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Motorista suspeito de atropelar cinco pessoas em calçada, em Areia, PB, se apresenta à polícia

O motorista suspeito de atropelar cinco pessoas da mesma família em uma calçada, na cidade de Areia, no Brejo paraibano, se apresentou à Polícia Civil na manhã desta quinta-feira (3). Além de Alíson Teixeira de Sobral, que dirigia o veículo, o acompanhante, Antônio José da Silva, também se apresentou com advogado na Central de Polícia Civil de Campina Grande.

Em depoimento à polícia, a defesa dos suspeitos disse que apenas o dono do veículo, que estaria de passageiro na noite do atropelamento, havia ingerido bebida alcoólica. A defesa alegou também que Alíson Teixeira de Sobral, que dirigia o carro, não tinha Carteira Nacional de Habilitação, mas que o dono do veículo, Antônio José da Silva, não sabia disso.

Ainda em depoimento à polícia, a defesa afirmou que o carro em que os dois homens estavam teria apresentado uma falha no momento de atropelamento e que, por isso, o motorista teria perdido o controle do veículo e causado o acidente.

O atropelamento aconteceu no dia 22 de setembro. Uma menina de 6 anos, atingida pelo veículo, teve morte cerebral no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. Cinco pessoas foram vítimas do acidente. Todas elas foram encaminhadas para o Trauma. Uma mulher e um menino não resistiram aos ferimentos e morreram na unidade de saúde. Um homem também passou por uma cirurgia e uma outra criança recebeu alta.

Desde a terça-feira (1º), os dois suspeitos eram considerados foragidos após descumprirem um acordo feito com a Polícia Civil e não comparecerem à delegacia para prestar depoimento do caso.

Antônio José é o dono do carro que atropelou as vítimas, mas estava no banco do passageiro no momento do acidente. A suspeita da polícia é de que os homens estavam embriagados. A polícia entrou com uma representação pela prisão preventiva da dupla.

Até as 11h20 desta quinta-feira, as informações do delegado eram de que os dois suspeitos continuavam na Central de Polícia Civil de Campina Grande prestando depoimento.

Família foi atropelada quando ia para igreja

De acordo com relatos de testemunhas, o veículo descia uma ladeira conhecida como “Chã”. O motorista perdeu o controle do carro, invadiu uma calçada, colidiu no muro de três casas e atingiu as cinco vítimas que estavam indo para a igreja.

Foram atingidos uma mulher, de 33 anos, um homem, de 28 anos, um menino, de 9 anos, uma garota, de 6 anos, e outra menina, de 4 anos. O motorista do veículo e o passageiro fugiram do local do acidente. Segundo testemunhas, os homens apresentavam sinais de embriaguez.

Menina de 6 anos teve morte cerebral

A menina de 6 anos, uma das vítimas atropeladas pelos suspeito, que está internada no Hospital de Emergência de Trauma de Campina Grande, teve morte cerebral no dia 26 de setembro. Segundo as informações da unidade hospitalar, desde o dia em que deu entrada no local, a menina estava em estado grave. Ela passou por uma cirurgia, ficou internada na UTI infantil do hospital e, após quatro dias, apresentou morte cerebral.

G1

 

Mãe de bebê colocado em calçada é ouvida em delegacia

A mãe do bebê de 11 meses, deixado em uma calçada enquanto ela dava ré no carro, foi ouvida nesta quarta-feira (24), na Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Infância e a Juventude, em João Pessoa. De acordo com a delegada Joana D’arc, Beatriz Fernandes contou que acreditava que a criança estava dentro do carro no momento que entrou no veículo. Após o depoimento, a delegada informou que vai concluir o inquérito e, em seguida, enviar à Justiça.

Em reportagem do Fantástico, no último domingo (21), Beatriz Fernandes contou que a situação aconteceu em um momento de estresse extremo. O caso foi no dia 21 de julho. A mãe do bebê foi até a casa do pai para deixar a criança. Quando estacionou o carro, tirou a filha da cadeirinha e colocou no calçada.

“Eu não estava pensando, estava extremamente nervosa e lembrei das coisas da minha filha que estavam no carro e precisava pegar”. As imagens foram registradas por uma câmera de segurança. Beatriz entra no carro e começa a dar ré no veículo, perto da criança. Ela conta em entrevista que queria manobrar o carro para tirar de frente da garagem, mas havia um tambor de lixo na frente. “Mas no mesmo segundo eu vi que ela estava na calçada, pela câmera de ré”, conta.

Em depoimento, Beatriz Fernandes diz que foi um ato impensado e que entrou no carro para atender o telefone e, de tão contrariada que estava, esqueceu que a criança estava fora do carro.

A delegada perguntou porque ela engatou a ré e ainda andou um pouco com o carro. Beatriz repetiu a mesma versão da entrevista e disse que imediatamente viu a criança pela câmera de ré.

Beatriz Fernandes ainda contou que os momentos de desencontros de horários com o pai da criança nos dias de visita são constantes. O pai da bebê, o advogado Eduardo Aníbal, está com a guarda da criança há mais de 40 dias.

Ele disse que o juiz já havia esclarecido que o horário de visita não precisava ser exato. “Até porque eu trabalho e tem várias outras questões. Eu tinha contatado ela e disse que ia pegar a criança entre 12h e 12h30. Foi quando ela disse que tinha saído do local combinado e eu não ia ver minha filha”, contou. O advogado foi até uma delegacia, no mesmo dia, e prestou um boletim de ocorrência.

Beatriz, no entanto, diz que tentou falar com Eduardo desde 8h do sábado. As 12h30 ela disse que não precisava mais ele ir buscá-la, já que, segundo ela, ele ainda não havia saído de casa. “No domingo eu passei o dia tentando falar com ele”, revela.

Tanto Beatriz quanto Eduardo contam que não conseguem se organizar com os horários de visita combinado para a guarda compartilhada. Naquele fim de semana, o pai deveria ficar com a filha desde o sábado.

“Não teve um dia desde que isso aconteceu que eu não tenha me arrependido. Eu sei que eu jamais faria aquilo de novo. Não teve um dia que eu não pense onde ela está, com quem ela está, se ela dormiu, se ela está comendo direito. Eu estava nervosa, não foi pensado, quem foi que nunca errou?”, desabafa Beatriz.

No entanto, conforme a delegada Joana D’arca, embora o tempo em que a criança ficou sozinha seja muito curto, a imagem é clara e configura abandono de incapaz. Agora, Beatriz só pode ver a filha no berçário e nos fins de semana, na presença dos pais dela. O inquérito será concluído e entregue à Justiça.

G1

 

Carro invade calçada e atropela dois irmãos, em Campina Grande

Dois irmãos foram atropelados, na tarde desta terça-feira (21), no bairro da Liberdade, em Campina Grande. Eles foram atingidos enquanto caminhavam em uma calçada da Avenida Jornalista Assis Chateubriand, quando o motorista de um carro perdeu o controle do veículo, invadiu o local e bateu em uma árvore.

As vítimas do acidente foram identificadas como João Batista Anacleto, de 43 anos, e Antônio Anacleto, de 40 anos. João foi encaminhado para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, onde passou por cirurgia. Segundo a assessoria de comunicação da unidade hospitalar, o estado de saúde dele é grave.

Antônio também foi encaminhado para o hospital. Ele sofreu ferimentos leves e recebeu alta ainda na tarde desta terça. O motorista do carro não socorreu as vítimas e fugiu do local em que o acidente aconteceu. Ele ainda não foi identificado.

G1

(Foto: Cptran/Divulgação)

Feto é achado em calçada de loja na feira central de Santa Rita, na PB

Funcionárias da loja colocaram o feto dentro de um copo para evitar que pedestres pisassem (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Um feto foi encontrado por funcionárias na calçada de uma loja na feira central de Santa Rita, Região Metropolitana de João Pessoa, no início da manhã desta quarta-feira (18). De acordo com a Polícia Militar, as mulheres descobriram o feto ao limpar a calçada que estava suja de sangue.

De acordo com Josilene Soares, uma das funcionárias, o feto foi achado por volta das 7h. “Eu cheguei para trabalhar e vi uma sujeira de sangue na porta da loja. Antes de abrir para os clientes, chamei a menina que trabalha na loja do lado e pedi pra me ajudar na limpeza. Foi então que eu vi o feto. De imediato pensei que era de um cachorro, mas a outra funcionária foi que identificou que era humano”, contou.

Feto estava na calçada de loja na feira central de Santa Rita (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Feto estava na calçada de loja na feira central de Santa Rita (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Juliana da Silva, vendedora da loja ao lado, disse que de imediato fotografou o feto e colocou dentro de um copo descartável antes de acionar a polícia. “Estava passando muita gente no local e ficamos receosas das pessoas pisarem. Então colocamos dentro do copo e quando passou a PM, mostramos aos policiais”, explicou.

Segundo a PM, as polícias Civil e Científica foram chamadas para acompanhar o caso. O feto foi recolhido e uma perícia vai ser feita para identificar se é realmente humano e se trata de um aborto espontâneo ou provocado. Até as 10h50, a polícia não tinha informações de quem teria deixado o feto no local.

G1

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Mulher dá à luz na calçada do Mercado Público do Varadouro, em JP; criança e mãe passam bem

parto-calcadaUma mulher deu à luz por volta das 5h da manhã desta quinta-feira (2) na calçada do Mercado Público do Varadouro em João Pessoa. A mulher chama-se Maria José da Silva e é moradora de rua.

Ao sentir as dores do parto, Maria levou aos mãos ao ventre e se agachou na calçada. Pessoas ao redor se aproximaram para ajudar, mas não deu tempo para muita coisa, o bebê logo nasceu.

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Com a ajuda dos populares, a criança foi posicionada de forma segura e confortável no seio da mãe. Pouco depois chegou uma ambulância que a levou para a Cândida Vargas. A criança e a mãe passam bem.

Sensibilizado com a situação, o jornalista Nilvan Ferreira pediu durante o programa Tribuna Livre, na TV Arapuan, que as pessoas façam doações, já que Maria não tem como pagar tudo o que o bebê precisa.

Pedro Callado / Paulo Cosme

Ex-presidiário é executado a tiros quando se encontrava sentado numa calçada em Bayeux

A polícia trabalha com a hipótese de ‘acerto de contas’ relacionado com o tráfico de drogas para explicar o assassinato do ex-presidiário, Marcelo Gabriel, 28 anos. Ele foi executado a tiros na noite deste domingo (3) na cidade de Bayeux, região metropolitana de João Pessoa.

De acordo com a polícia, por volta das 19 horas, Marcelo Gabriel estava sentado numa calçada na Travessa Coronel Lira, na comunidade conhecida como “Cachimbo Apagado” quando foi surpreendido por dois homens de moto.

Os desconhecidos não disseram nada e passaram a atirar no ex-presidiário que foi alvejado com três disparos e morreu no local, enquanto que os acusados fugiram.

Durante as investigações a polícia descobriu que há cerca de dois anos o ex-detento sofreu uma tentativa de assassinato. Na ocasião, a mãe dele ficou na frente e acabou sendo assassinada.

Ainda segundo a polícia, Marcelo Gabriel era usuário de drogas e isso pode ter sido o motivo do assassinato.

Paulo Cosme\Vinícius Henriques

Morador de rua é assassinado com um tiro no olho enquanto dormia em calçada de JP

Crédito: Jorge Filho

Um morador de rua foi assassinado com um tiro no olho na madrugada desta quarta-feira (29), no bairro do Varadouro em João Pessoa. A vítima ainda não foi identificada pela polícia e estava dormindo em uma calçada quando foi executada.

De acordo com o repórter Jorge Filho da TV Correio, o homem foi encontrado morto em uma calçada à 500 metros do prédio da Central de Polícia, ele estava trajando uma bermuda e uma camisa do clube de futebol paraibano Botafogo.

A vítima foi morta com um tiro no olho direito. A polícia não tem pistas da autoria do crime. Populares informaram que além de morar na rua, o homem também era usuário de drogas.

portalcorreio