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Paraíba deve perder 20 mil passageiros após cancelamento de rota pela Avianca

O cancelamento de uma rota entre o Aeroporto Castro Pinto, na Região Metropolitana de João Pessoa, e o Aeroporto Galeão, no Rio de Janeiro, deve levar à perda de 20 mil passageiros, segundo estimativa do secretário-adjunto de Turismo em João Pessoa, Graco Parente à revista Mercado & Eventos.

A companhia aérea Avianca anunciou recentemente a descontinuidade de 21 rotas e o fechamento de três bases operacionais, no Galeão (RJ), Petrolina (PE) e Belém (PA). A empresa passará a operar com 26 aeronaves e 23 destinos. A medida integra seu plano de recuperação judicial.

A informação foi lamentada pelo secretário-adjunto do Turismo de João Pessoa, Graco Parente. Segundo ele, haverá prejuízo para o segmento turístico, mas que deverá ser compensado com a realidade do nova Lei Geral do Turismo, que permitirá a entrada de 100% do capital estrangeiro nas companhias aéreas, que irá possibilitar a criação de novos voos, redução do custo das tarifas aéreas e melhoria da malha aérea.

Graco Parente citou ainda a possibilidade real de novos investimentos no Aeroporto Castro Pinto, após a realização do leilão, que foi vencido pela empresa espanhola Aena. “Vamos trabalhar mais para trazer novos voos para a capital paraibana”, apontou o secretário.

clickpb

 

 

Governo anuncia cancelamento de 422 mil benefícios sociais

Após um trabalho de revisão de benefícios sociais concedidos pelo governo federal, 422 mil serão cancelados, sendo 228 mil auxílios-doença, 43 mil aposentadorias por invalidez e 151 mil benefícios de Prestação Continuada (BPC). O trabalho de revisão de benefícios vai continuar até o fim do ano. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (16), em Brasília, pelos ministros do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, e do Planejamento, Esteves Colnago.

Diversos benefícios de programas sociais estão sendo revisados pelo governo federal, para verificar se os beneficiários ainda cumprem os requisitos apresentados no momento da concessão do auxílio. Segundo o ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, o objetivo é revisar 1,8 milhão de benefícios, entre auxílio-doença e aposentadoria por invalidez. Após o pente fino, a expectativa do governo é chegar a 1,1 milhão de benefícios mensais. A economia total com as medidas pode chegar a R$ 20 bilhões.

Auxílio-doença

No caso do auxílio-doença, os beneficiários foram convocados para novas perícias. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, na primeira fase, entre 2016 e fevereiro de 2018, foram realizadas 252 mil revisões de um universo de 553 mil previstas. Destas, 228 mil foram canceladas, seja por indicação da perícia ou por não comparecimento, um índice de cerca de 82%.

Desde agosto de 2016, a revisão de auxílio-doença gerou economia de R$ 7,6 bilhões.

Aposentadoria por invalidez

Quarenta e três mil benefícios de aposentadoria por invalidez serão cancelados. Neste caso, como há um processo de transição para o cancelamento total, que se estende por um ano e meio, a economia em 2018 será de R$ 500 milhões mas pode chegar a R$ 5 bilhões em 2019.

Prestação Continuada

O Benefício de Prestação Continuada é oferecido a 4,4 milhões de beneficiários de baixa renda, sendo 2,4 milhões de idosos e 2 milhões de pessoas com deficiência.

O governo vai cancelar 151 mil benefícios de pessoas que não atendem mais os requisitos mínimos para receber o auxílio. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social, a economia com os cancelamentos pode chegar a R$ 1 bilhão por ano.

GovData

A revisão do BPC, especificamente, foi feita a partir da uma nova plataforma de integração de dados de bancos e sistemas do governo federal, denominada GovData. A plataforma integra dados de 14 bases e a expectativa é de que outras sejam incorporadas brevemente.

“As bases vão ser atualizadas mensalmente. Todo mês o governo vai poder saber se o dinheiro está sendo bem alocado e se as pessoas cumprem os requisitos mínimos pra continuar a receber [o benefício]”, informou o ministro do Planejamento, Esteves Colnago.

Com o GovData, a expectativa é de facilitar o trabalho de cruzamento de dados. Por exemplo, se o Ministério do Desenvolvimento Social quisesse dados de carteira de motorista, teria de fazer um pedido específico ao Departamento Nacional de Trânsito e firmar um acordo neste sentido. Se quisesse informações adicionais de situação de emprego, necessitaria de um outro acordo com o Ministério do Trabalho.

“O GovData funciona como único repositório para onde vão as bases de dados de interesse. Mas mais do que isso, temos também uma série de recursos de análise estatísticas, geração de tendências e outras ferramentas de ciências de dados”, explicou o secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Gleisson Rubin.

O ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, destacou a importância do GovData, que permite mais cruzamentos com periodicidade menor, mas destacou que a plataforma não substitui os gestores.

“Simples cruzamento de dados não substituem gestor. Eles precisam ser cruzados mas precisam ser interpretados pelo gestor. Cruzamento simplesmente sem a crítia de quem conhece a regra geram distorções. O GovData é importante, todos devem aderir à plataforma. Mas é importante que não se imagine que ela substitui o conhecimento de cada ministério e o olhar de quem conhece os programas”, ponderou Beltrame.

Privacidade

A implantação da plataforma ocorre no momento em que o Congresso Nacional discute uma lei de proteção a dados pessoais. Uma das polêmicas no debate é até que medida os órgãos públicos devem ser regidos por ela, obedecer os princípios e seguir as obrigações.

Questionado na entrevista se o governo federal seria ou não regido pela lei, o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, afirmou que não, com algumas exceções. “A gente vai ter todo o cuidado possível, mas precisamos ter acesso às informações”, disse.

Agência Brasil

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Cancelamento de voos para JP gera reclamações entre passageiros

Nos últimos meses, alguns passageiros da empresa aérea Azul têm reclamado de cancelamentos que estão acontecendo nos vôos para João Pessoa. Em alguns casos, passageiros foram de avião até Recife, e ao chegar lá, precisaram ir até João Pessoa por meios terrestres.

Segundo o engenheiro civil e especialista em transportes, Jarbas Moreira, por conta do centro de distribuição da Azul ser em Recife, isso pode facilitar que o contratempo aconteça.

“A rota João Pessoa para Recife é a mais curta em distância e, consequentemente, tempo de voo. Caso alguma aeronave fique inoperante e haja necessidade de cancelar algum voo, a rota para João Pessoa acaba sendo a priorizada, pois os custos de deslocamento dos passageiros por via terrestre, seriam os menores, comparados a outras cidades mais distantes que a Azul opera”, explica.

Ainda de acordo com Jarbas, só nas últimas semanas, cerca de 13 gols foram cancelados, podendo calcular que mais de 700 passageiros foram prejudicados de alguma forma.

Quem passou por essa situação foi o gerente comercial Gleriston Castro. Segundo ele, o último caso aconteceu no ano passado. Depois disso, o gerente, que viaja toda semana, tem evitado a companhia área, já que as últimas experiências não foram muito agradáveis.

“Eu tive que vir de van de Recife para João Pessoa, foi chato e cansativo. Outra vez, eu vinha de Maceió para João Pessoa. Como o voo de lá [Maceió] para Recife estava atrasado, eu iria perder a conexão para João Pessoa.  Vim de táxi, pago pela azul, de Maceió até João Pessoa”, conta o gerente.

“A justificativa é sempre a mesma, manutenção não programada da aeronave”, explica Gleriston.

Grande ou pequeno, geralmente esses episódios causam prejuízos. No caso de Gleriston, algumas reuniões com clientes tiveram que ser adiadas.

De acordo com o secretário de Defesa do Consumidor (Procon-JP), Helton Renê, nesses casos, o cliente pode entrar com uma ação legal. O procedimento pode ser feito com auxílio do Procon ou pela Justiça.

“Não é só o serviço quando ele está sendo utilizando o serviço em si, mas naquilo que está sendo ofertado. Então ofertou ao consumidor, e o consumidor adquiriu o produto ou serviço, se planejou e de repente não tem mais esse serviço, ele está caindo em prejuízo e pode sim contestar na Justiça. Todos aqueles que geram prejuízos a outros têm que pagar”, explica.

Voos cancelados em alta estação

Segundo a secretária de Turismo de João Pessoa, Rute Avelino, os cancelamentos de voos no verão, época de aumento de viagens, podem impactar o turismo de João Pessoa. Mas segundo ela, só há um impacto preocupante em casos recorrentes. “Se for esporadicamente, tudo bem”, analisa.

Ao Portal MaisPB, a secretária disse que iria procurar a diretoria da empresa em São Paulo para ter esclarecimentos sobre o ocorrido.

O Portal MaisPB entrou em contato com a assessoria de imprensa da Azul, que informou que os cancelamentos que houveram foram por causa de “manutenções não programadas nas aeronaves ou por condições climáticas adversas”. A Azul ainda informou que os cancelamentos não têm qualquer ligação com o hub [centro de distribuição] em Recife.

MaisPB

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Prefeitura vai devolver taxa de inscrição após cancelamento de concurso

dinheiroA Prefeitura Municipal de Mamanguape e a Fundação Vale do Piauí (FUNVAPI) começam na próxima quarta-feira (16) a fazer o estorno dos valores pagos com as inscrições para o Concurso de Agentes de Combate as Endemias. O certame foi cancelado pelo Município de Mamanguape em virtude de decisão do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE), publicada por meio do Acórdão AC1 TC 2.279/2016, que reconheceu a legalidade dos vínculos funcionais dos Agentes de Combate as Endemias que já ocupavam os cargos.

No total, 1.493 (mil, quatrocentas e noventa e três) pessoas se inscreveram para participar da seleção, o que gerou um montante em pagamento de inscrições na ordem de R$ 44.790,00. Segundo a organização do concurso, a demora para devolução do dinheiro ocorreu por conta da indefinição na forma de devolução e, principalmente, como seria feito o estorno para o grande número de inscritos de outras cidades. O Impasse durou cerca de um mês, até que nesta semana Prefeitura e FUNVAPI chegaram a um consenso.

Os valores pagos com as inscrições serão devolvidos aos candidatos por meio de cheques. Os interessados deverão procurar o Departamento de Recursos Humanos do município, localizado na Praça Antenor Navarro, s/nº, Centro, ao lado do Banco do Brasil, no horário das 08h00 às 11h00. Deverão ainda preencher uma ficha de requerimento de devolução disponível no local supracitado e que também está disponível para download no site do município, através do link abaixo. No momento da apresentação do pedido deverão apresentar também os originais da Carteira de Identidade e do Comprovante de Pagamento da Taxa de Inscrição. Não serão exigidas cópias dos mesmos, apenas os originais.

Acesse AQUI o requerimento de devolução.

Após 48 horas de protocolado o pedido de ressarcimento, deverão se deslocar até a Secretaria de Finanças do município, localizada na Rua do Imperador, nº 78, Centro, munidos de suas carteiras de identidade, para pegar o cheque referente ao valor da taxa de inscrição e proceder ao saque da quantia em questão.

PB Vale

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Fifa descarta cancelamento de Copa e nega possível saída de seleções

Após o ataque a um ônibus da Fifa e tentativa de invasão de um hotel em Salvador, a Fifa fez um pronunciamento nesta sexta-feira, no início do ‘briefing’ diário para a imprensa. O porta-voz da entidade, Pekka Odriozola, afirmou que nenhuma das seleções solicitou a retirada da competição, apesar dos rumores de que a Itália estaria pressionando nesse sentido, e que até agora em nenhum momento foi discutido ou considerado o cancelamento da Copa das Confederações ou da Copa do Mundo. Questionado se essa discussão poderia acontecer em um futuro próximo, o porta-voz se esquivou, voltando a dizer que hoje não existe esse debate na entidade.

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Desde o início da competição, o pronunciamento no início do ‘briefing’ é o primeiro sinal real de preocupação da entidade com a situação no Brasil. Com grandes manifestações acontecendo em diversas cidades do país, incluindo as que recebem jogos da Copa das Confederações, a Fifa, até então, mantinha uma postura de não interferir nesse tipo de questão, sempre ressaltando que era um assunto para as autoridades locais. Porém, até então, nenhuma das manifestações havia causado danos diretos, como ocorreu em Salvador.

Cartaz protesto estádio maracanã Espanha e Taiti (Foto: Agência AFP)No Maracanã, torcedor pede ‘padrão Fifa’ para educação, saúde e segurança (Foto: Agência AFP)

– Apoiamos o direito de liberdade de expressão, desde que de forma pacífica. Condenamos qualquer forma de violência. Vamos continuar a monitorar a situção, estamos em constante contato com as autoridades locais. Em nenhum estágio foi considerado ou discutido pelo COL, pelo Governo Federal ou pela Fifa o cancelamento da competição. Estamos em contato com os times, os mantemos informados e não recebemos nenhum pedido de saída de qualquer das seleções – disse o porta-voz, no pronunciamento antes do início da sessão de perguntas e respostas.

Na quinta-feira, dois micro-ônibus da Fifa foram apedrejados por manifestantes, no bairro do Campo Grande, em Salvador. Em frente ao Hotel da Bahia, onde membros da entidade máxima do futebol estão hospedados, os veículos foram depredados e prédio teve a fachada danificada. Houve uma tentativa de invasão do estabelecimento. A Polícia de Choque logo chegou ao local para conter o protesto. Usando bombas de gás lacrimogêneo, spray de pimenta e balas de borracha, além da cavalaria, os oficiais entraram em confronto com os manifestantes, que ateavam fogo em objetos na rua.

– O relatório que recebemos foi que o ônibus teve a janela danificada. É um reflexo do que está havendo. Outros veículos foram atacados. O ônibus da Fifa por acaso estava no caminho do protesto. Não temos relatórios de nenhuma invasão – afirmou o diretor de comunicação do COL, Saint Clair Milesi.

Saint Clair Milesi, diretor de comunicação do COL (Foto: Vicente Seda)Saint Clair Milesi (direita), diretor de comunicação do COL, fala de protestos (Foto: Vicente Seda)

Pekka repetiu o discurso:

– Os ônibus estavam vazios, e estacionados. Ninguém se machucou. Havia mais veículos e nenhuma pessoa dentro. As questões sobre incidentes são para as autoridades locais.

Apesar das tentativas de minimizar a situação e de não interferir na questão da violência policial e de manifestantes, Pekka acabou cedendo diante de insistentes questionamentos sobre os incidentes.

– O que posso dizer é que condenamos qualquer forma de violência. Qualquer forma.

Outro momento que causou certo constrangimento na coletiva foi quando o porta-voz da Fifa passou a ser indagado sobre os motivos de, até o momento, a entidade não ter permitido entrevistas do responsável pela segurança da Copa das Confederações.

– Há muitas pessoas que seriam interessantes para falar aqui, mas vocês têm de ver que as pessoas estão trabalhando. Vamos analisar.

Estamos em contato com os times, os mantemos informados e não recebemos nenhum pedido de saída de qualquer das seleções
Pekka Odriozola, porta-voz da Fifa

Sobre a possibilidade de suspensão ou cancelamento da Copa das Confederações e da Copa do Mundo, o porta-voz da Fifa afirmou:

– O que dissemos é que não discutimos ou consideramos até agora cancelar a Copa. Não vamos especular sobre o que pode acontecer no futuro. Mas até agora não discutimos ou consideramos cancelar quaisquer desses eventos – disse Pekka, evitando comparações com a situação na Colômbia em 1986, quando a Copa do Mundo acabou sendo transferida para o México em função de problemas econômicos e sociais dos colombianos.

– Não estava na Fifa naquele momento, acho que cada situação tem de ser analisada de forma independente, não compararia as duas situações.

Ao responder sobre os protestos contra os gastos para a Copa do Mundo, Milesi, do COL, explicou:

– A competição está aí, está acontecendo, as manifestações também. Temos confiança nos benefícios que a Copa traz para o Brasil e o que é o apoio da população dentro das pesquisas que a gente tem. As manifestações são saudáveis, mas a gente analisa os números globais.

Por fim, Pekka admitiu que a proporção das manifestações surpreendeu a Fifa:

– Não tenho certeza se alguém, a mídia, o COL ou a Fifa, estava esperando algo assim.

 

Globoesporte.com