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Cartilha orienta pais sobre transporte correto de crianças em veículos

O Conselho Federal de Medicina (CFM), a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) lançam na próxima semana uma cartilha para ajudar pais e responsáveis a colocar crianças no carro de maneira correta, sem prejuízos à saúde.

Segundo a cartilha, crianças devem sempre que possível ser transportadas no banco traseiro dos veículos automotores e preferencialmente ocupar a posição central nesse banco.

Caso o veículo não tenha cinto de três pontos na posição central do banco traseiro, o dispositivo de retenção infantil deverá ser instalado nas posições do banco de trás onde houver esse cinto. O airbag do passageiro deverá ser desativado quando o veículo transportar crianças no banco da frente.

“Esses equipamentos foram projetados para dar mais segurança aos usuários em casos de colisão ou de desaceleração repentina. Conforme mostram os números, eles têm sido fundamentais para salvar milhares de vidas ao longo destes anos”, diz o primeiro vice-presidente do CFM, Mauro Ribeiro.

A cartilha conta com orientações do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo Antônio Meira Júnior, diretor da Abramet e um dos idealizadores do livreto, os médicos são profissionais fundamentais para recomendar a forma apropriada de conduzir uma criança em um veículo.

A cartilha completa pode ser consultada na internet.

Foto: ABr

Agência Brasil

 

 

Em evento TRE-PB lança Cartilha da “Propaganda Eleitoral – Você é o fiscal”

treO Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB), realiza nesta quarta- feira (27) o Lançamento da “Cartilha da Propaganda Eleitoral”, em parceria com a Escola Judiciária Eleitoral da Paraíba, que lança a Campanha “Propaganda Eleitoral – você é o fiscal”.

A desembargadora Maria das Graças Morais Guedes, vice-presidente e corregedora do TRE-PB promove duas palestras para jornalistas e representantes de partidos políticos.

O empresário guarabirense, Jarbas Aguiar representa as rádios Rural e Cultura, além do Portal Nordeste1. O evento tem como o intuito de tirar dúvidas sobre a propaganda eleitoral de rua e de mídia com vistas às eleições 2016.

O evento ocontece na Sala de Sessões do TRE-PB, no primeiro andar do Edifício sede do TRE-PB.

nordeste1

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Coalizão divulga cartilha sobre Reforma Política e Eleições Limpas

membrosMembros da Coalizão Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas divulgaram terça-feira, 22, a cartilha sobre o Projeto de Lei de Iniciativa Popular pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, intitulada “Por um sistema político identificado com as reivindicações do povo”. A divulgação ocorreu durante entrevista coletiva à imprensa, na Câmara dos Deputados, da qual participaram o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, os membros do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Aldo Arantes, Cláudio Pereira e Marcello Lavenère, e a diretora do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, Jovita Rosa. Na ocasião, houve também o lançamento da Coalizão Parlamentar pela Reforma Política.

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A cartilha explica o que é a Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, constituída por 95 entidades, entre elas a CNBB, bem como os principais pontos da proposta: a proibição de doações de recursos financeiros de empresas para financiar campanhas eleitorais; a mudança no sistema de votação, sendo feito em dois turnos, no qual, no primeiro, o eleitor votaria em um programa, em ideias e, no segundo turno, escolheria as pessoas que irão colocar em prática o projeto; a equiparação entre o número de homens e mulheres no meio político, sendo que, para cada candidato homem, teria uma mulher; e a regulamentação do artigo 14 da Constituição de 1988, que trata dos instrumentos de participação popular.

Financiamento de campanhas

Durante a coletiva, dom Leonardo falou sobre a prévia da votação da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn) número 4650, impetrada no Supremo Tribunal Federal (STF) pela OAB. Até o momento, há seis votos a favor da inconstitucionalidade de artigos da Lei Eleitoral (9.504/1997), que tratam de doações a campanhas eleitorais por pessoas físicas e jurídicas, e de trechos da Lei dos Partidos Políticos (9.096/1995), que disciplinam a forma e os limites para efetivação de doações a partidos políticos no Brasil. “A coalizão tem trabalhado para que, realmente, o poder econômico tenha cada vez menos influência nas nossas eleições”, disse dom Leonardo.

Na Câmara dos Deputados, um projeto de emenda constitucional prevê tornar a prática de doações de empresas privadas uma norma da Constituição Federal. Para dom Leonardo, o resultado prévio da votação no STF já demonstra que não será possível. “O desejo aqui na Câmara, por um determinado grupo de trabalho, é que se constitucionalize essa participação econômica. O Supremo está sinalizando que isso não seja constitucional”, resumiu.

O secretário geral do Conselho Federal da OAB, Cláudio Pereira, ressaltou o sentido de igualdade de condições na disputa eleitoral que a inconstitucionalidade da Lei representa. “O que o Supremo faz ao impedir que as empresas interfiram no processo político eleitoral é aprimorar o processo político eleitoral, é permitir que a vontade popular prevaleça em igualdade de condições, contribuindo com isso para legitimação ainda maior dos nossos representantes eleitos pelo voto do povo”, disse.

O membro do Conselho Federal da OAB e Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), Marcello Laverère Machado, considerou a coletiva como um convite à imprensa, “responsáveis pela formação da opinião plural”, para comunicar que, no final deste ano, acontecerão as últimas eleições com financiamento de empresas. “Certamente, em 2016 nós não teremos mais a participação do dinheiro das empreiteiras, das pessoas jurídicas, do capital financeiro, dos bancos, tornando desigual a luta política, entre outras conquistas que esperamos até as próximas eleições, como a paridade de gênero, o fortalecimento dos instrumentos da democracia direta”, comemorou Lavenère.

Coalização Parlamentar

Logo após a coletiva, houve o lançamento da Coalizão Parlamentar pela Reforma Política e Eleições Limpas,  que conta com o apoio, segundo dados da OAB, de 170 parlamentares.

Informações sobre a aquisição da cartilha pelo e-mail: coalizao2013@gmail.com ou pelo telefone: (61) 2193-9658.

 

CNBB

Cartilha “Prostituição: uma abordagem feminista” será lançada na próxima semana

Divulgação
Divulgação

Na próxima terça-feira (18) a Sempreviva Organização Feminista realizará em São Paulo o lançamento da cartilha “Prostituição: uma abordagem feminista”. O intuito, segundo a integrante da organização Tica Moreno, é abordar essa questão sem nenhum moralismo.

A ideia é aproveitar que a regulamentação da prostituição está em debate na Câmara para discutir como esse ponto interfere na vida das mulheres,na luta feminista e como ele é utilizado pelo capitalismo e pelo patriarcado.

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Junto com a publicação será lançado um vídeo chamado “Nosso corpo nos pertence?” que foi feito junto com o MAB (Movimento dos Atingidos pelas Barragens) e mostra como se dá a prostituição nas grandes obras no Brasil.

Tica chama a atenção para a aproximação da Copa do Mundo e das Olimpíadas no Brasil como chamarizes de turismo sexual, mas aponta que o problema não ocorre só nesses eventos.

“Há no país uma estrutura do turismo sexual. Basta ver na época do verão o tanto de turista vem pra cá em busca de prostitutas. A Copa, pelo fato de atrair pessoas com dinheiro, teria que ser alvo de campanhas pelo governo abrindo o olho pra essa realidade”, finalizou Tica.

Brasil de Fato

Cartilha explica as verdades e os mitos do armazenamento do cordão umbilical

A cartilha também busca incentivar a doação de material para o banco público. Esta é a melhor maneira de garantir que o material guardado seja útil no tratamento de algum paciente

 

Com intuito de esclarecer as verdades e os mitos sobre o armazenamento do sangue de cordão umbilical, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) disponibiliza uma cartilha para pais e mães de todo o Brasil. Apesar desta prática ter crescido nos últimos anos, muitas pessoas ainda desconhecem os reais benefícios e as limitações desse tipo de transplante. A cartilha também busca incentivar a doação para o banco público. Esta é a melhor maneira de garantir que o material guardado será útil no tratamento de algum paciente.

Divulgação/Loterpa PA O sangue do cordão umbilical é rico em células-tronco e por isso pode ser uma alternativa no tratamento de doenças hematológicas

  • O sangue do cordão umbilical é rico em células-tronco e por isso pode ser uma alternativa no tratamento de doenças hematológicas

Segundo a publicação, o sangue de cordão umbilical e placentário (sangue que permanece na placenta e na veia umbilical após o nascimento do bebê), pode ser facilmente coletado, de forma indolor e segura, e ser armazenado por anos. A sua obtenção não traz nenhum prejuízo à saúde da mãe ou do bebê.

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O sangue do cordão umbilical, assim como o da medula, é rico em células-tronco e por isso pode ser uma alternativa no tratamento de doenças hematológicas. Porém, são raros os relatos da realização de transplantes de sangue de cordão autólogo, ou seja, do próprio doador  em nível mundial. Também não há estatísticas quanto ao uso e eficácia destes tratamentos. Um dos motivos é que o sangue de cordão pode carregar o mesmo material genético e os mesmos defeitos responsáveis por uma doença que venha a aparecer nos primeiros anos de vida da criança. O uso de células do cordão da própria pessoa é desaconselhado, por exemplo, em casos de leucemia.

Esse procedimento tem sido utilizado para tratar, principalmente, pacientes com doenças hematológicas, como por exemplo cânceres das células sanguíneas e outras disfunções do sistema de produção ou funcionamento das células do sangue quando há a necessidade de transplante.

No Brasil, entre 2003 e 2010, 45.661 unidades de cordão umbilical foram armazenadas em bancos privados, mas apenas três foram utilizadas para transplante autólogo. A grande maioria dos transplantes que utilizam as células-tronco do sangue de cordão é realizada com células armazenadas em bancos públicos.

A cartilha também ressalta que mais de 80 doenças podem ser tratadas por meio de transplante, mas nem sempre será possível utilizar o próprio sangue de cordão, por isso é mais interessante e proveitoso a doação de células em banco públicos de armazenamento, assim a agilidade em encontrar material compatível será maior.

 

Bancos públicos

Nestes bancos as células-tronco armazenadas são provenientes de doações voluntárias, que são realizadas de forma sigilosa e com o consentimento materno. Nos bancos públicos, as células poderão ser utilizadas por qualquer pessoa desde que haja compatibilidade (uso alogênico não-aparentado), ou mesmo pelo próprio doador ou um parente seu, se estiverem disponíveis. Os custos são cobertos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A grande maioria dos transplantes que utilizam as células-tronco do sangue de cordão é realizada com células armazenadas em bancos públicos. Mais de 12.800 pacientes no mundo todo foram tratados desta maneira

Há raros relatos da realização de transplantes de sangue de cordão autólogo em nível mundial. Não há estatísticas quanto ao uso e eficácia destes tratamentos realizados. A chance de uma criança necessitar de suas próprias células-tronco é extremamente baixa. Considerando as chances de alguém desenvolver câncer, necessitar de um transplante e não encontrar um doador compatível, indicam probabilidades de 0,04% a 0,0005% nos primeiros 20 anos de vida.

 

Fonte:
Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Anvisa lançará cartilha sobre reais benefícios de armazenar sangue de cordão umbilical

cordão umbilicalA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai lançar, no fim de março, uma cartilha para alertar os futuros pais sobre os reais benefícios de armazenar o sangue de cordão umbilical para uso próprio, também conhecido como autólogo.

O gerente de Tecidos, Células e Órgãos da Anvisa, Daniel Roberto Coradi de Freitas, explicou que a iniciativa, que conta com a parceria do Instituto Nacional do Câncer (Inca), foi impulsionada pela constatação de que muitos pais pagam caro para congelar o sangue dos cordões umbilicais dos filhos na crença de que estão adquirindo um seguro de vida.

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“Na verdade, o uso dessas unidades é muito restrito. E nosso intuito é esclarecer aos pais essa realidade para que eles tomem uma decisão consciente”, disse Coradi. “Alguns bancos acabam fazendo propaganda sobre o uso da célula para o tratamento de uma série de doenças, o que ainda está sendo pesquisado”, acrescentou.

Panfletos em salas de espera de consultórios ginecológicos e de maternidades são facilmente encontrados com a promessa de salvar a vida do bebê por meio do uso do sangue do cordão umbilical do próprio recém-nascido em casos de doenças futuras, hoje incuráveis. Os preços podem variar de R$ 2,5 mil a R$ 7 mil e ainda existe a taxa de manutenção que varia entre R$ 500 e R$ 700.

No Brasil, os bancos privados de sangue de cordão umbilical têm licença de funcionamento, emitida pelo órgão de vigilância sanitária, para executar exclusivamente atividades afetas ao armazenamento, com o fim de utilização pelo próprio recém-nascido, mas alguns têm se utilizado de manobras jurídicas para tratar parentes do detentor do cordão umbilical armazenado, que é proibido por lei, já que essa é competência do banco público, gratuito e universal.

O uso autólogo das células-tronco é justificado por entidades médicas para os casos de alto risco genético para doenças, entre elas anemias hereditárias, como talassemia, doença falciforme.

Em abril de 2010, a Anvisa determinou adequações no material publicitário de bancos de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário para uso autólogo, depois de identificar itens irregulares, como informações que possibilitariam interpretação errônea a respeito da utilização das células do sangue de cordão umbilical e placentário, resultando em falsa sensação de segurança para os pais ao adquirir um serviço que, de fato, não tem meios de assegurar a saúde futura dos filhos. Um ponto pouco esclarecido para os pais é que crianças prematuras costumam ter uma quantidade de sangue no cordão umbilical insuficiente para a coleta.

A gerente de Produção do maior banco privado de sangue de cordão umbilical do país, Cryopraxis, Janaína Machado, admitiu que existem no mercado propagandas enganosas, mas defendeu a existência dos bancos privados, que, segundo ela, podem ser úteis para pacientes que não encontram doadores compatíveis nos bancos públicos.

“É preciso ter muito cuidado com o tipo de propaganda, mas não se pode colocar todos os bancos no mesmo saco. É uma atividade regulamentada pela Anvisa e cabe às agências reguladoras analisar caso a caso,” disse ela. “É dever do Estado prover saúde a todos os brasileiros, mas o Estado não tem a capacidade de prover saúde para todos. Não é justo que quem possa pagar pelo privado utilize o serviço  público”, comentou.

O armazenamento privado é proibido em vários países e condenado pela Comunidade Europeia. Nos Estados Unidos, a prática é permitida. A expansão desse tipo de atividade no Brasil preocupa as entidades médicas, como a Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH) e a Sociedade Brasileira de Transplante de Medula que defendem que o uso comercial do cordão umbilical autólogo não tem respaldo científico, clínico ou terapêutico.

Coradi ressaltou que a Anvisa regula a qualidade e a segurança desses produtos e que não é de sua alçada aprovar ou proibir essa atividade comercial. “Nós regulamentamos a atividade, porque ela já existia. A proibição, se for o caso, deve ser feita por lei. O Congresso Nacional e o ministério devem se articular para definir se isso deve ser proibido e como”.

De acordo com o diretor do Centro de Transplantes de Medula Óssea do Inca no Rio e coordenador da Rede Pública de Bancos de Sangue de Cordão, Luis Fernando Bouzas, proibir esses bancos não é a melhor opção e a informação é a melhor forma de conscientizar a população sobre essa atividade.

“Acho que proibir é pior. Em países onde se proibiu, choveram ações judiciais, passaram a congelar em outros países. Acho que o melhor é informar e criar bancos públicos”, comentou.

 

 

Agência Brasil

Luiz Couto destaca cartilha sobre tráfico de pessoas e parabeniza governo

 

luiz coutoO vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Tráfico de Pessoas, deputado Luiz Couto (PT-PB), fez comentário acerca da cartilha alertando sobre o tráfico de seres humanos, que está sendo reeditada pelo governo federal.
 
Couto disse que a coordenação tripartite, composta pelo Ministério da Justiça, Secretaria de Políticas para as Mulheres e Secretaria de Direitos Humanos, reeditou no passaporte dicas para viajar com segurança.
“Trata-se de uma cartilha contendo dicas e orientações para que as brasileiras e brasileiros não se deixem envolver por aliciadores que prometem tudo, mas, no final, só há sofrimento e dor”, explicou.

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O parlamentar esclareceu que o governo está reforçando a campanha nacional do enfrentamento do tráfico de mulheres, que teve início em 2010. “Verificamos que essa situação cresce e é preciso dar um basta. Por isso, parabenizamos a gestão da presidenta Dilma pela reedição da cartilha que orienta as pessoas”, completou.

Ascom Dep. Luiz Couto

Dom Aldo lança cartilha com orientações para os eleitores

Dom Aldo recebe a imprensa das 9h ao meio-dia de segunda-feira, dia 10/09, para falar sobre a Cartilha. Não será uma entrevista coletiva. O Arcebispo conversa com os jornalistas e radialistas de acordo com o horário de chegada de cada um. Haverá momentos em que o “bate-papo” poderá ser individual. Em outros haverá a conversa conjunta para que todos possam ser atendidos.

O texto da Cartilha será entregue aos profissionais da imprensa quando chegaram à Cúria Metropolitana. Depois das 12h a Cartilha vai estar disponível para leitura e/ou impressão no site da Arquidiocese da Paraíba (www.arquidiocesepb.org.br). Na tarde da segunda-feira cópias da Cartilha vão estar disponíveis para a população na recepção da Cúria (entrega gratuita).

“Eleições municipais 2012. Participação do povo de Deus na construção da cidade e da cidadania”. Esse é o título da Cartilha que o Arcebispo Metropolitano da Paraíba, Dom Aldo Pagotto, lança nesta segunda-feira, dia 10 de setembro, na Cúria Metropolitana/Palácio do Bispo, na Praça Dom Adauto, s/n, no Centro de João Pessoa (PB).

A Cartilha tem 12 tópicos. No início Dom Aldo explica que “a Arquidiocese da Paraíba dirige-se aos candidatos e aos eleitores lembrando o princípio elementar da Doutrina Social da Igreja: ‘a solidariedade e a subsidiariedade’, tendo em vista a formação da consciência política dos cidadãos”. E completa: “A Igreja incentiva a participação de todos na construção de políticas de inclusão social porque dignificam a vida da população como prática de fé, justiça, amor e serviço ao próximo. A vida e a história são construídas por nós todos, concidadãos e corresponsáveis”.

Dom Aldo escreve sobre qual é a missão do prefeito, do vice-prefeito e dos vereadores. “O cidadão consciente vota e acompanha o encaminhamento de projetos de políticas públicas que os candidatos e partidos prometem nas campanhas”, comenta.

“O povo anda decepcionado com a política e com os políticos incompetentes na administração do patrimônio público. Muitos fizeram do mandato político um meio para se enriquecer, sem compromisso para com as necessidades da população. Depois do escândalo é difícil recuperar a credibilidade perdida! Por isso é importante conhecer a história do candidato e as propostas que ele apresenta. Quem é? De onde vem? Onde já atuou? O que já fez? Ele representa projetos e interesses de quem?”, justifica o Arcebispo.

Sobre o perfil do eleitor consciente, Dom Aldo indica: “Jamais troque ou venda o seu voto por ‘favores’. Não se corrompa. Quem é infiel no pouco, infiel será em maiores responsabilidades”.

Dom Aldo apresenta sugestões de políticas públicas nas áreas da Saúde; Educação; Geração de ocupação e renda; Segurança pública; Reestruturação agrária, agrícola, hídrica e energética; e Cultura. “Quem planeja tem futuro. Quem improvisa ao acaso fica com a sina do destino”.

No fim da Cartilha, Dom Aldo questiona: seria possível um Pacto Social pela Paraíba, a partir dos municípios, nas pequenas, médias e grandes regiões?

Pascom

Cartilha orienta equipes de saúde no atendimento às vítimas de queimadura

O material  integra um conjunto de ações para a Linha de Cuidado ao Trauma da Rede de Urgência e Emergência

Para auxiliar as equipes de saúde de todo o País na assistência às vítimas de queimaduras, reduzindo o agravo da lesão e o risco do óbito, foi produzida a Cartilha para Tratamento de Emergências das Queimaduras. O material é uma parceria do Ministério da Saúde (MS) e da Câmara Técnica de Queimaduras do Conselho Federal de Medicina, e integra um conjunto de ações para a Linha de Cuidado ao Trauma da Rede de Urgência e Emergência.

Divulgação/Universidade Federal de São Paulo o Brasil conta com 45 unidades hospitalares habilitadas em assistência a vítima de queimaduras espalhados pelo País

  • o Brasil conta com 45 unidades hospitalares habilitadas em assistência a vítima de queimaduras espalhados pelo País

Os 424,5 mil exemplares da cartilha que foram produzidos já seguiram para as secretarias estaduais e municipais de saúde, hospitais gerais e especializados, postos e centros de saúde, unidades básicas, policlínicas, unidades de pronto atendimento geral e especializada, e outros serviços de saúde.

Segundo o coordenador geral de Média e Alta Complexidade do ministério, José Eduardo Fogolin, apesar de já existirem inúmeros manuais e publicações que auxiliam na assistência de saúde a vítimas de queimaduras, o material disponibilizado agora visa orientar as equipes em âmbito nacional.

A cartilha possui 17 páginas e conta com linguagem concisa e de fácil manuseio para que o profissional encontre, inicialmente, informações sobre o principal órgão atingido pelo agravo, a pele. Em seguida, está descrito todo o passo a passo para o atendimento inicial das vítimas de queimadura nos diferentes graus (1º, 2º e 3º).

As orientações estão baseadas na análise da superfície do corpo afetada pela queimadura, na profundidade, na extensão do agravo, no agente causador e nas circunstâncias em que ocorreram as queimaduras.

No Brasil

Os casos de queimadura no País representam um agravo significativo à saúde pública. O ano passado foram registradas 1.437 internações em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) de Queimados, com taxa de óbito de 17,95% das internações, ou seja, 258 pessoas mortas. Já em 2010, ocorreram 1.283 internações em UTI, com 233 mortes ou 18,16% de percentual de óbito.

Atualmente, o Brasil conta com 45 unidades hospitalares habilitadas em assistência a vítima de queimaduras, espalhados pelas cinco regiões do País.

De acordo com informações da cartilha, entre os casos de queimaduras notificados, a maior parte acontece nas próprias residências das vítimas e, quase metade das ocorrências envolve a participação de crianças. Dentre as queimaduras mais comuns – tendo a criança como vítima – estão as decorrentes de escaldamentos (manipulação de líquidos quentes, como água fervente, pela curio¬sidade característica da idade) e as decorrentes de violência doméstica. Já entre os entre os adultos do sexo masculino, as queimaduras mais frequentes ocorrem em situações de trabalho.

O material informa, ainda, que os idosos também compreendem um grupo de risco alto para queimaduras, devido à sua menor capacidade de reação e às suas limitações físicas. Para as mulheres adultas, os casos mais frequentes de queimaduras estão relacionados às situações domésticas, como o cozimento de alimentos e acidentes com botijão de gás.

De uma forma geral, para toda a população, as queimaduras provocadas pelo uso de álcool líquido e outros inflamáveis são as predominantes.

Acesse na íntegra o conteúdo da Cartilha para Tratamento de Emergências das Queimaduras.

Portal Brasil

Padre da PB lança cartilha e afirma que “vender voto leva pro inferno”

O padre da Paraíba Djacy Brasileiro lançou nesta semana uma cartilha para orientar a população sobre a votação no dia 7 de outubro. Entre os alertas feitos pelo sacerdote, a afirmação que “vender voto leva para cadeia e o inferno”.

Conhecido por sua luta em defesa do sertanejo e pela transposição do São Francisco, Djacy orienta os sertanejos a não votarem “cegamente” por “paixão, glamour ou beleza” das campanhas. Ele afirma que “políticos corruptos, oportunistas, mentirosos, hipócritas” tentam usar a seca para conquistar o voto ludibriando a população.

“Assim como urubus gostam de carniças, políticos descompromissados, oportunistas, que só pensam no poder e suas mordomias, gostam de tirar proveito do sofrimento do povo”, disse o padre.

Veja Cartilha do padre Djacy Brasileiro.

A HORA E A VEZ DO(A) ELEITOR(A) SERTANEJO(A)

SERTANEJO (A), Consciente de seus direitos básicos (saúde, educação, moradia, água, segurança etc.,) vote somente em candidatos que tenham compromisso com sua cidade, sua comunidade rural, que visem o bem comum, o interesse do povo. Para isso, conheça a sua história de vida, suas atitudes éticas, cristãs. Reflita: por que fulano A ou B quer ser prefeito, ou vereador? Quais suas intenções?Quais suas propostas de governo? Candidato A ou B é digno do meu voto? POR QUE EU DEVO VOTAR NELE (A)?

SERTANEJO (A), não vote aleatoriamente, cegamente. Use sua inteligência, seu raciocínio. Pense antes de se comprometer com qualquer candidato. Não vote movido pela paixão, pelos brilhos festivos das campanhas, pelas as aparências físicas, pelo tradicionalismo familiar. O futuro de sua cidade, de seu sítio, está em suas mãos. Por isso, vote com muita responsabilidade. VALORIZE SEU VOTO, QUE É SUA ARMA CIDADÃ.

SERTANEJO (A), não vote em políticos corruptos, oportunistas, mentirosos, hipócritas, que usam o poder político como caminho fácil para beneficiar a si próprio (enriquecimento ilícito), a seus familiares (emprego, mordomias, vida boa…) e a seus correligionários (emprego, privilégios, dinheiro). POLÍTICO CORRUPTO É SINÔNIMO DE DESGRAÇA NA VIDA DO POVO.

SERTANEJO (A). Estamos em plena seca. Muitos candidatos poderão querer tirar proveito dessa triste situação. Trata-se do famoso “pão e circo” ou a famosa indústria da seca. Para muitos politiqueiros, fome, sede e miséria rendem votos. Abra seus olhos, fique atento para esse tipo de coisa. Cuidado com os espertos. DIGA UM NÃO À INDÚSTRIA DA SECA!

SERTANEJO (A), não comercialize seu voto, que é sua arma. Vender ou trocar voto por quaisquer coisas (feira, material de construção, passagens, óculos, ataúde, remédio, roupa, presente, areia etc.) é um grave atentado a sua dignidade, a sua cidadania, além de ser crime eleitoral. Sertanejo sério, honesto, responsável não vende ou troca seu voto. Cuidado para não cair nessa tentação diabólica. Vender voto é coisa do diabo, não deve ter perdão. Vender ou trocar voto, além de ser crime, é pecado. VENDER VOTO LEVA PARA A CADEIA E O “INFERNO”.

SERTANEJO (A), candidatos que compram votos na calada da noite, ou em pleno dia, não têm compromisso com a população. Políticos compradores de votos têm como único objetivo o poder pelo o poder, para dele desfrutar das muitas mordomias. Se por acaso, algum candidato quer negociar o seu voto, grave a conversa, tire fotos, depois denuncie à Justiça eleitoral. DENUNCIE A COMPRA OU TROCA DE VOTO.

SERTANEJO (A), não se deixe ser tratado como boiada, massa de manobra. Diga um Não ao voto de cabresto. Você não é animal. Diga um NÃO ao coronelismo. Ninguém manda no seu voto. Você é livre, por isso, vote sem medo no seu candidato ideal. Nem prefeito, vereador nem cabo eleitoral, seja quem for, é dono do seu voto. Quem manda no voto é o próprio eleitor. Seja livre para votar em quem quiser. O VOTO É SECRETO E DADO LIVREMENTE.

SERTANEJO (A), assim como urubus gostam de carniças, políticos descompromissados, oportunistas, que só pensam no poder e suas mordomias, gostam de tirar proveito do sofrimento do povo. CUIDADO COM OS POLÍTICOS RELÂMPAGOS, QUE SÓ APARECEM NA COMUNIDADE EM TEMPO DE ELEIÇÃO.

SERTANEJO (A), faça o seguinte questionamento: por que muitos políticos visitam minha comunidade só em tempo de campanha eleitoral? Quando na minha comunidade faltavam médicos, dentistas, água, escolas, segurança, saneamento básico etc., onde estavam esses ditos políticos? ELES AGORA ESTÃO APARECENDO COM SUAS PROMESSAS DE MIL MARAVILHAS. POR QUÊ?

SERTANEJO (A), se na sua cidade ou comunidade, a Saúde não funciona com convém, Educação de qualidade não existe, a violência assombra, a corrupção é escancarada, o esgoto corre a céu aberto, o povo não tem qualidade de vida, a fome, a sede e a miséria reinam etc. de quem é a culpa, do gestor, ou sua, que não soube escolher? PENSE ANTES DE ESCOLHER SEU CANDIDATO.

SERTANEJO (A), dê um basta à dependência, à humilhação. Troque os verbos PEDIR E HUMILHAR, pelo os verbos EXIGIR, COBRAR, REIVINDICAR, LUTAR. O prefeito nada faz por caridade ou favor, porque é bonzinho, mas por estrita obrigação. Você é cidadão (â), portador (a) de plenos direitos. EXERÇA SUA CIDADANIA, LUTANDO PELOS SEUS DIREITOS.

SERTANEJO (A), após as eleições, você tem um compromisso com sua cidadania, com seu município: exija dos seus eleitos (prefeito, vereadores) compromisso, trabalho, responsabilidade, transparência e seriedade com a coisa pública. Exija aplicação correta e honesta dos recursos públicos. Não aceite desmando político-administrativo (corrupção, abandono…). SEJA UM (A) CIDADÃO (Â) EXIGENTE E FISCALIZADOR.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES

SERTANEJO (A), o objetivo da Lei 9.840/99 contra a corrupção eleitoral é punir com a perda de mandato ou da candidatura, os políticos que tentarem comprar votos ou que utilizarem a máquina administrativa em benefício de campanhas eleitorais.

A. O artigo dessa lei condena a compra de votos, tratando-a como crime eleitoral;

B. “É proibido ao candidato prometer, oferecer, doar ou entregar ao eleitor, com o fim de obter-lhe o voto, bem ou vantagem pessoal de qualquer natureza…”.

C. “Caso tenha conhecimento e provas cabais (fotos, testemunhas, documentos, bens utilizados para a prática do ato etc.) de compra de votos, denuncie ao Ministério Público eleitoral ou à procuradoria regional eleitoral”.

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