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Como o pelo dos cães protege do frio e do calor

Os pelos dos cachorros podem ser longos, curtinhos, lisos ou encaracolados. Também podem ter as mais diferentes tonalidades, mas não são mero detalhe estético. Essa é uma camada muito importante que protege tanto do frio quanto do calor.

Na época do inverno, é claro que o cachorro peludo parece estar mais protegido das baixas temperaturas. Mas saiba que os cães de pelo mais curto, como o pinscher, o bulldog e o pitbull também estão preparados para enfrentar o clima mais frio.

É tutor de um cãozinho e quer entender um pouco mais sobre como o pelo ajuda a proteger os cães do frio e do calor? Temos algumas informações para você.

Como é a transpiração dos cães

Lembra-se das aulas de biologia do tempo de colégio? Os professores sempre explicavam que o suor humano é uma forma do corpo liberar energia, certo? Então, para que a temperatura interna do corpo não suba muito, para que continuemos fresquinhos, nosso organismo produz o suor.

Só que os animais mamíferos, como os cães e os gatos, não conseguem suar através dos poros da pele. Os cães, por exemplo, transpiram pela boca e pelo coxim, uma região da pata.

É por isso que dizem que quando o bichinho está muito ofegante e com a língua para fora ele precisa urgentemente de água, que ajuda a refrescar e a regular a temperatura.

Importância de manter água à disposição

Por causa desse jeito de transpirar e, consequentemente, de equilibrar a temperatura do corpo, é imprescindível que os tutores mantenham água disponível o tempo todo para os cães.

Recomenda-se que ela esteja sempre fresquinha e que seja trocada, pelo menos, duas vezes por dia.

O pelo é isolante térmico

Se você tem algum amigo ou algum conhecido que seja careca, certamente, já o viu reclamando de como as temperaturas mais baixas são piores para eles. É que sem os cabelos, a pessoa fica mais suscetível aos ventos mais frios e, portanto, sofre mais com o inverno.

No entanto, eles também podem reclamar bastante de como no verão a incidência do sol é forte, o que faz com que sintam mais calor do que os outros. Ou seja, a ausência dos cabelos, que são isolantes térmicos, os deixa mais vulneráveis tanto no frio quanto no verão.

A grosso modo, podemos entender que os cabelos humanos funcionam de forma similar aos pelos dos cães. E, neste sentido, as raças que têm pelos mais curtos, como o pinscher, o bulldog e mesmo o pitbull acabam sofrendo mais e não é só no inverno não, no verão também.

Mas não se engane, mesmo os cães de pelo curto estão preparados para enfrentar as oscilações térmicas. Alguns veterinários recomendam, no entanto, um cuidado especial com os cães de pelagem mais escassa.

Como proteger os cães de pelo curto do frio

Se você é tutor de um cãozinho de pelo curto, saiba que é necessário oferecer um ambiente confortável para ele não sentir tanto as quedas de temperatura. Se você costuma deixá-lo fora da casa, é recomendável colocá-lo para dentro.

Cobertores

Uma das soluções mais eficientes é acolchoar a caminha do seu cãozinho com alguns cobertores. Pode ser uma manta velha que você não usa mais, ou mesmo aquelas cobertas feitas exclusivamente para eles.

Como eles podem se mexer durante a noite ou mesmo levantar para beber água, é legal cobri-los também com um lençol ou algo do gênero.

Roupinhas

Outra solução muito prática são as roupinhas. É claro que há alguns cães que não se adaptam à vestimenta e até ficam mais irritadiços quando os tutores tentam por roupinhas. Se for o caso do seu bichinho, prefira aquecê-los apenas com as mantas.

Mas se o seu bichinho for mais tranquilo, coloque sim uma roupinha de flanela ou um moletonzinho. Essa solução é legal porque permite que eles se movimentem com liberdade, sem que o tutor tenha que espalhar diversas cobertas pela casa.

Camas térmicas

Não é nenhuma novidade que o mercado pet tem diversificado a oferta de produtos. Uma das últimas inovações é a cama térmica, que permite que o tutor controle a temperatura do local onde o cão dorme.

Essa caminha pode servir de tapete para outra cama (a que ele realmente dorme) ou o animalzinho pode dormir diretamente nela.

Mesmo que o pelo seja importante isolante térmico, tanto no frio quanto no inverno, não deixe de protegê-lo contra as baixas temperaturas.

 

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Calor aumenta e temperatura pode chegar a 36º C na Paraíba; veja previsão

calorA Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa) prevê sol com variação de nuvens para todo o setor leste do Estado, que compreende as regiões do Agreste, Brejo e Litoral, nesta terça-feira (27).

Já para a região do Semiárido (Alto Sertão, Sertão e Cariri-Curimataú), a previsão é de predomínio de sol, com máxima de 36º C e mínima de 22º C no Sertão. Confira a temperatura para as demais regiões nesta terça-feira:

Litoral – máxima de 30º C e mínima de 25º C

Brejo – máxima de 28º C e mínima de 19º C

Agreste – máxima de 30º C e mínima de 19º C

Cariri-Curimataú – máxima de 34º C e mínima de 18º C

Alto Sertão – máxima de 36º C e mínima de 22º C

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Semana deve ter manhãs com calor de quase 40º C e noites com chuvas na PB

previsao-do-tempoOs próximos dias devem ser de muito calor na Paraíba. Conforme previsão divulgada no site Climatempo, uma grande massa de ar seco vai predominar na região Nordeste durante a semana, fazendo com o sol apareça com força. De acordo com a meteorologia, os termômetros podem chegar a quase 40º C.

Segundo a previsão, o índice ultravioleta vai variar entre muito alto e extremo em todas as regiões do estado durante a semana. Quanto mais alto o índice, maior é a chance de danos à pele e aparecimento de câncer. Recomenda-se evitar exposição em horário próximo ao meio-dia e utilizar, além do protetor solar, óculos escuros e chapéu.

Apesar da previsão de altas temperaturas, devem ocorrer pancadas de chuva à tarde e à noite durante toda a semana no Litoral, onde as temperaturas devem variar entre 21º C e 30º C.

Por outro lado, em cidades do Sertão, como Sousa e Patos, a possibilidade de chuva é mínima, podendo haver precipitações só a partir da sexta-feira. O calor pode chegar a 38º C. A região de Campina Grande também tem poucas chances de receber chuvas. Segundo o Climatempo, precipitações só devem acontecer a partir da quinta-feira.

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Calor pode levar CBF a ‘desistir’ dos jogos das 11 horas no Brasileiro

A rodada deste domingo do Campeonato Brasileiro pode ser a penúltima no ano com jogos às 11 horas. A definição ocorrerá na próxima quarta-feira, dia 30 de setembro, em reunião da Comissão Nacional de Médicos da CBF. Se no encontro a conclusão for que o aumento da temperatura poderá trazer risco para os jogadores, o horário será “abandonado’’.

Neste domingo, jogam Santos x Internacional, na Vila Belmiro, e Atlético-PR x Ponte Preta, na Arena da Baixada, em Curitiba. E a tabela do Brasileiro marca para o próximo domingo, dia 4 de outubro, os jogos entre Flamengo e Joinville, no Rio, e entre Avaí e Vasco, em Florianópolis, para as 11 horas. Essas partidas poderão ser as últimas no horário matinal este ano.

Jogadores do Santos reclamaram bastante do calor na partida contra o Corinthians em Itaquera
Jogadores do Santos reclamaram bastante do calor na partida contra o Corinthians em Itaquera

As críticas ao horário cresceram depois da rodada passada, quando o clássico entre Corinthians e Santos e o jogo entre Goiás e Joinville ocorreram sob altas temperaturas. “É desumano’’, resumiu o zagueiro santista David Braz. “O torcedor pode até ter aprovado, mas os atletas não gostaram. É muito difícil jogar debaixo do sol do meio-dia. É desgastante demais e acaba prejudicando o espetáculo’’, acrescentou o corintiano Vagner Love.

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O que vai determinar a continuidade ou não das partidas matinais é a conclusão de um estudo que vem sendo feito há um mês pela CBF, com as condições a que os atletas são submetidos medidas por um aparelho desenvolvido pelos militares americanos, o WBGT (Wet-bulb globe temperature).

“O aparelho mede alguns parâmetros. Não só a temperatura, mas variantes como umidade, nível de radiação solar e o vento’’, explica o neurocirurgião Jorge Pagura, presidente da Comissão Nacional de Médicos do Futebol, ligada à CBF, a organizadora do Campeonato Brasileiro.

De acordo com ele, quando o cruzamento desses dados atinge o número 32, chega-se ao nível máximo de segurança para os atletas. Acima disso, os jogadores correm risco. Pagura garante que até agora nenhum jogo atingiu este nível – embora a temperatura ambiente do campo do Itaquerão tenha atingido 35 graus C no domingo passado e no Serra Dourada tem chegado a 44 graus. “Mesmo assim o registro do aparelho esteve abaixo do nível de segurança.’’

O médico lembra da recomendação de que ocorram paradas médicas de três minutos nas partidas sempre que a temperatura ambiente atinja 28 graus C – a interrupção é feita aos 30 minutos de cada etapa, para que os jogadores possam se hidratar.

O fisiologista Diego Leite de Barros, da área de Sport Check-Up do Hospital do Coração, diz que a desidratação é o grande risco que os atletas correm jogando a altas temperaturas: “O atleta profissional tem uma preparação física bem feita, mas corre risco de uma desidratação maior e isso está associado a uma queda de rendimento’’. Ele explica que pode ocorrer, também, comprometimento muscular e até neurológico do jogador.

Pagura garante que esse risco será evitado, se necessário com a proibição dos jogos às 11 horas – o ideal seria imediatamente, mas será difícil alterar as partidas do dia 4. “Esse horário foi estabelecido pensando no inverno. Se houver algum risco, é lógico que será modificado (na reunião de quarta-feira). Vamos decidir pela segurança dos atletas.’’

Outra medida que poderá ser adotada é a parada médica nas partidas com início às 16 horas sempre que a temperatura estiver alta.

Estadão

Chove em 87 cidades da PB e Aesa prevê ocorrências para o fim de semana; calor continua

Reprodução/ Heleno Lima
Reprodução/ Heleno Lima

O setor leste da Paraíba, que engloba as regiões do Agreste, Brejo e Litoral, segue com possibilidade de chuvas a qualquer hora do dia, neste fim de semana. De acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa), há ainda previsão de chuvas isoladas para o Alto Sertão, Sertão, Cariri e Curimataú. As precipitações, nessas regiões, devem ocorrer principalmente entre o fim do dia e o início da noite.

A meteorologista Marle Bandeira explicou que as chuvas são irregulares espacial e temporalmente. “Quando prevemos chuvas para o setor leste, por exemplo, pode ocorrer que elas se concentrem mais no Brejo. Nas últimas 24 horas, segundo os dados preliminares, choveu de forma significativa em cidades como Guarabira, Borborema e Araruna”, afirmou. “As chuvas também se concentraram em algumas cidades da faixa litorânea, a exemplo de Caaporã”, destacou.

Segundo a Aesa, as máximas e as mínimas registradas devem ficar próximas das marcas desta sexta-feira (24). A previsão de máxima para o Litoral, neste sábado (25) e domingo (26), é de 31º C e mínima, de 23º C. No Brejo, a máxima deverá chegar aos 30º C e a mínima, aos 20º C.

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Para a região do Agreste, a previsão é que a máxima seja de 31º C e a mínima, em torno dos 21º C. No Cariri e Curimataú, a máxima deverá ficar em torno dos 33º C e a mínima, perto dos 20º C. No Alto Sertão a máxima deverá ficar em torno dos 34º C e a mínima, próxima dos 21º C. No Sertão, a máxima deverá ser de 35º C e mínima, em torno dos 21º C.

Precipitações

De acordo com dados preliminares da Aesa, nas últimas 24 horas choveu em 87 cidades e precipitações foram consideradas significativas em cidades do Brejo. Em Serraria, choveu 49,4 mm; em Araruna, 48 mm; em Guarabira, 41,8 mm; na cidade de Borborema, a precipitação registrada foi de 41,6 mm.

Da quarta-feira para quinta-feira, a Aesa também registrou precipitações significativas em cidades como Juru (81 mm), São José do Sabugi (74,4 mm) e Caaporã (75 mm). Ao todo, foram registrados 88,5 mm no estado nesse período. Até quinta-feira (23), as cidades onde mais choveu neste mês foram Patos (261.1 mm), Coxixola (147.3 mm), Taperoá (138.6 mm), Brejo do Cruz (135.8 mm) e São José do Sabugi (129.9 mm).

 

portalcorreio

Ar-condicionado: saiba tudo para fugir do calor sem ter problemas

ar-condicionad-automotivoAr-condicionado, o mais adorado dos equipamentos automotivos nos dias tórridos de verão. Apesar de não ser muito utilizado em outras estações, dependendo da região do país, esse salvador da pátria também merece constante atenção. Mesmo sendo resistente a problemas, nunca é demais aprender a usá-lo corretamente e a investir na manutenção preventiva.

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Independente do nível de tecnologia oferecido pelo refrigerador de ar do seu carro, colocá-lo para funcionar é muito simples. Só não é recomendável dar a partida no motor com o acessório ligado para não sobrecarregar o motor de arranque. Antes de desligá-lo, uma boa dica pode evitar um inconveniente que muita gente conhece.

“Quando estiver perto de seu destino, o condutor deve desligar o ar-condicionado e acionar a ventilação na velocidade máxima por, pelo menos, três minutos”, explica Amaury Oliveira, gerente de engenharia, gerenciamento de programas e qualidade da Delphi. É a maneira mais eficiente de eliminar a umidade que se acumula nas galerias por onde passa o ar gelado. Assim, o dono do veículo evita a proliferação de fungos e bactérias pelo sistema, que causam um odor bem desagradável.

Outra dica simples para evitar problemas é ligar o item pelo menos uma vez por semana, mesmo nos piores períodos do inverno. “É uma forma de manter mangueiras, vedadores e selos de borracha sempre lubrificados, já que o óleo que abastece o equipamento circula misturado ao gás. Isso diminui o risco de rachaduras nas peças de borracha e, por consequência, o risco de vazamentos de gás”, diz Rubens Venosa, engenheiro proprietário da oficina Motor Max e consultor de Autoesporte.

Já Harley Bueno, diretor de reciclagem e segurança veicular da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), lembra que o ar-condicionado é projetado para durar tanto quanto o veículo, desde que seu dono siga, ao menos, esse tipo de recomendação.

Afinal, precisa trocar o gás?

Em caso de dúvida, consulte o manual do proprietário para não cair em conversas esquisitas, como aquela que diz que o gás que resfria o ar deve ser trocado periodicamente. “Isso é um mito. O sistema é selado e o gás não é perecível”, explica Harley Bueno.

Fique atento na hora de revisão: recarga de gás no sistema só é necessária se ocorrer vazamento

Recarga de gás só é necessária se ocorrer vazamento. Nesse caso, recorra a uma oficina especializada, pois alguns estabelecimentos oferecem um tipo de gás que não é exatamente o indicado para o ar-condicionado do seu veículo. Um gás diferente trabalha com pressões fora do padrão e causa estragos. “A pressão elevada pode, por exemplo, estragar conexões de mangueiras e diminuir a durabilidade do compressor. É importante procurar profissionais que conheçam essas particularidades”, recomenda o gerente da Delphi.

Em revisões de rotina, mesmo se nunca houve vazamento, o dono do veículo pode solicitar também que se verifique a pressão do gás no sistema, exame que pode detectar anomalias como o entupimento de alguma válvula, ou o desgaste prematuro do compressor.

Manutenção preventiva

Nos períodos de revisões, também vale pedir ao reparador que avalie o estado da correia que aciona o compressor, e se ela está trabalhando na tensão correta (sem folga). Outra peça importante é o filtro de cabine, que barra a entrada de impurezas. Quando demora muito a ser trocado, o item causa mau cheiro e diminui o fluxo do ar direcionado para o habitáculo.

“A troca desse filtro é necessária, mas sua durabilidade depende muito de onde o veículo circula”, comenta Amaury Oliveira. Em cidades de interior, com vias asfaltadas e poucos veículos, o componente resiste por mais tempo. Já em grandes centros urbanos a contaminação é bem maior. Na zona rural, quem transita por estradas de terra tem de trocar o filtro ainda mais cedo.

No fim das contas, é recomendável que o dono do veículo solicite a verificação do estado da peça a cada revisão. Para modelos que passaram do período de garantia e não são submetidos a revisões por quilometragem (por opção do dono do carro), Venosa recomenda que o elemento filtrante seja verificado a cada seis meses.

Para quem não se lembrou de trocar a peça e começou a perceber odores desagradáveis (que também surgem nos modelos sem filtro), a melhor saída é solicitar a higienização de todo o circuito por onde passa o ar refrigerado. “A limpeza da tubulação é importante, pois ocorre acúmulo de sujeira nas fissuras do evaporador, que trabalha úmido”, comenta o consultor de Autoesporte, que recomenda que esse tipo de limpeza seja feita preventivamente a cada troca do filtro – quando disponível.

 Problemas mais comuns

Segundo Venosa, os problemas mais comuns do ar-condicionado são: parar de ventilar, parar de resfriar o ar e começar a emitir ruídos, geralmente por problemas no compressor. Quando para de resfriar, é importante saber se há ou não gás no sistema. No caso de vazamento, deve-se localizar e eliminar o ponto de fuga do gás e providenciar sua recarga. Problemas com a ventilação podem indicar que o filtro está entupido, que o ventilador interno não está funcionado ou ainda que o reostato que ajusta a velocidade do ventilador está com defeito.

Quando estiver perto do destino, desligue o ar-condicionado e acione a ventilação na velocidade máxima por, pelo menos, três minutos

Ruído, geralmente vindo do compressor, significa que o componente está desgastado e que deve ser trocado. Quando isso ocorre, é importante que se faça a limpeza dos dutos por onde o gás e o óleo circulam porque o compressor com defeito pode admitir ar externo e gerar contaminação na tubulação.

Instalação independente

Para quem decidiu instalar o kit de ar-condicionado em lojas independentes, o gerente da Delphi dá uma importante dica: solicite ao vendedor um kit homologado pelo fabricante do seu veículo. “Caso contrário, o consumidor corre o risco de pagar por um equipamento de baixa eficiência”. Oliveira reconhece a qualidade de muitas oficinas independentes, mas lembra também que comprar um veículo com ar-condicionado instalado pela montadora, ou pela concessionária, beneficia o consumidor com um equipamento feito especificamente para o veículo escolheu e com a garantia válida em todo o país.

 

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Saiba como amenizar os efeitos do calor em casa

ar condicionadoA intensidade do verão este ano vem assustando grande parte da população. Se não bastasse a temperatura elevada, há ainda escassez de chuva em grande parte do Brasil.

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O desconforto em dias quentes é inevitável, em especial para quem precisa se deslocar até o trabalho ou para outros afazeres. Entretanto, com algumas medidas, é possível amenizar o calor dentro de casa sem ficar refém apenas do ar-condicionado.

Para deixar sua casa mais fresquinha

Cortinas ou persianas fechadas

As cortinas ou persianas ajudam a evitar o aquecimento excessivo em casa bloqueando a entrada direta da luz solar. Mantendo-as fechadas durante o dia evita-se o efeito estufa em casa.

Insulfilm nas janelas

Uma das alternativas para evitar o excesso de calor é apostar em insulfilm nas janelas. Eles ajudam a manter a casa isolada do calor causado pelos raios solares através da reflexão desses raios.

Manter o ar fresco da noite por um tempo maior

Durante a noite o ar costuma ser menos abafado em comparação ao dia. O ideal é tentar manter esse frescor por mais tempo.

Para isso, assim que o sol se por, abra todas as janelas e deixe o ar correr pela casa. Antes que o dia amanheça, feche-as novamente.

Lâmpadas frias

Substitua as lâmpadas incandescentes (quentes) pelas brancas (frias) ou de LED. Além de econômicas e duráveis, elas contribuem para diminuir o calor dentro de ambientes fechados.

Umedecendo o ar

Nesta época do ano, o ar fica mais seco e isso ajuda a provocar problemas respiratórios. Em especial, nas pessoas que apresentam quadros de sinusite, rinite ou bronquite alérgica. Então, busque alternativas para deixar o ambiente mais úmido.

Principalmente, em locais onde há ar – condicionado, pois o uso do aparelho piora essa sensação de “secura” do ar. Quem não tem climatizador ou umidificador em casa pode colocar recipientes cheios de água fresca em cada ambiente da casa.

Se tiver crianças pequenas, atente-se para que elas não tenham acesso a esses recipientes para evitar acidentes. Se preferir, opte por colocar toalhas de banho úmidas espalhadas pela casa.

Condicione o ar

Para condicionar o ar, coloque uma garrafa d’água congelada bem em frente a um ventilador ligado. O truque ajuda a circular o ar frio pelo ambiente sem precisar ligar o ar-condicionado.

Bebidas refrescantes  

A hidratação é fundamental para garantir a saúde durante o ano todo, que dirá no verão. Então, as bebidas geladas e os alimentos frescos, como frutas e picolés de fruta, estão liberadas.

Estes ajudam a driblar o calor do corpo, mantendo-o confortável durante toda a estação.

 

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Verão exige mais cuidados com alimentação e ‘doenças do calor’; veja como se prevenir

Nalva Figueiredo (Jornal Correio da Paraíba)
Nalva Figueiredo (Jornal Correio da Paraíba)

Com a chegada do verão e o clima de férias, as altas temperaturas podem ser favoráveis não só para a diversão, mas também o aparecimento das ‘doenças do calor’. A Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade indica alguns cuidados importantes para a manutenção da saúde.

A educadora física Nailla Souza, de 26 anos, pretende passar o fim de ano em João Pessoa. Natural de Campina Grande, ela disse que já está preparada para curtir o verão sem enfrentar problemas.

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Vítima de uma desidratação que já a levou para o hospital, Nailla diz que pretende reforçar os cuidados para que ela e a filha de seis anos não tenham doenças nem desconfortos no passeio.

“Alimentos têm que ser preparados para consumo imediato. Nada de comidas prontas compradas em todo lugar, principalmente na praia”, afirma.

Nailla tem cuidados planejados para curtir o verãoFoto: Nailla tem cuidados planejados para curtir o verão
Créditos: Reprodução/Arquivo pessoal

De acordo com o diretor da SBMFC, Rodrigo Lima, é indicado que durante o período mais quente, haja ingestão de água e sucos ao longo do dia para ajudar a evitar os efeitos do calor.

Segundo ele, é necessário também reforçar a presença de frutas e verduras no cardápio, especialmente para as pessoas que seguem a recomendação de realizar atividade física, que ficam mais sensíveis à perda de líquidos. Quanto a crianças e idosos, a recomendação da SBMFC é redobrar os cuidados porque eles costumam desidratar mais facilmente.

Aos que gostam de tomar sol e pegar um bronzeado, a SBFMC diz que é necessário o uso do protetor solar, que deve ter seu FPS (fator de proteção solar) escolhido em função do tipo de pele e grau de exposição ao sol. Outras medidas de proteção também são bem-vindas, como uso de chapéus ou bonés, óculos de sol, guarda-sol, camisas, entre outros.

Dicas

Rodrigo Lima aponta que os cuidados não se restringem somente ao uso de filtros solares, mas também a hidratação e alimentação. “Medidas simples como essas podem promover um verão saudável e divertido para os que gostam dessa estação do ano”.

Quanto à alimentação na praia, Lima ainda reforça que aqueles que não dispensam petiscos, devem ter mais cuidado com a procedência e com as condições de preparo e conservação, além da moderação nas bebidas alcoólicas. Dessa forma, dá para evitar um desagradável problema intestinal.

“Importante registrar também que o consumo excessivo de bebidas alcoólicas favorece a perda de líquidos e por isso, se não levar à desidratação, pode no mínimo proporcionar ressaca”, ressalta o médico.

 

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Película evita calor no interior do carro

André Lessa/Estadão
André Lessa/Estadão

No calor da primavera paulistana, as películas escurecedoras têm outra função além de deixar os ocupantes do carro menos visíveis – também ajudam a manter a cabine arejada. “A diminuição da luminosidade no interior do veículo torna a vida a bordo mais agradável e reduz a temperatura”, afirma o especialista do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Alessandro Rubio. “Com a redução da incidência de raios UV, o ar-condicionado também passa a funcionar melhor”, complementa.

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Porém, é preciso respeitar a legislação na hora de instalar o acessório. A luminosidade do vidro tem de ser mantida em 70%. Caso contrário, o motorista está sujeito a multa.

Para instalar a película – popularmente conhecida como insulfilme – é preciso limpar a área de aplicação com água e sabão neutro, a fim de retirar impurezas. Gordura e poeira, por exemplo, podem prejudicar a colocação do acessório.
Para moldar a película ao vidro, é preciso usar um soprador de ar quente. “A instalação pode levar de uma hora e meia a três horas para ser feita, dependendo do tipo escolhido”, diz o vendedor da loja de equipamentos automotivos JSR (3673-6829), Rodrigo Lacerda.
Segundo ele , no caso do filme antivandalismo, que é mais grosso e instalado em duas camadas sobrepostas, a aplicação é mais demorada.

Na loja Insulfilm Pacaembu (4062-0098), a instalação do acessório para um VW Gol parte de R$ 492, enquanto para um sedã médio como o Honda Civic o preço é de R$ 528.

Filme irregular gera cinco pontos na CNH. De acordo com a resolução 254/07 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), os vidros laterais dianteiros e para-brisa não podem receber películas escurecedoras, uma vez que ficariam abaixo da incidência mínima de 70% em uma área que é considerada indispensável a dirigibilidade. Para os vidros laterais traseiros e o de trás, a luminosidade tem de ser de pelo menos 28%. As películas do tipo refletivas (que são espelhadas) são proibidas em qualquer área. Se flagrado com carro usando a película fora das especificações, o motorista poderá ser autuado por infração grave, resultando em cinco pontos na CNH e multa de R$ 127,69, além de retenção do veículo para regularização.

 

Estadão