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Luciano Cartaxo garante não fechar bares e restaurantes no fim do ano, mas não permitirá que estabelecimentos funcionem acima da capacidade

O prefeito Luciano Cartaxo (PV) garantiu que não irá fechar bares e restaurantes no fim de ano, mas disse que não permitirá que os estabelecimentos se transformem em casas de eventos. Em entrevista ao programa ‘Arapuan Verdade’, da Rádio Arapuan FM, nesta quarta-feira (14), reafirmou que não haverá show pirotécnico e nem apresentações musicais na orla marítima de João Pessoa.

“Não vai ser possível transformar um bar e um restaurante em uma casa de eventos. Você não pode pegar um bar e um restaurante e vender um pacote de Natal, um pacote de ano mudando as regras que já estão estabelecidas”, afirmou o prefeito da Capital.

Além disso, informou que para evitar aglomerações não terá show pirotécnico e nem shows na orla marítima da cidade. A Sedurb não fará a liberação de instalação de tendas. A partir do momento que não libera, segundo disse, conforme o ClickPB acompanhou, essa ação já se inibe as pessoas procurem a prefeitura para uso do espaço. A fiscalização contará com agentes da Sedurb, Guarda Municipal para orientar a população de que não se use as áreas.

 

clickpb

 

 

Casas de eventos e festas podem retornar com 50% da capacidade a partir desta terça, em JP

A partir desta terça-feira (1º), as casas de eventos e festas poderão voltar a funcionar com 50% da capacidade, em João Pessoa, seguindo quarta fase da flexibilização do Decreto n°9.551/2020, de 19 de agosto.

A abertura deve respeitar o distanciamento de 2 metros entre as mesas, disponibilização de álcool gel, serviços somente “à francesa” (empratados ou volantes), individualizados e observando as exigências estabelecidas pela Secretaria Municipal de Saúde.

O decreto é o mesmo que liberou o banho de mar e as atividades realizadas na faixa de areia da praia. O comércio varejista também sofreu mudanças e está funcionando com ampliação de duas horas no horário, das 9h às 17h.

Apesar das liberações, o prefeito orienta que as pessoas devem evitar aglomerações. A fiscalização para evitar a junção de muitas pessoas continua como medida preventiva à propagação da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

7 de setembro suspenso

O prefeito Luciano Cartaxo anunciou que o desfile de 7 de setembro está suspenso, bem como os eventos comemorativos em alusão ao Dia da Independência do Brasil.

Sobre o retorno das aulas e o funcionamento de cinemas, ainda não há definições sobre o assunto. As novas medidas seguem o quadro evolutivo de recuperação da cidade no que diz respeito à Covid-19, apesar de ser importante manter o isolamento social na medida do possível e só sair de casa quando realmente for necessário.

 

Foto: Gabriel Doti por Pixabay

paraiba.com.br/

 

 

Com cheias de rios Taperorá e Paraíba, Boqueirão ultrapassa 24% da capacidade e população comora

Chuvas no Cariri paraibano, cheias nos rios Paraíba e Taperoá em Cabaceiras, e água abundante correndo em direção ao açude Epitácio Pessoa em Boqueirão. O açude responsável pelo abastecimento da população de Campina Grande e outros 18 municípios do Agreste, beneficiando cerca de 1 milhão de habitantes, recebeu uma significativa recarga de água, graças as chuvas dos últimos dias.

O manancial, segundo dados da Agência Executiva de Gestão das Águas (AESA), amanheceu nesta terça-feira (03), com 113.896.467 milhões de metros cúbicos, o que corresponde a 24,41% de sua capacidade de armazenamento que é de 411.686.287 m³ de água. As cheias dos dois rios que deságuam em Boqueirão, tem elevado o nível do reservatório desde o início do ano.

No dia 18 de fevereiro, as chuvas aumentaram em 21 cm o volume do açude, conforme dados do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs-PB). Naquele dia, a recarga correspondeu a 2.716.390 m³ de água. O açude atingiu os 21,7% da capacidade total, o que correspondeu a 89.502.558 m³ de água. Posteriormente, o açude ultrapassou os 104 milhões de mil m³, o que representava 22,4% de sua capacidade total de armazenamento.

O volume do Boqueirão já havia aumentado 15 cm após duas recargas registradas no mês de janeiro deste ano. Na primeira recarga, no dia 5, o volume do açude aumentou 3 cm na lâmina d’água, após cheia no rio Taperoá, ficando com 20,4% da capacidade total.

A segunda recarga, de 12 cm, aconteceu entre os dias 6 e 8 de janeiro, após chuvas que provocaram cheia tanto do Rio Taperoá, quanto no Rio Paraíba. Com isso, o Boqueirão atingiu 20,8% da capacidade total. Segundo os dados da Aesa, no dia 8 de janeiro, o açude de Boqueirão tinha cerca de 68,67 milhões de m³ e, após as chuvas, o volume subiu para os 87,70 milhões de m³.

Construído há 63 anos pelo Departamento Nacional de Obras Contra Seca (Dnocs), o Epitácio Pessoa  tem recebido uma das maiores recargas de sua história nos primeiros dois meses do ano. Com isso, aumenta o sonho da população de ver Boqueirão sangrar de novo. Para atingir a marca de sangria o açude ainda precisa aumentar mais de 10 metros.

Com capacidade para armazenar 411,686 milhões de metros cúbicos de água, o manancial foi inaugurado em 16 de janeiro de 1957 e logo se transformou na principal fonte de abastecimento de Campina Grande.

Segundo o especialista e recursos hídricos, Isnaldo Cândido, que durante 20 anos monitorou o açude como gerente de bacias hidrográficas da Aesa, o açude de Boqueirão divide momentos de sangrias maravilhosas, mas também de secas terríveis.  Há dois anos, o manancial viveu a pior seca de sua história, há dois anos. O nível de água atingiu os 4,8% da capacidade total e o açude chegou na sua reserva técnica, o que provocou um racionamento sem precedentes na história de Campina Grande. Com a chegada das chuvas, e das águas advindas da transposição do Rio São Francisco, o açude recuperou parte de sua recarga e aliviou a vida dos paraibanos que dependem do manancial.

Desde a inauguração, em 1957, Boqueirão sangrou 18 vezes, nos anos de 1967, 1968, 1973, 1974, 1975, 1976, 1978, 198, 1984, 1985, 1986 1989. Depois ele passou 15 anos sem sangrar. Na última vez que o açude sangrou em 2011, a população fez festa para comemorar o espetáculo proporcionado pela natureza. Quando o açude de Boqueirão sangrou pela última vez, , ele teve a melhor fase de sua história. Segundo os dados da Aesa, ele passou 202 dias transbordando água ininterruptamente

Severino Lopes
PB Agora

 

 

“A Paraíba é capaz de dobrar a capacidade de geração de energia eólica do país” ressalta João

O governador João Azevêdo destacou o potencial da Paraíba de gerar energia limpa, sobretudo a eólica e solar.

De acordo com o gestor estadual o Brasil, na atualidade, gera cerca de 15 gigawatts de energia eólica e caso nenhum estado investisse mais na geração de energia através do vento, apenas a Paraíba com a sua capacidade seria capaz de dobrar essa produção.

“Para se ter uma ideia o Brasil hoje gera de energia eólica 15 gigawatts e só a Paraíba tem potencial para 15 gigawatts, se nenhum estado mais investisse, o que não é o caso, só a Paraíba dobraria a capacidade de geração do país. A Paraíba tem uma capacidade muito grande eólica e solar” destacou.

PB Agora

 

 

Açude de Boqueirão está com menos de 21% de sua capacidade e AESA reduz vazão da saída de água

Sem contar com as águas da tranposição do Rio São Francisco há quase seis meses, o açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão, está com pouco mais de 20% de sua capacidade. Apesar da redução do volume de água, o engenheiro da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa-PB), Isnaldo Cândido, garantiu que a água é suficiente para abastecer Campina Grande e mais 18 municípios do Compartimento da Borborema, até dezembro. Ele afastou o risco de um novo racionamento, No entanto, ele alertou para o uso racional da água.

Como medida para evitar futuros problemas hídricos, a AESA reduziu em 85% a vazão da saída de água das comportas do Epitácio Pessoa, para a barragem de Acauã, no município de Itatuba, no Agreste. A medida começou nesta quinta-feira (29).

Segundo o gerente regional da Aesa, João Adelino, desde o mês julho as comportas do Açude de Boqueirão estavam abertas com a liberação de 2 mil litros de água por segundo no Rio Paraíba, que leva água para Acauã. A partir desta quinta-feira, a vazão vai ser reduzida para 300 litros por segundo. Ou seja, será diminuída em 85%.

O gerente explicou que a redução foi autorizada pela Agência Nacional das Águas (ANA) pois o açude de Acauã já recebeu os 8 milhões metros cúbicos de água que precisava para garantir a segurança do abastecimento de 11 cidades da região.

Ainda sobre a vazão, o gerente regional disse que os 300 litros de água por segundo são para garantir a segurança hídrica do Rio Paraíba. Nesse caso, a vazão reduzida vai servir para garantir água corrente no leito do rio, até a barragem de Acauã.

Em 8 de julho deste ano, o açude de Boqueirão, estava com 115,2 milhões de m³ de água, que correspondia a 24,7% da capacidade total. Segundo os dados da Aesa, nesta quarta-feira, o volume está em 100,1 milhões de m³, que equivale a 21,4% da capacidade total.

SL
PB Agora

 

 

 

Volumes dos açudes da PB somam apenas 10,37% da capacidade total, aponta Aesa

(Foto: Guga Leite/Divulgação/Arquivo)

Um levantamento feito com base na capacidade total dos açudes da Paraíba e o volume atual deles mostra que o estado está entrado no ano de 2018 com apenas 10,37% de água em seus reservatórios. Os dados foram levantados junto a Agência Executiva de Gestão de Águas da Paraíba (Aesa). Dos 127 mananciais monitorados, 62 estão em estado crítico (com menos de 5%) e apenas um está sangrando.

De acordo com os dados da Aesa, somando a capacidade total de todos os açudes monitorados pela agência, a Paraíba tem condições de armazenar até 3.783.915.864 de metros cúbicos de água. Mas, com base na soma dos últimos levantamentos de volumes feitos, juntos os 127 açudes estão com 392.648.584 metros cúbicos de água, o que corresponde a 10,37% do potencial total.

Ainda segundo os dados da Aesa, dos 127 açudes, 62 deles estão em estado crítico, por estarem com menos de 5% da capacidade total, e 35 estão em situação de observação, pois estão com menos de 20% do volume total de água.

O único açude que está com 100% da capacidade é o São José, em Monteiro, no Cariri, que está sangrando. Mas, isso só está ocorrendo pelo fato dele está recebendo as águas da tranposição do Rio São Francisco. Entre os açudes monitorados, 16 deles estão com 0%.

Coremas

Um dos açudes que está em situação crítica é o de Coremas, no Sertão, que é o maior da Paraíba, e tem capacidade para armazenar 591.646.222 m³. Segundo a Aesa, ele está com apenas 24.545.352 m³, o que equivale a 4,15% do volume total.

Açude de Coremas está com apenas 4,15% da capacidade total, seugndo Aesa  (Foto: Iracema Batista / Arquivo Pessoal)

Açude de Coremas está com apenas 4,15% da capacidade total, seugndo Aesa (Foto: Iracema Batista / Arquivo Pessoal)

Boqueirão

O açude Epitácio Pessoa, conhecido como açude de Boqueirão, no Cariri paraibano, mesmo recebendo recarga das águas da transposição do Rio São Francisco desde 18 de abril de 2017, está com apenas 9,66% da capacidade total. Ele abastece Campina Grande e outras 18 cidades do Agreste.

Mesmo com recargas da transposição do Rio São Francisco, açude de Boqueirão tem menos de 10% de água.  (Foto: Reprodução/TV Paraíba/Arquivo)

Mesmo com recargas da transposição do Rio São Francisco, açude de Boqueirão tem menos de 10% de água. (Foto: Reprodução/TV Paraíba/Arquivo)

Gramame

O açude de Gramame, que abastece a região metropolitana de João Pessoa está em boa condição, com 87,69% do volume de água. Mesmo tendo uma capacidade menor, em relação aos grandes açude da Paraíba, o reservatório tem recarga constante. Dos 56.937.000 m³ que pode armazenar, o manancial está com 49.927.650 m³, sendo o açude com maior quantidade de água em metros cúbicos da Paraíba.

Rio Gramame integra a bacia que abastece população da  grande João Pessoa (Foto: Sérgio Santos/Arquivo Pessoal)

Rio Gramame integra a bacia que abastece população da grande João Pessoa (Foto: Sérgio Santos/Arquivo Pessoal)

Alto Sertão

O açude de São Gonçalo, em Sousa, no Sertão, está com 14,09% da capacidade total. Dos 44,6 milhões de m³ que pode armazenar, ele está com apenas 6.286.140 m3. Já na cidade Cajazeiras, o açude Engenheiro Ávidos está em situação crítica, com 3,3% do volume total. Ele tem capacidade para 255 milhões de m³, mas está com pouco mais de 8,4 milhões de m³.

Açude Engenheiro Ávidos, em Cajazeiras, no Sertão da Paraíba (Foto: Beto Silva/TV Paraíba)

Açude Engenheiro Ávidos, em Cajazeiras, no Sertão da Paraíba (Foto: Beto Silva/TV Paraíba)

G1

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58 açudes estão com menos de 5% da capacidade máxima, diz Aesa

Dos 127 reservatórios monitorados pela Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), 58 estão com menos de 5% da capacidade máxima. Outros 33 estão com menos de 20% do volume total, 35 têm mais de 20% e um está sangrando. A relação completa com o nível de cada açude está disponível no site www.aesa.pb.gov.

Na página eletrônica também é possível conferir a previsão do tempo em todo o Estado, além de solicitar licenças para uso da água, fazer o cadastramento de carros-pipa e conhecer o trabalho realizado pelos comitês de bacias hidrográficas.

Chuvas

João Pessoa e Alhandra são as cidades onde mais choveu este ano na Paraíba. De acordo com a Aesa), os pluviômetros do Governo do Estado registraram, respectivamente, 2.050 e 1.977 milímetros nestes municípios. Bayeux (1.888mm), Conde (1.870mm) e Cabedelo (1.869mm) completam o ranking dos cinco primeiros.

De acordo com a meteorologista da Aesa, Carmem Becker, algumas cidades localizadas na região do Litoral tiveram chuvas acima da média histórica. “No caso de João Pessoa e Alhandra, a alta foi de cerca 16%. Quando analisamos os dados por região percebemos que o Litoral teve alta de 8,7%”, comentou. “A região litorânea é mais favorável às chuvas devido à proximidade com o oceano e as brisas marítimas. Por outro lado, todas as outras regiões tiveram registros abaixo da média”, alertou Danilo Cabral, que também faz parte da equipe de meteorologistas da Aesa.

Na região do Brejo, a queda foi de 11,4%. No Sertão e Alto Sertão, a redução foi de 21%, enquanto Agreste e Cariri registraram baixas de 13,1% e 47,7%. “Lembrando que os dados são referentes ao período de primeiro de janeiro até a manhã desta terça-feira (5). É possível que no final de dezembro chova um pouco no Sertão, mas nada muito significativo. O período de chuvas mais significativas no Sertão começa em fevereiro e vai até maio”, explicou Carmem.

wscom

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Hemocentro da Paraíba registra estoque de 50% da capacidade das bolsas de sangue

(Foto: Edemir Rodrigues/Subsecom)

A média de doações de diárias de sangue no Hemocentro da Paraíba caiu pela metade nos últimos dias. Segundo registros da sede do órgão, que fica na avenida Dom Pedro II, a unidade recebe cerca de 200 doações por dia, mas atualmente o atendimento se aproxima de apenas 100, fazendo com que o estoque de bolsas de sangue estejam em apenas 50% da capacidade.

“Estamos trabalhando no limite”, diz a coordenadora do núcleo de ações estratégicas do Hemocentro, Divane Cabral, que diz que o déficit é registrado em todos os tipos sanguíneos. “Fazemos um apelo para que as pessoas venham doar. Lembramos que é um ato solidário e que salva vidas”, afirmou. A coordenadora explica que um dos efeitos da situação é que em breve cirurgia eletivas podem chegar a ser adiadas.

Os doadores podem procurar o Hemocentro da Paraíba de segunda a sexta de 7h às 17h, e no sábado de 7h às 16h30. Para doar, é preciso estar com aspecto saudável, ter entre 18 e 67 anos, pesar no mínimo 50 kg.

Os doadores devem apresentar documento de identidade visual com foto e não devem estar em jejum, tenha dormido pelo menos seis horas na noite anterior, não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas, não ter fumado até duas horas antes, não ter ingerido alimentos gordurosos nas últimas três horas e não ter feito atividades físicas nas últimas 12 horas.

G1

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Nova barragem tem 50% da capacidade e vai abastecer 30 mil pessoas na PB

barragemA cidade de Alagoa Grande está prestes a ter concluída a Barragem de Pitombeiras, que está com 85% das obras prontas e já acumula 1,5 milhão de metros cúbicos de água, metade de toda a capacidade. Mais de 30 mil moradores da cidade, que fica a 103 km de João Pessoa, deverão ser atendidos pela nova barragem.

De acordo com o engenheiro Haroldo Sobreira, da Secretária da Infraestrutura, dos Recursos Hídricos, do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia (SEIRHMACT), o barramento do manancial foi concluído recentemente e, no momento, está sendo finalizada a laje do sangradouro, faltando apenas o muro lateral e o poço de alívio para o término da obra.

Segundo ele, a previsão é que o Estado entregue a barragem totalmente concluída até dezembro deste ano.

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Com as obras iniciadas em 2013, a barragem com 120 metros de comprimento, teve investimentos de aproximadamente R$ 7 milhões provenientes do PAC Estiagem. Denominada João Bosco Carneiro, a barragem vai reter as águas do Riacho Pitombeiras, afluente esquerdo do Rio Mamanguape, e deve atrair novos investimentos e ajudar a aquecer a economia local.

 

 

portalcorreio

Taperoá está sem água; mananciais em outras cidades possuem menos de 10% da capacidade

Reprodução/ValtércioRufino
Reprodução/ValtércioRufino

Os moradores do município de Taperoá, localizado no Cariri da Paraíba, a 216 quilômetros de João Pessoa, estão sofrendo com os efeitos da estiagem e desde a manhã desta quarta-feira (04), não contam mais com o auxílio do Açude Manoel Marciolino.

O açude, que abastecia a cidade, chegou ao limite da escassez e se apresenta atualmente completamente seco. Para enfrentar esta situação, a população terá que pagar para ter água por meio do abastecimento privado de carros pipas.

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De acordo com o prefeito do município, Jurandir Gouveia, a administração tentará diminuir os efeitos da falta d’água, por meio de uma máquina para perfuração de uma cacimba de 200 metros, no meio do açude, na tentativa de manter o abastecimento.

Segundo a Aesa, mananciais das cidades de Barra de São Miguel, Caraúbas, Gurjão, Monteiro, Ouro Velho, Prata, São João do Cariri, Serra Branca, Soledade e São José dos Cordeiros, todas no Cariri, caso não estejam secos, apresentam menos de 10% da capacidade total.

Açude do Congo – Outro quadro preocupante é o Açude do Congo, que abastece todo o Cariri, ele está apenas com 17% da capacidade, número que diminui pelo menos 2% a cada mês.
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