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Graciella Carvalho mostra resultado da dieta que inclui jejum de 20 horas

(Foto: Rogério Tonello / Agência Fio Condutor)
(Foto: Rogério Tonello / Agência Fio Condutor)

Graciella Carvalho está há seis meses sem parar a dieta. Para mostrar o resultado de tanto sacriíficio, a modelo exibiu o corpaço – seco e definido- em um ensaio. “Faz seis meses que não saio da dieta e nem pretendo sair. Cortei muita coisa da minha dieta, não consigo mais comer comida industrializada, fritura nem pensar, abomino açúcar, farinha branca, hambúrguer e não sinto falta de nada”.

Atualmente seu percentual de gordura é de dez por cento. Mas a meta de Graciella é chegar a oito ou cinco por cento. “Estou pesando 58 kg, dez quilos a menos de seis meses atrás. Minha altura é 1,67m e outro dia precisei comprar uma calça tamanho 36!”, festejou ela.

Há dois anos cursando faculdade de Nutrição, ela pretende se especializar na área de nutrição funcional e nutrição esportiva. “Vivo a nutriçao todo o dia e sou completamente apaixonada por essa área.” Para complementar a faculdade, Graciella vem se aperfeiçoando com cursos, que a ajudam a aperfeiçoar sua dieta. “Tenho um nutricionista que é quem monta a minha dieta, mas sempre mexo em alguma coisa por conta própria. Vou testando em mim mesma. Recentemente, por exemplo, testei o jejum intermitente ficando 20h sem comer.”

Graciella ressalta que o jejum não é para qualquer um. “É uma estratégia para a perda de peso e gordura de forma rápida. Não é qualquer um que pode fazer. Existem pessoas que já vêm fazendo dieta low carb há um tempo. Quem não está acostumado pode passar mal. Eu estou acostumada e comecei com pequenos jejuns de 8 horas até chegar ao de 20h. Para esse ensaio fiz o jejum de 20h.”

Durante o jejum, é permitido apenas ingerir água, chá e café. “Eu tomava muito chá de hibisco com cavalinha, que é um ótimo diurético natural. Ultimamente não consumo quase nenhuma comida industrializada. Eu que preparo a minha comida. Dá um trabalhão, mas prefiro que seja dessa forma.”

Na dieta de Graciella, o carboidrato é restrito e deixar de treinar, jamais! “Eu já me acostumei me sinto bem assim. Eu leio muito e estudo muito sobre nutrição e quero envelhecer com saúde sem depender de remédios. Hoje eu cuido da minha saúde com a Alimentação“.

Graciela Carvalho (Foto: Rogério Tonello / Agência Fio Condutor)Graciela Carvalho (Foto: Rogério Tonello / Agência Fio Condutor)
Graciela Carvalho (Foto: Rogério Tonello / Agência Fio Condutor)Graciela Carvalho (Foto: Rogério Tonello / Agência Fio Condutor)
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Gilberto Carvalho: Temos que disputar sonhos da juventude com o shopping center

ministro Gilberto Carvalho“A polícia foi formada ideologicamente para ver os manifestantes que protestam contra a Copa como se fossem inimigos contra quem se deve disparar balas de borracha. Sabemos que, de fato, a polícia jogou gasolina no fogo das manifestações, aumentando a indignação da população. Isso aconteceu em junho do ano passado durante a Copa das Confederações, e neste ano nos rolezinhos dos adolescentes que foram em grandes grupos aos shoppings. É uma concepção de segurança herdada da ditadura e que precisa ser superada”.

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A afirmação pertence a um dos ministros centrais do governo brasileiro, o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, considerado nos meios políticos como o principal elo entre o ciclo Lula (sob cuja presidência trabalhou por oito anos) e o atual, da Presidenta Dilma Rousseff. “O Estado brasileiro foi montado pelas elites para proteger sua acumulação e reprodução da riqueza, e o aparato de segurança foi montado para conter aqueles que se opuserem a esse processo de acumulação econômica”, observa. A seguir, sua entrevista:

Ministro, para onde esse fenômeno vai evoluir?

É muito difícil prever, acredito que esses jovem estejam no centro de uma disputa ideológica e política que suscita um desafio para o nosso projeto, que foi exitoso ao proporcionar um futuro para esses jovens ao derrubar os muros e permitir que vão em multidões aos shoppings, em ter gerado novos consumidores, mas aí começa a batalha cultural.

Esses jovens estão cativados por valores do consumo, do exibicionismo, alguns entram em lojas de marcas caras não para comprar, apenas para provar, tirar fotos e mostrar no Facebook. Seus valores são parecidos com aqueles mostrados na televisão e nosso desafio é disputar essa hegemonia, propondo a solidariedade, a paz, o respeito à mulher.

Temos que ser capazes de oferecer a eles um projeto que desperte novos sonhos. Nós ganhamos as eleições de 2002, 2006 e de 2010, agora temos que repensar o esgotamento de nossas propostas para torná-las novamente atrativas para a população.

Haverá outro “incêndio” durante a Copa?

Sabemos que haverá manifestações, é natural que aconteçam em um país democrático, mas têm que ser sem violência. Entre os manifestantes, há grupos minoritários que atacam símbolos do capitalismo, incendeiam bancos, apedrejam concessionárias de automóveis importados. Estamos preocupados, mas acreditamos que não haverá um incêndio.

No mês passado, fui ao Fórum Social Mundial em Porto Alegre, estávamos jantando quando o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, pediu licença para resolver um problema entre manifestantes e policiais. Como governador, ele ordenou não reprimir, mas não é fácil que a polícia fique imóvel quando alguns insultam, cospem neles.

A reeleição da Dilma depende da Copa?

Considero quase impossível que existam problemas graves e se, conforme esperamos, tudo correr bem na Copa, tudo será festa. Inclusive se a Argentina for campeã (risos), isto permitirá que a vida das pessoas continue normalmente e isso não vai beneficiar a candidatura da Dilma. Mas se a Copa for afetada por episódios violentos, se algum jogo for suspenso ou alguma coisa do tipo, o que me parece improvável, isto sim poderia afetar a presidenta. Por isso estamos trabalhando fortemente para que tudo corra bem, queremos que a população participe de atividades culturais, que tenha lugares onde festejar, não apenas nos estádios.

Em que ponto isso se relaciona com o debate de democratização da mídia?

Acredito que o debate sobre a democratização é irreversível, e que o monopólio absoluto da informação já começou a ser relativizado. Está sendo quebrado através da contrainformação nas redes sociais, nos blogs.

No Brasil, os veículos tradicionais criminalizam o debate sobre a democratização afirmando, astutamente, que o governo quer ter uma mídia oficialista para restringir a liberdade, quando o que queremos é ampliar a liberdade.

Queremos que mais pessoas tenham acesso à mídia, que outros pontos de vista possam ser divulgados, nós queremos que a realidade não seja filtrada pelos donos dos veículos.

A presidenta Dilma enviará uma lei ao Congresso?

A presidenta Dilma não enviará uma lei ao Congresso para ser derrotada. É preciso, antes de propor uma lei, fazer um trabalho de esclarecimento da população, que já começou a relativizar o que a grande imprensa, cuja credibilidade está diminuindo, diz.

Acredito que antes de enviar uma lei precisamos que existam veículos que deem um tratamento democrático à informação, não falo de canais do governo, mas de meios que permitam ao leitor ou ao espectador ter acesso a vários pontos de vista. Temos que enfrentar uma forte batalha pela democratização da mídia…. É preciso reconhecer que a esquerda brasileiro cometeu um equívoco ao não dar importância suficiente para o tema. Não é apenas com uma lei que se faz a democratização.

Acredito que não demos apoio suficiente a veículos que fizessem contraposição à imprensa tradicional. Eu me pergunto por que não temos, no Brasil, um jornal como o Página 12, da Argentina, ou como La Jornada, do México. Quem dera nós tivéssemos um Página 12.

Lula voltará em 2018?

Espero que Lula volte à presidência em 2018, acredito que seja possível que ele volte, e é preciso trabalhar para isso.  Se Lula voltar em 2018, não será somente alguém que volta ao poder depois de dois governos (2003-2010), Lula é uma expressão do povo brasileiro. É alguém que fortalece a autoestima do povo. Eu acredito que com Lula no governo de 2018 a 2022 fecharíamos um ciclo.

 

carta maior

Gilberto Carvalho pede a volta de Lula em 2018

 

LulaNa mesma semana em que o ex-presidente Lula concedeu sua primeira grande entrevista e disse estar de volta ao jogo, o ministro da Secretaria-Geral da presidência da República, Gilberto Carvalho, pediu seu retorno. Não agora, em 2014, mas em 2018. Leia trechos da entrevista concedida pelo ministro ao jornal Brasil Econômico:

Mas ele pode voltar em 2018?

Pode. Não sei se ele quer, mas eu quero muito. Lula faz bem ao povo brasileiro. Ele não é apenas um governante. Trata-se de uma questão de constituição do povo e da nação, uma questão de autoestima. A maneira como as pessoas se relacionam com ele é completamente diferente da relação com qualquer outro político. As pessoas imaginam que o Lula é um pouco delas. São elas que estão ali, no poder. E, para além do carisma, tem as medidas que ele tomou na linha da inclusão social, econômica e cultural, promovendo o resgate da dignidade do cidadão. A maneira como ele abriu o Palácio do Planalto para as pessoas comuns, os moradores de rua, catadores, todo mundo. Isso não é retórica, não é literatura. Isso aconteceu. Lula recebeu aqui dentro (do Palácio) hansenianos que tinham ficado confinados em colônias e deu a eles uma pensão para pagar o mal que o Estado fez a eles. Muitas coisas desse tipo que jamais iriam emergir se não houvesse no poder um cara como o Lula. Ele tirou da cabeça das pessoas o autoconceito de exclusão – alguém que acha que é inferior ao outro porque o outro é doutor e ele não. O Lula é a insurgência contra isso. Por isso, espero que ele volte em 2018.

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O projeto do PT era mesmo de permanecer 20 anos no Poder?

Nunca tivemos esse projeto. Eu não quero que o PT fique eternamente no Poder. Vai chegar a hora em que teremos que sair. Sonhei muito que o Eduardo Campos pudesse ser nosso candidato em 2018. Infelizmente, não deu certo. Vai ser bom para o PT sair. O governo fez mal ao PT.

 

 

brasil247

Rodrigo Carvalho destaca importância do Programa Habilitação Social

O superintendente do Detran-PB, Rodrigo Carvalho, falou sobre o Programa Habilitação Social durante entrevista à imprensa. Ele disse que 108 mil e 730 candidatos concorreram a 2.000 vagas no programa promovido pelo Governo do Estado.

Rodrigo Carvalho afirmou que outras 1.000 vagas foram reabertas pela gestão e que os classificados já podem conferir o resultado no site habilitaçãosocial.pb.gov.br.

– Os escolhidos foram classificados por critérios de desempate e não houve indicações. Os classificados deverão apresentar a documentação solicitada no nosso site de 3 a 13 de julho – ponderou ele.

O superintendente lembrou que os escolhidos não terão custos no processo e que o classificado terá tranquilidade para passar por todos os procedimentos, a exemplo dos testes psicotécnico e médico.

As declarações repercutiram nesta segunda-feira, 09, na Rádio Caturité AM.

paraibaonline

‘Cine Municipal’ será lançado juntamente com DVD do cineasta Vladimir Carvalho

 

O prefeito de João Pessoa (PMJP), Luciano Agra, lança nesta sexta-feira (18) mais um projeto cultural. Trata-se do ‘Cine Municipal’, que acontecerá mensalmente com o objetivo de aproximar servidores públicos da sétima arte. O evento acontece, às 20h, no auditório do Centro Administrativo Municipal (CAM), em Água Fria. Na ocasião, será lançado em DVD o documentário ‘Rock Brasília – Era de Ouro’, do cineasta paraibano Vladimir Carvalho, que foi selecionado para ser um dos representantes do País no Festival de Cinema Brasil/Nova Iorque.

O novo projeto da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) também promove maior intercâmbio entre realizadores paraibanos, que se destacam no cinema nacional, e profissionais ligados à área, residentes na Capital. Nesta primeira edição, o convidado é Vladimir Carvalho, importante nome da cinematografia do País, radicado há décadas em Brasília.

Sessões – Na sessão desta sexta-feira, o documentário ‘Rock Brasília – Era de Ouro’ será exibido para o prefeito e convidados, entre os quais especialistas na área de audiovisual. Na terça-feira (22), a Funjope promove outras duas sessões, às 10h e 16h, voltadas aos servidores municipais do CAM. O DVD do filme ficará disponível para venda no local do evento.

Reconhecimento internacional – ‘Rock Brasília – Era de Ouro’ foi selecionado para o Festival de Cinema Brasil/NY, que será realizado de 6 a 14 de junho deste ano. O diretor Vladimir Carvalho estará presente no evento juntamente com o seu produtor, Marcus Ligocki. Ambos vão aproveitar a ocasião para fazer contatos com distribuidores internacionais para negociar a exibição comercial do filme no exterior.

A exibição em Nova Iorque vem depois de outras conquistas alcançadas, como a premiação do documentário no último Festival de Paulínia (SP). O documentário de Vladimir Carvalho também foi reconhecido como o melhor filme, a melhor direção e a melhor trilha sonora do Festival de Cinema de Blumenau (SC). Aliás, o realizador passa por um momento especial, pois recebeu recentemente o título de professor emérito da Universidade de Brasília (UNB), onde foi professor de Cinema.

Rock brasileiro na tela – O mais recente documentário de Vladimir reúne depoimentos inéditos dos artistas que fizeram parte do movimento brasileiro inspirado nos punks de Londres. Entre eles estão Renato Russo, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, do Legião Urbana; Dinho Ouro Preto, Fê e Flávio Lemos, do Capital Inicial; e Philippe Seabra, do Plebe Rude. Também há espaço para os depoimentos daqueles que tiveram algum vínculo com esse grupo, a exemplo de Herbert Vianna, do Paralamas do Sucesso, e Caetano Veloso.

Atualmente, o diretor segue acompanhando o lançamento do DVD do filme em diversas cidades do País, incluindo João Pessoa, onde o filme obteve calorosa recepção em sessão especial realizada no FestAruanda.

Secom da PMJ para o Focando a Notícia