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É comum fazer tratamento de canal em crianças?

 

Especialista em Odontopediatria diz que sim e explica por quê

dentistaO tratamento de canal, ou tratamento endodôntico, é um procedimento restaurativo realizado quando o nervo de determinado dente foi abalado. Geralmente, só de ouvir a palavra ‘canal’ muitas pessoas fazem cara de dor. O tratamento consiste na retirada do nervo (polpa), limpeza e irrigação do canal, e obturação desse espaço com a preservação da função e estética. Apesar de ser mais comum em adultos, o dano ao nervo pode acontecer ainda na infância. Até crianças com dente de leite às vezes têm de ser submetidas ao tratamento de canal.

De acordo com a odontopediatra Helenice Biancalana, diretora do Departamento de Prevenção e Promoção de Saúde da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas), o tratamento endodôntico, hoje em dia, é muito mais simples do que se possa imaginar. Geralmente, o tratamento é realizado em uma ou duas sessões. “Com exceção de casos mais graves, como em processos infecciosos, lesões (abscessos ou cistos), ou quando pode ter havido fratura de raiz, por exemplo, o tratamento de canal pode levar de uma a três consultas e deve ser realizado inclusive nos dentes de leite. Isto porque a troca dos dentes de leite pelos dentes permanentes costuma ocorrer entre seis e doze anos e não se deve correr o risco de extrair o dente com a polpa afetada sem perspectiva de que seu substituto vá nascer logo. Manter o dente de leite da melhor forma possível é uma garantia de que o espaço, a função e a estética serão preservados, evitando problemas no futuro”.

A cirurgiã-dentista afirma que os pais devem prestar atenção às queixas das crianças em relação à dor de dente forte ou ainda ao “choque” quando há contato com bebidas e comidas muito quentes ou geladas. “Também é fundamental consultar um cirurgião-dentista quando um dentinho da criança evidencia mudança na coloração, ou ainda quando a gengiva em torno de determinado dente se mostra avermelhada e sensível por vários dias, atrapalhando a mastigação. Como esses sintomas indicam apenas uma suposição ou um sinal, a radiografia é que vai conduzir o especialista ao tratamento adequado”.

Nos Estados Unidos, de acordo com a Associação Americana de Endodontistas, por ano são realizados cerca de 15 milhões de tratamentos de canal, ou seja, mais de 41 mil por dia. No Brasil, esse tratamento também é muito recorrente nos consultórios dentários. “Tudo deve ser feito no sentido de evitar a perda do dente. Isto porque as complicações são inúmeras: desde alteração de fala, até comprometimento da mastigação, maior dificuldade de higiene diária, pressão extra no tecido onde foi extraído o dente, além de insegurança e impacto na autoestima da criança”, diz Helenice.

A terapia, de acordo com a especialista, consiste no diagnóstico e tratamento da inflamação ou infecção que está atingindo a polpa no interior da raiz do dente, além do entorno. Apesar de simples, quando um tratamento de canal não é bem realizado, pode haver desdobramentos bastante arriscados, como a inflamação da membrana que reveste o pulmão (mediastinite), ou ainda um quadro de infecção da membrana interna que reveste o coração (endocardite). Nestes casos, depois de um tratamento malsucedido o paciente começa a desenvolver sintomas como febre, mal-estar, formação de abscessos e, inclusive, o dente volta a doer. Recorrer ao cirurgião-dentista e reportar os sintomas é um primeiro passo antes do retratamento do canal.

Fonte: Dra. Helenice Biancalana, cirurgiã-dentista, diretora do Departamento de Prevenção e Promoção de Saúde da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas) www.apcd.org.br

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Em Pernambuco, transposição inicia teste em canal, mas Sertão ainda não recebe água

Nalva Figueiredo (Jornal Correio da Paraíba)
Nalva Figueiredo (Jornal Correio da Paraíba)

As obras de Transposição do Rio São Francisco estão no sétimo ano de execução e o primeiro trecho do projeto entrou em fase de testes. Desde outubro deste ano, a estação de bombeamento 1 do Eixo Leste, em Floresta, no Sertão de Pernambuco, bombeia água da Barragem de Itaparica até a Barragem de Areias, a primeira das 27 previstas na região. Apesar disso, a população do entorno da obra ainda não tem acesso à água que corre pelo canal.

Números da transposição do
Rio São Francisco
R$ 8,2 bilhões É o custo total da obra. A estimativa inicial era de R$ 4,8 bilhões
Dezembro de 2015 É a nova previsão para conclusão
2007 É o ano em que a obra começou
23 É a quantidade de açudes que devem ser recuperados
27 É o número de barragens que devem ser construídas
Fonte: Ministério da Integração

Os testes começaram quatro anos após o prazo inicial de conclusão da obra. Iniciada em 2007, a construção do Eixo Leste deveria ter ficado pronta em 2010, e a do Eixo Norte em 2012. Além de atrasos, as alterações no projeto aumentaram os custos. O orçamento passou de R$ 4,8 bilhões para R$ 8,2 bilhões e agora, segundo o Ministério da Integração Nacional (MI), a Transposição só deve ser finalizada em dezembro de 2015. O G1 percorreu 2,5 mil quilômetros, visitando dez municípios do interior de Pernambuco, da Paraíba e do Ceará para acompanhar o andamento das obras, que chegam a 67,5% de conclusão.

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O Ministério da Integração explicou que os testes devem seguir até o fim deste ano. Nessa fase, são feitos os ajustes das motobombas da estação e do próprio lago da Barragem de Areias. Após a conclusão, serão instalados sistemas que levarão água, primeiramente, a cerca de 300 famílias que vivem em comunidades dos municípios de Petrolândia e Floresta, próximas à barragem.

Estação de Bombeamento 1 do Eixo Leste já funciona em caráter de teste (Foto: Katherine Coutinho / G1)Estação de bombeamento 1 do Eixo Leste já funciona em caráter de teste (Foto: Katherine Coutinho / G1)

Os canais que saem do São Francisco somam, juntos, 477 quilômetros. A obra, segundo o Ministério da Integração, vai levar água a cerca de 12 milhões de pessoas em Pernambuco, na Paraíba, no Ceará e Rio Grande do Norte. A previsão é atingir mais de 390 municípios no Sertão, além de 325 comunidades que residem a uma distância de cinco quilômetros da margem dos canais.

Em 2012, as obras foram praticamente paralisadas devido a problemas com as construtoras e desentendimentos sobre valores de contratos. De acordo com o MI, o detalhamento do projeto básico da Transposição acabou apresentando novos serviços necessários à conclusão da obra, como perfuração de solos com constituição mais dura do que o previsto. Isso também interferiu no orçamento, assim como em novas exigências do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que representam quase R$ 1 bilhão a mais nos custos, valor não previsto inicialmente.

Em Maurit (CE), é possível encontrar trechos do canal em diferentes fases da construção (Foto: Katherine Coutinho / G1)Em Mauriti (CE), é possível encontrar trechos do canal em diferentes fases da construção (Foto: Katherine Coutinho / G1)

Os recursos são empregados essencialmente em escavações e construção de barragens, túneis, estações de bombeamento e canais por onde nunca correu uma gota de água. Em setembro de 2013, foi assinada a ordem de serviço das obras complementares da Meta 3 Norte, a última frente de serviço a ser retomada após a paralisação. A meta compreende os trechos que passam por Mauriti, no Ceará, e São José de Piranhas, na Paraíba. Com isso, todos as metas estão em obras.

Canal de acesso leva água da barragem de Itaparica até a Estação de Bombeamento 1 do Eixo Leste (Foto: Katherine Coutinho / G1)Canal de acesso leva água da barragem de Itaparica até a Estação de Bombeamento 1 do Eixo Leste (Foto: Katherine Coutinho / G1)

Ao todo, são cerca de 11 mil funcionários atuando na obra atualmente. O G1 percorreu as cidades de Sertânia, Custódia, Floresta, Salgueiro e Cabrobó, em Pernambuco; Monteiro e São José de Piranhas, na Paraíba; além de Jati, Mauriti e Brejo Santo, no Ceará. Em todas elas era possível ver trechos terminados e, quando não, trabalhadores em áreas próximas.

Apesar de estar aparentemente em curso, em Sertânia, no Sertão de Pernambuco, a reportagem encontrou um ponto da obra onde não há sinal de trabalhadores. Apenas um vigia toma conta da entrada do canteiro de obras da estação de bombeamento 6 (EBV6), uma das seis previstas para o Eixo Leste, que começa em Floresta, na mesma região, e vai até Monteiro, na Paraíba, de onde as águas seguem por gravidade pelos rios e não mais por canais.

Caixas com  nome do Ministério da Integração e equipamentos na EBV6 (Foto: Katherine Coutinho / G1)

Não há sinal de operários no canteiro de obras da EBV6,
em Sertânia; apenas mato e equipamentos abandonados
(Foto: Katherine Coutinho / G1)

O mato toma conta do espaço e é possível ver caixas com inscrições do Ministério da Integração. Há peças de um pórtico rolante, equipamento e objetos pesados, como as bombas da estação. Algumas lonas rasgadas deixam os equipamentos expostos. São ao menos dois anos sem trabalho no local.

A explicação dada pelo Ministério da Integração é que as obras seguem em ritmo mais acelerado onde estão mais próximas da água. Como faz parte do trecho final, a EBV6, assim como a EBV5, ainda está paralisada e deve ser retomada no primeiro trimestre de 2015. As três primeiras estações de bombeamento já estão em execução, sendo a EBV1, em Floresta, em fase de testes.

O Eixo Norte, que vai de Cabrobó, no Sertão de Pernambuco, até Cajazeiras, no Ceará, conta com três estações de bombeamento ao longo do percurso. Juntos, os dois eixos da Transposição vão contar com 27 reservatórios construídos, além de 23 açudes que devem ser reformados para também integrar o sistema hídrico. Ainda há quatro túneis, sendo que Cuncas I está em fase de acabamento e Cuncas II já foi concluído.

Alguns trechos da Transposição do São Francisco contam com obras 24h por dia (Foto: Katherine Coutinho / G1)Alguns trechos da Transposição do São Francisco contam com obras 24h por dia (Foto: Katherine Coutinho / G1)

Para cumprir os prazos, alguns trechos, especialmente no Eixo Norte, contam com turnos de trabalho inclusive durante a noite, como é o caso da Barragem de Porcos, em Brejo Santo. Os serviços de concretagem são geralmente deixados para a noite, para evitar problemas e rachaduras, uma vez que o sol intenso altera o tempo de cura do concreto.

O Eixo Norte é também o que conta com mais reservatórios previstos no projeto: são 16, enquanto no Leste são 11 barragens, que devem ser construídas até o fim de 2015. Na região de Jati e Brejo Santo, os seis reservatórios são tão próximos que quase não se vê canais. Funcionários de diversas partes do país que se revezam nas obras da região.

Barragem de Jati, no Cerá, se aproxima de 50% de conclusão (Foto: Katherine Coutinho / G1)Barragem de Jati, no Ceará, se aproxima de 50% de conclusão; área desmatada vai ser alagada (Foto: Katherine Coutinho / G1)

O Reservatório de Jati, por exemplo, está 47% concluído e vai contar com capacidade máxima de 28 milhões de m³ de água. Assim como na vizinha Porcos, as obras acontecem 24h por dia, com cerca de 630 operários. As seis barragens integram a Meta 2 Norte do projeto, que está atualmente com 33,9% de conclusão e 1.892 operários mobilizados.

Túnel de Monteiro deve ser concluído até o final de 2015 (Foto: Katherine Coutinho / G1)

Túnel de Monteiro deve ser concluído até o fim de 2015
(Foto: Katherine Coutinho / G1)

O túnel de Monteiro, que fica entre a cidade paraibana e Sertânia (PE), é um dos que segue em ritmo intenso de obra. Com 3 quilômetros de extensão, a rocha está sendo perfurada em um ritmo de dois a quatro metros por dia, de acordo com o tipo de material encontrado. Próximo, em Sertânia, a Barragem de Barro Branco ergue seu vertedouro e vai acertando o terreno, já desmatado.

Quando ocorreu a paralisação das obras, os sertanejos chegaram a temer que a Transposição não fosse concluída. Com o atual ritmo, pessoas como o comerciante Mauro Barbosa esperam que secas extensas não sacrifiquem tanto a população. “Gastar o que se gasta com carro-pipa… É melhor uma obra dessas mesmo. Tem muita gente precisando. Tendo água, tem comida”, acredita Barbosa, morador de Monteiro.

Também morador da cidade paraibana, o mototaxista Geneci Batista trocou o sítio pela cidade há 20 anos, para fugir da estiagem, mas é cético quanto à transposição. “Só vou acreditar quando sair mesmo a obra. Se chegar mesmo água aqui, o Nordeste vai virar Sul. Vai ser muito bom para a gente aqui, o povo só não trabalha porque não tem água”, afirma.

Barragem de Barro Branco, em Sertânia (Foto: Katherine Coutinho / G1)Barragem de Barro Branco, em Sertânia (PE) (Foto: Katherine Coutinho / G1)

Apesar de o Ministério da Integração afirmar que a Transposição não afeta a saúde do rio, moradores do entorno da obra seguem preocupados. A gestora da escola pública municipal da Agrovila 6, em Floresta, Rosângela de Souza, teme pelo futuro do curso d’água, especialmente devido à seca prolongada. “A gente vê a situação do Rio São Francisco ir se agravando, fica muito preocupado. Como ele vai aguentar dar água para tanta gente se está ficando seco aqui? Se estivesse chovendo, tudo bem”, avalia.

Preocupação semelhante tem a auxiliar de cozinha da escola, Marizete Isidoro. Moradora da Agrovila 6 há quase 30 anos, ela conta que o problema de água da comunidade foi resolvido com poços furados pelo Exército. “Fazer tanto poço assim pode não ser bom. Se não chover, como vai ter água no lençol freático? Vai ficar todo mundo sem água do mesmo jeito. O Rio São Francisco só está de pé por causa dos afluentes, mas a seca está grande, a gente se preocupa”, conta.

O engenheiro agrônomo João Suassuna é especialista em convivência com o Semiárido e há 20 anos estuda o Rio São Francisco como pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco. Para ele, a população tem razão em ficar preocupada com a Transposição. “O São Francisco não vai ter volume para atender tudo isso que estão querendo fazer com ele. Esse é o caminho mais curto para terminar de exaurir o rio”, opina.

Suassuna explica que o rio é de múltiplos usos. “Cerca de 95% da energia no Nordeste são provenientes dele. Existe uma área irrigável importante, de um milhão de hectares, na beira do rio, dos quais 340 mil hectares já estão irrigados e levam um volume importante das águas. Já está havendo um conflito enorme entre gerar energia e irrigar”, argumenta.

Marizete Isidoro (Foto: Katherine Coutinho/G1)
Marizete Isidoro se diz preocupação com a saúde do Rio São Francisco (Foto: Katherine Coutinho/G1)

“A nascente do Rio São Francisco [em Minas Gerais] chegou a secar. Em regiões como Pirapora, São Francisco e Januária, o rio está praticamente seco. Já há uma limitação de volumes séria e você querer tirar mais volume para abastecer 12 milhões de pessoas e ainda irrigar 300 mil hectares? Isso é fisicamente impossível”, sentencia.

Para ele, cabe aos técnicos fazer com que essa água tenha um bom uso no futuro. “Uma equipe de hidrólogos tem que cair em campo para avaliar as reais necessidades hídricas. O que tem de informação sobre volumes circulando hoje é chute. Eles precisam determinar um número real a partir do qual quem tiver gerenciando essa ‘torneira’ do São Francisco vai ter que obedecer”, sugere. Suassuna também defende que abastecimento de água passe a ser considerado assunto de segurança nacional. “Tem que ser entregue à Polícia Federal [esse controle], não pode ter interferência política nesse tipo de decisão”, disse.

Nesta fase de testes, são bombeados 5 m³/s de água, no Eixo Leste, pela EB1, em aproximadamente oito horas por dia. A capacidade máxima de cada uma das duas bombas da EB1 é de 14 m³/s, mas a vazão média prevista é de 10m³/s para o Eixo Leste e 16,4 m³/s para o Eixo Norte, o que representa 1,4% da vazão média do rio.

Quando o nível do rio está mais baixo, esse volume de água bombeada pode ser reduzido, ou até mesmo as bombas serem desligadas. O último relatório da Agência Nacional de Águas aponta para uma vazão de água do Rio São Francisco a partir da Usina Hidroelétrica de Sobradinho de cerca de 1.100 m³/s, mas o nível da barragem não chega a 20% atualmente.

Água percorre 25 quilômetros até a Barragem de Areias (Foto: Katherine Coutinho / G1)
Água percorre 25 quilômetros até a Barragem de Areias (Foto: Katherine Coutinho / G1)

G1

 

Feto é encontrado dentro de canal em Campina Grande

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Um feto de aproximadamente oito semanas foi encontrado na terça-feira (16), no canal do Prado, no bairro do Catolé, em Campina Grande.

Segundo informações da Polícia Civil, o zelador que faz a limpeza no local percebeu o material e acionou a polícia.

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Quando as autoridades policiais chegaram no local confirmaram que se tratava de um feto. Peritos do Núcleo de Medicina e Odontologia Legal de Campina Grande foram até o canal e informaram que não foi possível identificar o sexo. Porém, a coleta de DNA poderá identificar o sexo do feto.

A delegada Ana Alexandrina informou que vai solicitar imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos comerciais para chegar ao responsável pelo crime.

 

 

Fonte: Portal Correio

Dilma autoriza 2ª etapa do canal Acauã-Araçagi e estudos para novas adutoras

foto: Kleide Teixeira
foto: Kleide Teixeira

A presidenta da República, Dilma Rousseff, o governador Ricardo Coutinho e o ministro da Integração, Fernando Bezerra, assinaram nessa segunda-feira (4), durante solenidade em Itatuba, a ordem de serviço para o início do segundo trecho do canal Acauã-Araçagi. Na ocasião, a presidenta também atendeu as reivindicações feitas por Ricardo Coutinho e autorizou o início de estudos para a construção do sistema adutor da Borborema e da 3ª entrada das águas do São Francisco saindo do reservatório de Japi pelo rio Piancó.

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O anúncio foi feito durante visita às obras da primeira etapa do denominado Canal das Vertentes Litorâneas, a maior obra hídrica da Paraíba nos últimos 30 anos. O investimento do Ministério da Integração Nacional para a nova fase da obra será de R$ 108 milhões.  O canal de 112 km custará R$ 956 milhões e ofertará água para 590 mil pessoas de 38 municípios paraibanos.

A presidenta Dilma Rousseff disse ser uma honra visitar pela à Paraíba pela primeira vez como presidenta para autorizar a 2ª etapa do canal Acauã-Araçagi. “Nós sabemos do grave problema pelo qual passa o semiárido com a estiagem e a falta de acesso à água na Paraíba. Por isso, tenho dois sentimentos: a felicidade e a esperança que essa é uma obra que está sendo construída de forma acelerada e vai beneficiar milhares e milhares de famílias com água tratada em suas residências”, enfatizou.

Dilma disse ainda que o canal é a maior obra hídrica dos últimos 30 anos da Paraíba, e uma das inúmeras obras estruturantes que resolvem o problema do acesso à água nas regiões do Brejo e da Borborema. “Essa água sairá da barragem de Acauã, percorrerá 112 km em canais e chegará nas torneiras das casas das famílias para que a mãe possa banhar seu filho, a família possa tomar a água e o agricultor alimentar o seu rebanho”, comentou.

O governador Ricardo Coutinho destacou que essa é uma obra estruturante que, além de garantir água para 37 municípios, vai  fazer com que as terras do Vale do Paraíba e do Brejo voltem a ser as mais férteis da Paraíba. “Representará o renascimento dessas regiões com canais que vão despejar 10m3 por segundo, saindo de Acauã e indo até Araçagi. Um investimento de quase  R$ 1 bilhão que irá gerar mais de 1 mil empregos diretos para a população local”, ressaltou.

Ricardo destacou que os investimentos de R$ 350 milhões do governo Federal e do governo do Estado nas adutoras de Natura a Umbuzeiro, de Pocinhos, de Riacho dos Cavalos, a quarta adutora de Cajazeiras, a barragem e o sistema adutor de Nova Camará, além dos sistemas de abastecimento de Piancó, Triunfo e Princesa significam “respeito para com o povo e trabalho para os paraibanos e se não fossem essas obras não teriam aonde se salvar desta estiagem”.

As obras do canal foram iniciadas em outubro de 2012 e têm previsão de conclusão para maio de 2015. A primeira etapa, com 42,5 km de canal, vai beneficiar  os moradores de Ingá, Mogeiro, Itabaiana, São José dos Ramos, Sobrado, Riachão do Poço, Sapé, Mari, Cuité de Mamanguape, Itapororoca e Araçagi. O Canal vai transportar 10 m3/s no trecho inicial e 2,5 m3/s no trecho final. O empreendimento contempla nove segmentos de canais, seis trechos em sifões, dois túneis e duas galerias de água.
 
Geração de empregos– O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, destacou que as obras das Vertentes Litorâneas geram 500 empregos e com essa ordem de serviço para a 2ª etapa vão oportunizar mais 400 empregos.  “Este é mais um empreendimento do Governo Federal para aumentar a oferta de água e temos que parabenizar que de todas as obras complementares da transposição essa é que a que está andando com mais velocidade porque o Governo da Paraíba fez bem o dever de casa”, frisou.
 
Autorização – Bezerra confirmou que o Ministério da Integração iniciará estudos para o sistema adutor da Borborema, que possibilitará a distribuição de água para 70 municípios do Cariri e Curimataú e também uma 3ª entrada das águas do Rio São Francisco saindo do Japi, em Pernambuco, para o Rio Piancó. “Recebemos o apelo do governador Ricardo Coutinho e estamos autorizando a elaboração dos estudos que vão demonstrar a viabilidade do sistema Borborema e da 3ª entrada das águas do São Francisco na Paraíba”, afirmou.

De acordo com Fernando Bezerra, o Ministério da Integração já empenhou R$ 1,4 bilhão para ações de convivência com a seca na Paraíba, onde estão o canal Acauã a Araçagi,  além de 13 obras estruturantes dentro do PAC 2. Ele acrescentou que também foram investidos no Estado R$ 25 milhões para o socorro e assistência às vítimas da estiagem e restabelecimento de serviços essenciais.

A professora Maria da Glória, moradora da zona rural de Mulungu, disse que não poderia perder a oportunidade de realizar dois sonhos, o de ver a presidenta Dilma Rousseff e, o maior de todos, de ver a água da barragem de Acauã chegando às residências dos municípios. “Com essa água chegando aos municípios, a vida dessa população tão sofrida ficará mais fácil, pois a falta de água é constante.  Ver uma obra tão grandiosa se transformando em realidade aumenta a nossa esperança em dias melhores”, comemorou.

Integraram a mesa de honra do evento, além da presidenta e do governador, a primeira dama do Estado, Pâmela Bório, os ministros Fernando Bezerra (Integração Nacional), Aguinaldo Ribeiro (Cidades) e Ideli Salvati (Relações Institucionais), além dos prefeitos de Itatuba, Aron Renê, de Campina Grande, Romero Rodrigues, e de João Pessoa, Luciano Cartaxo, o deputado federal Luiz Couto, e o secretário de Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, João Azevedo.

Secom/PB para o Focando a Notícia

Valdemiro Santiago compra emissora de TV e negocia aquisição de outro canal

O líder religioso da Igreja Mundial do Poder de Deus, Valdemiro Santiago, maior comprador de horários na TV brasileira, é o novo dono da emissora CNT, informou a revista Veja. Os representantes do pastor negociavam a compra desde a semana passada, com valores que giravam em torno dos R$ 500 milhões.
Crédito:Divulgação
Pastor ainda negocia compra de outro canal de TV
Com a compra, Valdemiro realiza o sonho de ter um canal na TV aberta, assim como seu “rival” Edir Macedo. A CNT possui, atualmente, 48 praças que levam o seu sinal pelo país.
O religioso também negocia desde o ano passado a compra da Rede 21, pertencente ao Grupo Bandeirantes. A Igreja Mundial do Poder de Deus tenta fechar acordo com a Bandeirantes, em um contrato que envolve o arrendamento do canal e, futuramente, a sua compra com abatimento do valor já investido. O valor do negócio pode chegar aos R$ 700 milhões.

 

Portal IMPRENSA

Canal Acauã-Araçagi: Governador e ministro assinam ordem para início das obras

 

O governador Ricardo Coutinho e o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, assinaram nesta segunda (15) a ordem de serviço para início de uma das maiores obras hídricas financiadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o canal Acauã-Araçagi (Vertentes Litorâneas).
A solenidade se realiza no canteiro de obras instalado às margens da PB-066, entre as cidades de Itabaiana e Mogeiro. O ministro Fernando Bezerra desembarcou no aeroporto Castro Pinto por volta das 9h30 e seguiu em helicoptero para o local da solenidade.
O projeto Vertentes Litorâneas está orçado em cerca de R$ 1 bilhão e é a maior obra hídrica dos últimos 30 anos no Estado da Paraíba.
O ministro destacou  que o projeto é uma obra complementar ao projeto de Integração das Bacias do Rio São Francisco, a chamada Transposição. “O Canal Acauã-Araçagi vai beneficiar 36 cidades paraibanas, sendo 13 municípios diretamente e 23 de forma indireta garantindo segurança hídrica para o Estado da Paraíba”, destacou.
“É muito importante estarmos nesta manhã de segunda-feira ao lado do governador Ricardo Coutinho para assinalar o início desse empreendimento”, completou o ministro.
O ministro Fernando Bezerra afirmou que a própria  presidenta Dilma Rousseff deu apoio e vem priorizando as ações no sentido de viabilizar o empreendimento.
A solenidade também conta com as presenças do vice-governador Rômulo Gouveia, os deputados estaduais João Gonçalves, Eva Gouveia e José Aldemir, deputados federais Damião Feliciano e Efraim Filho, os secretários de Estado João Azevedo (Recursos Hídricos), Ricardo Barbosa (PAC), Efraim Morais (Infraestrutura) e Gustavo Nogueira (Planejamento e Gestão).

Secom-PB para o Focando a Notícia

Governo autoriza obras do Canal Acauã-Araçagi

Governo autoriza obras do Canal Acauã-Araçagi O governador do Ricardo Coutinho assinará na manhã desta segunda-feira (15) a ordem de serviço para início das obras do Canal Acauã-Araçagi (adutor das vertentes litorâneas).

Trata-se da maior obra hídrica dos últimos 30 anos no Estado da Paraíba. A solenidade contará com a presença do ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho.

Hora: 10h Data: 15/10 Local: canteiro de obras do Canal Acauã/Araçagi – Trecho I – PB-066 (Rodovia Itabaiana/Mogeiro).

Secom/PB

TRE-PB sai na frente cria canal para receber denúncias de eleitores pela internet

Com o período de campanha eleitoral prestes a começar, o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba colocou à disposição da população um serviço através do qual é possível denunciar propagandas eleitorais irregulares no estado.

Todas as queixas serão processadas através do endereço www.tre-pb.jus.br/CRE, onde o cidadão denunciante deverá indicar sua localização e o endereço da propaganda que entende como irregular. Para ter acesso ao formulário, basta acessar o endereço e procurar o serviço, localizado ao fim da página, do lado direito.

A Denúncia Online de Propaganda Eleitoral estará disponível no site do TRE-PB até o 2º turno das eleições, caso o pleito chegue a esta etapa.

O serviço foi instituído pelo juiz corregedor Regional Eleitoral da Paraíba Miguel de Britto Lyra Filho, por meio da Portaria Nº 05/2012. Segundo a assessoria do TRE-PB, o objetivo do canal é ampliar o alcance da coibição às práticas irregulares de propaganda eleitoral na Paraíba.

“Uma vez registrada a denúncia, a Corregedoria a encaminhará ao Juízo Eleitoral do município em que foi realizada a propaganda, tomando por base o endereço fornecido pelo denunciante, para as providências cabíveis”, explicou o juiz.

paraibaja