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Doar sangue pode reduzir risco de doenças cardíacas e até câncer

Doar sangue faz bem! Sim, além de salvar vidas, o ato promove uma série de benefícios à saúde do doador, que vão desde a redução de risco de doenças cardíacas e de alguns tipos de câncer à satisfação em promover uma boa ação. O médico João Rodolfo ressalta os benefícios dessa atitude, que já foi cercada de mitos e que hoje é um procedimento simples, seguro e indolor.

Ele explica que existem estudos que comprovam que a doação de sangue reduz a viscosidade do sangue, permitindo assim, que os doadores sejam menos propensos a desenvolver doenças do coração. Sem falar que, segundo ele, o processo funciona como uma espécie de ‘limpeza sanguínea’.

“O nosso sangue é produzido na medula e renovado a cada três, quatro meses. Nesse processo, de uma forma bem simbólica, é como se dentro desse período o sangue fosse para o lixo; a doação de sangue é pegar algo que é nosso, que leigamente vai para o lixo e ajudar pessoas. Um processo simples, seguro e indolor”, afirmou João Rodolfo que é diretor-geral, médico e intensivista do Hospital Geral do Hapvida, em João Pessoa.

A doação também colabora com a redução de certos tipos de câncer. “Já houve a comprovação que a doação sanguínea promove a redução de alguns tipos de câncer pela redução oxidativos. Com a doação há uma renovação das células, com isso, as células velhas são renovadas”, ressaltou João Rodolfo.

Outro benefício, conforme explicou o médico, é a possibilidade de fazer uma espécie de mini-checkup, já que o doador precisa ser submetido a uma bateria de exames para identificação de possíveis doenças infecto-contagiosas, a exemplo de AIDS, Sífilis, Doença de Chagas, contato prévio com hepatite B e C e vírus HTLV., permitindo que o voluntário esteja mais atento à saúde.

“Sem falar na satisfação de promover o bem: o sentimento de poder ajudar de uma a quatro pessoas com uma única doação. Não existe outra forma de salvar a vida de quem precisa de doação se não for doando. Dessa forma, é possível ter uma satisfação, fortalecer a autoestima e ter a sensação de felicidade”, destacou.

Junho Vermelho

João Rodolfo ainda aproveitou para lembrar que este mês é dedicado a campanha de doação de sangue, no movimento que foi denominado de Junho Vermelho. Ele elogiou a iniciativa e disse que no Nordeste a data é ainda mais importante por causa dos festejos juninos, que acabam levando a um aumento na quantidade de feridos, o que consequentemente, faz que mais pessoas precisem de sangue.

“Esclarecer a importância da doação é o principal caminho. É preciso levar informação clara e objetiva sobre a doação para combater as ‘Fake News’, que muitas vezes afastam os doadores. “Uma única doação de sangue é capaz de salvar quatro vidas. Além disso, para quem doa há o benefício de poder ajudar quem não tem outra opção para saúde para seguir com a vida”, reforçou.

 

portalcorreio

 

 

Manchas podem ser sinal de câncer de pele

Fique alerta para procurar um dermatologista em qualquer sinal de mudança ou aparecimento de lesões na pele.
São Paulo, Maio de 2019 – O câncer de pele é o tipo de câncer mais incidente e corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados no Brasil- um número que chega a 180 mil novos casos por ano, segundo dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer). O melanoma é o tipo menos frequente dentre todos os tipos de cânceres de pele, corresponde a 3% deste total, mas é considerado o mais grave e com grande potencial de se espalhar para outros órgãos.

De acordo com a Dra. Sheila Ferreira, oncologista do Centro Paulista de Oncologia (CPO) – Grupo Oncoclínicas, esse tipo de tumor tem origem no crescimento anormal dos melanócitos, células responsáveis pela pigmentação da pele e pode surgir em qualquer parte do corpo, inclusive em áreas não expostas diretamente ao Sol e menos visíveis, como o couro cabeludo.

A exposição à radiação ultravioleta, sem dúvida, representa o principal fator de risco para desenvolvimento do câncer de pele. Pessoas com pele, cabelos e olhos claros tem o risco aumentado de desenvolver o câncer de pele. A idade constitui outro fator, principalmente a partir da quinta década de vida, pois quanto maior o tempo de exposição da pele ao Sol, mais envelhecida ela fica. Evitar a exposição excessiva e constante aos raios solares sem a proteção adequada é a melhor medida – e isso vale desde a infância.

“O câncer de pele geralmente se manifesta como alterações de pele que podem se assemelhar a pintas ou manchas escurecidas, novas ou de nascença, que passam a apresentar modificações ao longo do tempo. Tais alterações suspeitas correspondem ao que qualificamos como ‘ABCD’- Assimetria, Bordas irregulares, Cor e Diâmetro”, explica a especialista. Qualquer novo sinal na pele ou mudança de uma mancha já existente deve ser um alerta para procurar um dermatologista. O diagnóstico é feito pela avaliação médica e biópsia da lesão suspeita.

Avaliação precoce é fundamental

O câncer de pele do tipo melanoma é, na maioria das vezes, agressivo, mas quando descoberto no início tem mais de 90% de chance de cura. Sinais ou manchas, muitas vezes, podem ser apenas lesões benignas- como um hematoma ocasionado por um impacto ou, ainda, uma infecção localizada, mas podem tratar-se de tumores de pele. “É preciso buscar aconselhamento médico especializado principalmente quando uma mancha surge repentinamente, sem que algum acontecimento justifique”, frisa Dra Sheila.

Uma vez feito o diagnóstico, quando a doença é localizada, o principal tratamento é a ressecção cirúrgica da área, ou seja, a retirada de todo o tecido comprometido e a avaliação ganglionar em casos indicados. Em estágios mais avançados da doença, o tratamento pode consistir na utilização de quimioterapia, radioterapia e/ou imunoterapia. Diversos estudos apontam bons resultados e respostas duradouras com a chamada imunoterapia, medicações que estimulam o sistema imunológico do paciente, fazendo com que o próprio sistema de defesa do organismo passe a reconhecer e combater as células “estranhas”. “Os sintomas não devem ser ignorados, mesmo que não causem qualquer desconforto. O melanoma pode avançar para gânglios linfáticos e é capaz de atingir outros órgãos, como cérebro, fígado, ossos e pulmões. A medida preventiva mais eficaz contra o câncer de pele consiste na redução da exposição ultravioleta sem proteção, particularmente da exposição ao Sol. Recomenda-se observar regularmente a própria pele à procura de lesões suspeitas e consultar um dermatologista anualmente para um exame completo. O diagnóstico precoce é fundamental para o combate ao câncer”, conta a especialista.

Sobre o CPO

Fundado há mais de três décadas pelos oncologistas clínicos Sergio Simon e Rene Gansl, o Centro Paulista de Oncologia CPO – Grupo Oncoclínicas, oferece cuidado integral e individualizado ao paciente oncológico. Com um corpo clínico com mais de 50 oncologistas e hematologistas e uma capacitada equipe multiprofissional com psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos, enfermeiros e reflexologistas. Oferece consultas médicas oncológicas e hematológicas, aplicação ambulatorial de quimioterápicos, imunobiológicos e medicamentos de suporte, assistência multidisciplinar ambulatorial, além de um serviço de apoio telefônico aos pacientes 24 horas por dia e acompanhamento médico durante internações hospitalares.

O CPO possui a acreditação em nível III pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e a Acreditação Canadense Diamante (Accreditation Canada), do Canadian Council on Health Services Accreditation, o que confere ao serviço os certificados de “excelência em gestão e assistência” e qualifica a instituição no exercício das melhores práticas da medicina de acordo com os padrões internacionais de avaliação. A instituição possui uma parceria internacional com o Dana Farber Institute / Harvard Cancer Center, que garante a possibilidade de intercâmbio de informações entre os especialistas brasileiros e americanos, bem como discussão de casos clínicos. Além disso, ainda, proporciona a educação médica continuada do corpo clínico do CPO, com aulas, intercâmbios e eventos com novidades em estudos e avanços no tratamento da doença. Atualmente o CPO possui duas unidades de atendimento em São Paulo, nos bairros de Higienópolis e Vila Olímpia.

Sobre o Grupo Oncoclínicas

Fundado em 2010, é o maior grupo especializado no tratamento do câncer na América Latina. Possui atuação em oncologia, radioterapia e hematologia em 11 estados brasileiros. Atualmente, conta com mais de 60 unidades entre clínicas e parcerias hospitalares, que oferecem tratamento individualizado, baseado em atualização científica, e com foco na segurança e o conforto do paciente.

Seu corpo clínico é composto por mais de 450 médicos, além das equipes multidisciplinares de apoio, que são responsáveis pelo cuidado integral dos pacientes.

O Grupo Oncoclínicas conta ainda com parceira exclusiva no Brasil com o Dana-Farber Cancer Institute, um dos mais renomados centros de pesquisa e tratamento do câncer no mundo, afiliado a Harvard Medical School, em Boston, EUA.

Para obter mais informações, visite www.grupooncoclinicas.com.

 

DIGITAL TRIX

 

 

Crescimento da próstata é câncer?

Dr. Francisco Carnevale explica a diferença entre as duas doenças e quais são os tratamentos para cada uma delas

A próstata é uma glândula presente no organismo masculino, do tamanho de uma noz, responsável pela produção do líquido seminal. Por volta dos 45 anos, ela tende a aumentar naturalmente de tamanho, no que chamamos de Hiperplasia Benigna da Próstata (HPB). Essa condição atinge cerca de 14 milhões de brasileiros de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia e pode causar obstrução parcial ou totalmente da uretra, sendo, por isso, considerada uma doença.

O aumento da glândula não tem relação alguma com o câncer de próstata e a diferença entre a HPB e o câncer é justamente a benignidade do crescimento da glândula, enquanto que o tumor pode se espalhar para outros órgãos (metástase) e levar o paciente ao óbito. “Há outras diferenças também. Na HPB, dentre os principais sintomas estão a dificuldade e a necessidade frequente e urgente de urinar, o aumento da micção noturna, a constante sensação de não esvaziamento completo da bexiga, entre outros. Já no caso dos tumores malignos de próstata, a grande maioria cresce de forma tão lenta que nem chega a dar sinais durante a vida”, explica o Professor Dr. Francisco Cesar Carnevale, médico do CRIEP – Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa, da capital paulista.

A HPB, portanto, não é um tipo de câncer e não apresenta relação com o câncer de próstata, nem aumenta as chances de desenvolvimento do mesmo. “Porém, um homem pode desenvolver HPB e câncer de próstata ao mesmo tempo. Daí a importância de consultar um médico urologista para o diagnóstico e terapia adequada”, alerta o médico.

Existe também diferença nos tratamentos das duas doenças. Alguns tipos de câncer de próstata crescem lentamente e demandam monitoramento. Outros tipos são agressivos e necessitam de radioterapia, cirurgia, terapia hormonal, quimioterapia ou outras opções terapêuticas. Já a HPB pode ser tratada por meio de um método minimamente invasivo: a chamada Embolização das Artérias Prostáticas (EAP), realizada por via endovascular para reduzir o fluxo de sangue da glândula. O procedimento é feito com anestesia local e o paciente recebe alta algumas horas após a intervenção.

“O objetivo é diminuir o volume e alterar a consistência da próstata, tornando-a mais macia e os resultados são muito satisfatórios: “Já tratamos mais de 400 pacientes e a taxa de sucesso ficou entre 90 a 95%”, conclui o médico.

Prof.  Dr. Francisco Cesar Carnevale – médico do CRIEP – Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa – autoridade médicareferência nacional e internacional em Radiologia Intervencionista, Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular. Sua principal linha de pesquisa está focada no tratamento de pacientes com sintomas do trato urinário inferior associados ao crescimento da próstata pela Hiperplasia Prostática Benigna (HPB). Pioneiro a publicar na literatura científica mundial, a técnica de Embolização das Artérias da Próstata (EAP) dentro do Hospital das Clínicas da FMUSP, sob a supervisão dos professores Miguel Srougi e Giovanni Guido Cerri.  É diretor de Radiologia Vascular Intervencionista do Instituto de Radiologia (InRad-HCFMUSP), do Instituto do Coração (InCor-HCFMUSP) e do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo (SP). É responsável pelas disciplinas de Graduação e Pós-graduação na área de Radiologia Intervencionista da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

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Assessoria de Comunicação

 

 

Projeto fixa prazo de 30 dias para realização de exames de câncer na rede pública de saúde da Paraíba

Projeto fixa prazo de 30 dias para realização de exames de câncer na rede pública de saúde da Paraíba

A Comissão de Saúde, Saneamento, Assistência Social e Segurança Alimentar da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou reunião, nesta quinta-feira (9), e aprovou o projeto de Lei 142/2019, que estabelece o prazo máximo de 30 dias para a realização de exames de pessoas com neoplasia maligna (câncer) nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) no estado. A proposta é de autoria do deputado Wilson Filho.

“É um projeto extremamente viável, pois é um prazo necessário para salvar vidas. Sabemos que o câncer é uma corrida contra o tempo e quem já passou por isso sabe a importância dessa proposta. Cerca de nove mil pessoas foram diagnosticadas com a doença na Paraíba. Hoje, essa aprovação foi mais um avanço nosso e o passo seguinte é encaminhar o projeto ao plenário para ser analisado por todos os parlamentares”, explicou Wilson Filho.

Durante a reunião, a comissão apreciou 12 matérias. Os membros também aprovaram um requerimento de autoria do Doutor Érico, que pretende possibilitar a visita da Comissão de Saúde da Casa aos municípios paraibanos. “A nossa ideia é visitar as unidades hospitalares para podermos debater com mais conhecimento e, assim, construir projetos de Lei que possibilitem melhorar a saúde do Estado”, ressaltou Doutor Érico, presidente da comissão.

Outro projeto aprovado pelos parlamentares foi o 114/2019, de autoria do deputado Ricardo Barbosa. A proposta dispõe sobre a obrigatoriedade de oferecimento de acomodação separada para as mães de natimorto ou mães com óbito fetal, atendidas na rede pública de saúde. Também foi aprovado o projeto 32/2019, de autoria do deputado Júnior Araújo, que proíbe a oferta de ‘embutidos’ na composição da merenda de escolas e creches da rede pública estadual.

Participaram da reunião os deputados Doutor Érico, Cabo Gilberto, Ricardo Barbosa e Wilson Filho.

agenciaalpb

 

Tratamento de câncer afeta a vida sexual de homens e mulheres, mas é possível manter qualidade de vida

O tratamento de combate ao câncer vai afetar a minha vida sexual? Essa é uma das dúvidas de pessoas que recebem o diagnóstico da doença. A resposta? provavelmente sim, mas não necessariamente de maneira irreversível, afirma a oncologista Michelle Samoa, do grupo Oncoclínicas. Nesse momento, muito além do físico, é natural que a parte psicológica afete o paciente de forma mais severa, já que ainda há um estigma em relação ao diagnóstico do câncer.

“Muita gente acredita que está recebendo uma sentença de morte, o que não é necessariamente verdade. Mas é natural que, confrontado com esse tipo de notícia, o interesse na vida sexual diminua. E, durante o tratamento, é comum que homens e mulheres também apresentem perda do interesse por conta de alterações fisiológicas”, comenta a especialista.

Cada tipo de tumor demanda um tratamento e, dependendo de qual for feito, a alteração na vida sexual do paciente será diferente. De acordo com estudo divulgado pela National Center for Biotechnology Information (NCBI), 50% a 64% das mulheres com câncer de mama, por exemplo, apresentam dificuldade de excitação, desejo e lubrificação. Já nos casos de câncer cervical, após dois anos de radioterapia, 85% das mulheres se queixam de pouco ou nenhum interesse sexual devido à dor, que pode ser explicada “pelas alterações ocorridas pela falta de lubrificação vagina e pela formação de tecido cicatricial após a radioterapia, que pode tornar a vagina mais estreita (estenose vaginal), ou seja, menos capaz de esticar, o que pode tornar o sexo vaginal doloroso.”, afirma Michelle.

“É comum também que durante a quimioterapia a mulher tenha os mesmos sintomas de uma menopausa precoce, como ressecamento vaginal e interrupção do ciclo menstrual, mas isso não significa que será permanente e não determina o fim da vida sexual da mulher”, explica.

Efeitos também entre homens

Nos homens, a disfunção erétil acomete 75% dos pacientes tratados de câncer colorretal. Em casos de câncer de próstata, 60 a 90% referiam disfunção erétil. “Amputações, desequilíbrio hormonal, incontinência urinária ou fecal, alteração de peso e efeitos adversos do tratamento como náuseas, vômitos, diarreia e fadiga, associados ao tratamento, também podem levar a uma autoimagem negativa e este desconforto inibir a intimidade”.

Diante todos esses fatores, é importante, ressalta a médica, que os pacientes busquem ajuda médica e psicológica para recuperar, ou amenizar, os efeitos do tratamento do câncer em sua vida sexual, buscando uma melhor qualidade de vida.

“O diálogo entre o casal para ressignificar e adaptar sua vida, levando em conta o toque, o olhar, o cheiro, os beijos, as carícias são também importantes ferramentas para explorar o corpo e ter prazer”, finaliza.

Sobre o CPO

Fundado há mais de três décadas pelos oncologistas clínicos Sergio Simon e Rene Gansl, o Centro Paulista de Oncologia CPO – Grupo Oncoclínicas, oferece cuidado integral e individualizado ao paciente oncológico. Com um corpo clínico com mais de 50 oncologistas e hematologistas e uma capacitada equipe multiprofissional com psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos, enfermeiros e reflexologistas. Oferece consultas médicas oncológicas e hematológicas, aplicação ambulatorial de quimioterápicos, imunobiológicos e medicamentos de suporte, assistência multidisciplinar ambulatorial, além de um serviço de apoio telefônico aos pacientes 24 horas por dia e acompanhamento médico durante internações hospitalares.

O CPO possui a acreditação em nível III pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e a Acreditação Canadense Diamante (Accreditation Canada), do Canadian Council on Health Services Accreditation, o que confere ao serviço os certificados de “excelência em gestão e assistência” e qualifica a instituição no exercício das melhores práticas da medicina de acordo com os padrões internacionais de avaliação. A instituição possui uma parceria internacional com o Dana Farber Institute / Harvard Cancer Center, que garante a possibilidade de intercâmbio de informações entre os especialistas brasileiros e americanos, bem como discussão de casos clínicos. Além disso, ainda, proporciona a educação médica continuada do corpo clínico do CPO, com aulas, intercâmbios e eventos com novidades em estudos e avanços no tratamento da doença. Atualmente o CPO possui duas unidades de atendimento em São Paulo, nos bairros de Higienópolis e Vila Olímpia.

Sobre o Grupo Oncoclínicas

Fundado em 2010, é o maior grupo especializado no tratamento do câncer na América Latina. Possui atuação em oncologia, radioterapia e hematologia em 11 estados brasileiros. Atualmente, conta com mais de 60 unidades entre clínicas e parcerias hospitalares, que oferecem tratamento individualizado, baseado em atualização científica, e com foco na segurança e o conforto do paciente.

Seu corpo clínico é composto por mais de 450 médicos, além das equipes multidisciplinares de apoio, que são responsáveis pelo cuidado integral dos pacientes.

O Grupo Oncoclínicas conta ainda com parceira exclusiva no Brasil com o Dana-Farber Cancer Institute, um dos mais renomados centros de pesquisa e tratamento do câncer no mundo, afiliado a Harvard Medical School, em Boston, EUA.

Para obter mais informações, visite www.grupooncoclinicas.com.

 

 

Câncer: consumo de cigarro light, eletrônico ou narguilé também são responsáveis pela doença

Consumo de tabaco pode ampliar cerca de 20 vezes o risco do surgimento do câncer de pulmão e de quatro a dez vezes mais chances de desenvolver ao menos 12 tipos de câncer
Com mais de 21 milhões de fumantes no Brasil, o tabagismo é responsável por cerca de 90% dos casos de câncer de pulmão de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Apesar de muitas pesquisas levantarem os malefícios causados pelos cigarros tradicionais, as alternativas como os cigarros light, eletrônico ou narguiles também podem ser prejudiciais à saúde.

Cigarro light

Cientistas da Ohio State University, nos Estados Unidos, apontaram que o cigarro do tipo light pode ser a razão do aumento de um câncer chamado adenocarcinoma pulmonar, muito comum entre fumantes, bastante agressivo e de difícil remoção cirúrgica. Durante o estudo, os pesquisadores perceberam que o consumo excessivo desses cigarros pode estar diretamente ligado ao aumento dos casos nos últimos 50 anos.

Isso porque os cigarros do tipo light foram desenvolvidos com filtros minúsculos. Os furos de ventilação do filtro permitem que os fumantes inalem mais fumaça, responsável por aumentar os níveis de produtos químicos e outras toxinas no organismo. Considerada uma opção menos agressiva que os demais cigarros comercializados no mercado, hoje essa ideia já é contestada por toda a comunidade médica.

Segundo a oncologista Dra. Mariana Laloni, do Centro Paulista de Oncologia (CPO), unidade paulista do Grupo Oncoclínicas, existem dois tipos principais de câncer de pulmão: carcinoma de pequenas células e de não pequenas células. “O carcinoma de não pequenas células corresponde a 85% dos casos e se subdivide em carcinoma epidermóide, adenocarcinoma e carcinoma de grandes células. O tipo mais comum no Brasil e no mundo é o adenocarcinoma e atinge 40% dos doentes”, comenta.

Cigarro eletrônico

Um estudo publicado esta semana na revista científica Thorax, realizado pela Universidade de Birmingham, revelou que o vapor inalado através do cigarro eletrônico pode debilitar as células que protegem os tecidos pulmonares. Os macrófagos alveolares – importantes células que promovem o controle de elementos estranhos no corpo – que foram expostos ao vapor apresentaram danos maiores em relação à exposição apenas ao líquido do dispositivo.

Essa não foi a primeira pesquisa que evidenciou os perigos do cigarro eletrônico. Outro estudo elaborado por pesquisadores da faculdade de medicina da Universidade de Nova York relacionou o uso do o cigarro eletrônico ao aumento do risco de câncer e doenças cardíacas.

A Dra. Mariana Laloni conta que, apesar de conter menos substâncias cancerígenas que os cigarros convencionais, o cigarro eletrônico, principalmente após o uso prolongado, ainda apresenta riscos e não deve ser considerado uma opção segura.

Narguilé

O Narguilé é um cachimbo que traz um fumo feito de tabaco, melaço e frutas ou aromatizantes. Por conter água e um mecanismo de filtragem, difundiu-se a ideia de que o seu consumo pode ser menos prejudicial à saúde, mas na realidade, ele pode ser tão ruim quanto os cigarros tradicionais.

De acordo com uma estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), uma sessão de narguilé, que dura em média de 20 a 80 minutos, equivale a fumar cerca de cem cigarros.

A oncologista ainda afirma que as outras formas de consumo de tabaco (como narguilé, charuto, cachimbo e cigarros eletrônicos) são responsáveis por ampliarem em cerca de 20 vezes o risco de surgimento do câncer de pulmão e de quatro a dez vezes mais chances de desenvolver ao menos 13 outros tipos de câncer: de boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, intestino, rim, bexiga, colo de útero, ovário e alguns tipos de leucemia.

Sobre o CPO

Fundado há mais de três décadas pelos oncologistas clínicos Sergio Simon e Rene Gansl, o Centro Paulista de Oncologia CPO – Grupo Oncoclínicas, oferece cuidado integral e individualizado ao paciente oncológico. Com um corpo clínico com mais de 50 oncologistas e hematologistas e uma capacitada equipe multiprofissional com psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos, enfermeiros e reflexologistas. Oferece consultas médicas oncológicas e hematológicas, aplicação ambulatorial de quimioterápicos, imunobiológicos e medicamentos de suporte, assistência multidisciplinar ambulatorial, além de um serviço de apoio telefônico aos pacientes 24 horas por dia e acompanhamento médico durante internações hospitalares.

O CPO possui a acreditação em nível III pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e a Acreditação Canadense Diamante (Accreditation Canada), do Canadian Council on Health Services Accreditation, o que confere ao serviço os certificados de “excelência em gestão e assistência” e qualifica a instituição no exercício das melhores práticas da medicina de acordo com os padrões internacionais de avaliação. A instituição possui uma parceria internacional com o Dana Farber Institute / Harvard Cancer Center, que garante a possibilidade de intercâmbio de informações entre os especialistas brasileiros e americanos, bem como discussão de casos clínicos. Além disso, ainda, proporciona a educação médica continuada do corpo clínico do CPO, com aulas, intercâmbios e eventos com novidades em estudos e avanços no tratamento da doença. Atualmente o CPO possui duas unidades de atendimento em São Paulo, nos bairros de Higienópolis e Vila Olímpia.

Sobre o Grupo Oncoclínicas

Fundado em 2010, é o maior grupo especializado no tratamento do câncer na América Latina. Possui atuação em oncologia, radioterapia e hematologia em 11 estados brasileiros. Atualmente, conta com mais de 60 unidades entre clínicas e parcerias hospitalares, que oferecem tratamento individualizado, baseado em atualização científica, e com foco na segurança e o conforto do paciente.

Seu corpo clínico é composto por mais de 450 médicos, além das equipes multidisciplinares de apoio, que são responsáveis pelo cuidado integral dos pacientes.

O Grupo Oncoclínicas conta ainda com parceira exclusiva no Brasil com o Dana-Farber Cancer Institute, um dos mais renomados centros de pesquisa e tratamento do câncer no mundo, afiliado a Harvard Medical School, em Boston, EUA.

Para obter mais informações, visite www.grupooncoclinicas.com.

 

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Hiperplasia Benigna da Próstata não tem relação com o câncer

As duas doenças podem, inclusive, coexistir

A próstata é uma glândula presente no organismo masculino, do tamanho de uma noz, responsável pela produção do líquido seminal. Por volta dos 45 anos, ela tende a aumentar naturalmente de tamanho, no que chamamos de Hiperplasia Benigna da Próstata (HPB). Essa condição atinge cerca de 14 milhões de brasileiros de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia e pode causar obstrução parcial ou totalmente da uretra, sendo, por isso, considerada uma doença.

O aumento da glândula não tem relação alguma com o câncer de próstatae a diferença entre a HPB e o câncer é justamente a benignidade do crescimento da glândula, enquanto que o tumor pode se espalhar para outros órgãos (metástase) e levar o paciente ao óbito. “Há outras diferenças também. Na HPB, dentre os principais sintomas estão a dificuldade e a necessidade frequente e urgente de urinar, o aumento da micção noturna, a constante sensação de não esvaziamento completo da bexiga, entre outros. Já no caso dos tumores malignos de próstata, a grande maioria cresce de forma tão lenta que nem chega a dar sinais durante a vida”, explica o Professor Dr. Francisco Cesar Carnevale, médico do CRIEP – Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa, da capital paulista.

A HPB, portanto, não é um tipo de câncer e não apresenta relação com o câncer de próstata, nem aumenta as chances de desenvolvimento do mesmo. “Porém, um homem pode desenvolver HPB e câncer de próstata ao mesmo tempo. Daí a importância de consultar um médico urologista para o diagnóstico e terapia adequada”, alerta o médico.

Existe também diferença nos tratamentos das duas doenças. Alguns tipos de câncer de próstata crescem lentamente e demandam monitoramento. Outros tipos são agressivos e necessitam de radioterapia, cirurgia, terapia hormonal, quimioterapia ou outras opções terapêuticas. Já a HPB pode ser tratada por meio de um método minimamente invasivo: a chamada Embolização das Artérias Prostáticas (EAP), realizada por via endovascular para reduzir o fluxo de sangue da glândula. O procedimento é feito com anestesia local e o paciente recebe alta algumas horas após a intervenção.

“O objetivo é diminuir o volume e alterar a consistência da próstata, tornando-a mais macia e os resultados são muito satisfatórios: “Já tratamos mais de 400 pacientes e a taxa de sucesso ficou entre 90 a 95%”, conclui o médico.

Prof.  Dr. Francisco Cesar Carnevale – médico do CRIEP – Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa – autoridade médicareferência nacional e internacional em Radiologia Intervencionista, Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular. Sua principal linha de pesquisa está focada no tratamento de pacientes com sintomas do trato urinário inferior associados ao crescimento da próstata pela Hiperplasia Prostática Benigna (HPB). Pioneiro a publicar na literatura científica mundial, a técnica de Embolização das Artérias da Próstata (EAP) dentro do Hospital das Clínicas da FMUSP, sob a supervisão dos professores Miguel Srougi e Giovanni Guido Cerri.  É diretor de Radiologia Vascular Intervencionista do Instituto de Radiologia (InRad-HCFMUSP), do Instituto do Coração (InCor-HCFMUSP) e do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo (SP). É responsável pelas disciplinas de Graduação e Pós-graduação na área de Radiologia Intervencionista da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

Assessoria de Comunicação 

 

 

A HPB não é um tipo de câncer e não apresenta relação com o câncer de próstata

Dr. Francisco Carnevale explica a diferença entre as duas doenças e quais são os tratamentos para cada uma delas

A próstata é uma glândula presente no organismo masculino, do tamanho de uma noz, responsável pela produção do líquido seminal. Por volta dos 45 anos, ela tende a aumentar naturalmente de tamanho, no que chamamos de Hiperplasia Benigna da Próstata (HPB). Essa condição atinge cerca de 14 milhões de brasileiros de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia e pode causar obstrução parcial ou totalmente da uretra, sendo, por isso, considerada uma doença.

O aumento da glândula não tem relação alguma com o câncer de próstata e a diferença entre a HPB e o câncer é justamente a benignidade do crescimento da glândula, enquanto que o tumor pode se espalhar para outros órgãos (metástase) e levar o paciente ao óbito. “Há outras diferenças também. Na HPB, dentre os principais sintomas estão a dificuldade e a necessidade frequente e urgente de urinar, o aumento da micção noturna, a constante sensação de não esvaziamento completo da bexiga, entre outros. Já no caso dos tumores malignos de próstata, a grande maioria cresce de forma tão lenta que nem chega a dar sinais durante a vida”, explica o Professor Dr. Francisco Cesar Carnevale, médico do CRIEP – Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa, da capital paulista.

A HPB, portanto, não é um tipo de câncer e não apresenta relação com o câncer de próstata, nem aumenta as chances de desenvolvimento do mesmo. “Porém, um homem pode desenvolver HPB e câncer de próstata ao mesmo tempo. Daí a importância de consultar um médico urologista para o diagnóstico e terapia adequada”, alerta o médico.

Existe também diferença nos tratamentos das duas doenças. Alguns tipos de câncer de próstata crescem lentamente e demandam monitoramento. Outros tipos são agressivos e necessitam de radioterapia, cirurgia, terapia hormonal, quimioterapia ou outras opções terapêuticas. Já a HPB pode ser tratada por meio de um método minimamente invasivo: a chamada Embolização das Artérias Prostáticas (EAP), realizada por via endovascular para reduzir o fluxo de sangue da glândula. O procedimento é feito com anestesia local e o paciente recebe alta algumas horas após a intervenção.

“O objetivo é diminuir o volume e alterar a consistência da próstata, tornando-a mais macia e os resultados são muito satisfatórios: “Já tratamos mais de 400 pacientes e a taxa de sucesso ficou entre 90 a 95%”, conclui o médico.

Prof.  Dr. Francisco Cesar Carnevale – médico do CRIEP – Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa – autoridade médicareferência nacional e internacional em Radiologia Intervencionista, Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular. Sua principal linha de pesquisa está focada no tratamento de pacientes com sintomas do trato urinário inferior associados ao crescimento da próstata pela Hiperplasia Prostática Benigna (HPB). Pioneiro a publicar na literatura científica mundial, a técnica de Embolização das Artérias da Próstata (EAP) dentro do Hospital das Clínicas da FMUSP, sob a supervisão dos professores Miguel Srougi e Giovanni Guido Cerri.  É diretor de Radiologia Vascular Intervencionista do Instituto de Radiologia (InRad-HCFMUSP), do Instituto do Coração (InCor-HCFMUSP) e do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo (SP). É responsável pelas disciplinas de Graduação e Pós-graduação na área de Radiologia Intervencionista da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

Comunicação & Marketing

 

 

Dança é aliada na luta contra o câncer

Zumba® auxilia pacientes oncológicos durante o difícil processo de tratamento da doença

O câncer é a segunda maior causa de mortes no mundo e estima-se que tenha surgido mais de 18 milhões de novos casos no último ano, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Só no Brasil, esse número é em torno de 582 mil. Pesquisas contínuas e inovações na medicina melhoraram significativamente a detecção precoce e o tratamento dos diversos tipos de tumores, dando aos pacientes maiores esperanças de sobrevivência e cura. No entanto, a jornada no combate à doença não é fácil e requer perseverança, além do apoio de familiares e amigos.

Uma parte importante no momento do diagnóstico do câncer é reconhecer as emoções e os sentimentos. De acordo com a Sociedade Americana de Câncer, tratamentos que lidam com esses pilares – também conhecidos como intervenções psicossociais – podem ajudar os pacientes a lidarem com o sofrimento, melhorarem a qualidade vida e o bem-estar em todo o processo curativo.

A psicóloga Lilian Nobre ressalta que o corpo e a mente são interligados. “É importantíssimo que as pessoas com câncer tenham uma perspectiva positiva sobre sua condição. Se manter ativo e ter uma vida social saudável, pode trazer benefícios para lidar com a doença, o estresse e a fadiga, que são comuns durante o tratamento”.

Aliada no tratamento

Assim como para a população em geral, é essencial que a prática do exercício físico seja prazerosa para os pacientes. “É importante que estejam em um ambiente em que se sintam apoiados e tenham um convívio social. Por isso, a Zumba® pode ser uma alternativa pois, além dos benefícios físicos no manejo dos sintomas, também é uma aula que promove suporte psicossocial”, explica Regina Chamon, médica hematologista e especialista em medicina Integrativa do Centro Paulista de Oncologia.

Segundo a especialista, a prática de exercício físico para os pacientes é importante em todas as fases do tratamento, desde que sejam liberadas pelo oncologista. Pacientes com metástases ósseas, por exemplo, podem ter restrições. “É essencial que a pessoa tenha o hábito de se exercitar. A atividade física ajuda a reduzir os efeitos colaterais causados pela quimioterapia como fadiga, alterações do sono e perda de massa muscular. E, após o término do processo (quimioterapia, radioterapia ou cirurgia), a prática tem o importante papel de reduzir o risco de doença óssea, além de prevenir futuros problemas como ganho de peso, elevação do colesterol e redução do risco de doença cardiovascular”, acrescenta. O exercício realizado com frequência promove a regulação de neurotransmissores e permite uma alteração na percepção tanto da intensidade da dor quanto da sensação de incômodo que a dor ocasiona.

Casos de cura pela dança

 

 

 

 

  

Crédito:  Foto Reprodução Facebook

O advogado Edmur Pereira de Nascimento foi diagnosticado com câncer de próstata aos 52 anos e teve um prognóstico ruim. “Minha médica disse que a situação era muito grave e cuidar da mente e recuperar a felicidade ajudariam no tratamento. Ela me indicou um remédio: a Zumba®”.

No início, Edmur não acreditou na sugestão, mas resolveu seguir a recomendação. “Participei de uma aula e adorei. Durante uma hora eu ri, cantei, me diverti e esqueci de tudo o que estava me amargurando. Foi então que comecei a praticar a modalidade e nunca mais parei”, conta o advogado que hoje também é instrutor da dança.

Monika Araujo também encontrou na atividade a determinação para encarar o segundo tratamento contra o câncer na tireoide. “Foi um baque receber a notícia pela segunda vez. Tive que passar por uma cirurgia de retirada e depois enfrentar a rotina das medicações para substituir a função da glândula. Além da minha família e grande fé, a Zumba® ajudou a aliviar minhas tensões e melhorar meu psicológico”.

A Zumba® está presente em mais de 180 países e é praticado por mais de 15 milhões de pessoas semanalmente em todo mundo. Para encontrar uma aula, acesse www.zumba.com.

 

Sobre a Zumba® Fitness, LLC

A Zumba® é uma marca de estilo de vida global, que combina dança de diferentes culturas,  entretenimento, em uma experiência de festa de dança. Conhecidas como “dance-party”, as aulas de Zumba® misturam diferentes ritmos mundiais com coreografias fáceis de seguir para um treinamento completo e eficaz. Fundada em 2001, a Zumba® Fitness cresceu e se tornou a maior e mais bem-sucedida empresa do mundo oferecendo um programa de dança. Mais de 15 milhões de pessoas participam de aulas semanais em 200.000 locais em 180 países ao redor do mundo. Além das aulas de Zumba®, a empresa Zumba® Fitness tem outras modalidades como:  Zumba® Step, Zumba® Gold, Zumba® Sentao, Zumba® Toning Aqua Zumba®, Zumba® Kids / Zumba®  Kids Jr. (idades 4-11) e Zumbini® (idades 0-3). O estilo de vida Zumba® é complementado com muitas ofertas de produtos para o consumidor, incluindo kits de DVD, coleções de música, coleções de roupas e calçados, videogames e eventos. Para mais informações sobre os programas e produtos Zumba®, visite Zumba.com.

Assessoria de Imprensa

 

 

Câncer: Beto Barbosa diz que tinha “20% de chances de viver’

O cantor Beto Barbosa, de 64 anos, desabafou sobre sua vida e o tratamento contra um câncer na manhã desta quarta-feira (20) durante participação no programa “Encontro”, na Globo. O longo tratamento contra um câncer, terminou no mês passado e o levou a fazer cirurgia para tirar a bexiga e a próstata.

“Foi muita luta, com muita fé, só tinha 20% de chances de viver, o médico não quis me dizer, disse que tinha 50%, mas consegui. Eu não me entreguei, em nenhum momento senti que ia partir. A vida você não pode perder pro outro lado, você tem que acreditar. Estou retomando a vida, recomeçando meus shows”, disse ele.

O artista ainda deu um show com um dos seus maiores sucessos, a lambada da música “Preta”, e recebeu uma homenagem do elenco da novela “Verão 90”. Fabiana Karla, Rafael Vitti, Val Perré, Claudia Ohana, Giovana Cordeiro, Marcos Veras e Dira Paes que mandaram mensagens de reconhecimento ao cantor.

Ao agradecer pela atenção ele destacou que “foi uma das maiores homenagens que recebi em toda a minha carreira de artistas que sou fã”, disse.

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