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Paraibanos devem pagar mais caro por pão francês, combustível e energia a partir de hoje

paoOs consumidores paraibanos deverão ficar atentos ao consumo de energia e combustível. Além disso, o preço do pão francês também sofreu reajuste.

A partir de hoje (1º), entra em vigor a nova tabela do preço médio de combustíveis na Paraíba. O novo valor médio da gasolina será de R$ 3,2128.

O preço do diesel passará a custar R$ 2,7596. O álcool terá um preço médio de R$ 2,3459. Já o gás natural veicular custará R$ 2,0232.

A conta de luz continuará com bandeira vermelha em abril – e vão, assim, continuar mais altas, conforme decisão tomada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), sob a justificativa de que o custo da produção de energia no país segue muito alto e, por isso, a população deve economizá-la.

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Esse sistema estabelece a cobrança de uma taxa extra de R$ 5,50 para cada 100 kWh (quilowatts-hora) de energia usados.

Os consumidores serão informados, na conta de luz, sobre a bandeira em vigor. Se ela for verde, a tarifa não sofre nenhum acréscimo. Amarela, o aumento é de R$ 2,50 para cada 100 KWh (quilowatt-hora) consumidos. Vermelha, o consumidor paga R$ 5,50 para cada 100 KWh consumidos no mês.

Já o pãozinho terá um aumento que pode chegar a 12% e a alta do dólar tem influência nesse reajuste que a população deve sentir no bolso.

Pãozinho deve ficar ao menos 10% mais caro a partir de abril

paoA escalada do dólar deve chegar aos preços dos produtos derivados de trigo nos próximos dias. O pão francês, um dos itens mais consumidos pelos brasileiros, deve aumentar 10%, informou o presidente da Abip, entidade que reúne as indústrias de panificação, José Batista. O reajuste deve chegar às padarias até o começo de abril. Pão de forma, massas e biscoitos devem ter subir 8%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Massas Alimentícias e Pães (Abimapi), que está negociando com o varejo as novas tabelas.

— O aumento é líquido e certo e deve acontecer a qualquer momento. Estamos esperando pela definição do repasse pelos moinhos — disse Batista.

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ALTA NA LUZ TAMBÉM ENCARECE PRODUTO

Ao aumento do preço das matérias primas repassado às padarias e aos supermercados soma-se a outros reajustes como o da conta de luz (que em alguns casos chegou a 100%) e de outros produtos importados pelas panificadoras. Hoje, 33% do custo do pãozinho, por exemplo, vêm da farinha de trigo e outros 14% da energia.

— Esse dois fatores combinados têm um efeito atômico nos preços — diz Batista, explicando que os aumentos ainda não aconteceram porque os moinhos ainda estão processando o trigo em estoque.

Hoje, metade das dez milhões de toneladas de trigo consumidas no país é importada, principalmente da Argentina e do Paraguai.

— Qualquer problema com as importações da Argentina, a indústria terá que buscar o trigo nos EUA ou no Canadá, o que vai encarecer ainda mais os produtos — afirma Claudio Zanão, da Abimapi.

O Globo

Crédito para reformar ou compra de material de construção está mais caro

Foto: Leonardo Silva Para lojistas do setor da construção, a medida deve impactar negativamente no mercado paraibano, que já registrou retração de até 30% no mês de janeiro
Foto: Leonardo Silva
Para lojistas do setor da construção, a medida deve impactar negativamente no mercado paraibano, que já registrou retração de até 30% no mês de janeiro

O financiamento para a reforma ou compra de material de construção ficou mais caro pela linha de crédito da Caixa Econômica Federal, o Construcard. A instituição financeira elevou neste mês as taxas de juros mensais do programa, que antes era de 1,50% a 2,33% e agora varia de 1,60% a 2,40%. Para lojistas do setor da construção, a medida deve impactar negativamente no mercado paraibano, que já registrou retração de até 30% no mês de janeiro em João Pessoa, comparado ao mesmo período do ano passado.

O teto dessa faixa vale para os empréstimos com prazos mais longos de pagamento e para clientes sem relacionamento com o banco. Com a dificuldade de acesso ao crédito, dentro de um contexto econômico de reajustes como a do combustível e inflação em alta, os donos de lojas de material de construção na capital paraibana mostram-se preocupados com a situação das empresas e não esperam recuperação das perdas a curto prazo.

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“Estamos tentando equilibrar as finanças porque o futuro é de incertezas. Em janeiro enfrentamos queda de 20% a 30% e já estamos prevendo um primeiro semestre também de queda, que pode chegar a 40%”, revelou o proprietário da loja “Torres Telhas”, José Torres de Abrantes. De acordo com José Torres, a alta do combustível por causa do reajuste do PIS/Cofins (R$ 0,22 por litro da gasolina e R$ 0,15 por litro do diesel) já repercute no preço do frete e mesmo com a retração nas vendas, este aumento será repassado para o consumidor ainda este mês.

“Já estou pagando mais caro pelo frete cerca de 10% e até agora isso não foi passado para o consumidor. No entanto, não temos mais como segurar os preços e vamos reajustar este mês. E com este crédito mais caro, com certeza o mercado vai ser influenciado”, ressaltou Torres.

A gerente do Depósito Santa Júlia, Jandira de Albuquerque, frisou que desde o mês de dezembro já percebeu uma redução nas vendas. E em janeiro a baixa já chegou a 15% comparado ao mesmo período de 2014.

“Agora, com este fechamento no acesso ao crédito o impacto será negativo. Do jeito que vai, o negócio vai se arrastando e acredito que a tendência vai ser de queda até junho”, revelou.

De acordo com Jandira Albuquerque, os reajustes que passaram a vigorar há algumas semanas já encareceram produtos como areia e cimento. “Temos que repassar esta alta para o consumidor. Somente o saco de cimento aumentou R$ 1,50 e hoje custa R$ 26”.

Para tentar sobressair neste momento de crise, os empresários tentam reduzir ao máximo as despesas das empresas e evitam contratar mão de obra, optando por empregados terceirizados.

Segundo a Caixa, o alinhamento das taxas de juros do produto Construcard teve por finalidade manter a competitividade do produto, considerando as alterações da taxa básica de juros Selic. O banco lembrou que mesmo com o reajuste, as taxas adotadas, aliadas às condições de prazo e limites, permanecem as mais atrativas do mercado.

Custando mais de R$ 2 milhões ao erário, PB tem deputado “mais caro” do Brasil

camara federalO custo anual para manter um deputado federal em Brasília pode chegar a R$ 1,8 milhões, segundo ONG’s como a Transparência Brasil e o site Congresso em Foco, mas pelo menos um parlamentar consegue ultrapassar este valor com facilidade, sendo ele o petista, Luiz Couto da Paraíba.

Conforme levantamento que teve com base os dados de transparência da Câmara, Couto tem 23 servidores comissionados em seu gabinete que somam  despesas mensais de R$ 77.121,78, em doze meses estes funcionários custam R$ 925.461,36. Além disso, o deputado (como os demais parlamentares) tem vencimentos de R$ 26.723,13, somando ao ano R$ 320.677,56, fora a ajuda de custo anual de R$ 53.446,26 (a qual desfrutou todos os anos)*.

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Devido ao fato de ter atuado em denúncias contra o crime organizado na Polícia e crimes de pistolagem, apesar de jamais ter sido ameaçado publicamente, o parlamentar recebeu da Justiça o direito de dispor 24 horas/dia de segurança, feita pela Polícia Federal  e considerando os vencimentos médios de um agente da Polícia Federal no valor de R$ 9.468,92 e considerando ainda que quatro agentes trabalham em turnos revezados na proteção do parlamentar, somando R$ 454.508,16 aproximadamente, sem contar as diárias de deslocamentos, já que estas são eventuais.

Do “Cotão”, verba a qual todo parlamentar tem direito para custear combustíveis, divulgação, correspondências, passagens, hospedagem e alimentação, o deputado gastou em 2013 R$ 279.572,72.

Ao todo, o custo com o mandato do deputado Luiz Couto é de R$ 2,03 milhões/ano, cerca de 13% acima da despesa máxima estimada com um deputado federal e olha que Couto sequer usa a verba de auxílio moradia (R$ 3.000,00), já que ocupa um apartamento funcional em Brasília. Este apartamento, caso fosse alugado custaria valores bem próximos dos R$ 3 mil de auxílio moradia.

Veja o quadro abaixo:

Vencimentos/ ano: R$ 320.677,56

Cotão/ano: R$ 279.572,72

Gabinete/ano: R$ 925.461,36

Ajuda de custo/ ano: R$ 53.446,26

Segurança/ano: R$ 454.508,16 (estimado)

Total: R$ 2.033.666,06

 

clickpb

Em um ano, carro popular fica R$ 2.300 mais caro por causa dos juros

Carro popular de R$ 25 mil sairia por R$ 38.482,90, se financiado no ano passado; agora, valor final do financiamento é de R$ 40.782,81 David Hecker/Getty Images News
Carro popular de R$ 25 mil sairia por R$ 38.482,90, se financiado no ano passado; agora, valor final do financiamento é de R$ 40.782,81
David Hecker/Getty Images News

De abril de 2013 até o mês passado, a taxa básica de juros no Brasil (Selic) subiu de 7,25% para 11% ao ano. Essa alta, usada para controlar a inflação, vem encarecendo o financiamento no País e desestimulando compras a prazo.

A alta de 3,75 pontos percentuais deixou todos os empréstimos para o consumidor mais caros, como o cheque especial, rotativo do cartão de crédito, empréstimo pessoal, financiamentos, entre outros.

A pedido do R7, a Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) calculou o financiamento de alguns produtos, considerando os juros em abril de 2013 e abril de 2014.

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Um carro popular, por exemplo, com preço à vista de R$ 25 mil, se fosse financiado em abril de 2013 por 60 meses, custaria R$ 38.482,90 ao fim do período.

Considerando o mesmo preço e modelo de financiamento, mas com os juros do mês passado, esse automóvel custaria R$ 40.782,81 após cinco anos. A diferença é de R$ 2.299,91. (Veja ao final outras comparações).

Essa diferença reflete apenas a alta dos juros, sem considerar a recomposição do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), que deixou os carros mais caros desde janeiro.

Queda no crédito. Queda na venda de carros

Definidos pelo Banco Central, os juros básicos controlam a inflação porque afetam diretamente a demanda, encarecendo os juros praticados no mercado e, consequentemente, intimidando consumidores a realizar compras a prazo.

Pelas leis de mercado, a procura baixa alivia a pressão inflacionária. Mas, como o próprio nome diz, demanda baixa significa também menor número de pessoas dispostas a comprar um produto.

Segundo dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), as vendas de veículos caíram 2,1% no primeiro trimestre deste ano ante igual período de 2013, enquanto a produção, prejudicada também por exportações, despencou 8,4%.

Para especialistas e empresários, a alta dos juros é uma das razões que explicam a queda nesse mercado, mas não é apontada como a mais importante.

De acordo com o economista da Serasa Experian Luiz Rabi, a aceleração da inflação durante o primeiro trimestre deste ano também pesou negativamente na disposição do brasileiro em buscar mais crédito ao longo desse período.

Os dados da Serasa mostram que, no primeiro trimestre deste ano, ocorreu a maior queda na demanda dos consumidores por crédito para quem ganha até R$ 500 por mês (recuo de 7,6%). No geral, a queda foi de 3,2%.

— Por enquanto, a inadimplência tem ficado baixa, mas, se a inflação e os juros continuarem a subir, até o fim do ano ela pode aumentar. Não será muita coisa, mas com certeza [a inadimplência] vai parar de cair [como vem ocorrendo nos últimos meses].

Além dos juros e da temida inflação, os outros fatores que tiveram efeito sobre a venda de carros foram a redução do IPI, a menor concessão de crédito e a turbulência econômica causada pelo ano eleitoral.

Veja abaixo outros exemplos de como a Selic afetou os financiamentos de um ano para cá:

 

Joyce Carla, do R7

Pão Nosso de cada dia ficará mais caro 10% a partir de Setembro

O aumento sucessivo da saca do trigo nas últimas semanas deve refletir nos bolsos dos consumidores cearenses logo no início do próximo mês, segundo a avaliação dos dois presidentes das entidades que representam os industriais de massas e trigo, assim como os da indústria de panificação do Estado. A expectativa anunciada por eles é que o pão carioquinha salte, “pelo menos”, 10%, enquanto massas e biscoitos fiquem entre 6% e 10%.

“Nós estamos esperando estabilizar a situação, pois os aumentos da farinha de trigo vêm sendo gradativos há três semanas e ainda devem permanecer acontecendo nas próximas duas”, contou o presidente do Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria do Estado do Ceará (Sindipan-CE), Lauro Martins.
Todo o reajuste da saca do trigo, segundo ele, deve somar 45% de alta, o que, na previsão de Lauro, deve resultar em, no mínimo, 10% de reajuste (para mais) no preço do pão carioquinha no Ceará. “E o nosso (aumento), infelizmente, é de uma vez só, pois não dá para esperar ou ter um desgaste de aumento gradual”, afirmou. Atualmente, o preço do quilo do pão mais barato, o carioquinha, em Fortaleza, gira entre R$ 5,50 e R$ 10,29 (variação de 87%), de acordo com pesquisa direta feita pela reportagem, ontem.
Justificativa
A justificativa para a subida em cadeia dos produtos deste setor, de acordo com o presidente do Sindipan, é desconhecida. “O trigo usado no Ceará é todo importado e não existe falta de trigo no mercado internacional, além do mais, o dólar está estabilizado”, argumentou Martins.
Massas entre 6% e 10%
O repasse para o consumidor final no que diz respeito às massas e biscoitos, no entanto, tem previsão de ficar entre 6% e 10%, na avaliação do presidente do Sindmassas-CE. Já sobre quando isso vá ocorrer, ele não arrisca uma data, alegando a instabilidade do mercado atualmente.
“Em cerca de 60 e 90 dias, a saca do trigo passou de US$ 240 para US$ 360 e o dólar passou de R$ 1,80 a R$ 2,00″, destacou.
R$ 330 mi para trigo
Na noite de ontem, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou a aplicação de R$ 330 milhões “para a realização de leilões públicos de equalização dos preços do trigo com o objetivo de contemplar a Política de Garantia de Preço Mínimo (PGPM) para o produto”. A nota ainda afirma que a decisão “foi tomada de forma preventiva para tranquilizar os produtores frente a possíveis oscilações futuras”. O secretário de Política Agrícola, Caio Rocha, explica que os leilões só serão realizados caso o preço de mercado fique abaixo do valor mínimo (fixado pelo governo federal). Ele informou que, nos últimos anos, o Rio Grande do Sul foi o mais contemplado.
Da Redação
Com Diário do Nordeste via Folha do sertão

Mandar carta fica 7,5% mais caro a partir de hoje

A partir de hoje, as tarifas para o envio de correspondências no País estão mais caras 7,5%. As cartas não comerciais de até 20 g vão pagar tarifa máxima de R$ 0,80, enquanto as correspondências comerciais vão custar até R$ 1,20. A nova regra está no Diário Oficial da União de hoje.

Quanto maior o peso e a complexidade da entrega, mais cara é a tarifa. O telegrama nacional adquirido na agência dos Correios vai passar a custar R$ 7,21 por página. Pela internet é mais barato: R$ 7,98 por folha. No caso dos telegramas internacionais, a tarifa por palavra vai de R$ 0,92 a R$ 1,83.

Enviar cartões postais internacionais também está mais caro. Na modalidade econômica, as cartas de até 20g passam a sair entre R$ 0,95 e R$ 1,45. Para entrega prioritária, que é mais rápida, as taxas para cartas com o mesmo peso vão custar entre R$ 2 e R$ 2,90.

O reajuste das tarifas dos serviços postais e telegráficos, nacionais e internacionais, prestados pela EBC (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos), deverá obedecer as tabelas do diário oficial, segundo portaria assinada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Um novo aumento para enviar correspondências só poderá ser feito após um ano, ou seja, somente a partir de junho de 2013.

Veja o preço das cartas simples de acordo com o peso

Até 20g —                       R$ 0,80
Acima de 20g a 50g —     R$ 1,25
Acima de 50g a 100g —   R$ 1,70
Acima de 100g a 150g — R$ 2,15
Acima de 150g a 200g — R$ 2,65
Acima de 200g a 250g — R$ 3,10
Acima de 250g a 300g — R$ 3,55
Acima de 300g a 350g — R$ 4
Acima de 350g a 400g — R$ 4,45
Acima de 400g a 450g — R$ 4,90
Acima de 450g a 500g — R$ 5,40

Da Redação, com R7