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Detran-PB diz que novo emplacamento é obrigatório apenas para carros novos e alterações nas características do veículo

Em entrevista ao Portal ClickPB, o superintendente do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB) Agamenon Vieira alertou que a mudança para o novo emplacamento não é obrigatória, e que apenas carros novos ou que sejam submetidos a alterações em suas características devem ser emplacados com as novas placas Mercosul. O prazo máximo para as alterações vai até o dia 31 de janeiro.

Na Paraíba, desde o dia 11 de novembro que os veículos entre carros e motos já estão saindo das lojas com o novo emplacamento. A decisão foi aprovada em 28 de junho do ano passado pelo Conselho Nacional de Trânsito, o Contran. A mudança acontece porque as placas cinzas foram extintas do mercado e foram substituídas pelas novas placas internacionais.

“Com o prazo se aproximando para todo o Brasil, os condutores e os proprietários pensam que agora são obrigados a trocar a placa, mas é importante destacar que só é obrigatório mesmo caso o carro seja novo ou passe por alguma transformação, seja domiciliar ou estética. Se a pessoa transferir de domicilio ai será necessária a nova plana, se eu pego uma caminhoneta e faço uma transformação nela, se eu mudo a característica do carro terá que trocar a placa”, esclareceu.

O gestor reforçou que a mudança se deve pelo fato de que apenas as placas Mercosul é que passaram a ser produzidas no país. “Não vai ter mais produção da placa cinza. É por isso que qualquer mudança será com a placa nova. Todos os carros que foram vendidos a partir do dia 11 de novembro já estão saindo com a nova placa.”

Ainda segundo ele mais de 20 mil carros já passaram pelo procedimento de substituição até o momento. Ao todo a Paraíba possui uma frota de 1.350 milhões de veículos.

O procedimento para a substituição deve ser feito em uma das unidades do Detran-PB. Os valores variam de R$ 219 para carro e R$ 180 para moto.

 

clickpb

 

 

Especialistas traçam perfil de agressores de mulheres; identifique características abusivas em 5 pontos

Identificar um agressor de mulher não é tarefa simples. Em geral, este criminoso não tem características aparentes como a arma em punho de um assaltante. Em muitos casos, sequer possui antecedentes criminais. Então, como se prevenir?

O G1 ouviu especialistas e pessoas que lidam com o tema diariamente para traçar um perfil destes homens. Além disso, o modo como os agressores se comportam é parte fundamental para a identificação. Muitas vezes são os chamados “cidadãos comuns”.

De acordo com delegada Fernanda Fernandes, que atua diariamente no combate a este tipo de crime na Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM) de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense “até as pessoas que convivem com o agressor não acreditam que ele tenha praticado esse tipo de delito”.

”A gente tem como padrão de agressor de violência doméstica uma pessoa que trabalha, tem uma vida social, é primário e de bons antecedentes. Na maioria dos casos, a gente tem esse padrão de agressor de uma ‘pessoa normal’.

Em 2018, mais de 31 mil casos foram registrados nas Delegacias de Atendimento à Mulher em todo o estado.

Paulo Cesar Conceição, de 46 anos, coordena um centro de recuperação de homens condenados pela Justiça por violência doméstica. Ao G1, ele afirmou que a violência doméstica está impregnada na sociedade e quase não é percebida.

“Ele [o agressor] é o ‘cidadão comum’, é o motorista de ônibus, o empresário, o lojista, o religioso. A violência doméstica está impregnada na nossa sociedade de tal forma que ela está invisível”, disse.

O psicólogo Paulo Patrocínio ressaltou que a violência se apresenta de formas diferentes e não apenas através da forma física, que é de conhecimento mais comum. São elas:

  • Violência física
  • Violência psicológica
  • Violência patrimonial
  • Violência moral
  • Violência sexual

Ciclo da violência

Patrocínio explicou ainda que a violência contra a mulher acontece através de um ciclo vicioso, normalmente. Segundo ele, os relacionamentos passam por três etapas que se repetem constantemente. E a violência pode ser interrompida de duas maneiras: com a interrupção da relação ou com o feminicídio.

“O ciclo da violência começa na ‘tensão’. Quando um casal perde o diálogo, começam as humilhações, provocações e ofensas. Em determinado momento, essa tensão perde o controle e acontece a explosão, que acaba gerando a violência. Nesse segundo estágio, acontecem sexo forçado, tapas, socos. Logo depois, há um rompimento em alguns casos. A mulher vai buscar os direitos dela garantidos por lei”, explicou o psicólogo.

“No terceiro estágio, é o intervalo chamado ‘lua de mel’. O homem entende que perdeu a mulher e tenta reconquistá-la. Pede desculpa, faz juras de amor, dá presentes, faz promessas, em uma intensidade muito grande. Ele não quer dar tempo para que ela possa refletir sobre o assunto. Depois de juntos novamente, ele não se vê correspondido e volta a entrar no estágio da tensão”, completou.

G1 

 

 

Vídeo não sofreu alterações e homem tem características compatíveis com Doria, diz perito

Parecer técnico realizado nesta quinta-feira (25) em vídeo onde, supostamente, aparece o ex-prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB), em situação embaraçosa, com algumas mulheres, concluiu que o material “não foi adulterado e nem alvo de qualquer manipulação”. Além disso, o laudo aponta ainda que a pessoa gravada no vídeo tem suas características compatíveis com as de Dória, cujas fotos foram analisadas.

Leia o laudo completo aqui: Laudo Pericial

A análise do vídeo, que circulou em diversos grupos de WhatsApp a partir da última terça-feira (23), foi feita pelo perito Onias Tavares de Aguiar, formado pela Academia de Polícia de São Paulo e perito criminal do Estado de São Paulo entre os anos de 1982 e 2007.

O trabalho analisou desde características físicas do candidato a governador João Doria, como largura das coxas e panturrilha como também o vídeo, com detalhamento quadro a quadro, onde se concluiu que não foram feitas alterações e nem manipulações.

Foi feito também o estudo de “proporção da distância entre olhos e lábios com sorriso” e a conclusão foi: “As convergências de características são suficientes para confirmar a real compatibilidade entre o físico do personagem masculino que aparece no vídeo questionado e as imagens de João Dória não sendo possível descartar por completo que seja a mesma pessoa”.

O relatório conclui que “corroboram com esta conclusão outras convergências de características físicas entre o protagonista questionada no vídeo e João Dória, tal como formato da cabeça, contorno do rosto, abdômen e peitoral”.

Doria desmentiu

A Fórum recebeu o vídeo, com conteúdo íntimo, em vários grupos, mas decidiu não publicar por respeito ao público e ao processo eleitoral. O vídeo, no entanto, tem força para impactar e criar polêmica entre eleitores de Dória, especialmente o eleitorado mais conservador, que o tucano tenta atrair sinalizando apoio a Bolsonaro. As imagens já circulam em grupos de whatsapp contestando a fidelidade de Dória e o discurso dele sobre a família.

A Fórum entrou em contato com a assessoria de João Dória que, de antemão, afirmou que o vídeo é fake e que “medidas legais” serão tomadas. A assessoria do candidato ainda disse que prepara um posicionamento oficial de Doria sobre o vídeo.

A assessoria de Doria responsabilizou seu adversário, Márcio França (PSB), pela divulgação do registro. As informações são do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo .

Nota da assessoria de Márcio França

A assessoria de imprensa da campanha do candidato Márcio França ao governo de São Paulo repudia de forma veemente a acusação feita pelo candidato João Doria de envolvimento na divulgação de um vídeo que circulou nesta tarde (23), nas redes sociais.

A denúncia é tão grave quanto a violência da qual João Doria é vítima.

Márcio França repudia esse tipo de campanha, as fake news, as montagens e as falsificações e, acima de tudo, qualquer tipo de ataque pessoal a quem quer que seja.

Camilo Christófaro

O vereador por São Paulo Camilo Christófaro (PSB) divulgou em seus grupos de whatsapp o vídeo e, na sequência, gravou um novo vídeo em que diz: “Esse WhatsApp que vocês receberam do Camilo sobre essa baixaria não é invenção do Camilo. Isso está sendo posto na internet por uma das meninas que não recebeu o cachê do João Doria no swing”.

 

Revista Fórum

MEL: PB teve 160 crimes com características homofóbicas; 35% dos casos nos últimos três anos

lgbtO Movimento do Espírito Lilás (MEL) contabilizou 160 crimes com características de homofobia na Paraíba desde 1990. Cerca de 35 por cento dos casos foram registados nos últimos três anos. Foram 11 em 2010; 19 em 2011 e 27 em 2012.

Os dados demonstram, na opinião da entidade, a ineficiência nas políticas públicas de proteção aos LGBT ((Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais).

No entanto, o MEL reconhece alguns avanços nas últimas duas décadas no fortalecimento da rede de proteção aos LGBT, como a criação do Programa Brasil Sem Homofobia do Governo Federal em 2004, o reconhecimento da União Estável Homoafetiva pelo STF em 2011, a implantação da Delegacia Especializada em Crimes Homofóbicos pelo Governo da Paraíba em 2009, a aprovação da Lei Estadual 7.901 de combate a homofobia em 2005, a criação do Centro de Referência dos Direitos do LGBT em 2011 pelo Governo do Estado e a aprovação do Coordenadoria da Promoção da Cidadania LGBT e da Igualdade Racial de João Pessoa que foi aprovada em 2011 que ainda não foi implantada pela gestão municipal.

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No dia 2 de março de 2013 o MEL (Movimento Espírito Lilás) realizará uma votação para eleger a sua nova diretoria, a entidade que completa vinte e um anos em prol da defesa dos direitos humanos e da cidadania dos LGBT no estado da Paraíba, se firmou como o primeiro movimento gay do estado no início da década de noventa.

À frente da nova direção está Renan Palmeira e Myke Fonseca que irão continuar as ações para conscientizar e sensibilizar a população visando desta forma, diminuir o preconceito, a discriminação e a homofobia no estado da Paraíba.

 

 

Assessoria de Imprensa