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‘São carreiras sendo encerradas’, diz reitora sobre cortes na UFPB

A reitora da Universidade da Paraíba, Margareth Diniz, nesta segunda-feira (02), comentou o corte de 5.613 bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado no Brasil a partir deste mês anunciado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (Capes), órgão é subordinado ao Ministério da Educação (MEC), que já sinalizou que, em 2020, a Capes só terá metade do Orçamento que era previsto neste ano.

“Isso é extremamente preocupante, a pesquisa científica e a inovação tenológica vão sofrer imensamente. As universidades federais têm o maior potencial quali e quantitativo do Brasil e, com isso, corta a carreira de jovens talentos promissores. Não se pode pensar que as atividades acabam na graduação e que depois se pode pagar por uma pós paga, as atividades se prolongam pelo mestra e doutorado. É lamentável”, declarou em entrevista concedida ao programa 60 Minutos, da Arapuan FM.

Yves Feitosa

 

 

5 carreiras de sucesso que não precisam de faculdade

Até pouco tempo atrás, para entrar no mercado de trabalho e se destacar, o profissional precisava ter feito um curso superior. Áreas como Direito, Medicina e Administração eram as mais bem-sucedidas.

Agora essa realidade mudou. O sucesso profissional não está condicionado à realização de uma faculdade. Por isso, se uma pessoa deseja mudar de área, não tem problema. Talvez seja possível utilizar as habilidades em outro setor, sem precisar fazer um curso quatro ou cinco anos.

Confira quais são as profissões que mais estão se destacando atualmente e que não requerem diploma superior!

Fotografia

Apesar de existir o curso superior de Fotografia, há excelentes profissionais dessa área que não fizeram a faculdade. Essa área exige mais conhecimento técnico e habilidades do que teoria.

Quem tem uma habilidade nata com a câmera e adora registrar os momentos pode pensar nessa alternativa. Mais importante do que ter um bom equipamento, é encontrar um nicho a seguir. O profissional pode, por exemplo, focar em imagens de casamento, bebês ou até lojas.

DJ

É apaixonado por música? Já pensou em trabalhar em festas e eventos? Você não precisa de um grande músico ou ter uma banda para isso. Comprando ou alugando os aparelhos certos e fazendo alguns cursos (pode ser on-line), é possível começar a oferecer o serviço de discotecagem.

Para ganhar experiência, você pode se oferecer para tocar em eventos dos amigos e da família. Ter um perfil atraente nas redes sociais também ajuda a conquistar mais contatos.

Detetive particular

Muita gente não sabe, mas a carreira de detetive particular não requer uma formação específica. Muitos dos melhores detetives inclusive nem fizeram faculdade.

Nessa carreira, o que vale é ser uma pessoa discreta, atenta aos detalhes e bastante curiosa. Além do trabalho individual, esses profissionais também podem atuar em investigações policiais, se o cliente autorizar e o delegado permitir.

Personal stylist

Para quem gosta de moda e de se comunicar, uma opção de carreira diferente é a de personal stylist. Nessa área, o profissional ajuda os clientes a identificar o próprio estilo e a escolher peça para cada tipo de evento.

O personal stylist também deve estar atento em toda a composição do visual, incluindo o cabelo e a maquiagem. Fazer cursos de curta duração e ter um blog ou portfólio na internet ajuda a conquistar mais trabalhos.

Vendedor

Embora a profissão de vendedor não seja nova, ela ganhou outros nichos nos últimos anos. Além de roupas, sapatos e eletrodomésticos, o profissional pode se especializar na venda de serviços, cursos e pacotes de viagem.

Falar bem, ter bom poder de persuasão e saber identificar oportunidades são algumas das características que um bom vendedor ou consultor deve ter. Não basta ler o script da descrição do produto. É preciso mostrar para o cliente o porquê aquilo que está sendo oferecido pode fazer a diferença na vida dele.

 


Aline Matos

 

As 10 carreiras que mais causam depressão

Exaustão, acúmulo de estresse e pressão a todo o momento. Esses são alguns dos males contemporâneos que podem causar depressão nos profissionais. Imagine então se a profissão que você escolheu está constantemente ligada a muitas outras características como essas?

O site da revista Health listou as 10 profissões que são mais propensas que seus profissionais tenham depressão, ocasionada por estilos de vida incomuns e estressantes. Para a a conselheira de saúde mental e PhD, Deborah Legge, há certos aspectos que apontam que qualquer trabalho pode contribuir para exacerbar a depressão. “Porém, pessoas que trabalham com cobranças e tensão têm maiores chances de desenvolver a doença do que, por exemplo, pessoas que trabalham com gestão. Às vezes, os profissionais não se dão conta que estão doentes e que precisam de ajuda”, disse Legge.

Você ficou na dúvida se sua profissão está na lista? Confira abaixo as 10 carreiras que precisam de atenção:

Enfermeiras e cuidadoras de crianças
Esse grupo de profissionais está no topo da lista, com quase 11% que enfrentam a doença. Um dia típico pode incluir alimentação, banho e cuidar de pessoas que são incapazes de expressar gratidão e apreciação, “pois, eles estão muito doentes e muito pequenos para isso. Ou simplesmente não têm esse hábito”, revela o psicólogo clínico da Tufts University, Christopher Willard. “É estressante ver as pessoas doentes e não conseguir motivá-las positivamente”.

Garçons
Muitos garçons têm salários baixos e enfrentam jornadas de trabalho cansativas, tendo de lidar com inúmeras pessoas mal-educadas e briguentas. Enquanto 10% destes profissionais que enfrentam depressão a mais que no ano anterior, quase 15% são mulheres. “Muitas vezes, esse trabalho é ingrato. As pessoas podem ser rudes e há grande esforço físico diário. Quando as pessoas estão deprimidas, é difícil ter energia e motivação”, ressalta Legge.

Assistentes sociais
Não é surpresa constatar que os assistentes sociais estão entre os cargos com maiores chances de depressão. Lidar com crianças vítimas de abuso ou abandono e famílias à beira de inimagináveis crises e combinar essas situação com muita burocracia pode deixar qualquer profissional estressado.

“É errado cultivar uma cultura que dita sacrifícios emocionais em pró de um bom trabalho”, diz Willard. Isso se aplica, principalmente, com os assistentes sociais, que trabalam com pessoas carentes e se sentem presos ao próprio trabalho, por achar que não estão dando o máximo de si. É uma pressão muito grande atribuir ao seu trabalho sentimentos como tristeza, dor, felicidade, culpa.

Profissionais da saúde
Médicos, enfermeiros, terapeutas, fisioterapêutas e outros profissionais da área da saúde. Essas carreiras exigem longas e cansativas horas de trabalho e nos mais improváveis horários, tudo com muita atenção e cuidado. Além de atingir o físico, esses profissionais estão constantemente colocados em situações extremamente emotivas, em que vidas de outras pessoas estão em suas mãos, literalmente.

Em outras palavras, o estresse e a pressão sempre desafiará seu bem estar. “Todos os dias eles estão lado a lado com doenças, traumas e mortes, além de lidar com membros da família dos pacientes. Isso pode gerar uma triste perspectiva, que todo o mundo é assim”, lembra Willard.

Artistas e escritores
Essas carreiras podem trazer contracheques irregulares, horas incertas e isolamento. Muitos diriam que pessoas criativas são menos tristes, mas pense se as mesmas não conseguem ter inspiração? De acordo com a publicação, houve um aumento de 9% dos profissionais da área que relataram problemas com depressão, em relação ao ano passado. “O que mais eu vejo é bipolariedade entre os artistas. A depressão é comum para aqueles que trabalham com artes, pois seu estilo de vida contribui para isso”, afirma Legge.

Professores
Muitos professores trabalham em mais de uma ou duas escolas e ainda levam trabalho para casa. Em outras situações, eles aprendem a fazer muito com pouco recurso e tempo. “Há pressão para dar um bom ensino as crianças. Seus pais e escolas cobram do professor o cumprimento de normas e de demandas diferentes”, considera Willard. Para ele, as constantes cobranças podem fazer os profissionais esquecerem da razão de ter escolhido a área.

Profissionais de apoio administrativo
Pessoas dessas áreas, que incluem secretárias e atendentes, sofrem de um caso clássico: alta demanda, baixo comando. Eles estão na linha de frente, recebendo ordens de todas as direções, tanto dos clientes quanto dos patrões. Ainda, são normalmente mal-remunerados e se sentem inferiores por não ter poder para fazer além. Antes de duvidar do estresse causado por essa carreira, conte quantas vezes você já ouviu de algum atendente ou secretária a frase “isto não está ao meu alcance. Poderei lhe encaminhar para o gerente, aguarde”.

Além disso, não são reconhecidos por seu trabalho e ainda precisam contornar educadamente qualquer crise de seus patrões ou consumidores.

Profissionais de manutenção
Como iria se sentir caso apenas fosse procurado quando algo der errado? Isso é essencialmente o “ganha-pão” dos profissionais de manutenção, como encanadores, pintores, eletricistas, entre outros. Eles também têm de trabalhar horas incomuns, pois para atender a demanda, precisam ser rápidos e acessíveis, senão perdem para a concorrência.

Ainda, ganham pouco e fazer trabalhos cansativos. “Em termos de colegas de trabalho, eles são isolados, e isso pode ser um trabalho um tanto solitário”, pontua Willard.

Consultores financeiros e contabilistas
A frase “tempo é dinheiro” se coloca perfeitamente na situação. A maioria das pessoas não gostam de lidar com seus próprias finanças, então imagine lidar com milhares ou até milhões de outras pessoas? “Há grande responsabilidade em cuidar de finanças que não são suas e, ainda por cima, o profissional não tem controle do mercado. Nem sempre é sua culpa, mas mesmo assim, os clientes perdem dinheiro e eles provavelmente tirarão satisfações tão pouco educadas com esses profissionais”, ressalta Legge.

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