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“Problema do filho é o pai que tem que resolver”, diz Julian sobre interferência de Carlos no Governo Bolsonaro

Diante das alfinetadas trocadas entre o filho do presidente da República, o vereador carioca Carlos Bolsonaro (PSL) e o vice-presidente da República, o general Amilton Mourão, o deputado federal Julian Lemos, do mesmo partido resolveu se posicionar e classificou as divergências como inúteis.

Para o deputado federal paraibano, a troca de farpas envolvendo o vereador Carlos Bolsonaro e o vice presidente Amilton Mourão precisam, urgentemente, serem resolvidas pelo presidente Jair Bolsonaro. “O problema do filho é o pai quem tem que resolver. O problema da vice-presidência, tem o presidente pra tratar disso. Eu acho que é uma discussão desnecessária, infrutífera e que o povo que produz no Brasil quer ver resultado. Quem elegeu o presidente não tem interesse nisso”, observou o deputado.

Para Julian Lemos, os atritos existentes entre o filho de Bolsonaro e o vice-presidente são inúteis.

Bolsonaro sobre Carlos x Mourão:

O presidente Jair Bolsonaro conversou com um grupo de jornalistas na manhã desta quinta-feira (25), e comentou a relação entre ele, Carlos e Mourão.

A respeito de sua relação com seu vice, Bolsonaro disse que “não tem problemas. A gente continua dormindo junto. O problema é quem vai lavar a louça no final do dia. Sei que meu filho (Carlos) tem um ânimo um pouco exaltado. Esse casamento (com Mourão) é até 2022 no mínimo. Nós nos acostumamos com um presidente poste e ele tem toda liberdade para falar. Ele está muito preparado para me substituir. Vice é sempre uma sombra e às vezes não se guia de acordo com o sol, mas por enquanto está tudo bem. Como um excelente casamento, se todo mundo disser sim não vai dar certo”.

Já sobre o comportamento de seu filho Carlos Bolsonaro, o presidente declarou que conversa com ele e que “nem sempre fico satisfeito (com o que ele escreve). A experiência de governo só quem está sentado na cadeira que tem. Eu tenho conversado com ele. Ele tem o comportamento dele. Ele vai continuar colaborando para as minhas redes sociais. Pode ter certeza que o navio dele está indo para um bom caminho”, avaliou.

 

PB Agora

 

 

Justiça condena Carlos Batinga por improbidade

batingaA edição eletrônica do Jornal da Paraíba revelou hoje que o deputado Carlos Batinga teve os direitos políticos suspensos por cinco anos. Ele foi condenado numa ação de improbidade administrativa em razão de irregularidades cometidas na execução do Convênio n.º 468/2004, firmado entre o município de Monteiro e o Ministério da Saúde, no valor de R$ 84.000,00, objetivando a aquisição de uma Unidade Móvel de Saúde. Também são réus na ação Christianne Sinésio Lea, Luciana Torres Romão, Francinaldo Justino da Silva e Maria Rosilene de Andrade.

Na sentença, o juiz Gilvânklim Marques de Lima, da 11ª Vara Federal, aplicou as seguintes penalidades a Carlos Batinga: ressarcimento dos prejuízos causados ao erário correspondente ao montante de R$ 13.775,60; multa no valor de R$ 20.000,00; suspensão dos direitos políticos por cincoanos; proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de cinco anos.

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De acordo com a denúncia, Carlos Batinga, na condição de prefeito do Município de Monteiro no período de janeiro/2001 a dezembro/2004, juntamente com a secretária de Saúde Christianne Sinésio Leal, teria fraudado o processo licitatório instaurado em decorrência do Convênio nº. 468/2004, mediante fracionamento de despesa, a fim de que pudessem licitar o bem a ser adquirido na modalidade convite, quando o correto seria licitá-lo por tomada de preços.

Em sua defesa, Carlos Batinga alegou que inexistiu fracionamento da despesa, uma vez que o objeto e a natureza das licitações eram absolutamente distintos, não havendo comprovação de que havia oferta de veículo já com os equipamentos necessários a torná-lo ambulância, razão pela qual seria imprescindível a realização de duas licitações.

 

Do Jornal da Paraíba (Lenilson Guedes)

Deputados Tião Gomes e Carlos Batinga se livram de ações no Tribunal Regional Federal

tiaoO Tribunal Regional Federal, da 5ª Região, arquivou duas investigações contra os deputados Carlos Batinga e Tião Gomes. O primeiro era acusado de irregularidades na prestação de contas de recursos públicos oriundos de convênio firmado durante sua gestão na prefeitura de Monteiro. Já o outro foi acusado de ofender um juiz da comarca de Solânea.O arquivamento do inquérito contra Batinga foi solicitado pelo Ministério Público Federal, tendo em vista que a perícia feita pela Polícia Federal, constatou a execução do objeto do convênio segundo os parâmetros ali estabelecidos e, ainda, que houve a prestação de contas e a sua aprovação, não remanescendo irregularidade grave de qualquer natureza.

 

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“As razões aqui expostas mostram-se plausíveis, o que afasta, de logo, a aplicação do art. 28 do Código de Processo Penal, pelo que defiro o requerimento e, na forma do art. 3º, I, da Lei nº 8.038/1990 c/c o art. 1º da Lei nº 8.658/1993, determino o arquivamento do inquérito”, afirmou o relator do processo, Ivan Lira de Carvalho.

Também, a pedido do Ministério Público Federal, o TRF arquivou o inquérito que envolve o deputado estadual Tião Gomes. O procedimento de investigação foi instaurado por requisição do Corregedor Regional Eleitoral da Paraíba, para apurar suposta prática do crime de calúnia, perpetrado, supostamente, pelo parlamentar contra o juiz da Comarca de Solânea, Ozenival dos Santos Costa, por discorrer sobre eventual favorecimento do magistrado em relação ao candidato da oposição na cidade.

“No caso dos autos, nenhum procedimento contra o Juiz Ozenival dos Santos foi instaurado em razão das notícias divulgadas por Tião Gomes, de forma que inexistindo procedimento administrativo instaurado, não se configura o ilícito de denunciação caluniosa, inexistindo razão para se opor ao pleito de arquivamento ora analisado, até porque não existe o elemento objetivo do tipo (instauração de investigação de policial, de processo judicial, instauração de investigação administrativa, inquérito civil ou ação de improbidade)”, ressaltou o relator do processo, Francisco Barros Dias.


PB Agora com informações da Tribuna Paraibana

Rei Juan Carlos da Espanha abdica do trono em favor de seu filho

rei-juan-carlosO rei Juan Carlos I da Espanha decidiu abdicar em favor do filho, o príncipe Felipe de Borbón, anunciou nesta segunda-feira (2) o chefe de Governo espanhol Mariano Rajoy.

O monarca mostrou “sua vontade de renunciar ao trono e abrir o processo sucessório”, disse Rajoy em uma declaração institucional.

Em discurso à nação, Juan Carlos, de 76 anos, disse que decidiu abdicar em favor do filho, o príncipe Felipe de Borbón, para que se possa “abrir uma nova etapa de esperança na qual se combinem a experiência adquirida e o impulso de uma nova geração.”

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O monarca também afirmou que pensou em deixar o cargo em seu aniversário de 76 anos, e que ao olhar para trás, pode “apenas sentir orgulho e gratidão” em relação aos espanhóis.

Uma fonte do palácio real informou à agência Reuters que os motivos da abdicação são políticos, e não de saúde. “É uma decisão política. Ele está abdicando devido aos novos desafios na Espanha, porque ele acredita que é necessário dar espaço para a nova geração”, afirmou a fonte.

“Vi o rei convencido de que este é o melhor momento para que possa acontecer, com toda normalidade, a mudança na chefia de Estado e a transmissão da coroa ao príncipe Felipe, que reinará como Felipe VI”, disse o premiê Rajoy.

O rei da Espanha chegou ao trono em 22 de novembro de 1975, apenas dois dias depois da morte do ditador Francisco Franco, que o havia nomeado seu sucessor.

Muito popular, especialmente após a oposição a uma tentativa de golpe de Estado em 23 de fevereiro de 1981, a aceitação do monarca entre os espanhóis caiu nos últimos anos após uma série de escândalos.

Seu filho, Felipe de Bourbon, de 46 anos, se tornou Príncipe das Astúrias, título do herdeiro da Coroa espanhola, em janeiro de 1977.

Foto do rei Juan Carlos durante encontro em Berlim, em 7 de abril de 2011 (Foto: Tobias Schwarz/Reuters)Foto do rei Juan Carlos durante encontro em Berlim, em 7 de abril de 2011 (Foto: Tobias Schwarz/Reuters)

Papel histórico
O presidente do governo lembrou o papel do rei na transição democrática na década de 1970, após a ditadura de Francisco Franco e disse que ele “foi um defensor infatigável” dos interesses da Espanha.

“O rei deixa uma impagável dívida de gratidão a todos os espanhóis”, afirmou Rajoy em seu pronunciamento no Palácio da Moncloa, sede do Executivo.

Rajoy prestou homenagem ao rei ao afirmar que “renuncia ao trono uma figura histórica tão estreitamente vinculada à democracia espanhola que não é possível entender uma sem a outra”.

Rajoy acrescentou que convocou para esta terça-feira (3) um Conselho de Ministros extraordinário para tramitar a renúncia do rei ao trono, mediante a aprovação de uma Lei Orgânica como estabelece a Constituição espanhola.

“Quero transmitir que este processo se desenvolverá em um contexto de estabilidade institucional e como prova da maturidade de nossa democracia”, disse Rajoy.

O presidente do governo explicou que espera que em um prazo “muito breve” o parlamento proclame como rei ao príncipe Felipe.

Foto de 10 de junho de 1971 mostra o então príncipe Juan Carlos ao lado do ditador Francisco Franco (Foto: AFP)Foto de 10 de junho de 1971 mostra o então príncipe Juan Carlos ao lado do ditador Francisco Franco (Foto: AFP)

Repercussão
O governo da Alemanha destacou o papel desempenhado pelo rei Juan Carlos I na transição da Espanha para a democracia e desejou o melhor para o seu futuro após o monarca abdicar em favor do príncipe Felipe.

“A chanceler teve vários encontros com o rei Juan Carlos e tem por ele um grande apreço pessoal. Além disso, tem uma grande estima pelo papel que desempenhou na transição para a democracia e com certeza deseja o melhor para seu futuro”, disse em entrevista coletiva o porta-voz do governo alemão, Steffen Seibert.

G1

Luís Carlos da Silva: Janot “atira” em Azeredo, ricocheteia em Aécio e desmonta armações do tucanato

quartetoNessa sexta-feira, 7 de fevereiro, o Procurador-Geral da República (PGR), Rodrigo Janot, apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) as alegações finais à Ação Penal 536, o chamado mensalão tucano, que a mídia insiste em chamá-lo de mensalão mineiro.

Janot manifesta-se pela condenação do deputado federal Eduardo Brandão de Azeredo (PSDB) e sugere pena de 22 anos de reclusão e 623 dias-multa.

As chamadas alegações finais da Procuradoria Geral da República (na íntegra, ao final deste texto) trazem toda a argumentação que sustenta a tese de que Eduardo Azeredo, de fato, foi o líder do mensalão tucano.

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Além disso, trazem um um roteiro completo que deixa, de cabelo em pé, parte dos que festejaram as condenações na AP 470. O passo a passo que será lido a seguir mostra também o potencial desmonte de vários pilares da ação que levou petistas à condenação. O negrito das imagens abaixo são do próprio procurador-geral, Rodrigo Janot.

PGR rejeita a tentativa (da defesa de Azeredo) de desqualificar testemunhas e documentos

Primeiro, porque o texto de 84 páginas mostra os nexos concretos e materiais que vinculam o então governador Eduardo Azeredo ao esquema de desvio de recursos públicos para fins de financiamento de campanhas eleitorais. Há uma referência direta à autenticidade da assinatura de Cláudio Mourão, tesoureiro da campanha, na confecção da lista de beneficiários da operação criminosa. Isso é importante porque uma das atitudes mais contundentes do alto tucanato, nacionalmente, em todo esse período, foi tentar desqualificar planilhas e listas como sendo produto de falsificação.

Neste afã, os tucanos tinham um alvo prioritário: o lobista Nilton Monteiro. Lembremo-nos que, no caso da afamada Lista de Furnas, eles contrataram por 200 mil reais um perito estadunidense, que já fora preso por perjúrio, para fazer um laudo por sobre cópias xerox a ele enviadas. Lógico que o tal perito, Larry F. Stewart, conclui ser uma montagem a tal lista, em face dos interesses de seus contratantes. No caso da “lista do Mourão”, a PGR é conclusiva: a lista é autêntica. E seu divulgador foi Nilton Monteiro. No caso da de Furnas, laudo do mesmo Instituto Nacional de Criminalística (INC/PF) também a considerou autêntica.

Montante arrecadado pelo esquema em 1998 ultrapassa  R$ 365 milhões (valores atualizados)

Segundo, porque o que se arrecadou salta aos olhos: “mais de 100 milhões de Reais”, de acordo com o próprio tesoureiro da campanha de 1998, em documento também considerado autêntico pelo INC/PF. Se atualizados, esses valores chegariam, em janeiro de 2014 a cerca de R$ 365 milhões! E isso é o que vem à tona.

Há robustas provas documentais, testemunhais e circunstanciais que ligam Azeredo a Valério

O terceiro motivo para tirar a tranquilidade do alto tucanato é que as provas documentais (vários documentos declarados de fé pública e a lista de telefonemas dados entre Azeredo e Valério), somadas às testemunhais e às circunstanciais, vinculam o líder tucano ao esquema, de forma robusta. O que contrasta com as alegações na AP 470, que indicavam José Dirceu mentor do mensalão petista. A não ser a acusação de Roberto Jefferson, nada há em relação a Dirceu que se assemelhe às provas contra Azeredo.

O desvio de recursos públicos, no caso tucano, é irrefutável

Em quarto lugar, o desvio de recursos públicos para as campanhas tucanas é comprovado à exaustão nas “alegações finais” da PGR. A conclusão, expressa na imagem abaixo, é inequívoca quanto a isso. Isso contrasta com a afirmação, na AP 470, de que teria havido recursos públicos no chamado mensalão petista. Segundo Gurgel e Barbosa, o Fundo Visanet seria a prova disso. Pizzolato e outros réus já demonstraram que a Visanet é uma entidade jurídica de direito privado e que foi esta empresa que repassou recursos à agência de Valério. E não o Banco do Brasil.

Neste caso, o uso do “domínio do fato” foi distinto daquele dado à AP 470

Longe da teoria original de  Claus Roxin, inadequadamente usada na AP 470, teve-se na peça acusatória a Azeredo o uso do princípio do domínio do fato, nos termos previstos pelo Código Penal brasileiro (art. 29) e não na doutrina germânica. Nesta, o domínio do fato era uma “forma” de encontrar a responsabilização (desde que igualmente com provas) do partícipe no crime. No caso em evidência, partiu-se para o “conteúdo” da responsabilização, exaustivamente demonstrado. Isso tudo contrasta também com as ilações e generalidades que “fundamentaram” a AP 470.

A validação do testemunho de Nilton Monteiro

A tentativa de desqualificação, por parte da defesa de Azeredo, dos depoimentos de Nilton Monteiro, foi considerada primária e carente de razoabilidade pela PGR. Os supostos fatos narrados e atribuídos a Nilton Monteiro, em ações distantes daquelas que o envolvem com o mensalão tucano, não invalidam o conteúdo de seus depoimentos. A PGR destaca, em itálico, a expressão “suposta” pratica de ilícitos por ele, para dizer que nem isso invalidaria seu testemunho. Ou seja, para a PGR é preciso manter distância dessa tentativa de descrédito da testemunha, pela parte interessada na absolvição de Azeredo.

Detalhe off topic: as recentes operações da cúpula da Polícia Civil mineira, tentando incriminar Nilton Monteiro e Marco Aurélio Carone, aparecerão também como uma armação tucana…

O STF ante uma “sinuca de bico”

Diante de robustas provas e argumentações, o STF terá que condenar Azeredo. Mas, se o fizer estará “condenando” também boa parte das argumentações e condenações oriundas da AP 470. Se não o fizer, cairá a máscara da justiça e aparecerá, oficialmente, o emblema da partidarização e politização do Supremo. As consequências disso são imprevisíveis.

A PGR atirou e acertou no que viu: o mensalão tucano. E, involuntariamente, atingiu o que não viu: a AP 470 e suas incongruências. Isso aí, somado ao inquérito 2474 e ao provável julgamento de Pizzolato pela Corte italiana, pode levar às desmoralização da mais alta instância do judiciário brasileiro.

Viomundo

Jornalistas da Globo dizem ‘não’ à vaga de Carlos Nascimento no SBT

Evaristo Costa na bancada do Jornal Hoje; jornalista era primeira opção do SBT para lugar de Nascimento
Evaristo Costa na bancada do Jornal Hoje; jornalista era primeira opção do SBT para lugar de Nascimento

O SBT está correndo atrás de um apresentador de telejornal. Tem de ser do sexo masculino, ser preferencialmente jovem, possuir alguma fama e prestígio e, principalmente, envergadura para ancorar um debate entre candidatos à Presidência da República. O profissional ocupará o lugar de Carlos Nascimento no Jornal do SBT, exibido no início da madrugada, mas, se for contratado, deverá dizer apenas que é para reforçar o elenco de jornalismo da casa.

Nos últimos três meses, o SBT tocou o telefone de quatro apresentadores de telejornais. A primeira opção era Evaristo Costa, do Jornal Hoje, mas ele recusou a proposta, dizendo que tem contrato a cumprir com a Globo. André Trigueiro, ex-âncora da Globo News e atualmente repórter da Globo, não quis trocar o Rio de Janeiro por São Paulo e deixar de lado sua especialização, o jornalismo ambiental.

O SBT também sonhava com Chico Pinheiro, do Bom Dia Brasil, apesar de ele não ser jovem como pretendido. Ppoderia ser o global mais viável, por causa da carreira já construída e dos rumores de que não estaria bem na Globo. A instabilidade na emissora, no entanto, atrapalhou. O SBT, então, decidiu investir em Eduardo Ribeiro, eventual substituto de Celso Freitas no Jornal da Record. Mas a Record já renovou o contrato dele, encerrando a negociação.

Afastado desde setembro, o jornalista Carlos Nascimento faz tratamento contra um câncer no reto. Mesmo sem poder trabalhar, seu contrato foi renovado, mas por um quinto do salário que ganhava antes.

A falta de um substituto à altura para Nascimento preocupa porque o SBT não tem um jornalista de porte para comandar um debate. Cesar Filho e Hermano Henning não são considerados para essa missão, e Rachel Sheherazade seria rejeitada pelos candidatos de centro e esquerda. Resta apenas Roberto Cabrini, que é mais repórter do que apresentador.

Outro lado

Diretor de jornalismo do SBT, Marcelo Parada nega que tenha procurado jornalistas para a vaga de Carlos Nascimento. “Jamais procurei alguém para o lugar dele. Temos respeito pelo Nascimento e o lugar é dele até ele se restabelecer”, afirma.

Comentaristas demitidos

A demissão dos comentaristas Carlos Chagas, Denise Campos de Toledo José Nêumane Pinto, ocorrida na última sexta-feira, já estava definida pelo SBT desde outubro. Antes de viajar para as férias na Flórida, no final de dezembro, Silvio Santos concordou com os cortes.

Não houve, aparentemente, nenhuma motivação política, apesar de Carlos Chagas e Nêumane Pinto serem críticos do governo Dilma (PT). O fato de o afastamento de Carlos Chagas ter ocorrido na mesma semana em que sua filha, Helena Chagas, perdeu o cargo de ministra-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, teria sido apenas coincidência.

No SBT, avaliava que os três comentaristas já não tinham função. Primeiro, no começo do segundo semestre do ano passado, eles deixaram de aparecer na principal vitrine da emissora, o SBT Brasil, porque o excesso de comentaristas prejudicava a dinâmica do telejornal. Foram para outros telejornais, mas, na avaliação interna, não acrescentaram nada. Optou-se por usar o dinheiro de seus salários (quase R$ 50 mil mensais) na contratação de repórteres e no investimento em produção.

Uol

Carlos Eduardo Lino: ‘Ganso ainda não deu certo no São Paulo’

carlos eduardoA fase do São Paulo não melhorou após a pausa da Copa das Confederações. O time perdeu o primeiro jogo da final da Recopa Sul-Americana para o Corinthians, na quarta-feira, e, neste domingo, foi derrotado pelo Santos por 2 a 0, no Morumbi, na primeira partida após a demissão do técnico Ney Franco. Para o comentarista do SporTV Carlos Eduardo Lino, além da falta de confiança dos jogadores, o Tricolor Paulista também precisa que as principais peças cresçam de produção. O jornalista citou o meia Paulo Henrique Ganso como exemplo de contratação que deu errado até agora.

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– É um time sem confiança sim, mas não é só confiança. Quem entrar no São Paulo vai ter que ajustar o time. O próprio Ney Franco não tem a incompetência que muitos pensam. Ele conseguiu ajustar um time com sistema de jogo, variar o sistema, mas os jogadores não renderam. Contrata o Ganso achando que vai render e não rende, acha que o Luis Fabiano vai ter sequência e ele não consegue ter sequência. O Jadson chega na cara do gol e perde. A zaga bate cabeça toda hora, com vários erros que não são de posicionamento, e às vezes você se pergunta se o Ney Franco não tinha razão quando falava que o problema do São Paulo não é tático. Talvez não seja nem treinador, talvez seja técnico. Tem cara que não dá certo. O Ganso é um. Ainda não deu certo no São Paulo, não conseguiu tocar na bola – afirmou Lino, no “Troca de Passes”.

 

Ainda sem definir quem será o novo treinador da equipe, a diretoria do São Paulo tem sido pressionada pelos torcedores, que querem Muricy Ramalho no comando do time novamente. De acordo com Lino, esta é a melhor opção no momento.

– Pelo clima que está criado no São Paulo, pelo fato do torcedor pressionar como pressiona, o Muricy é a solução mais óbvia. Talvez não seja a mais fácil porque a questão financeira pesa, porque não é unanimidade, porque é um cara difícil de relacionamento, mas é a opção mais viável que o São Paulo tem agora – disse.

O comentarista Edinho citou Paulo Autuori, que deve deixar o Vasco nesta segunda-feira, como outra boa alternativa, mas criticou a diretoria do São Paulo por ter demitido Ney Franco após as equipes brasileiras voltarem a disputar jogos oficiais.

– O Autuori já fez um bom trabalho no São Paulo, o Muricy também, agora é difícil entender a cabeça dos dirigentes. Tivemos 25 dias com as equipes paradas. O Ney já não estava com problema anteriormente com o São Paulo? Por que esperou agora para mandar embora e ficar a equipe sem treinador e ter que buscar outro? O Muricy está um pouco desmotivado também. Já fez grandes trabalhos, está um pouco cansado. A gente vê que ele não está com aquela motivação que tinha anteriormente, quando ganhou todos os títulos. Até a parte física dele, com problemas de saúde, a coluna dele, isso tudo está levando o Muricy a perder um pouco a motivação que ele tinha antes – concluiu.

globoesporte.com

Maria Prestes: “Os ideais de Luiz Carlos Prestes continuam vivos”

 

A Fundação Maurício Grabois, em parceria com a Editora Anita Garibaldi, a Comissão Especial de Anistia Vanda Sidou, a Associação 64/68 Anistia, o Comitê Estadual da Verdade e o grupo Os Aparecidos Políticos, lançou na noite da última quinta-feira (6), em Fortaleza, o livro “Meu Companheiro – 40 anos ao lado de Luiz Carlos Prestes”, de Maria Prestes.

O auditório Murilo Aguiar, na Assembleia Legislativa do Ceará, ficou lotada de amigos, militantes e pessoas interessadas em ouvir as histórias de Maria Prestes que, por quatro décadas, conviveu com o “Cavaleiro da Esperança”. Além do viés político, apresentando trechos da jornada ao lado de Prestes, a comunista fez questão de destacar o lado humano do marido.

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Luiz Carlos Prestes Filho, que também participou do debate, iniciou o encontro agradecendo a iniciativa do senador Inácio Arruda (PCdoB) que culminou na reparação da anulação do mandato do pai e destacou o novo desafio da família. “Resgatar o mandato de Prestes é um direito do povo brasileiro. Agora nossa luta é conseguir também que o Exército Brasileiro o reintegre a suas fileiras e conceda a patente de General. Após a anulação da cassação do mandato, vivemos este momento de fazer as instituições democráticas reconhecer a grandeza de Luiz Carlos Prestes. Entendemos a importância de colocar dentro das forças armadas um comunista revolucionário”, ressaltou.

Prestes Filho também agradeceu a parceria da direção nacional do PCdoB ao apoiar as bandeiras de luta da família. “Este livro, por exemplo, foi fruto da parceria com a editora Anita Garibaldi. Minha mãe, aos 83 anos de idade, pode viver este momento de reencontro do pai com a história do país e o PCdoB foi de grande generosidade ao abraçar este projeto. Vejo este como um reencontro de João Amazonas e Luiz Carlos Prestes. Amazonas, com sua militância, conseguir reorganizar o Partido e, junto com meu pai, mantiveram acesa a chama do Partido”, enalteceu.

Maria Prestes agradeceu a iniciativa de apresentar o livro que detalha sua vida ao lado do marido revolucionário e relatou a emoção de voltar ao Ceará e encontrar velhos amigos. A comunista destacou o objetivo da autobiografia. “Nossa intenção é apresentar, não só o lado histórico e político de Luiz Carlos Prestes, mas também resgatar sua história e falar de sua vida como cidadão, pai de família, homem de bem”.

Trajetória comunista

Filha de um militante comunista, a menina pernambucana cresceu participando de atividades ao lado do pai. Aos 10 anos, já trabalhava em solidariedade às famílias de presos políticos, distribuía material em porta de fábrica, participava de passeatas e atividades como na luta contra a carestia e na campanha “O Petróleo é nosso”. “Em 1947, com a cassação do registro do Partido Comunista, tivemos que recuar um pouco. Em seguida, fui designada para ir a São Paulo. Meu pai havia sido torturado em Recife e foi transferido para a capital paulista. Foi nesta época que recebi a tarefa de ser segurança de Prestes”.

O encontro entre os dois aconteceu em 1952. “Meu pai falava muito sobre a Coluna Prestes, contava sobre as aventuras e a grandeza política de seu líder. Sempre imaginei que ele seria um homem alto e forte. A surpresa foi ao encontrá-lo: pequeno, magrinho… Fiquei decepcionada”, confidenciou entre risos. “E foi ao lado dele que vivi 40 anos, inicialmente na clandestinidade, em São Paulo, depois em várias cidades do país e até no exterior”.

Maria se sentia responsável caso alguma coisa acontecesse com o companheiro. “Vivemos em várias casas. Se desconfiávamos de algo, saíamos apenas com a roupa do corpo e não voltávamos para pegar nada. Mudei o meu nome e dos filhos para não ser identificada. Depois da Anistia descobrimos que a Polícia nunca teve registros sobre nós. Cumprimos bem nosso papel”, avaliou.

Prestes revolucionário

A comunista comentou trechos da jornada do companheiro durante a Coluna Prestes. “Os ideais dele continuam vivos e atuais. Ainda hoje as ideias de Lênin e Marx continuam, como a exploração do homem pelo homem, os baixos salários, os trabalhadores que vivem sem dignidade, pais de família que lutam para sobreviver. No Brasil, as coisas ainda andam devagar. Basta citar a reforma agrária, problema sério que, desde a Marcha dos 1500 homens pelo interior do Brasil, era defendida por Prestes. Ele dizia com grande entusiasmo que o povo não morreria de fome, mas tinha que ter seu cantinho para viver. E ainda hoje as terras continuam concentradas nas mãos dos grandes fazendeiros e empresários”, citou.

Prestes família

Maria ratifica que o ideal de Prestes era lutar pelo social, com dignidade e energia. “Ele foi um bom pai de família, gostava de cozinhar, sempre ajudava nos afazeres domésticos. Gostava de jardinagem e sempre tínhamos roseiras e hortas em casa. Prestes também adorava ler clássicos da literatura”, confidenciou.

O papel da mulher

A comunista ressalta a atuação das mulheres para a consolidação da democracia no Brasil. “São inúmeras, desde o movimento estudantil chegando até a eleição de Dilma Rousseff, mulher, guerrilheira, torturada. Tivemos que enfrentar muitas barreiras para conseguir alcançar este momento no país. É importante que todos tenham consciência de que precisamos e devemos resgatar também a história dessas mulheres que tiveram participação na vida política do país”.

Memória

Maria Prestes ressaltou o trabalho da Comissão da Verdade que, segundo a comunista, tem ajudado muito no esclarecimento dos casos e mortes ocorridos durante a ditadura militar no Brasil. “Nossa bandeira é resgatar e preservar a memória dos que deram a vida na luta por um país mais justo. Não só Luiz Carlos Prestes, mas muitos companheiros foram vítima deste período negro da nossa história. Este homem, como tantos outros, não pode ficar esquecido da história do Brasil. Nosso povo deve se orgulhar de seus heróis que deram sua vida para que hoje estivéssemos aqui”.

Participações

Benedito Bizerril, membro da Fundação Maurício Grabois no Ceará, destacou a importância de se resgatar a memória de grandes lideranças comunistas que fizeram parte da história recente do Brasil e ajudaram na consolidação da democracia. “Nesta noite, Maria Prestes nos apresenta uma parcela importante de sua convivência com o grande líder comunista”.

Tarcísio Leitão, histórico militante comunista, também saudou a presença de Maria no Ceará. “Queria que Luiz Carlos Prestes estivesse aqui conosco pra ver como esta próxima a construção de uma sociedade diferente. Estamos marchando pra isso com a ruína do Capitalismo. Vivenciamos um momento histórico da humanidade e a luta de Prestes continua viva. A luta por uma sociedade mais justa é agora a luta do povo brasileiro”.

O vereador Evaldo Lima enalteceu a luta de Maria Prestes de manter viva a memória do seu companheiro e informou que já tramita na Câmara dos Vereadores a criação da Comissão Municipal da Verdade, de sua autoria. O objetivo da comissão é resgatar e preservar a memória dos que, como Prestes, lutaram por um país melhor.

O professor Leite Júnior também rendeu homenagens a Maria Prestes e apresentou uma poesia à companheira do “Cavaleiro da Esperança”. A estudante Virna Sena, de onze anos, também enalteceu as histórias apresentadas por Maria Prestes. “Desejo parabenizar Maria Ribeiro Prestes por ser essa mulher tão guerreira que percebi. Gostei de saber que ela se parece muito comigo por ser influenciada pelo pai e começar a trabalhar solidariamente para o PCdoB com dez anos, um ano antes de mim”.

Programação

Neste sábado (08), Maria Prestes estará em Crateús, onde também lançará seu livro no município. O evento acontecerá no Teatro Rosa Moraes a partir das 19h. A cidade recebeu a visita do “Cavaleiro da Esperança” e é a única cidade do interior do Nordeste a ter uma obra arquiteto Oscar Niemeyer. O monumento é uma homenagem à Coluna Prestes e foi inaugurado em 2005.

De Fortaleza,
Carolina Campos

Carlos Dunga e a matemática do TRE

artigonice

Quando a gente pensa que nada mais no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) pode nos surpreender, eis que surge um novo fato que coloca qualquer teoria a respeito do judiciário por água a baixo. Como pode uma Corte que se contradiz e se desmente o tempo todo?

 

No ano passado um fato que chamou a atenção foi o TRE ter julgado desaprovadas as contas do então prefeito de Picuí, Buba Germano, e logo em seguida, durante o julgamento de embargos declaratório,s os membros da Corte Regional voltaram atrás do que eles mesmos haviam decidido e resolveram que as contas de Buba estavam todas em ordem e deveriam ser aprovadas. Isso num período em que o TSE havia determinado que político com contas desaprovadas pela justiça eleitoral não podiam ser candidatos porque seriam considerados ‘ficha suja’. Deu o maior rebuliço.

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Agora a bola da vez é o deputado Carlos Dunga (PTB). Beneficiado pela validação dos votos de Oswaldo Venâncio (Bado), o petebista conseguiu, mais de dois anos depois, garantir uma vaga na Assembléia Legislativa. Isso porque com a retotalização dos votos das eleições de 2010, o quociente eleitoral foi refeito e foi Dunga a pessoa da coligação que teve o direito garantido de entrar na Casa Epitácio Pessoa pela porta da frente.

 

Pois bem! A decisão sobre o deferimento do registro de candidatura de Bado e que resultou nessa mudança foi do TSE, ou seja, da Corte Superior Eleitoral. Determinada a recontagem dos sufrágios de 2010, o TRE recebeu do TSE a ‘ordem’ para que os trâmites legais fossem garantidos.

 

A Corte Regional, por sua vez, formou uma comissão eleitoral que se encarregou de aprovar, por unanimidade, e homologar a decisão da sua Superior. Como consequência Dunga foi diplomado e, nesta sexta-feira (15), empossado na Assembléia. Posse essa que não deu nem tempo de ser comemorada.

 

O problema é que a matemática do TRE é muito mais confusa do que aquela que aprendemos nos livros. Para a Corte paraibana, um mais um é igual a um. Ora, se o TSE e o próprio TRE decidiram pela posse de Dunga, porque um único membro, o juiz Márcio Accioly, teve o direito de anular todo esse processo? O que acontece com a justiça eleitoral que uma só pessoa consegue ser mais forte do que todos os membros das duas Cortes?

 

Como é que a população vai poder levar a sério as decisões da justiça eleitoral quando ela mesma desfaz o que, por ela, foi feito? Como comemorar uma determinação se não temos a certeza de que ela vai durar, pelo menos, 24 horas?

 

Diante desse fato eu quero dar apenas um conselho a alguém que nem entrou nessa história, o agora prefeito de Esperança Anderson Monteiro. Anderson, sei se você pode comemorar a sua posse por muito tempo não viu!

 

 

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Roberto Carlos faz pose igual a de Michel Teló no Twitter

Michel Teló postou em sua página no Twitter, nesta segunda-feira, uma foto em que aparece ao lado de Roberto Carlos. Na imagem, tirada durante ensaio para o especial de final de ano do Rei, Roberto faz a mesma pose que Teló. “Sem palavras pra descrever esse momento… Nunca imaginei que um dia isso iria acontecer! Obrigado Deus”, escreveu o sertanejo no microblog.

Michel Teló e Roberto Carlos ensaiam para especial de final de ano | Foto: Reprodução Internet

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