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Menino de 7 anos é internado após ser resgatado de cárcere privado na Paraíba

Um menino de apenas 7 anos está internado no Hospital de Trauma de Campina Grande após ser resgatado pela polícia da casa onde morava com a mãe com o padastro.

De acordo com as informações policiais ele era mantido em cárcere privado e os principais culpados são a mãe e o padrasto. O fato foi descoberto na zona rural do município de Boqueirão.

O Conselho Tutelar informou que a criança foi encontrada acorrentada e teria sido espancada com fios elétricos e cordas.

Ainda segundo o Conselho Tutelar, o estado de saúde do menino é considerado grave.

O menino já tinha sido afastado do convívio com a mãe, devido a denúncias de agressões e havia apenas 40 dias que tinha retornado à casa da genitora.

PB Agora

 

 

Oito crianças vítimas de cárcere privado e maus-tratos são resgatadas em Mandacaru, em JP

Oito crianças foram resgatadas, nesta segunda-feira (08), pela Vara da Infância e Juventude com o apoio da Polícia Militar, no bairro de Mandacaru, em João Pessoa. Eles estariam vivendo em condições subumanas e sendo vítimas de maus-tratos.

De acordo com o policial militar Thierry, as crianças não tinham acesso à necessidades básicas, como alimentação, vestimentas, remédios e uma das vítimas era portadora do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Mantida em um quarto, ela não tinha sequer acesso aos outros cômodos, fazendo inclusive suas necessidades básicas no dormitório.

“Uma situação extremamente desagradável de ver”, afirmou o policial em entrevista ao programa Rota da Notícia, na Tv Arapuan.

As crianças tinham idades entre 1 e 12 anos e os pais estavam presentes no momento da abordagem. Conforme a PM, o pai é pedreiro e a mãe está desempregada e não têm condições de criar os filhos. Eles resistiram à intervenção no começo, mas depois cederam e permitiram que as vítimas fossem levadas.

As crianças foram encaminhadas para uma casa de acolhimento no bairro Treze de Maio, na capital.

 

Mais PB

 

 

Em Araçagi homem é preso suspeito de manter esposa e filho em cárcere privado

Um homem foi preso em flagrante por policiais do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) no início da madrugada desta terça-feira (27), no Conjunto Bela Vista, na cidade de Araçagi, acusado de manter a esposa e o filho de seis meses em cárcere privado. A mulher, que tinha sido amarrada por ele, conseguiu se soltar e fugir, chamando a polícia, que se dirigiu até a residência e deu início às negociações para que ele liberasse a criança.

A guarnição comandada pelo sargento Arimateia foi informada pela vítima que o acusado teria passado o dia todo perturbado e que, à noite, a amarrou dizendo que pessoas queriam pegá-la. Já do lado de fora da casa, ela pedia para que o marido entregasse o seu filho, mas ele se recusava e também não atendia ao pedido dos policiais para que mostrasse e devolvesse a criança para a mãe.

Em determinado momento, o acusado saiu da residência com a criança no colo e se negou a entregá-la. Em seguida, percorreu algumas ruas do conjunto e quando a guarnição se aproximou dele, ameaçou jogar o filho ao chão. No entanto, com o devido acompanhamento e cautela necessárias e aproveitando-se de um momento de desatenção do acusado, os policiais conseguiram retirar a criança do colo dele com segurança.

O acusado então reagiu à prisão, sendo necessário o uso moderado da força para contê-lo e algemá-lo. Em seguida, ele foi conduzido à delegacia e apresentado à autoridade policial, onde foi autuado por violência doméstica e maus-tratos a criança.

Descumprimento de medida protetiva – Em Belém, no Distrito Rua Nova, nessa segunda-feira (26), policiais da 3ª Companhia prenderam um homem acusado de descumprir a medida protetiva judicial e entrar na residência da vítima. A guarnição comandada pelo tenente Dos Santos esteve no local e, constatada a veracidade da denúncia feita, prenderam o acusado.

MaisPB

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Preso suspeito de manter mulher e filha por cinco anos em cárcere privado

A Polícia Civil da cidade de São Bento, no Sertão paraibano, a 375 km de João Pessoa, prendeu em flagrante, na tarde desta terça-feira (20), um homem de 58 anos suspeito de cometer o crime de cárcere privado, praticado por cinco anos contra a mulher, uma pedagoga de 29 anos, e a filha do casal, uma criança de dois anos.

A polícia descobriu o caso por meio de uma ligação feita pela própria vítima. A mulher teve acesso a um aparelho celular que foi jogado por uma vizinha para o quintal da casa quando o suspeito não estava em casa. A vizinha decidiu fazer isto porque, segundo ela, ouvia muitos barulhos e choros de criança e, como a residência sempre estava fechada, ela desconfiou que algo errado estava acontecendo.

Quando os policiais chegaram à casa, encontraram a pedagoga e a filha trancadas e sem comida. A mulher disse que a criança nasceu durante o cárcere privado e, por isso, não foi registrada. Ela revelou que as duas sofriam frequentes agressões físicas praticadas pelo marido. Ele também não comprava comida para as vítimas e, nas raras vezes que elas saíram de casa para ir ao médico, estavam cobertas por lençóis e acompanhadas pelo suspeito.

O exame de corpo de delito comprovou as agressões sofridas pela mulher e pela filha. “Durante o depoimento, a pedagoga disse que não podia ter contato com a família dela, que vive em Pernambuco, e que quando o investigado saía de casa cortava a energia e ameaçava matá-la se contasse o que estava acontecendo para alguém. Alguns vizinhos que moram na localidade há três anos informaram que nunca viram as vítimas fora de casa”, falou o delegado responsável pela investigação, Sheldon Andrius.

Depois de ser ouvida, a pedagoga foi liberada. Já o suspeito foi encaminhado para a carceragem da delegacia e será apresentado ao juiz, que vai determinar se a prisão em flagrante será transformada em preventiva e o investigado levado para Cadeia Pública de São Bento.

portalcorreio

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Suspeito de manter mulher e filha em cárcere privado por 5 anos é preso na PB

(Foto: Polícia Civil de São Bento/Divulgação)

Um homem de 58 anos foi preso em flagrante suspeito de manter a mulher e a filha em cárcere privado por 5 anos na cidade de São Bento, no Sertão da Paraíba. A informação foi repassada pela Polícia Civil e a prisão aconteceu na manhã desta terça-feira (20).

De acordo com as investigações policiais, o homem agredia as vítimas e as deixava sem comida. Mãe e filha só conseguiram se libertar do cárcere após uma vizinha ter percebido a situação e jogado um aparelho celular pelo muro para que a mulher chamasse a polícia e pedisse ajuda. Em depoimento à polícia, o suspeito negou todas as acusações.

O delegado Sheldon Andrius Fluck, responsável pelas investigações, disse que o casal morava junto há 5 anos e que desde então a mulher, uma pedagoga de 29 anos, teria sido submetida ao cárcere. Eles tiveram uma filha que atualmente está com 2 anos, que não teria sequer sido registrada e que também era vítima de todas as agressões. Ainda conforme o delegado, um laudo médico comprovou as agressões na mulher e na criança.

Conforme o delegado, ele “alegou que ela foi para colação de grau em João Pessoa ano passado. Eu questionei ela e ela disse que fez uma faculdade à distância e que realmente foi para a colação em João Pessoa, mas não procurou ajuda porque ele tava com a filha deles em casa e ela não tinha nem registro. Se ele fizesse algo com ela não teria nem como provar a existência da filha”.

“Ela [a mulher] disse que ele as agredia constantemente e as deixava passando fome. Quando ele saía de casa cortava a energia e ameaçava a mulher de morte caso ela contasse a alguém. Ela não mantinha contato com ninguém, nem com a família. Os vizinhos, que moravam na região há cerca de três anos, nunca tinham visto a mulher nem a criança. Elas só saíram de casa para ir ao médico e mesmo assim eram enroladas com um cobertor, como foi no dia do parto”, detalhou o delegado ao falar sobre o que a vítima relatou à polícia durante o depoimento.

Bebê nasceu durante cárcere privado da mãe e não era registrado, na Paraíba (Foto: Polícia Civil de São Bento/Divulgação)

Bebê nasceu durante cárcere privado da mãe e não era registrado, na Paraíba (Foto: Polícia Civil de São Bento/Divulgação)

Sheldon Andrius acrescentou que uma mulher que mora ao lado da casa onde as vítimas estavam sendo mantidas em cárcere privado ouvia barulhos e escutava o choro da criança, de modo que decidiu ajudar as vítimas arremessando o celular pelo muro para que a mulher pudesse pedir socorro para sair do cárcere.

A vítima procurou a polícia e, ao chegarem no local, os policiais constataram o fato. “O lugar estava todo revirado, bagunçado e sem comida”, pontuou o delegado.

O homem preso trabalha em uma empresa de materiais de construção. Ele vai ser autuado por cárcere privado e encaminhado para a penitenciária de Catolé do Rocha, também no Sertão.

A mulher foi ouvida e liberada. Segundo a polícia, ela iria voltar para a casa onde teria sido mantida em cárcere privado, pois a família dela é do estado de Pernambuco.

G1 procurou o Conselho Tutelar da cidade de São Bento para saber quais os procedimentos que vão ser adotados com a criança, mas o órgão informou que até as 14h56 ainda não havia sido notificado sobre o caso.

Lugar onde mulher e bebê viviam em cárcere privado estava revirado e não tinha comida, na PB (Foto: Polícia Civil de São Bento/Divulgação)

Lugar onde mulher e bebê viviam em cárcere privado estava revirado e não tinha comida, na PB (Foto: Polícia Civil de São Bento/Divulgação)

G1

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Homem é suspeito de manter enteada em cárcere privado no interior da Paraíba

Reprodução
Imagem ilustrativa

Um homem está sendo procurado pela polícia suspeito de manter a enteada, de 15 anos, em cárcere privado, na cidade de Itabaiana, Agreste paraibano, a 89 km de João Pessoa. A adolescente foi resgatada nessa segunda-feira (11) e apresentava sinais de violência física e psicológica.

De acordo com o Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop) da Polícia Militar, o caso foi denunciado pela mãe da vítima. Ao perceber a chegada da polícia à residência, o suspeito fugiu pela porta dos fundos. Na casa, os militares encontraram apenas a adolescente, que chorava muito e estava com ferimentos no rosto.

Viaturas fizeram rondas na cidade, mas não conseguiram encontrar o suspeito. Tanto a vítima, quanto a mãe dela foram levadas a uma delegacia para prestar depoimento. O Conselho Tutelar foi acionado para dar assistência à adolescente e a Polícia Civil vai investigar o paradeiro do suspeito.

Portal Correio

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Homem é preso suspeito de manter filha em cárcere privado na Paraíba

sireneUm homem de 42 anos foi preso em João Pessoa na quarta-feira (25) suspeito de cárcere privado da própria filha de 20 anos. Segundo a Polícia Civil, o homem não aceitava a gravidez da filha, descoberta por ele há pouco tempo. Ainda de acordo com a polícia, o suspeito tinha problemas com o atual namorado da filha.

A polícia diz que o suspeito deve ser indiciado por violência doméstica, física e psicológica, cárcere privado e por tentativa de lesão corporal gravíssima. A jovem foi encaminhada para um hospital de João Pessoa para que passasse por procedimentos médicos.

O suspeito foi submetido a exames na Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal (Gemol) e encaminhado para a carceragem da Central de Polícia. Uma audiência de custódia deve ser realizada nesta quinta-feira (26) para definir se o suspeito continua preso ou se vai responder ao processo em liberdade. O estado de saúde da jovem é considerado regular.

G1 PB

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Policia encontra idoso e dois jovens com problemas mentais mantidos em cárcere privado

Pedro-Régis_SertãozinhoAtravés de uma denúncia feita ao Disque 100, a polícia conseguiu resgatar, na noite desse domingo (8), um idoso e dois jovens com problemas mentais, que eram mantidos em cárcere privado por familiares. Sob condições sub-humanas, estas pessoas foram encontradas pela polícia na comunidade conhecida como Canto de Pedra, na zona rural do município de Pedro Regis, distante a 90 km de João Pessoa.

Segundo informações repassadas na denúncia, a agente de Saúde, Maria Gorete Batista dos Santos, 42 anos, mantinha o pai, o aposentado João Batista dos Santos e os irmãos, José Carlos dos Santos, 38 anos, e Deoclécio Batista dos Santos, 27 anos, todos doentes mentais, presos dentro de uma residência, vivendo enjaulados como se fossem animais.

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A Polícia Militar foi até o local e encontrou as vítimas numa situação deplorável. As paredes do casebre que não tem água encanada e que fica a cerca de 50 metros da residência da família, estavam todas sujas de fezes e o chão sujo de urina, com um odor insuportável. Um dos dois irmãos da acusada foi encontrado preso dentro de um quarto com grades de ferro e a rede onde o aposentado dormia estava completamente suja de urina e cheirando mal.

Maria Gorete, acusada da prática de cárcere privado, disse que os seus dois irmãos vivem presos há mais de dois anos, por que são muito violentos e não podem viver soltos. Com relação ao seu pai, que é aposentado, ela disse que o comportamento dele é mais sociável e ás vezes ainda sai de casa.

Ela disse também que cuida deles muito bem e que todos os dias serve seis refeições para cada, além de limparem a casa todos os dias. Segundo ela, os serviços de “limpeza” e “higiene” da casa que não tem água encanada, eram feitos pela sua filha de 19 anos e por um irmão seu de criação, de apenas 12 anos de idade. O sargento Gerson e o soldado Romualdo, que estiveram no local, também constataram que as vítimas defecavam no chão e usavam um balde para urinarem.

A agente de Saúde, Maria Gorete foi conduzida até a delegacia da cidade e deverá responder por cárcere privado, abandono de incapaz, e maus tratos.

Portal Correio

Acusado de espancar e manter em cárcere privado mulher e enteada é linchado na rua

Emerson Machado
Emerson Machado

Orlando Pereira, 35 anos, acusado de espancar e manter em cárcere privado a mulher e enteada de oito anos, foi encontrado nesta segunda-feira (23), em João Pessoa. Após a repercussão da matéria veiculada pelo Portal Correio nesse domingo, o criminoso foi reconhecido por moradores do bairro Colinas do Sul quando passava por uma rua do bairro. Revoltadas com o crime as pessoas lincharam o acusado.

De acordo com informações de testemunhas, apesar das agressões Orlando Pereira conseguiu fugir, mas foi capturado pela polícia no conjunto Nova República, no bairro do Gaisel. Devido aos ferimentos, ele foi socorrido para o Hospital Ortotrauma de Mangabeira, mas já recebeu alta e foi levado para a Delegacia da Mulher, onde é ouvido pela delegada Vanderleia Gadi.

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A delegada informou que já foi expedido o mandado de prisão pela juíza da Vara da Violência Doméstica, Israela Cláudia da Silva.

Ainda de acordo com a delegada, ele será autuado pelos crimes de cárcere privado e violência doméstica.

Orlando Pereira matinha presas em casa, no bairro do Grotão, sua mulher e enteada.Na última quinta-feira, o acusado usou uma faca para ferir a mulher e a criança. A violência foi tanta que o rosto da menina ficou desfigurado. Segundo a delegada, a mulher não teve como pedir socorro, já que vivia presa, mas no sábado, a mãe dela foi visitá-la e “a vítima teve coragem de contar o que se passava na casa”.

“Às vezes, a avó da criança ia visitá-la, mas a mulher não tinha coragem de contar as agressões que sofria, pois o marido ameaçava matar as duas e depois cometer suicídio se alguém soubesse do caso. A mãe não aguentou ver o estado crítico da filha, que foi severamente agredida, e pediu socorro”, relata Gadi.

De acordo com a autoridade, as duas saíram correndo de casa carregando a menina e pediram ajuda a um homem em uma moto, que, por coincidência, era policial. O militar informou o caso a Polícia Civil e socorreu as vítimas para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena. A mulher foi liberada neste domingo (23), mas a criança segue internada em estado regular.

Durante o período que viveu presa, a mulher só podia sair de casa para comprar alimentos, “mas com o marido ao lado, a todo instante. A menina só ia para escola de manhã, mas também sofria ameaças do padrasto, que jurava que a mataria se ela revelasse algo no colégio”.

A criança segue internada no Hospital de Trauma. A delegada informou que ela passará por exame traumatológico após receber alta.

 

 

Por Naira Di Lorenzo

Mãe e filha são mantidas em cárcere privado e espancadas há um ano, em João Pessoa

acusadoA polícia Civil da Paraíba está a procura de Orlando Pereira, 35 anos, acusado de manter em cárcere privado e espancar sua mulher, de 30 anos, e a enteada, de 8 anos. Mãe e filha eram agredidas e mantidas presas em casa há mais de um ano no bairro do Grotão, em João Pessoa, informou delegada Vanderlea Gadi, da Delegacia da Mulher da Capital.

A polícia está em esforço concentrado para encontrar o criminoso. A delegada divulgou foto de Orlando Pereira, que também é conhecido como Falcão, Carioca e Galego. Ela informou que a última vez que ele foi visto estava usando cavanhaque e havia pintado o cabelo com uma cor avermelhada.

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Na última quinta-feira (19), o acusado desferiu com arma branca vários golpes na mulher e na criança. A violência foi tanta que o rosto da menina ficou desfigurado. Segundo a delegada, a mulher não teve como pedir socorro, já que vive presa, mas nesse sábado, a sua mãe foi visitá-la e “ela teve coragem para contar o que se passava na casa”.

“Avó da criança às vezes ia visitá-la, mas a mulher não tinha coragem de contar as agressões contra ela e a filha, pois o seu marido ameaçava matar as duas e depois se suicidar caso ela contasse a alguém, mas a mãe não aguentou ver o estado da filha, que foi severamente agredida e pediu socorro”, relatou a delegada.

Ainda segunda ela, as duas saíram correndo de casa carregando a menina e pediram ajuda a um homem em uma moto, que por coincidência era policial. O militar informou o caso a Polícia Civil e socorreu as vítimas para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena. A mulher foi liberada neste domingo (23), mas a criança segue internada em estado regular.

A delegada afirmou também que a mulher só podia sair de casa para fazer feira, “mas com o marido ao seu lado a todo instante”. “A menina só ia para escola de manhã, mas também sofria ameaças do padrasto, que jurava que mataria ela e sua mãe se ela revelasse algo no colégio”.

A polícia pede ajuda da população, que tiver qualquer pista sobre o paradeiro do acusado, para ligar para o Disque Denuncia da Polícia Civil, no 197, ou para o Centro de Operações Policiais (Ciop), no 190.

Portal Correio