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Manifestantes realizam ato contra Bolsonaro com cruzes e cartazes em praia de João Pessoa

Um grupo de manifestantes realizou um protesto na madrugada deste domingo (7), com uma intervenção visual como ato simbólico no Busto de Tamandaré, na Praia de Tambaú, em João Pessoa.

As areias da praia amanheceram com cruzes, simbolizando os mortos por covid-19, e cartazes de ‘Bolsonaro Genocida’ e ‘A Vida Acima do Lucro’. 

O objetivo da manifestação era mostrar indignação com o governo, que tem tomado medidas contrárias à comunidade internacional e científica e a omissão dos dados sobre covid-19.

O ato registrou as lutas contra o racismo, lembrando as mortes de George Floyd, nos EUA, e Miguel, em Pernambuco.

 

clickpb

 

 

‘Paciência, por favor. Minha mãe fez cirurgia’: Filha põe cartazes em caminhonete para justificar lentidão em viagem até SC

Por conta da recente cirurgia da mãe que exigiu uma viagem interestadual, a designer de turismo sensorial Audmara Veronese, de 47 anos, encontrou uma forma criativa para alertar os outros motoristas sobre o motivo para trafegar lentamente pelas rodovias entre Pato Branco (PR) até Xanxerê, no Oeste catarinense.

Com três cartazes colocados na traseira da caminhonete, Audmara fez o apelo: “Paciência, por favor! Minhã mãe fez cirurgia. Tenho que dirigir devagar”.

Cirurgia da mãe

A recém-operada Iolanda Veronese, de 70 anos, passou por uma cirurgia para retirar quatro hérnias da região abdominal no dia 31 de outubro e teve alta no último domingo (3).

Segundo Audmara, a ideia surgiu como resposta após uma recomendação médica. “O médico disse que os solavancos na estrada poderiam comprometer a recuperação da minha mãe depois da cirurgia. Então eu tinha que dirigir bem devagar, principalmente por conta dos buracos. Mas, quem está no trânsito tem suas razões e condições na hora de dirigir. Foi quando pensei nas placas de forma bem prática para explicar a situação”, disse.

Dirigir devagar

Ela lembra que levou quase três horas para percorrer 110 km. “Teve trechos que tinha lombadas e precisei reduzir para 20km/h ou até menos para a minha mãe não sentir tanta dor. Quando eu olhava pelo retrovisor tinha uma fila enorme de veículos. Por incrível que pareça, não tinha ninguém buzinando, foi inacreditável. Todos respeitaram e quando me ultrapassavam as pessoas acenavam”, disse.

A iniciativa foi parar na internet e ganhou grande repercussão nas redes sociais. “Recebi muito retorno de pessoas que eu não conheço e de todo país desejando melhoras para minha mãe, além de outras falando que já tiveram que enfrentar o trânsito com alguém doente”, explica a designer.

No Hospital Thereza Mussi em Pato Branco, antes de Iolanda ir para a cirurgia — Foto: Audmara Veronese/ Arquivo pessoal

No Hospital Thereza Mussi em Pato Branco, antes de Iolanda ir para a cirurgia — Foto: Audmara Veronese/ Arquivo pessoal

‘Paciência, por favor’

Audmara, que é natural de Caçador e reside em São Paulo (SP), afirmou que está acostumada com o trânsito complicado e que a palavra paciência poderia ser mais aplicada diante de tantos transtornos. A mãe, que também é de Caçador, e reside há cinco anos em Xanxerê terá que retornar até o Paraná para dar andamento no tratamento.

“Vamos usar as placas novamente, uma vez que alguns trechos da rodovia são muito ruins assim como a passagem das lombadas que exige uma velocidade baixa. Ela ainda sente dor e se tiver solavancos será pior, mesmo a caminhonete sendo um veículo grande e pesado, não consegue vencer os buracos e remendos da pista sem trepidar”, afirma.

A designer explica que a experiência também trouxe lições compartilhadas. “Tem muita gente que precisa dirigir com maior lentidão e isso deve repetir diariamente em grandes capitais ou no interior. O que me deixou feliz foi perceber que as pessoas que conseguiram ler as placas estavam se colocando no lugar do outro. O mais importante é que em tempo de tanta intolerância existe empatia e respeito”, finaliza Audmara.

Audmara e a mãe Iolanda  — Foto: Audmara Veronese/ Arquivo pessoal

Audmara e a mãe Iolanda — Foto: Audmara Veronese/ Arquivo pessoal

 

G1

 

 

Deputado pede desobrigação de cartazes contra homofobia: ‘empresários reclamam’

O deputado estadual Wallber Virgolino (Patriotas), nesta terça-feira (02), revelou esperar que o seu projeto pedindo a desobrigação da fixação de cartazes contra a homofobia em estabelecimentos comerciais da Paraíba seja votado na próxima semana. A solicitação já passou pela Comissão de Comissão e Justiça, de Direitos Humanos e deve ir a plenário.

“Nossa intenção não é aguçar discriminação, é garantir a isonomia. Existem outros segmentos da sociedade que também mereciam esse tratamento e o Estado não pode impôr de maneira onerosa nada ao empresariado, à iniciativa privada. Foram várias reclamações de empresários, principalmente os pequenos comerciantes, que se sentem onerados”, declarou.

O parlamentar garantiu que o projeto está ao lado do interesse público, é constitucional e conto com os outros deputados para que seja aprovado. “Nossa intenção não é acabar, mas facultar, é deixar a critério do comerciante. Com isso, espero que haja a união entre os diferentes, héteros e homossexuais, pretos e brancos, união da sociedade”.

Yves Feitosa/Fernando Braz

 

 

Abertas inscrições para concurso nacional de cartazes, vídeos, fotografias, jingles e monografias

Inscrições-AbertasEstão abertas, até o dia 10 de maio, as inscrições para os concursos de cartazes, fotografias, vídeos e jingle da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça (Senad). O tema é A Educação na Prevenção ao Uso de Drogas.

O objetivo dos concursos é incentivar a participação dos diferentes níveis estudantis em atividades culturais de valorização da vida e estimular a mobilização e o engajamento da sociedade nas atividades relacionadas à prevenção do uso de drogas.

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Segundo o MJ, a  ampla participação de crianças, adolescentes, jovens e adultos nestes concursos, que são realizados anualmente, tem mostrado a percepção da sociedade sobre a importância das ações de prevenção do uso de drogas.

Categorias

Na categoria cartazes, podem participar alunos que estejam devidamente matriculados e cursando o 2º, 3º, 4º e 5º anos do ensino fundamental, em escolas públicas ou privadas de todo o País. Serão premiados 1°, 2° e 3° colocados por região brasileira – Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sul, Sudeste. A finalidade do concurso é incentivar a discussão sobre a questão das drogas no ambiente escolar. O valor da premiação é de R$ 2 mil para o 1º lugar; R$ 1,5 mil para o 2º lugar; e R$ 1 mil para o 3º lugar.

A categoria fotografia é aberta para o público em geral, que disputa um único prêmio por região. A intenção da Senad é motivar a reflexão sobre a prevenção do uso de drogas, por meio da linguagem visual. A categoria jingle também é aberta a todos os interessados e premiará os melhores trabalhos de cada região. A premiação para estas duas categorias é de R$ 3 mil.

A categoria vídeos é especial para alunos que estejam devidamente matriculados e cursando o 6º, 7º, 8º e 9º anos do ensino fundamental e o ensino médio, em escolas públicas ou privadas do País. O concurso, que tem também como objetivo incentivar a reflexão e a discussão sobre a questão das drogas no ambiente escolar, premiará o 1º lugar de cada região. O valor da premiação é de R$ 3 mil.

Concurso de monografia

Com o tema Drogas e Direitos Humanos, a Senad – em parceria com o Centro de Integração Empresa/Escola (CIEE) – lança ainda o 12º Concurso Nacional de Monografia, que é voltado para estudantes universitários, devidamente matriculados em cursos de graduação das Instituições de ensino superior reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC).

Serão premiados os três melhores trabalhos em nível nacional e a intenção com o concurso é o envolvimento da comunidade acadêmica, em especial, os alunos de graduação em ações relacionadas à prevenção do uso de drogas. O 1º lugar receberá R$ 6 mil como premiação; o 2º, R$ 4 mil; e o 3º, R$ 3 mil. Os trabalhos também deverão ser postados até o dia 10 de maio de 2013.

Os regulamentos dos concursos estão disponíveis nos sites www.senad.gov.br e www.obid.senad.gov.br .

Crack, É Possível Vencer

 

Lançado em dezembro de 2011, a campanha prevê um investimento total de R$ 4 bilhões em recursos federais, até 2014, para prevenir o uso, oferecer tratamento e reinserção social de usuários e enfrentar o tráfico de crack e outras drogas ilícitas.

As ações – que se dividem em três eixos: cuidado, autoridade e prevenção – são executadas por meio de parcerias entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios, e com a participação da sociedade civil e do controle social. O plano une as políticas e ações de saúde, assistência social, segurança pública, educação, desporto, cultura, direitos humanos, juventude, entre outras, em consonância com os pressupostos, diretrizes e objetivos da Política Nacional sobre Drogas.

 

Fontes:

Ministério da Justiça

Blog da Justiça

Observatório Brasileiro de Informações Sobre Drogas