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Prefeitos da PB e RN preparam carta para cobrar repasses do Governo Federal

Os prefeitos dos estados da Paraíba e Rio Grande do Norte, que realizaram, na manhã desta sexta-feira (05), mobilização na Praça do Meio do Mundo – que é o encontro da BR 412 com a BR 230 – na divisa dos municípios de Campina Grande, Boa Vista e Pocinhos, para alertar os cidadãos sobre a crise na administração municipal, elaboraram uma carta, ao final do protesto, reunindo reivindicações dos gestores dos dois estados nordestinos ao Governo Federal.

A principal cobrança é o aumento do repasse financeiro dos programas sociais que, na grande maioria, não é atualizado há mais de 10 anos.

O evento foi coordenado pela Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup). “A ideia é chamar a atenção da população para a crise dos municípios da PB e RN, as dificuldades da administração municipal e a necessidade de um novo pacto federativo”, reforçou Tota Guedes, presidente da Famup.

De acordo com Tota Guedes, outro objetivo de hoje era o de reacender a discussão sobre o Pacto Federativo. “Hoje os municípios participam com 18% do bolo tributário nacional. Essa forma de distribuição da receita do país é muito perversa para os municípios”, defende o presidente da Famup.

Tota Guedes considerou a manifestação pacífica. Na oportunidade, os prefeitos entregaram a pauta do movimento aos transeuntes e autoridades presentes.

A manifestação antecedeu a XX Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que ocorrerá entre 15 e 18 de maio, em Brasília.

wscom

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Menina escreve carta e denuncia que pai estupra as 2 irmãs dela em MT

(Foto: Divulgação/PM)
(Foto: Divulgação/PM)

 

Uma criança de 12 anos escreveu uma carta e denunciou o estupro das duas irmãs, de 11 e 15 anos, sofrido pelo pai delas, em uma fazenda na região de Araguaiana, a 570 km de Cuiabá. A menina entregou a carta para uma professora, que levou o caso ao Conselho Tutelar e à Polícia Militar nesta quinta-feira (23). O pai das vítimas, de 40 anos, foi preso e autuado, mas negou os crimes. Os abusos, entretanto, foram confirmados por exames, segundo a Polícia Civil.

Menina escreve carta e denuncia que pai estupra as 2 irmãs dela em MT (Foto: Divulgação/PM)Menina escreveu carta e denunciou que o pai estuprava as 2 irmãs dela (Foto: Divulgação/PM)

Na carta, a menina diz que o pai é ‘ruim’ e que estupra as duas irmãs dela. Ela também afirma que o pai deixa as crianças tomarem bebidas alcoólicas, mas não permite que tenham amigos. Em outro trecho, a criança conta que a irmã dela, de 15 anos, está com o olho inchado porque ficou acordada a noite toda e que foi estuprada. No final da carta, a menina diz que ‘jura por Deus’ que o pai estuprou as irmãs. Ela também fez um desenho do pai preso em uma cela.

De acordo com o comandante da PM, subtenente Elton Vieira, o Conselho Tutelar já monitorava a situação e tentou por diversas vezes ter contato com as crianças. No entanto, o pai das vítimas não permitia as visitas ou aproximação dos conselheiros. Havia denúncias de que as crianças eram abusadas sexualmente e que eram vítimas de maus-tratos e agressão.

As crianças, de 11 e 12 anos, além da adolescente e o irmão delas, de 14 anos, moravam sozinhas com o pai na zona rural de Araguaiana. A mãe está presa por tráfico de drogas no município de Piranhas, em Goiás. “A diretora [da escola] recebeu da professora a foto da cartinha da criança, que revelava esses abusos contra as irmãs. Inclusive a carta pontuava que a adolescente teria sido estuprada durante toda a noite”, disse o comandante da PM.

De acordo com a polícia, o pai das crianças trabalhava como seringueiro em uma fazenda da região. “Eu conversei com ele [o suspeito], que não falou nada. Ele abaixava o olhar e não queria olhar para nós [policiais]. Ele estava abalado com a situação [da descoberta do crime]”, comentou o comandante.

Os pais são separados desde antes da prisão da mãe das vítimas. Duas das crianças moravam com a mãe, até que tiveram que se mudar para a casa do pai depois que ela foi para a cadeia.

Estupro
O suspeito, as duas crianças e os dois adolescentes foram levados para a delegacia da Polícia Civil em Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá. Conforme o delegado que começou a investigação, Wilyney Santana Borges, apenas a criança de 12 anos (que escreveu a carta) e o irmão dela não teriam sido vítimas dos abusos.

“Conversamos com a adolescente de 15 anos e com a criança de 11 e elas confirmaram os abusos. A menina de 15 anos tomava anticoncepcional fornecido pelo pai. Ele já a molestava há anos. Encaminhamos as meninas para exames que confirmaram os abusos”, afirmou o delegado ao G1.

A criança de 11 anos teria começado a sofrer os abusos há quatro meses, época em que passou a morar com o suspeito quando a mãe foi presa por tráfico de drogas. “A criança de 12 anos escreveu a carta e entregou para a professora. O menino de 14 anos é fechado, meio que protege o pai”, comentou o delegado.

O pai das crianças não permitia a visita do Conselho Tutelar, mesmo com várias denúncias de maus-tratos na região onde moram. “Ele negou os abusos, mas reconheceu que comprava o anticoncepcional para a adolescente porque, segundo ele, ela tinha o ciclo menstrual desregulado”, relatou.

O delegado perguntou ao suspeito qual punição ele acha que deveriam receber as pessoas que cometem abusos contra crianças, principalmente contra os próprios filhos. “Ele disse que não poderia julgar ninguém e que tudo teria uma causa de ser e uma explicação”, finalizou o delegado.

O seringueiro foi autuado por estupro e estupro de vulnerável. O pai das crianças foi encaminhado para a Cadeia Pública de Barra do Garças. As vítimas foram levadas para um abrigo e estão sob a guarda do Conselho Tutelar. Os conselheiros e o Ministério Público devem fazer uma triagem para identificar se há algum familiar que poderia cuidar das crianças.

G1

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Em carta aos bispos de todo o mundo, papa Francisco pede tolerância zero com pedofilia

papaO papa Francisco enviou uma carta aos bispos de todo o mundo em que pede a proteção de crianças e para que “o sofrimento, a história e a dor dos menores que foram abusados sexualmente por sacerdotes” não sejam esquecidos. Ele ainda pediu “tolerância zero” aos religiosos. As informações são da agência de notícias Ansa.

“Escutar o choro das crianças significa também escutar o choro e o lamento de nossa mãe igreja, que chora não só pela dor causada em seus filhos mais pequenos, mas também porque conhece o pecado de alguns de seus membros. Pecado que nos causa vergonha. Pessoas que tinham a responsabilidade de cuidar destas crianças, destruíram a dignidade delas”, escreveu o papa.

Ele pede “coragem para proteger a infância dos novos Herodes dos nossos dias, que roubam a inocência de nossas crianças”. O pontífice referia-se ao rei que mandou matar todos os primogênitos de Belém após o nascimento de Jesus Cristo.

“Hoje, na lembrança do dia dos santos inocentes, quero que renovemos todo o nosso empenho para que essas atrocidades não ocorram mais entre nós. Que encontremos a coragem necessária para promover todos os meios necessários para proteger de todas as formas as vidas de nossas crianças porque tais crimes não podem mais se repetir”, disse.

 

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“Porque fico no Correio”: Em carta, Fabiano Gomes explica razões para continuar no Sistema Correio

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Poucas pessoas tiveram a chance de conhecer o Sistema Correio – por dentro e por fora – como eu.

E lhes garanto: quem conhece se apaixona!

Quem não quer ser fisgado pelos Cavalcanti Ribeiro, dê meia volta e jamais se aproxime. pois se o fizer, estará irremediavelmente conquistado.

Sou, confessamente, apaixonado por esta casa que me deu tudo: tamanho, confiança, régua e compasso.

Pensei – realmente pensei, tolamente – que poderia curar esta paixão.

Mas, no íntimo, sabia que não resistiria a dez minutos de conversa com minha madrinha Beatriz.

Ela parece ter o dom nato de administrar conflitos.

A vida lhe deu, de berço, este PHD que tantos tentam conquistar nas academias da vida.

E sua trajetória fala por ela: desde que assumiu o comando geral desta casa, a Paraíba testemunha a ascensão do Sistema Correio ao topo dos conglomerados de comunicação da Paraíba.

Na conversa que tivemos esta manhã fomos – ambos – às lágrimas.

Não teve barganha. Não teve incremento de um mísero centavo ao que já me é pago, regiamente, por esta empresa.

Teve, isto sim, a amplitude da confiança que já nutrimos. O estreitamento dos laços afetivos que nos unem.

Uma afeição que se estende ao senador Roberto Cavalcanti, de quem mereci um dos gestos mais fraternos que se pode ter numa vida que, desde cedo, fiquei órfão de pai vivo: o zelo, o cuidado, a proteção.

Jamais esquecerei que ele largou tudo, todos os compromissos e responsabilidades, para me prestar socorro – me levando até o Sírio Libanês, em São Paulo, para que eu tivesse acesso ao melhor tratamento disponível neste País. E do meu lado não se apartou um só instante até meu restabelecimento.

Gestos como esse não se pagam – até porque o mundo monetário não tem moeda suficiente para quitar a doação e a abnegação; o carinho e o cuidado.

Só se agradece.

E se tem uma frase que quero morrer grifada em letras maiúsculas no meu coração é que gratidão se paga com gratidão.

Ao empresário João Gregório, meu mais profundo e sincero obrigado pela oferta generosa. E pela confiança que mais uma vez manifestou em mim, ao me estender a superintendência executiva de suas empresas – um cargo que sequer existia e que foi concebido para me acomodar confortável e prestigiosamente dentro da Arapuan.

João, digo de público que é uma honra e um conforto ter sua confiança desde os meus 16 anos, quando me abriu as portas de uma emissora de rádio em Cajazeiras, forjando ali o homem e o comunicador que sou hoje.

Mas tudo na vida tem seu tempo. E meu tempo no Sistema Correio ainda não terminou.

A paixão por esta casa, e pelos moradores que nela habitam, quebranta meu coração.

Nem sai e já estou de volta para assumir neste 2017 que está batendo na nossa porta outras importantes missões dentro do Sistema Correio, acumulando com a direção de radiojornalismo a diretoria geral de marketing e direção das plataformas das redes sociais.

Fecho 2016 me sentindo um homem feliz – como só é possível ser quando se é tão querido pelos que se quer tanto bem.

Feliz 2017. Paz, saúde e bem.

blogdogordinho

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Garota é achada morta após publicar carta com “Senhor Noel, por favor me mata”, na PB

criancaA estudante Letícia Pereira da Luz, de 14 anos, foi encontrada morta na noite dessa terça-feira (7), dentro de um quarto da casa onde morava com a família, na cidade de Nova Olinda, na região do Vale do Piancó, a 433 km de João Pessoa. A morte aconteceu dois dias depois da garota compartilhar uma foto em uma rede social com a frase: “Senhor Noel, eu nunca te pedi nada de Natal, mas neste natal, por favor me mata, obrigado” (sic).

De acordo com o major Antônio Guedes, comandante do 13º Batalhão da PM, os pais da garota informaram que tinham saído para a escola e quando o pai retornou para casa, encontrou a filha morta dentro do quarto e um revólver calibre 38 ao lado do corpo.

“Ele ficou desesperado quando viu a cena e ainda tentou se matar, mas o contivemos para não acontecer mais uma tragédia. O local foi isolado para a chegada da Polícia Civil”, explicou o major.

Ainda segundo major, duas cápsulas foram encontradas deflagradas ao lado do corpo e os vizinhos informaram que ouviram dois tiros. O major disse que a arma seria ilegal já que o pai da garota era o proprietário e não possuía autorização para usá-la.

O delegado Glauber Fontes, chefe da Polícia Civil no Vale do Piancó, disse que a polícia requisitou exames para confirmar se o crime foi um homicídio ou suicídio. “Não podemos descartar nada ainda. Vamos esperar os resultados dos exames para ter um diagnóstico preciso sobre homicídio ou suicídio. O caso é investigado”, falou.

Imagem postada no facebook

O corpo foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Patos onde passou por perícia e foi liberado para velório e sepultamento.

portalcorreio

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Em carta, 20 estados relatam ‘colapso’ e pressionam por ajuda financeira

brasilGovernadores do Norte, Nordeste e Centro-Oeste reforçaram, em carta enviada ao governo federal, pedido de ajuda financeira nos mesmos moldes da concedida pela União ao Rio de Janeiro. Na ocasião, o estado decretou estado de calamidade pública devido à crise financeira e recebeu socorro financeiro de R$ 2,9 bilhões do governo federal.

Apesar de reforçarem o pedido, os governadores garantiram que não decretarão calamidade pública antes de se encontraram com o presidente Michel Temer – que retorna hoje de Nova York, onde participou da Assembleia das Nações Unidas. A informação consta em carta assinada pelo Fórum dos Governadores do Nordeste, Norte e Centro Oeste.

No texto, os 20 governadores reforçam o cenário de crise financeira e afirmam que “já chegaram a uma situação de colapso”. Segundo os governadores, esse cenário tem prejudicado “serviços essenciais sabidamente na segurança, saúde, dentre outros, atrasando o repasse para outros poderes, atrasando salários dos servidores ativos, aposentados e pensionistas.

 “Permanecendo no rumo dos últimos meses, quem ainda não teve problema sabe que é uma questão de tempo”, dizem na carta.

Na semana passada, governadores de 17 estados, principalmente das regiões Norte e Nordeste, se reuniram com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, para solicitar novamente uma ajuda emergencial por conta das perdas de recursos devido à queda dos repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE).

Após o encontro, informaram que, sem esse apoio extra vão decretar nas próximas semanas estado de calamidade pública.O pedido inicial era de R$ 14 bilhões, mas na semana passada o valor baixou para R$ 7 bilhões, e a título de antecipação do ingresso de repatriação de recursos do exterior – a que os estados têm direito, mas que ingressarão somente no fim de outubro.

Também na semana passada, após a ameaça dos estados, a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi,informou que não há possibilidade de o governo conceder ajuda emergencial aos estados do Norte e Nordeste. “Não tem espaço”, disse ela na ocasião, lembrando que o governo tem de cumprir a meta de um déficit fiscal de até R$ 170,5 bilhões neste ano.

Na carta divulgada nesta semana, os governadores afirmaram que tomaram a decisão “de ninguém publicar o decreto e de insistir em sermos recebidos pelo Presidente Michel Temer, e seguir buscando um entendimento”.

“Sabemos, que a verdadeira saída é a retomada do crescimento, gerando emprego e renda. E temos consciência da gravidade do impacto da Decretação de Calamidade por vários Estados brasileiros ao mesmo tempo, inclusive podendo afetar a meta principal que é estabilizar a queda na economia e na criação de um ambiente melhor para os investidores”, acrescentaram.

Os governadores informaram ainda, no documento, que já entraram em contato com um membro da equipe do presidente Michel Temer, que lhes foi informado que ele tinha dificuldades de agenda esta semana “mas que buscaria organizar um novo momento para nos receber”.

Eles disseram ainda que parlamentares das bancadas do Norte, Nordeste e Centro-Oeste já apresentaram emendas para assegurar o Auxílio Emergencial aos Estados, no valor de R$ 7 bilhões, ao Projeto de Lei Complementar 257/2015 que trata do alongamento das dívidas dos Estados, e também da PEC 241, que trata do teto dos gastos públicos. “Muitos têm comparecido às nossas agendas e manifestando apoio ao Pleito”, informaram.

Carta
Leia a íntegra da carta enviada por governadores ao governo:

Carta dos Governadores do Nordeste, Norte e Centro Oeste do Brasil

Vivemos uma das mais graves crises brasileiras na economia, na política e chegando no social, principalmente com seca, com grande perda de grãos e outros produtos e falta de água para abastecimento humano e animal, paralisação de obras públicas e programas federais e o desemprego crescendo.

A queda da economia afeta, especialmente, os Estados que dependem mais das receitas partilhadas com a União, principalmente o Fundo de Participação dos Estados – FPE. E por isto as nossas regiões são as mais atingidas.

Em 2015 e também em 2016 os Estados adotaram medidas sérias, reduziram despesas e conseguiram economizar. Mas a queda da receita, especialmente o FPE e recursos dos Estados não liberado pela União, como os recursos previstos na Lei Kandir de 2014 provisionado para pagamento este ano (compensação do ICMS das Exportações, não cobrados pelos Estados para incentivar mais exportação), novos incentivos da União reduzindo IPI e IRPJ e subida automática de preços de energia, comunicação, combustível etc engoliram todo este esforço.

Dos 27 Estados e Distrito Federal, 21 já chegaram a uma situação de colapso e prejudicando serviços essenciais sabidamente na segurança, saúde, dentre outros, atrasando o repasse para os outros poderes, atrasando salários dos servidores ativos, aposentados e pensionistas. E permanecendo no rumo dos últimos meses, quem ainda não teve problema sabe que é questão de tempo.

Com base em estudos do CONFAZ – Conselho dos Secretários da Fazenda e também do Tribunal de Contas da União, demonstramos ao governo federal, em documento e agenda com o Presidente da República, Michel Temer, e sua equipe, que R$ 14 bilhões é a soma destes impactos em nossas receitas e pedimos ajuda ao Chefe do Executivo sob a forma de Auxílio Emergencial, além da liberação de recursos da Lei Kandir. E dissemos que, por entendimento entre os governadores, após agendas com equipe do Governo Federal, e compreendendo a difícil situação da União, reduzimos o pleito para o valor de R$ 7 bilhões.

Lembramos ainda que do esforço do povo brasileiro para o alongamento das dívidas com a União, de um total de R$ 55 bilhões, estes 20 Estados do Nordeste, Norte e Centro Oeste, representam apenas 9% de todo o montante da dívida com a União, alguns inclusive sem dívida com a União, e os outros 7 Estados ficando com 91%. Defendemos a unidade nacional, e reconhecemos que os Estados mais desenvolvidos precisam desta solução, mas defendemos também o equilíbrio e justiça federativa, e pedimos a compensação, reforçando a situação emergencial para suprir serviços essenciais à população, no valor de R$ 7 bilhões.

Destacamos neste processo o importante apoio das bancadas do Nordeste, Norte e Centro Oeste, principalmente na Câmara e no Senado, onde já apresentaram emendas para assegurar o Auxílio Emergencial aos Estados, no valor de R$ 7 bilhões, ao Projeto de Lei Complementar 257/2015 que trata do alongamento das dívidas dos Estados e da PEC 241, que trata do teto dos gastos públicos, e muitos têm comparecido às nossas agendas e manifestando apoio ao Pleito.

O presidente Michel Temer disse que reconhecia a gravidade vivida pelos Estados, e que tinha sensibilidade, explicou a ajuda dada ao Estado do Rio de Janeiro, que Decretou Calamidade, na fase em que sediou as Olimpíadas Mundiais, e que ele havia liberado cerca de R$ 2,9 bilhões. Reafirmamos nosso apoio à ajuda dada ao Rio de Janeiro e relatamos que muitos Estados já haviam tomado esta decisão de Decretar também Calamidade mas, sabendo da gravidade para o país, apostamos na sensibilidade do Presidente.

Ele disse ainda que em 15 dias após aquele dia 16/08/16, apresentaria uma solução. Nesta última semana pedimos a agenda para uma resposta e fomos recebidos a pedido do Presidente da República pelo Ministro Henrique Meireles da Fazenda, e sua equipe. E a resposta foi que não poderia atender ao pleito dos 20 Estados destas 3 regiões. E também que não poderia liberar este valor a título de antecipação das receitas previstas com base na Lei da Repatriação, outra alternativa apresentada, por não saber o valor exato a ser recolhido. E nem mesmo como empréstimo no modelo do Programa Emergencial Financeiro – PEF, desburocratizado.

Diante disto, comunicamos ao Ministro Meireles e equipe, que muitos Estados já estavam preparando o texto e providências legais para, no caminho do Rio de Janeiro, Decretarem Calamidade, e tomamos a decisão de ninguém publicar o Decreto e de insistir em sermos recebidos pelo Presidente Michel Temer, e seguir buscando um entendimento.

Sabemos, que a verdadeira saída é a retomada do crescimento, gerando emprego e renda. E temos consciência da gravidade do impacto da Decretação de Calamidade por vários Estados brasileiros ao mesmo tempo, inclusive podendo afetar a meta principal que é estabilizar a queda na economia e na criação de um ambiente melhor para os investidores.

No início da noite da última terça-feira, em contato com a coordenação do Fórum dos Governadores, membro   da equipe do Presidente Michel Temer informou que ele tinha dificuldades de agenda esta semana mas que buscaria organizar um novo momento para nos receber.

Somos 20 governadores do Brasil, com 60 Senadores e Senadoras, metade da composição da Câmara dos Deputados, representando cerca da metade da população do Brasil que, diante desta situação, tomamos também a decisão de fazer este comunicado ao Povo Brasileiro.

G1

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Cunha diz em carta que já foi punido e que cassação destruirá a vida dele

Pedro Ladeira/Folhapress
Pedro Ladeira/Folhapress

O deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) entregou nesta semana aos deputados carta na qual tenta reforçar sua defesa no processo de cassação de mandato do qual é alvo e cujo julgamento final no plenário da Câmara está marcado para 12 de setembro. No documento, o peemedebista diz que já foi punido politicamente ao ter de renunciar à presidência da Câmara, em julho, e diz que a cassação vai “destruir” a vida dele e da família.

Cunha distribuiu entre 300 e 400 cartas, de acordo com a assessoria de imprensa. Elas foram entregues nos gabinetes dos parlamentares na Câmara entre terça-feira (30) e quarta-feira (31). Com a votação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) no Senado e a campanha eleitoral municipal, porém, muitos parlamentares não tinham sequer lido a carta, quando abordados pela reportagem.

Na primeira parte do documento, com três páginas, Cunha pede que os deputados se atenham ao mérito da representação que pede sua cassação. Ele lembra que será julgado sob acusação de ter mentido à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras em 2015, de que não possuía contas secretas no exterior; e não por outras acusações contra ele, que ainda serão julgadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O deputado afastado diz que “não há dúvida” de que sua situação política se agravou após ele aceitar a abertura do processo de impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff (PT), em 2 de dezembro do ano passado.

TODOS SABEM QUE SEM A MINHA DETERMINAÇÃO E SEM A MINHA ATUAÇÃO JAMAIS ESTE PROCESSO TERIA SIDO ABERTO

Eduardo Cunha, ao escrever em caixa alta de texto

O peemedebista afirma que “não é justo que pague com mandato cassado e perca meus direitos políticos por ter tido a coragem de conduzir o processo de impeachment do governo e do partido que estavam destruindo nosso País”. “O que peço é que tome sua decisão com a isenção sobre a sua gravidade, cuja consequência é tamanha, a ponto de destruir a minha vida e principalmente a da minha família”, escreveu.

Punição

Cunha avalia que a “punição política por algo que não fiz” “já foi o afastamento do meu mandato de maneira inconstitucional, o que me obrigou a renunciar à presidência da Casa e ver o sofrimento da minha família com chacotas, mentiras e acusações falsas”. “É importante que você compreenda que nada passará impune, mesmo com a manutenção do meu mandato. Nada do que eventualmente tenha feito de errado ficará impune e, se for condenado, a Constituição já prevê a perda do mandato”.

Na carta, o deputado afastado pede ainda aos parlamentares que deixem seus eleitores do Rio de Janeiro o julgarem. “Não há punição maior do que aquela oriunda das urnas. Se meus eleitores não estiverem mais se sentindo representados por mim, eles poderão ‘cassar’ meu mandado, bastando que não me elejam novamente”, escreve. E conclui a primeira parte da carta dizendo confiar “que Deus vá te iluminar, dando a direção certa, para que tenha a sabedoria e o entendimento”.

Em uma segunda parte anexa à carta, Cunha detalha em seis páginas todos os acontecimentos que envolvem o seu processo. Ele explica desde um “cenário geral” de sua trajetória política, passando pela tramitação dos inquéritos dos quais é alvo, o processo no Conselho de Ética da Câmara e a denúncia sobre a posse de contas secretas no exterior até seu afastamento do mandato. E reitera que está à disposição para esclarecer dúvidas “ao vivo”.

Estadão

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Sporting confirma contratação e Elias faz carta de despedida do Corinthians

eliasO Sporting de Portugal confirmou através de seu Twitter a contratação de Elias, ex-Corinthians, nesta quarta-feira (31). O jogador havia sido liberado pela diretoria corintiana na noite da última terça para viajar a Lisboa, onde a transação foi oficializada após realização de exames médicos. O clube português vendera o meio-campista ao clube paulista em 2014 e agora oficializa seu retorno.

Logo após a confirmação da transação, Elias despediu-se do Corinthians e da Fiel torcida por meio de carta publicada em seu Instagram.

“Despedidas nunca são fáceis, ainda mais quando temos que sair de um lugar onde consideramos nossa casa (…). Parto para um novo desafio, mas jamais esquecerei o que vivi no Corinthians. Entre todas as emoções e momentos que pudemos compartilhar, o sentimento que fica é de gratidão e respeito”, diz em carta.

“Nunca escondi de ninguém que, desde pequeno, sempre fui corintiano e sonhei em jogar pelo clube. Graças a Deus, consegui realizar o meu sonho e defendi as cores desse time que tanto amo. Quando saí a primeira vez, jurei que, um dia, voltaria para ser Campeão Brasileiro. E chegamos lá!”, continua Elias.

Muito obrigado por tudo e desculpem-me por qualquer coisa. Se alguma vez eu errei, foi tentando fazer o meu melhor. Minha torcida será eterna. Eu sou e sempre serei Corinthians”, finaliza o meia.

Para acertar o retorno de Elias, o Sporting pagou mais 1 milhão de euros (R$ 3,6 milhões) ao Corinthians, readquirindo assim 50% dos direitos econômicos do jogador. Além disso, aceitou o cancelamento de uma dívida de 2 milhões de euros referente à venda do meia ao clube paulista em 2014.

Elias defendeu o Sporting entre as temporadas 2011 e 2013. O meia entrou em campo apenas 49 vezes, com quatro gols marcados. No retorno ao Corinthians, o atleta disputou 92 jogos, com 16 gols feitos, e foi campeão brasileiro de 2015.

Uol

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INSS vai convocar segurados por carta para nova perícia

INSSMais de 1,6 milhão de beneficiários do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) que recebem por auxílio-doença e invalidez vão ser convocados a partir de setembro para realização de uma nova perícia médica que vai decidir sobre a permanência ou não do benefício.

A convocação vai ser feita por carta enviada ao beneficiário, que terá cinco dias úteis, após o recebimento do documento, para agendar, pela central de atendimento do INSS no número 135, uma nova perícia.

Segundo o INSS, os beneficiários que não atenderem o chamado no prazo estabelecido perderão o benefício automaticamente até consigam agendar a nova perícia.

A convocação vai ser feita a 530 mil beneficiários com auxílio-doença e 1,1 milhão de aposentados por invalidez com idade inferior a 60 anos.

Nos primeiros dias de setembro, serão chamadas 75 mil pessoas que recebem o auxílio-doença e têm até 39 anos de idade, com mais de dois anos de benefício sem passar por exame pericial.

Além das cartas, a partir de novembro, os beneficiários que serão convocados vão receber avisos através dos terminais eletrônicos das agências bancárias para marcar uma nova perícia.

Nos casos de segurados com domicílio indefinido ou em localidades não atendidas pelos Correios, a convocação será feita por edital publicado em imprensa oficial.

De acordo com o INSS, para facilitar a convocação e evitar a suspensão do benefício, os beneficiários devem manter seu endereço atualizado junto ao INSS, com possíveis alterações devendo ser feitas pela central de teleatendimento, número 135, ou pelo site da Previdência.

A previsão do INSS é de que, apenas no benefício de auxílio-doença, de 15% e 20% dos benefícios não sejam renovados, o que geraria uma economia de R$ 126 milhões por mês.

portalcorreio

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Carta branca a Neymar gera crise na seleção; jogadores questionam Micale

imagem: Lucas Figueiredo/MoWa Press
imagem: Lucas Figueiredo/MoWa Press

A dificuldade do comando da CBF e da comissão técnica em enquadrar Neymar no grupo da seleção brasileira tornou ainda pior o clima interno após os empates sem gols contra a África do Sul, na quinta-feira passada, e diante do Iraque, no domingo. A situação do Brasil no torneio é delicada, e exige uma reviravolta imediata.

O próprio grupo de atletas, motivado pelos resultados ruins e pelo clima difícil, tem representantes que já não mostram a mesma confiança no trabalho do treinador Rogério Micale. Bastante ativo à beira do gramado na estreia, ele se resguardou no banco de reservas ao longo de boa parte do jogo com o Iraque.

Algumas declarações dele, ainda no início da preparação, também não repercutiram bem entre os atletas. Entre elas, a de que gostaria de ser dependente de Neymar e de que, se ele estivesse feliz, todos estariam. O status de ‘presidente’ da seleção, como foi chamado pelos jogadores mais jovens, acabou reforçado com a cessão da braçadeira. Enquanto alguns esperavam que o posto fosse de Fernando Prass, que acabaria cortado, o grupo tomou conhecimento de que Neymar seria o capitão ainda nos primeiros dias de trabalho. Inicialmente, a escolha foi bem aceita.

Pessoas próximas a alguns dos jogadores também indicam insatisfação do grupo com a organização tática da equipe. As reclamações são de que a seleção brasileira joga de forma exposta aos adversários e que essa ideia de jogo sobrecarrega alguns atletas, em especial Thiago Maia, que distribuiu faltas contra o Iraque e acabou suspenso, além do próprio Renato Augusto.

A utilização de quatro atacantes ao mesmo tempo também é vista por parte do grupo como uma tática suicida e que deixa os defensores vulneráveis. O zagueiro Rodrigo Caio, em entrevistas, já havia feito ponderação sobre isso. Ainda há críticas até à utilização de Zeca, que joga pela esquerda no Santos, como lateral direito. Há a possibilidade de que, contra a Dinamarca, essa posição passe a ser do colorado William.

Entre os mais criticados da equipe, Renato Augusto deu sinais de insatisfação com o papel que foi atribuído a ele no time. Publicamente, após Brasil 0 x 0 Iraque, ele admitiu que mudou de posicionamento quase por conta própria, após papo com o treinador, e que em alguns momentos do jogo preferiu se resguardar para dar mais respaldo ao sistema defensivo.

“Não tenho como mudar isso (chega pouco à frente), porque é a forma como a equipe joga. Entendo da parte tática e por isso seguro mais. Quando o Rafinha entrou (aos 10min do segundo tempo), a gente tinha um jogador a mais no meio, e falei para o Micale que eu iria para a função de centroavante, para dar mais profundidade ao time”, explicou Renato Augusto no último domingo. Ele teve a bola do jogo nos acréscimos, mas perdeu sem goleiro.

Nesta terça-feira, a seleção volta a falar após uma segunda em silêncio. Mais uma vez, Renato Augusto assumiu a condição de líder da equipe e concederá entrevista coletiva ao lado de Rogério Micale.

* Colaborou: Bernardo Gentile, em Brasília

Uol

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