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UEPB reduziu 100% dos vigilantes no campus, afirma Sindicato

O presidente do Sindicato dos Vigilantes de Campina Grande, Edmir Bernardo, mostrou preocupação com a diminuição dos postos de trabalho para a categoria na cidade.

Segundo ele, em entrevista nesta quinta-feira, 4, as empresas estão optando por trocar os vigilantes por porteiros, por ser mais barato, já que o vigilante recebe 30% do risco de vida, um salário de $R 1.050 e ticket alimentação em cartão, e o porteiro só recebe de benefício a cesta básica.

Além disso, conforme Edmir, há uma diferença entre a função do porteiro do o vigilante. Enquanto o porteiro/vigia não pode portar armas e não tem treinamento de proteção, o vigilante tem o treinamento no Centro de Formação da Polícia Federal e possui o porte de armas.

Em relação ao ocorrido no campus da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) esta semana, quando um bando armado assaltou um carro-forte, que iria abastecer uma agência bancária no local, e que resultou em um tiroteio, Edmir frisou que o vigilante que foi baleado na ação foi um herói.

Ele destacou que a diminuição no número de vigilantes da UEPB foi de 100%, pois antes havia cerca de 18 vigilantes no campus, mas que hoje só há apenas seis.

– Tinha 18 vigilantes no turno, hoje apenas seis. Na Central de Aulas [onde ocorreu o assalto] só ficam três. Havia vigilante na UAMA, na parte de trás do campus, na guarita principal, na reitoria, mas agora houve uma redução. Com todo respeito que eu tenho ao reitor Rangel Júnior, pois toda vez que o Sindicato o procurou ele nos atendeu, mas houve uma redução sim. Eles tiraram os vigilantes e houve uma seletiva para colocar o vigilante desarmado, que o pessoal chama lá de ‘azulzinho’. Inclusive, o Sindicato entrou na Justiça pedindo que fosse cancelada a contratação, pois não havia nenhum vínculo e eles não recebiam nenhum benefício, mas foram contratados como vigilantes. A decisão saiu após dois anos, eles cancelaram, mas ano passado eles fizeram outra modalidade e contrataram porteiros. E nós entramos na Justiça novamente – explanou.

Por fim, Edmir frisou que na Paraíba há cerca de 26 empresas de vigilância regulamentadas e alertou às pessoas que forem contratar esse tipo de serviço, afirmando que estas devem pesquisar o CNPJ junto à Polícia Federal, que é o órgão fiscalizador.

*Informações da Correio FM.

paraibaonline

Foto: Paraibaonline

 

Estudantes invadem Campus de Areia para ocupar Reitoria

ufpb-areiaA polêmica das ocupações a instituições de educação no Brasil continua e na Paraíba ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira (31) na cidade de Areia. Estudantes universitários da Universidade Federal da Paraíba estão ocupando o Campus de Areia em protesto contras as mudanças propostas pelo Governo do presidente Michel Temer (PMDB) na Educação, como a mudança do ensino médio e a PEC 241 que regula os gastos públicos por 20 anos.

Segundo informações, os estudantes se preparam para ocupar o prédio da Reitoria também na cidade de João Pessoa, mas ainda não há confirmação.

Os estudantes de Areia iriam invadir a Reitoria na última sexta-feira (28), mas conseguiram negociar a ocupação com a Vice-Reitora, Bernardina Freire, e resolveram adiar a ocupação.

pbagora

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Greve é mantida no campus de João Pessoa da UFPB após assembleia

ufpbOs professores do campus de João Pessoa da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) decidiram em assembleia realizada na manhã desta quinta-feira (17) manter a greve. A paralisação se prolonga por três meses e meio. Os professores e servidores estão de braços cruzados desde os dias 27 e 28 de maio, respectivamente. Uma nova assembleia deve ser realizada no dia 25.

Durante a assembleia do campus de João Pessoa, 159 professores votaram a favor da continuidade e outros 45 pelo encerramento da greve. Houve ainda quatro absetenções. No Campus de Areia foram 20 votos a favor, nenhum contrário e nenhuma abstenção.

Os professores do campus de  Bananeiras também  se reuniram em assembleia durante a manhã. Apesar disto, até as 12h15, a assessoria de imprensa do Sindicato dos Docentes da Universidade Federal da Paraíba (AdufPB), não sabia informar o resultado.

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Os professores iniciaram a greve por tempo indeterminado no dia 28 de maio. A pauta da paralisação é a campanha salarial, em conjunto com os demais servidores públicos federais do Poder Executivo, e questões de caráter mais específico, predominantemente relativas a benefícios, verbas, carreira e condições de trabalho.

 

G1

Grupo explode caixa eletrônico no campus da UFPB de Areia e foge após tiroteio

Imagem compartilhada no WhatsApp
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Criminosos explodiram, na madrugada desta quinta-feira (2), um caixa eletrônico de uma agência bancária dentro do campus da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) no município de Areia, no Brejo paraibano. Segundo a polícia, o crime aconteceu por volta das 3h30 e houve tiroteio entre os assaltantes e os vigilantes.

Testemunhas informaram aos policiais que cerca de oito homens participaram da ação. Os suspeitos chegaram ao campus e renderam um vigilante. Em seguida, foram até o caixa eletrônico, instalaram e acionaram os explosivos.

Na fuga, outros vigilantes se aproximaram do local do crime e houve troca de tiros. Nenhuma das pessoas que fazia a segurança patrimonial ficou ferida. Até as 8h, não foi informado se algum dos suspeitos foi baleado nesse tiroteio.

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Ainda durante a fuga, os assaltantes jogaram grampos na estrada que dá acesso ao município de Remígio, no Agreste do estado. A assessoria de comunicação da Polícia Militar informou que foram realizadas buscas, mas até as 8h não houve prisões.

 

Do G1 PB

Câmpus de Guarabira oferta oficinas sobre saberes afrobrasileiros para docentes da Educação Básica e licenciados

uepbAté o dia 30 de abril, o Câmpus III da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), situado em Guarabira, inscreve professores do Ensino Básico e estudantes de licenciaturas nas oficinas de saberes afrobrasileiros. Trata-se de uma iniciativa do projeto de extensão “Coisas de negros/as, Coisas de brasileiros/as”, coordenado pelo professor Waldeci Ferreira Chagas. As inscrições estão sendo realizadas na Secretaria da Direção de Centro.

De acordo com o docente, as oficinas têm como objetivo proporcionar saberes e metodologias voltadas para a aplicação, na sala de aula, dos conteúdos que versam sobre a história e cultura afro-brasileira e dos povos africanos, a partir do uso de linguagens artísticas, como teatro, artes plásticas, música e dança.

“Desde 2003, com a instituição da Lei 10.639, que ressalta a importância da cultura negra na formação da sociedade brasileira, as escolas da rede básica de ensino estão obrigadas a implementar no currículo escolar a temática acerca da história e cultura afrobrasileira e africana. Portanto, nosso intuito é de colaborar com a formação de professores na perspectiva de que trabalhem na sala de aula tais conteúdos”, explicou Waldeci.

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As atividades serão realizadas aos sábados, no Auditório do Centro de Humanidades, das 8h às 12h. Ao todo, serão quatro oficinas trabalhadas, com início marcado para o dia 9 de maio.

CALENDÁRIO DAS OFICINAS

Oficina de Teatro
Ministrante: Tiago Salvador
Dias: 9, 16 e 23 de maio

Oficina de Teatro de Boneco
Ministrante: Luís Dantas Cabral
Dias: 30 de maio, 6 e 13 de junho

Oficina de Música e Dança
Ministrante: Fernanda Mara
Dias: 20 e 27 de junho e 4 de julho

Oficina de Artes Plásticas
Ministrante: Ibson Roberto Moares Saraiva
Dias: 11, 18 e 25 de julho

 

 

uepb

Campus avançado da UEPB no Serrotão atende mais de 100 detentos

 (Foto: Abraão Morais/UEPB)
(Foto: Abraão Morais/UEPB)

Mais de 110 detentos, entre homens e mulheres, do Presídio do Serrotão em Campina Grande são alunos do Campus Avançado da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) instalado no local. Entre os projetos da universidade na penitenciária, estão cursos profissionalizantes, ensino fundamental, ensino supletivo e de atividades físicas. Atualmente, um grupo de leitura composto por detentos está escrevendo um livro.

De acordo com a UEPB, o campus foi criado em 2013 com a iniciativa de implementar atividades em nível de ensino, pesquisa e extensão. Em parceria com a Secretaria da Administração Penitenciária do Estado da Paraíba (Seap), o objetivo é ampliar o projeto de ressocialização.

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Em um estudo feito pela UEPB no ano de 2012, foi detectado que 52 detentos eram analfabetos, 342 tinham o ensino fundamental incompleto, 24 o ensino médio incompleto, 13 tinham completado o ensino médio e apenas um tinha ensino superior completo. A partir desses dados, a universidade definiu como meta aumentar o nível de escolaridade dos apenados. Atualmente, mais de 80 homens e 30 mulheres são alunos do campus. Ao se tornarem estudantes, eles passam a ser chamados de reeducandos e são inseridos nos projetos.

Em parceria com o Sesi e Senac, são ofertados cursos profissionalizantes pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Os reeducandos podem participar de cursos de informática, serigrafia, corte e costura, cabeleireiro, assentamento de cerâmica e garçom.

Ainda são oferecidos cursos de matemática, o Projovem Prisional, horas de atividades físicas, turmas de leituras e o Cineclube Fênix, que visa colocar o cinema como parte do dia-a-dia dos estudantes. Além das aulas, há também a inclusão do Núcleo de Atenção à Saúde Bucal na penitenciária feminina.

Reeducandos do Serrotão têm aulas de diversas discipinas (Foto: Abraão Morais/UEPB)Reeducandos do Serrotão têm aulas de diversas discipinas (Foto: Abraão Morais/UEPB)

O principal projeto no Campus é o Pró-Enem, que disponibiliza aulas de produção textual, literatura, gramática, química, física, matemática, espanhol, história, geografia e atualidades. As aulas são ministradas por alunos concluintes da UEPB. Nessa ação pedagógica, 32 reeducandos concluíram o ensino médio por meio de exames supletivos e o Enem. A partir do segundo semestre de 2015 será implantado o ensino médio no presídio.

Para a coordenadora do campus, a professora Aparecida Carneiro, a única forma de ressocializar detentos é por meio da educação. “A diminuição de delitos só acontece pela educação, como também a ressocialização de presos. A educação possibilita novas chances às pessoas. E, para mim, é uma satisfação enorme estar à frente deste projeto”, afirmou.

Um total de 45 reeducandos foram inscritos no Enem 2015. Entre eles, 18 não zeraram a redação e puderam ser inscritos no SISU. Segundo a Seap, os inscritos ficaram na lista de espera e estão sendo acompanhados, caso sejam aprovados.

A UEPB projeta incluir cursos superiores no Campus. As Pró-reitorias estão em discussão e a intenção é implementar primeiramente o curso de ciências agrárias e licenciaturas no modelo EAD (Educação à Distância).

Detentos escrevem livro (Foto: Abraão Morais/UEPB)Detentos escrevem livro em grupo de estudo
(Foto: Abraão Morais/UEPB)

Reeducandos escrevem livro no campus
Um dos produtos do projeto está para ser lançado. Intitulado “Mentes soltas, pensamentos livres”, o livro escrito pelos reeducandos vai ser publicado pela Editora da Universidade Estadual da Paraíba (Eduepb).

Dez reeducandos estão no projeto e se reúnem duas vezes por semana com professoras para terem oficinas de orientação metodológica e redação textual. A intenção é escrever as memórias dos reeducandos antes da reclusão. A previsão de término do livro é para o segundo semestre de 2015.

 

G1

Motociclista morre após colidir em caminhão pipa em frente a Campus da UFPB em Areia

acidente-Um motociclista morreu, na manhã desta quinta-feira (12), vítima de um grave acidente com um caminhão pipa, no município de Areia, brejo paraibano.

Segundo informações de testemunhas, o motociclista, que pilotava com o braço engessado, invadiu a contramão e acabou batendo de frente com o caminhão, de placas KFV 4289, de Esperança, que seguia do outro lado da via, na altura do Campus da Universidade Federal da Paraíba.

O homem, que já é idoso, não resistiu aos ferimentos e morreu na hora. Vários curiosos se aglomeraram no local para olhar o acidente e o trânsito ficou lento.

 

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Testemunhas informaram que, por dia, mais de 100 carros pipas trafegam pelo local, muitos deles fazendo curvas fechadas e em alta velocidade.

O IML foi acionado para realizar a retirada do corpo.

IMAGENS FORTES

PB Agora

Fotos: Ney Barros

IX ENLICA: Campus Universitário de Bananeiras recebeu Delegações de todo Brasil

enlicaAs cidades de Bananeiras e de Solânea, no Brejo paraibano, estão acolhendo desde segunda feira 13 centenas de estudantes, professores e pesquisadores participantes do 9º Encontro Nacional das Licenciaturas em Ciências Agrárias IX ENLICA e do 1º Simpósio de Licenciatura em Ciências Agrárias (SIMLICA), promovidos pelos cursos de Ciências Agrárias da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), do Campus de Catolé do Rocha, em parceria com os Cursos de Ciências Agrárias da UFPB e UFPB Virtual. O evento está contando com cerca de 500 participantes, sendo a maioria delegações de outras regiões do pais a exemplo de estudantes e professores do Instituto Federal Catarinense – Campus Araquari – IFC, do Estado de Santa Catarina, do IF Baiano – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano, da UFRRJ – Universidade Federal Rural do Rio de JaneiroUFRPE – Universidade Federal Rural de Pernambuco (Recife), e do IFMA – Instituto Federal do Maranhão, participantes da comunidade acadêmica do Campus da UEPB de Catolé do Rocha e do Campus da UFPB em Bananeiras, entre outros acadêmicos de Instituições de Ensino Superior do Brasil e professores da rede de ensino básico, além de representantes de entidades relevantes como a Associação de Profissionais das Licenciaturas em Ciências Agrícolas (APLICA). Destacou-se ainda a presença dos alunos da Escola Agrotecnica do Cajueiro, Campus também da UEPB, e dirigentes Pró-reitores, Diretores e Coordenadores das universidades e institutos e das instituições representativas, destacando-se a vinda do Prof. José Carlos Brancher, Pro-Reitor de Extensão do IFC e Presidente do Fórum de Pró-reitores de Extensão das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (FORPROEXT) e do Pro-Reitor de Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante (PRAPE-UFPB) Prof. Thompson Lopes de Oliveira.

 

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Segundo Prof. Marcos Barros de Medeiros o evento conta com o auxílio financeiro conquistado (Parceria da equipe conjunta UEPB-UFPB) através de aprovação pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Governo Federal além do apoio das Reitorias da UFPB, UEPB, Prefeitura Municipal de Bananeiras e Prefeitura Municipal de Solânea, Curso de Ciências Agrárias da UFPB Virtual, Pro-Reitoria de Assistência ao Estudante PRAPE/UFPB;  Federação Nacional do Ensino Agrícola – FENEA, Associação nacional dos Técnicos Agrícolas e Associação dos Profissionais Licenciados em Ciências Agrícolas e Agrárias

 

Abrindo com o Tema “Da sala de aula ao Campo ” proferido pela Profa. Doutora Maria do Socorro Xavier Batista do Colegiado Nacional do PRONERA/MDA/INCRA e membra do Fórum nacional de educação do campo, nos dois eventos simultâneos estão sendo debatidas ainda em Bananeiras questões sobre: Educação do campo, agroecologia, agricultura familiar, mundo do trabalho e sustentabilidade familiar, diretrizes curriculares e mercado de trabalho do profissional licenciado em ciências agrárias que farão parte de um documento que tem como objetivo o fortalecimento da profissão, por meio da criação de um conselho profissional e de diretrizes curriculares, além de propostas alternativas, e tecnologias sociais, assistência técnica e extensão rural e relações do curso com a comunidade. Dentre as atividades que serão realizadas estão plenárias de discussão para docentes, discentes e profissionais que se interessem pelo futuro das Licenciaturas em Ciências Agrárias.

Segundo o Professor Breno Henrique de Souza o  ENLICA (Encontro Nacional das Licenciaturas em Ciências Agrárias) trata-se de um evento nacional dessas licenciaturas que historicamente vem discutindo a nível nacional os seus rumos e seus desafios. Nessa trajetória busca-se a consolidação dessas licenciaturas tanto no âmbito acadêmico quanto profissional. Neste ano o ENLICA está sendo organizando por uma parceria entre os cursos de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Paraíba e Universidade Estadual da Paraíba.

 

Neste ano foi realizado simultaneamente o I SIMLICA (Simpósio de Licenciatura em Ciências Agrárias) que corresponde ao evento dos Cursos de Graduação em Ciências Agrárias – Licenciaturas Plena e a Distância da UFPB Virtual e atende a uma demanda histórica pela realização de um evento local para o curso, estabelecendo uma plenária de discussão para docentes, discentes e profissionais que se interessem pelo futuro das Licenciaturas em Ciências.

 

O evento teve ainda como objetivos atualizar os profissionais; refletir sobre a qualificação profissional e a interdependência com o homem do campo e a sociedade; debater modelos de políticas públicas que tenham como objetivo melhorar a vida do homem do campo; discutir os caminhos que as Licenciaturas em Ciências Agrárias devem seguir nos próximos anos; intercalar momentos de aprimoramento profissional com atividades culturais estreitando assim o elo de contatos entre os envolvidos no evento e expor as pesquisas e demais atividades desenvolvidas por estes cursos na modalidade presencial e a distância da UFPB – Bananeiras/PB.

 

Prof. Dr. Marcos Barros de Medeiros

Docentes e alunos do Campus III desenvolvem projeto de ressocialização em Presídio Regional de Sapé

joão-bosco-carneiroAções socioeducativas visando à ressocialização de apenados do Presídio Regional de Sapé estão sendo desenvolvidas por professores e estudantes do Campus III da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Trata-se do projeto de extensão “Uma proposta interdisciplinar de Direitos Humanos e Educação: reeducar, ressocializar e tecer cidadania”, coordenado pela professora Kilma Maísa de Lima Gondim, do Departamento de Ciências Jurídicas do Centro de Humanidades (CH).

 

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Em parceria com a Vara das Execuções Penais da Comarca do município, o projeto atua na revisão dos processos penais de 21 detentos da referida unidade prisional, buscando avaliar a situação de cada um para saber quem tem o direito de usufruir da progressão de regime. Segundo a professora Kilma Maísa, uma parcela desses presos já deveria ter o benefício concedido, mas ainda se encontra na situação de regime fechado devido à falta de condições financeiras para contratar um advogado.

 

Outra medida desempenhada pelo projeto de ressocialização diz respeito às oficinas de educação, através das quais é utilizada a biblioteca local, instalada após a desativação de uma das celas. Por meio de rodas de diálogos e da música, uma equipe interdisciplinar desenvolve atividades pedagógicas ao trabalhar temáticas como Cidadania, Direitos Humanos, Constituição Federal de 1988 e Lei de Execução Penal. Também é disponibilizada aos reeducandos assistência social e psicológica, com a finalidade de contribuir para a elevação da autoestima dos egressos, quando do retorno ao convívio social.

 

“Nosso objetivo é contribuir com a construção de um sistema prisional pautado na dignidade da pessoa humana. Visamos instrumentalizar os reeducandos com conceitos básicos acerca dos seus direitos como cidadãos através de uma proposta jurídica, educacional, social e psicológica. Além dos apenados, os agentes penitenciários, os diretores da unidade prisional e os defensores públicos também são público alvo do nosso projeto de extensão. Entendemos que todos podem ser agentes modificadores da realidade negativa do Sistema Penitenciário Paraibano/Brasileiro”, relatou a professora Kilma.

 

O projeto, com exatamente um ano de execução, atende cerca de 170 detentos em regime fechado e semi-aberto. Através de entrevistas realizadas com apenados, agentes penitenciários e diretores, os integrantes do projeto traçaram um perfil sociocultural dos reeducandos do Presídio Regional. A ideia, de acordo com a professora Kilma Maísa, é de elaborar um relatório sobre a situação do sistema prisional paraibano.

 

Geração de emprego e renda

 

Os integrantes do projeto ainda auxiliam os detentos no desenvolvimento da agricultura irrigada. Através de convênio firmado entre a Associação Produtiva de Apoio ao Trabalhador Preso, Egressos e Familiares de Sapé e o Projeto Cooperar/PB, foram adquiridas sementes de hortaliças e mudas de maracujá e mamão, além do arrendamento de um terreno. Outros apenados do Presídio Regional ainda se dedicam ao artesanato e à pintura. Acreditam que a arte pode ser um meio de sobrevivência fora da prisão e uma nova oportunidade na vida.

 

Simone Bezerrill/Ascom-CH

 

Raniery homenageia docentes do IFPB do Campus de Guarabira na Assembleia Legislativa

RanieryO deputado Raniery Paulino (líder de PMDB) apresentou na Secretaria da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), na manhã desta terça-feira (26), Moção de Aplauso em reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelos professores do IFPB Campus Guarabira, Umberto Gomes Júnior – diretor geral e Abdallah Salomão Arcoverde – diretor de ensino.

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Para Raniery, são relevantes os serviços educacionais prestados por ambos a toda região do Brejo paraibano. “Os professores Umberto e Abdallah são merecedores de todo nosso reconhecimento por suas atuações pelo significativo trabalho desenvolvido na educação brejeira”, acrescentou.

Justificando sua homenagem, o parlamentar destacou o trabalho dos decentes e do pessoal técnico administrativo da instituição com muita dedicação, eficiência e esforço.

O IFPB, Campus de Guarabira, foi inaugurado em 10 de outubro de 2011, tendo sido criado a partir do Plano de Expansão III da Educação Profissional do Governo Federal. Desde então, a instituição vem oferecendo cursos de nível médio e superior de qualidade, que atendem as demandas da região do Brejo da Paraíba.

Em discursos desde a implantação do IFPB, Raniery Paulino destaca sua luta, da ex-prefeita Fátima e do ex-governador Roberto, além do empenho do senador Vital do Rêgo. Para o deputado, a chegada da instituição “trata-se da maior conquista educacional deste século para Guarabira”.

Assessoria