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Marina Silva quer Renata Campos, a viúva de Eduardo, como candidata a vice-presidente

marina-e-renataMarina Silva jamais esteve tão próxima da Presidência. No mundinho da política esse sentimento se espalhou por toda parte nas últimas 48 horas, em graus variados, entre adeptos e adversários da possível candidata.

Sim, Eduardo Campos ainda não foi enterrado; sim, Marina não assumirá a candidatura antes do funeral; sim, o PSB, partido que a hospeda, é um saco de gatos magros sem nenhuma liderança forte e ainda não decidiu oficialmente que rumo tomar.

Ninguém mais, no entanto, nem no PT nem no PSDB, cogita seriamente a hipótese de ver Marina fora da disputa. A carta do irmão de Campos reiterando a vontade da família de que a vice substitua o candidato morto praticamente encerra a questão.

A repórter Daniela Pinheiro, da piauí, tem a informação de que Marina quer Renata Campos, a viúva, como candidata a vice-presidente. Considera que ela, auditora do Tribunal de Contas de Pernambuco, gosta de política e entende de administração pública. Sua candidatura seria também uma maneira de homenagear o marido e manter viva a imagem da família na própria chapa presidencial. Seria, sobretudo, um tremendo lance de marketing.

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As resistências no PSB a Marina, tão repisadas nos bastidores da pequena política nas últimas horas, tendem a se diluir diante da perspectiva, agora real, de chegar ao comando do país. Ou seja, até em nome do oportunismo político os velhos socialistas brasileiros caminham para os braços da líder ambientalista, ainda que tenham horror a ela, o que é verdade em alguns casos.

Sem Marina, Dilma muito provavelmente venceria a eleição no primeiro turno. Aécio Neves, por sua vez, vive uma situação paradoxal: precisa de Marina no páreo para manter viva a expectativa de que haja segundo turno; ao mesmo tempo, corre o risco _a essa altura muito grande_ de ser ultrapassado pela representante da terceira via e ficar fora do palco da grande final.

O histórico das candidaturas sugere isso. Marina figurou pela última vez numa pesquisa do Datafolha como possível candidata do PSB em abril deste ano (só em maio o partido viria ratificar o nome de Campos na cabeça da chapa). Ela tinha, então, 27% das intenções de voto (marca que Aécio jamais alcançou). Dilma estava com 39% (praticamente no mesmo patamar em que se encontra hoje). Aécio somava 13%.

Na próxima segunda-feira, a Folha divulga o resultado de uma nova pesquisa com Marina de volta à cédula. A apreensão entre os petistas é imensa. “Sacanagem fazer a pesquisa nesse momento”, me disse um deles ontem à noite. “Ninguém da elite, em sã consciência, a quer como presidente. Querem usá-la para manter Aécio vivo, mas é uma manobra arriscada”, acrescentou.

Na avaliação desse petista, Marina será ungida candidata assim que o caixão de campos descer à terra. Haverá, num primeiro momento, uma pantomima para encenar a unidade do partido. Os problemas e as brigas virão logo nos dias seguintes: quem vai mandar na campanha? Qual será o discurso da candidata? Como se comportará diante das alianças regionais com petistas e tucanos feitas por Campos à sua revelia?

Muita gente parece ter descoberto que Eduardo Campos era seu candidato agora que ele morreu. Boa parte disso se deve às circunstâncias trágicas de seu fim e à comoção que tomou conta do país. Mas, além disso, parece que a morte de Campos trouxe à tona o desejo latente de mudança que fermenta há meses de forma difusa na sociedade. Até então nenhum candidato _nem Aécio nem Campos em vida_ tinha sido capaz de galvanizar esse sentimento de insatisfação, que não é necessariamente contra o governo (embora também o seja), mas, também, contra o sistema político. A deterioração do quadro econômico, embora lenta, só tende a engrossar o coro dos descontentes.

Marina parece ser o personagem ideal para o momento. Basta lembrar que, ao contrário da quase totalidade dos políticos, se beneficiou das revoltas de junho de 2013. No início daquele mês, quando o movimento ainda era gestado, Marina aparecia no Datafolha com 14% das intenções de voto; Dilma tinha 51%. Dois meses depois, em agosto, Marina tinha saltado para 26% (um crescimento de 100%), enquanto Dilma caía para 35%. A virtual candidata entrava em sintonia com o recado das ruas.

Renovação da política e aversão à política se confundem na figura de Marina. Sua fala a todo instante descamba para o registro messiânico, ao mesmo tempo em que ela preserva sua postura ponderada e dá sempre a impressão de ser uma pessoa extremamente racional. Há algo de genuinamente monástico em sua figura que contrasta com o bordel da política brasileira. Como ela vai governar, se chegar lá, talvez nem o Senhor saiba explicar.

Em 2010, Marina era uma candidata mambembe, com pouco tempo de TV e quase nenhuma estrutura partidária. Obteve quase 20 milhões de votos, surpreendendo a todos. Dois anos depois, nas eleições municipais, pressionada a sair candidata para aproveitar o cacife eleitoral acumulado, se recusou a fazê-lo. Foi além, retirando-se da disputa sem apoiar ninguém. Parecia um fim.

Quando eclodiram as revoltas de junho o nome de Marina andava esquecido. Praticamente ninguém a mencionava como peça importante do xadrez da sucessão. Em poucas semanas, ela ressuscitou nas ruas, quase à revelia de si mesma.

Logo adiante, voltou a afundar quando a Justiça Eleitoral negou o registro da sua Rede. A mão pesada do PT atuou para inviabilizar a provável candidatura presidencial da ex-ministra de Lula, sabemos disso. Mas o episódio também deixava patente a inabilidade (ou incompetência) de Marina para lidar com as contingências do mundo prático. Fora incapaz, apesar de todo o respaldo popular, de obter assinaturas ao longo de meses para criar seu partido. Isso enquanto outras legendas muito menos representativas ou francamente negocistas recebiam sua certidão de nascimento e ingressavam no circo da democracia institucional.

Em menos de 48 horas, no entanto, Marina virou o jogo novamente, aliando-se a Eduardo Campos, no que ficou conhecido como “casamento do ano”.

Nos últimos meses, muita gente na cúpula do PSB acusava Marina de jogar apenas para si mesma e fazer pouco esforço pela candidatura de Campos. A família de Eduardo, porém, a tinha e a tem em alta consideração. Seja como for, o fato é que Marina ainda não havia transferido sua popularidade ao ex-governador de Pernambuco. Parecia, mais uma vez, devolvida à condição de coadjuvante numa chapa com algum potencial de crescimento, mas na qual mais ninguém apostava suas fichas. Isso tudo até a manhã dessa quarta-feira, dia 13 de agosto.

A campanha eleitoral está praticamente recomeçando, a menos de 50 dias do primeiro turno, sob forte componente emocional. A tragédia de Campos o transforma num mártir. Marina Silva, por sua vez, tem certeza de que é uma predestinada. Como milhões de pessoas, crê nos desígnios de Deus. Só saberemos o final do filme em outubro. Mas para quem acredita em destino este é um enredo e tanto.

Piauí 

 

Léa Toscano desiste da reeleição e lança a filha Camila como pré-candidata a deputada estadual

A ex-prefeita de Guarabira e atual deputada estadual pelo PSB, Léa Toscano, anunciou na tarde desta segunda-feira (09), a retirada da sua pré-candidatura à reeleição e confirmou o que já vinha sendo cogitado na política paraibana. Camila Toscano, filha da deputada e do prefeito de Guarabira Zenóbio Toscano, é pré-candidata a deputada estadual, em substituição à sua mãe. O anúncio foi feito durante entrevista concedida na Rádio Constelação FM de Guarabira.Camila Toscano e Pedro Cunha Lima

Camila Toscano e Pedro Cunha Lima

Camila fará uma dobradinha com o filho do senador Cássio, Pedro Cunha Lima, pré-candidato a deputado federal pelo PSDB, que esteve acompanhando pessoalmente a entrevista da ex-prefeita Léa.

Zenóbio e Léa Toscano
Zenóbio e Léa Toscano

A advogada Camila Toscano, vem de uma família tradicional na política da paraíba e principalmente do Brejo. O seu pai Zenóbio Toscano governa a Rainha do Brejo em seu segundo mandato, tendo se destacado como um dos maiores administradores da terra das garças azuis. Ele também foi deputado estadual por cinco mandatos, além de assumir a Secretaria de Infra-estrutura do Estado e a PBGás. Já a sua mãe, Léa Toscano, além de ser eleita deputada estadual nas últimas eleições estaduais, também já teve a oportunidade de governar Guarabira por dois mandatos consecutivos.

 

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Léa foi eleita deputada pelo PSB, dando sustentação ao governo de Ricardo Coutinho, na Assembléia Legislativa, mas depois do rompimento entre Ricardo e Cássio, ela achou por bem acompanhar a decisão do seu esposo Zenóbio em apoiar a pré-candidatura do tucano ao governo da Paraíba, deixando assim a base aliada do governador.

 

por Juka Martins

Dilma diz que será candidata com ou sem apoio dos partidos aliados

 (Foto: Reprodução)
(Foto: Reprodução)

Constrangida por aliados que já defendem abertamente o “Volta, Lula” e índices de aprovação de governo derretendo, a presidente Dilma Rousseff afirmou na manhã desta quarta-feira que será candidata com ou sem o apoio dos partidos que integram sua base no Congresso Nacional.

“Gostaria muito que, quando for candidata, eu tivesse o apoio da minha base, da minha própria base. Agora, não havendo esse apoio, a gente vai tocar em frente”, disse, em entrevista a rádios da Bahia. Na sequência, ela emendou uma frase enigmática e encerrou o assunto: “Sempre, por trás de todas as coisas, existem outras explicações”.

As declarações mostram uma mudança no tom adotado pela presidente, que havia minimizado um manifesto lançado por deputados do PR pedindo a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Isso não me pega”, disse Dilma em jantar com jornalistas esportivos no Palácio do Alvorada, na noite de segunda-feira. “Ninguém vai me separar do Lula nem ele vai se separar de mim.”

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O PR (ex-PL) apoia o PT em eleições desde 2002, quando José Alencar, morto em 2011, aceitou concorrer como vice na chapa de Lula. A aliança ajudou a romper a resistência de parte do empresariado e do setor financeiro à candidatura do petista. Mais tarde, após a descoberta do mensalão, o então PL acabou arrastado para o centro do escândalo – o ex-presidente da sigla Valdemar Costa Neto foi um dos condenados a prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) pelo esquema de corrupção.

Além dos problemas com o PR, reportagem de VEJA desta semana mostrou que a Dilma enfrenta um momento inédito de fragilidade. Além de ter problemas na economia, como o crescimento baixo, a inflação persistente e o desmantelamento do setor elétrico, ela perdeu apoio popular e força para barrar, no Congresso, iniciativas capazes de desgastá-la. A aprovação ao governo caiu a um nível que, segundo os especialistas, ameaça a reeleição. Partidos aliados suspenderam as negociações para apoiá-la na corrida eleitoral. Já os oposicionistas conseguiram na Justiça o direito de instalar uma CPI para investigar exclusivamente a Petrobras.

Acuada, Dilma precisa mais do que nunca da ajuda do PT, mas essa ajuda lhe é negada. Aproveitando-se da conjuntura desfavorável à mandatária, poderosas alas petistas pregam a candidatura de Lula ao Planalto e conspiram contra a presidente. O objetivo é claro: retomar poderes e orçamentos que foram retirados delas pela própria Dilma. A seis meses da eleição, o PT está rachado entre lulistas e dilmistas — e, para os companheiros mais pragmáticos, essa divisão, e não os rivais Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), representa a maior ameaça ao projeto de poder do partido.

 

Veja

Candidata do Mato Grosso vence Miss Brasil 2013; PB não ficou nem entre as 15

miss-brasilDepois de uma disputa acirrada, o posto de Miss Brasil 2013 ficou com Jakelyne Oliveira, do estado do Mato Grosso. A beldade foi coroada na cerimônia realizada na noite do último sábado (28), no Minascentro, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

Embora tenha sido a única candidata a gaguejar no discurso, Jakelyne não se deixou abalar e continuou expondo sua opinião acerca do questionamento do jurado.

“No meio de um conflito eu me posicionaria da seguinte forma: Eu tentaria resolver de uma forma calma e sensata, pois a melhor maneira para [pausa]… Para resolver uma situação é a sinceridade”, disse ela, recebendo aplausos do público.

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A mato grossense, que chegou a ser comparada com a atriz Bruna Marquezine, venceu a disputa entre 27 candidatas e competiu a final com a anfitriã da noite, a Miss Minas Gerais, Janaina Barcelos. Já o terceiro lugar ficou com Priscila Cidreira, a Miss Bahia.

Enquanto o apresentador Sérgio Marone se mostrava apreensivo no início do evento, chegando a ter problemas com o texto, a japa Sabrina Sato arrasou em sua estreia como jurada do concurso.

A apresentadora do “Pânico da Band”, inclusive, foi bastante aclamada pela plateia quando revelou o seu critério de escolha da candidata perfeita: “Eu acho que para representar o Brasil [a candidata] tem que ter gingado, a pimenta brasileira”.

Logo em seguida foi a vez da Miss Brasil 2012, Gabriela Markus, desfilar pela última vez como representante do País. Enquanto a beldade mostrava todo o seu charme no palco, foi transmitido um áudio com depoimento da moça.

“Foi um ano muito maravilhoso, pude conhecer lugares e pessoas diferentes. Quero agradecer o meu estado, Rio Grande do Sul, e especialmente à minha família. E quero mandar um recado para as concorrentes: ‘Acredite em ti e voe'”.

Sobre a vencedora

Jakelyne Oliveira tem 20 anos de idade e cultiva o sonho de cursar Engenharia Agrícola e Ambiental.

A beldade começou a se interessar pelo concurso de beleza quando recebeu o convite para participar do Miss Rondonópolis 2013.

Além deste, a jovem ainda venceu o concurso Miss Rondonópolis/ Miss Brasil/Versão Globo/Globo Internacional.

Agora que foi coroada Miss Brasil, Jakelyne poderá realizar um de seus maiores desejos: representar o estado do Mato Grosso pelo mundo e divulgar todas as belezas naturais que existem na região.

MSN

Lula diz que candidata em 2014 é Dilma e defende gestão ‘pró-povo’

Lula - DilmaEm evento de comemoração dos dez anos de governo petista no País, Luiz Inácio Lula da Silva lançou na quarta-feira, 20, a candidatura de Dilma Rousseff à reeleição. O ex-presidente exaltou a sucessora e afilhada política, fez desafios ao PSDB e se referiu diretamente o pré-candidato do partido adversário ao Palácio do Planalto, Aécio Neves, que horas antes havia discursado no plenário do Senado.

Lula também criticou seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, por ter reclamado das recorrentes comparações petistas com o governo tucano – a mais recente feita numa cartilha distribuída à militância.

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“A resposta que o PT deve dar a eles é dizer que eles podem se preparar, podem juntar quem eles quiserem, porque, se eles têm dúvida, nós vamos dar como resposta a reeleição da Dilma em 2014”, disse Lula, ao lado da presidente, às cerca de mil pessoas que participaram do evento realizado à noite num hotel da zona norte paulistana. Foi a primeira vez que o presidente citou abertamente a reeleição de Dilma após os rumores de que ele poderia voltar a disputar o Planalto no ano que vem.

“Gente, descobri que só o fato de passar oito anos dizendo ‘nunca antes na história’, ‘pela primeira vez’, comparando com eles, perturbou-os. Nós queremos comparar”, afirmou Lula.

O ex-presidente, que optou por uma gravata verde e amarela em vez da vermelha, cor do PT, afirmou que os tucanos estão “sem valores, sem discurso e sem proposta”. “Todas as coisas que eles pensaram em fazer, nós fizemos mais e melhor. Por isso queremos fazer esse debate com eles, com a opinião publica, com a imprensa”, disse ele, que há meses evita os repórteres. Assim como os demais oradores, Lula não fez menção ao mensalão – condenados no caso compareceram ao ato. Contudo, afirmou não temer debater a corrupção. “Não temos medo de comparação. Inclusive em debate sobre corrupção.”

Dilma, que falou depois de Lula, não mencionou a questão eleitoral. Mas embarcou nas críticas à oposição. Falou em “timbres do atraso”, no uso de “jogo estatístico” para atacar os números de seu governo e no “jogo do desprezo” de quem defende a “estatística da miséria”. Ela enalteceu a gestão Lula: “Ele fechou a porta do atraso para escancarar a porta da oportunidade para milhares de brasileiros”. Também elogiou sua política econômica, ao falar que o País voltará a crescer com estabilidade monetária. Atacou ainda “previsões tendenciosas”, entre as quais a de uma crise energética, rechaçada por ela.

‘Do povo’. Orientados pelo marqueteiro do PT, João Santana, que criou o lema oficial “do povo, pelo povo e para o povo” usado na celebração, Lula, Dilma e o presidente do PT, Rui Falcão, priorizaram as questões sociais em seus discursos na festa.

Dilma também defendeu o PT ao dizer que o partido é o “mais perseguido por aqueles que nunca tiveram compromisso com o povo”. “A gente jamais abandonou os pobres”, disse a presidente.

Santana criou toda a iconografia do ato e apresentou o jingle que marca as comemorações dos dez anos, cujo refrão repete várias meses a expressão “meu PT, meu PT, meu PT” e encerra com “uma história de amor pelo Brasil”.

Com a voz ainda falha, em razão da recuperação do tratamento de combate a um câncer na laringe, Lula enalteceu sua ação política em questões como a economia e a reforma agrária e afirmou que foram elas, junto com a ampliação do arco de alianças do PT, que proporcionaram aos petistas chegarem ao poder e se manterem nele pelos dez anos.

“Passei dez dias sem querer aceitar a Carta ao Povo Brasileiro. Porque eu tinha que mudar parte da história”, disse Lula, lembrando da carta na qual se comprometeu a manter os fundamentos econômicos do País e não romper contratos. “Foi a teoria do Lulinha ‘paz e amor’ que fez com que a gente criasse a base aliada com partidos que pensam diferentes de nós.

Sabemos o quanto e importante manter uma base aliada com gente que a gente até não gosta. Ora, não é pra casar! Eu casei foi com a Marisa”, afirmou.

 

 

 

Estadão

Prefeita interina de Esperança não descarta ser candidata a prefeita, caso haja novas eleições

Em entrevista para a TV LÍRIO VERDE, a prefeita interina da cidade de Esperança, Cristiana Almeida (PSB), não pensou duas vezes em responder a pergunta do jornalista Joseilton Belarmino em colocar o seu nome para disputar a prefeitura de Esperança, havendo novas eleições, ainda este ano. “Não tenha dúvida de que se o ex-prefeito Nobinho Almeida, juntamente com o seu grupo, indicar o meu nome para disputar novas eleições na cidade de Esperança, eu estarei pronta”, afirmou a prefeita de forma segura.

Cristiana Almeida também disse ser muito grata ao prefeito Nobinho Almeida pelo apoio e também ao grupo. Ela disse que assumir a prefeitura de Esperança tem sido um grande desafio para ela. “Eu acordo todos os dias, agradeço a Deus e tenho certeza que tenho mais um desafio para vencer”, acrescentou.

Em relação a concurso público para Esperança, a prefeita lembrou que, “já pedi para a assessoria jurídica da prefeitura fazer um levantamento das necessidades dos cargos que precisam ser preenchidos no município e logo no início de fevereiro pretendo anunciar concurso público para a cidade de Esperança”.

Ela acrescentou que tem muitos cargos vagos na administração pública de Esperança  que precisam ser preenchidos por falta de profissionais, e que as vagas que serão abertas deverão ser desde merendeira até engenheiro elétrico.

Cristiana Alemeida disse que tem sentando com os secretários interinos e pedido a eles todo o empenho para oferecer a população de Esperança um serviço público de qualidade.[bb]

Cristiana Almeida assumiu a prefeitura de Esperança interinamente, até que a justiça resolva sobre novas eleições no município.

Na entrevista, a prefeita também falou da realização do  Carnaval 2012, sonhos, secretariado, saúde, educação, agricultura e outros assuntos.

A entrevista durou mais de 30 minutos e poderá ser conferida na próxima edição da TV LÍRIO VERDE. Os DVS estarão disponíveis em Ferreira Gravações, Joabe Gravações e na própria  sede da Tv, localizada na galeria do Poliedro Hotel. Cada DVD custa cinco reais. Além da entrevista com a prefeita interina, o telespectador poderá acompanhar outras informações no JCTV  e também se divertir muito com o programa Ponto Artístico. O DVD deverá sair no próximo sábado com a entrevista completa.

belarminonoticias

Candidata à reitora diz que UEPB não pode mais ser usada por partido

A professora Eliana Maia, que foi candidata a reitora da Universidade Estadual da Paraíba, disse na noite dessa segunda-feira (3) que o governador Ricardo Coutinho tem vários motivos para não nomear o primeiro colocado na disputa, professor Antônio Guedes Rangel Junior . Rangel foi o candidato de situação, aliado da reitora Marlene Alves, que tem sido alvo de denúncias em supostas irregularidades.

Eliana Maia disse que desde maio já conhecia o quadro de crise instalado na UEPB, mas que naquele momento queria discutir propostas e ideias para “tirar a UEPB do marasmo”.

A professora questionou a democracia defendida na instituição, quando a “lógica é o apadrinhamento”, se referindo as recentes denúncias de elevação de nomeações sem concurso e gratificações. “A política vai existir sempre, mas não se pode mais permitir que a UEPB esteja à disposição da política partidária. Eu quero ser reitora da UEPB, mas respeito a escolha que o governador tomar”, disse Eliana.

Maia afirmou que Ricardo tem vários motivos para não nomear Guedes Rangel Junior .

MaisPB com informações do Balanço Geral – 98 FM de Campina Grande

Candidata a vereadora faz campanha com número errado em Paraguaçu

Cristiane Baliza, cozinheira, de 35 anos, resolveu encarar a campanha para vereadora de Paraguaçu (MG) nas eleições de 2012. Durante três meses ela fez sua propaganda para conquistar uma das nove vagas da Câmara Municipal da cidade. Seu número era 14.999, partido PTB. No entanto, no domingo (7), dia das eleições, todos que votaram em Cristiane anularam o voto. Aparentemente, o número não existia. E não existia mesmo: o que constava no Tribunal Superior Eleitoral de candidatura da vereadora era o 14.888. Na verdade, um erro na impressão dos santinhos fez com que ela fizesse campanha com o número errado.

“Eu aceitei o convite para ser vereadora, mas não entendia nada disso”, comentou Cristiane por telefone. Segundo ela, o partido do qual seu pai é presidente, o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), a convidou para ser candidata nessas eleições para substituir Terezinha Goulart, que renunciou à candidatura, após ser chamada para preencher o mínimo de 30% de candidaturas de mulheres.

A candidata e o santinho errado: apenas 12 votos com número certo. (Foto: Tiago Campos / G1)A candidata e o santinho errado: apenas 12 votos com número certo. (Foto: Tiago Campos / G1)

Cristiane contou que recebeu os santinhos do partido com o número 14.999 e não conferiu se estava certo. Só descobriu no dia das eleições. “As pessoas passavam na minha casa no dia e diziam que não estavam conseguindo votar em mim, me perguntavam se minha candidatura tinha sido cancelada por algum motivo, porque quando digitavam o número estava anulando o voto”.

Ao procurar o Cartório Eleitoral no próprio domingo de eleição, acompanhada do pai, foi apresentado aos dois um documento com firma reconhecida e assinado por Cristiane, pelo Presidente da coligação da qual ela fazia parte e pelo representante do cartório em que constava o nome dela como candidata e o número 14.888. O mesmo havia sido publicado em Diário Oficial e no site do TSE. Não havia nada a ser feito.

“Eu não sei o que aconteceu, porque em todos os documentos em que prestei contas para o partido, inclusive notas fiscais, estava esse número (14.999) e ningúem viu nem me falou nada. Não culpo ninguém, mas só queria saber porque deixaram eu trabalhar tanto tempo com o número errado”, disse, indignada, Cristiane.

A candidatura

José Maria Ramos é presidente do Democratas (DEM) municipal, e também o presidente da Coligação Majoritária “Reconstrução com Experiência e Seriedade”, da qual o PTB faz parte em Paraguaçu. Foi ele que assinou o documento que constava o número correto da candidatura de Cristiane. “Eu era o responsável por assinar a candidatura de todos da coligação, mas eram muitos candidatos. Não ia lembrar de todos”. Segundo ele, o que foi informado a coligação é que ela iria substituir a candidatura de Terezinha Goulart. Neste caso, ela ficaria com o mesmo número da outra candidata.

A propaganda da candidata com o número errado. (Foto: Tiago Campos / G1)A propaganda da candidata com o número errado. (Foto: Tiago Campos / G1)

A chefe do Cartório Eleitoral da cidade, Patricia Daniele Caputo do Amaral, não confirma a informação. Segundo ela, na resolução 23.373 de 2011, da lei 9.504/97 que regulamentou as eleições deste ano, não existe a exigência do mesmo número de candidato em caso de substituição. Somente constava a exigência de 30% para candidatura de mulheres que a coligação precisou preencher. E ainda no caso de Cristiane, a solicitação era de registro de vaga remanescente e não substituição.

“O que acontece é que, como nossa Câmara tem nove vereadores, a coligação podia registrar até 18 candidaturas para vereador. A solicitação veio deles, eles inclusive escolheram o número 14.888 que foi preenchido a mão na solicitação. A única coisa que o cartório faz é checar se já não existe o mesmo número, pois isso impediria a escolha desse número. Mas no caso de Cristiane, estava tudo certo”, informou Patricia.

“Eu não observei isso, e ninguém no partido prestou atenção”, confessou José Maria. “É muito chato acontecer isso, estamos muito chateados, mas agora não tem jeito mais”, concluiu ele, dizendo que agora é tentar acertar na próxima eleição.

A Candidata

Segundo Cristiane, não ficou nenhuma via do documento assinado por ela. Como na primeira reunião da coligação ela já recebeu os “santinhos” com esse número, ela confiou no partido e fez a campanha com o nº 14.999.

Cristiane contou que, em sua campanha, pretendia melhorar o atendimento em creches da cidade. O intuito era aumentar o número de creches e ampliar as que já existem. Ela é mãe de três filhos. Ela ainda não sabe se irá tentar se candidatar novamente. “Depois dessa eu já nem sei, fiquei tão decepcionada”. O que mais lamentou é todo o trabalho que teve pra nada. “Perder por justa causa, tudo bem, mas é difícil perder sem nem saber quantos votos eu poderia ter”.

Apesar do erro, Cristiane ainda recebeu 12 votos neste domingo no número correto. “Mesmo com esse problema, eu queria agradecer a todos que tiveram a intenção de votar em mim”, agradece.

G1

Candidata do PMDB lidera disputa pela prefeitura de Lagoa de Dentro (PB)

O Portal Nordeste1 em parceria com Instituto Alfa divulga números de intenção de votos em relação à disputa pela Prefeitura de Lagoa de Dentro. De acordo com a sondagem a candidata Sueli Freire (PMDB) tem 48,40% das intenções de voto, enquanto seu opositor Fabiano Pedro (PSD) está com 44,44%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 30 de Setembro e 1 de Outubro, na qual foram entrevistados 400 pessoas das zonas urbana e rural, nos seguintes locais: Centro, Boa Vista, Cristo Rei, Bairro Novo, Pé de Serra, Campo Alegre, Maria da Cruz, Campineiro, Arisco, Mata, Gravatá, Lagoinha, Pitombas, Lagoa do Meio, Papagaio, Milhã, Canto de Pedra, Bom Jesus, Barro, Feijões e Pitombas.

A sondagem está registrada no TSE sob o protocolo nº PB-00107/2012 e tem margem de erro calculada em 4 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança chega a 95%.

A sondagem ainda aponta que 6,91% dos eleitores não sabem em quem vão votar no próximo domingo (7) ou não quiseram opinar. Os que afirmaram que não votariam em nenhum dos candidatos ou que pretendem votar branco ou ainda anular o voto representam 0,25% do eleitorado entrevistado.

Quanto a avaliação da gestão da Prefeita Sueli, que tenta a reeleição, a maioria (54,81%) dos entrevistados afirmou que aprova a forma de administrar da Prefeita, enquanto que 40% desaprova e 5,19% não sabe ou não quis opinar.

O governo Ricardo Coutinho foi aprovado por 45,68% dos entrevistados; desaprovado por 40% dos moradores dos municípios e 14,32% não sabe nem quis opinar.





Fonte: Nordeste1 
Focando a Notícia

Na reta final da campanha eleitoral, candidata a prefeita não resiste a pressão e está fora das eleições 2012 na PB

Faltando pouco uma semana para as eleições 2012, a candidata prefeita na cidade de Cacimbas de Areia, Adriana Carneiro, abriu de mão concorrer o pleito e retirou a candidatura.

Adriana defende a chapa da situação, ‘Cacimba de Areia Sempre Unida’, apoiada pelo atual prefeito Betinho Campos.

Adriana vinha travando um embate jurídico desde o início da campanha. A confirmação da sua desistência esta disponibilizada no site do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB).

O substituto de Adriana ainda não foi confirmado, mas, mas informações dão conta que quem deve encabeçar a chapa é Ernani de Lira Sampaio.

As duas candidaturas em Cacimba de Areia estão sendo questionadas na Justiça.

MaisPB

com Patosonline