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Jô faz de pênalti e Corinthians vence São Bento em campo encharcado

joNão foi um dia de grande futebol e era mesmo muito difícil que fosse. Em um gramado com condições ruins no Estádio Walter Ribeiro, o Corinthians conseguiu apenas o que precisava na estreia oficial em 2017. Com pênalti convertido por Jô em sua reestreia oficial, venceu o São Bento por 1 a 0, neste sábado, em Sorocaba.

O novo Corinthians de Fábio Carille teve alguns bons momentos e criou oportunidades, mas sofreu também no campo ruim. O mais importante, porém, conseguiu: não somente a vitória, mas também sinais de um jogo bom coletivamente, segurança defensiva, organização e, claro, os três pontos na abertura do Campeonato Paulista.

No Grupo A, por enquanto, fica na liderança à frente do Ituano, que empatou pela manhã. Botafogo-SP e São Bernardo ainda atuam nesta rodada.

O melhor: Jô

Não fez uma partida brilhante, mas foi quem definiu a parada. Sofreu pênalti em lance individual e converteu com bastante categoria.

O pior: Ricardo Bueno

Com fama de goleador no interior paulista, não conseguiu jogar tão bem e foi substituído.

Cinco estreias no Corinthians (e Carille de roupa nova)

Divulgação/Corinthians

Todos já tinham atuado na pré-temporada, mas a partida em Sorocaba marcou a estreia de cinco jogadores novos de maneira oficial: Pablo, Moisés, Gabriel, Fellipe Bastos e Jô, todos titulares. Vale destaque ainda a Fábio Carille, que diferentemente dos outros jogos como interino, trocou o agasalho do clube por uma camisa social.

Oportunidade para antigos titulares

Nas mexidas, Fábio Carille mostrou que pode dar oportunidades para quem defendeu o time na equipe principal até 2016. Marquinhos Gabriel, Camacho e Romero foram as alternativas no segundo tempo e, de certa forma, todos foram bem. O Corinthians controlou bem o São Bento e quase ampliou.

Campo molhado

Divulgação/Corinthians

A fluidez do jogo foi prejudicada pelo estado do gramado em Sorocaba. Uma forte chuva caiu antes da partida e expôs a má condição de drenagem no Estádio Walter Ribeiro. Muitas poças se formaram e levaram problemas na troca de passes e para os goleiros. Cássio, em falta de longe, deu rebote perigoso no primeiro tempo, atrapalhado pelo campo.

Ex-corintianos do outro lado

Três jogadores com passagens pelo Corinthians estavam na partida, mas apenas dois atuaram. O meia Morais, campeão da Série B em 2008 e da Copa do Brasil em 2009, foi titular do São Bento ao lado de Giovanni, revelado na base corintiana. Ele foi campeão do mundo em 2012, como reserva. Já Moradei, que foi titular na campanha do rebaixamento em 2007, ficou na suplência em Sorocaba.

Marlone deixa colegas em condição e “ajuda” até no gol de Jô

Divulgação/Corinthians

Os dois melhores lances corintianos na etapa inicial foram de bolas colocadas por Marlone. Ele acertou cruzamento na cabeça de Giovanni Augusto, que por estar de costas teve dificuldade em cabecear. Depois, colocou no chão para Jô, que chutou fraco. Na penalidade convertida após o intervalo, Marlone havia pegado a bola, mas atendeu a um pedido do colega para que cobrasse – e fizesse o gol.

À espera de Jadson

Ainda não foi neste sábado que a novela Jadson chegou oficialmente ao final. Com acordo definido com o Corinthians, o meia acertou os últimos detalhes do contrato na sexta-feira, conforme noticiou seu empresário Marcelo Robalinho. O anúncio deverá ser feito até segunda. Vale lembrar que a vaga no Paulistão está reservada para o jogador, pois Fábio Carille inscreveu 28 atletas.

Ficha técnica

SÃO BENTO 0 x 1 CORINTHIANS

Local: Estádio Walter Ribeiro, em Sorocaba
Data: 04 de fevereiro de 2017, sábado
Árbitro: Raphael Claus
Assistentes: Evandro de Melo Lima e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo
Cartões amarelos: Pitty, Gabriel e Balbuena
Gols: Jô, aos 9min do segundo tempo

SÃO BENTO
Rodrigo Viana; Régis de Souza (Renan Mota), Pitty, João Paulo e Marcelo Cordeiro; Fábio Bahia e Itaqui; Bebeto, Giovanni e Morais (Clébson Lima); Ricardo Bueno (Magrão). Treinador: Paulo Roberto Santos

CORINTHIANS
Cássio; Fagner, Pablo, Balbuena e Moisés; Gabriel; Giovanni Augusto (Marquinhos Gabriel), Fellipe Bastos (Camacho), Rodriguinho e Marlone; Jô (Romero).Treinador: Fábio Carille

SANTOS 6 X 2 LINENSE

Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 03 de fevereiro de 2017, sexta-feira
Árbitro: Thiago Duarte Peixoto
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse e Daniel Paulo Ziolli
Cartões amarelos: Thiago Maia, Léo Cittadini (Santos), Zé Antônio (Linense)
Gols: Rodrigão, aos 12 e aos 14min do primeiro tempo; Thiago Santos, aos 8min, Lucas Lima, aos 13min, Arthur Gomes, aos 31min, Gabrielzinho, aos 34min, Vitor Bueno, aos 44min, e Thiago Ribeiro, aos 47min do segundo tempo.

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Yuri e Zeca; Renato, Thiago Maia (Léo Cittadini)e Lucas Lima; Vitor Bueno, Copete (Thiago Ribeiro) e Rodrigão (Arthur Gomes).
Técnico: Dorival Júnior

LINENSE
Edson Kölln; Bruno Moura (Thiago Santos), Bruno Costa, Rodrigo Lobão e Carleto; Zé Antônio, Caíque, Diego Felipe, Lucas Newiton (Tássio) e Thiago Humberto (Gabrielzinho); Joãozinho
Técnico: Guilherme Alves.

Uol

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Atlético Nacional dá show no campo, na arquibancada e até nos vestiários

A torcida do Atlético Nacional é um remédio para o espírito. Espanta o mau-humor, invoca a euforia e, a julgar pelo burburinho com som alto, cerveja e paquera do lado de fora do estádio em Medellín, pode até trazer a pessoa amada em pouco mais de 90 minutos. A postura do clube inspira, a paixão do povo de branco e verde que não para de cantar mesmo debaixo de forte chuva emociona, e os jogadores vão no embalo: 3 a 0 com a Chape no peito. Mas eles acharam pouco. O mosaico, o minuto de silêncio, os gritos antes da partida, as faixas celebrando “uma nova família que nasce” e desejando força à torcida, familiares e moradores da cidade catarinense, nada disso foi suficiente para uma equipe que ganhou milhões de novos torcedores para o Mundial de Clubes.

O melhor ficou para o fim. A portas fechadas, enquanto jornalistas aguardavam a saída dos jogadores do vestiário para entrevista, os gritos de “vamos, vamos, Chape” foram novamente ouvidos, desta vez, com os atletas reproduzindo a comemoração da equipe brasileira quando se classificou para a final da Copa Sul-Americana. De arrepiar. O capitão Henriques explicou:

– Desafortunadamente aconteceu, e nós passamos a sentir um gosto muito amargo porque os jogadores de futebol nunca imaginam que isso pode acontecer. Fizemos uma pequena homenagem, cantamos a canção que vimos por todas as redes sociais. É uma pequena homenagem à Chapecoense, porque na verdade para nós foi muito forte. Estamos em aviões a cada três dias.

Presidente do Atlético Nacional, Juan Carlos de la Cuesta, mostrou carinho com os torcedores após a vitória (Foto: Vicente Seda)Presidente do Atlético Nacional, Juan Carlos de la Cuesta, mostrou carinho com os torcedores (Foto: Vicente Seda)

Com os olhos marejados e camisa da Chape, o médico Edson Stakonski explicou ao deixar o vestiário do time de Medellín:

– Tenho de agradecer ao Atlético Nacional, mais uma homenagem muito bonita. Tem aquele vídeo após a classificação para a semifinal da Copa Sul-Americana, com os jogadores e a comissão técnica cantando e comemorando no vestiário, eles fizeram igual. Eles que cantaram, não tinha o vídeo lá dentro. Foi fantástico. Só nos apoiaram. Emocionante. Difícil falar.

O sentimento da arquibancada se resumiu quando a reportagem do GloboEsporte.com, ao lado de outros jornalistas brasileiros, foi abordada por uma torcedora na arquibancada. Muito emocionada, disse que os colombianos sentiram a dor dos brasileiros como se fossem seus próprios amigos ou familiares no avião que caiu em Medellín.

– Fizemos todas essas homenagens do fundo do coração. É algo muito sincero. Todos sentimos muito o que aconteceu – disse a torcedora, se despedindo carinhosamente dos repórteres.

O presidente do clube, Juan Carlos de la Cuesta, reconheceu que os colombianos absorveram o golpe da tragédia que matou dezenas de brasileiros como se fossem seus conterrâneos no avião da boliviana LaMia. E que essa emoção certamente interferiu na forma apaixonada como a equipe atuou no Atanasio Girardot, conseguindo a classificação para a semifinal do Campeonato Colombiano com o gol de Nieto aos 46 minutos da etapa final:

– Creio que sim, porque a equipe estava muito triste pela situação, primeiro pela tragédia tão grande e depois por não disputar a final, mas a equipe estava descansando há 10 dias para competir nesse momento. Queríamos classificar à fase seguinte primeiro diante de um rival como Millonarios e por outro lado para também render uma homenagem à Chapecoense – De la Cuesta, que esbanjou simpatia após o jogo atendendo pacientemente pedidos de fotos de vários torcedores.

mosaico da torcida do atlético nacional diz "vamo, vamo chape" (Foto: Leonardo Lourenço / GloboEsporte.com)Mosaico da torcida do Atlético Nacional: “Vamos, vamos, Chape” (Foto: Leonardo Lourenço / GloboEsporte.com)

Uribe, por sua vez, lembro do sonho das duas equipes de disputar a decisão da Sul-Americana:

– Todos sentimos como se fosse algo conosco, foi algo muito perto. Foi na nossa terra, era a equipe que iríamos enfrentar. Os dois times tinham o mesmo sonho de jogar a final da Sul-Americana. Foi um golpe muito duro, mas agora é ter muito fé e desejar muita fé às famílias, para quem damos todo nosso apoio.

GloboEsporte.com

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Secretaria de Agricultura de Santa Rita discute estratégias para melhorar a vida do homem do campo

 

reuniãoOs secretários executivo e adjunto da Agricultura e Abastecimento de Santa Rita, respectivamente, Glauco Morais e Gilvan Castro, se reuniram, nesta terça-feira (14), com representantes de associações comunitárias para discutir estratégias que proporcionem melhorias na vida dos homens e mulheres do campo. Na pauta do encontro constava desde a viabilização da comercialização de produtos dos agricultores locais até a busca por parcerias que contribuam para o desenvolvimento rural do município.

De acordo com o secretário Executivo da Pasta, Glauco Morais, o diálogo com as comunidades rurais tem sido uma constante na gestão do prefeito Reginaldo Pereira. “A secretaria está sempre presente e aberta para resolver os problemas que são de interesse das associações e de toda a população da zona rural de Santa Rita. Nesses encontros, que estão sempre acontecendo entre a secretaria e os agricultores, nós discutimos projetos que venham beneficiá-los, como por exemplo, o acesso às suas comunidades. Outro tema que vem sendo debatido constantemente é a implantação de uma usina de beneficiamento de polpa de frutas e também a questão de parcerias que contribuam que o desenvolvimento dessa área”, explicou o gestor.

Gilvan Castro, secretário adjunto, ressaltou a importância da parceria entre a prefeitura, as associações e outros órgãos para a melhoria da vida dos produtores rurais. “Temos parceria com o Sesc, Senar, Emater, Projeto Cooperar e eles têm sido muito importantes para a realização de projetos como a destilaria Japungu, o beneficiamento de frutas e de macaxeira. A Emater, por exemplo, tem dado suporte técnico na elaboração de projetos, a Conab na viabilização da comercialização dos produtos dos agricultores, enfim, temos tido a preocupação de contribuir com a produção agrícola”, destacou.

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E o resultado de tudo isso, conforme os próprios agricultores, é o crescimento e o desenvolvimento das comunidades da zona rural do município de Santa Rita. Para o presidente da União Santarritense das Associações Comunitárias (USAC), Luciano Silva, o contato direto e de forma aberta com a gestão municipal só tem trazido benefícios.

“E não é apenas a questão da assistência que tem beneficiado os agricultores, mas as orientações que a secretaria tem nos dado tem sido fundamental para que a gente possa buscar formas de melhorar nossas comunidades. Com a chegada do Brasil sem Miséria foi o apoio da gestão que ajudou a identificar a vulnerabilidade social dos agricultores. Além disso, essa orientação constante da Secretaria de Agricultura é o que tem feito com que a gente entenda que podemos ter parceiros. Hoje nós temos biblioteca em nossa comunidade, temos rodas de leitura, aulas de violão, capoeira, cursos de artesanato e foi essa orientação que nos fez buscar essas parcerias”, falou orgulhoso Luciano Silva.

 

 

Assessoria

Campinense é punido com perda de dois mandos de campo e multa de 20 mil por conflito de torcida no jogo contra o Central

torcidaO que a comissão técnica, diretoria, jogadores e torcida da Raposa temia se confirmou. Mais uma vez o Campinense foi punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) com a perda de dois mandos de campo e multa de R$ 20 mil. Desta vez o rubro-negro foi penalizada devido os incidentes entre as torcidas do time raposeiro e do Central, em jogo realizado em 27 de julho. O Central de Caruaru, mandante do jogo também sofreu a mesma punição. O julgamento aconteceu na tarde desta terça-feira (05).

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Esta é a segunda punição consecutiva na quarta divisão em que o time se complica por causa de seus torcedores. Em 2012, em sua última participação na Série D, o time já tinha sido punido no jogo final. Por conta desse incidente, o Campinense jogou no sábado a primeira partida em “casa” na Série D de 2014 contra Jacuipense no estádio O Almeidão em João Pessoa. Ao saber da nova punição, o presidente do rubro-negro Willian Simões autorizou o departamento jurídico a recorrer da decisão do STJD.

O confronto entre torcedores do Campinense e do Central de Caruaru aconteceu no último dia 27 de julho, no Estádio Lacerdão, em Caruaru, na partida que marcou a estreia da Raposa na Série D deste ano. Um torcedor centralino ficou ferido e precisou ser levado ao hospital para receber atendimento médico. Por conta dessa confusão, o jogo, inclusive, ficou parado por mais de 20 minutos, porque a ambulância que levou o ferido ao hospital precisava retornar ao campo para que a partida tivesse sequência. No final do jogo, que terminou com empate por 1 a 1, o árbitro sergipano Michael Vinícius relatou na súmula os incidentes que aconteceram entre as torcidas.

Mesmo com a punição, o presidente William Simões, garantiu que a partida entre Campinense e Baraúnas-RN está confirmada para o próximo domingo no estádio O Amigão. Isso porque, o pleno do STJD tem um prazo de 20 dias para julgar o recurso. a A CBF divulgou nesta terça-feira a escala de arbitragem para o jogo contra o Baraúnas, e confirmou a partida para Campina Grande.Wiliam Simões ainda acredita que o departamento jurídico da Raposa poderá reduzir a pena. A Raposa ocupa a segunda posição do Grupo A-3 do Campeonato Brasileiro da Série D, com dois pontos em dois jogos disputados.

Severino Lopes 

PBAgora

Jovem é morto ao lado de campo de futebol e outro é baleado no Centro de JP

Reprodução/Bayeux Jovem
Reprodução/Bayeux Jovem

Dois crimes envolvendo armas de fogo foram registrados na tarde desta segunda-feira (7) em João Pessoa.

Um jovem de 20 anos foi assassinado no bairro Ilha do Bispo, Zona Oeste da Capital. Segundo informações da Polícia Militar, ele foi morto com disparos de arma de fogo, próximo às arquibancadas de um campo utilizado para partidas de futebol.

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A polícia ainda não sabe como aconteceu o crime. Moradores do local informaram que a vítima residia no bairro de Mandacaru e aparecia com frequência no local da ocorrência fatal.

Ainda na tarde desta segunda, no Centro de João Pessoa, foi registrada uma tentativa de homicídio. Um jovem de 26 anos sofreu um ferimento por arma de fogo. Ele foi socorrido por um automóvel particular para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena.

Na instituição, passou por procedimentos médicos de emergência e segue em observação. A assessoria de imprensa da unidade hospitalar não divulgou em que parte do corpo a vítima foi atingida, mas publicou que o estado de saúde da mesma é considerado regular.

 

portalcorreio

Julio César é eleito melhor jogador em campo na vitória do Brasil

julio-cesarO goleiro da seleção brasileira, Julio César, foi eleito em votação da Fifa o melhor jogador em campo na vitória do Brasil sobre o Chile. O jogo foi difícil e o Brasil só conseguiu se classificar para as quartas de final da Copa do Mundo na ultima rodada dos pênaltis.

O jogo terminou empatado em 1 a 1, com gol do zagueiro David Luiz, foi para a prorrogação e, sem gols, para os pênaltis. Foi um jogo em que a defesa se destacou.

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Julio César defendeu dois pênaltis. O Brasil marcou três; Willian e Hulk perderam os pênaltis; David Luiz, Marcelo e Neymar marcaram.

Nas arquibancadas, 57.714 pessoas encheram Mineirão.A torcida gritou “É Júlio César” diversas vezes durante o jogo. Deu apoio ao time, cantou o hino durante o jogo e nos momentos mais difíceis ecoava “O campeão voltou” e “Sou brasileiro com muito orgulho”, “pula, sai do chão quem é pentacampeão”.

Valor Econômico

CRB faz valer o mando de campo, derrota o Treze e se livra da lanterna

 (Foto: Ailton Cruz/ Gazeta de Alagoas)
(Foto: Ailton Cruz/ Gazeta de Alagoas)

O CRB deu um bico na crise e venceu a primeira nesta Série C do Brasileirão. Não foi tão fácil quanto o placar sugere. Apesar de atuar com um homem a mais durante quase do segundo tempo em Maceió, o Regatas ainda apresentou deficiências na finalização, mas engatou uma quinta no final da partida e derrotou o Treze por 3 a 0, gols marcados por Alex Willian, Johnnattan e Pitty (contra). O time paraibano perdeu o lateral Eduardo Arroz, expulso, e a força na segunda etapa da partida, defendendo mais que atacando.

Autor do primeiro gol do jogo no Nelsão, Alex lembrou que os regatianos precisavam muito da vitória no Grupo A. Antes, o time havia conquistado apenas um ponto em Alagoas.

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– Dou sorte quando jogo em Maceió. Fui feliz e pude marcar nessa nossa estreia no Estádio Nelson Peixoto Feijó. Foi uma partida complicada, mas conseguimos uma ótima vitória e ganhamos confiança para a sequência da competição.

O resultado em Maceió serviu para tirar o CRB da lanterna do Grupo A. Com cinco pontos e um jogo a menos, o time alagoano assumiu o oitavo posto. Com seis, o Treze, por enquanto, está na sétima posição, mas ainda pode perder o lugar até o fim da rodada.

O CRB vai demorar um pouco mais para entrar no recesso da Copa. Sábado, o time ainda enfrenta o ASA, às 16h, em Arapiraca, no clássico adiado da primeira rodada. O Treze só volta a jogar pela Terceirona no dia 19 de julho, contra o líder Fortaleza, em Campina Grande.

01REGATAS SAI NA FRENTE NO PRIMEIRO TEMPO

CRB x Treze, no Nelsão (Foto: Ailton Cruz/ Gazeta de Alagoas)Alex Willian chuta para abrir o placar no Nelsão (Foto: Ailton Cruz/ Gazeta de Alagoas)

 

 

 

A partida começou equilibrada. O Treze não ficou esperando a banda passar e tratou de incomodar o CRB, que treina no Nelsão e conhece muito bem o gramado. Pelo Regatas, as jogadas eram organizadas por João Victor, lateral liberado para chegar mais ao ataque. Na primeira grande oportunidade do confronto, o time alagoano abriu o placar aos 13 minutos. João cruzou da esquerda, Marcelo Macedo ajeitou de peito e Alex Willian bateu na saída do goleiro Gilson, marcando o terceiro gol regatiano na Série C.

Com muita movimentação, o meia Clebinho passou a aparecer mais na partida e o CRB chegou duas vezes com perigo antes dos 20 minutos, animando a torcida. O campo tem dimensões reduzidas e o Treze tentou aproveitar. Eduardo Arroz colocou o goleiro Julio Cesar para trabalhar após um lançamento em profundidade. Atento, o camisa 1 saiu bem do gol antes da chegada dos atacantes. O CRB voltou a levar perigo aos 28, num chute bem colocado do volante Olívio. Gilson fez uma boa defesa e corrigiu a falha de marcação do Treze. Os paraibanos quase empataram aos 31 minutos. Jailson aproveitou vacilo de Gabriel e finalizou na área, sendo abafado pelo goleiro do CRB. Ainda no primeiro tempo, o meia Clebson sentiu lesão e foi substituído por Júnior Barbosa.

02PORTEIRA ABRE NO FINAL DO JOGO

CRB x Treze, no Nelsão (Foto: Ailton Cruz/ Gazeta de Alagoas)Alex finaliza de fora da área (Foto: Ailton Cruz/ Gazeta de Alagoas)

 

 

Tentando dar mais consistência ofensiva ao time regatiano, o técnico Ademir Fonseca trocou o volante Glaydson por Johnnattan. E o cenário para os donos das casa ficou melhor logo aos dois minutos. O lateral Eduardo Arroz recebeu cartão amarelo e jogou a bola no árbitro Johnn Hebert, sendo expulso na sequência.

Aos 16 minutos, Johnnattan cumpriu a ordem do técnico de chutar de longe e acertou um petardo, mas errou a trave do Treze. O time paraibano teve mais dificuldades na etapa final. A expulsão surtiu efeito e o CRB dominava as ações do jogo, perdendo ainda chances com Magrão e Marcelo Maciel, atacantes que entraram na etapa final.

Aos 43 minutos, Johnnatan resolveu a parada com uma pintura. Ele passou por três e, na cara do gol, ameaçou chutar: Gilson caiu e o meio-campista deu um lindo toque por cima, balançando a rede do time paraibano. A porteira abriu e, aos 45, o Regatas fechou o placar com um gol contra de Pitty, que concluiu para trás após escanteio cobrado por Marcelo Maciel.

CRB 3 X 0 TREZE

Julio Cesar; Paulo Sérgio, Daniel Marques, Gabriel e João Victor; Olívio, Glaydson (Johnnattan), Alex Willian (Marcelo Maciel) e Clebinho; Diego Rosa (Magrão) e Marcelo Macedo.

Gílson, Birungueta (Leanderson), Negretti, Pitty e Eduardo Arroz; Sapé, Esquerdinha, Douglas Packer (Charles Vagner) e Clebson (Júnior Barbosa); Jaílson e Jonatas Belusso.

Técnico:  Ademir Fonseca

Técnico:  Givanildo Oliveira

Gols:  Alex Willian, Johnnattan e Pitty (CRB)

Cartão vermelho:  Eduardo Arroz (Treze)

Local:  Estádio Nelson Peixoto Feijó, em Maceió

 

 

Globoesporte.com

Operação Paz no Campo captura suspeitos de assalto e estupro em Araruna

PoliciaAs polícias Civil e Militar cumpriram nove mandados de busca e apreensão e três de prisão, durante operação “Paz no Campo” realizada nesta manhã (15) em Araruna, há 165 km de João Pessoa. Os suspeitos são acusados de praticar assaltos na zona rural das cidades de Araruna, Dona Inês e Tacimas, na região de Curimatú.

A polícia possui depoimentos de que os acusados agiam com violência durante as abordagens. Em um dos crimes cometidos, um membro do bando chegou a estuprar uma vítima.

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Cerca de cinqüenta policiais civis e militares estiveram envolvidos na ação. Os três homens detidos foram levados para o presídio de Araruna. Ainda existe um suspeito foragido.

 

portal correio

João Pedro Stédile: “Avanço do capital no campo impede a reforma agrária”

pedro-stedile“Em entrevista exclusiva concedida ao site e jornal da ABI, o coordenador geral do MST, João Pedro Stédile, revela como as multinacionais Monsanto, Cargill, Bungue, Adm e Dreyfuss agem sobre a agricultura brasileira, hoje sob o predomínio do agronegócio. Além de fazer uma análise crítica sobre o andamento da reforma agrária no governo de Dilma Rousseff, Stédile afirma que a expectativa dos movimentos sociais é de que em 2014 continuem as mobilizações de massa no Brasil, para que a verdadeira política seja debatida nas ruas.

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O coordenador anunciou também a realização em Brasília, de 10 a 14 de fevereiro, do congresso nacional do MST, um evento que culminará um longo processo de debates realizado nos últimos dois anos com as bases nacionais do movimento e que se espera a participação de 15 mil militantes.

Stédile adianta a realização no próximo dia 7 de Setembro de um plebiscito sobre reforma política e conclama a direção e os associados da ABI a participarem dos debates em torno dessas reformas, entre as quais a na área de comunicação.

O governo Dilma Rousseff, segundo informações correntes, nada adiantou em termos de reforma agrária ao longo de 2013? 

Infelizmente o balanço da reforma agrária durante o Governo Dilma é negativo. Vergonhoso diria. Porque, em termos estatísticos este ano, foram desapropriadas fazendas para apenas 4.700 familiais, que é menos do que o general Figueiredo fez no seu último ano.

A reforma agrária está bloqueada e como consequência a concentração da propriedade da terra e o avanço do capital sobre a agricultura aumenta. E isso é resultado da conjugação de diversos fatores que ocorrem ao mesmo tempo criando uma situação muito difícil para os trabalhadores rurais sem terra. Primeiro, há uma avalanche do capital internacional sobre os recursos naturais brasileiros. Eles estão vindo para cá fugindo da crise global e investem seus capitais especulativos em terras, etanol, hidrelétricas, e até em crédito de carbono, com títulos do oxigênio de nossas florestas. O aumento dos preços das commodities provocado pela especulação gerou uma renda extraordinária no campo, que atraiu muitos capitalistas e os preços das terras foram às nuvens.

Terceiro, o governo Dilma representa uma composição de forças, que no caso do campo tem ampla hegemonia do agronegócio, basta dizer que a senhora (senadora) Katia Abreu, representante máxima do atraso do latifúndio de Tocantins é da base do governo e se reúne com frequência com a Presidenta.

Quarto, a imprensa burguesa brasileira, capitaneada pela Globo, Veja e seus veículos, criaram uma falsa opinião pública de que o agronegócio é o melhor dos mundos. Escondem seus efeitos perversos, como agora com as enchentes, que afetam todos os anos a região Sudeste e são consequências do desmatamento e do mono cultivo na Região Amazônica e no Centro-Oeste.

E por ultimo, diante de uma correlação de forças tão adversas, a classe trabalhadora também ficou paralisada, e diminuíram as grandes ocupações de terra e mobilizações no campo.

Multinacionais como a Monsanto e outras continuam atuando no Brasil praticamente sem nenhum tipo de obstáculos para impor seu ideário. O que tem acontecido?

A forma do capital internacional e financeiro se apoderar de nossos recursos naturais e da agricultura é através de seu braço econômico que são as empresas transnacionais no agro. Elas controlam os insumos como sementes e adubos, controlam a tecnologia, as máquinas, e depois controlam o mercado das commodities impondo seus preços e ficam com a maior parte do lucro gerado na agricultura. Então para cada segmento da agricultura há um grupo oligopólico das empresas transnacionais controlando. Por exemplo, nos grãos, temos a Monsanto, a Cargill, Bungue, Adm e Dreyfuss. No leite temos a Nestlé, Parmalat e Danon e. na celulose, temos quatro a cinco empresas, e assim por diante.

E o poder delas é tão grande que o governo não controla e fica sabendo de suas operações pela imprensa. Vou dar um exemplo de sua autonomia e da perda de soberania de nosso país sobre a agricultura.O Nordeste vive a pior seca de sua história nos últimos dois anos.

Estima-se que morreram mais de 10 milhões de cabeça de gado (bovino, ovino e caprino.) em função sobretudo da falta de comida. Pois bem, o governo determinou que a CONAB comprasse milho para a distribuir aos agricultores da região. Mas a CONAB não conseguiu. Sabe por que? Porque no ano passado a Cargill, a Bungue a ADM, as três empresas estadunidenses que controlam o agro e o etanol, exportaram 18 milhões de toneladas de milho brasileiro, para os Estados Unidos fazerem etanol.

Assim, perdemos um patrimônio enorme de nosso rebanho, colocamos em risco milhares de vidas humanas, em troca do etanol para os automóveis norte-americanos.

Quais as expectativas do MST para 2014?

A nossa expectativa é de que em 2014 continuem as mobilizações de massa no Brasil, para que a verdadeira política seja debatida nas ruas. Como MST e movimentos sociais do campo, estamos fazendo parte de uma ampla plenária de todos movimentos sociais brasileiros, para fazermos um mutirão de debates na sociedade sobre a necessidade de uma reforma política para o país. Vamos debater com o povo, o que ele quer mudar na política. E fazer ver a ele, que as mudanças que o país precisa passam por uma reforma política, para de fato termos democracia no país. E no dia 7 de setembro de 2014, faremos então um plebiscito popular para consultar o povo, se ele quer a convocação de uma Constituinte soberana e exclusiva ou não. E depois podemos levar os resultados, em uma grande manifestação em Brasília, para pressionar os três poderes.

O modelo atual do lulismo, de um governo de composição que agrada a todos, bateu no teto. As mudanças daqui para frente, para melhorar as condições de saúde, educação, transporte público, e reforma agrária, dependente de reformas estruturais. Dependem de mexer nos recursos do superavit primário que hoje vai para os bancos. Depende de uma reforma tributária e uma reforma do Judiciário. Além de mudar as regras de eleições no país, que hoje deixa os governantes e parlamentares reféns das empresas que financiam suas campanhas.

E tudo isso só mudaremos com uma reforma política. E ela só virá se o povo for para as ruas. E eu espero que ele volte logo.

Em outubro de 2014 mais de 120 milhões de brasileiros vão às urnas para eleger o Presidente da República, governadores, deputados ferais e estaduais e parte do Senado. E então, como analisa neste momento o quadro?

A Burguesia brasileira tem o controle do Congresso, do Poder Judiciário e da mídia burguesa. Ela está unida como classe, e eleitoralmente para defender seus interesses vai colocar seus ovos nas três candidaturas postas. Sendo assim o mais provável é que a presidenta Dilma se reeleja. Porém, o fato mais importante é que mesmo com a reeleição da Presidenta Dilma não se altera a correlação de forças para as mudanças necessárias. Ao contrário, a direita elegerá um Congresso ainda mais conservador e mais priorizará a eleição dos governadores.

Por isso, temos analisado nos movimentos sociais de que as próximas eleições não vão alterar a correlação de forças. Daí a necessidade de fazermos debates da necessidade de um projeto para o país, voltarmos a ter mobilizações de rua, e que então, a reforma política abra brechas para as mudanças estruturais necessárias. Pois os governantes a serem eleitos não terão força política para as mudanças. Elas só podem vir das ruas.

Alguma mensagem especial para os jornalistas deste país, especialmente os associados da ABI, que agora em abril completa 106 anos de existência ininterrupta?

A ABI sempre foi uma trincheira da luta democrática e da luta por mudanças sociais no Brasil, em todos os períodos históricos. E por isso ela é hoje uma referência politica não apenas para a categoria dos jornalistas, ou dos jornalistas como atores políticos ativos, mas para todos os lutadores do povo, para toda a sociedade.

Por isso é importantíssimo que a direção da ABI, contribua, participe, estimule todo o debate politico necessário sobre as reformas politicas que o país necessita.

Por outro lado, como parte das reformas politicas amplas necessárias, está a reforma dos meios de comunicação. O projeto de lei já apresentado no Congresso, fruto das inúmeras consultas e da Conferência Nacional da Comunicação expressam a necessidade de mudanças.

Nós estamos engajados na coleta de assinaturas, para pressionar os deputados. Mas mais do que isso, assim como a reforma politica, esse projeto de democratização da mídia somente terá espaço, se ele for politizado nas ruas. E para isso a ABI pode ter um papel preponderante, nos ajudando a debater com a sociedade em geral.

E espero que os jornalistas que trabalham nos meios da burguesia deixem de ser capachos dos seus patrões e exerçam sua profissão com ética e compromisso apenas com o povo.

O MST vai realizar seu congresso nacional em 10 a 14 de fevereiro, o que esperam com o congresso?

O que nos chamamos de congresso é na verdade apenas um evento, que culmina um longo processo de debates realizado nos últimos dois anos com toda nossa base e todos os setores e instâncias do MST. Então em fevereiro levaremos 15 mil militantes a Brasília, para uma atividade de congraçamento, de celebração de uma unidade construída em torno de novas ideias, debatidas ao longo dos últimos dois anos.

E as ideias principais são de que precisamos ter um novo programa de reforma agrária, que interesse não apenas aos camponeses e aos sem terra, mas a todo povo, a toda sociedade. Uma reforma agrária, que não apenas se preocupe em salvar os sem-terra, mas que priorize a produção de alimentos, sadios, sem agrotóxicos. Que se preocupe com uma nova matriz tecnológica da agroecologia que consiga produzir sem desequilibrar a natureza.

Essas e outras ideias então expressam no novo programa agrário do MST que será anunciado e consolidado em Brasília em fevereiro.”

Foto: Divulgação

Por Mário Augusto Jakobskind,

Da ABI

Abelhas invadem campo e atrapalham jogo amistoso do Campinense em Campina Grande

trinoUm fato inusitado acabou atrapalhando o jogo amistoso entre o Campinense e o Atlético Pentengi neste domingo (22) em Campina Grande.

Um enxame de abelha invadiu Renatão no início do primeiro tempo. Os jogadores tiveram que se deitar no gramado para que não fossem picados pelos insetos. O jogo ficou parado por cerca de seis minutos até as abelhas saírem do campo. O Corpo de Bombeiros não foi acionado para atender a ocorrência.

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Em entrevista ao portal PBEsportes.net, o jogador David comentou o assunto e disse que o fato inusitado não deu para desconcentrar o time do Campinense que acabou vencendo o jogo por um placar de 3 X 1.

MaisPB

com PBEsportes.net