança à força e, sem a sua autorização, a teria levado. Na tentativa de impedi-lo, ela foi empurrada e derrubada no chão por ele.

As guarnições de Rádio Patrulha e do CPU (Coordenador de Policiamento da Unidade), tenente Danilo, se dirigiram até a residência do suspeito, que foi localizado, porém, ao tentar verbalizar com ele, o oficial foi desacatado e contra ele foram desferidas palavras de baixo calão. Diante da situação, a guarnição adentrou na residência e deu voz de prisão ao suspeito que, muito agressivo, ainda resistiu à prisão e desobedeceu às determinações legais da polícia. Ele ainda tentou fugir pelo quintal da residência, mas foi localizado e capturado pela guarnição comandada pelo cabo Rogério, momento em que a irmã do acusado, tentando impedir a prisão dele, jogou uma cadeira na direção da guarnição, atingindo o braço e o pescoço do policial.

A irmã do suspeito, que também passou a proferir ofensas contra os policiais, foi detida junto com ele e os dois foram conduzidos à delegacia. A criança foi entregue à mãe, que relatou que mantinha relações sexuais com o suspeito desde os 12 anos de idade, o que caracteriza o estupro de vulnerável. As partes envolvidas foram conduzidas à delegacia.

 

Assessoria 4º BPM

 

 

Em Tacima, polícia prende casal acusado de tráfico de drogas

Nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (04) a Polícia Civil e a Polícia Militar da Paraíba, a primeira representada pela Seccional de Solânea-21ª DSPC, através da delegacia de Araruna e a segunda, representada pelo Núcleo de Inteligência e guarnições das cidades de Araruna, Tacima, Cacimba de Dentro e Dona Inês, realizaram uma operação na cidade de Tacima e prenderam em flagrante o casal José Carlos Gonçalves Nascimento e Lívia Kethylle Alves de Lima com uma vasta quantidade de drogas (crack, maconha e cocaína) além de uma arma calibre .38 e munições.

O casal vai responder pelo crime de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo e já se encontram à disposição da justiça.

 

FN com ROTA DA NOTÍCIA

 

 

Justiça mantém prisão de casal suspeito de torturar criança em Boqueirão

O casal preso pela Polícia Civil e suspeito de torturar uma criança de sete anos, na cidade de Boqueirão, interior da Paraíba, vai aguardar julgamento recolhido em dois  presídios de Campina Grande.

A decisão foi tomada pela  Justiça, durante audiência de  custódia realizada na manhã desta terça-feira (23).

Maria Aparecida Souza Silva, mãe da criança, será transferida para o Presídio Feminino de Campina Grande. O companheiro dela, Edilson Cosme Albuquerque, padrasto da vítima, será conduzido à Penitenciária Padrão de Campina Grande.

As informações foram repassadas pelo delegado da Policia Civil, Yasley Almeida, que conduziu as investigações.

A justiça acatou pedido feito pela Polícia para decretar a prisão preventiva dos dois suspeitos, após investigações apontarem que eles praticavam maus tratos e até torturas conta um menino de sete anos de idade.

“A criança apanhava com fios, tinha as mãos queimadas com gotas de velas e era acorrentado ao guarda-roupa, para não sair e nem se alimentar”, afirmou o delegado.

O caso gerou comoção social, principalmente porque a principal acusada dos crimes é mãe da criança.

De acordo com informações da Polícia Civil, Maria Aparecida Sousa Silva praticou os crimes com ajuda do seu companheiro Edilson Cosme Albuquerque.

Os dois foram presos na manhã da última quinta-feira (18) pela Polícia Civil.

No dia da prisão, o delegado explicou que os mais tratos foram denunciados pela tia do menor, no dia 10 de julho deste ano. Após acionar a Polícia, a mulher foi até a casa onde estava a criança, junto com conselheiros tutelares para resgatar o menino.

“Eles encontraram o menino muito debilitado, desnutrido, com muitas lesões na cabeça, tórax e outras partes do corpo. Foi levado ao hospital e ainda permanece em tratamento”, declarou o delegado.

Ao tomar conhecimento do caso, a Polícia Civil instaurou inquérito policial e começou a ouvir pessoas próximas. “Ouvimos conselheiros tutelares, assistentes sociais da escola onde o menino estuda  e ouvimos  a criança, que  nos relatou a rotina de sofrimento que vivia”, afirma Almeida.

Para o delegado, o menino  foi vítima  de tentativa de  homicídio triplamente qualificado. “Ao praticar as agressões, o casal pretendia causar a morte do menino, por motivo fútil, sem possibilidade de defesa e com uso de requintes de tortura”, declara.

A mãe e o padrasto da criança negaram a prática do crime, mas as provas coletadas pela Polícia levaram a Justiça a decretar a prisão preventiva contra eles.

A criança continua sob cuidados médicos.

 

clickpb

 

 

Bebê abandonada em maternidade foi adotada por casal de Guarabira

Um casal da cidade de Guarabira adotou a recém-nascida abandonada pela mãe depois do parto no Hospital Regional de Guarabira. A menina foi adota há pouco mais de 30 dias, respeitando-se a fila da adoção, de acordo com a Vara da Infância e Juventude da Comarca de Guarabira.

Uma jovem, identificada por Juliana Fernandes da Paz, de 23 anos, moradora da cidade de Araçagi, ganhou neném em parto normal no dia 7 de maio passado, no Hospital Regional de Guarabira, e fugiu dois dias depois pela janela do banheiro da enfermaria.

Uma funcionária da limpeza contou que teve de pedir ajuda para arrombar a porta, que foi fechada pela mãe. Ela teria usado um balde grande, cheio de roupas, para escalar a parede até chegar à janela, por onde conseguiu fugir.

A direção da unidade hospitalar acionou o Conselho Tutelar para que fossem adotadas as medidas. A criança permaneceu no hospital sob os cuidados da equipe de enfermagem e pediatria até ser transferida para uma casa de acolhimento da cidade (Comunidade Talita), onde ficou até que a Justiça definisse seu destino.

Preenchidos os critérios para adoção definidos em lei, o juízo sacramentou a adoção para o casal, que não teve a identidade nem endereço revelados, para garantir o sigilo e a segurança do casal e da criança.

Quando o caso foi levado a conhecimento público e amplamente divulgado pela imprensa, muitos foram os casais que apresentaram para adotar a criança, mas somente os que já estavam na fila de espera é que tiveram as condições avaliadas pela Justiça.

Quem pode adotar e como?

Qualquer pessoa maior de 18 anos, independente do estado civil, credo religioso, orientação sexual ou aspectos econômicos pode adotar. No entanto, o pretendente deve ser, pelo menos, 16 anos mais velho que o adotando e estar disposto a oferecer um ambiente familiar adequado para o desenvolvimento da criança ou adolescente.

Uma das modalidades legalizadas de adoção ocorre por meio do Cadastro Nacional de Adoção (CNA), quando uma equipe da Vara da Infância e Juventude cruza as informações no sistema e encaminha a criança ou adolescente para a pessoa ou casal que se encontra na fila de pretendentes.

Já nos casos em que um dos cônjuges ou companheiro decide adotar o filho do outro, acontece a chamada adoção unilateral, na qual mantém-se a relação de filiação do adotado com o pai ou a mãe, incluindo, apenas, a nova relação de parentesco.

Além disso, em algumas situações, também é permitido que a mãe biológica entregue diretamente seu filho a alguém. As situações específicas envolvem adoção unilateral; adoção em família, desde que haja afetividade ou afinidade; ou casos em que o adotante for tutor ou guardião legal de criança maior de três anos de idade.

 

portal25horas

 

 

Casal é esfaqueado na porta de casa, em João Pessoa; vizinho é suspeito

Um casal foi esfaqueado na noite deste domingo (7), na porta de casa, em um apartamento no bairro do Bessa, em João Pessoa. De acordo com a Polícia Militar, o vizinho é o principal suspeito do crime.

Segundo informações de testemunhas e Polícia Militar, o vizinho teria batido na porta do apartamento do casal durante a noite. Quando a mulher abriu a porta, ele a esfaqueou. Em seguida, o marido dela saiu, entrou em luta corporal com o vizinho, mas acabou também sendo esfaqueado.

O casal foi levado para o Hospital de Emergência e Trauma por outros vizinhos. O homem, de 31 anos, recebeu alta. A esposa dele, de 32 anos, passou por cirurgia e o estado de saúde dela é considerado estável.

Após o crime, o suspeito conseguiu fugir. No entanto, ele foi detido pela Polícia Militar na mesma rua onde o prédio fica localizado. Em depoimento, o suspeito, de 26 anos, contou para Polícia Civil que estava em casa quando um oficial de Justiça foi até a casa dele para entregar uma medida protetiva por conta de agressões que ele teria praticado contra a mãe, na última sexta-feira, além de ter ameaçado uma jovem de 14 anos. Após receber o documento, ele disse que “surtou”, foi até o guarda-roupa, pegou um canivete e foi até a casa dos vizinhos. Ele ainda disse que não sabe por qual motivo teve essa atitude.

O suspeito é advogado e, após o depoimento, permaneceu preso. Ele deve passar por audiência de custódia nesta segunda-feira (8).

Foto: Clara Rezende/G1

G1

 

Casal é perseguido e morto a tiros em Santa Rita, PB, diz polícia

Um casal foi perseguido e morto a tiros no início da tarde desta segunda-feira (17), no Alto das Populares, na cidade de Santa Rita, na Grande João Pessoa. De acordo com informações da Polícia Civil, o casal tinha ido até a cidade Bayeux e quando retornava à casa, foram perseguidos e baleados ao tentar se esconder. O casal não resistiu e morreu antes de ser levado para um hospital.

De acordo com informações da Polícia Militar, as vítimas foram identificadas como Clara Estephanie Oliveira Santos, de 31 anos, e Daniel Henrique Alves da Silva, de 34 anos. O delegado que registrou o caso, Diego Garcia, explicou que o casal foi visto promovendo uma festa na casa em que estavam.

Ainda conforme a polícia, o casal havia ido em Bayeux comprar drogas e foi morto no retorno à Santa Rita. A equipe de perícia do Instituto de Polícia Científica (IPC) foi até o local e coletou os vestígios no local do crime. A Polícia Militar foi acionada e realizou buscas, mas até a tarde desta segunda-feira, nenhum suspeito tinha sido localizado.

Os corpos foram encaminhados para Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal (Gemol), em João Pessoa, após o trabalho do IPC.

G1

 

Casal de idosos é atropelado ao tentar atravessar avenida Epitácio Pessoa

Um casal de idosos foi atropelado na manhã desta sexta-feira (24), ao tentar atravessar a avenida Epitácio Pessoa, em João Pessoa. O acidente aconteceu por volta das 11h30 no sentido centro-praia, em frente ao Banco do Brasil.

O motorista do veículo informou que foi pego de surpresa com as vítimas atravessando a via e não teve tempo de evitar o atropelamento, que ocorreu fora da faixa de pedestres. Com o impacto o para-brisa do veículo foi quebrado.

De acordo com a Secretaria Executiva de Mobilidade Urbana (Semob), o motorista ficou no local e prestou socorro às vítimas.

Eles foram socorridos para o Hospital de Trauma de João Pessoa. De acordo com informações, o casal estava consciente e orientado, porém a mulher reclamava de dor na cabeça devido a pancada e o homem sofreu um corte atrás da cabeça, mas sem gravidade.

As duas faixas da via precisaram ser interditadas, mas segundo a Semob por volta do meio dia o trecho estava sendo liberado. A interdição causou congestionamento no local.

 

 

clickpb

 

 

Polícia Civil prende casal de traficantes e apreende droga em Solânea

A Polícia Civil, através da 21ª Delegacia Seccional em Solânea, investigava um casal por tráfico de drogas na cidade, quando na manhã desta segunda-feira (18), conseguiu prender em flagrante Genilson dos Santos Silva, 20 anos, e sua namorada, uma adolescente de 14 anos, residentes na Rua Bela Vista em Solânea, aprendendo 1 KG de maconha prensada e uma balança de precisão.

Genilson já responde por crime de tráfico, roubo e é apontado como responsáveis por grande parte da distribuição de drogas em Solânea e região, contando com a ajuda de sua namorada, uma adolescente que se encontra grávida do mesmo.

O preso foi autuado por tráfico de entorpecente corrupção de menor e será encaminhado a Cadeia de Solânea.

FN com Polícia Civil

 

Casal é preso durante comemoração das eleições, em CG

Um casal foi preso, na noite do domingo (29), durante a comemoração da vitória do presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, realizada no Parque do Povo em Campina Grande. De acordo com a Polícia Civil, o homem atirou para o alto e a companheira dele agrediu policiais.

Segundo informações da Polícia Militar,  a prisão aconteceu por volta das 19h30. O suspeito é acusado de ter atirado duas vezes para o alto. Tentando impedir que o homem fosse preso, a companheira dele agrediu os policiais e também foi detida.

O casal está preso na Central de Polícia de Campina Grande, onde aguarda por uma audiência de custódia. Ainda de acordo com o delegado, a mulher que foi atuada por desacato à autoridade pode ser liberada com fiança.

Já o homem foi autuado porque disparou uma arma de fogo em via pública. Segundo o delegado, mesmo que a intenção dele fosse comemorar e não atingir alguém, ele colocou a vida de outras pessoas em risco.

Agressão – Durante as comemorações da vitória de Jair Bolsonaro, uma jornalista também foi agredida com um soco em Campina Grande. Ela prestou queixa na Central de Polícia e repudiou o ato de violência.

pbagora

Foto: Artur Lira/G1

Casal morre após acidente entre ônibus e moto em Campina Grande

Duas pessoas morreram após um acidente na tarde do domingo (5), no bairro do Centenário, em Campina Grande. De acordo com a Polícia Militar, as vítimas estavam em uma motocicleta e, ao invadiram a faixa contrária da via, o veículo colidiu em um ônibus.

A PM informou que o acidente aconteceu por volta das 14h30. As vítimas foram identificadas como Cícera Morais, de 41 anos, e o esposo dela, Valdir Pedro de Farias, de 40 anos. O casal chegou a ser socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma da cidade, mas não resistiram aos ferimentos e vieram a óbito.

Segundo relato da irmã de Cícera, Salvina Moraes, o homem estava na via contrária porque minutos antes teria sofrido uma tentativa de assalto e por isso teria acelerado a moto que, no cruzamento, colidiu com o ônibus.

Ainda de acordo com a PM, policiais da Companhia de Polícia de Trânsito (CPTran) foram até o local do acidente e constataram que Valdi Pedro estava com dois tiros no braço, mas que não houve nenhum registro na Central de Polícia Civil de disparos de arma de fogo no domingo.

Até a manhã desta segunda-feira (6), as informações da PM são de que o médico que atendeu o casal confirmou que as vítimas morreram devido à colisão entre os veículos. A Polícia Civil investiga o caso para entender o que teria acontecido com as vítimas antes do acidente.

Moto colidiu em ônibus na tarde do domingo (5), em Campina Grande (Foto: Reprodução/TV Paraíba)

Moto colidiu em ônibus na tarde do domingo (5), em Campina Grande (Foto: Reprodução/TV Paraíba)

G1