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Cadeiras não viram e paraibano ganha incentivo no ‘The Voice’

THE-VOICENatural da cidade de Alagoa Grande, no Brejo paraibano, o cantor Everson Silva soltou a voz neste domingo (12), no The Voice Kids, da Rede Globo, interpretando a música ‘Coisas de Quem Ama’, de Jorge e Mateus.

No entanto, Everson, que mora do Distrito de Canafístula, não conseguiu fazer com que nenhuma cadeira dos três jurados virassem  para ele.

No entanto,  Everson foi incentivado pelos sertanejo Victor  e Leo e Carlinhos Brown e Ivete Sangalo que fez questão de dá um abraço e um beijo jovem.

“Você é um artista. Você é um cantor”, disse Leo. “Além  da sua voz ser muito bonita, você cantou com emoção e empolgação”, acrescentou Victor.

“A maior determinação que deve vir na vida da gente é a nossa. Boa sorte”, disse Ivete.

MaisPB

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TSE altera número de deputados federais de 13 estados; Paraíba perde 2 cadeiras

 

Quem perde e quem ganha deputados na Câmara (Foto: Editoria de Arte / G1)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta terça-feira (9), por cinco votos a dois, alterar a quantidade de deputados federais de 13 estados para as eleições de 2014.

O novo cálculo foi feito com base dos dados do Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Atualmente, a divisão das 513 cadeiras da Câmara tem por base a população dos estados em 1998.

Se algum estado considerar inconstitucional a nova divisão, pode recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF).

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Pelos dados apresentados pelo TSE, os estados de Alagoas, Espírito Santo, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul perderão uma cadeira. Paraíba e Piauí perderão dois deputados.

Ganharão mais uma cadeira Amazonas e Santa Catarina. Ceará e Minas Gerais passarão a ter mais dois deputados. O Pará foi o maior beneficiado – passará de 17 cadeiras para 21. O estado de São Paulo continuará com 70 cadeiras.

A decisão, conforme estabeleceu o TSE, terá impacto nas assembleias legislativas e na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Discussão no TSE
A proposta aprovada foi apresentada pela ministra Nancy Andrighi, relatora de ação apresentada pela Assembleia Legislativa do Amazonas para que fosse feita a redefinição das cadeiras em razão do aumento populacional de diversos estados. Segundo os dados apresentados, o Amazonas ganhou uma nova cadeira – passou de 8 para 9.

A legislação estabelece que a Câmara deve ter 513 deputados. Cada estado deve ter entre 8 e 70 parlamentares, a depender do tamanho da população. A Constituição diz que o número de deputados de cada bancada deve ser definido no ano anterior às eleições.

deputados por unidade da federação (Foto: Editoria de Arte / G1)

O caso começou a ser julgado em março de 2012, mas acabou adiado por um pedido de vista (mais tempo para analisar o pedido). O TSE acabou decidindo promover uma audiência pública sobre o assunto em maio do ano passado.

A ministra Cármen Lúcia chamou os presidentes dos partidos políticos para uma reunião na manhã desta quarta (10).

Ela pretende explicar a eles a decisão tomada pelo plenário do TSE, além de abordar as instruções normativas para as eleições de 2014.

A favor
De acordo com a relatora Nancy Andrighi, relatora da proposta, para calcular o número de cadeiras para cada estado, foi considerada a população de 2010, de 190,755 milhões de habitantes.

A população total foi dividida pelo número de cadeiras na Câmara (513). Nessa fase despreza-se a fração, considera-se o número inteiro. O estado que não chegou a 8, teve o número automaticamente arredondado. Com isso, 496 das 513 cadeiras foram preenchidas.

Após o cálculo, uma nova fase foi feita para dividir as 17 vagas que sobraram. Considerou-se então a população dos estados.

“A proposta assegura maior proporcionalidade entre as unidades da federação e o número de cadeiras. E ainda tem vantagem em fundar-se no cálculo previsto na legislação eleitoral. Defiro [o pedido do Amazonas] para reformular o número de deputados por estado nas eleições de 2014”, disse a ministra.

O ministro Henrique Neves, que ajudou a criar a nova regra de distribuição, disse que a mudança acompanha a evolução do tamanho da população, que aumentou 14% entre 1998 e 2010. “É natural a necessidade de reajuste para efeito de proporcionalidade.”

Também votaram a favor da mudança as ministras Laurita Vaz e Luciana Lóssio, além do ministro Dias Toffoli.

Toffoli, que também é ministro do STF, destacou que não analisou a constitucionalidade da divisão. “Os partidos políticos foram ouvidos. Não vejo nenhuma nulidade. Sem prejuízo de futuramente analisar a legalidade”, destacou.

Contra
Só dois ministros votaram contra a redistribuição: Marco Aurélio Mello e Cármen Lúcia. Os dois ressaltaram que há inconstitucionalidade na divisão, uma vez que não caberia ao TSE decidir sobre a mudança, mas sim ao Congresso.

“Só se tranfere a competência que a Constituição permite. […] O artigo 45, parágrafo 1º da Constituição, não faz qualquer referência ao TSE. Diz que o número será estabelecido por lei complementar”, disse a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia.

O ministro Marco Aurélio também lembrou que o Congresso não decidiu. “Aqui não está o Congresso Nacional. Muito menos votando. Muito menos no campo administrativo. A República está assentada em três poderes harmônicos e independentes. A Carta da República delimita o campo de atuação de cada poder. […] Não temos autorização constitucional. Estamos mexendo com a representação de 13 estados, uma dança das cadeiras, de exatamente 10 cadeiras”, declarou.

 

G1

Possibilidade da Paraíba perder oito cadeiras acende sinal de alerta nas legendas e pode provocar ‘triagem’

assembleiaOs presidentes dos partidos políticos da Paraíba pensam em realizar uma ‘triagem’ entre os pretensos candidatos a deputado estadual e federal. É que tramita no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um pedido de redistribuição de vagas na Câmara Federal e nas Assembleias Legislativas do País. Caso a proposta entre em vigor, a Paraíba perderá seis parlamentares estaduais e dois federais.

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A mudança também pode afetar a composição das coligações, pois exigirá mais votos para conquistar uma vaga nas Casas Legislativas, por causa do aumento do quociente eleitoral. “Se houver a redistribuição, teremos que fazer uma seleção, por conta do número de candidatos que o partido pode ter”, disse o presidente do PRB, o deputado estadual, Jutay Menezes. Ele é um dos que acreditam que pode haver mudanças nas composições das coligações. “As legendas vão preferir fazer alianças com os partidos que compõem a majoritária para eleger o maior número de deputados”, afirmou.

 

O vice-governador Rômulo Gouveia, que preside o PSD estadual, compactua do mesmo pensamento de Jutay Menezes, mas prefere aguardar o julgamento do processo antes de tomar um posicionamento. “Precisamos pensar na triagem somente quando a redistribuição se concretizar, para não considerar o fato como consumado”.

 

Rômulo Gouveia embrou que há quatro anos, havia esse mesmo movimento em defesa da redistribuição das vagas, e isso não se concretizou. “Temos que lutar para que isso não aconteça. Porque seria um prejuízo grande tanto por causa das verbas das emendas parlamentares como pela representatividade eleitoral do Estado no cenário nacional”, ressaltou.

 

 

Fonte: Com Jornal Correio

Ramalho Leite – Netos nas cadeiras dos avós

Era a primeira eleição após a redemocratização do País. Na eleição municipal de 12 de outubro de 1947, Arlindo Rodrigues Ramalho, meu pai, a “candeia espevitada da UDN” como o apelidou Clovis Bezerra, alcançou, apenas, a primeira suplência de vereador à Câmara Municipal de Bananeiras.Nas eleições seguintes, em 1951 e 1955 seria o segundo mais votado entre todos os eleitos,chegando à Presidência do Legislativo, de onde saiu para assumir a Prefeitura de Borborema.

                Nesta eleição de  2012, Augusto Carlos Bezerra Aragão Filho, o Guga Aragão, jurava nos comícios que o velho Arlindo descera  à terra para acompanhar seus passos e ser o seu maior eleitor.Mantendo a tradição, Guga foi o segundo vereador mais votado e sentará na cadeira antes ocupada pelo seu avô. O mais votado, Ramom Moreira, substitui na Casa de Odon Bezerra, o seu avô, Mestre Zezinho, que chegou a ocupar a Prefeitura como vice-prefeito, companheiro de  chapa do prefeito José Francisco de Almeida.

                Eleição difícil essa de Bananeiras. O nosso grupo se dividiu e para dar continuidade ao projeto iniciado por Arlindo Ramalho e continuado por Marta Ramalho, prefeita eleita em 1988, 2004 e 2008 formamos uma coligação com nossos tradicionais adversários,”pelo bem de Bananeiras”. O advogado e pecuarista Adriano Bezerra, hoje representante inconteste da família na política bananeirense, indicou seu filho Matheus Bezerra para vice-prefeito, formando dupla com Douglas Lucena, prefeito eleito.

                O vice-prefeito eleito vem da tradição familiar de quem já doou à cidade vários prefeitos ( Major Augusto, Mozart Bezerra e Augusto Neto), deputados (Odon, Clóvis, Afrânio e Hervázio) e   governadores (Odon, Clovis e Rivandro Bezerra Cavalcanti), efetivos ou interinos nas funções, mas com historia para contar a filhos e netos. Matheus Bezerra é  neto de Mozart e preenche o único cargo que faltava à família: vice-prefeito.

                Para fechar essas reminiscências políticas, passando pelos troncos  familiares da política bananeirense, chegamos aos Lucena, que nos deu Solon , Severino, Henrique, Humberto, Iraê,Nicolau, Jorge e Geraldo,os três últimos vereadores em Bananeiras e os demais, nomes  que passaram pelo Palácio da Redenção, Congresso Nacional, Assembléia e Paço Municipal.  O prefeito eleito, advogado Douglas Lucena é bisneto de Henrique Lucena, que ocupou a prefeitura de Bananeiras e neto de Nicolau Lucena, vereador até o seu falecimento em 1968.

                E como diz o ditado: “quem puxa aos seus não degenera” , Bananeiras se renova entregando aos netos a responsabilidade de honrar os nomes dos  seus avós.

P.S. Antes que me censurem o esquecimento, lembro que o vereador Douglas Bubú, o mais jovem eleito, vai suceder na Câmara o seu avô Djalma Bubú, de saudosa memória.

O texto é de inteira responsabilidade do assinante

PT elege o maior número de vereadores em SP, mas base tucana fica com mais cadeiras

A coligação “Avança São Paulo”, que deu sustentação para José Serra (PSDB) no primeiro turno, venceu a disputa por cadeiras na Câmara Municipal de São Paulo. Composta por PR, PV, DEM, PSD e o próprio PSDB, a coligação conseguiu eleger 25 candidatos a vereador. Serra obteve 30,75% dos votos válidos e é o líder da disputa.

“Para Mudar e Renovar São Paulo”, coligação que reúne PP, PSB, PCdoB e PT, de Fernando Haddad, segundo colocado no primeiro turno, com 28,9%, tem 16 cadeiras, sendo 11 do próprio PT, legenda que obteve a maior número de vereadores na cidade. Ao todo, 15 partidos dividem 55 vagas.

Os seis primeiros eleitos mais votados fazem parte do grupo que pode vir a apoiar Serra. Ricardo Tripoli, do PV, é o mais votado da cidade, com 132.313 mil votos, o equivalente a 2,32% do total.

Ota, do PSB, foi o mais bem votado da “Para Mudar e Renovar São Paulo”, com 62.693 mil votos.

O candidato eleito com o menor número de votos no município foi Toninho Vespoli, do PSOL, que angariou apenas 0,15% dos votos, o equivalente a 8.722.

Composição da Câmara
55 vereadores ocuparão a Câmara
redebrasilatual

Com resultado das eleições, 2 suplentes assumem cadeiras na Assembleia de forma definitiva

O resultado das eleições municipais não vai mexer apenas nas prefeituras. Na Assembleia Legislativa da Paraíba algumas coisas também vão ser modificadas e cadeiras serão trocadas de forma definitiva a partir de janeiro de 2013. Dois dos suplentes de deputados já têm certeza que assumirão a titularidade na Casa.

Com as vitórias de Francisca Motta, em Patos, e de André Gadelha, em Sousa, ambos do PMDB, quem entra definitivamente na Casa Epitácio Pessoa é Carlos Batinga e Ivaldo Morais, os dois primeiros suplentes da coligação.

Ainda está na expectativa o Pastor Jutahy Meneses que fica no aguardo do segundo turno em João Pessoa. Caso o candidato Luciano Cartaxo (PT) saia vitorioso, Jutay assume a vaga de uma vez por todas.

Fonte: políticapb