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Prefeito Carlinhos promove medidas para combater a seca em Casserengue

carlinhosPara combater a falta d’água no município e atender a necessidade da população, a Prefeitura de Casserengue, vem desenvolvendo medidas emergenciais no abastecimento de água.

Preocupado com a situação, o prefeito Carlinhos, autorizou o carro pipa abastecer as ruas da cidade. Cada rua recebe água duas vezes por semana. Desde o mês de setembro as ruas Jacira Pontes, Rua da Cruz e Orlando Cavalcante, não são abastecidas pela CAGEPA. Há mais de sete meses, os conjuntos Ventania e Frei Damião, também não tem água.

A prefeitura está desenvolvendo um projeto para disponibilizar caixas d’água em pontos estratégicos nas ruas da cidade e melhor atender a demanda. O prefeito procurou o governador do estado, Ricardo Coutinho, que se propôs brevemente auxiliar o município, que há mais de ano não tem recebido ajuda do estado.

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O carro pipa também percorre os assentamentos do Jaguaré, Poço Verde e Che Guevara e os sítios, Cabeçudo e Salgado. Devido as últimas chuvas as comunidades de Lagoa, Gameleiros  e Baixa Larga estão consumindo água dos barreiros, e a prefeitura tem abastecido o posto de saúde e as escolas municipais.

Em convênio com o Governo Federal, a zona rural tem recebido ajuda do exercito, que vem colocando água com carros pipa. A prefeitura tem mantido as estradas sempre em boas condições para a circulação desses veículos.

Assessoria

Carlinhos e Dinda rompem aliança e Casserengue pode ter mudança no secretariado

 

Carlinhos e Dinda
Carlinhos e Dinda

Agora é oficial. O prefeito do município de Casserengue, Carlinhos, e o ex-prefeito Dinda, romperam a aliança que havia sido firmada durante as eleições de 2012. O rompimento entre os dois já vinha se configurando há alguns dias quando ambos começaram a se desentender alegando problemas internos. O resultado disso é que o fim da união entre Carlinhos e Dinda pode provocar uma série de mudanças no secretariado da cidade.

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De acordo com informações obtidas com exclusividade pelo Focando a Notícia, a primeira alteração que deve ocorrer na administração municipal é na Secretaria de Educação. A secretária Miriam Bento é uma das indicações do ex-prefeito Dinda e, por isso, a mais cotada para iniciar a dança das cadeiras.

A principal insatisfação de Dinda teria sido a união firmada entre Carlinhos e o também ex-prefeito da cidade, Antônio de Neixa, um dos maiores adversários de Dinda. Além disso, a aliança do atual gestor com o próprio irmão, Orlando da Galinha, também não teria agradado a Dinda, pois Orlando saiu candidato em 2012 mesmo sabendo que o irmão Carlinhos seria seu principal adversário.

Já Carlinhos não quis se aprofundar nos motivos do rompimento, mas alegou que o fim da aliança entre ele e Dinda teria sido mesmo problemas que estariam acontecendo dentro da prefeitura relacionados a trabalho e a cargos.

 

Redação/Focando a Notícia

Casserengue: Candidaturas de Carlinhos e Orlando da Galinha são liberadas pela Justiça Eleitoral

 

Carlinhos e Orlando

O juiz da 48ª Zona Eleitoral, em Solânea, Osenival dos Santos Costa, liberou as candidaturas dos postulantes a prefeito do município de Casserengue, Luís Carlos Francisco dos Santos e Orlando Francisco dos Santos conhecidos, respectivamente, por Carlinhos e Orlando da Galinha. A sentença foi protocolada nessa terça-feira (17).

Pela coligação “O trabalho Continua” (PP, PT, DEM, PSB e PSD) tiveram os registros deferidos Carlinhos e seu vice Ivanildo Silvino Alves. E, pela coligação “Agora é ele junto com o povo” (PTB, PMDB, PR e PSDB), foram liberados para concorrer Orlando da Galinha e seu vice Verinho.

“Preenchidas todas as condições formais, constitucionais e legais, defere-se o requerimento de registro de candidatura ao cargo de Prefeito e Vice-prefeito e o consequente registro da chapa majoritária para concorrer às Eleições Municipais de 2012”, diz o relatório do juiz.

Redação/Focando a Notícia

Carlinhos Cachoeira tinha apoio de delegados da PF e policiais militares

Além de elos com políticos, a organização criminosa comandada pelo contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, tinha sob suas ordens dois delegados da Polícia Federal e 30 policiais militares, que vazavam informações privilegiadas e driblavam até a ação da Força Nacional de Segurança, quando atuava na repressão a jogos ilícitos em Goiás e nos arredores de Brasília.

De acordo com investigações da Operação Monte Carlo, que levou o contraventor — acusado de comandar uma rede de jogos ilegais — à prisão em fevereiro, R$ 200 mil teria sido o valor pago por Carlinhos Cachoeira para contar com os serviços do delegado da Polícia Federal Fernando Antonio Heredia Byron Filho, também preso na operação.

Byron integrava o time de interlocutores de Cachoeira que, como o senador Demóstenes Torres (Sem partido-GO), se comunicava com o contraventor por meio de aparelhos de rádio Nextel habilitados no exterior para tentar escapar de escutas telefônicas.

Seu papel era garantir a exploração de máquinas de caça-níqueis, vazar e direcionar investigações, a pedido de Cachoeira, a quem se refere como “guerreiro velho”. O contraventor o chamava de “doutor”.

Em agosto do ano passado, Byron prestou contas de um serviço para o contraventor e aproveitou para pedir um adiantamento de dinheiro para pagar um apartamento.

A conversa telefônica foi interceptada pela operação Monte Carlo. A outro delegado da PF preso na operação, Deuselino Valadares dos Santos, o preço pago por Cachoeira foi bem mais alto.

Conhecido na organização como “Neguinho”, Deuselino Valadares foi cooptado quando chefiava a Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros da Superintendência da Polícia Federal em Goiânia. Auditores fiscais atestaram enriquecimento do delegado, incompatível com os rendimentos declarados ao Fisco.

Em 2011, ano em que foi afastado do cargo, Deuselino e sua mulher, Luanna Bastos Pires Valadares, teriam comprado à vista uma fazenda no município de Juarina, no Tocantins, por mais de R$ 1 milhão.

As investigações mostram que Carlinhos Cachoeira mantinha esquema de contatos políticos e com agentes da área de segurança, para garantir prosperidade aos seus negócios. Demóstenes Torres transitou nos dois grupos. Do esquema do contraventor também fariam parte seis delegados da Polícia Civil e 30 policiais militares.

Da Agência Estado